AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOSÉ SILVESTRE RIBEIRO IDANHA-A-NOVA ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3ºCICLOS COM SECUNDÁRIO JOSÉ SILVESTRE RIBEIRO PLANIFICAÇÃO DE GEOGRAFIA A ENSINO SECUNDÁRIO CURSO GERAL DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS 10º ANO 2016/2017 IDANHA-A-NOVA Setembro de 2016
GEOGRAFIA A - 10º ANO 2016/17 PORTUGAL: Potencializar os recursos, promover o desenvolvimento TEMAS/CONTEÚDOS N.º AULAS APRESENTAÇÃO E METODOLOGIA E AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO 3 MÓDULO INICIAL 12 A constituição do território nacional 4 A posição geográfica de Portugal 4 A inserção de Portugal em diferentes espaços 4 1. A POPULAÇÃO, UTILIZADORA DE RECURSOS E ORGANIZADORA DE ESPAÇOS 42 1.1. A população: evolução e diferenças regionais 32 1.1.1. A evolução da população na 2ª metade do século XX 10 1.1.2. As estruturas e comportamentos socio-demográficos 12 1.1.3. Os principais problemas socio-demográficos 6 1.1.4. O rejuvenescimento e a valorização da população 4 1.2. A distribuição da população 10 1.2.1. Os condicionantes da distribuição da população 6 1.2.2. Os problemas na distribuição da população 4 2. OS RECURSOS NATURAIS DE QUE A POPULAÇÃO DISPÕE: USOS, LIMITES E POTENCIALIDADES 139 4 2.1. Os recursos do subsolo 20 2.1.1. As áreas de exploração dos recursos minerais 6 2.1.2. A exploração e distribuição dos recursos energéticos 6 2.1.3. Os problemas na exploração dos recursos do subsolo 4 2.1.4. Novas perspetivas de exploração e utilização dos recursos do subsolo 4 2.2. A radiação solar 34 2.2.1. A ação da atmosfera sobre a radiação solar 10 2.2.2. A variabilidade da radiação solar 10 2.2.3. A distribuição da temperatura 8 2.3.4. A valorização económica da radiação solar 6 2.3. Os recursos hídricos 52 2.3.1. A especificidade do clima português 20 2.3.2. As disponibilidades hídricas 18 2.3.3. A gestão dos recursos hídricos 14 2.4. Os recursos marítimos 33 2.4.1. As potencialidades do litoral 10 2.4.2. A actividade piscatória 8 2.4.3. A gestão do espaço marítimo 8 2.4.4. A rentabilização do litoral e dos recursos marítimos 7 TOTAL DE AULAS PREVISTAS 196 O número de aulas previsto integra as atividades de avaliação
A POSIÇÃO DE PORTUGAL NA EUROPA E NO MUNDO Núcleo concetual: A posição geográfica de Portugal e a sua inserção em diferentes espaços são fatores de valorização cultural e económica. Conteúdos: - A constituição do território nacional - A posição geográfica de Portugal Continental e Insular - A inserção de Portugal em diferentes espaços OBJETIVOS A ATINGIR CONCEITOS A ADQUIRIR ESTRATÉGIAS ATIVIDADES AVALIAÇÃO Valorizar as diferenças entre indivíduos e culturas. Demonstrar tolerância e capacidade de diálogo crítico. Rentabilizar técnicas de expressão gráfica e cartográfica desenvolvidas ao longo do processo de aprendizagem. Utilizar as TIC, nomeadamente os meios informáticos, telemáticos e vídeo. Conhecer a constituição das diferentes unidades territoriais portuguesas; Conhecer a posição de Portugal Continental e Insular na Europa e no Mundo; Reconhecer a importância da posição geográfica de Portugal no contexto cultural europeu; Reconhecer a necessidade de mudança da escala de análise na compreensão do espaço geográfico. Reconhecer a importância da integração de Portugal no contexto da União Europeia; Compreender a estruturação do território nacional em diferentes escalas de análise, assim como as Acordo multilateral Arquipélago CCP Cidadania Concelho Coordenadas geográficas CPLP Descentralização Desconcentração Desenvolvimento Distrito Escala Espaço lusófono Freguesia Interdependência Localização absoluta Localização relativa Mercado Comum Moeda única Mundialização NUT Ordenamento PALOP PDM Planeamento Plano Potencialização Região Administrativa Região Autónoma O professor distribui uma ficha de trabalho aos alunos, contendo o contorno das unidades geográficas portuguesas e a divisão por