PERT - PROGRAMA ESPECIAL DE REGULARIZAÇÃO TRIBUTÁRIA

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Transcrição:

PERT - PROGRAMA ESPECIAL DE REGULARIZAÇÃO TRIBUTÁRIA

HISTÓRICO Refis Lei 9.964, de 10 de Abril de 2000; Paes Refis II Lei 10.684, de 30 de Maio de 2003; Parcelamento Excepcional PAEX MP 303, de 29 de junho de 2006; Refis da Crise Lei 11.941/2009, 27 de Maio de 2009; Reabertura do Refis da Crise Lei nº 12.996 de 18 de Junho de 2014.

Base Legal Receita Federal: MP 783, de 31 de Maio de 2017; IN 1.711, 16 de junho de 2017. PGFN: Portaria PGFN nº 690, de 29 de junho de 2017

DOS DÉBITOS OBJETO DO PERT No Âmbito da Receita Federal: Art. 2º Podem ser liquidados na forma do Pert os seguintes débitos, a serem indicados pelo sujeito passivo: I - vencidos até 30 de abril de 2017, constituídos ou não, provenientes de parcelamentos anteriores rescindidos ou ativos ou em discussão administrativa ou judicial, devidos por pessoa física ou pessoa jurídica de direito público ou privado, inclusive a que se encontrar em recuperação judicial; II - provenientes de lançamentos de ofício efetuados após 31 de maio de 2017, desde que o requerimento de adesão se dê no prazo de que trata o art. 4º e o tributo lançado tenha vencimento legal até 30 de abril de 2017; e III - relativos à Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CPMF), aos quais não se aplica a vedação contida no art. 15 da Lei nº 9.311, de 24 de outubro de 1996.

DOS DÉBITOS OBJETO DO PERT No Âmbito da PGFN: Art. 2º O Pert abrange os débitos inscritos em Dívida Ativa da União até a data de adesão ao Programa, de natureza tributária ou não tributária, vencidos até 30 de abril de 2017, inclusive objeto de parcelamentos anteriores ativos ou rescindidos, ou em discussão judicial, mesmo que em fase de execução fiscal já ajuizada, considerados isoladamente: I - os débitos, no âmbito da PGFN, decorrentes das contribuições sociais previstas nas alíneas a, b e c do parágrafo único do art. 11 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, das contribuições instituídas a título de substituição e das contribuições devidas a terceiros, assim entendidas outras entidades e fundos; II - os demais débitos administrados pela PGFN; III - os débitos relativos às contribuições sociais instituídas pela Lei Complementar nº 110, de 29 de junho de 2001.

DOS DÉBITOS OBJETO DO PERT Não podem ser liquidados na forma do Pert os débitos: I Simples Nacional; II - Simples Doméstico; III - provenientes de tributos passíveis de retenção na fonte, de desconto de terceiros ou de sub-rogação; IV - devidos por pessoa jurídica com falência decretada ou por pessoa física com insolvência civil decretada; 5. Empresa do SIMPLES possui débitos de PIS/COFINS, anteriores a sua inclusão no Simples Nacional. Poderá incluir no PERT? Sim, a vedação se aplica apenas aos débitos apurados na forma do Simples Nacional.

DOS DÉBITOS OBJETO DO PERT Não podem ser liquidados na forma do Pert os débitos: V - devidos pela incorporadora optante do Regime Especial Tributário do Patrimônio de Afetação instituído pela Lei nº 10.931, de 2 de agosto de 2004; e VI - constituídos mediante lançamento de ofício efetuado em decorrência da constatação da prática de crime de sonegação, fraude ou conluio, definidos nos arts. 71, 72 e 73 da Lei nº 4.502, de 30 de novembro de 1964. 9. Qual o critério utilizado para verificar se um lançamento é decorrente de conluio, fraude ou sonegação? Verificar se a multa é agravada (majorada em 50%) ou qualificada (150%). Se o AI tiver decisão administrativa definitiva, não poderá ser incluído no Pert.

DOS DÉBITOS OBJETO DO PERT 6. INSS de empregada doméstica, referente à parte do empregador (12%), pode ser incluído no PERT? Sim, desde que seja de período anterior ao Simples Doméstico, instituído pela LC nº 150/2015 (antes de 09/2015). 7. Multa isolada pelo não pagamento de estimativa de IRPJ/CSLL pode ser incluída no PERT? Sim, desde que o vencimento da mesma seja até 30/04/2017. Na multa isolada não importa o vencimento do tributo, mas sim da própria multa. 11. Débitos do Simples Federal podem ser incluídos no Pert? Sim. Não há vedação para inclusão dos débitos originários do Simples Federal, instituído pela Lei 9.317/96.

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS Receita Federal do Brasil: I - pagamento à vista e em espécie de, no mínimo, 20% (vinte por cento) do valor da dívida consolidada, sem redução, em 5 (cinco) parcelas, vencíveis de agosto a dezembro de 2017, e do restante com utilização de créditos de prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) ou com outros créditos próprios relativos a tributo administrado pela RFB;

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS Receita Federal do Brasil: 1º Na hipótese prevista no inciso I do caput, o saldo remanescente após a amortização com créditos, se existente, poderá ser parcelado em até 60 (sessenta) prestações adicionais, vencíveis a partir do mês seguinte ao do pagamento à vista, no valor mínimo correspondente a 1/60 (um sessenta avos) do referido saldo.

