AFASTAMENTO PARA CAPACITAÇÃO

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50.05.004 1/20 1. FINALIDADE Estabelecer procedimentos e normatizar o processo de afastamento para capacitação dos docentes e dos servidores técnico-administrativos da Universidade Federal do Triângulo Mineiro UFTM. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO Todas as unidades da UFTM, em especial na Pró-Reitoria de Recursos Humanos - PRORH. 3. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL - Lei nº 12.863, de 24 de setembro de 2013. - Lei nº 12.772, de 28 de dezembro de 2012. - Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. - Decreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006. - Decreto nº 1.387, de 07 de fevereiro de 1995. - Decreto nº 91.800, de 18 de outubro de 1985. - Orientação Normativa SRH nº 02, de 23 de fevereiro de 2011. - Portaria Normativa SRH n. 02, de 14 de outubro de 1998. - Portaria nº 1.496/MEC, de 04 de maio de 2005. - Portaria/MEC n. 404, de 23 de abril de 2009. - Nota técnica nº 178/2009/COGES/DENOP/SRH/MP, de 20/08/2009. - Nota Técnica nº 693/SRH/MP 4. CONCEITOS BÁSICOS - Afastamento para capacitação É o afastamento temporário do servidor, integral ou parcialmente, do exercício do cargo efetivo, para participação em programa de treinamento regularmente instituído ou em programa de pós-graduação stricto sensu, no interesse da Administração, e desde que a

50.05.004 2/20 participação não possa ocorrer simultaneamente com o exercício do cargo ou mediante compensação de horário. - Capacitação Processo permanente e deliberado de aprendizagem, com o propósito de contribuir para o desenvolvimento de competências institucionais por meio do desenvolvimento de competências individuais. - Eventos de Capacitação Cursos presenciais e à distância, aprendizagem em serviço, grupos formais de estudos, intercâmbios, estágios, seminários e congressos, que contribuam para o desenvolvimento do servidor e que atendam aos interesses da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. - Eventos de curta duração São considerados eventos de curta duração aqueles com duração de até 30 dias consecutivos. - Eventos de longa duração São considerados eventos de longa duração aqueles com duração superior a 30 dias, e no máximo 48 meses, conforme descritos no item 5.2. 5. MODALIDADES DE CAPACITAÇÃO 5.1 - Eventos de curta duração Cursos presenciais, aprendizagem em serviço, grupos formais de estudos, intercâmbios, seminários, congressos, simpósios, encontros, conferências, fóruns, mesasredondas, palestras, oficinas, eventos educacionais ou científicos, que contribuam para o aperfeiçoamento das competências institucionais. 5.2 - Eventos de longa duração a) Aperfeiçoamento Curso de pós-graduação lato sensu, aberto a portador de diploma

50.05.004 3/20 de curso superior ou curso que visa atualizar e aprimorar conhecimentos e habilidades, com carga horária mínima exigida de 180 horas. b) Especialização Curso de pós-graduação lato sensu que tem por objetivo preparar profissionais já graduados, em áreas específicas de estudos, com carga horária mínima de 360 horas. c) Mestrado curso de pós-graduação stricto sensu, que tem por objetivo fundamental o aprofundamento do conhecimento profissional e acadêmico, bem como o desenvolvimento de habilidades para execução de pesquisas em área específica. d) Doutorado - curso de pós-graduação stricto sensu, que tem por objetivo o desenvolvimento de habilidades para condução de pesquisas originais e independentes em área específica. e) Pós-doutorado curso que tem por objetivo a melhoria dos conhecimentos e/ou criação de novas linhas de pesquisa. f) Estágio atividade pedagógica do processo educacional, que possibilita ao servidor complementar sua formação profissional, por meio do desenvolvimento de habilidades e da aplicação de conceitos teóricos em situação de realidade desenvolvido em outra instituição. 6. NORMAS 6.1 - DA CONCESSÃO PARA O AFASTAMENTO 6.1.1. Obedecidas as exigências contidas, em sua totalidade, nesta NP e legislações vigentes, o servidor, titular de cargo efetivo da UFTM poderá, no interesse da Administração, e quando houver incompatibilidade entre a programação do evento e a jornada de trabalho, afastar-se das atribuições do cargo para se capacitar: a) Com ônus, quando implicar no direito total ou parcial, de inscrições, de passagens, de diárias, assegurados ao servidor o vencimento e demais vantagens do cargo ou função; b) Com ônus limitado quando implicar direito apenas ao vencimento e outras vantagens do cargo ou função; c) Sem ônus quando implicar em perda total da remuneração e outras vantagens do cargo, função ou emprego e não acarretar quaisquer despesas para a UFTM.

