Interação entre os Seres Vivos 5º Semestre: Trabalho como Princípio Educativo Inverno 06 Código 6585 Turma Campus / Curso Componente Curricular Docentes Ano Letivo / Período Paulo Freire Campus Dom Pedrito Educação do Campo Interação entre os Seres Vivos Marcelo Vaz Pupo 06 Inverno Créditos Carga Horária Teórica Prática Total 0 5 5 EMENTA Conceitos fundamentais em Ecologia. Níveis de organização, Escala de organização. Biodiversidade. Nicho ecológico. Ecossistemas, estrutura e funcionamento dos ecossistemas. Fluxo de matéria e energia. Cadeias alimentares. Dos Produtores primários aos decompositores. Ecologia de populações, metapopulações e comunidades. Teias alimentares. Dinâmica trófica. Biogeografia, regiões biogeográficas da terra: regiões Paleotropical, Neotropical, Paleártica, Neoártica, Indo-malaia, Australiana, Oceânica e Antartica. Bioma e Biosfera.Principais ambientes terrestres e marinhos a nível global. Temas atuais em ecologia e Biogeografia.
OBJETIVO GERAL Reconhecer os conceitos em Ecologia. Estabelecer relações entre os diferentes organismos e sua importância ecológica. Reconhecer as principais zonas biogeográficas e suas relações com a evolução dos ecossistemas e com a dinâmica dos continentes. Buscar temas de importância relevante para a Ecologia e Biogeografia. OBJETIVO ESPECÍFICO Compreender a relação entre as interações ecológicas e a resiliência dos ambientes naturais. Refletir sobre os níveis de organização dos seres vivos e as dinâmicas sucessionais, inclusive na recuperação de áreas e nos agroecossistemas. Correlacionar os conhecimentos científicos em ecologia com os conhecimentos adquiridos pelos sujeitos do campo através do trabalho na terra. Compreender como as forças produtivas interagem com os ambientes naturais alterando as paisagens rurais. Compreender as relações entre as forças produtivas, o modo de produção e os impactos na dinâmica dos agroecossistemas. METODOLOGIA - Aulas expositivas; - Atividades de análise de mídias, servirão para desenvolver a capacidade de interpretação e argumentação d@s educand@s; - Levantamento e estudos da realidade; - Produção de material síntese; - Apresentação de trabalhos.
CRONOGRAMA E PROGRAMA DO COMPONENTE CURRICULAR Tempo Universidade 7. jul. 06 Apresentação do Professor; Apresentação do componente; Discussão sobre aulas; avaliação e expectativas; unidades do componente; Introdução aos conceitos de Ecologia. 9. jul. 06 Conhecimentos prévios dos alunos nos temas do componente.. jul. 06 Níveis e escala de organização em Ecologia, abordados a partir da realidade dos campos sulinos. 6. jul. 06 Biodiversidade, nicho ecológico e ecossistemas; Compreensão das relações socioambientais a partir da ecologia.
. jul. 06 5 Biogeografia e interações entre seres vivos e componentes abióticos. Correlações possíveis entre ecossistema e expressão cultural dos povos do campo.. jul. 06 6 Regiões biogeográficas da Terra e a expressão das diversidades sociambientais. 8. jul. 06 7 Biogeografia, Agroecologia e Agricultura Camponesa; as relações entre padronização das paisagens rurais e a diversificação a partir das especificidades agroecossistêmicas. 0. jul. 06 8 Ecossistemas locais, conhecimentos endógenos e Educação do Campo; coevolução ser humano e natureza a partir da especificidade do trabalho.