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS Receita Federal do Brasil: MODALIDADE I - PAGAMENTO Á VISTA (20%) RESTANTE PF E OUTROS CREDITOS (SALDO 1/60 AVOS) IN 1.711/2017, Art. 3º, Inciso I COFINS IMPOSTO MULTA JUROS VLR. CONSOLIDADO R$ R$ R$ R$ 318.370,32 238.777,79 689.962,51 1.247.110,62 Entrada (20%) 63.674,06 47.755,56 137.992,50 249.422,12 Quantidade de Parcelas 5,00 Valor de Cada Parcela 49.884,42 Saldo Remanescente 254.696,26 191.022,23 551.970,01 997.688,50 Créditos (PF e Outros) 127.348,13 95.511,12 275.985,00 498.844,25 Saldo a Parcelar em 60 meses 127.348,13 95.511,12 275.985,00 498.844,25 Valor de Cada Parcela (1/60) 2.122,47 1.591,85 4.599,75 8.314,07 Economia Tributária (R$) 498.844,25 Economia Tributária (%) 40,00

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS II - pagamento da dívida consolidada em até 120 (cento e vinte) prestações mensais e sucessivas, calculadas mediante aplicação dos seguintes percentuais mínimos sobre o valor da dívida consolidada: a) da 1ª (primeira) à 12ª (décima segunda) prestação: 0,4% (quatro décimos por cento); b) da 13ª (décima terceira) à 24ª (vigésima quarta) prestação: 0,5% (cinco décimos por cento); c) da 25ª (vigésima quinta) à 36ª (trigésima sexta) prestação: 0,6% (seis décimos por cento); e d) da 37ª (trigésima sétima) prestação em diante: percentual correspondente ao saldo remanescente, em até 84 (oitenta e quatro) prestações mensais e sucessivas; ou

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS Receita Federal do Brasil: MODALIDADE II - PAGAMENTO DA DÍVIDA EM 120 PRESTAÇÕES MENSAIS E CONSECUTIVAS IN 1.711/2017, Art. 3º, Inciso II COFINS IMPOSTO MULTA JUROS VLR. CONSOLIDADO VALOR QUANT. VALOR R$ R$ R$ R$ PRESTAÇÃO PREST. PAGO 318.370,32 238.777,79 689.962,51 1.247.110,62 1ª a 12ª Prestação (0,4%) 1.273,48 955,11 2.759,85 4.988,44 12 59.861,31 13ª a 24ª Prestação (0,5%) 1.591,85 1.193,89 3.449,81 6.235,55 12 74.826,64 25ª a 36ª Prestação (0,6%) 1.910,22 1.432,67 4.139,78 7.482,66 12 89.791,96 Valor Pago 57.306,66 42.980,00 124.193,25 224.479,91 Saldo Remanescente 261.063,66 195.797,79 565.769,26 1.022.630,71 224.479,91 37ª em diante (1/84 avos) 3.107,90 2.330,93 6.735,35-12.174,18 84 1.022.630,71 Economia Tributária (R$) ZERO Economia Tributária (%) ZERO

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS Receita Federal do Brasil: III) Pagamento à vista e em espécie de, no mínimo, 20% (vinte por cento) do valor da dívida consolidada,sem reduções, em 5 (cinco) parcelas mensais e sucessivas, vencíveis de agosto a dezembro de 2017, e o restante: a) liquidado integralmente em janeiro de 2018, em parcela única, com redução de 90% (noventa por cento) dos juros de mora e 50% (cinquenta por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas; b) parcelado em até 145 (cento e quarenta e cinco) parcelas mensais e sucessivas, vencíveis a partir de janeiro de 2018, com redução de 80% (oitenta por cento) dos juros de mora e de 40% (quarenta por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas; ou

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS Receita Federal do Brasil: c) parcelado em até 175 (cento e setenta e cinco) parcelas mensais e sucessivas, vencíveis a partir de janeiro de 2018, com redução de 50% (cinquenta por cento) dos juros de mora e de 25% (vinte e cinco por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas, sendo cada parcela calculada com base no valor correspondente a 1% (um por cento) da receita bruta da pessoa jurídica, referente ao mês imediatamente anterior ao do pagamento, não podendo ser inferior a um cento e setenta e cinco avosdo total da dívida consolidada.

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS Receita Federal do Brasil: a) Liquidação em Janeiro de 2018: DÍVIDA TOTAL >R$ 15.000.000,00 SEM CRÉDITO MODALIDADE III-A - PAGAMENTO (20%) DA DÍVIDA EM 05 PRESTAÇÕES RESTANTE EM JANEIRO 2018 IN 1.711/2017, Art. 3º, Inciso III, letra A COFINS IMPOSTO MULTA JUROS VLR. CONSOLIDADO R$ R$ R$ R$ 4.084.581,62 3.063.436,86 8.851.981,52 16.000.000,00 Entrada 20% 816.916,32 612.687,37 1.770.396,30 3.200.000,00 Quantidade de Parcelas 5,00 Valor de Cada Parcela 640.000,00 Saldo Remanescente 3.267.665,30 2.450.749,49 7.081.585,22 12.800.000,00 Redução Multa (50%) - 1.225.374,74-1.225.374,74 Redução Juros (90%) 6.373.426,69 6.373.426,69 Saldo a Pagar 3.267.665,30 1.225.374,74 708.158,52 5.201.198,56 Quantidade de Parcelas 1,00 Valor de Cada Parcela 5.201.198,56 Economia Tributária (R$) 7.598.801,44 Economia Tributária (%) 47,49

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS Receita Federal do Brasil b) Liquidação em 145 Parcelas: DÍVIDA TOTAL >R$ 15.000.000,00 SEM CRÉDITO MODALIDADE III-B - PAGAMENTO (20%) DA DÍVIDA EM 05 PRESTAÇÕES RESTANTE EM 145 PRESTAÇÕES JANEIRO 2018 IN 1.711/2017, Art. 3º, Inciso III, letra B COFNS IMPOSTO MULTA JUROS VLR. CONSOLIDADO R$ R$ R$ R$ 4.084.581,62 3.063.436,86 8.851.981,52 16.000.000,00 Entrada 20% 816.916,32 612.687,37 1.770.396,30 3.200.000,00 Quantidade de Parcelas 5,00 Valor de Cada Parcela 640.000,00 Saldo Remanescente 3.267.665,30 2.450.749,49 7.081.585,22 12.800.000,00 Redução Multa (40%) - 980.299,80-980.299,80 Redução Juros (80%) 5.665.268,17 5.665.268,17 Saldo a Pagar 3.267.665,30 1.470.449,69 1.416.317,04 6.154.432,03 Quantidade de Parcelas 145,00 Valor de Cada Parcela 42.444,36 Economia Tributária (R$) 6.645.567,97 Economia Tributária (%) 41,53

