Logic Áudio e Nuendo na gravação do DVD de Fernanda Porto A gravação do DVD e CD de Fernanda Porto inaugura uma nova fase no conceito de show da cantora, que teve todo o seu repertório eletrônico rearranjado para acústico e reproduzido por 26 músicos. Na fase de préprodução, foi utilizado o Logic Áudio, e o Nuendo, na mixagem. Karyne Lins karynelins@backstage.com.br A Necessidade de mudanças Essa transição do eletrônico para o acústico foi um processo pessoal de Fernanda Porto. Com esse novo formato acústico para o show, Christiane e Fernanda se basearam no que era originalmente composto em drum n bass e eletrônico e reproduziram para os instrumentos acústicos. Tínhamos muito material humano, duas percussões, bateria com várias opções de sonoridade e reproduzimos elementos eletrônicos para uma formação acústica. Mas não descartei o eletrônico. Para a música Sampa, originalmente composta eletronicamente, adicionamos o quarteto de metais e toda a banda tocou em cima desta base eletrônica. Todas as outras canções do repertório foram adaptadas, explicou Christiane. Fotos: Divulgação cantora Fernanda Porto gravou no Tom Brasil seu CD ao vivo e DVD pela EMI Music com participações especiais de Daniela Mercury, Edgard Scandurra, DJ Zé Pedro e o grupo de percussão Batunta. A pianista Christiane Neves, com experiência em teatro musical fora do Brasil, entrou na banda de Fernanda Porto em 2004 para a divulgação do CD Gira Mundo e nesses dois anos ampliou sua atuação como diretora musical e arranjadora em virtude da gravação do DVD e da formação acústica do show da cantora. O repertório específico para o DVD se concentrou num resumo da carreira de Fernanda contendo canções dos dois CDs e músicas inéditas. Equipe de gravação na Unidade Móvel Audiomobile 58 www.backstage.com.br
Naipe de metais durante passagem de som Instrumentos de cordas fizeram parte da gravação Daniela Mercury participou do DVD A direção musical concluiu o trabalho em tempo recorde. Foram 15 dias para organizar os arranjos e ensaiar até o dia da gravação. Durante a pré-produção, Christiane passava todas as idéias de rearranjos por MP3 para os músicos da banda que faziam as partituras. Em seguida, eram organizados os ensaios. Nessa rotina, Christiane ensaiava primeiro só com cordas, depois só com os metais, e, num ensaio geral, juntava toda a banda. A gravação da base acústica e toda a parte de arranjo foram feitas por Christiane Neves com o Logic Áudio, o qual a pianista utilizou todos os timbres internos, e com essas idéias prontas enviava em MP3 para os músicos. O Logic foi uma ótima ferramenta tecnológica que agilizou o process o d e p r é - p r o d u ç ã o p a r a o DV D. Mandava a sonoridade em áudio, o arranjo pronto em cima da base e os músicos transcreviam as partituras para os ensaios, lembrou Christiane Neves. Segundo a pianista, toda essa disciplina e organização se devem à experiência que adquiriu trabalhando fora do Brasil com arranjo e regência para teatro musical e como integrante da orquestra Heartbreakers. As pessoas continuam falando muito do acústico e do eletrônico. Independentemente da adaptação que fizemos, acho que o eletrônico não deixa de ser também uma linguagem musical. A diferença é que temos músicos fazendo o som que era reproduzido antes por máquinas, opinou Christiane. ro de som Luiz Leme e o técnico Fernando Ferrari acompanharam e auxiliaram Tadeu na gravação do Ao Vivo de Fernanda Porto. Foi um trabalho em equipe. Tudo muito bem assessorado pelo engenheiro Egídio Conde, disse Patolla. Formação da banda para turnê A idéia é que esses músicos, cuja participação especial está no DVD, façam o show de lançamento em São Paulo: a banda base, quarteto de cordas e quarteto O Logic foi uma ótima ferramenta tecnológica que agilizou o processo