distritos (no continente), devendo os alunos identificar cada uma dessas parcelas constituintes. Após a conclusão, será projetado um acetato com a resolução da ficha para que os alunos procedam à sua autocorreção. Apresentação pelo professor, recorrendo à projeção de acetatos e aos mapas do manual, de outros critérios de divisão do território português, com fundamentação desses critérios, recorrendo a questões dirigidas para verificar a apreensão por parte dos alunos. Utilização de mapas da Península Ibérica, da Europa e do Mundo, afixados na sala, para, com a solicitação individual dos alunos, permitir que estes procedam à localização de Portugal em mapas de diferentes escalas, quer em termos absolutos quer relativos, assim como a resolução de problemas de escalas. Construção pelos alunos de uma mapa mental da União Europeia, com identificação dos países, que será recolhido e corrigido pelo professor e posteriormente devolvido aos alunos. Avaliação Diagnóstico: * Registo das intervenções das respostas dos alunos às questões colocadas sobre a divisão administrativa de Portugal. * Registo da resolução de problemas pelos alunos sobre localização e escalas. * Registo da avaliação qualitativa do trabalho de grupo sobre a UE. 3
suas interacções com os espaços ibérico e europeu. Reconhecer a importância do espaço lusófono; Reconhecer a importância das relações de Portugal com as comunidades portuguesas e com a CPLP. Regionalização Território Tratado de Maastricht Tratado de Roma União Europeia Zona Temperada do Norte Projecção de um vídeo/diapositivos sobre a União Europeia que o professor utilizará para, através de pequenos grupos, solicitar uma síntese (que o professor recolherá no final da atividade para avaliar) que releve os aspetos relacionados com a integração de Portugal na UE. Cada grupo apresentará as suas conclusões, seguindo-se um debate orientado pelo professor. Recolha de informação na comunicação social e Internet, feita em grupo de alunos, acerca da presença de colónias portuguesas ou traços da sua presença em diversos pontos do mundo, com apresentação das notícias obtidas e comentário em grupo alargado e orientado pelo professor. Conclui-se a atividade com a produção de um planisfério onde se regista, através de legenda temática, essa presença portuguesa no mundo. 4
A POPULAÇÃO, UTILIZADORA DE RECURSOS E ORGANIZADORA DE ESPAÇOS evolução e diferenças regionais Núcleo conceptual: O estudo da população é fundamental quer na perspetiva de que é um recurso a potencializar na procura de uma melhoria da sua própria qualidade de vida quer na de que os recursos, os que a natureza disponibiliza, só são significativos pela necessidade que deles tem a população. Conteúdos: - A evolução da população na 2ª metade do século XX - As estruturas e comportamentos socio-demográficos:. a estrutura etária; a estrutura activa; o nível de instrução e qualificação profissional - Os principais problemas sociodemográficos:. o envelhecimento; o declínio da fecundidade; o baixo nível educacional; a situação perante o desemprego - O rejuvenescimento e a valorização da população:. os incentivos à natalidade; a qualificação da mão-de-obra OBJETIVOS A ATINGIR CONCEITOS A ADQUIRIR ESTRATÉGIAS ATIVIDADES AVALIAÇÃO Relacionar a evolução da população portuguesa, na 2ª metade do séc. XX, com o comportamento das variáveis demográficas; Relacionar a evolução da população portuguesa, na 2ª metade do século XX, com a mobilidade da população; Explicar a variação do comportamento das variáveis demográficas; Caraterizar a estrutura etária da população portuguesa; Explicar desigual distribuição das variáveis demográficas no espaço português; Equacionar as consequências dos principais problemas demográficos; Debater medidas possíveis de contribuir para a resolução dos problemas demográficos; Classe etária Classe oca Conjuntura ou situação conjuntural Crescimento efetivo Crescimento natural Desemprego Desenvolvimento sustentável Emigração Emigração permanente Emigração temporária Envelhecimento demográfico Esperança de vida à nascença Estrutura de população activa Estrutura etária Fecundidade Imigração Índice de dependência de idosos Índice de dependência de jovens Índice de dependência total Análise de mapas e gráficos com debate orientado através de perguntas abertas e fechadas. Interpretação de textos. * Registo das intervenções * Realização de fichas formativas * Correção em grupo das fichas formativas 5