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS Receita Federal do Brasil: c) Liquidação em 175 Parcelas: DÍVIDA TOTAL >R$ 15.000.000,00 SEM CRÉDITO MODALIDADE III-C - PAGAMENTO (20%) DA DÍVIDA EM 05 PRESTAÇÕES RESTANTE EM 175 PRESTAÇÕES JANEIRO 2018 IN 1.711/2017, Art. 3º, Inciso III, letra C COFNS IMPOSTO MULTA JUROS VLR. CONSOLIDADO R$ R$ R$ R$ 4.084.581,62 3.063.436,86 8.851.981,52 16.000.000,00 Entrada 20% 816.916,32 612.687,37 1.770.396,30 3.200.000,00 Quantidade de Parcelas 5,00 Valor de Cada Parcela 640.000,00 Saldo Remanescente 3.267.665,30 2.450.749,49 7.081.585,22 12.800.000,00 Redução Multa (25%) - 612.687,37-612.687,37 Redução Juros (50%) 3.540.792,61 3.540.792,61 Saldo a Pagar 3.267.665,30 1.838.062,12 3.540.792,61 8.646.520,02 Quantidade de Parcelas 175,00 Valor de Cada Parcela 49.408,69 Economia Tributária (R$) 4.153.479,98 Economia Tributária (%) 25,96

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS Receita Federal do Brasil: Na hipótese de adesão a uma das modalidades previstas no item 3), ficam asseguradas ao devedor com dívida total, sem redução, igual ou inferior a R$ 15.000.000,00 (quinze milhões de reais): A redução do valor do pagamento à vista e em espécie para, no mínimo, 7,5% (sete inteiros e cinco décimos por cento) do valor da dívida consolidada, sem redução, que deverá ser pago em 5 (cinco) parcelas mensais e sucessivas, vencíveis de agosto a dezembro de 2017; e Após a aplicação das reduções de multas e juros, a possibilidade de utilização de créditos de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da CSLL e de outros créditos próprios relativos aos tributos administrados pela RFB, com a liquidação do saldo remanescente, em espécie, pelo número de parcelas previstas para a adesão desta modalidade.

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS 3. Como calcular o limite de R$ 15.000.000,00 previsto no art. 2º, parágrafo primeiro da MP 783/2017? O limite é por modalidade: RFB Débitos Previdenciários; RFB Demais Débitos; PGFN Débitos Previdenciários; PGFN Demais Débitos.

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS Receita Federal do Brasil: a) Liquidação em Janeiro de 2018: DÍVIDA TOTAL R$ 15.000.000,00 COM CRÉDITO MODALIDADE III-A - PAGAMENTO (7,5%) DA DÍVIDA EM 05 PRESTAÇÕES RESTANTE EM JANEIRO 2018 IN 1.711/2017, Art. 3º, 2º, Incisos I e II COFINS IMPOSTO MULTA JUROS VLR. CONSOLIDADO R$ R$ R$ R$ 318.370,32 238.777,79 689.962,51 1.247.110,62 Entrada 7,50% 23.877,77 17.908,33 51.747,19 93.533,30 Quantidade de Parcelas 5,00 Valor de Cada Parcela 18.706,66 Saldo Remanescente após a entrada 294.492,55 220.869,46 638.215,32 1.153.577,32 Redução Multa (50%) - 110.434,73-110.434,73 Redução Juros (90%) 574.393,79 574.393,79 Saldo Reman. p/comp. Com Crédito 468.748,81 (-) Crédito(PF, BN CSLL, Outros) - - - 234.374,40 Saldo a Pagar - - - 234.374,40 Quantidade de Parcelas 1,00 Valor de Cada Parcela 234.374,40 Economia Tributária (R$) 919.202,92 Economia Tributária (%) 73,71

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS Receita Federal do Brasil: b) Liquidação em 145 Parcelas: DÍVIDA TOTAL R$ 15.000.000,00 COM CRÉDITO MODALIDADE III - B - PAGAMENTO (7,5%) DA DÍVIDA EM 05 PRESTAÇÕES RESTANTE 145 PRESTAÇÃO EM JANEIRO 2018 IN 1.711/2017, Art. 3º, 2º, Incisos I e II COFNS IMPOSTO MULTA JUROS VLR. CONSOLIDADO R$ R$ R$ R$ 318.370,32 238.777,79 689.962,51 1.247.110,62 Entrada 7,50% 23.877,77 17.908,33 51.747,19 93.533,30 Quantidade de Parcelas 5,00 Valor de Cada Parcela 18.706,66 Saldo Remanescente após a entrada 294.492,55 220.869,46 638.215,32 1.153.577,32 Redução Multa (40%) - 88.347,78-88.347,78 Redução Juros (80%) 510.572,26 510.572,26 Saldo Reman. p/comp. Com Crédito 294.492,55 132.521,67 127.643,06 554.657,28 (-) Crédito(PF, BN CSLL, Outros) 277.328,64 Saldo a Pagar/Parcelar 294.492,55 132.521,67 127.643,06 277.328,64 Quantidade de Parcelas 145,00 Valor de Cada Parcela 1.912,61 Economia Tributária (R$) 876.248,68 Economia Tributária (%) 70,26

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS Receita Federal do Brasil: c) Liquidação em 175 Parcelas: DÍVIDA TOTAL R$ 15.000.000,00 COM CRÉDITO MODALIDADE III - C - PAGAMENTO (7,5%) DA DÍVIDA EM 05 PRESTAÇÕES RESTANTE 175 PRESTAÇÃO EM JANEIRO 2018 IN 1.711/2017, Art. 3º, 2º, Incisos I e II COFNS IMPOSTO MULTA JUROS VLR. CONSOLIDADO R$ R$ R$ R$ 318.370,32 238.777,79 689.962,51 1.247.110,62 Entrada 7,50% 23.877,77 17.908,33 51.747,19 93.533,30 Quantidade de Parcelas 5,00 Valor de Cada Parcela 18.706,66 Saldo Remanescente após a entrada 294.492,55 220.869,46 638.215,32 1.153.577,32 Redução Multa (25%) - 55.217,36-55.217,36 Redução Juros (50%) 319.107,66 319.107,66 Saldo Reman. p/comp. Com Crédito 294.492,55 165.652,09 319.107,66 779.252,30 (-) Crédito(PF, BN CSLL, Outros) 389.626,15 Saldo a Pagar/Parcelar 294.492,55 165.652,09 319.107,66 389.626,15 Quantidade de Parcelas 175,00 Valor de Cada Parcela 2.226,44 Economia Tributária (R$) 763.951,17 Economia Tributária (%) 61,26