de pré-produção para o DVD (Christiane Neves) de metais e um grupo de percussão com oito integrantes. Queremos reproduzir o show de lançamento em São Paulo com essa formação original do DVD, porém, a turnê deverá ter uma banda mais enxuta, com o quinteto, como tem sido nos shows pelo Brasil, e sempre com este formato acústico, disse Christiane. A direção técnica da gravação foi do produtor Tadeu Patolla, que acompanhou todos os ensaios da banda e sugeriu o posicionamento de palco para cada músico, inclusive da Fernanda. O engenhei- Procedimentos de montagem de banda e palco O Palco do Tom Brasil comportou os 26 músicos. Segundo Patolla, no palco não havia muita profundidade e por isso foi difícil elaborar um rider no qual todos os músicos ficassem confortáveis e, ao mesmo tempo, atendesse ao pedido da direção de vídeo para que ninguém ficasse atrás da Fernanda, tumultuando as imagens. Pedi ajuda do técnico de som que acompanha a banda há algum tempo, o Fernando Leite, que comportou bem a banda no palco, explicou Tadeu. Captação e gravação do DVD A Unidade Móvel da Audiomobile foi responsável pela captação e gravação do CD. Foram 48 canais na Midas XL200 e 24 canais na Mackie, total de 72 canais que foram gravados separados em sistema de Hard Disk Tascam MX24 e com backup em fita no Tascam DA88. A mixagem 2.0 e 5.1 foram feitas no estúdio. Durante a gravação, Luiz Leme fez apenas uma cópia de monitor, que serve também de referência para a unidade de vídeo. www.backstage.com.br 59
Patolla durante passagem de som Principais preocupações na gravação Luiz Leme se preocupou com o posicionamento dos microfones no palco tanto para a banda de Fernanda Porto quanto para a platéia. Prefiro sempre os novos, em bom estado. Na Audiomobile, conto com uma série de microfones que sempre substituo ou acrescento aos que são colocados pela locadora do sistema de PA. Durante a gravação fiz algumas correções de equalização e compressão. Deixei o som da bateria e alguns instrumentos prontos. Com a cópia de monitor soando bem, facilitou muito para o Tadeu na hora de fazer a mixagem, disse Leme. A monitoração usada por Fernanda e para toda a banda foi o sistema de inear, exceto o quarteto de cordas, que não se adaptou e preferiu monitores convencionais. Leme ressaltou que a equipe técnica não se preocupou com microfonias. Nesse contexto, a única preocupação foi com a bateria e a percussão, para os quais foram utilizadas redomas de acrílico. Segundo Leme, ele conseguiu uma boa captação com a bateria usando os seguintes microfones: para Bumbo SM52, Caixa SM57 HH C460, Tons SM98 e OH ATM3035. Compressores dbx, Neve e equalização da Midas. Para a captação das guitarras foi utilizado um simulador da Yamaha. O maior problema, segundo Patolla, foi em relação à microfonação do piano meia cauda usado na gravação. Em quase todas as músicas havia muito vazamento do naipe de metais e da bateria, pois estavam posicionados próximos ao piano a pedido da diretora de imagens. O pessoal do vídeo às vezes esquece que o som é muito importante na realização de um DVD, diz, acrescentando que o assunto foi discutido, mas o piano continuou no mesmo lugar. Não foi uma tragédia. Deu para conter o vazamento na mixagem, explicou Patolla. P.A. na gravação A mesa e os periféricos para o sistema de P.A. foram os do Tom Brasil, da empresa TransaSom, que mantém al- A monitoração usada por Fernanda e para toda a banda foi o sistema de in-ear, exceto o quarteto de cordas, que preferiu monitores convencionais guns equipamentos fixos: Midas XL200, Mackie 2408 e Tascam. Quando a equipe passou o som com a casa de shows vazia, havia muita sobra de graves. No entanto, segundo Patolla, mesmo com a lotação do Tom Brasil, na hora do show não foi possível um controle total de vazamento do