Nota-se no gametófito taloso de hepática, sua coloração verde e simetria dorsiventral. Figura 1. Gametófito masculino de Symphyogyna sp. visto em esteromicroscópio (aumento de 24x). 1
É possível notar os anterídeos (estruturas esféricas amarelas indicadas pelas setas) sob as escamas localizadas na face dorsal do gametófito masculino. Figura 2. Detalhe do gametófito masculino de Symphyogyna sp. visto em esteromicroscópio (aumento de 40x). 2
Aula prática 5 Briófitas É possível notar os arquegônios (apontados pelas setas) sob as escamas localizadas na face dorsal do gametófito feminino. Figura 4. Gametófito feminino de Symphyogyna sp. visto em esteromicroscópio. 3
Nota-se que o anterídeo possui uma camada de células estéreis protegendo os anterozóides; A cor alaranjada observada no anterídeo se deve à concentração de carotenoides. 75 µm Figura 5. Anterídeo de Symphyogyna sp. visto em microscopia ótica. 4
É possível observar o anterídeo liberando uma nuvem de anterozóides. 75 µm Figura 6. Anterídeo e anterozóides de Symphyogyna sp. vistos em microscopia ótica. 5
Nesse aumento, é possível observar a camada de células estéreis protegendo a oosfera (seta). 30µm Figura 7. Arquegônio de Symphyogyna sp. visto em microscopia ótica. 6
cápsula esporos Nota-se a coloração esbranquiçada da seta e a liberação dos esporos pela cápsula. seta Figura 8. Esporófito de Symphyogyna sp. (sobre gametófitp) visto em estereomicroscópio (aumento de 17x) 7
Nota-se que nesse indivíduo os esporos jáforam liberados, deixando a cápsula aberta em fitas. Figura 9. Esporófito de Symphyogyna sp. (sobre gametófito) visto em estereomicroscópio (aumento de 17x) 8
Nota-se a presença de elatérios (setas), células com paredes espessadas higroscópicas que auxiliam na dispersão dos esporos. 35µm Figura 10. Esporos e elatéreos de Symphyogyna sp. vistos em microscopia ótica. 9
Nota-se neste corte a presença de células parênquimáticas e epidérmicas diferenciadas; Observam-se também células de menor calibre e paredes espessadas no centro do corte, formando uma estrutura análoga à nervura central das plantas vasculares. 90µm Figura 11. Corte transversal do gametófito de Symphyogyna sp. visto em microscopia ótica. 10
esporófito gametófito Nota-se a presença de esporófitos com duas colorações. Os de coloração verde são jovens (fotossintetizantes), enquanto que os maduros são marrons. Figura 12. Gametófitos e esporófitos de uma espécie de musgo visto a olho nu. 11
Aula prática 5 Briófitas É possível notar três estádios de maturação de esporófitos. (1) esporófito jovem: presença de caliptra. (2) e (3) esporófitos maduros com dois tipos diferentes de dentes do peristômio (estruturas responsáveis pela dispersão de esporos no grupo). 1 2 3 Figura 13. Detalhe da cápsula do esporófito de algumas espécies de musgos vistos em estereomicroscópio (aumento de 40x) 12
esporófito Nota-se a coloração azulada do gametófito, que se deve à sua associação com cianobactérias; Os esporófitos de antóceros não têm seta e são fotossintetizantes. A cápsula é alongada e de crescimento contínuo. Possui estômatos em sua superfície. A maturação dos esporos ocorre do ápice para a base (notar as cápsulas abertas longitudinalmente no ápice). gametófito 1 cm Figura 14. Gametófitos e esporófitos de Anthoceros sp. vistos a olho nu. 13
Percebe-se que gametófitos de antóceros apresentam somente um cloroplasto por célula. 60 µm Figura 15. Vista frontal das células do gametófito de Anthoceros sp. em microscopia ótica. 14
Notam-se estômatos (setas) na superfície de um esporófito de antóceros. 65 µm Figura 16. Vista frontal do esporófito de Anthoceros sp. em microscopia ótica. 15
Aula prática 5 Briófitas Nota-se a columela do esporófito apontada pelas setas. 370 µm Figura 17. Cápsula de esporófito de Anthoceros sp. vista em microscopia ótica após maceração. 16
Aula prática 5 Briófitas Nesta sequência de fotos é possível observar a formação de tétrades de esporos, desde a célula mãe de esporo (1), as divisões meióticas, resultando quatro núcleos por célula (2) e a diferenciação de tétrades jovens (3) e maduras (4). 1 3 50 µm 55 µm 2 4 45 µm 55 µm Figura 18. Cápsula de esporófito de Anthoceros sp. vista em microscopia ótica. 17
Detalhe de um protonema, ou seja, corpo celular que dá origem ao gametófito de musgo. Nota-se que a divisão entre suas células éinclinada, diferenciando-o de algas verdes filamentosas. 65 µm Figura 19. Protonema de Physcimitrella patens (musgo). 18