50.05.004 4/20 6.1.2 Para a concessão do afastamento, serão observadas a relevância da capacitação para a Instituição e a correlação entre o evento e o cargo ocupado/atividade desempenhada pelo servidor requerente. 6.1.3 Os afastamentos de curta duração serão autorizados pela chefia imediata do servidor e analisados pelo Seção de Capacitação de Pessoal da Pró-Reitoria de Recursos Humanos, quando no País. Quando no exterior, serão autorizados pela chefia imediata do servidor e pelo Reitor. 6.1.4 O afastamento poderá ser concedido integralmente, quando o requerente se afastar de todas as atividades atinentes ao cargo efetivo, ou parcialmente, quando o requerente se afastar parcialmente destas atividades. 6.1.5 O afastamento para capacitação somente será concedido ao servidor que for participar do evento de capacitação como aluno, devendo outros casos ser tratados conforme item 9 desta NP. 6.2 - DA FORMA E DOS REQUISITOS PARA A CONCESSÃO DO AFASTAMENTO 6.2.1. O afastamento para capacitação deverá ser solicitado por meio de formulário, fornecido no endereço eletrônico www.uftm.edu.br Pró-Reitorias Pró-Reitoria de Recursos Humanos Formulários Afastamento para Capacitação. 6.2.2. Para eventos de curta duração o requerente deverá anexar ao formulário, devidamente preenchido e assinado, a programação contendo identificação, data e local do evento. 6.2.3. A solicitação de afastamento para evento de longa duração deverá conter: a) Comprovante de vínculo acadêmico com a instituição de ensino referente ao curso de pós-graduação;

50.05.004 5/20 b) Grade Curricular do curso que justifique a necessidade de afastamento, e/ou Declaração do Orientador indicando o período e horário para desenvolvimento da pesquisa; c) Memorando da Chefia Imediata informando a incompatibilidade do curso com a jornada de trabalho do requerente e impossibilidade de compensação de horas (Horário Especial para Estudantes). 6.2.4. Os documentos versados em língua estrangeira deverão estar acompanhados da tradução. 6.2.5. Para o servidor da carreira docente, no caso de afastamento para curso de pósgraduação, deverá ser anexado também deferimento do respectivo Colegiado, Instituto e Comissão Permanente de Pessoal Docente - CPPD. 6.2.6. O requerente deverá aguardar a decisão sobre a concessão do afastamento de que se trata esta Norma, antes de efetuar a inscrição ou matrícula no evento, não responsabilizando a UFTM por eventuais prejuízos decorrentes do indeferimento do pleito. 6.2.7. A concessão do afastamento para participação em eventos de longa duração será orientada pelo seguinte: a) resultado da última avaliação de desempenho; b) expectativa de contribuição futura para a UFTM; c) relação direta entre o curso e a atribuição do cargo ou da função/atividade que desempenha. 6.2.8. A solicitação de afastamento para capacitação deverá ser protocolada na PRORH, contendo todos os documentos exigidos, com antecedência mínima de: a) 10 (dez) dias para eventos de curta duração no país; b) 30 (trinta) dias para eventos de curta duração no exterior; c) 30 (vinte) dias para eventos de longa duração; d) 60 (sessenta) dias para eventos de longa duração em que seja necessária a contratação de Professor Substituto.