ambiente, dificultando um pouco o trabalho da mix. Tivemos alguma dificuldade em controlar esse vazamento. Só pedi ao técnico de P.A., Fernando Leite, para que não trabalhasse em um volume de show normal, afinal, estaríamos gravando, lembrou. Mixagem Foi utilizado um sistema Nuendo para mixagem 2.0 e 5.1 no estúdio da Audiomobile a partir do material bruto do show. Monitoração B&W e Mackie. A princípio, Tadeu Patolla queria mixar esse trabalho em um Pro Tools HD 3 com um computador Macintosh G5, como o produtor está acostumado. Porém, devido a algumas dificuldades em relação ao número de inputs (eram 72 no dia da gravação) o Pro Tools não ia rodar mais que 128 canais simultâneos. Previ que o número de canais que teria que abrir seria mais do que o programa suportaria. Sendo assim, preferi usar um PC com processador Athlon 64 bits e o software Nuendo versão 3, que deu uma amplitude bem maior em número de canais simultaneamente abertos e um certo conforto na hora da mix. Foram os 72 canais da gravação mais 58 entre group channels, canais adicionais para os overdubs e canais auxiliares para efeitos. Ao todo, usamos 140 canais do Nuendo 3 da Audiomobile para mixar o trabalho. E se precisássemos poderíamos chegar até 155 canais abertos sem problemas, explicou Tadeu. O Pro Tools do Patolla Áudio, seu estúdio de gravação, foi usado apenas para edição de vozes com os plug-ins Autotune para afinação das vozes em geral, Vocal Align, para o perfeito sincronismo das vozes que foram regravadas em relação às vozes originais captadas ao vivo. Essas vozes foram regravadas, porque a Fernanda Porto e eu achamos que o desempenho dela não atingiu o máximo que ela poderia ter conseguido. Tínhamos apenas um dia de gravação e naturalmente o desempenho do artista nessas condições deixa um pouco a desejar, finaliza Tadeu Patolla, que se diz satisfeito com esta experiência. 60 www.backstage.com.br
Os Softwares e o mercado de produção musical Por ser pioneiro no mercado fonográfico, em termos de software, o Pro Tools continua sendo o mais utilizado? Vários profissionais e donos de home studios estão desenvolvendo seus trabalhos utilizando outros softwares. S onar (Cakewalk), Cubase (Steinberg), Logic Audio (Emagic, versões novas só para Mac), Nuendo (Steinberg), Digital Performance (MOTU), Ableton Live (Ableton), Tracktion (Mackie), ACID (Sony), só para citar os mais conhecidos, além de programas como Sound Forge e WaveLab, que são editores de áudio (estes gravam só uma pista e são mais usados para master e finalizações). Em termos de popularidade está o Nuendo, seguido do Logic e do Sonar. Ao dizermos alternativas, sugerimos que o Pro Tools seja o principal e o resto poderia ou não cumprir o papel dele. Não vejo dessa forma. Em determinadas áreas da produção musical, o Sonar, Logic, Cubase ou o Nuendo são os melhores. Em outras, é o Pro Tools, diz o tecladista e compositor Luciano Alves, que, após vinte anos trabalhando com softwares musicais, chegou à conclusão de que o melhor mesmo é uma máquina poderosa, com um sólido sistema operacional, onde qualquer software profissional encontre plenas condições de funcionar com seu potencial máximo. A 62 www.backstage.com.br interface digitalizadora de áudio é de extrema importância também. O Pro Tools é o da vez. Está na moda. Qualquer leigo, quando precisa mostrar que está por dentro da nova tecnologia de gravação, menciona o Pro Tools, analisa. No entanto, segundo Luciano, mesmo no Brasil, o soft- Um técnico ou engenheiro de áudio vai trabalhar mais com gravação e praticamente dispensar MIDI, que é uma filosofia mais voltada para quem lida com notas ware mais utilizado de forma geral é o Sonar. O Pro Tools está, provavelmente, no fim da lista. É importante que o usuário não se sinta isolado tanto em