Oftalmoscopia Indireta

Documentos relacionados
Imagiologia ocular. Potencial de cada uma das técnicas para o Optometrista

GLAUCOMA PRIMÁRIO DE ÂNGULO ABERTO (GPAA)

BIOMICROSCOPIA ÓPTICA

MICROSCÓPIO PARA OPERAÇÃO

Efeitos secundários da utilização de lentes oftálmicas e problemas de adaptação

Dispositivo de Medição Ocular

Óptica Visual Séries de Exercícios 2018/2019

Câmera Retinal Não Midiátrica TRC-NW8F CONECTANDO VISÕES

AULA PRÁTICA SOBRE MICROSCOPIA PARTE 1

Noções Básicas em Microscopia Óptica

VEJA O SEU MUNDO PERFEITO

Contabilidade de Gestão no início do século XX (em Portugal)

Segunda-feira, 20 de março de 2017

Sistema Óptico do Olho

19/Dez/2012 Aula Sistemas ópticos e formação de imagens 23.1 Combinação de lentes 23.2 Correcção ocular 23.3 Microscópio 23.

defi departamento de física

Excelentes imagens estéreo e de cor corrigida, iluminação brilhante e eficiências operacionais superiores para as sofisticadas cirurgias atuais.

M a n u e l C e l e s t i n o V i l e l a T e i x e i r a d e A l m e i d a

defi departamento de física

REFRACTOMETRTIA. Medição do índice de refracção de um sólido e de um líquido com o Refractómetro de Abbe

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO TÍTULO: USO E MANUTENÇÃO DE MICROSCÓPIO ÓPTICO Código: ILMD-SLM-POP.005 Revisão/Ano: 00/2018 Classificação SIGDA:

MAGNA. MICrosCóPIo CIrÚrGICo odontológico

padrão de qualidade de Topcon

ANEXO IV DESENHO E ESPECIFICAÇÕES DO DISTINTIVO METÁLICO MODELO A

Espectroscopia Atómica com uma Rede de Transmissão

MICROSCÓPIO ESPECULAR

Conselho Internacional de Oftalmologia. Instruções Clínicas Internacionais. Fechamento Angular Primário (Avaliação Inicial e Tratamento)

AVALIAÇÃO DO SEGMENTO ANTERIOR NO GLAUCOMA GONIOSCOPIA VS PENTACAM HR

Trabalho Prático nº 5

Figura 1 - Onda electromagnética colimada

Universidade de São Paulo Instituto de Física de São Carlos Bacharelado em Ciências Físicas e Biomoleculares Microbiologia 2017

UMA SOLUÇÃO PRÉ-EXAME DA TOPCON CERATO-REFRATÔMETRO AUTOMÁTICO/ REFRATÔMETRO AUTOMÁTICO KR-800/RM-800 DESEMPENHO VOCÊ PODE CONTAR COM A

SERVIÇO DE OFTALMOLOGIA

Quando uma peça é muito pequena, fica difícil visualizar seu perfil e verificar suas medidas com os aparelhos e instrumentos já vistos.

HEINE Oftalmoscópios Indiretos


GUIA DE FUNCIONAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR

Filipa Alexandra de Oliveira Lacerda. Estudo da prevalência de desordens temporomandibulares em músicos de sopro. Universidade Fernando Pessoa

Apresentação e Aplicações de Óptica Geométrica (ENEM/UERJ)

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Escola de Engenharia de Lorena EEL

Prefeitura Municipal de Venda Nova do Imigrante

Dr. Marcelo Palis Ventura. Coleção Glaucoma Coordenador: Dr. Carlos Akira Omi. Volume 1. Conceito e Diagnóstico. Volume 2. Exames complementares

Rua do Manifesto, Ipiranga - São Paulo Fone: +55 (11)

Onde se lê: Leia-se: Onde se lê, no art. 15:

3. TOPOGRAFIA. Definição, Objectivo. Cartas Topográficas. Coordenação do Apoio Horizontal. Medição de Ângulos Medição de Distâncias.

