PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS E VIAÇAO ESCRITÓRIO DE PROJETOS E OBRAS



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Transcrição:

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS E VIAÇAO ESCRITÓRIO DE PROJETOS E OBRAS ANEXO XIV - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE PROJETO ARQUITETÔNICO Obra: Reforma e restauração geral de prédio existente, com 207,00m² de área edificada, para a instalação da CASA DOS CONSELHOS, de âmbito municipal. Endereço: Av. João Pessoa, nº 1.100 Bairro Cidade Baixa 1. DADOS DO IMÓVEL 2. DISPOSIÇÕES GERAIS 3. SERVIÇOS PRELIMINARES 4. DEMOLIÇÕES E REMOÇÕES 5. FUNDAÇÕES 6. ESTRUTURAS METÁLICAS INDICE 7. LAJE PRÉ-FABRICADA TRELIÇADA DE CONCRETO ARMADO 8. PAREDES DE ALVENARIA 8.1. Alvenaria de tijolos cerâmicos maciços 8.2. Alvenarias de blocos cerâmicos de 06 furos 9. COBERTURA 9.1. Estrutura do telhado 9.2. Telhas cerâmicas tipo francesas 9.3. Calhas e tubos de queda 10. IMPERMEABILIZAÇÃO 10.1. Vigas de fundações e contra-pisos 10.2. Camada de brita 1

11. REVESTIMENTOS 11.1. Revestimento com reboco 11.2. Revestimento com azulejos 12. CONTRA-PISOS E PISOS 12.1. Pisos cerâmicos 12.2. Piso de tábuas de madeira de lei 12.3. Pisos cimentados desempenados 13. SOLEIRAS 14. RODAPÉS 14.1. Rodapés de granito polido 14.2. Rodapés de madeira maciça 15. FORRO DE MADEIRA 16. PEITORIS 17. ESQUADRIAS 17.1. Janelas de madeira 17.2. Portas de madeira maciça 17.3. Portas semi-ocas de compensado de madeira 18. GRADES METÁLICAS 19. GUARDA-CORPOS METÁLICOS 20. CORRIMÃOS METÁLICOS 21. FERRAGENS DE ESQUADRIAS 21.1. Fechaduras 21.2. Dobradiças 22. INSTALAÇÕES DE DUTOS METÁLICOS E DE EXAUSTOR DE AR 23. LOUÇAS, METAIS E BARRAS DE APOIO 23.1. Consoles de concreto nas bacias sanitárias dos WCPPD 2

24. PINTURA 24.1. Pintura em reboco 24.2. Pintura em madeira 24.3. Pintura em ferro 25. VIDROS 26. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, DE TELEFONE, DE INFORMÁTICA, HIDRO- SANITÁRIAS, PLUVIAIS E DE PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO 27. LIMPEZA GERAL E VERIFICAÇÃO FINAL 28. CONSIDERAÇÕES GERAIS 3

ANEXO XIV - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE PROJETO ARQUITETÔNICO REFORMA E RESTAURAÇÃO DE PRÉDIO PARA CASA DOS CONSELHOS 1. DADOS DO IMÓVEL: EXPEDIENTE ÚNICO - 002.297983.00.7.00000 REGISTRO DE IMÓVEIS Termo de cessão de uso nº 160/2009 celebrado entre o Estado do RS, por intermédio da Sec. Da Administração e dos Recursos Humanos e o Município de Porto Alegre. DESCRIÇÃO DO TERRENO Terreno com 710,00m², localizado à Avenida João Pessoa, nº 1100, esquina com Av. Venâncio Aires, no Bairro Cidade Baixa. Terreno plano de forma retangular, com largura igual a 20,00m pela Avenida João Pessoa, e profundidade igual a 35,50m pela Avenida Venâncio Aires. Sobre o terreno vivem cinco árvores de grande porte a serem preservadas. DESCRIÇÃO DO PRÉDIO EXISTENTE Trata-se de prédio relacionado pela EPAHC como prédio inventariado de estruturação, com vistas à preservação. Prédio de alvenaria antigo, construído junto ao alinhamento pela Av. Venâncio Aires, recuado 8,45m do alinhamento pela Av. João Pessoa, com 207,00m² de área edificada, dispostos em dois pavimentos de mesma projeção horizontal, com escada externa aberta para acesso ao pavimento superior. O referido prédio está em péssimo estado de conservação, sem condições de ocupação, com infiltrações de água nas paredes, revestimentos das mesmas totalmente deteriorados, todos os componentes de madeira esquadrias, entre - piso de tábuas, estruturas do entre - piso e do telhado destruídos por cupim, vão do acesso principal sem porta, forro inexistente na sala do pavimento superior, grades de ferro enferrujadas, corrimãos de ferro corroídos junto à escada, instalações elétricas totalmente irrecuperáveis, sem instalações hidráulicas, duas janelas removidas e seus vãos fechados com alvenaria, três aberturas de vãos estranhas à construção original, para instalação de condicionador de ar, para instalação de janela alta com basculante e para instalação de porta secundária na fachada posterior. 4