relação ao computador quanto ao software, ressalta. Como escolher o software? A direção a seguir é determinada pela atividade principal que o estúdio se destina e as possibilidades econômicas dos proprietários. Em relação às características dos softwares, basta se perguntar: Vou trabalhar mais com MIDI ou com áudio? Um técnico ou engenheiro de áudio vai trabalhar mais com gravação e praticamente dispensar MIDI, que é uma filosofia mais voltada para quem lida com notas. Luciano Alves, que utiliza hoje o Sonar 5 para seqüenciamento e gravação, projetos de CD e trilhas sonoras, dá um exemplo de como este software o atende como músico. Ele seqüencia MIDI e grava áudio muito bem, além de aceitar todos os plug-ins VST e DX tanto de efeitos de áudio quanto de instrumentos virtuais (se bem que ainda sou muito ligado nos teclados e synths de rack físicos analógicos), observa. Para ele, fazer música para vídeo no Sonar tornou-se muito prazeroso, o que o levou a seqüenciar e gravar no CTMLA um CD dos 25 Estudos Progressivos de Burgmüller para a Editora Irmãos Vitale utilizando teclado master e o Virtual
Sampler (Speed Soft). Jamais poderia fazêlo da forma gratificante como foi, via MIDI, com qualquer Pro Tools. O Sonar é muito flexível. Utiliza-se ambientes e configurações diferentes para cada música, a gosto. Além disso, gosto de ver na tela principal o retorno do áudio do synth virtual logo acima da pista de MIDI que está sendo usada para executá-lo, explicou Luciano. O tecladista Fernando Moura também concorda com a opinião de Luciano. O mais popular no Brasil não quer dizer que seja melhor que outros softwares. Não acho, por exemplo, que seja uma boa ferramenta para MIDI, se você for um tecladista. Para compor e fazer arranjos, acho que além do Sonar, o Logic e o Cubase são opções melhores para tecladistas. A vantagem do Pro Tools é que, como a maioria usa, você tem a possibilidade de finalizar um trabalho em outro estúdio. Estou terminando uma gravação feita totalmente com piano acústico em Cubase e um engenheiro vai mixar em 5.1 com Nuendo. Considero o Pro Tools muito caro pelo que ele oferece e o que interessa, na verdade, é o resultado musical, disse Fernando Moura, que com a pianista Christiane Neves escolheu o Logic Áudio por este ser um software que facilita os trabalhos de pré-produção e composição. Para Sérgio Izecksohn, músico, produtor e professor-coordenador de cursos para home studio, quem está mais envolvido com produção musical está usando os programas Logic, Sonar e o Cubase, diz. O Pro Tools é pioneiro, mas vejo também que este software teve 64 www.backstage.com.br um marketing muito forte. Os outros softwares podem atender tão bem e oferecer os mesmos recursos como plug-ins e instrumentos virtuais, diz. Quem utiliza o Pro Tools também argumenta que esta é a plataforma da maioria dos estúdios. Um trabalho gravado em um laptop ou em um home studio no Brasil vai rodar em Nova York. Não há muitos estúdios onde a plataforma principal seja um Sonar ou um Cubase. Só que existe uma fuga desse padrão Pro Tools. Hoje, os Estou terminando uma gravação feita totalmente com piano acústico em Cubase e um engenheiro vai mixar em 5.1 com Nuendo (Fernando Moura) arquivos são intercambiáveis entre os programas. Se eu gravar tudo num Sonar, posso rodar no Logic ou Pro Tools e viceversa, desde, claro, que se preparem arquivos consolidados. São todos compatíveis e antigamente não era assim, lembrou o produtor Ricardo Mendes. Miguel Ratton, especializado em tecnologia musical, usa o Cakewalk Sonar Producer com console/interface Yamaha 01X e diz que esses softwares estão fican- do cada vez mais semelhantes em recursos e qualidade. O que difere mais um do outro é a forma de se operar os comandos e funções. A maioria dos plug-ins pode ser