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS Receita Federal do Brasil: a) Liquidação em Janeiro de 2018: DÍVIDA TOTAL R$ 15.000.000,00 SEM CRÉDITO MODALIDADE III-A - PAGAMENTO (7,5%) DA DÍVIDA EM 05 PRESTAÇÕES RESTANTE EM JANEIRO 2018 IN 1.711/2017, Art. 3º, 2º, Inciso I COFINS IMPOSTO MULTA JUROS VLR. CONSOLIDADO R$ R$ R$ R$ 318.370,32 238.777,79 689.962,51 1.247.110,62 Entrada 7,50% 23.877,77 17.908,33 51.747,19 93.533,30 Quantidade de Parcelas 5,00 Valor de Cada Parcela 18.706,66 Saldo Remanescente 294.492,55 220.869,46 638.215,32 1.153.577,32 Redução Multa (50%) - 110.434,73-110.434,73 Redução Juros (90%) 574.393,79 574.393,79 Saldo a Pagar 294.492,55 110.434,73 63.821,53 468.748,81 Quantidade de Parcelas 1,00 Valor de Cada Parcela 468.748,81 Economia Tributária (R$) 684.828,52 Economia Tributária (%) 54,91

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS Receita Federal do Brasil: b) Liquidação em 145 Parcelas: DÍVIDA TOTAL R$ 15.000.000,00 SEM CRÉDITO MODALIDADE III - B - PAGAMENTO (7,5%) DA DÍVIDA EM 05 PRESTAÇÕES RESTANTE 145 PRESTAÇÃO EM JANEIRO 2018 IN 1.711/2017, Art. 3º, 2º, Inciso I COFNS IMPOSTO MULTA JUROS VLR. CONSOLIDADO R$ R$ R$ R$ 318.370,32 238.777,79 689.962,51 1.247.110,62 Entrada 7,50% 23.877,77 17.908,33 51.747,19 93.533,30 Quantidade de Parcelas 5,00 Valor de Cada Parcela 18.706,66 Saldo Remanescente 294.492,55 220.869,46 638.215,32 1.153.577,32 Redução Multa (40%) - 88.347,78-88.347,78 Redução Juros (80%) 510.572,26 510.572,26 Saldo a Pagar 294.492,55 132.521,67 127.643,06 554.657,28 Quantidade de Parcelas 145,00 Valor de Cada Parcela 3.825,22 Economia Tributária (R$) 598.920,04 Economia Tributária (%) 48,02

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS Receita Federal do Brasil: c) Liquidação em 175 Parcelas: DÍVIDA TOTAL R$ 15.000.000,00 SEMCRÉDITO MODALIDADE III - C - PAGAMENTO (7,5%) DA DÍVIDA EM 05 PRESTAÇÕES RESTANTE 175 PRESTAÇÃO EM JANEIRO 2018 IN 1.711/2017, Art. 3º, 2º, Inciso I COFNS IMPOSTO MULTA JUROS VLR. CONSOLIDADO R$ R$ R$ R$ 318.370,32 238.777,79 689.962,51 1.247.110,62 Entrada 7,50% 23.877,77 17.908,33 51.747,19 93.533,30 Quantidade de Parcelas 5,00 Valor de Cada Parcela 18.706,66 Saldo Remanescente 294.492,55 220.869,46 638.215,32 1.153.577,32 Redução Multa (25%) - 55.217,36-55.217,36 Redução Juros (50%) 319.107,66 319.107,66 Saldo a Pagar 294.492,55 165.652,09 319.107,66 779.252,30 Quantidade de Parcelas 175,00 Valor de Cada Parcela 4.452,87 Economia Tributária (R$) 374.325,02 Economia Tributária (%) 30,02

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS PGFN: I - pagamento da dívida consolidada, sem reduções, em até 120 (cento e vinte) parcelas mensais e sucessivas, calculadas de modo a observar os seguintes percentuais mínimos, aplicados sobre o valor consolidado: a) da 1ª (primeira) à 12ª (décima segunda) prestação: 0,4% (quatro décimos por cento); b) da 13ª (décima terceira) à 24ª (vigésima quarta) prestação:0,5% (cinco décimos por cento); c) da 25ª (vigésima quinta) à 36ª (trigésima sexta) prestação: 0,6% (seis décimos por cento); e d) da 37ª (trigésima sétima) prestação em diante: percentual correspondente ao saldo remanescente, em até 84(oitenta e quatro) prestações mensais e sucessivas;

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS PGFN: MODALIDADE I - PAGAMENTO DA DÍVIDA EM 120 PRESTAÇÕES MENSAIS E CONSECUTIVAS Art. 3º, Inciso I Portaria PGFN nº 690/2017 COFINS IMPOSTO MULTA JUROS ENC. LEGAL VLR. CONSOLIDADO VALOR QUANT. VALOR R$ R$ R$ R$ R$ PRESTAÇÃO PREST. PAGO 318.370,32 238.777,79 689.962,51 249.422,12 1.496.532,74 1ª a 12ª Prestação (0,4%) 1.273,48 955,11 2.759,85 997,69 5.986,13 12 71.833,57 13ª a 24ª Prestação (0,5%) 1.591,85 1.193,89 3.449,81 1.247,11 7.482,66 12 89.791,96 25ª a 36ª Prestação (0,6%) 1.910,22 1.432,67 4.139,78 1.496,53 8.979,20 12 107.750,36 Valor Pago 57.306,66 42.980,00 124.193,25 44.895,98 269.375,89 Saldo Remanescente 261.063,66 195.797,79 565.769,26 204.526,14 1.227.156,85 269.375,89 37ª em diante (1/84 avos) 3.107,90 2.330,93 6.735,35 2.434,84-14.609,01 84 1.227.156,85 Economia Tributária (R$) ZERO Economia Tributária (%) ZERO

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS PGFN: II - pagamento à vista e em espécie de, no mínimo, 20% (vinte por cento) do valor da dívida consolidada, sem reduções, em 5 (cinco) parcelas mensais e sucessivas, vencíveis de agosto a dezembro de 2017, e o restante liquidado integralmente em janeiro de 2018, em parcela única, com redução de 90% (noventa por cento) dos juros de mora, de 50% (cinquenta por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas, e de 25% (vinte e cinco porcento) dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios;