2. DISPOSIÇÕES GERAIS 2.1. As firmas, para participarem da presente Licitação, deverão comprovar experiência e especialização na restauração de prédios antigos, visto que o objeto dessa é prédio relacionado pela EPAHC como prédio inventariado de estruturação, com vistas à preservação. 2.2. As condições gerais a serem obedecidas na execução desta obra, estão contidas nos volumes 1 - Normas Gerais e 3 - Obras Prediais do Caderno de Encargos do Município de Porto Alegre (CE_PMPA). Nele estão fixadas as obrigações e direitos da Prefeitura, sempre representada pela fiscalização, e da firma vencedora da Licitação, adiante designada empreiteiro. 2.3. O Caderno de Encargos do Município de Porto Alegre(CE-PMPA), a presente Especificação Técnica e os Projetos Arquitetônico e Complementares ficarão fazendo parte integrante do Edital e valendo como se nele fossem efetivamente transcritos. 2.4. Todos os materiais, equipamentos e mão-de-obra empregados nesta obra, seguirão as disposições contidas nesta especificação e no CE- PMPA. 2.5. Deverá ser fornecida e instalada pelo empreiteiro a placa de execução da obra, nas dimensões de 2.00 X 1.50m, cujo modelo será obtido junto ao EPO - Escritório de Projetos e Obras da Secretaria Municipal de Obras e Viação - PMPA. Ao final da obra a placa será recolhida para local definido pela fiscalização municipal. 3. SERVIÇOS PRELIMINARES Os serviços preliminares a serem executados nesta obra estão definidos no item 2 do volume 3 - Obras Prediais do CE- PMPA. 3.1. Tapumes deverão ser executados junto à fachada Sul, afastados 1.50m do alinhamento com a Av. Venâncio Aires, de forma que isolem a obra do passeio público. 3.2. Deverão ser realizadas as instalações do canteiro de obras na área do pátio, com o aproveitamento das instalações sanitárias existentes. 3.3. As demolições e remoções necessárias para a execução da obra deverão ser definidas no projeto arquitetônico. 4. DEMOLIÇÕES E REMOÇÕES Os serviços de demolição e remoção seguirão, no que couberem, as disposições do CE-PMPA e o Projeto Arquitetônico em anexo. 4.1. Deverão ser numerados, catalogados, fotografados e removidos, com vistas às reproduções e restaurações: 5

a. Todas as esquadrias de madeira existentes e com cupim; b. As grades deterioradas, externas às esquadrias e sobre os muros de fechamento do terreno; c. Os peitoris de janelas; d. Os guarda-corpos e corrimãos deteriorados, juntos à escada externa; e. Os portões metálicos juntos aos muros nos alinhamentos do terreno; f. Telhas cerâmicas, dispostas em quatro águas; g. Estruturas de madeira do telhado, em quatro águas; h. Calhas nas bordas do telhado; Obs.1: Todos os componentes do prédio, acima indicados, antes de qualquer intervenção deverão ser cadastrados e fotografados, para evitar qualquer alteração posterior dos mesmos. Obs.2: As esquadrias de madeira, grades e portões metálicos deverão ser removidas somente quando da substituição por esquadrias novas e idênticas, garantindo a segurança do imóvel. 4.2. Deverão ser demolidos e removidos: a. Os rebocos internos e externos das paredes e da escada externa que estiverem deteriorados, com exceção dos frisos e demais trabalhos em relevo das fachadas; b. Entre-piso e estruturas de madeira; c. Pilares de alvenaria no pavimento térreo, de sustentação da estrutura do entre-piso; d. Trechos de paredes de alvenaria executados para fechamento de vãos de esquadrias originalmente existentes, conforme indicações em planta baixa e corte; e. Muro de alvenaria junto ao alinhamento da Av. João Pessoa, deslocado e danificado pelas raízes de árvore; f. Contra-piso e piso no interior do pavimento térreo; g. Contra-pisos e pisos das calçadas externas juntas ao prédio; h. Instalações elétricas e dutos; 6

