Disciplina: Geografia A Módulo(s) 1, 2 e 3
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- Guilherme Martins
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1 Agrupamento de Escolas de Rio Tinto nº 3 Escola Básica e Secundária de Rio Tinto ENSINO SECUNDÁRIO RECORRENTE POR MÓDULOS CAPITALIZÁVEIS MATRIZ DE PROVA DE AVALIAÇÃO EM REGIME NÃO PRESENCIAL Disciplina: Geografia A Módulo(s) 1, 2 e 3 Duração da prova: 135 minutos Modalidade: Prova escrita Módulo(s)/tema Conteúdos Competências/Objetivos Estrutura da Prova/ itens de avaliação 0 - A posição de Portugal na Europa e no Mundo 1. A população, utilizadora de recursos e organizadora de espaços 0.1 Localização relativa de Portugal na Europa e no mundo 0.2 A inserção de Portugal em diferentes espaços culturais e económicos 1.1 A população: evolução e diferenças regionais A evolução da população na 2.ª metade do século XX As estruturas e os comportamentos sociodemográficos - Conhecer a constituição das diferentes unidades territoriais portuguesas - Conhecer a posição de Portugal Continental e Insular na Europa e no Mundo posição geográfica de Portugal integração de Portugal no contexto da União Europeia - Relacionar a evolução da população portuguesa, na 2ª metade do séc. XX, com o comportamento das variáveis demográficas; - Relacionar a evolução da população portuguesa, na 2ª metade do séc. XX, com a mobilidade da população; A prova pode incluir os seguintes tipos de itens: itens de seleção (escolha múltipla) e itens de construção (de resposta curta, restrita e extensa) Cotações (Total 200 ) 1
2 2. Os recursos naturais Os principais problemas sociodemográficos O rejuvenescimento e a valorização da população 1.2 A distribuição da população Os condicionantes da distribuição da população Os problemas na distribuição da população 2.1 Os recursos marítimos - Explicar a variação do comportamento das variáveis demográficas; - Caracterizar a estrutura etária da população portuguesa; - Explicar a desigual distribuição das variáveis demográficas no espaço português; - Equacionar as consequências dos principais problemas demográficos; - Debater medidas passíveis de contribuir para a resolução dos problemas demográficos; - Reconhecer a importância do ordenamento do território na melhoria da qualidade de vida da população. - Relacionar a desigual distribuição espacial da população com fatores naturais; - Relacionar a desigual distribuição espacial da população com fatores humanos; - Explicar os problemas na distribuição da população; - Debater medidas passíveis de atenuar as assimetrias regionais na distribuição espacial da população; - Equacionar o papel do ordenamento territorial no atenuar dos desequilíbrios na distribuição espacial da população. - Compreender a acção erosiva do 2
3 de que a população dispõe: o mar, o subsolo e o Sol As potencialidades do litoral A atividade piscatória A gestão do espaço marítimo A rentabilização do litoral e dos recursos marítimos mar sobre a linha de costa; - Relacionar a localização dos portos com a direção dos ventos, das correntes marítimas e a configuração da linha de costa; - Relacionar as disponibilidades de recursos piscatórios da ZEE com a extensão da plataforma continental e com as correntes marítimas; - Problematizar a aplicação da Política Comum das Pescas na actividade piscatória portuguesa; - Compreender a necessidade da gestão racional dos stocks; - Compreender que a existência da actividade piscatória induz o desenvolvimento de outras atividades; - Compreender a importância dos acordos bilaterais na diversificação das áreas de pesca; - Relacionar a extensão da ZEE com os problemas que se colocam à sua gestão e controlo; - Equacionar medidas passíveis de potencializar o uso do espaço marítimo e das áreas litorais; - Debater a importância do ordenamento das orlas costeiras; - Debater a importância da extensão e da posição da costa portuguesa na circulação marítima internacional. 2.2 Os recursos do subsolo As áreas de exploração dos - Conhecer a localização geográfica dos recursos de subsolo de maior 3