Tempo Comunidade. ago. 06 Articulação, aproximação, reflexão entre as interações ecológicas, o trabalho e a vida no campo. 7. set. 06 Articulação, aproximação, reflexão entre as interações ecológicas, o trabalho e a vida no campo.. set. 06 Articulação, aproximação, reflexão entre as interações ecológicas, o trabalho e a vida no campo. 5. out. 06 Articulação, aproximação, reflexão entre as interações ecológicas, o trabalho e a vida no campo. 9. out. 06 Apresentação dos relatórios referentes ao projeto III 5
AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM Tempo Universidade (peso,0): - Participação em aula (participação, interação, auto avaliação, organicidade, coletivo): peso,0; - Trabalhos Semanais: peso,0 - Nota final = somatório das notas; Recuperação da nota do tempo universidade uma recuperação, sendo sua nota substitutiva da nota final; Tempo comunidade (peso 6,0): - caderno de alternância: peso,5; - elaboração do projeto II: peso,0; - apresentação do projeto II: peso ; - avaliação da participação no tempo comunidade: peso,5. Após a realização das avaliações, os acadêmicos (as) que não obterem a nota mínima (seis), tem a alternativa de realizar uma avaliação de recuperação. Aprovação - média final mínima: seis (6,0); e frequência mínima de 75% da carga horária do componente. É obrigatória a frequência às atividades correspondentes na disciplina de Interação entre os Seres Vivos, ficando reprovado o estudante que não comparecer a 75% (setenta e cinco por cento), no mínimo, das aulas, assim como e demais avaliações programadas para a integralização da carga horária fixada para o referido componente. Para a justificativa de faltas, o acadêmico deverá encaminhar a solicitação à Secretaria Acadêmica do Campus. ATIVIDADE RECUPERAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Recuperação da nota do tempo universidade uma recuperação, sendo sua nota substitutiva da nota final; Após a realização das avaliações, os acadêmicos (as) que não obterem a nota mínima (seis), tem a alternativa de realizar uma avaliação de recuperação. Aprovação - média final mínima: seis (6,0); e frequência mínima de 75% da carga horária do componente. 6
AÇÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE ENSINO-PESQUISA-EXTENSÃO O processo pedagógico do Tempo Universidade e Tempo Comunidade estimula a autoorganização discente compreendendo-a como necessária ao protagonismo estudantil ao longo das relações de ensino-aprendizagem. Ainda no Tempo Universidade abordaremos o tema da interação entre os seres vivos em sua relação com os pressupostos epistemológicos da Educação do Campo, favorecendo a perspectiva da extensão universitária enquanto ação que problematiza a produção do conhecimento no contexto da realidade da escola e da vida camponesa. Considerando o eixo temático no qual está inserido o componente, "O Trabalho como Princípio Educativo", é salutar que o processo educativo compreenda as implicações que as relações ecológicas têm para as forças produtivas, em especial para as práticas agrícolas em que @s estudantes têm contato. Essa pré-disposição, aliada às ações previstas para o Tempo Comunidade (desenvolvimento do projeto interdisciplinar), abre oportunidades de identificarmos objetos de pesquisa que possam sistematizar e fundamentar ações e práticas pedagógicas que apoiem o trabalho camponês no âmbito da Agroecologia. OUTRAS AÇÕES O protagonismo estudantil na sala de aula e nas ações interdisciplinares entre ensino-pesquisaextensão faz-se interessante pois espera-se que as alunas e alunos do curso de Licenciatura em Educação do campo habilitem-se como gestores de processos educativos pra além da escola, contribuindo no trabalho formativo e organizativo das comunidades de origem d@s estudantes. Outras ações que compõem a formação pedagógica envolvem a produção simbólica a partir das tecnologias da informação e da comunicação que estão disponíveis no Laboratório Interdisciplinar de Formação de Educadores (LIFE-Unipampa/Dom Pedrito). A proposta é produzir materiais audiovisuais que associem a experiência de vida d@s alun@s com os conteúdos do componente curricular. Ao elaborar trabalhos a partir dos multimeios (texto, foto, áudio, vídeo) nessa perspectiva, congregamos a formação acadêmica com a formação sociocultural e ampliamos o sentido que têm os conteúdos para a vida comunitária. Serve-nos também como um instrumento de avaliação multidimensinal, desde o envolvimento com a tarefa até o grau de compreensão dos conceitos abordados. 7
BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEGON, M.; TOWNSEND, C. R.; HARPER, J.L. Ecologia de indivíduos a ecossistemas. a ed.. Porto Alegre: Artmed, 007. CAIN, M.; BOWMAN, W.D.; HACKER, S.D. Ecologia. a ed.. Porto Alegre: Artmed, 0. RICKLEFS, R. A Economia da Natureza. 6a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 0. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALCOCK, J. Comportamento Animal. 9a. ed. Artmed: Porto Alegre, 00. ALMEIDA, E.; CARVALHO, C. Biogeografia da América do Sul, a. ed. Roca. 0. GUREVITCH, J. SCHEINER, S.; GORDON, A. F. Ecologia Vegetal, a.ed. Artmed: Porto Alegre. 8