Estimativa / Viabilidade Todos os projetos são viáveis desde que tenham ilimitados recursos e tempo infinito! Leitura: Sommerville (Cap7-25-26) Pressman (Cap15-20-21-22-23) Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 1
Objetivos Compreender os fundamentos dos custos e dos preços de software e a complexa relação entre eles. Conhecer tipos de métricas utilizadas para avaliar a produtividade de software. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 2
Estudo de viabilidade O estudo de viabilidade decide se vale a pena construir o sistema. Baseado na coleta e na análise de informações e na elaboração de relatórios. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 3
Estudo de viabilidade Um estudo breve, com foco nos benefícios, custos e necessidades, que checa: Se o sistema contribui para os objetivos gerais da organização? Se o sistema pode ser implementado usando a tecnologia atual dentro das restrições de custo e de prazo? Se o sistema pode ser integrado com outros sistemas já em operação? Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 4
Estudo de viabilidade Questões que podem ser abordadas: O que acontece se o sistema não for implementado? Quais são os problemas com os processos atuais? Como o sistema proposto pode ajudar? É necessária a adoção de nova tecnologia ou o desenvolvimento de novas habilidades? Quais facilidades devem ser fornecidas pelo sistema? Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 5
Tipos de viabilidade Viabilidade TÉCNICA Viabilidade ECONÔMICA Viabilidade OPERACIONAL Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 6
Tipos de viabilidade Viabilidade TÉCNICA Estudo da função, do desempenho e das restrições que possam afetar a capacidade de se conseguir um sistema aceitável.» Ex. Sistema implantado utilizando a tecnologia atual; Tempo de resposta 3seg Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 7
Tipos de viabilidade Viabilidade ECONÔMICA Calcule o custo de cada alternativa; Os benefícios contrabalançam os custos?; Análise de custo / benefício considere somente alternativa de retorno positivo. Viabilidade OPERACIONAL Verificar se o sistema pode ser implementado; Usuário pode opor-se a um serviço terceirizado? Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 8
Lista de alternativas Os aspectos funcionais de cada alternativa devem ser verificados e pontuados pela complexidade de implementação. Se duas funcionalidade têm a mesma funcionalidade de implementação e a mesma prioridade de negociação, a mais simples é a melhor. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 9
Lista de alternativas (cont.) As alternativas tecnicamente viáveis podem ser apresentadas ao usuário para verificar se ele rejeita alguma delas ( viabilidade operacional). As alternativas viáveis devem ser apresentadas ao cliente, incluindo-se considerações sobre vantagens e desvantagens de cada uma. Deve-se apresentar uma recomendação da melhor solução para o problema, com um estudo de custo-benefício detalhado. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 10
Estimativas Grau de estrutura do projeto Complexidade Incerteza Medida relativa Medidas quantitativas (nível/projeto e código) Facilidade com que as funções podem ser dispostas Tamanho do esforço Precisão e a eficácia das estimativas Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 11
Estimativas As estimativas têm por objetivo determinar os gastos necessário para produzir um software. Estimativas e elaboração do cronograma são atividades interdependentes. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 12
Estimativas Questões fundamentais: Quanto esforço é requerido para completar uma atividade? Quantos dias ou meses são necessários para completar uma atividade? Qual o custo total de uma atividade? Quão produtiva é a equipe de desenvolvimento? Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 13
Estimativas Estimativas dos recursos necessários Custo de estrutura: hardware, software e manutenção. Custo de logística: viagem e treinamento Custo de esforço humano: salários e encargos dos profissionais envolvidos no projeto. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 14
Estimativas Fatores que afetam a estimativa do preço do Software: Oportunidade de mercado Incerteza quanto ao custo Condições contratuais Volatilidade dos requisitos Saúde financeira Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 15
Estimativas Fatores que afetam a estimativa do preço do software Oportunidade de mercado Incerteza quanto ao custo Condições contratuais. pode-se estabelecer um preço baixo para iniciar em um novo segmento do mercado. o preço pode embutir um lucro acima do normal para compensar despesas não previstas. o preço pode ser menor (se o fornecedor puder usar o produto em outros projetos) ou maior (se for obrigado a bancar eventuais riscos) que o habitual. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 16
Estimativas Fatores que afetam a estimativa do preço do software Volatilidade dos requisitos Saúde financeira pode justificar um preço mais baixo (se houver possibilidade de cobrar por mudanças) ou mais alto (se o preço acertado não puder ser ajustado). fornecedores podem baixar o preço para conseguir o contrato (obtendo um lucro menor). Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 17