Obs.1: Todas as fachadas do prédio, antes de qualquer intervenção, deverão ser cadastradas e fotografadas, para evitar qualquer alteração posterior das mesmas. O mesmo vale para as paredes voltadas para o interior dos compartimentos. Obs.2: O forro do segundo pavimento já foi removido, resultando apenas as marcas do mesmo junto às paredes. 5. FUNDAÇÕES As execuções das fundações e vigas de fundação seguirão as disposições do CE- PMPA, o Projeto Arquitetônico e o Projeto Estrutural em anexo. As fundações deverão respeitar as características específicas do solo, e serem executadas na melhor técnica possível. Deverão ser executadas fundações no interior do pavimento térreo, na área central do compartimento, para sustentação de vigas de equilíbrio em concreto armado, de pilares metálicos, vigas metálicas e laje treliçada de concreto armado como entrepiso dos pavimentos. As fundações deverão ser afastadas das paredes de alvenaria externas existentes, para não comprometer a integridade das mesmas. Deverão ser executadas vigas de equilíbrio em concreto armado, bi-apoiadas nas fundações, no interior do pavimento térreo, dispostas nas duas direções do compartimento e ortogonais entre si, com balanços até as projeções dos pilares metálicos a executarem, porém sem se apoiar nas fundações das paredes de alvenaria existentes, para não comprometer a integridade das mesmas. Deverão ser executadas fundações e vigas de fundação em concreto armado nas projeções das paredes de alvenaria a construir, no interior do pavimento térreo. Os níveis das vigas de equilíbrio e das vigas de fundação deverão estar abaixo do contra-piso existente, de tal forma que o nível do novo piso resulte igual ao nível do piso existente a ser substituído. 6. ESTRUTURAS METÁLICAS A execução das estruturas metálicas, para apoio da laje treliçada, seguirá as disposições do CE-PMPA, o Projeto Arquitetônico e o Projeto Estrutural em anexo. Deverá ser apresentada A.R.T. do Projeto Estrutural. Deverão ser executados pilares metálicos e vigas metálicas nas posições definidas no projeto arquitetônico. Os pilares metálicos terão seus apoios nas extremidades das vigas de equilíbrio de concreto armado, conforme item anterior. 7

As vigas metálicas terão suas faces inferiores niveladas com a face inferior da laje treliçada de concreto armado, ou seja, as vigas ficarão embutidas na laje. 7. LAJE PRÉ-FABRICADA TRELIÇADA DE CONCRETO ARMADO A execução de laje pré-fabricada treliçada de concreto armado seguirá as disposições do CE-PMPA, o Projeto Arquitetônico e o Projeto Estrutural em anexo. Deverá ser apresentada A.R.T. do Projeto Estrutural. Deverá ser executada laje pré-fabricada treliçada de concreto armado como entrepiso entre os pavimentos. As vigotas treliçadas serão preenchidas de concreto. A laje pré-fabricada deverá ser reforçada com camada de concreto armado, com armadura nas duas direções ortogonais entre si. Obs. 1: O nível superior da laje deverá ser ajustado, para que o nível final do piso no interior do pavimento superior resulte igual ao nível do piso de madeira removido. Obs. 2: A laje deverá ser dimensionada para suportar, além do peso próprio, carga compatível com instalação de biblioteca. 8. PAREDES DE ALVENARIA As paredes de alvenaria a construir seguirão as disposições do CE-PMPA e o Projeto Arquitetônico em anexo. Antes da execução das paredes, deverão ser fornecidas amostras das peças cerâmicas ao engenheiro da SMOV/fiscal da obra. 8.1. Alvenaria de tijolos cerâmicos maciços Deverão ser executadas alvenarias para preenchimento dos vãos existentes irregularmente na fachada leste, abertos em reforma antiga, para instalação de uma porta secundária de acesso ao pátio, e para instalações de condicionadores de ar. As alvenarias serão executadas com tijolos cerâmicos maciços, de primeira qualidade, nas mesmas espessuras das paredes existentes, e nos vãos indicados no Projeto Arquitetônico. Os tijolos deverão ter dimensões uniformes. O assentamento dos tijolos deverá ser feito com argamassa de cimento e areia, traço 1:3. Os paramentos serão perfeitamente planos e verticais. Os tijolos serão empregados depois de bem molhados, o mesmo se fazendo com a fiada precedente, antes de sobre ela se prosseguir o trabalho. 8