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS PGFN: MODALIDADE II - PAGAMENTO (7,5%) DA DÍVIDA EM 05 PRESTAÇÕES RESTANTE EM JANEIRO 2018 Art. 3º, Inciso II, Portaria PGFN nº 690/2017 COFINS IMPOSTO MULTA JUROS ENC.LEGAIS VLR. CONSOLIDADO R$ R$ R$ R$ R$ 318.370,32 238.777,79 689.962,51 249.422,12 1.496.532,74 Entrada 7,50% 23.877,77 17.908,33 51.747,19 18.706,66 112.239,96 Quantidade de Parcelas 5,00 Valor de Cada Parcela 22.447,99 Saldo Remanescente 294.492,55 220.869,46 638.215,32 230.715,46 1.384.292,79 Redução Multa (50%) - 110.434,73-110.434,73 Redução Juros (90%) 574.393,79 574.393,79 Redução Enc. Legais (25%) 57.678,87 57.678,87 Saldo a Pagar 294.492,55 110.434,73 63.821,53 173.036,60 641.785,40 Quantidade de Parcelas 1,00 Valor de Cada Parcela 641.785,40 Economia Tributária (R$) 742.507,38 Economia Tributária (%) 49,62

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS PGFN: III - pagamento à vista e em espécie de, no mínimo, 20% (vinte por cento) do valor da dívida consolidada, semreduções, em 5 (cinco) parcelas mensais e sucessivas, vencíveis de agosto a dezembro de 2017, e o restante parcelado em até 145 (cento e quarenta e cinco) parcelas mensais e sucessivas, vencíveis a partir de janeiro de 2018, com redução de 80% (oitenta por cento) dos juros de mora, 40% (quarenta por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas, e de 25% (vinte e cinco por cento) dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios; ou

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS PGFN: MODALIDADE III - PAGAMENTO (7,5%) DA DÍVIDA EM 05 PRESTAÇÕES RESTANTE 145 PRESTAÇÃO EM JANEIRO 2018 Art. 3º, Inciso III, Portaria PGFN nº 690/2017 COFNS IMPOSTO MULTA JUROS ENC.LEGAIS VLR. CONSOLIDADO R$ R$ R$ R$ R$ 318.370,32 238.777,79 689.962,51 249.422,12 1.496.532,74 Entrada 7,50% 23.877,77 17.908,33 51.747,19 18.706,66 112.239,96 Quantidade de Parcelas 5,00 Valor de Cada Parcela 22.447,99 Saldo Remanescente 294.492,55 220.869,46 638.215,32 230.715,46 1.384.292,79 Redução Multa (40%) - 88.347,78-88.347,78 Redução Juros (80%) 510.572,26 510.572,26 Redução Enc. Legais (25%) 57.678,87 57.678,87 Saldo a Pagar 294.492,55 132.521,67 127.643,06 173.036,60 727.693,88 Quantidade de Parcelas 145,00 Valor de Cada Parcela 5.018,58 Economia Tributária (R$) 656.598,91 Economia Tributária (%) 43,87

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS PGFN: IV - pagamento à vista e em espécie de, no mínimo, 20% (vinte por cento) do valor da dívida consolidada, sem reduções, em 5 (cinco) parcelas mensais e sucessivas, vencíveis de agosto a dezembro de 2017, e o restante parcelado em até 175 (cento e setenta e cinco) parcelas mensais e sucessivas, vencíveis a partir de janeiro de 2018, com redução de 50% (cinquenta por cento) dos juros de mora, 25% (vinte e cinco por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas, e dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios, sendo cada parcela calculada com base no valor correspondente a 1% (um por cento) da receita bruta da pessoa jurídica, referente ao mês imediatamente anterior ao do pagamento, não podendo ser inferior a 1/175 (um cento e setenta e cinco avos) do total da dívida consolidada.

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS PGFN: MODALIDADE IV - PAGAMENTO (7,5%) DA DÍVIDA EM 05 PRESTAÇÕES RESTANTE 175 PRESTAÇÃO EM JANEIRO 2018 Art. 3º, Inciso IV, Portaria PGFN nº 690/2017 COFNS IMPOSTO MULTA JUROS ENC.LEGAIS VLR. CONSOLIDADO R$ R$ R$ R$ R$ 318.370,32 238.777,79 689.962,51 249.422,12 1.496.532,74 Entrada 7,50% 23.877,77 17.908,33 51.747,19 18.706,66 112.239,96 Quantidade de Parcelas 5,00 Valor de Cada Parcela 22.447,99 Saldo Remanescente 294.492,55 220.869,46 638.215,32 230.715,46 1.384.292,79 Redução Multa (25%) - 55.217,36-55.217,36 Redução Juros (50%) 319.107,66 319.107,66 Redução Enc. Legais (25%) 57.678,87 57.678,87 Saldo a Pagar 294.492,55 165.652,09 319.107,66 173.036,60 952.288,90 Quantidade de Parcelas 175,00 Valor de Cada Parcela 5.441,65 Economia Tributária (R$) 432.003,89 Economia Tributária (%) 28,87

DAS MODALIDADES DE LIQUIDAÇÃO DOS DÉBITOS PGFN: 1 O sujeito passivo que, na data da adesão ao Pert, possuir dívida total, sem reduções, de valor igual ou inferior a R$ 15.000.000,00 (quinze milhões de reais) e aderir a uma das modalidades previstas nos incisos II a IV fará jus à redução do pagamento à vista e em espécie para, no mínimo, 7,5% (sete inteiros e cinco décimos por cento) do valor da dívida consolidada, sem reduções, em 5 (cinco) parcelas mensais e sucessivas, vencíveis de agosto a dezembro de 2017, mantidas as demais condições da respectiva modalidade de parcelamento.

DO REQUERIMENTO DE ADESÃO AO PERT E DE SEUS EFEITOS A adesão ao Pert é formalizada mediante requerimento protocolado exclusivamente no sítio da RFB na Internet, no endereço http://rfb.gov.br, a partir do dia 3 de julho até o dia 31 de agosto de 2017, e abrangerá os débitos indicados pelo sujeito passivo, na condição de contribuinte ou responsável. Devem ser formalizados requerimentos de adesão distintos para: Debitos Previdenciarios; demais tributos administrados pela RFB.