50.05.004 6/20 6.2.9. Caberá ao Conselho Superior desta Universidade autorizar o afastamento do Reitor para o exterior. 6.2.10. O servidor não poderá ausentar-se do país para estudo ou missão oficial antes da publicação de portaria de autorização no Diário Oficial da União. 6.2.11. Não haverá reposição de pessoal técnico-administrativo por ocasião de afastamento para capacitação. No caso de docentes autorizados a participar de programa de pósgraduação stricto sensu, poderá ser contratado professor substituto desde que tenha parecer favorável da CPPD e aprovado pelo Reitor, observado o banco de professor equivalente e o limite estabelecido pela legislação. 6.2.12. A concessão do afastamento do servidor para participar de eventos de longa duração fica condicionada à apreciação e decisão final do Reitor. 6.2.13. Os afastamentos para realização de programas de mestrado e doutorado somente serão concedidos aos servidores titulares de cargos efetivos da carreira técnicoadministrativa no respectivo órgão ou entidade há pelo menos 3 (três) anos para mestrado e 4 (quatro) anos para doutorado, incluído o período de estágio probatório, que não tenham se afastado por motivo de licença para tratar de assuntos particulares, para gozo de licença capacitação ou com fundamento no artigo 96-A, da Lei n. 8.112/90, nos 2 (dois) anos anteriores à data da solicitação do afastamento. 6.2.14. O Servidor da Carreira do Magistério Federal poderá participar de programa de pósgraduação stricto sensu ou pós-doutorado, independentemente do tempo ocupado no cargo ou na instituição, desde que não tenha usufruído de licença para tratar de assuntos particulares nos 2 (dois) anos anteriores no caso de mestrado ou doutorado ou 4 (quatro) anos no caso de pós-doutorado à data da solicitação do afastamento. 6.2.15. Os afastamentos para realização de programas de pós-doutorado somente serão concedidos aos servidores titulares de cargos efetivo da carreira técnico-administrativa no respectivo órgão ou entidade há pelo menos quatro anos, incluído o período de estágio probatório, e que não tenham se afastado por licença para tratar de assuntos particulares ou

50.05.004 7/20 com fundamento no artigo 96-A da Lei n. 8.112/90, nos quatro anos anteriores à data da solicitação do afastamento. 6.2.16. O servidor que tiver se afastado para evento de capacitação de longa duração não poderá se afastar nos dois anos subsequentes pelo mesmo artigo que fundamentou o seu afastamento anterior. 6.2.17. O servidor que se afastar, integral ou parcialmente, para participar de eventos de longa duração, dentro ou fora do País, não poderá licenciar-se para tratar de interesses particulares, nem pedir exoneração, aposentadoria do cargo efetivo, antes de decorrido o mesmo período do afastamento, contado a partir de seu retorno, salvo mediante indenização à UFTM das despesas havidas com seu afastamento. No caso de afastamento parcial, o período de permanência na UFTM será igual à soma do número de dias do afastamento. 6.2.18. Proibição do afastamento de servidores que estejam respondendo a processo administrativo disciplinar e/ou daqueles que sofreram sanção administrativa cujo registro não foi ainda cancelado (art. 131, caput, Lei 8.11290). 6.3 - DO AFASTAMENTO NO PERÍODO DE FÉRIAS 6.3.1. O afastamento que ocorrer integralmente no período de férias do servidor independe de autorização, dispensando requerimento. 6.3.2. O afastamento que coincidir parcialmente com o período oficial de férias do requerente terá como objeto de análise somente o período de afastamento não concomitante com as férias. 6.3.3. O servidor licenciado ou afastado integralmente fará jus somente às férias relativas ao exercício em que retornar. 6.4 - DA DURAÇÃO DO AFASTAMENTO

50.05.004 8/20 6.4.1. A duração máxima do afastamento, de acordo com os níveis formativos estabelecidos nesta NP, será de: a) até 30 (trinta) dias para eventos de curta duração; b) até 24 (vinte e quatro) meses, para mestrado; c) até 48 (quarenta e oito) meses, para doutorado; d) até 12 (doze) meses, para pós-doutorado e especialização; e) até 6 (seis) meses, para estágio. Observação: Mesmo sendo afastamento na modalidade parcial prevalecem os limites descritos neste subitem, contado o período e não os dias de afastamento. 6.5 - DO AFASTAMENTO PARA EVENTOS DE LONGA DURAÇÃO 6.5.1. Os pedidos dos servidores docentes serão examinados pelo seu respectivo Colegiado e Instituto e, no caso de parecer favorável, encaminhados à CPPD que considerando a relevância do curso, a conveniência para a Universidade e as condições de liberação do docente, atenta para que as atividades não sofram descontinuidade, emitirá parecer e encaminhará o processo à PRORH. 6.5.2. À CPPD caberá prestar assessoramento ao colegiado competente ou dirigente máximo na formulação e acompanhamento da execução da política de pessoal docente no que diz respeito à solicitação de afastamento para aperfeiçoamento, especialização, mestrado, doutorado ou pós-doutorado. 6.5.3. O servidor deverá apresentar à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação PROPPG - relatório semestral e, ao final do curso, também uma cópia impressa ou digital do trabalho científico ou de conclusão, que deverá ser cadastrado na Biblioteca da UFTM. 6.5.4. O servidor com afastamento parcial para pós-graduação, quando em período de férias no curso, deverá cumprir a jornada de trabalho integral na respectiva unidade de lotação. 6.6 - DO ACOMPANHAMENTO