usada em qualquer desses softwares, e como o hardware da Digidesign hoje dispõe de driver ASIO, muitas pessoas estão usando as interfaces Digidesign também com outros softwares, completou Ratton. Uma possível explicação para essa popularização dos demais programas é que antes quem produzia em casa não tinha grana para comprar um Pro Tools e, daí, começaram a usar outros softwares. Quem passou a vida inteira trabalhando com o Logic, quando se tornar profissional vai querer continuar trabalhando com o Logic, porque, até então, atendeu às suas necessidades. Percebendo isso, a Digidesign, por meio da M-Audio, passou a comercializar versões de baixo custo. Hoje em dia, os outros softwares passaram a ser simplesmente opção, e não opção por custo. Hoje, o Pro Tools é uma alternativa de si próprio, explicou Mendes. O consultor técnico da Quanta Music, Daniel Raizer, diz que o Sonar e o Cubase estão sendo muito utilizados, este último em home studios. Em termos de edição e capacidades, todos trazem praticamente as mesmas ferramentas e possibilidades de edição e produção musical. O software que virou default no cenário musical é o Pro Tools, pois só roda com as interfaces da Digidesign e da MAudio, fala. No entanto, os técnicos alertam que se deve levar em consideração a existência de dois segmentos quan-
do falamos em cenário musical: o do home studio, que é o cliente consumer, que normalmente é músico e faz toda a produção em casa, e o estúdio profissional, que é um estúdio que presta serviços para cliente considerado top. Um estúdio de gravação e masterização, incluindo 5.1, necessita de um Pro Tools rodando num Mac. Se o estúdio tiver como finalidade também as pré-produções, necessitará de uma sala com o Cubase, Sonar, Logic ou Nuendo. Isto As pessoas que só adquirem Pro Tools LE ou M-Powered, hoje o fazem pelo nome e não por uma análise concreta sobre uma comparação entre softwares (Sabóia) porque as pré-produções incluem utilização massiva dos recursos de MIDI. E MIDI é justamente o ponto fraco de todas as versões do Pro Tools. Já um estúdio médio ou home studio que serve para pré-produções e gravações, pode operar perfeitamente com o Sonar e o Cubase e produzir excelentes trabalhos. Compor, arranjar, experimentar, orquestrar, é muito mais rápido e eficiente nestes softwares, explicou Luciano. Sidney Abbud, coordenador da Área de Áudio Digital do CAM (Curso de Áudio & Música), por exemplo, utiliza o Nuendo e diz que um dos benefícios é a facilidade com que a sua interface trabalha com vídeo e edição de DVD. Acho que para este tipo de trabalho os prés e conversores do Pro Tools são razoáveis e têm poucas opções. A plataforma da Digi 002, as versões acima dela e o Pro Tools HD possuem ótimos conversores, porém, são muito caros. Eu acho que existem alternativas muito boas no mercado em termos de softwares, disse Abbud, acrescentando que hoje, uma boa fatia do mercado trabalha com Nuendo. Tom Sabóia, que utiliza Pro Tools LE (com Digi 002) e Pro Tools M-Powered, Cubase SX, Wavelab plug-ins principalmente da Waves, concorda que o usuário de software tem varias opções no mercado para atender suas propostas de trabalho. Cubase, Logic e Digital Performer sem sombra de dúvida são opções, pois oferecem mais ferramentas que o Pro Tools LE ou o M-Powered, com maior qualidade e com estabilidade e performance muitas vezes superiores, ressalta. Sabóia explica que esses softwares, em conjunto com placas de áudio de qualidade, custam uma pequena fração de um sistema Pro Tools HD, oferecendo pelo menos 95% de seus benefícios, qualidades e ainda superando alguns itens. As pessoas que só adquirem Pro Tools LE ou M-Powered, hoje o fazem pelo nome e não por uma análise concreta sobre uma comparação entre softwares, opina. www.backstage.com.br 65