Instrumentos Ópticos

Desenho de Elementos Ópticos Guia dos trabalhos práticos 2010/2011. Docente responsável: Sandra Mogo

VARREDURA ÓPTICA VERTICAL: UMA FERRAMENTA FOTOGRAMÉTRICA PARA GERAÇÃO DE NUVENS DE PONTOS

PRODUÇÃO TÉCNICA DESENVOLVIMENTO DE MATERIAL DIDÁTICO OU INSTRUCIONAL

Profa. Janaina Fracaro Engenharia Mecânica ABRIL/2014

NOVO ROL DA ANS TRATAMENTO OCULAR QUIMIOTERÁPICO COM ANTIANGIOGÊNICO 2018 / 2019

Cerato-Refratômetro Automático KR-1 CONECTANDO VISÕES

Boas Práticas em Oftalmologia 2008 Elementos Clínicos de Avaliação e Referenciação

5 - (UFMG) As figuras representam, de forma esquemática, espelhos e lentes.

#02 PROJETO MESA DE IMPRESSÃO SIMPLES FIXA NA PAREDE

FOTOGRAMETRIA. Universidade do Minho/ Escola de Engenharia/ Departamento de Engenharia Civil/Topografia/Elisabete Freitas 1

2Utilização de. computadores, tablets e telemóveis. Adote uma postura adequada. Trabalha com um computador?

Interferómetro IRAS GT (Randwal)

SISTEMAS DE IMAGEM GUIÃO LABORATORIAL. 1. Luneta astronómica

Questão 1. Questão 2. Lista de Exercícios - 2º ano - Física - 3º trimestre Aluno: Série: Turma: Data:

OTI Ótica QUÍMICA

Visão Subnormal. Exergue bem durante toda a sua vida

Elementos de Óptica ÓPTICA GEOMÉTRICA. Um feixe luminoso como um conjunto de raios perpendiculares à frente de onda.

Determinação da constante de Planck: o efeito fotoeléctrico

15) MATRIZ CURRICULAR DO GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS: BIOLOGIA, FÍSICA E QUÍMICA - LICENCIATURA

OS ÓRGÃOS DOS SENTIDOS

LIGHTLas. SLT Deux SISTEMA DE COMBINAÇÃO SLT/YAG. Laser polivalente, seletivo e reproduzível

Óptica Geométrica. Construções geométricas em lentes delgadas"

ENERGIA CINÉTICA AO LONGO DE UM PLANO INCLINADO

1º Período. Figuras geométricas

Óptica Geométrica Ocular Guia dos trabalhos práticos 2009/2010. Sandra Mogo

TRABALHO Nº 1 DETERMINAÇÃO DO COMPRIMENTO DE ONDA DE UMA RADIAÇÃO DUPLA FENDA DE YOUNG

1º PASSO 2º PASSO 3º PASSO 4º PASSO

Solução de luz natural do dia para a fotografia Odontológica Móvel. Manual de operação

ANAMNESE. Cirurgias: Doenças/Sintomas : Medicamentos: Lesões Alergias TPM Outros

ORL /2017-PT. Fotóforo KS70. Iluminação médica do mais alto nível

O estado da Arte da aplicação BIM na reabilitação urbana

Tarefa 01 Professor Bernadelli

A ELIPSE, A PARÁBOLA E A HIPÉRBOLE - PROPRIEDADES E APLICAÇÕES -

Louça de cozinha Panelas

Microscópio Especular SP-1P. Fotografia Panorâmica de Ângulo Amplo

Escola Secundária. tensão = número de divisões na escala vertical tensão/divisão. tensão = 4,2 10 mv = 42 mv

Documento de preparação do Trabalho Prático de Grupo

Esquema simplificado do olho humano

Construa uma. Celestial Casinha na Árvore de Papel em 3D

SUMÁRIO. PRIMEIRA PARTE Ventiladores com Rotores Radiais VRA

Transcrição:

Melhorar a visualização do fundo ocular sem dilatação António Filipe Macedo macedo@fisica.uminho.pt António Manuel Gonçalves Baptista abaptista@fisica.uminho.pt Docentes e Investigadores em Optometria e Ciências da Visão Departamento de Física da Universidade do Minho Laboratório de Reabilitação Visual Campus de Gualtar 4710-057 Braga, Portugal Lentes de Volk AJL OPHTHALMIC }Fernando Salazar Camara Não-Midriatica e Lâmpada de Fenda digital OPTOMETRON }Luís Miguel Feijó Tomografia de Coerência Óptica (OCT) e Lâmpada de Fenda digital TOPCON PT }Manuel Boldt www.ajlsa.com/home.aspx fernandosalazar@ajlsa.com www.optometron.pt/ geral@optometron.pt www.topcon-medical.pt/pt/ topconpt@topcon.pt

