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13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA PERFIL OBSTÉTRICO DAS MULHERES EM CONSULTA DE ENFERMAGEM: PROJETO CONSULTA DE ENFERMAGEM NO PRÉ-NATAL E PUERPÉRIO Karol Antunes De Almeida (kaarolalmeida@hotmail.com) Ana Caroline Pacholok Zanardini (pacholok_ana@hotmail.com) Nadiane Cristina De Lima (nadylima91@hotmail.com) Suellen Vienscoski Skupien (suvienscoski@hotmail.com) Ana Paula Xavier Ravelli (anapxr@hotmail.com) RESUMO O período após o parto chama-se puerpério, dura de 6 a 8 semanas. Todos os órgãos, principalmente as genitais, se recuperam das alterações ocorridas ao longo da gravidez e do parto e nessa fase se inicia a lactação. Objetivo: identificar o perfil obstétrico das puérperas atendidas no projeto consulta de enfermagem no ano de 2013 e 2014. Metodologia: pesquisa quantitativa descritiva realizada no Hospital de referência à gestação de risco habitual na cidade de Ponta Grossa. Entrevista estruturada com 252 mulheres no período puerperal entre Março de 2013 a Novembro de 2014. A análise dos dados deu-se por estatística descritiva com os valores expressos em frequências simples. Resultados: 54,2% (n=137) das mulheres eram multíparas e 45,8% (n=115) primíparas, 58,03% (n=147) delas não planejaram a gravidez. Em relação ao pré-natal 100% (n=252) realizaram acompanhamento, sendo que 60,6% (n= 152) fizeram acima de seis consultas. Das 252, 30,8% (n=78) das mulheres foram encaminhadas para cesárea e 69,2% (n=174) realizaram parto vaginal, 81,3% (n=204) deles sem intercorrências. Conclusão: Verifica-se a importância da atuação do profissional enfermeiro no período pré-natal e puerpério, uma vez que as mulheres precisam ser orientadas quanto ao planejamento da gravidez, consultas pré-natais e benefícios do parto vaginal. PALAVRAS-CHAVE Pré-natal. Parto. Enfermagem. Introdução O pós-parto é citado por alguns autores como o momento em que autoconfiança da mulher encontra-se em crise, pois ocorre uma mistura de sentimentos como euforia, medo, ansiedade além de ser um período de extrema vulnerabilidade. (MERIGHI; GONÇALVES; RODRIGUES, 2006). O puerpério, ou pós-parto, é o período que se inicia após a dequitação (saída da placenta) e termina normalmente depois de 6 semanas. Esse é um momento de mudanças físicas, fisiológicas e psíquicas. Após o parto normal, a mulher já pode andar e comer, mas

13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 2 não deve se levantar sozinha, pois perdeu muito sangue durante o parto e isso pode fazer com que a pressão arterial caia e cause até desmaios. Já na cesárea, a mulher deve permanecer em repouso na cama já que realizou um procedimento cirúrgico. Mas não por muito tempo, pois permanecer deitada no leito por muito tempo aumenta o risco de trombose no período pósparto. A alimentação após a cesárea é iniciada gradualmente após 6 horas (REZENDE, 2011). O atendimento à mulher no ciclo grávido-puerperal é uma atividade prevista nas Ações Básicas da Assistência Integral à Saúde da Mulher preconizado pelo Ministério da Saúde e desenvolvida pelos profissionais de saúde nos hospitais e nos centros de saúde da rede básica. Tratando-se de pré-natal os resultados são satisfatórios, uma vez que o Ministério da Saúde lançou a Política de Humanização do Pré-Natal e Nascimento, em que se busca garantir o acesso e a qualidade do acompanhamento pré-natal, com humanização. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2000). O perfil obstétrico entende-se o passado obstétrico, número de partos anteriores, intercorrências na gestação e tipo de parto. (RIGOL, SANTO, 2001) Contudo, verifica-se a importância do profissional de enfermagem desenvolver ações assistenciais. A enfermagem vem buscando a interação com os clientes, compreendendo-os e propiciando condições para o desenvolvimento do cuidado de forma a abranger outros aspectos que envolvem a gestação e o nascimento. (REZENDE, 2011). Objetivos Identificar o perfil obstétrico das puérperas atendidas no projeto consulta de enfermagem no ano de 2013 e 2014. Referencial teórico-metodológico Pesquisa quantitativa descritiva realizada no Hospital de referência à gestação de risco habitual na cidade de Ponta Grossa. Entrevista estruturada com 252 mulheres no período puerperal entre os meses de Março de 2013 a Novembro de 2014. A análise dos dados deu-se por estatística descritiva com os valores expressos em frequências simples. Resultados O estudo teve como resultados desvelados, em relação à condição materna, que 54,2% (n=137) das mulheres eram multíparas e 45,8% (n=115) eram primíparas, e de acordo