50.05.004 9/20 6.6.1. O acompanhamento e a supervisão do servidor afastado para participação em cursos de pós-graduação serão de competência da PROPPG. 6.6.2. Para o encerramento do processo, o servidor afastado para capacitação deverá, imediatamente ao seu retorno, apresentar à Seção de Capacitação de Pessoal da PRORH documentos que comprovem sua participação no evento (certificado ou declaração de conclusão/participação), sob pena de devolver ao Erário o valor gasto pela UFTM durante o afastamento, tais como: remuneração, diárias, passagens ou outro valor pago pela UFTM. 6.7 - DA DESISTÊNCIA OU INSUCESSO 6.7.1. O servidor que não obtiver o título/grau ou não concluir comprovadamente o evento de capacitação deverá ressarcir à UFTM os gastos com seu afastamento, salvo na hipótese comprovada de força maior ou de caso fortuito, a critério do Reitor. 6.7.2. Caso a desistência ocorra anteriormente ao início do evento, o servidor deverá solicitar o cancelamento prévio à PRORH, por meio de memorando da chefia imediata. 6.8 - DA SUSPENSÃO DO AFASTAMENTO 6.8.1. Poderá ser solicitada à PRORH a suspensão do afastamento para evento de longa duração, por motivo de doença, tanto do servidor quanto de pessoa da família, mediante comprovação por atestado médico, homologado pelo Serviço Médico Oficial da UFTM. 6.8.2. A partir do término do impedimento de que trata o item anterior, o servidor deverá providenciar o retorno de sua participação ao evento, quando for o caso, e consequentemente, solicitar à PRORH o cancelamento da suspensão do afastamento, para efeito de conclusão ou obtenção do título ou grau, sob pena de ressarcimento ao Erário das despesas efetuadas pela UFTM com o afastamento. 7. DA LICENÇA PARA CAPACITAÇÃO 7.1. Após cada quinquênio de efetivo exercício, o servidor poderá solicitar licença remunerada, por até 3 (três) meses, para participar de ação de capacitação, conforme a seguir:

50.05.004 10/20 a) A concessão da licença fica condicionada à concordância prévia da chefia imediata, que deverá observar o planejamento interno da unidade de lotação do servidor, a oportunidade do afastamento, o interesse e a relevância do curso para a UFTM; b) A licença para capacitação poderá ser parcelada em até 3 (três) vezes, não podendo a menor parcela ser inferior a 30 (trinta) dias; c) A Instituição poderá custear a inscrição do servidor em ações de capacitação durante a licença a que se refere este item; d) Somente serão autorizadas as licenças quando o horário destinado à participação do servidor inviabilizar o cumprimento da jornada semanal de trabalho, mediante compensação de horário; e) A licença para capacitação poderá ser realizada integralmente para a elaboração de trabalho de conclusão de cursos de graduação e pós-graduação lato-sensu, dissertação de mestrado ou tese de doutorado; f) Os períodos de que trata a licença para capacitação não são acumuláveis; g) Após o término da licença, deverá ser apresentado, obrigatoriamente, o certificado de conclusão do curso à Seção de Capacitação de Pessoal SCP/DDP/PRORH, para efeito de encerramento do processo. 8. PROCEDIMENTOS GERAIS 8.1. DO REQUERENTE 8.1.1. O servidor interessado no afastamento que trata essa NP deverá formalizar o pedido, no prazo estabelecido no item 6.2.8, mediante preenchimento de todos os campos do Requerimento de Afastamento para Capacitação RAC. 8.1.2. Para eventos de curta duração juntar ao requerimento a programação do evento, conforme item 6.2.2, inclusive a tradução daqueles que não estiverem grafados em língua portuguesa. 8.1.3. Para afastamento referente a eventos de longa duração, o requerente deverá encaminhar documentação conforme itens 6.2.3, 6.2.4 e 6.2.5. 8.1.4. Protocolar o requerimento na PRORH.