8.2. Alvenarias de blocos cerâmicos de 06 furos As alvenarias serão executadas com blocos cerâmicos de 06 furos, de primeira qualidade, nas disposições e dimensões indicadas no Projeto Arquitetônico. Os blocos deverão ter dimensões uniformes. O assentamento dos blocos deverá ser feito com argamassa de cimento e areia, traço 1:3. Os paramentos serão perfeitamente planos e verticais. Os blocos serão empregados depois de bem molhados, o mesmo se fazendo com a fiada precedente, antes de sobre ela se prosseguir o trabalho. 9. COBERTURA 9.1. Estrutura do telhado A estrutura do telhado deverá ser executada com treliças metálicas, para evitar infestação por cupins, conforme corte do projeto arquitetônico em anexo, porém dispostas igualmente à estrutura removida, com mesma inclinação, mesmo ponto, mesmo espaçamento e mesmas dimensões. 9.2. Telhas cerâmicas tipo francesas As telhas serão cerâmicas do tipo francesas dispostas igualmente às telhas removidas do telhado original. 9.3. Calhas e tubos de queda As calhas e tubos de queda deverão ser executadas em chapas de aço galvanizadas, nas mesmas disposições das peças removidas, conforme projeto pluvial em anexo. 10. IMPERMEABILIZAÇÃO 10.1. Vigas de fundações e contra-pisos As vigas de fundação no pavimento térreo, incluindo as vigas de equilíbrio, deverão ser impermeabilizadas nas faces laterais e superior com 03 demãos de emulsão asfáltica com elastômeros, VEDAPREN ou similar. No pavimento térreo deverá ser incorporado aditivo impermeabilizante de 1ª qualidade na execução dos contra-pisos e das camadas de argamassa para nivelamento e regularização. 10.2. Camada de brita Para evitar a infiltração, por capilarização, de umidade proveniente do solo, deverá ser executada camada de brita nº 1, com espessura de 05cm, sob os contra-pisos no interior do pavimento térreo e nas calçadas externas juntas ao prédio. 9

11. REVESTIMENTOS As execuções dos revestimentos seguirão as disposições do CE-PMPA e o Projeto Arquitetônico em anexo. 11.1. Revestimento com reboco Deverão ser rebocadas todas as paredes de alvenaria novas, e as existentes cujos rebocos foram removidos, com exceção das faces internas das paredes dos WCPPD. Deverá ser rebocada a face inferior da laje treliçada de concreto armado. As superfícies, para receberem reboco, terão o seguinte tratamento: a) Primeiramente deverão ser molhadas; b) Em seguida, receberão chapisco, com argamassa no traço 1:4 (cimento: areia sem peneirar) c) Sobre o chapisco, aplicar reboco com massa única, desempenada e feltrada, composta de argamassa traço 1:6 (cimento: argamassa mista). A argamassa mista deverá ter traço 1:4 (cal: areia). A areia da argamassa mista será fina e média com 50 % de cada, e peneirada. 11.2. Revestimento com azulejos As faces internas das paredes do WCPPD deverão ser revestidas com azulejos em toda a altura do pé-direito. Antes de serem revestidas, as paredes deverão ser previamente salpicadas com argamassa de cimento e areia regular traço 1:4. Sobre o salpique será executada argamassa de cal e areia regular peneirada, traço 1:4 adicionada de cimento. A proporção da argamassa acima referida e do cimento será com traço 6:1 respectivamente. A argamassa deverá ser desempenada. Os azulejos serão cuidadosamente escolhidos no canteiro da obra, quanto à qualidade, à calibragem e ao desempeno, sendo rejeitadas as peças que demonstrarem defeitos de superfície, bitolas ou empenos. Os azulejos serão na cor BRANCA, rigorosamente, de primeira qualidade, dimensões 20 X 20 cm, marca INCEPA ou similar. Os azulejos serão assentes com cimento-cola de 1ª qualidade, por mão-de-obra especializada, com juntas verticais e horizontais, não sendo permitida a disposição em contra-fiada. As juntas dos azulejos deverão ser na cor BRANCA, com espessura de 03mm uniformemente bitolada através de uso de espaçadores próprios. 10