DO REQUERIMENTO DE ADESÃO AO PERT E DE SEUS EFEITOS Empresas Baixadas: Nesse caso, a PF responsável deve protocolar processo explicando a situação por meio de um requerimento, ao qual devem ser anexados o ato constitutivo, alterações contratuais, documento de identificação da PF responsável e, principalmente, comprovante de pagamento dodarf/gps da 1ª parcela/entrada.

DO REQUERIMENTO DE ADESÃO AO PERT E DE SEUS EFEITOS Prazo para prestar informações: Depois da formalização do requerimento de adesão, a RFB divulgará, por meio de ato normativo e em seu sítio na Internet, o prazo para que o sujeito passivo apresente as informações necessárias à consolidação do parcelamento ou do pagamento à vista com utilização de créditos.

DO REQUERIMENTO DE ADESÃO AO PERT E DE SEUS EFEITOS Efeitos da adesão: O requerimento de adesão produzirá efeitos somente depois de confirmado o pagamento do valor à vista ou da 1ª (primeira) prestação, que deverá ser efetuado até último dia útil do mês de agosto de 2017, e cujo valor deverá ser apurado em conformidade com a modalidade pretendida dentre as previstas no art. 3º.

DO REQUERIMENTO DE ADESÃO AO PERT E DE SEUS EFEITOS A adesão ao Pert implica: I - confissão irrevogável e irretratável dos débitos em nome do sujeito passivo e por ele indicados para liquidação na forma do Programa, nos termos dos arts. 389 e 395 da Lei nº 13.105, de 16 de março de 2015 - Código de Processo Civil (CPC); II - a aceitação plena e irretratável pelo sujeito passivo de todas as condições estabelecidas nesta Instrução Normativa; III - o dever de pagar regularmente as parcelas dos débitos consolidados no Pert e os débitos vencidos após 30 de abril de 2017, inscritos ou não em Dívida Ativa da União (DAU);

DO REQUERIMENTO DE ADESÃO AO PERT E DE SEUS EFEITOS A adesão ao Pert implica:: IV - a vedação da inclusão dos débitos que compõem o Pert em qualquer outra forma de parcelamento posterior, ressalvado o reparcelamento de que trata o art. 14-A da Lei nº 10.522, de 19 de julho de 2002; V - o dever de pagar regularmente a contribuição destinada ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); e VI - o expresso consentimento do sujeito passivo, nos termos do 5º do art. 23 do Decreto nº 70.235, de 6 de março de 1972, quanto à implementação, pela RFB, de endereço eletrônico para envio de comunicações ao seu domicílio tributário, com prova de recebimento.

DO REQUERIMENTO DE ADESÃO AO PERT E DE SEUS EFEITOS A adesão ao Pert implica:: No caso de pessoa jurídica, o requerimento de adesão deverá ser formulado em nome do estabelecimento matriz, pelo responsável perante o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). A adesão ao Pert implica manutenção automática dos gravames decorrentes de arrolamento de bens, de medida cautelar fiscal e das garantias prestadas nas ações de execução fiscal ou qualquer outra ação judicial.

DAS PRESTAÇÕES E DE SEU PAGAMENTO o valor da parcela não poderá ser inferior a: I - R$ 200,00 (duzentos reais), quando o devedor for pessoa física; e II - R$ 1.000,00 (mil reais), quando o devedor for pessoa jurídica. O valor de cada prestação mensal atualizada pela SELIC. 18. Existe obrigatoriedade de pagamento da entrada de forma parcelada ou posso pagar numa única vez? Para o caso de parcelamento, as parcelas iniciariam somente em janeiro/2018, havendo lacuna de pagamento em alguns meses? Poderá pagar em uma única vez; nesse caso, a segunda parcela vencerá em em janeiro de 2018 (inciso III). * Em função do aproveitamento dos pagamentos, na migração do PRT para o PERT, poderá ocorrer de o contribuinte permanecer alguns meses sem recolher a entrada.

DAS PRESTAÇÕES E DE SEU PAGAMENTO 20. Uma empresa deseja pagar seus débitos à vista, em uma única vez, ainda em 2017. Como proceder? Deverá efetuar o pagamento através de duas guias, uma para a entrada (sem os descontos) e a outra do saldo devedor remanescente (com descontos). *** Não é necessário aguardar até janeiro para fazer o pagamento.

DAS PRESTAÇÕES E DE SEU PAGAMENTO Código de Receita: a Guia da Previdência Social (GPS) deverá ser preenchida com os seguintes códigos: I - 4141, se o contribuinte for pessoa jurídica; ou II - 4142, se o contribuinte for pessoa física. demais tributos administrados pela RFB, deverá ser informado no Darf o código 5190.

DOS DÉBITOS EM DISCUSSÃO ADMINISTRATIVA OU JUDICIAL A inclusão no Pert de débitos que se encontrem em discussão administrativa ou judicial deverá ser precedida da desistência das impugnações ou dos recursos administrativos e das ações judiciais que tenham por objeto os débitos que serão liquidados, e da renúncia a quaisquer alegações de direito sobre as quais se fundem as referidas impugnações e recursos ou ações judiciais e, no caso de ações judicias, deverá ser protocolado requerimento de extinção do processo com resolução do mérito, nos termos da alínea c do inciso III do art. 487 do CPC.

DOS DÉBITOS EM DISCUSSÃO ADMINISTRATIVA OU JUDICIAL Será considerada a desistência parcial de impugnação e de recurso administrativos interpostos ou de ação judicial proposta somente se o débito objeto de desistência for passível de distinção dos demais débitos discutidos no processo administrativo ou na ação judicial. A comprovação do pedido de desistência e da renúncia de ações judiciais deverá ser apresentada à unidade da RFB do domicílio fiscal do sujeito passivo até 31 de agosto de 2017.

DOS DÉBITOS EM DISCUSSÃO ADMINISTRATIVA OU JUDICIAL O pagamento à vista ou a inclusão nos parcelamentos, por ocasião da consolidação, de débitos que se encontrem com exigibilidade suspensa em razão de impugnação ou de recurso administrativo implicará desistência tácita do procedimento que motivou a suspensão. O pagamento à vista ou a inclusão nos parcelamentos de débitos informados na Declaração de Compensação (DCOMP) a que se refere o 1º do art. 74 da Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996, não homologada, implica desistência tácita da manifestação de inconformidade ou do recurso administrativo relativo ao crédito objeto da discussão.