Reconhecer a importância do ordenamento do território na qualidade de vida da população; Reflectir sobre medidas concretas de intervenção do PDM do concelho onde se situa a escola. Índice de envelhecimento Índice sintético de fecundidade Literacia Modelo de transição demográfica Movimentos migratórios Nível/grau de instrução Nível de qualificação profissional Pirâmide etária Política demográfica natalista População activa População analfabeta População inativa Qualidade de vida Rejuvenescimento Renovação de gerações Saldo ou crescimento migratório Situação perante o emprego Subemprego Taxa de actividade Taxa de alfabetização Taxa de analfabetismo Taxa de crescimento natural Taxa de crescimento migratório Taxa de desemprego Taxa de divorcialidade Taxa de emigração Taxa de escolarização Taxa de fecundidade Taxa de imigração Taxa de mortalidade Taxa de mortalidade infantil Taxa de natalidade Taxa de nupcialidade Terciarização TIC Construção e análise de gráficos e outros materiais multimédia sobre evolução e estruturas da população portuguesa. Pequenos espaços expositivos intercalados com perguntas dirigidas, de forma a suscitar debate. * Verificação dos materiais gráficos/multimédia produzidos * Teste sumativo 6
A POPULAÇÃO, UTILIZADORA DE RECURSOS E ORGANIZADORA DE ESPAÇOS a distribuição da população Núcleo conceptual: O estudo da população é fundamental quer na perspetiva de que é um recurso a potencializar na procura de uma melhoria da sua própria qualidade de vida quer na de que os recursos, os que a natureza disponibiliza, só são significativos pela necessidade que deles tem a população. Conteúdos: - Os condicionantes da distribuição da população:. os fatores naturais. os fatores humanos - Os problemas na distribuição da população. a litoralização do povoamento / o despovoamento do interior OBJETIVOS A ATINGIR CONCEITOS A ADQUIRIR ESTRATÉGIAS ATIVIDADES AVALIAÇÃO Relacionar a desigual distribuição espacial da população com fatores naturais; Relacionar a desigual distribuição espacial da população com fatores humanos; Explicar os problemas na distribuição da população; Debater medidas passíveis de atenuar as assimetrias regionais na distribuição espacial da população. Assimetrias regionais Bipolarização Capacidade de carga humana Densidade populacional Despovoamento Litoralização Migração interna Êxodo rural Interpretação individual, com posterior envolvimento do grupo, de gráficos e mapas. Trabalho de pequeno grupo, com recurso à produção de conteúdos multimédia, sobre os contrastes na distribuição da população portuguesa, com exposição dos resultados e debate alargado. * Registo das intervenções * Trabalhos produzidos pelos grupos * Ficha formativa * Teste sumativo 7
Os recursos naturais de que a população dispõe: usos, limites e potencialidade OS RECURSOS DO SUBSOLO Núcleo conceptual: O inventário dos recursos naturais que a população tem ao seu dispor e a forma como os utiliza permite avaliar o resultado das ações humanas sobre o território e as potencialidades de valorizar os recursos, de forma sustentada. Conteúdos: - As áreas de exploração dos recursos minerais - A exploração e distribuição dos recursos energéticos - Os problemas na exploração dos recursos do subsolo. os custos de exploração. a dependência externa. o impacto ambiental - Novas perspectivas de exploração e utilização dos recursos do subsolo OBJETIVOS A ATINGIR CONCEITOS A ADQUIRIR ESTRATÉGIAS ATIVIDADES