Deverá ser usado rejunte para junta fina de 1ª qualidade. O revestimento de azulejo deverá estar perfeitamente aprumado e plano, ou seja, não podendo haver saliências ou reentrâncias das peças. Depois de concluído o revestimento, as peças deverão apresentar a qualidade original, não se admitindo fissuras, trincas ou falhas. Obs.: Nas paredes revestidas com azulejos, a fixação dos aparelhos sanitários será através de bucha plástica 10 mm tipo FISCHER ou similar. 12. CONTRA-PISOS E PISOS Os serviços para execuções de contra-pisos e pisos seguirão as disposições do CE- PMPA, a presente Especificação Técnica e o Projeto Arquitetônico em anexo. Deverão ser executados contra-pisos de concreto magro - argamassa de cimento e areia no traço 1:4 - desempenado e impermeabilizado, de 08cm de espessura, em todo o interior do pavimento térreo e nas calçadas externas ao prédio; No interior do pavimento térreo deverão ser executados contra-pisos num único nível, tanto no compartimento principal quanto nos banheiros, igual ao nível do contra-piso removido, para garantir que o nível do piso interno resulte igual ao nível da soleira junto à porta de acesso principal. No interior do pavimento superior deverá ser executado contra-piso sobre a laje de concreto armado, cujo nível deverá ser ajustado para garantir que o nível do piso interno resulte igual ao nível da soleira junto à porta externa de acesso ao pavimento, no topo da escada. Para regularização e nivelamento, antes da execução dos diferentes pisos, deverá ser executada camada de argamassa sobre os contra-pisos,; a argamassa será convencional (plástica) de 1,5 a 2.0cm de espessura, traço 1:4 (cimento e areia), que deverá ser desempenada; Sobre a argamassa desempenada deverá ser polvilhado cimento (aproximadamente 1,5kg/m²), procedendo-se o leve alisamento com colher. No pavimento térreo, deverá ser incorporado impermeabilizante de 1ª qualidade à camada de argamassa para regularização. 12.1. Pisos cerâmicos No pavimento térreo, em todos os compartimentos incluindo os banheiros, deverão ser executados pisos de peças cerâmicas anti-derrapantes e para tráfego intenso, da marca Cecrisa ou similar na qualidade, resistência e acabamento. As peças cerâmicas deverão ter dimensões de 30x30 cm, nas cores Branco (50%) e Preto (50%), com disposições tipo tabuleiro de xadrez ; 11

Na execução dos pisos cerâmicos deverão ser observadas as seguintes etapas: 1ª - Execução de camada de assentamento, com uma argamassa convencional (plástica) de 1,5 a 2cm de espessura e traço 1:4 (cimento e areia); 2ª - Execução do assentamento das peças cerâmicas. Sobre a argamassa, desempenada e nivelada, deverá ser polvilhado cimento (aproximadamente 1,5kg/m²), procedendo-se o leve alisamento com colher até o afloramento de umidade. Em seguida assentam-se as peças cerâmicas. As juntas entre as peças cerâmicas deverão ter espessura de 03mm, uniformemente bitoladas através de uso de espaçadores próprios. 3ª - Execução de rejuntamento, que deverá ser iniciado só 48 horas após o término do assentamento. Deverá ser usado rejunte para junta fina de 1ª qualidade, na cor BRANCO NEVE. 12.2. Piso de tábuas de madeira de lei No pavimento superior, com um único e amplo compartimento, deverá ser executado piso de tábuas largas de madeira de lei, tipo LOURO FREIJÓ ou similar na cor, porém com maior densidade, devendo ser apropriada para uso em piso. As tábuas do piso deverão ser dispostas no sentido da maior dimensão do compartimento, ou seja, dispostas longitudinalmente. O nível do piso de tábuas deverá ser igual ao nível do piso removido, para garantir o nivelamento com a soleira da porta de acesso. 12.3. Pisos cimentados desempenados Nas calçadas externas ao prédio, os pisos deverão ser de cimento e areia traço 1:4, desempenados, com no máximo 2,5cm de espessura, com caimento de 1% em direção às bordas, para escoamento das águas superficiais, com juntas de dilatação em lâminas plásticas de 5 mm na cor cinza a cada 1,00m, e acabamento com meiofio de concreto nas bordas das calçadas. O nível do piso cimentado da calçada deverá ser de 1,5 cm abaixo do nível da soleira da porta de acesso principal. Na escada externa, os pisos e o patamar superior, bem como os espelhos da mesma, deverão ser de cimento e areia traço 1:4, desempenados, com mesma espessura dos revestimentos removidos. 12

