Eletricidade e Magnetismo I Eletrostática Victor O. Rivelles Instituto de Física da Universidade de São Paulo Edifício Principal, Ala Central, sala 314 e-mail: Victor@fma.if.usp.br http://www.fma.if.usp.br/~rivelles
Eletricidade e Magnetismo Eram conhecidos desde a antiguidade.
Eletricidade e Magnetismo Eram conhecidos desde a antiguidade. Tales de Mileto faz a primeira menção ao magnetismo cerca de 600 AC. Na China a mais antiga referência data do século 4 AC.
Eletricidade e Magnetismo Eram conhecidos desde a antiguidade. Tales de Mileto faz a primeira menção ao magnetismo cerca de 600 AC. Na China a mais antiga referência data do século 4 AC. A bateria de Bagdá foi construída em cerca de 250 AC.
Eletricidade e Magnetismo Eram conhecidos desde a antiguidade. Tales de Mileto faz a primeira menção ao magnetismo cerca de 600 AC. Na China a mais antiga referência data do século 4 AC. A bateria de Bagdá foi construída em cerca de 250 AC. A bússola foi inventado pelos chineses entre o século II AC e o século I DC. Foi usado para navegação à partir do século XI e introduzido na Europa no século XII. A bússola seca foi inventado em 1300.
William Gilbert Estudou a eletricidade estática e o magnetismo: 1600 De Magnete
William Gilbert Estudou a eletricidade estática e o magnetismo: 1600 De Magnete Usava um pedaço de ambar (em grego: elektron) para estudar a eletricidade estática.
William Gilbert Estudou a eletricidade estática e o magnetismo: 1600 De Magnete Usava um pedaço de ambar (em grego: elektron) para estudar a eletricidade estática. Chama a força resultante de força elétrica. Concluiu que a Terra é um imenso imã e por isso a agulha de uma bússola aponta para o Norte. Ela não é atraída pela estrela polar!
William Gilbert Estudou a eletricidade estática e o magnetismo: 1600 De Magnete Usava um pedaço de ambar (em grego: elektron) para estudar a eletricidade estática. Chama a força resultante de força elétrica. Concluiu que a Terra é um imenso imã e por isso a agulha de uma bússola aponta para o Norte. Ela não é atraída pela estrela polar! Video: Campo magnético da Terra Video: Terrella
William Gilbert Estudou a eletricidade estática e o magnetismo: 1600 De Magnete Usava um pedaço de ambar (em grego: elektron) para estudar a eletricidade estática. Chama a força resultante de força elétrica. Concluiu que a Terra é um imenso imã e por isso a agulha de uma bússola aponta para o Norte. Ela não é atraída pela estrela polar! Video: Campo magnético da Terra Video: Terrella Teve uma enorme influência sobre Kepler e Newton!
Benjamin Franklin Dois tipos de eletricidade eram conhecidas: Eletricidade vítrea Eletricidade resinosa
Benjamin Franklin Dois tipos de eletricidade eram conhecidas: Eletricidade vítrea Eletricidade resinosa Ao redor de 1750 Franklin propõem que a eletricidade é um fluído invisível. Matéria com pouco fluído elétrico: carregado NEGATIVAMENTE com excesso: carregado POSITIVAMENTE Positivo: eletricidade vítrea; Negativo: eletricidade resinosa.
Benjamin Franklin Dois tipos de eletricidade eram conhecidas: Eletricidade vítrea Eletricidade resinosa Ao redor de 1750 Franklin propõem que a eletricidade é um fluído invisível. Matéria com pouco fluído elétrico: carregado NEGATIVAMENTE com excesso: carregado POSITIVAMENTE Positivo: eletricidade vítrea; Negativo: eletricidade resinosa. Em 1750 propõem que há eletricidade em raios numa tempestade.
Benjamin Franklin Dois tipos de eletricidade eram conhecidas: Eletricidade vítrea Eletricidade resinosa Ao redor de 1750 Franklin propõem que a eletricidade é um fluído invisível. Matéria com pouco fluído elétrico: carregado NEGATIVAMENTE com excesso: carregado POSITIVAMENTE Positivo: eletricidade vítrea; Negativo: eletricidade resinosa. Em 1750 propõem que há eletricidade em raios numa tempestade. Invenção do para-raios.
Benjamin Franklin Ao esfregar um lenço de seda num pedaço de vidro ambos ficarão eletricamente carregados e se atrairão.