Produtividade / Métricas A produtividade em um sistema de manufatura pode ser medida pela contagem do número de unidades produzidas, dividindo-se o resultado pelo número de pessoa-hora necessário para a produção. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 18
Fatores que afetam a produtividade Experiência O conhecimento do domínio da aplicação afeta favoravelmente a produtividade. Qualidade do processo O processo de desenvolvimento utilizado afeta significativamente a produtividade. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 19
Fatores que afetam a produtividade Tamanho do projeto Quanto maior o projeto mais complexas as interações e comunicações entre as pessoas. Suporte à tecnologia Um ambiente adequado facilita o desenvolvimento. Ex. uso do CASE. Ambiente de trabalho O ambiente de trabalho afeta favoravelmente a produtividade Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 20
Produtividade / Métricas O que é medição? É o processo de descrever atributos de entidades, por meio da associação de números e símbolos que atendam a um conjunto de regras definidas claramente. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 21
Produtividade / Métricas Exemplo: Entidade: Clima Atributo: Temperatura Entidade: Software Atributo: Tamanho» Métrica: KLOC (Milhares de Linhas de Código) Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 22
Produtividade / Métricas Importância da medição de software: fornecer aos gerentes e engenheiros de software um conjunto de informações tangíveis para:»planejar o projeto;»realizar estimativas;»gerenciar e controlar os projetos com maior precisão. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 23
Métricas Métricas históricas»obtidas a partir de experiências anteriores da equipe Métricas empíricas»dados estatísticos de diferentes equipes Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 24
Métricas Medidas indiretas -» Permitem quantizar aspectos como a funcionalidade, complexidade, eficiência, manutenibilidade, dentre outros. Medidas diretas» É aquela que não envolve nenhum outro atributo ou entidade para se chegar na medida desejada. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 25
Métricas Medidas diretas» Exemplo: altura de uma pessoa» Exemplo de medidas diretas em engenharia de software: Tamanho do código fonte (medido em linhas de código) Duração do processo de teste Número de defeitos descoberto durante o processo de teste Tempo de programação de uma rotina (em horas) Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 26
Métricas MEDIDAS DO SOFTWARE MEDIDAS DIRETAS Custo Esforço Linhas de Código Velocidade de Execução Memória Nro de Erros MEDIDAS INDIRETAS Funcionalidade Qualidade Complexidade Eficiência Confiabilidade Manutenibilidade Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 27
Métricas Classificação das Métricas enfoca características do software (complexidade, modularidade) conformidade com os requisitos implícitos e explícitos do usuário enfoca a saída do processo de eng. de software computam medidas diretas do software computam medidas indiretas do software atuação das pessoas; seus relacionamentos com Técnicas de Qualidade de Produtividade Orientadas ao Tamanho Orientadas à Função Orientadas ao Ser Humano Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 28 ferramentas Engenharia e métodos de Softawre 3º Edição / Roger Pressman
Produtividade Relacionadas a Tamanho do Código As primeiras tentativas de se medir o tamanho de um sistema (1996) levou em consideração as LOCs (Lines Of Code- Linhas de Código). Forte dependência da linguagem no uso desta técnica. Como considera-se o tempo total do projeto, esta medida envolve as fases de análise, projeto, teste, documentação, além da codificação. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 29
Produtividade Relacionadas a Tamanho do Código Não existe uniformidade com relação à unidade de medida. Algumas propostas medem toda e qualquer declaração, outras apenas declarações executáveis, outras ainda medem as linhas escritas (incluindo ou não comentários). É difícil (e imprecisa) a comparação entre linguagens e ambientes de programação diferentes. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 30
Utilização de Métricas Projeto Esforço $ KLOC Págs.docum. Erros Pessoas (pessoa/mês) proja-01 24 168 12.1 365 29 3 projb-04 62 440 27.2 1224 86 5 projc-03 43 314 20.2 1050 64 6 MÉTRICAS DERIVADAS PRODUTIVIDADE = QUALIDADE = CUSTO = DOCUMENTAÇÃO = KLOC / Pessoas-mês Erros / KLOC $ / KLOC Págs.docum. / KLOC Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 31
Produtividade Tempo de desenvolvimento (exem) Linguagem Análise Projeto Codificação Testes Documentação Código assembly Linguagem de alto nível 3 sem 5 sem 8 sem 10 sem 2 sem 3 sem 5 sem 5 sem 5 sem 2 sem Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 32
Produtividade Tempo de desenvolvimento (exem) Tamanho Esforço (pessoa-semana) Produtividade Código assembly 5000 linhas 28 semanas 714 linhas/mês Linguagem de alto nível 1500 linhas 20 semanas 300 linhas/mês Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 33