I. Resumo... 4 II. Distribuição... 5 III. Conteúdos... 6 IV. Vantagens da OI-LF comparado com O. Direta... 7 V. Principais desafios... 8 VI. Objectivos teóricos... 8 VII. Objectivos práticos... 8 VIII. Fundos Camara/OCT a ser utilizados. 9 IX. Lâmpadas de Fenda a ser utilizadas 10 X. Características dos vários tipos de lentes de Volk 1... 11 XI. Quando é que é válida a ampliação marcada... 12 XII. A técnica/procedimento... 14 XIII. Referências... 25 XIV. Seleção dos pacientes... 27 XV. Carateristicas da imagem... 28 XVI. Como tirar notas das suas observações... 29 XVII. Ampliação da imagem pela lente... 30 XVIII. Como escolher a sua lente - 1... 31 XIX. Lentes experimentadas - 1... 35 XX. Acessórios 1: Adaptador para lentes de não-contacto... 39 Acessórios 2: Filtro amarelo... 40 Acessórios 3: Escala retiniana... 41 Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 3 de 41

I. Resumo A observação do fundo do olho é um procedimento fundamental no exame visual realizado pelo Optometrista A oftalmoscopia indireta (OI) com lâmpada de fenda (LF) é o melhor complemento e/ou alternativa à oftalmoscopia directa com algumas vantagens relativamente a esta. A OI apresenta no entanto mais desafios que vão desde a escolha da lente certa até à execução do procedimento. Neste bloco formativo iremos abordar, na primeira parte, as particularidades teóricas da OI que vão desde a direcção da imagem até à escolha da lente e, na segunda parte, colocar em prática este conceitos. Os participantes serão divididos em grupos de 3 ou 4 elementos durante a parte prática. Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 4 de 41

II. Distribuição 1. 20 Teoria Tempo total: 240 2. 90 Prática 3. 10 Intervalo 4. 20 Resolução de problemas 5. 90 Prática 6. 10 Quiz Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 5 de 41

III. Conteúdos Análise dos vários tipos de lentes existentes A técnica/procedimento Resolução de problemas Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 6 de 41

IV. Vantagens da OI-LF comparado com O. Direta Respeita a distância relacional do espaço individual do paciente Imagem estereoscópica Observação sucessiva: Polo anterior/polo posterior ou vice-versa Vista panorâmica da retina Figura 1: Exemplo do espaço individual respeitado (esq.) e de "invasão" do espaço intimo (dir.). Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 7 de 41

V. Principais desafios A técnica requer treino A interpretação das observações requer conhecimentos teóricos sólidos sobre a retina (Não fazem parte do plano desta Academy) VI. Objectivos teóricos Selecionar o paciente, selecionar a lente, observação VII. Objectivos práticos Domínio da técnica, identificação do fundo observado na base de dados de retinografias dos participantes no exercício prático Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 8 de 41

VIII. Fundos Camara/OCT a ser utilizados Cobra (Optometron) 3 D-OCT FAPLUS (Topcon) Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 9 de 41

IX. Lâmpadas de Fenda a ser utilizadas Elite (Optometron) SL-D7 e SL-D4 (Topcon) Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 10 de 41

X. Características dos vários tipos de lentes de Volk 1 Lente Campo em graus Estático / Dinâmico Ampliação da imagem 60D 68 / 81 1.15 Super 66 80 / 96 1.0 78D 81 / 97 0.93 90D 74 / 89 0.76 Digital Wide Field 103 / 124 1.39 Digital 1.0 Imaging Lens 60 / 72 1.0 Super VitreoFundus 103 / 124 0.54 SuperPupilXL 103 /124 0.45 Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 11 de 41

XI. Quando é que é válida a ampliação marcada Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 12 de 41

PARTE 1 Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 13 de 41

XII. A técnica/procedimento Oftalmoscopia Indireta Material Fundus camara não-midiàtrica Lâmpada de fenda Lente condensadora: lentes condensadoras de vários tipos Distâncias de trabalho (ápex da córnea lente) de algumas lentes Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 14 de 41