Benjamin Franklin Ao esfregar um lenço de seda num pedaço de vidro ambos ficarão eletricamente carregados e se atrairão. Convenção: cargas nos vidro: POSITIVA; cargas na seda: NEGATIVA.
Benjamin Franklin Ao esfregar um lenço de seda num pedaço de vidro ambos ficarão eletricamente carregados e se atrairão. Convenção: cargas nos vidro: POSITIVA; cargas na seda: NEGATIVA. Cargas opostas atraem-se.
Benjamin Franklin Ao esfregar um lenço de seda num pedaço de vidro ambos ficarão eletricamente carregados e se atrairão. Convenção: cargas nos vidro: POSITIVA; cargas na seda: NEGATIVA. Cargas opostas atraem-se. Dois pedaços de vidro carregados da forma acima, repelem-se entre si: cargas positivas repelem-se.
Benjamin Franklin Ao esfregar um lenço de seda num pedaço de vidro ambos ficarão eletricamente carregados e se atrairão. Convenção: cargas nos vidro: POSITIVA; cargas na seda: NEGATIVA. Cargas opostas atraem-se. Dois pedaços de vidro carregados da forma acima, repelem-se entre si: cargas positivas repelem-se. Ao esfregar um lenço de seda num pedaço de âmbar, o âmbar atrai um pedaço de vidro carregado, portanto tem carga negativa.
Benjamin Franklin Ao esfregar um lenço de seda num pedaço de vidro ambos ficarão eletricamente carregados e se atrairão. Convenção: cargas nos vidro: POSITIVA; cargas na seda: NEGATIVA. Cargas opostas atraem-se. Dois pedaços de vidro carregados da forma acima, repelem-se entre si: cargas positivas repelem-se. Ao esfregar um lenço de seda num pedaço de âmbar, o âmbar atrai um pedaço de vidro carregado, portanto tem carga negativa. Dois pedaços de âmbar carregados da forma acima repelem-se: portanto, cargas negativas repelem-se.
Benjamin Franklin Ao esfregar um lenço de seda num pedaço de vidro ambos ficarão eletricamente carregados e se atrairão. Convenção: cargas nos vidro: POSITIVA; cargas na seda: NEGATIVA. Cargas opostas atraem-se. Dois pedaços de vidro carregados da forma acima, repelem-se entre si: cargas positivas repelem-se. Ao esfregar um lenço de seda num pedaço de âmbar, o âmbar atrai um pedaço de vidro carregado, portanto tem carga negativa. Dois pedaços de âmbar carregados da forma acima repelem-se: portanto, cargas negativas repelem-se. Video: Experiência de Franklin
Benjamin Franklin Ao esfregar um lenço de seda num pedaço de vidro ambos ficarão eletricamente carregados e se atrairão. Convenção: cargas nos vidro: POSITIVA; cargas na seda: NEGATIVA. Cargas opostas atraem-se. Dois pedaços de vidro carregados da forma acima, repelem-se entre si: cargas positivas repelem-se. Ao esfregar um lenço de seda num pedaço de âmbar, o âmbar atrai um pedaço de vidro carregado, portanto tem carga negativa. Dois pedaços de âmbar carregados da forma acima repelem-se: portanto, cargas negativas repelem-se. Video: Experiência de Franklin No processo de fricção a seda e o vidro estão inicialmente descarregados. Após a fricção ficam carregados. Se o lenço é agora enrolado no vidro não há mais força elétrica. Não há carga elétrica no final. Lei da conservação da carga elétrica.
Lei de Coulomb Início do estudo quantitativo da eletricidade e magnetismo.
Lei de Coulomb Início do estudo quantitativo da eletricidade e magnetismo. Em 1767 Joseph Priestley propõem que a força elétrica cai com o inverso do quadrado da distância.
Lei de Coulomb Início do estudo quantitativo da eletricidade e magnetismo. Em 1767 Joseph Priestley propõem que a força elétrica cai com o inverso do quadrado da distância. Em 1785 Charles Augustin de Coulomb determina a força entre cargas elétricas: Lei de Coulomb. Video: Balança de torção Video: Balança de torção moderna
Lei de Coulomb Início do estudo quantitativo da eletricidade e magnetismo. Em 1767 Joseph Priestley propõem que a força elétrica cai com o inverso do quadrado da distância. Em 1785 Charles Augustin de Coulomb determina a força entre cargas elétricas: Lei de Coulomb. Video: Balança de torção Video: Balança de torção moderna A força produzida por duas cargas é proporcional ao produto das cargas e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre elas. F = 1 q 1 q 2 4πɛ 0 r 3 r