DOS DÉBITOS EM DISCUSSÃO ADMINISTRATIVA OU JUDICIAL Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 5, de 17.08.2017 - DOU de 21.08.2017 Art. 1º O disposto nos 2º e 3º do art. 1º da Medida Provisória nº 783, de 31 de março de 2017, não se aplica a débitos extintos nos termos do art. 156 da Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966, ainda que sob condição resolutória de sua ulterior homologação. Art. 2º A retificação e o cancelamento da declaração de compensação estão sujeitos à admissibilidade e deferimento pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, nos termos dos arts. 106 a 113 da Instrução Normativa RFB nº 1.717, de 17 de julho de 2017. Parágrafo único. A liberação da retificação e do cancelamento da declaração de compensação por meio eletrônico não é impeditiva de posterior análise e decisão do Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil.

DA DESISTÊNCIA DE PARCELAMENTOS ANTERIORES EM CURSO O sujeito passivo poderá optar por pagar à vista ou parcelar na forma do Pert os saldos remanescentes de outros parcelamentos em curso. A opção de que trata o caput dar-se-á no momento da adesão ao Pert, por meio da formalização da desistência dos parcelamentos em curso no sítio da RFB na Internet.

DA DESISTÊNCIA DE PARCELAMENTOS ANTERIORES EM CURSO A desistência dos parcelamentos anteriores: I - deverá ser efetivada isoladamente em relação a cada modalidade de parcelamento da qual o sujeito passivo pretenda desistir; II - abrangerá, obrigatoriamente, todos os débitos consolidados na respectiva modalidade de parcelamento; e III - implicará imediata rescisão dos acordos de parcelamento dos quais o sujeito passivo desistiu, considerando-se este notificado das respectivas extinções, dispensada qualquer outra formalidade.

DA DESISTÊNCIA DE PARCELAMENTOS ANTERIORES EM CURSO Implicações da desistência dos parcelamentos anteriores: Nas hipóteses em que os pedidos de adesão ao Pert sejam cancelados ou não produzam efeitos, os parcelamentos para os quais houver desistência não serão restabelecidos. A desistência de parcelamentos anteriores ativos para fins de adesão ao Pert poderá implicar perda de todas as eventuais reduções aplicadas sobre os valores já pagos, conforme previsto em legislação específica de cada programa de parcelamento. O disposto neste artigo aplica-se inclusive aos contribuintes que aderiram ao Programa de Regularização Tributária (PRT), instituído pela Medida Provisória nº 766, de 4 de janeiro de 2017, hipótese em que os pagamentos efetuados no âmbito do PRT serão automaticamente migrados para o Pert.

DA DESISTÊNCIA DE PARCELAMENTOS ANTERIORES EM CURSO Implicações da desistência dos parcelamentos anteriores: 21. Contribuinte efetuou a adesão mas esqueceu de desistir dos parcelamentos em curso. Ainda é possível efetuar a desistência? Sim, desde que dentro do prazo para adesão ao Pert (até 31/08/2017). Obs: na PGFN é obrigatória a desistência dos parcelamentos em momento anterior à adesão, uma vez que os débitos já devem ser selecionados para consolidação. 22. Não encontrei a opção para desistir do PRT. Como proceder? Durante o processo de adesão, em momento posterior à confirmação da adesão, será dada oportunidade para que haja desistência do PRT, com aproveitamento e migração automática dos pagamentos do PRT para o PERT. A desistência do PRT não aparece na funcionalidade desistência de parcelamentos anteriores. * Específico para RFB.

DA DESISTÊNCIA DE PARCELAMENTOS ANTERIORES EM CURSO Implicações da desistência dos parcelamentos anteriores: 23. Como ficam as parcelas já pagas do PRT, no caso de desistência? Os pagamentos serão migrados automaticamente para o PERT e serão aproveitados para o pagamento da 1ª parcela. Não será necessário efetuar nova entrada, salvo se houver necessidade de complementação de valor. * Específico para RFB. 24. Há possibilidade de ser feita desistência parcial do PRT, deixando os débitos referentes a retenção na fonte no PRT e migrando os demais para o PERT? Não. A desistência do parcelamento será sempre da totalidade dos tributos.

DA CONSOLIDAÇÃO A dívida a ser parcelada será consolidada na data do requerimento de adesão ao Pert, dividida pelo número de prestações indicadas, e resultará da soma: I - do principal; II - das multas; III - dos juros de mora; IV dos Honorários ou encargos legais Nos casos de opção pelas modalidades de parcelamento previstas nas alíneas a, b e c do inciso III do art. 3º, serão aplicados sobre os débitos objeto do parcelamento os percentuais de redução ali previstos.

DA CONSOLIDAÇÃO No momento da prestação das informações para a consolidação, o sujeito passivo deverá indicar os débitos a serem parcelados, o número de prestações, os montantes de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da CSLL e os demais créditos a serem utilizados para liquidação, caso tenha efetuado opção por modalidade que permita tal utilização. O sujeito passivo que aderir aos parcelamentos ou ao pagamento à vista de que trata esta Instrução Normativa e que não apresentar as informações necessárias à consolidação, no prazo estipulado em ato conjunto a que se refere o 3º do art. 4º, terá o pedido de adesão cancelado, sem o restabelecimento dos parcelamentos rescindidos em decorrência do requerimento efetuado.

DA CONSOLIDAÇÃO 2º Será realizada a consolidação dos débitos somente do sujeito passivo que tiver efetuado o pagamento à vista ou o pagamento de todas as prestações devidas até a data da consolidação. 3º Na hipótese prevista no 2º, eventual diferença não paga poderá ser quitada no momento da consolidação.

DA EXCLUSÃO DO PERT Implicará a exclusão do devedor do Pert: I - a falta de pagamento de 3 (três) parcelas consecutivas ou 6 (seis) alternadas; II - a falta de pagamento de 1 (uma) parcela, estando pagas todas as demais; III - a inobservância do disposto nos incisos III e V do 5º do art. 4º e no 11 do art. 13; IV - a constatação de qualquer ato tendente ao esvaziamento patrimonial do sujeito passivo como forma de fraudar o cumprimento do parcelamento;

DA EXCLUSÃO DO PERT Implicará a exclusão do devedor do Pert: V - a decretação de falência ou extinção, pela liquidação, da pessoa jurídica optante; VI - a concessão de medida cautelar fiscal, nos termos da Lei nº 8.397, de 6 de janeiro de 1992; ou VII - a declaração de inaptidão da inscrição no CNPJ, nos termos dos arts. 80 e 81 da Lei nº 9.430, de 1996. 32. Empresa aderiu ao PERT e quer baixar o CNPJ. Será excluída do parcelamento? Sim, com base no inciso IV do artigo 9º da MP 783/2017.