Procedimento - Inicio 1. Pedir ao paciente para fixar um alvo em posição primária com o olho que não está a ser examinado; Esquema 1 Esquema 2 Figura 2: O princípio da lente de Volk 3. Uma imagem de um objecto na retina ou no vítreo forma-se entre a lente e a lâmpada de fenda (Esquema 2-Ponto C), a imagem é real e invertida. Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 15 de 41

Procedimento cont. 2. Colocar o sistema de iluminação alinhado com as oculares da lâmpada de fenda (ângulo ~0º). O feixe deve ter uma intensidade média ou baixa, altura inferior ao diâmetro da lente e largura aproximada de 2 mm. O aumento da LF deve ser menor do que 16 ; 3. Limpar a LV, segurar a lente com a mão ou no suporte da LF (se existir). Qualquer das faces da LV pode estar virada para a córnea do paciente; 4. Observando através das oculares da LF faça a centragem do feixe de luz no plano da pupila do paciente; 5. Observando por fora das oculares coloque a lente centrada na córnea do paciente a uma distância de 6-10 mm do apex da córnea. A mão que segura na lente deve estar apoiada e estável; Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 16 de 41

Procedimento cont. Oftalmoscopia Indireta 6. Com a lente estável e centrada puxe a LF para traz usando o joystick até obter uma imagem da Retina. O curso normal da LF é cerca de 2.5 cm; 7. Uma vez obtida uma imagem da Retina movimente o sistema de iluminação um ângulo de 10º-20º para reduzir o reflexo na córnea e o encandeamento do paciente. Ajuste o aumento da LF e a inclinação do sistema de iluminação (inclinar para a frente pode ajudar na visualização); 8. Verifique se está a usar os dois olhos; 9. Para fazer varrimento do fundo movimente a lente, a LF ou ambos horizontalmente/verticalmente; 10. Instrua o paciente a pestanejar normalmente e a abrir bem os olhos entre pestanejos; Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 17 de 41

IMPRIMIR PARA EXERCICIO PRÁTICO Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 18 de 41

EXEMPLO DE COMO DESENHAR Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 19 de 41

Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 20 de 41

Landmarks da retina Oftalmoscopia Indireta Animação java com demo http://www.academy.org.uk/tutorials/simvolk.htm Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 21 de 41

11. Exemplos de imagens Exemplo 1 Registo das observações num indivíduo com alterações retinianas causadas por diabetes 1 Exemplo 2 Observação: Drusen 1 Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 22 de 41

Exemplo 3 Observação: Edema macular sistoide pos-trauma 1 Exemplo 4 Observação: Buraco macular 1 Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 23 de 41

Exemplo 5 Observação: Degeneração da Coroide 1 Exemplo 6 Observação: Papila Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 24 de 41

XIII. Referências 1 Goldmann, H (1949). Br. J. Ophthalmology. 33: 242-247 2 Rubin, M (1992). Surv. Ophthalmol. 36(6): 439-445 3 Flanagan, J.G. & Prokopich, C.L. (1995). Ophthal. Physiol. Opt. 15, Suppl. 2: S38-S41 RECURSOS DA WEB: http://www.youtube.com/watch?v=9fc6hcmfdio&feature=related Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 25 de 41

PARTE 2 Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 26 de 41

XIV. Seleção dos pacientes Casos favoráveis para OI-LF Todos excepto os referidos abaixo Casos Desfavoráveis para OI-LF Situações em que existe um problema de postura que torna impossível o uso da lâmpada de fenda Crianças (ver estratégias) Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 27 de 41

XV. Carateristicas da imagem Posição das observações Oftalmoscopia Indireta 1) Através da lente 2) Rotação vertical 3) Rotação horizontal Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 28 de 41

XVI. Como tirar notas das suas observações Tire sempre notas da mesma maneira e guarde as fotografias, se existirem, sempre no mesmo formato Conselho prático Anote as suas observações exatamente como as vê Vantagens desta anotação: Facilita a nomenclatura e a comparação entre o que está a ver e o seu desenho Nos casos de follow-up consegue localizar exatamente o que vê nas mesmas zonas das suas notas (desenhos) Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 29 de 41