50.05.004 11/20 8.1.5. Encaminhar à PRORH, em até 5 (cinco) dias, comprovante de participação (certificado ou declaração); 8.1.6. Encaminhar à PROPPG relatórios semestrais e, ao final do curso, também uma cópia impressa ou digital do trabalho científico ou de conclusão, quando se tratar de afastamento para curso de pós-graduação. 8.1.7. Comunicar com antecedência à PRORH eventual desistência/suspensão de participação em evento que já tenha sido autorizado, observando os itens 6.7 e 6.8. 8.1.8. Após o retorno do afastamento para longa duração, preencher o formulário de descrição das atividades para fins de análise do pagamento dos adicionais de insalubridade, periculosidade e irradiação ionizante e entregar à chefia. 8.2 DA UNIDADE DE LOTAÇÃO DO SERVIDOR 8.2.1. Analisar o pedido do servidor observando a relevância da capacitação para a instituição e a possibilidade de liberação do servidor. 8.2.2. No caso de afastamentos de longa duração analisar a compatibilidade da jornada de trabalho com o horário do curso pretendido e a possibilidade de concessão do horário especial para estudante. No caso de incompatibilidade e esgotada a condição de horário especial, emitir memorando justificando a necessidade de afastamento, assinar e carimbar o RAC. 8.2.3. Comunicar o retorno do servidor e encaminhar ao NASS o formulário de descrição de atividades para a avaliação do pagamento dos adicionais de insalubridade, periculosidade e irradiação ionizante quando o afastamento for de longa duração. 8.3 DA SEÇÃO DE CAPACITAÇÃO DE PESSOAL 8.3.1. Receber o Requerimento, e conferir dados referente ao evento (período, local e tipo). 8.3.2. Em caso de divergências, devolver o requerimento para adequação. Se a

50.05.004 12/20 documentação estiver completa, verificar se há processos do servidor com documentação pendente. 8.3.3. Verificar consistência das informações preenchidas pelo requerente (período de férias e traslado). 8.3.4. Caso não existam pendências por parte do requerente, solicitar abertura de processo na Seção de Protocolo da Universidade. 8.3.5. Em caso de afastamento de curta duração no País, fundamentar legalmente, e encaminhar à PRORH para análise e deferimento. 8.3.6. Em caso de afastamento de curta duração para o exterior, após fundamentação legal, encaminhar para a PRORH para apreciação e decisão. Depois emitir correspondente portaria e encaminhar para apreciação e decisão do Reitor. Se for autorizado providenciar publicação no DOU. 8.3.7. Quanto aos afastamentos de longa duração e casos atípicos que gerarem dúvidas, encaminhar para análise da Seção de Legislação de Pessoal SLP. 8.3.8. No caso de afastamento para curso de pós-graduação enviar o processo à PROPPG para análise e controle. 8.3.9. No caso de afastamento de longa duração, após a autorização, providenciar a emissão da portaria do Reitor e, se para o exterior, a publicação no DOU. 8.3.10. Encaminhar cópia da portaria de concessão do afastamento ao Setor de Lotação do Servidor, para conhecimento, à Seção de Pagamento de Pessoal, para a suspensão do auxílio transporte, e ao NASS, para suspensão dos adicionais de insalubridade, periculosidade, irradiação ionizante, se for o caso. 8.3.11. Comunicar ao requerente, por meio do seu endereço eletrônico, a decisão do seu pedido. 8.3.12. Receber do servidor, após retorno do evento, comprovante de participação, e encerrar o processo.

50.05.004 13/20 8.3.13. Na hipótese de o servidor não apresentar ao PRORH comprovante de participação, notificá-lo que em 30 dias será executado o processo de reposição ao Erário do valor gasto pela UFTM com seu afastamento. 8.3.14. Encaminhar as informações de afastamentos, mensalmente, inclusive as prorrogações, para publicação no Boletim de Pessoal e Serviços da UFTM. 8.3.15. Arquivar portarias referentes a afastamentos de longa duração na pasta funcional do servidor. 8.4 DA SEÇÃO DE LEGISLAÇÃO DE PESSOAL 8.4.1. Analisar solicitação de afastamento de longa duração e casos que necessitem de análise legal mais detalhada para fundamentar resposta e procedimentos pertinentes. 8.4.2. Elaborar informação e encaminhar às Pró-Reitorias de RH e de Pesquisa e Pós- Graduação e ao Reitor para análise e decisão, após, devolver à Seção de Capacitação de Pessoal - SCP. 8.5 DA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO 8.5.1. Acompanhar e supervisionar o servidor afastado para participação em cursos de pósgraduação. 8.5.2. Receber relatório semestral, relativo ao desenvolvimento do curso de pós-graduação frequentado pelo servidor afastado, e ao final, também uma cópia do trabalho de conclusão. 8.5.3. Encaminhar à Biblioteca da UFTM cópia do trabalho científico de docente, resultante da participação do respectivo curso, para cadastramento. 8.6 DA PRÓ-REITORIA DE RECURSOS HUMANOS 8.6.1. Analisar o interesse e a conveniência do afastamento para a UFTM. 8.6.2. Autorizar ou não a concessão de afastamento.