DA EXCLUSÃO DO PERT Na hipótese de exclusão do devedor do Pert: I - os valores liquidados com os créditos de que trata o art. 13 serão restabelecidos em cobrança; II - será apurado o valor original do débito, sobre o qual incidirão acréscimos legais até a data da rescisão; e III - serão deduzidas do valor referido no inciso II as parcelas pagas em espécie, sobre as quais incidirão acréscimos legais até a data da rescisão.

UTILIZAÇÃO DE CRÉDITOS poderão ser utilizados créditos: I - os créditos decorrentes de prejuízos fiscais e de base de cálculo negativa da CSLL apurados até 31 de dezembro de 2015 e declarados até 29 de julho de 2016; II - os demais créditos próprios relativos a tributo administrado pela RFB, desde que se refiram a período de apuração anterior à adesão ao Pert. 30. Sujeito passivo percebeu que cometeu um equívoco na apuração do prejuízo fiscal. Poderá retificar a ECF? Estando dentro do prazo permitido para retificação, o contribuinte pode e deve fazer a retificação, corrigindo os dados. Contudo, poderá utilizar para o PERT apenas o prejuízo informado até 29/07/2016. Interpreta-se demaneira literal a legislação que disponha sobre benefícios fiscais.

UTILIZAÇÃO DE CRÉDITOS prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da CSLL alíquotas: I - 25% (vinte e cinco por cento) sobre o montante do prejuízo fiscal; II - 20% (vinte por cento) sobre a base de cálculo negativa da CSLL, no caso de pessoas jurídicas de seguros privados e de capitalização, e das pessoas jurídicas referidas nos incisos I a VII e X do 1º do art. 1º da Lei Complementar nº 105, de 10 de janeiro de 2001; III - 17% (dezessete por cento), no caso das pessoas jurídicas referidas no inciso IX do 1º do art. 1º da Lei Complementar nº 105, de 2001; e IV - 9% (nove por cento) sobre a base de cálculo negativa da CSLL, no caso das demais pessoas jurídicas. 28. O sujeito passivo poderá utilizar cumulativamente prejuízo fiscal, base de cálculo negativa da CSLL e demais créditos? Sim, respeitando as alíquotas e prazos previstos na IN 1711/2017.

UTILIZAÇÃO DE CRÉDITOS os demais créditos próprios : I - podem ser utilizados somente créditos pleiteados em Pedido Eletrônico de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso, por meio do Programa PER/DCOMP, transmitido anteriormente ao prazo de que trata o 3º do art. 4º. 27. Prejuízo fiscal, BCN da CSLL e saldo credor de IPI podem ser utilizados para pagamento de débito previdenciário no PERT? Ou somente para os demais débitos? Sim, não há vedação para utilização na modalidade RFB Débitos previdenciários.

UTILIZAÇÃO DE CRÉDITOS não poderão ser utilizados créditos: a) que já tenham sido totalmente utilizados em compensação; b) objeto de pedido de restituição, de ressarcimento, de reembolso ou de compensação já indeferidos, ainda que pendentes de decisão definitiva; ou c) em outras circunstâncias em que a compensação seja vedada pela legislação tributária.

UTILIZAÇÃO DE CRÉDITOS Os créditos não podem ser utilizados, sob qualquer forma ou a qualquer tempo: I - na compensação com a base de cálculo do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) ou da CSLL, salvo no caso de rescisão do parcelamento ou da não efetivação do integral pagamento à vista; ou II - em qualquer outra forma de compensação. A liquidação de débitos feita na forma prevista neste artigo pode ser analisada pela RFB, para fins de homologação, no prazo de 5 (cinco) anos contado a partir da prestação das informações de que trata o caput.

UTILIZAÇÃO DE CRÉDITOS Os créditos indicados para liquidação somente serão confirmados: I - após a aferição da existência de montantes acumulados de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da CSLL, não utilizados na compensação com a base de cálculo do IRPJ ou da CSLL, suficientes para atender à liquidação solicitada; ou II - após o reconhecimento dos demais créditos próprios informados.

UTILIZAÇÃO DE CRÉDITOS indeferimento da utilização dos créditos : será concedido o prazo de 30 (trinta) dias para o sujeito passivo efetuar o pagamento em espécie dos débitos amortizados indevidamente com créditos não reconhecidos pela RFB. Caso seja constatada fraude na declaração dos montantes de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da CSLL ou dos demais créditos, será realizada cobrança imediata dos débitos recalculados em razão do cancelamento da liquidação realizada, e não será permitida nova indicação de créditos, sem prejuízo de eventuais representações contra os responsáveis, inclusive para fins penais. A pessoa jurídica que utilizar créditos para a liquidação prevista neste artigo deverá manter, durante todo o período de vigência do parcelamento, os livros e os documentos exigidos pela legislação fiscal, inclusive comprobatórios do montante do prejuízo fiscal e da base de cálculo negativa da CSLL, promovendo, nesse caso, a baixa dos valores nos respectivos livros fiscais.

UTILIZAÇÃO DE CRÉDITOS Guarda de livros e documentos : A pessoa jurídica que utilizar créditos para a liquidação prevista neste artigo deverá manter, durante todo o período de vigência do parcelamento, os livros e os documentos exigidos pela legislação fiscal, inclusive comprobatórios do montante do prejuízo fiscal e da base de cálculo negativa da CSLL, promovendo, nesse caso, a baixa dos valores nos respectivos livros fiscais.

Muito Obrigado.!!! Sucesso a todos.!!! Contem sempre comigo. Rogério Fernandes E-mail:rogerio@bureaucontabil-rnc.com.br Fone: (83)9 9984 5842 www.bureaucontabil-rnc.com.br /bureaucontabil @bureaucontabil BureauContabil