APRESENTAÇÃO PARA A RELOP



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Transcrição:

APRESENTAÇÃO PARA A RELOP PRÉ-SAL E MUDANÇA NO MARCO LEGAL A.Muricy Novembro/2010

Depósitos Evaporíticos Os depósitos evaporíticos, donde designados como acumulações freqüentemente encontradas nos subsuperfície. se inclui aqueles comumente de sal, são ocorrências registros sedimentares em São depósitos decorrentes da restrição de oceanos ou mares isolados aonde o influxo de água é menor do que a evaporação, permitindo assim a precipitação de sais. Podem também, eventualmente, serem formados em lagos ressecados pela severa falta de aporte de água em clima árido. Como em geologia nos acostumamos adizer que o presente éa chave do passado, selecionamos um exemplo de acumulação salífera aflorante em área da Bolívia para ilustrarmos o fenômeno.

El mayor espejo natural del mundo

Situado no planalto boliviano a Salina de Uyuni é um dos grandes desertos de sal do mundo constituindo um gigantesco espelho natural da Terra, ocupando uma área de 12.000 km².

A imensa superfície plana é o resultado do ressecamento de um grande lago original que deixou como relíquias o que hoje são o Lago Titicaca, o Lago Poopó, e as Salinas de Coipasa edeuyuni Uyuni.

Definição de Pré-sal Otermo Pré-sal para designar certos depósitos sedimentares, de muita familiaridade entre geólogos, constitui frequentemente certa ambiguidade e/ou desconhecimento e incertezas para muitos outros, no caso das nossas bacias costeiras. O pré-sal é todo o intervalo depositado, nestas bacias, antes da deposição do sal e compreende, do mais antigo para omais novo, as fases rifte (subsidência mecânica) e sag (subsidência termal). O sal ocorre desde a bacia de Santos até SE-AL, porém as espessuras mais significativas encontram-se nas bacias de Santos, Campos e Espírito Santo. Adeposição salífera no caso das nossas bacias costeiras se deveu à existência de uma mar com restrição ao influxo normal de água.

Evolução Tectono-Estratigráfica - Neocomiano Rifte Ruptura Neocomiano (rifte do do Atlantico) Gondwana - basaltos (Fm Camboriú) Subsidência mecânica - Barremiano/Eoaptiano Depósitos (Fm Guaratiba) Siliciclásticos

Evolução Tectono-Estratigráfica - Transicional Aptiano Fase de Golfo - Carbonatos da (raso e alongado) fase de sag basin (Eoaptiano) Subsidência Termal - Evaporitos Neo-aptiano (Fm Depósitos de carbonatos Ariri) e evaporitos

Evolução Tectono-Estratigráfica - Drifte Fase Regressiva - Terciário (Fm Marambaia) - Cretáceo Superior (Fm Juréia e Mb Ilha Bela) Fase Transgressiva -Cenomaniano/ Turoniano Fase Drifte Megassequência Marinha: (Fm Itajaí-Açu) Megassequência Transgressiva (Albiano/Turaniano) plataforma carbonática e folhelhos - Albiano Megassequência Regressiva (Santoniano/Terciário) Depósitos (Fm Guarujá) siliciclásticos

Sistema Petrolífero Rocha Geradora -Folhelhos marinhos da Fm. Itajaí-Açu (Cenomaniano/Turoniano) -COT: 2-3% Principais Reservatórios Arenitos Plataformais Fm Juréia (Cretáceo Superior) Principal Rocha Geradora -Folhelhos lacustres da Principais Reservatórios Fm. Guaratiba Calcarenitos (Eoalbiano) (Barremiano/Aptiano) Fm. Guarujá -COT: 4% Arenitos (Neo-albiano) NOVO PLAY Fm. Florianópolis Carbonatos (Sag Phase) (Barremiano/Eoaptiano) Fm Guaratiba Principais Reservatórios Turbiditos Fm. Marambaia (Eoceno) Principais Reservatórios Turbiditos Fm Itajaí-Açu (Turoniano- Maastrichtiano)