AVALIAÇÃO Conhecer a localização geográfica dos recursos de subsolo de maior valor económico; Compreender as desigualdades na distribuição e consumo de energia; Relacionar as desigualdades no consumo de energia com os níveis de desenvolvimento das regiões; Compreender principais condicionalismos na exploração dos recursos do subsolo; Explicar a dependência de Portugal relativamente aos recursos do subsolo, em particular os energéticos; Reconhecer os impactos ambientais da extração de minérios; Reconhecer a necessidade de valorizar os recursos endógenos Acessibilidade Água de nascente Água mineral Água termal Balança comercial Biogás Biomassa Central termoeléctrica Combustível Combustível fóssil Energia alternativa Energia eólica Energia geotérmica Energia hidroeléctrica Energia maremotriz Energia nuclear Energia primária Energia solar Gás natural Gasoduto Indústria extrativa Intensidade energética Exposições curtas como referencial para debate aberto e alargado. Interpretação de mapas e gráficos com orientações através de questões dirigidas. Análise de textos. * Avaliação formativa com registo das intervenções e dos trabalhos produzidos. * Relatório individual da visita de estudo. * Teste sumativo 8
Reconhecer a importância das termas no desenvolvimento de actividades de turismo e de lazer; Equacionar as implicações financeiras e ambientais da introdução e/ou intensificação das energias renováveis; Reconhecer a importância da integração de Portugal na Política Energética Comum. Jazida/jazigo Mineral metálico Mineral não metálico Mini-hídrica Prospecção Recurso endógeno Recurso energético Recursos não renovável Recurso renovável Rocha industrial Rocha ornamental Subsolo Turismo termal Unidade geomorfológica ou Morfo-estrutural ZEE Visita de estudo à Bacia Terceária do Tejo com relatório individual descritivo e interpretativo. 9
Os recursos naturais de que a população dispõe: usos, limites e potencialidade A radiação solar Núcleo conceptual: O inventário dos recursos naturais que a população tem ao seu dispor e a forma como os utiliza permite avaliar o resultado das ações humanas sobre o território e as potencialidades de valorizar os recursos, de forma sustentada. Conteúdos: - A variabilidade da radiação solar em Portugal Continental e Insular..a atmosfera e a radiação solar. a variação ao longo do ano. a distribuição geográfica - A distribuição da temperatura no território nacional. os contrastes estacionais. os fatores de variação - A valorização da radiação solar. a energia solar. o turismo OBJETIVOS A ATINGIR CONCEITOS A ADQUIRIR ESTRATÉGIAS ATIVIDADES AVALIAÇÃO Relacionar a variação da radiação solar com o movimento de translação; Explicar o papel da atmosfera na variação da radiação solar; Explicar as diferenças de duração e intensidade da radiação solar no território nacional; Comparar o número de horas de sol descoberto em Portugal com outros países da Europa; Explicar os efeitos da topografia na radiação solar; Explicar a variação anual da temperatura em Portugal; Reconhecer a existência de condições de insolação favoráveis ao uso da energia solar; Absorção Amplitude de variação térmica Ângulo de incidência Atmosfera Células fotovoltaicas Colectores solares Comprimento de onda Constante solar Construção solar passiva Dia natural Difusão Equilíbrio térmico Equinócio Gradiente térmico Insolação Isotérmicas Massa atmosférica Movimento anual aparente do Sol Utilização de esquemas no quadro e/ou projectados como suporte para exposições curtas e perguntas visando reavivar/introduzir conceitos/mecanismos básicos. Interpretação individual e em grupo de mapas, gráficos e textos. * Registo da intervenções * Ficha formativa 10