50.05.004 14/20 8.7 DA REITORIA 8.7.1. Analisar o interesse e a conveniência do afastamento para a UFTM. 8.7.2. Autorizar ou não a concessão de afastamento ao servidor nos processos de longa duração, para o exterior e a licença para capacitação, conforme previsto nesta Norma Procedimental. 8.7.3. Analisar e se pronunciar nos casos omissos. 9. OUTROS AFASTAMENTOS 9.1. O servidor, docente ou técnico-administrativo, poderá afastar-se para participar de outros eventos, não configurados como capacitação, mas relacionados à sua área de atuação, tais como: comissões julgadoras ou verificadoras, acompanhar serviços, reuniões, viagens acadêmicas, ministrar cursos, palestras, conferências, atividades artísticas e culturais; atuar como professor convidado ou como avaliador do INEP e outras atividades correlatas com a função acadêmica ou próprias do cargo ou serviço desempenhado pelo servidor. 9.2. Nesses casos, a autorização para o afastamento será de responsabilidade da chefia imediata, da Pró-Reitoria ou Instituto ao qual se encontra vinculado o servidor. O afastamento deverá ser registrado na folha de frequência e juntada a cópia da autorização. No caso de docente do Magistério Superior, a chefia imediata deverá encaminhar à PRORH a cópia da autorização juntamente com o relatório mensal da frequência dos docentes. 9.3. Os professores da carreira do Magistério Federal poderão prestar colaboração a outra instituição federal de ensino ou de pesquisa, por período de até 4 (quatro) anos, com ônus para a instituição de origem. 9.4. Os professores da carreira do Magistério Federal poderão prestar colaboração técnica ao Ministério da Educação, por período não superior a 1 (um) ano e com ônus para a instituição de origem, visando ao apoio ao desenvolvimento de programas e projetos de relevância. 9.5. Os afastamentos de que tratam os itens 9.3 e 9.4 somente serão concedidos a professores aprovados no estágio probatório do respectivo cargo e se autorizado pelo dirigente máximo

50.05.004 15/20 da IFE, devendo estar vinculados a projeto ou convênio com prazos e finalidades objetivamente definidos. 10. DISPOSIÇÕES FINAIS 10.1. Todo afastamento para capacitação deverá ser formalizado na PRORH, observado o disposto nesta Norma Procedimental. 10.2. O servidor somente poderá afastar-se da Instituição após autorização expressa a ser comunicada pela PRORH por meio do endereço eletrônico fornecido no formulário. 10.3. Os afastamentos para o exterior serão oficializados mediante publicação no Diário Oficial da União DOU. 10.4. Na hipótese de concessão de afastamento sem prejuízo de vencimentos, as solicitações de alteração de regime só serão autorizadas após o decurso de prazo igual ao do afastamento concedido. 10.5. O servidor, durante o tempo em que estiver afastado para capacitação, não poderá alterar o seu regime de trabalho ou exercer outra atividade remunerada, seja pública ou privada. 10.6. O servidor que possuir mais de um vínculo com a UFTM deverá informar no requerimento suas matrículas SIAPE, cargos ocupados, lotações e anuência das respectivas chefias. 10.7. A PRORH poderá estabelecer, em conjunto com o servidor e sua chefia imediata, a forma de repassar os conhecimentos adquiridos na participação da capacitação realizada. 10.8. A CIS (Comissão de Supervisão Interna) e a CPPD (Comissão Permanente de Pessoal Docente), na função de assessoramento, competência da respectiva comissão, poderão ter vistas de todos os processos de autorização para afastamento de servidor técnicoadministrativo ou docente, em qualquer etapa do processo deliberativo. 10.9. Esta Norma entrará em vigor em e substitui a de mesmo número, datada de 24/09/2007.

50.05.004 16/20 FORMULÁRIOS (disponíveis também na página da PRORH, no site da UFTM)

50.05.004 17/20

50.05.004 18/20

50.05.004 19/20

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