13. SOLEIRAS As execuções das soleiras seguirão as disposições do CE-PMPA e a presente especificação técnica. As soleiras das portas da entrada principal e de acesso ao pavimento superior serão de pedra de granito polido, cor BRANCA, com leve caimento de 1% para fora, garantindo o escoamento das águas da chuva. As soleiras nas portas de acesso aos banheiros serão iguais aos pisos adjacentes. Os níveis das soleiras deverão ser iguais aos níveis dos pisos. 14. RODAPÉS As execuções dos rodapés seguirão as disposições do CE-PMPA e a presente especificação técnica. 14.1. Rodapés de granito polido No pavimento térreo, nos encontros dos pisos cerâmicos com as paredes, deverão ser adotados rodapés de granito polido, com borda superior arredondada, na cor BRANCA, com altura de 10 cm e espessura de 1,5 cm. Obs.: Não serão adotados rodapés no interior dos banheiros, visto que as paredes serão revestidas com azulejos. 14.2. Rodapés de madeira maciça No pavimento superior, nos encontros dos pisos de tábuas com as paredes, deverão ser adotados rodapés de madeira de lei LOURO FREIJÓ, com borda superior arredondada, com altura de 10 cm, e espessura de 1,5 cm. 15. FORRO DE MADEIRA A execução do forro de madeira seguirá as disposições do CE-PMPA e a presente especificação técnica. No pavimento superior, com um único e amplo compartimento, deverá ser executado forro de tábuas largas, tipo macho e fêmea, em madeira de lei LOURO FREIJÓ ou similar de mesma cor, devendo ser apropriada para uso em forro. O forro de tábuas deverá ser fixado em barrotes de madeira de lei devidamente dimensionados e previamente aparafusados na estrutura do telhado. As tábuas do forro deverão ser dispostas no sentido da maior dimensão do compartimento, ou seja, dispostas longitudinalmente. 13

O nível da face inferior do forro de tábuas deverá ser igual ao nível do forro removido, para garantir a altura original do pé-direito do compartimento, em torno de 4,5 metros. Importante: Em todo o perímetro das paredes, junto aos encontros com o forro, deverão ser executados roda forros de madeira de lei LOURO FREIJÓ, com bordas trabalhadas, altura de 7 cm, e espessura mínima de 1,5 cm. 16. PEITORIS Todas as janelas deverão ter novos peitoris, idênticos aos originais, com pingadeiras. 17. ESQUADRIAS As execuções das esquadrias deverão ser idênticas às das esquadrias de madeira removidas. Seguirão as disposições do CE-PMPA, o projeto arquitetônico e as presentes especificações técnicas. 17.1. Janelas de madeira Todas as janelas serão de madeira maciça, com caixilhos envidraçados, de abrir para dentro, e postigos de madeira, de abrir para dentro, idênticas às removidas, em todos os aspectos. 17.2. Portas de madeira maciça As portas externas serão de madeira maciça, com caixilhos envidraçados e postigos de madeira, de abrir para dentro, idênticas às removidas, em todos os aspectos. 17.3. Portas semi-ocas de compensado de madeira As portas de acesso aos banheiros serão do tipo semi-ocas de compensado de madeira, com esquadros, marcos e guarnições em madeira maciça de 1ª qualidade, dimensões da folha: 80cm de largura, 2.10m de altura e espessura de 35mm. 18. GRADES E PORTÕES METÁLICOS As grades e portões metálicos existentes e corroídos por ferrugem, com mau funcionamento ou faltando componentes, deverão ser restaurados, lixados e entregues em perfeitas condições, iguais aos originais. 19. GUARDA-CORPOS METÁLICOS Os guarda-corpos metálicos existentes juntos à escada externa, que estejam corroídos por ferrugem, deverão ser restaurados, lixados e entregues em perfeitas condições, iguais aos originais. 14

20. CORRIMÃOS METÁLICOS Os corrimãos metálicos existentes sobre os guarda-corpos da escada externa, que estejam corroídos por ferrugem, deverão ser restaurados, lixados e entregues em perfeitas condições, iguais aos originais. 21. FERRAGENS DE ESQUADRIAS As características e instalações das ferragens de esquadrias deverão ser idênticas às das originais removidas. As ferragens de esquadrias seguirão as disposições do CE-PMPA, o projeto arquitetônico e as presentes especificações técnicas. Todas as ferragens deverão ser entregues em perfeito funcionamento, devendo ser entregues à Fiscalização dois jogos de chaves de cada fechadura, quando do recebimento da obra. 21.1. Fechaduras As fechaduras das janelas e das portas externas, incluindo maçanetas, deverão ser idênticas às originais, em quantidade, dimensões, desenho, funcionamento, acabamento e qualidade. Na inexistência das fechaduras originais para servir de parâmetros, as mesmas deverão ter desenhos e acabamentos com mesmas características da época de construção do prédio. As fechaduras das portas de acesso aos banheiros deverão ser do modelo 7514 ST/55 - WC, La Fonte ou similar na qualidade, com maçanetas do tipo alavanca, acabamento fosco e mesma cor da esquadria. 21.2. Dobradiças As dobradiças das janelas e portas externas deverão ser idênticas às originais, em quantidade, dimensões, desenho, funcionamento, acabamento e qualidade. As dobradiças das portas de acesso aos banheiros deverão ser da marca La Fonte ou similar, ref. 395, 3 de altura, 3 de largura, em número mínimo de 03 (três) por porta. 22. INSTALAÇÕES DE DUTOS METÁLICOS E EXAUSTOR DE AR Nos banheiros deverão ser instalados dutos metálicos para exaustão do ar, conforme indicação na planta baixa do pavimento térreo. Os dutos deverão ser executados em chapas de aço dobradas, nas dimensões de 20 cm de altura e 40 cm de largura. 15