4 recursos minerais A exploração e a distribuição dos recursos energéticos Os problemas na exploração dos recursos do subsolo Novas perspetivas de exploração e de utilização dos recursos do subsolo valor económico; - Compreender as desigualdades na distribuição e consumo de energia; - Relacionar as desigualdades no consumo de energia com os níveis de desenvolvimento das regiões; - Compreender os principais condicionalismos na exploração dos recursos do subsolo; - Explicar a dependência de Portugal relativamente aos recursos do subsolo, em particular, os energéticos; - Reconhecer os impactos ambientais da extração de minérios; - Debater a política ambiental nacional para o setor; - Reconhecer a necessidade de valorizar os recursos endógenos; s termas no desenvolvimento de atividades de turismo e de lazer; - Equacionar as implicações financeiras e ambientais da introdução e/ou intensificação das energias renováveis; integração de Portugal na Política Energética Comum. 2.3 A radiação solar A variação da radiação solar em Portugal Continental e - Relacionar a variação da radiação solar com o movimento de translação; 4
5 Insular A distribuição da temperatura no território nacional A valorização da radiação solar - Explicar o papel da atmosfera na variação da radiação solar; - Explicar as diferenças de duração e intensidade da radiação solar no território nacional; - Comparar o número de horas de sol descoberto em Portugal com outros países da Europa; - Explicar os efeitos da topografia na radiação solar; - Explicar a variação anual da temperatura em Portugal; - Reconhecer a existência de condições de insolação favoráveis ao uso da energia solar; - Problematizar o uso da energia solar; duração da insolação na valorização turística e agrícola do território nacional. 3. Os recursos naturais de que a população dispõe: a água 3.1 Os recursos hídricos A especificidade do clima português As disponibilidades hídricas A gestão dos recursos hídricos - Reconhecer o papel do ciclo hidrológico na manutenção do equilíbrio da Terra; - Conhecer a circulação geral da atmosfera na zona temperada do Hemisfério Norte; - Relacionar a variabilidade da precipitação com a deslocação, em latitude, das cinturas de altas e de baixas pressões; - Analisar as situações meteorológicas que mais frequentemente afetam o estado de 5
6 tempo em Portugal; - Explicar os tipos de precipitação mais frequentes em Portugal; - Relacionar a variação da precipitação com a altitude e a disposição do relevo; - Caracterizar o clima de Portugal Continental e Insular; - Relacionar as disponibilidades hídricas com a quantidade e o tipo de precipitação; - Caracterizar a rede hidrográfica; - Relacionar o regime dos cursos de água com a irregularidade da precipitação; - Conhecer os fatores que interferem na variação de caudal dos cursos de água; - Equacionar a necessidade de armazenamento das águas superficiais; - Conhecer os fatores que condicionam a produtividade aquífera; - Reconhecer que as atividades humanas interferem na quantidade e qualidade das águas; - Equacionar os riscos na gestão dos recursos hídricos; - Inferir a necessidade de estabelecer acordos internacionais na gestão dos recursos hídricos; - Debater medidas conducentes ao controlo da quantidade e qualidade da água; 6
7 Material autorizado: Utilizar apenas caneta ou esferográfica de tinta azul ou preta. É interdito o uso de «esferográfica-lápis» e de corretor. O examinando pode utilizar régua, transferidor e calculadora do tipo não alfanumérico, não programável. Critérios de Classificação - Debater a importância do ordenamento das albufeiras e das bacias hidrográficas. 1. Na classificação do teste serão valorizados os seguintes aspetos: Utilização adequada da terminologia científica; Utilização de uma escrita clara e rigorosa; Organização lógico-temática; Coerência de argumentos na interpretação e explicação de conceitos e/ou factos. 2. Nos itens de resposta aberta, se a resposta incluir tópicos excedentes relativamente aos pressupostos, deve ser atribuída a classificação prevista, desde que o examinando aborde os tópicos corretos e os excedentes não os contrariem. No caso de a resposta apresentar tópicos contraditórios deve ser cotada com zero. 3. Nas questões de escolha múltipla em que se solicita apenas uma opção, as respostas que contenham mais do que uma alternativa serão anuladas, ainda que uma delas seja a correta. 4. As respostas a itens fechados de resposta curta serão classificadas apenas pelos elementos solicitados. Porém, a verificar-se contradição entre esses elementos e outros que sejam fornecidos para além desses, a resposta será classificada com a cotação de zero. 5. Às respostas de conteúdo ambíguo ou contraditório não será atribuída qualquer cotação. 6. Em caso de engano, este deve ser riscado e corrigido à frente, de modo bem legível. Não é permitido o uso de corretor. 7. As respostas ilegíveis ou que não possam ser claramente identificadas são classificadas com zero. 7
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