Pre-Drift Reconstruction

Localização e Limites Geológicos SP RJ PR SC Alto de Florianópolis

Geradores es Migração-Selo gaçãose o A seção geradora para todos os prospectos do Pré-Sal é constituída predominantemente por folhelhos de origem lacustre da fase rifte, muito ricos em matéria orgânica. A migração se dá por falhas normais do rifte, o trapeamento é do tipo estrutural eum importante selo regional é propiciado pelas muralhas de sal. O espesso pacote salífero é ogrande diferencial da área, por propiciar um selo de excepcional eficiência, responsável pela preservação das jazidas preteritamente estabelecidas. Além disto, as muralhas de sal exercem um controle de fundamental importância na área, uma vez que a halita, um dos seus principais componentes, possui elevada condutividade térmica propiciando importantes diminuições de temperatura na base das muralhas ou domos. Isto implica na ocorrência de óleo em profundidades aonde era de se esperar apresença de gás, como observado na área, onde jazidas de óleo ocorrem até cerca de 6000m de profundidade. A variação faciológica ea diagênese dos carbonatos esua distribuição areal éo principal fator de risco para os prospectos.

Caracterização Esquemática do Pré-Sal 2.000 m Corcovado 3.000 m Grandes reservatórios de petróleo e gás natural Situados entre 5.000 e 7.000 metros abaixo do nível do mar Lâminas d'água que podem superar 2.000 metros de profundidade Abaixo de uma camada de sal que, em certas áreas, tem mais de 2 mil metros de espessura. Pré-Sal

Seção Esquemática O pré-sal representa o intervalo de rochas depositado antes do sal e compreende as fases rifte e sag Sal Sag Rifte Levantamento WesternGeco Embasamento

MODELO DE ACUMULAÇÃO Sistema petrolífero: 1. gerador lacustre (rifte) 2.reservatório da fase sag (estromatolitos e microbiolitos) 3.migração por falhas normais do rifte 4. trapa estrutural (fechamento contra alto estrutural) 5 2 3 1 4 5.selo regional (muralhas de sal). 0 Fonte: site IBP

Objetivos e produção estabelecida antes da descoberta de óleo no Pré-sal da Bacia de Santos Poço Pioneiroi

Polígono do Pré-sal 2-ANP-2-RJS 2-ANP-1-RJS Bacia de Santos 2-ANP-2-RJS 2-ANP-1-RJS Bacia de Campos Poços secos Poços em perfuração (ABR/2010) Óleo Óleo e gás Gás Pre-Salt Área do Polygon Pré-sal (Bill of Law 5.938/2009) Campos em produção/desenv. Blocos Exploratórios (Rodadas) 0 1 2 3 4 5 6 7 9

A PROVÍNCIA DO PRÉ-SAL A grande área em azul representa possibilidades de ocorrências de reservas no pré-sal, mas não indica um reservatório único. Área total da Província: 149.000 km² Área já concedidas: 41.772 km² (28%) Área concedida c/ partc. Petrobras: 35.739 km² (24%) Área sem concessão : 107.228 km² (72%)

Blocos com notificação de descobertas e sua cronologia no Pré-sal da Bacia de Santos BM-S-10 Parati (prospecto de 2005) BM-S-11 Tupi (prospecto de 2006) BM-S-9 Carioca (prospecto de 2007) BM-S-21 Caramba (prospecto de 2007) BM-S-24 Jupiter Jupiter (prospecto de 2008) BM-S-8 Bem-Te-Vi (prospecto de 2008) BM-S-9 Guará (prospecto de 2008) BM-S-11 Iara (prospecto de 2008)

AS DESCOBERTAS AVALIADAS E A AVALIAR PELA PETROBRAS NA BACIA DE SANTOS DEFINIÇÃO DE UM NOVO MARCO REGULATÓRIO Em 70 anos de exploração( 1939-2009) chegamos a 14 bilhões de barris de reservas Na Bacia de Santos estabeleceram-se as principais descobertas de reservas do Pré-sal, todas na década atual. Cálculos iniciais apontam que as reservas das estruturas ao lado indicadas poderão duplicar as atuais reservas brasileiras através dos volumes estimados. Nesta área foram perfurados 11 poços pela Petrobras, todos com Notificação de Descoberta, grande parte já positivamente avaliada, redundando seguramente numa altíssima taxa de sucesso. Diante destas constatações, significativas reservas já consolidadas(tupi, Guará, Iara,etc) e excelentes perspectivas para as demais estruturas ainda não testadas, tudo isto aliado ao baixíssimo risco exploratório, fez com que o Governo Brasileiro optasse por um NOVO MARCO REGULATÓRIO para esta área. Tal decisão também foi amparada pela preocupação do governo em assumir o controle da produção na área. 50 km BM-S-21 Poços Perfurados Bacia de Santos BM-S-8 Rio de Janeiro BM-S-10 Parati Carioca Bem-te-vi Guará Iguaçu Caramba BM-S-22 Exxon BM-S- 11 Tupi Iara BM-S-9 Júpiter BM-S-24