Problematizar o uso da energia solar; Reconhecer a importância da duração da insolação na valorização turística do território nacional. Movimento de rotação da Terra Movimento de translação da Terra Radiação solar Radiação solar difusa Radiação solar directa Radiação solar global Radiação terrestre Reflexão Solstício Tecnologias limpas Temperatura média Turismo balnear Encostas soalheiras Encostas umbrias Zonas extratropicais Zona intertropical Produção de materiais gráficos seguido de debate sobre as conclusões obtidas. * Teste sumativo 11
Os recursos naturais de que a população dispõe: usos, limites e potencialidade Os recursos hídricos Núcleo conceptual: O inventário dos recursos naturais que a população tem ao seu dispor e a forma como os utiliza permite avaliar o resultado das ações humanas sobre o território e as potencialidades de valorizar os recursos, de forma sustentada. Conteúdos: - A especificidade do clima português. a estação estival seca. a irregularidade intra e interanual da precipitação - As disponibilidades hídricas. as águas superficiais. as águas subterrâneas - A gestão dos recursos hídricos OBJETIVOS A ATINGIR CONCEITOS A ADQUIRIR ESTRATÉGIAS ATIVIDADES AVALIAÇÃO Reconhecer o papel do ciclo hidrológico na manutenção do equilíbrio da Terra; Conhecer a circulação geral da atmosfera na zona temperada do hemisfério norte; Relacionar a variabilidade da precipitação com a deslocação, em latitude, das cinturas de altas e baixas pressões; Analisar as situações meteorológicas que mais frequentemente afectam o estado de tempo em Portugal; Explicar os tipos de precipitação mais frequentes em Portugal; Relacionar a variação da precipitação com a altitude e a disposição do relevo; Caraterizar o clima de Portugal Continental e Insular; Águas residuais ou efluentes Águas subterrâneas Águas superficiais Albufeira Altas pressões Amplitude térmica anual Bacia hidrográfica Baixas pressões Balanço hídrico Barragem Barreira de condensação Caldeiras Cartas de prognóstico Cartas sinópticas Caudal Centros anticiclónicos Cheia Ciclo hidrológico Clima Condensação Consumo útil Calmarias equatoriais ou Exploração dialogada de textos e materiais gráficos. Exposição inicial de conceitos/mecanismos utilizando esquemas, figuras do manual ou material projectado, visando o diálogo orientado. * Registo das intervenções * Ficha formativa 12
Relacionar as disponibilidades hídricas com a quantidade e o tipo de precipitação; Caraterizar a rede hidrográfica; Relacionar o regime dos cursos de água com a irregularidade da precipitação; Conhecer os factores que interferem na variação de caudal dos cursos de água; Equacionar a necessidade de armazenamento das águas superficiais; Conhecer os fatores que condicionam a produtividade aquífera; Reconhecer que as actividades humanas interferem na quantidade e qualidade das águas; Equacionar os riscos na gestão dos recursos hídricos; doldrums Convergência intertropical (CIT) Declive Centros de baixas pressões Desertificação Disponibilidade hídrica Drenagem Eficiência de utilização da água Escoamento superficial/escorrência Estado de tempo Eutrofização Evaporação Evapotranspiração Exurgência Frente oclusa Frente polar Geada Humidade absoluta Humidade relativa Infiltração Isóbaras Jet-stream Lagoas Lei de Coriolis Lixiviação Manto freático Massa de ar Meteorologia Nortada Orvalho Plano de bacia hidrográfica (PBH) Permeabilidade Perturbação frontal Planícies aluviais Plano de ordenamento de albufeiras (POA) Poluição difusa Trabalho de grupo, com exposição e debate. Visita de estudo ao Vale do Tejo com relatório individual descritivo e interpretativo. * Trabalho de grupo * Relatório individual da visita de estudo. * Teste sumativo 13
Ponto de orvalho Ponto de saturação Precipitação Pressão atmosférica Produtividade aquífera Rede hidrográfica Ressurgência Salinização Superfície frontal Toalha cársica Toalha ou lençol freático Vento 14
