07/05/2017. Cuiabá/MT Maio

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Cuiabá/MT Maio - 2017 Alvenaria e um maciço constituído de pedras ou blocos, naturais ou artificiais, ligadas entre si de modo estável pela combinação de juntas e interposição de argamassa, ou somente pela combinação de juntas. 1

Componente complexo, conformado em obra constituído por tijolos ou blocos unidos entre si por juntas de argamassa, formando um conjunto rígido e coeso. CRIAR (junto com as esquadrias e os revestimentos) CONDIÇÕES DE HABITABILIDADE PARA O EDIFÍCIO protegendo os ambientes internos contra a ação indesejável dos diversos agentes atuantes, controlando-os. servir de suporte para os sistemas prediais e servir de proteção, quando os mesmos forem embutidos 2

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Maior desperdício de materiais e mão-de-obra: Argamassa + bloco (alvenaria) Entulho que sai Entulho que fica Mas também deve cumprir sua função. 6

Principal função é a vedação de vãos e aberturas; divisão entre ambientes e proteção. Suporta apenas o peso próprio. Pode ser também estrutural. Blocos de concreto ou cerâmico. Bloco sílico calcário. Tijolos cerâmicos ou de concreto. Concreto celular. Tijolos de vidro. Tijolos de solo-cimento. Pedras naturais. Blocos cerâmicos. Blocos de concreto 7

Blocos de concreto Blocos de sílico calcário. Tijolos cerâmicos 8

Tijolos cerâmicos (maciços). ½ vez ( ½ tijolo) 1 vez (1tijolo) Blocos cerâmicos (furados). ½ vez ( em pé) 1½ vez (1½ tijolo) 1vez (deitado) Tijolos de concreto Blocos de concreto celular. 9

Tijolos de vidro Tijolos de solo-cimento. Pedras naturais. 10

Pedras naturais. Executada após a estrutura. Executada antes da estrutura. Maiores cuidados na estrutura. Carga das lajes vão direto nas paredes. Se executada antes da estrutura: 11

Vergas, independente da sequência: Acima de todos os vãos de janelas e portas. Abaixo de todos os vãos de janela. Verga Contra verga Encunhamento, caso a estrutura seja executada antes. Feito com tijolos maciços. Visa maior solidez com a estrutura. Atualmente está em desuso. 12

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Solidarização com pilares. Executar amarração nos pilares com tela de aço galvanizada. Caso não haja pilares: Certificar de executar amarração adequada. Sequência adequada: Fundação. Baldrames. Embasamento. Alvenaria até peitoril. Cinta/contra-vergas. Alvenaria. Cinta/vergas. Travamento (encunhamento em desuso). Atualmente, faz-se então a fixação da alvenaria com argamassa de assentamento. Laje + viga (se ainda não executadas). 14

Observações: Argamassa de assentamento. Período de cura? Estrutura antes ou depois? Qualidade dos elementos cerâmicos. Fixação das esquadrias (tarugos, ou seja, cunhas de madeira. Ou chumbamento com argamassa. Ou fixação com espuma de poliuretano). Coordenação Modular nada mais é do que coordenar os componentes (bloco, argamassa) conforme o módulo, ou seja, a dimensão do bloco. A dimensão modular então será a dimensão real do bloco mais a junta. 15

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A coordenação modular possibilita saber quantos blocos serão usados para assentar determinada parede naquele comprimento e largura. Assim, a coordenação modular dos blocos possibilita fazer o projeto de paginação. 17

Garante o intertravamento das alvenarias de forma simples, com uma sequência padronizada das disposições dos blocos. Amarração (esquerda) Indireta Amarração Direta (direita). 18