Impacto das Descobertas Anúncio de uma nova província petrolífera no pré-sal Impacto político: CNPE e Presidência da República Decisão de retirada dos 41 blocos do pré-sal ld da 9ª. Rodada d Decisão de estudar o marco regulatório para esta nova província: Comissão Interministerial criada pelo CNPE Participação da Petrobras nas áreas já concedidas Área concedida para outras operadoras Área com participação da Petrobras 15% Pré Sal Área concedida (41.000 km2) Área não concedida (71.000 km2) 37% 63% 85%

NOVO MARCO LEGAL Diante do anteriormente exposto foi decidido pelo governo estabelecer na área Contrato de Partilha de Produção celebrado entre a União como CONTRATANTE e a Pré-Sal Petróleo S.A (em fase de implantação) como GESTORA, tendo a Petrobras como CONTRATADO (operador) eaanp como INTERVENIENTE. Além disto, por ocasião das licitações a serem efetuadas dentro deste novo modelo, aberto às demais petroleiras,apetrobras já participaria com um mínimo de 30%, podendo aumentar este percentual no decorrer da licitação. Então, esta nova modalidade contratual irá prevalecer no polígono do Pré-Sal, ficando as demais áreas sedimentares do país sob os Contratos de Concessão até então vigentes.

NOVO MARCO LEGAL ALGUMAS DIFERENÇAS FUNDAMENTAIS Contrato de Partilha Concessão Gerência Operações País Cia. Propriedade d do Ativo País Cia. e País Propriedade da Produção País e Cia. Cia.

Prospectos selecionados para Certificação de Reservas 1) Libra 2) Franco 3) Florim 4) Iara (Entorno) 5) NE de Tupi 6) Tupi (Entorno Sul) 7) Júpiter (Entorno) 8) Guará Sul 9) Peroba 10) Pau Brasil

RESERVAS ESTIMADAS PELA CERTIFICADORA CREDENCIADA ACertificadora Gaffney-Cline Cline, contratada pela ANP para proceder os cálculos volumétricos nas dez áreas previamente selecionadas e anteriormente indicadas, chegaram aos seguintes números para os volumes de ÓLEO RECUPERÁVEL, em BILHÕES DE BARRIS : Estrutura t t de Franco - 5,44 Estrutura de Libra - 7,91 Extensão de Tupi (S) - 0,04 04 Tupi Nordeste 0,18 Peroba - 0,38 Extensão de Iara - 0,76 Florim - 0,0707 Extensão de Júpiter - 0,33 Pau Brasil - 0,24 Extensão de Guará - 0,0606 TOTAL GERAL :15,41 BILHÕES DE BARRIS

Estimativas de Volume Franco Cálculo do volume de rocha da estrutura (P10 e P90); Leitura das curvas LAS do perfil composto para definição da porosidade e net pay (Cut off = 4%); Gross perfil composto; Cálculo do volume (software Crystal Ball) Premissas Porosidade 4,00% 10,70% 14,00% So 69,00% 79,00% 85,00% Volume de rocha (m³x10^6) 83.000 83.000 83.000 Net to gross % 41% 76% 93% VOIP (milhões de bbl) 33.583 Bo 145 1,45 15 1,5 155 1,55 Fator de recuperação 10% 16% 30% Volume recuperável (bblx10^6) 2.239 3.582 6.717 RGO 185,6 219,57 258,5 Volume Recuperável (P50): 5,43 BBL FR=30%

Alavancas e Demandas Tecnológicas Grandes desafios foram vencidos na área, tais como, conviver com lâminas d água superiores a 2000m; perfurar mais de 2000m de sal e penetrá-los com a presteza necessária para revestir este pacote com segurança e rapidez; enfrentar condições marítimas adversas a mais de 200 km da costa. Outras demandas estão sendo tratadas e/ou estudadas, como as que destacamos: Definição da qualidade do reservatório carbonático a partir de uma conjugação de dados d de poço esísmica. Viabilidade técnica da injeção de água e/ou gás para recuperação secundária. Desvio de poços dentro da zona de sal. Poços de longo afastamento Qualificação de equipamentos aptos aconviver com LDA de 2200m. Materiais resistentes aelevados teores de CO² eteores de até 0,5 ppm de H²S.