Os recursos naturais de que a população dispõe: usos, limites e potencialidade Os recursos marítimos Núcleo conceptual: O inventário dos recursos naturais que a população tem ao seu dispor e a forma como os utiliza permite avaliar o resultado das ações humanas sobre o território e as potencialidades de valorizar os recursos, de forma sustentada. Conteúdos: - As potencialidades do litoral. a costa portuguesa. a plataforma continental - A actividade piscatória. as principais áreas de pesca. as infraestruturas portuárias e a frota. a qualificação da mão-de-obra - A gestão do espaço marítimo - A rentabilização do litoral e dos recursos marítimos OBJETIVOS A ATINGIR CONCEITOS A ADQUIRIR ESTRATÉGIAS ATIVIDADES AVALIAÇÃO Compreender a ação erosiva do mar sobre a linha de costa; Relacionar a localização dos portos com a direção dos ventos, das correntes marítimas e a configuração de costa; Relacionar as disponibilidades de recursos piscatórios da ZEE com a extensão da plataforma continental e com as correntes marítimas; Problematizar a aplicação da Política Comum das Pescas na actividade piscatória; Compreender a necessidade da gestão racional dos stocks; Compreender que a existência da actividade piscatória induz o desenvolvimento de outras atividades; Abrasão marinha Águas territoriais Aquicultura Arribas Assoreamento Barra Captura Correntes marítimas Deriva Norte-Sul Dessalinização Dragagem Energia eólica Energia das marés Erosão marinha Erosão mecânica Erosão química Estuário Frota de pesca Haff-delta Sensibilização para o tema através da projeção de diapositivos sobre aspectos da costa portuguesa e das atividades piscatórias acompanhada do preenchimento de uma ficha em que cada aluno tenta identificar/localizar de cada diapositivo. Utilização de imagens do livro e esquemas desenhados no quadro pelo professor para, através de diálogo orientado e intercalado de referências explicativas, os alunos apreenderem a acção do mar e as características da costa portuguesa. Realização de um trabalho de grupo com a * Ficha diagnóstico com auto correcção a partir de chave fornecida pelo professor. * Registo das intervenções sobre a acção do mar e as características da costa. * Ficha síntese do trabalho sobre a ativi- 15
Compreender a importância dos acordos bilaterais na diversificação das áreas de pesca; Relacionar a extensão da ZEE com os problemas que se colocam à sua gestão e controlo; Utilizar o processo de inferência para interpretar documentos geográficos e dados estatísticos, encaminhar a pesquisa, responder a problemas ou levantar novos problemas. Utilizar as Tecnologias de Informação e Comunicação, nomeadamente os meios informáticos e vídeo. Equacionar medidas passíveis de potencializar o uso do espaço marítimo e das áreas litorais; Debater a importância do ordenamento das orlas costeiras. Lido Linha de costa Lota Maré negra Nortada Pesca artesanal Pesca costeira Pesca do largo Pesca do alto/longínqua Pesca industrial Pesca local Plâncton Plataforma continental Plano de ordenamento da orla costeira (POOC) Praia Quotas de pesca Ria Recursos piscícolas Rede de frio Restinga Stock TAB Talude continental Tipos de pesca Upwelling ZEE distribuição, por cada grupo, de quadros estatísticos, gráficos, mapas e textos do manual sobre a actividade piscatória e a Política Comum de Pescas. Elaboração de uma ficha síntese por parte de cada grupo, respeitante à temática estudada, com posterior distribuição das fichas corrigidas a toda a turma de forma a sustentar um debate conclusivo alargado e orientado pelo professor. Projeção de um vídeo sobre a problemática do uso dos recursos marinhos e das utilizações da orla costeira para, após debate em pequeno grupo acerca desta temática, cada grupo apresentar um painel sobre o uso racional do espaço marítimo e/ou do ordenamento das orlas costeiras, para divulgação em espaço do edifício escolar (eventualmente integrados em atividades de final de ano lectivo e com possível concurso de exposição de materiais produzidos pelos alunos). dade piscatória e a PEC. - Avaliação da ficha. * Ficha síntese do trabalho sobre a atividade piscatória e a PEC. * Painéis produzidos em grupo com registo da classificação. * Teste sumativo 16