Os dutos serão instalados fixos à laje de forro do pavimento térreo, desde os banheiros até encontrar a parede da fachada norte, voltada para o pátio interno. O exaustor mecânico de ar deverá ser instalado na extremidade externa do duto metálico, em pequeno vão a ser aberto na parede da fachada norte, atrás da escada externa, voltada para o pátio interno. 23. LOUÇAS, METAIS E BARRAS DE APOIO As especificações e instalações das louças, dos metais e das barras de apoio seguirão as disposições do CE-PMPA e o projeto arquitetônico em anexo. Juntas aos WCPPD deverão ser instaladas bacias sanitárias com caixas acopladas e lavatórios sem coluna, marca DECA ou similar, linha Vogue Plus, cor BRANCO GELO, nas disposições definidas em planta baixa. Juntas à bacia sanitária de cada WCPPD deverão ser instaladas 02 barras de apoio em aço, revestidas com nylon, da marca DECA, ou similar, cor BRANCO GELO, nas disposições definidas em projeto, tendo cada uma comprimento de 90cm, diâmetro de 04cm e altura de 76cm entre o eixo horizontal e o piso, devendo distarem 20cm da parede oposta. Sobre as bacias sanitárias deverão ser instalados assentos da marca DECA, ou similar, linha Vogue Plus, da mesma cor da bacia e com fixação cromada. Juntas às bacias sanitárias deverão ser instaladas papeleiras de sobrepor na parede, em acabamento cromado, com tampa e suporte para rolo, de 1ª qualidade. Serão fixadas às paredes, a 50cm do piso, com buchas plásticas e parafusos de aço galvanizado 10 mm tipo FISCHER ou similar. Juntas aos lavatórios deverão ser instaladas torneiras da marca DECA, ou similar, linha Vogue, código 1199, acabamento todo cromado. Juntas e acima dos lavatórios, deverão ser instaladas saboneteiras para sabonete líquido, com recipientes em vidro e estrutura de aço, acabamento cromado, com giro sobre eixo horizontal, da marca LACE ou similar no acabamento; deverão ser de 1ª qualidade, fixadas às paredes a 1,00 m do piso, do lado direito de cada lavatório, com buchas plásticas e parafusos de aço galvanizado 10 mm tipo FISCHER ou similar. Os registros a serem instalados nos WCPPD, conforme projeto hidráulico, deverão ter acabamento cromado. 23.1. Consoles de concreto nas bacias sanitárias dos WCPPD Nas bases das bacias sanitárias dos WCPPD (WC Para Portadores de Deficiências), antes das instalações das mesmas deverão ser executados consoles de concreto com balanços de 05cm em relação às bases das bacias. A soma das alturas do console de concreto e da bacia sanitária com tampa deverá ser igual a 46 cm. 16

Para a execução dos consoles de concreto, deverá ser utilizada argamassa de cal e areia no traço 1:4. 24. PINTURA A execução das pinturas seguirá, no que couber, as disposições do CE-PMPA. 24.1. Pintura em reboco Nos panos de paredes, nos muros juntos aos alinhamentos, nos rebocos em relevo das paredes, e na laje de forro do pavimento térreo, de concreto armado, deverá ser aplicada previamente uma demão de selador pigmentado acrílico antes da pintura. Todos os componentes rebocados, anteriormente definidos, serão pintados com no mínimo duas demãos de tinta acrílica fosca de 1º qualidade, marca Suvinil ou similar. A tinta a ser aplicada nos panos de paredes das fachadas e nos muros deverá ter cor AMARELA OCRE. A tinta a ser aplicada nos rebocos em relevo das fachadas deverá ter cor BRANCA. A tinta a ser aplicada nas paredes voltadas para o interior dos compartimentos deverá ter cor MARFIM CLARO. A tinta a ser aplicada na laje de forro do pavimento térreo deverá ter cor BRANCA. Deverão ser previamente executadas amostras de pintura por parte do empreiteiro, para a escolha definitiva das cores a empregarem. 24.2. Pintura em madeira Todas as esquadrias de madeira receberão uma demão de fundo nivelador para madeira antes da aplicação da pintura. Lixar as peças, eliminar o pó e eliminar as rachaduras com massa. A pintura das esquadrias de madeira será com tinta esmalte sintético, da Renner, ou similar, em no mínimo duas demãos, pintados na cor BRANCA. Os pisos, forro, rodapés e roda forros de madeira de lei deverão receber selador e 02 demãos de verniz poliuretano de acabamento acetinado. Deverão ser previamente executadas amostras de pintura por parte do empreiteiro, para a escolha definitiva das cores a empregarem. 17