Produtividade Pontos de Funções FPA Function Point Analysis Os pontos por função (proposto por Albrecht (1979 - aperfeiçoado em 1983) são usados como uma medida da funcionalidade do código. São independente da linguagem de implementação e são apropriados para sistemas com predominância de funções de entrada e saída. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 34
Produtividade Ponto por Função FPA Function Point Analysis A técnica de FPA mede o que é o sistema e não como será, ou foi, desenvolvido Um dos principais conceitos relativos a FPA é que as funções devem ser contadas a partir da perspectiva do usuário e não do analista ou programador. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 35
Linhas de Código x Pontos por Função A relação entre linhas de código e pontos por função depende da linguagem de programação Linguagem de Programação LOC/PF (Média) Assembly 300 COBOL 100 FORTRAN 100 Pascal 90 Ada 70 Linguagens Orientadas a Objeto 30 Linguagens de Quarta Geração 20 Geradores de Código 15 Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 36
Exemplo: Tamanho do projeto atual é 500 pontos por função; Custo histórico para um projeto semelhante foi $10 por pontos por função. Custo total esperado Produtividade Relacionadas a Pontos por Função $10 ($ / Pontos por Função) x 500 PF = $ 5.000 dólares. Cálculos semelhantes poderiam ser efetuados para o cronograma, a duração e as horas Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 37
Produtividade Pontos por Função FPA Function Point Analysis Pontos por função é baseada em medidas indiretas sobre a complexidade do software. O grupo responsável pela padronização denomina-se IFPUG (International Function Point Users Group, 2000). Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 38
Produtividade Relacionadas a Pontos por Função Um ponto por função não é (mede) uma característica única. Ele é calculado medindo-se ou estimando-se as seguintes características:» entrada e saídas externas» interações com o usuário» interfaces externas» arquivos utilizados pelo sistema» Cada uma dessas características é individualmente avaliada em termos da complexidade e recebe um peso que varia de de 3, para entradas externas simples, a 15, para arquivos externos complexos Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 39
Produtividade Relacionadas a Pontos por Função A contagem dos pontos por função é feita em duas etapas. Primeiro obtém-se uma contagem não ajustada: multiplicando a quantidade de elementos de cada característica pelo peso da característica, somando-se todos os valores obtidos: [ PFna = Soma( num. elem. dado tipo x peso) ] PFna Ponto por Função não ajustada Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 40
Produtividade Relacionadas a Pontos por Função Parâmetros Qte Simples Médio Complexos Total Num. de entradas de usuários Num. de saídas p/ usuários Num. de consultas do usuários x 3 4 6 = x 4 5 7 = x 3 4 6 = Num. de arquivos x 7 10 15 = Num. de interfaces externas x 5 7 10 = Pontos por função não ajustados (Fi) = Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 41
Produtividade Relacionadas a Pontos por Função PF = PFna x (0.65 + 0.01 x Soma(Fi)) onde Fi (1 <= i <= 14) são 14 fatores de ajuste avaliados segundo uma escala de 0 (não importante) a 5 (essencial). (Pressman tab2.1). Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 42
MÉTRICA ORIENTADA À FUNÇÃO - PF Responder as questões 1-14, considerando a escala de 0 a 5: influência 0 1 2 3 4 5 nenhuma pouca moderada média significante essencial 1. O sistema exige backup e recuperação confiáveis? 2. É requerida comunicação de dados? 3. Existem funções de processamento distribuído? 4. O desempenho é crítico? 5. O sistema funcionará num sistema operacional existente e intensamente utilizado? 6. São requeridas entrada de dados on-line? 7. As entradas on-line requerem que as transações de entrada sejam construídas com várias telas e operações? Produtividade Relacionadas a Pontos por Função 8. Os arquivos são atualizados on-line? 9. Entradas, saídas, arquivos e consultas são complexos? 10. O processamento interno é complexo? 11. O código é projetado para ser reusával? 12. A conversão e a instalação estão incuídas no projeto? 13. O sistema é projetado para múltiplas instalações em diferentes organizações? 14. A aplicação é projetada de forma a facilitar mudanças e o uso pelo usuário? Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 43
Produtividade Relacionadas a Pontos por Função QUESTÕES 1. O sistema exige backup e recuperação confiáveis? 2. É requerida comunicação de dados? 3. Existem funções de processamento distribuído? 4. O desempenho é crítico? 5. O sistema funcionará num sistema operacional existente e intensamente utilizado? 6. São requeridas entrada de dados on-line? 7. As entradas on-line requerem que as transações de entrada sejam construídas com várias telas e operações? Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 44
Produtividade Relacionadas a Pontos por Função 8. Os arquivos são atualizados on-line? 9. Entradas, saídas, arquivos e consultas são complexos? 10.O processamento interno é complexo? 11.O código é projetado para ser reusával? 12.A conversão e a instalação estão incluídas no projeto? 13.O sistema é projetado para múltiplas instalações em diferentes organizações? 14.A aplicação é projetada de forma a facilitar mudanças e o uso pelo usuário? Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 45