XVII. Ampliação da imagem pela lente A ampliação indicada para as diferentes lentes não tem em consideração a óptica da lâmpada de fenda que é variável A Vista através da SuperField sem lâmpada de fenda B Vista inicial com lâmpada de fenda C Vista ampliada opticamente Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 30 de 41

XVIII. Como escolher a sua lente - 1 A ampliação é apenas parte da informação necessária, é importante atender também ao campo proporcionado pela lente Conselho prático Peça ao seu fornecedor que lhe deixe experimentar alguns tipos de lente durante alguns dias Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 31 de 41

Como escolher a sua lente - 2 Regra geral: quanto maior a ampliação produzida pela lente menor é o campo. A excepção nas lentes de Volk é a de 90D em que a ampliação e o campo são menores que a de 78D e a Super 66 e não tem qualquer vantagem relativamente `Superfield NC Quanto menor for a potência da lente mais ampliação do fundo vai ser observada. Isto é, será mais próxima da visão directa do fundo do olho. Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 32 de 41

Como escolher a sua lente - 3 As lentes que produzem maior ampliação são mais difíceis de usar em pupilas pequenas e é menos provável que lhe permitam uma visão binocular (esterioscópica) sem dilatação As de 90D, SuperField e SuperPupil são normalmente capazes de proporcionar visão binocular através de pupilas não dilatadas Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 33 de 41

Como escolher a sua lente - 4 SuperPupilXL Carateristicas: 0.45 103º/129º vista indirecta Aspectos mais importantes: Ideal para pupilas muito pequenas da ordem dos 1-2 mm Limitações: imagem muito pequena Vantagens: Pode ser vantajosa para casos de glaucoma com pupilas muito mióticas http://www.volk.com/tools/lensselector/ Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 34 de 41

XIX. Lentes experimentadas - 1 Digital Wide Field ~ SuperField Carateristicas: 0.72 103º/124º vista indirecta Aspectos mais importantes: Alta resolução com campo largo Limitações: Não tem muitas comparada com as restantes Vantagens: tema a mesma ampliação da de 90D mas o campo é significativamente maior. Este tipo também tem maior número de acessórios que aumentam a flexibilidade http://www.volk.com/tools/lensselector/ Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 35 de 41

Lentes experimentadas - 2 Digital 1.0 Imaging Lens ~Super 66 Carateristicas: 1.0 60º/72º vista indirecta Aspectos mais importantes: Ideal para medidas do nervo óptico e fotos com lâmpada de fenda Limitações: Não tem muitas, comparada com as restantes Vantagens: permite a medição directa do nervo nervo óptico, alinhando a altura da fenda para coincidir com o diâmetro vertical do disco, quando visto através de uma Super 66, a altura da lâmpada de fenda é exatamente a altura do disco óptico em milímetros -- sem necessidade de conversão extra Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 36 de 41

Lentes experimentadas - 3 Super VitreoFundus Carateristicas: 0.57 103º/124º vista indirecta Aspectos mais importantes: campo largo, examinação panretinal (totalidade da retina) e capacidade de observação através de pupilas pequenas, 3-4 mm http://www.volk.com/tools/lensselector/ Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 37 de 41

Lentes experimentadas - 4 SuperPupilXL Carateristicas: 0.45 103º/129º vista indirecta Aspectos mais importantes: Ideal para pupilas muito pequenas da ordem dos 1-2 mm Limitações: imagem muito pequena Vantagens: Pode ser vantajosa para casos de glaucoma com pupilas muito mióticas Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 38 de 41

XX. Acessórios 1: Adaptador para lentes de não-contacto Disponível para: Digital Wide field, Digital 1.0x, SuperField, 60D, Super 66, 78D and 90D Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 39 de 41

Acessórios 2: Filtro amarelo Bom para exposições longas e pupilas dilatadas, aumenta o conforto do paciente Disponível para: SuperPupil XL, SuperVitreofundus, SuperField, 60D, Super 66, 78D and 90D Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 40 de 41

Acessórios 3: Escala retiniana A aplicação principal de a medição do disco, escavação e tamanho de eventuais lesões retinianas Optimizada p/ lentes SuperField Academy, 14.15/Abr/12 }Autor: António Filipe Macedo/António Manuel G. Baptista } Página 41 de 41