24.3. Pintura em ferro As grades metálicas junto às esquadrias e sobre os muros, os portões juntos aos muros, os guarda-corpos e corrimãos da escada existente deverão atender ao que segue: a) Preparo da superfície - A superfície deverá ser lixada e limpa, removendo-se toda a sujeira e escamas. A seguir deverá ser aplicado um fundo anti-ferruginoso do tipo Zarcão ou Cromato de Zinco ou outro de 1º qualidade. b) Pintura - aplicação de esmalte sintético de 1º qualidade, marca Renner ou similar, em quantas demãos quantas forem necessárias para um perfeito acabamento. Obs.1: Todas as pinturas em ferro serão na cor BRANCA, precedidas pela execução de amostras, por parte do empreiteiro. Obs.2: A forma de aplicação da tinta deverá seguir as indicações dos fabricantes, ouvida a Fiscalização da SMOV. 25. VIDROS Os vidros seguirão, no que couber, as disposições do CE-PMPA. Os vidros a serem empregados serão de primeira qualidade. Em todas as esquadrias os vidros serão lisos, translúcidos e incolores, idênticos aos vidros das esquadrias originais. 26. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, DE TELEFONE, DE INFORMÁTICA, HIDRO- SANITÁRIAS, PLUVIAIS E DE PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO As instalações elétricas, de telefones, de informática, hidro-sanitárias, pluviais e de prevenção contra incêndio seguirão, no que couberem, as disposições do CE-PMPA. As instalações serão executadas conforme os respectivos projetos e especificações em anexo. No projeto de instalação elétrica deverão estar incluídas instalações de splits para ar condicionado. As unidades externas dos splits, incluindo os splits do pavimento superior, deverão ser instaladas sob os vãos da escada externa, conforme indicação na planta baixa do pavimento térreo. As unidades internas dos splits deverão ser instaladas no perímetro dos compartimentos principais, fixadas no alto das paredes de alvenaria. 18

As capacidades dos aparelhos de splits - nº de BTUs - deverão ser compatíveis com o volume de ar a ser condicionado. As redes elétricas, de telefones e de informática deverão ser dispostas em dutos embutidos nas paredes e lajes, e sobre o forro de madeira do pavimento superior. As instalações hidráulicas e tubos de queda pluviais deverão ser embutidos nas paredes. 27. LIMPEZA GERAL E VERIFICAÇÃO FINAL A limpeza geral da obra e a verificação final seguirão as disposições do CE-PMPA. A obra será entregue perfeitamente limpa, livre de entulhos ou restos de construções. Os vidros serão lavados, devendo ser removidos quaisquer vestígios de tinta ou argamassa, deixando-se as superfícies completamente limpas, sob pena de serem substituídas. Todos os metais como maçanetas, espelhos, etc., deverão estar perfeitamente polidos, sem arranhões, sob pena de serem substituídos. Todas as instalações deverão estar funcionando perfeitamente. 28. CONSIDERAÇÕES GERAIS A firma vencedora deverá fornecer, quando da entrega da obra, um cadastro atualizado de plantas com todas as modificações de projetos (arquitetônicos, hidráulico, elétrico, etc.) que se fizerem necessárias no decorrer da construção, devidamente autorizadas pelo fiscal de obra. A empresa deverá entregar os originais que ficarão de posse desta secretaria. A empresa contratada será responsável e responderá durante 5 (cinco) anos pela execução e qualidade dos materiais empregados, nos termos do Art. 1245 do Código Civil Brasileiro que diz: Nos contratos de empreitada de edifícios ou outras construções consideráveis o responsável pelos materiais e execução responderá durante 5 (cinco) anos pela solidez e segurança do trabalho assim em razão dos materiais como do solo, exceto, quanto a este, se, não o achando firme, preveniu em tempo o dono da obra.. ELIZABETE RIBEIRO DUARTE Arquiteta DPP/EPO/SMOV Matrícula 36515.7 19