Estudo de caso - Hotel Objetivo do sistema. Este sistema será utilizado para uma rede de hotéis. Cada hotel terá um ou vários terminais que permitirão as operações básicas de um hotel, podendo o cliente reservar e cancelar um apartamento através da Web, terá também comunicação com outro hotéis da mesma rede de modo a consultar sobre disponibilidade de vagas. Este sistema também faz interface com outros dois sistemas internos do hotel: controle de restaurante e controle de tarifação de telefone. As funções básicas de controle são: cadastro de cliente,gerenciamento de reservas e ocupações, gerenciamento de pagamento, emissão de nota fiscal, emissão relatórios contábeis e reservas pela Web. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 46
Estudo de caso Hotel Requisitos funcionais Entrada para cadastro de cliente (nome, endereço, e-mail, data de chegada, data de saída, classificação do cliente, documento). Consultas, reservas e cancelamento de reserva através da Web. Cadastro de apartamento: tipo de quarto (suíte, standard, duplo, ar-condicionado), cidade ou local. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 47
Estudo de caso Hotel Requisitos funcionais Cadastro de salas e auditório. Cadastro de despesas Controle de ocupação de apartamento (reservado ou entrada do hóspede). Controle de limpeza dos apartamentos. Preços diferenciados para alta temporada e baixa temporada. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 48
Estudo de caso Hotel Requisitos funcionais Descontos para clientes VIP e grupos. Recebimento de pagamento (tipo de pagamento cheque, dinheiro, cartão, parcelado, moeda estrangeira). Registrar situações de pagamento (cheque compensado, transferência realizada, parcelado, em dinheiro, ou moeda estrangeira). Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 49
Estudo de caso Hotel Requisitos funcionais Emissão de nota fiscal (podendo ser separado por itens: hospedagem, restaurante, lavanderia, etc). Emissão da fatura parcial (somente para consulta). Emissão de relatórios contábeis. Relatórios de ocupação. Relatórios parciais de consulta. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 50
Estudo de caso Hotel Requisitos funcionais Consulta o nome do cliente (se já existente). Gerar relatórios estatísticos (média de dias que o cliente se hospeda, gastos médios, itens mais consumidos nos restaurantes). Serviços de mala direta (podendo selecionar os clientes e enviar mensagens via e-mail ou imprimir cartas para serem enviados posteriormente via correio. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 51
Estudo de caso Hotel Requisitos funcionais Pesquisa dos clientes no banco de dados segundo alguns tipos de critérios (freqüência que o cliente se hospeda, preferência de apartamentos, preferência de local, tipo de serviços utilizados, estadia de negócios ou turismo, faixa etária, procedência). Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 52
Estudo de caso Hotel Requisitos funcionais Serviços adicionais são também incluídos no sistema: telefone, TV paga, acesso à internet, 'frigobar', lavandeira, serviço de lanche e café da manhã. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 53
Estudo de caso Hotel Requisitos não funcionais Serviços adicionais são também incluídos no sistema: telefone, TV paga, acesso à internet, 'frigobar', lavandeira, serviço de lanche e café da manhã. Conexão para consultas e reservas de vagas em outros hotéis do grupo. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 54
Estudo de caso Hotel Requisitos não funcionais Tempo de resposta desejável menor que 10 segundos para consultas de vagas em outros hotéis da rede. Utilização de computadores PC de mercado. Sistema operacional Windows XP ou mais recente. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 55
Estudo de caso Hotel Requisitos não funcionais Utilização da linguagem JAVA. Portabilidade para novos hardwares e sistemas operacionais (quando forem lançadas novas versões de sistema operacional). Interface gráfica fácil de usar 'tipo Windows' para entrada de dados e operação Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 56
Estudo de caso Hotel Requisitos não funcionais Procedimento de backup do cadastro de clientes e ocupação e dados correntes. Senha de acesso ao sistema. Deverão ter senhas diferentes para recepcionistas, camareiras, gerentes e proprietário de modo que cada usuário tenha acesso restrito a certas informações. Sistema 'no-break' em caso de queda de energia Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 57
Estudo de caso Hotel Requisitos não funcionais O produto pode ser desenvolvido em etapas, mas deverá ter as funcionalidades básicas na primeira versão (gerenciar reservas e ocupação de apartamentos, cadastro de clientes, controle de pagamento, emissão de relatórios, e reservas pela Web). O prazo de desenvolvimento para as funcionalidades básicas é de 6 meses. Auxiliadora Freire Fonte: Engenharia de Software 6º - 8º Edição / Ian Sommerville 2000-2007 Slide 58