13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 3 com as entrevistadas 58,03% (n=147) delas não planejaram a gravidez atual. Em relação às consultas obrigatórias 100% (n=252) delas realizaram acompanhamento pré-natal, sendo que 60,6% (n= 152) fizeram acima de seis consultas pré-natais. No momento do parto, 30,8% (n=78) das mulheres foram encaminhadas para o parto cesariano enquanto que 69,2% (n=174) realizaram parto vaginal, 81,3% (n=204) não apresentaram nenhuma intercorrência durante os mesmos. Tabela 1: Condição Materna de mulheres em Consulta de Enfermagem Puerperal atendidas no Hospital de Referência de Ponta Grossa. Condição Materna Primípara 115 45,08 Multípara 137 54,02 Fonte: Projeto CEPP, 2013 e 2014. Tabela 2: Planejamento da gravidez por mulheres em Consulta de Enfermagem Puerperal atendidas no Hospital de Referência de Ponta Grossa. Gravidez Planejada Sim 105 41,07 Não 147 58,03 Fonte: Projeto CEPP, 2013 e 2014. Percebe-se que a maior parte das mulheres não planejou a gravidez, e tal fato pode estar relacionado à falta de informação sobre métodos de contracepção e orientação para o planejamento familiar. Tabela 3: Tipo de parto de mulheres em Consulta de Enfermagem Puerperal atendidas no Hospital de Referência de Ponta Grossa. Tipo Parto Vaginal 174 69,02 Cesárea 78 30,08 Fonte: Projeto CEPP, 2013 E 2014. O número de partos vaginais já aumentou, mas é cada vez mais importante o incentivo para realização do mesmo, pois a cesárea pode causar complicações tanto para a mãe, quanto para o bebê. Entre elas, infecções, distúrbios tromboembólicos, além de o leite materno demorar mais para descer e a puérpera ter uma recuperação mais lenta. Percebeu-se que das mulheres atendidas no Hospital de Referência de Ponta Grossa nos anos de 2013 e 2014, mais da metade eram multíparas, ou seja, já estavam na segunda ou

13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 4 mais gestações e, segundo os resultados, a maioria delas tinham conhecimento sobre a importância do pré-natal, do aleitamento materno e do preparo das mamas. Porém, o conhecimento é vago, sendo importante ressaltar que também surgem dúvidas, pois cada gestação e puerpério ocorrem de uma maneira diferente. Percebe-se aí a importância do Projeto de Consulta de Enfermagem no Pré-natal e Puerpério, o qual esclarece todas as dúvidas das puérperas, orienta-as quanto os cuidados com o bebê e consigo mesma, além de esclarecer sobre alguns mitos culturais que são passados de mãe para a filha. Considerações Finais A partir do perfil obstétrico traçado nesse estudo, é possível saber quais são os índices que precisam ser melhorados e através do conhecimento do problema testar meios para solucioná-los. De acordo com os resultados citados, podemos perceber a importância da atuação do profissional enfermeiro não somente no período de pós-parto, mas sim, desde o planejamento familiar e pré-natal, tendo em vista que os resultados mostram grande porcentagem de gestações não planejadas, cesáreas e número insuficiente de realização de consultas de pré-natal. O perfil das gestantes atendidas é de mulheres adultas, com baixa escolaridade, casadas, que não exercem atividade remunerada, multíparas, com boa participação nas consultas pré-natais, predominando o parto normal. O Projeto possibilita aos acadêmicos conhecer a realidade das gestantes na cidade de Ponta Grossa, pontos positivos e negativos, refletindo assim onde a saúde esta carente de intervenções e informações, além disso, possibilitou uma aproximação muito grande com as puérperas. Referências BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção a Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Área técnica de Saúde da Mulher. Pré-Natal e Puerpério:Atenção Qualificada e Humanizada - Manual Técnico/Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção a Saúde,Departamento de Ações Programáticas Estratégicas Brasília: Ministério da Saúde.162p, 2006. MERIGHI, Mirian Aparecida Barbosa; GONÇALVES, Roselane; RODRIGUES, Isabela Granghelli. Vivenciando o período puerperal: uma abordagem compreensiva da Fenomenologia social. Rev Bras Enferm, 59(6), pp.775-9, nov./dez, 2006.

13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 5 REZENDE, J. Obstetrícia. 12ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S. A.; 2011. RIGOL, Juliana Luzardo; SANTO, Lilian Cordova do Espírito. Perfil Das Gestantes Adolescentes Atendidas Em Consulta De Enfermagem. Vev. Gaucha. Enferm, v.22 n.2, pp. 122-140, julho. 2001.