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Considerações importantes: Colocação do bloco estratégico (ou bloco de canto) nos cantos extremos ou nos eixos de referência; Determinação da referência de nível (com nível laser ou alemão) busca encontrar o ponto mais alto do pavimento, nesse ponto assenta-se um bloco BE30, que passa a ser referência de nível dos blocos da 1º fiada; Os ferros nunca devem ser entortados; Os pontos de graute devem ser feita a limpeza da argamassa dentro das cavidades dos blocos. Devem ser deixadas aberturas laterais nos blocos da primeira e oitava fiada; 22

Assentar, nivelar e aprumar os blocos estratégicos segundo a planta da 1º fiada. Marcar com linha ou pó colorido a direção das paredes. Concluir a execução da 1º fiada assentados os demais blocos; Verificar o nível e alinhamento da 1º fiada e as medidas das locações dos blocos estratégicos; Assentar os escantilhões, fazendo coincidir a primeira marca com o nível da 1º fiada de blocos. A argamassa pode ser colocada nas paredes longitudinais do bloco e nas transversais. 23

Bisnaga; Colher de pedreiro Palheta Aplicação de argamassa com palheta 24

Canaleta Aplicação de argamassa com palheta Canaleta Aplicação de argamassa com palheta 1) Assentar blocos até a altura do peitoril das janelas 25

2) Verificar tolerâncias quanto ao prumo, nível, planicidade, alinhamento e espessuras das juntas horizontais da alvenaria. nível de prumo e nível de mão. nível de prumo 26

3) Posicionar armaduras e executar grauteamento vertical e horizontal O lançamento do graute, efetuado após a limpeza do furo, deve ser feito no mínimo após 24 horas do assentamento dos blocos. A altura máxima de lançamento é de 3m. Recomenda-se, no entanto, lançamento de alturas não superiores a 1,6m com graute autoadensável. 4) Assentar blocos até a penúltima fiada e aplicar componentes pré-fabricados de portas. 5) Concluída a penúltima fiada, verificar tolerâncias quanto ao prumo, nível, planicidade, alinhamento e espessura das juntas horizontais da alvenaria. 6) Assentar as canaletas da última fiada, com a opção de uso de Jotas e Compensadoras, de acordo com o especificado no projeto. Nesta canaleta serão passados 2 ferros corridos, fazendo-se o transpasse para garantir amarração das paredes. 7) Verificar tolerâncias quanto ao prumo, nível, alinhamento das canaletas da última fiada e aplicar as armaduras e grautes. 27

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Parede compridas devem ter armadura horizontal e juntas. É um corpo de prova da alvenaria. Obtido pela superposição de blocos unidos por juntas de argamassa grauteados ou não. O prima é utilizado para controle de obras na alvenaria estrutural. 29

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DESEMPENHO TÉRMICO (principalmente isolação) DESEMPENHO ACÚSTICO (principalmente isolação) ESTANQUEIDADE À ÁGUA e CONTROLE DA PASSAGEM DE AR PROTEÇÃO E RESISTÊNCIA CONTRA A AÇÃO DO FOGO DESEMPENHO ESTRUTURAL (estabilidade, resistências mecânicas e deformabilidade) CONTROLE DE ILUMINAÇÃO (natural e artificial) e de RAIOS VISUAIS (privacidade) DURABILIDADE CUSTOS INICIAL E DE MANUTENÇÃO PADRÕES ESTÉTICOS (de conforto visual) e FACILIDADE DE LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO 31

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SALGADO, J. C. P. Técnicas e Práticas Construtivas para Edificações. 2º Ed. Ver. São paulo: Érica, 2009. Imagens: google. SELECTA BLOCOS disponível em <http://www.selectablocos.com.br/> acessado 31/01/2016. Equipe de Obra <http://www.equipedeobra.com.br/> Acessado em: 31 de janeiro de 2016. Franco, L. S. Aula de Vedações Verticais. Aula de Projeto de Vedação Vertical. Aula de Alvenaria: Execução, Planejamento e Controle. Especialização em Tecnologia e Gestão de Sistemas Construtivos de Edifícios. UFSCar. 2013. 33

MUITO OBRIGADA PELA ATENÇÃO! 34