AGRUPAMENTO VERTICAL DE GAVIÃO

Documentos relacionados
Faltas e sua natureza

Estatuto do Aluno e Ética Escolar (EAEE)

Estatuto do Aluno e Ética Escolar (EAEE) FALTAS/ DEVER DE ASSIDUIDADE

EXCERTO DO REGULAMENTO INTERNO

Agrupamento de Escolas de Vouzela e Campia REGULAMENTO DO REGIME DE ASSIDUIDADE CURSOS CEF I - CONTEXTUALIZAÇÃO

Estatuto do Aluno e Ética Escolar (EAEE) MEDIDAS DISCIPLINARES CORRETIVAS E SANCIONATÓRIAS

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS BELÉM RESTELO. Regimento / Regulamento das Atividades de Enriquecimento Curricular

Agrupamento de Escolas Verde Horizonte Regulamento Interno (Anexo 5)

REGULAMENTO. atividades de enriquecimento curricular. agrupamento de escolas da abelheira VIANA DO CASTELO

Agrupamento Vertical de Escolas Santos Simões

Regulamento de Funcionamento

CURSOS PROFISSIONAIS

GABINETE DE MEDIAÇÃO DE CONFLITOS

ANEXO 9 Regulamento Interno ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO E DE INTEGRAÇÃO ESCOLAR E COMUNITÁRIA

Agrupamento de Escolas Amadeo de Souza-Cardoso. Referencial para organização das Atividades de Enriquecimento Curricular

DGEstE Direção de Serviços da Região Centro. Agrupamento de Escolas de Vouzela e Campia. Regulamento das Atividades de Enriquecimento Curricular

REGULAMENTO DO FUNCIONAMENTO DAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR NO 1º CICLO (AEC) (Anexo do Regulamento Interno)

REGULAMENTO DO FUNCIONAMENTO DAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR NO 1º CICLO(AEC)

NOTA JUSTIFICATIVA. A Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, que aprovou a Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas,

Uma Escola de Cidadania Uma Escola de Qualidade RIA - AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO SANCHES

REGIME DE FALTAS. I Marcação de faltas

REGULAMENTO INTERNO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AGUALVA MIRA SINTRA

Agrupamento de Escolas de Miguel Torga, Bragança Lei n.º51/2012, 5 de setembro - destaques

Câmara Municipal das Caldas da Rainha REGULAMENTO AEC 2011/201

Determinação e tipificação da medida disciplinar

EXAMES º ANO. Provas Finais de Ciclo e Provas de Equivalência à Frequência

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO BÁSICO

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE ANTÓNIO FEIJÓ. Ano Letivo

Agrupamento de Escolas da Moita Sede Escola Secundária da Moita E S C O L A S E C U N D Á R I A D A M O I TA REGULAMENTO

ANEXOS DO REGULAMENTO INTERNO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS TRIGAL DE SANTA MARIA

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ENSINO BÁSICO

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR. 1º Ciclo do Ensino Básico

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DAS LARANJEIRAS

Agrupamento de Escolas de Ourique

Regulamento Interno do Agrupamento de Escolas da Correlhã. Anexo. Página 1 de 8

Actividades de Enriquecimento Curricular Regimento

DOCUMENTO do ALUNO ENSINO SECUNDÁRIO 2015 / 2016

Critérios de Avaliação. 1.º Ciclo

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MATOSINHOS

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VALE DO TAMEL. Plano de Atividades Educativas de Complemento Curricular AECC

Plano de Atividades de Ocupação Plena dos Tempos Escolares (PAOPTE)

REGULAMENTO ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR (AEC) ATIVIDADES DE ANIMAÇÃO E APOIO À FAMÍLIA (AAAF)

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO 1º CICLO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE QUELUZ-BELAS PLANO DE AÇÃO PARA A PREVENÇÃO DA INDISCIPLINA 2016/17 CÓDIGO DE CONDUTA

ENQUADRAMENTO ESPAÇO ALUNO

E N S I N O SECUNDÁRIO

Plano de Ação Estratégica

REGULAMENTO DOS CURSOS PROFISSIONAIS

Critérios Gerais de Avaliação do 1º Ciclo ANO LETIVO

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2017/2018

Regimento do Conselho Pedagógico

Critérios gerais de avaliação

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO

ANEXO 18 A Regulamento Interno

NORMAS OPERATIVAS GERAIS DOS SALESIANOS DE MANIQUE ESCOLA

Agrupamento de Escolas Fontes Pereira de Melo

Regulamento do processo disciplinar de alunos. Agrupamento de Escolas de Miraflores

Transcrição:

AGRUPAMENTO VERTICAL DE GAVIÃO REGULAMENTO INTERNO - ADENDA Artigo 88º Medidas de recuperação e de integração 8- As atividades de recuperação da aprendizagem, quando a elas houver lugar, são decididas pelo professor titular da turma ou pelos professores das disciplinas em que foi ultrapassado o limite de faltas, de acordo com as seguintes regras, as quais privilegiam a simplicidade e a eficácia: 8.1 No 1ºCEB as atividades a decidir pelo professor titular de turma realizam-se no apoio ao estudo e/ou no estudo acompanhado, com a colaboração do professor de apoio, sempre que possível; informado o encarregado de educação; 8.2 A realização das tarefas ocorre sempre fora do horário letivo: na biblioteca escolar, nas salas de estudo e no apoio ao estudo, em função das disponibilidades; 8.3 O tempo das atividades terá que implicar uma duração até ao nº de dias ou tempos letivos (conforme os ciclos) para além do limite estabelecido por lei, ficando ao critério de cada docente e de acordo com a especificidade de cada disciplina o período de tempo a adotar; 8.4 Metade do tempo a utilizar nas atividades de recuperação terá que ter acompanhamento de um docente, sempre que possível, e de acordo com os recursos disponíveis. 11- O disposto no número anterior é aplicado independentemente do ano de escolaridade ou do número de disciplinas em que se verifique a ultrapassagem do limite de faltas, respeitando os seguintes momentos (11.1) e matérias (11.2): 11.1 Depois de ultrapassado o limite de faltas, até 2 (duas) semanas após o regresso do aluno à escola e depois de comunicado ao encarregado de educação, ou aos alunos quando maiores de idade; 11.2 As matérias a trabalhar confinar-se-ão às tratadas nas aulas cuja ausência originou a situação de excesso de faltas. 14- As atividades de recuperação por parte do aluno devem obedecer às seguintes regras de realização (14.1) e de avaliação (14.2):

14.1 - Após comunicação ao aluno e respetivo encarregado de educação a realização das atividades de recuperação serão sempre da responsabilidade do professor titular de turma ou professor das disciplinas, e estando envolvida uma entidade local, o responsável desta, nos termos acordados em sede de protocolo a estabelecer entre a escola e a respetiva entidade; 14.2.1 - A avaliação das atividades de recuperação será sempre da responsabilidade do professor titular de turma ou professor da disciplina, conforme os ciclos; 14.2.2 - O resultado dessa avaliação será considerado na avaliação do domínio cognitivo ou psicomotor (respeitando a natureza da área de formação ou disciplina) no período de avaliação subsequente. 15- Para os alunos maiores de idade aplicam-se as regras definidas para os restantes alunos. Artigo 85º 6- Faltas e sua natureza e) Regulamentação do processo de justificação das faltas de pontualidade do aluno e ou da sua comparência sem material didático e ou outro equipamento indispensáveis, bem como os termos em que essas faltas, quando injustificadas, são equiparadas a faltas de presença, para os efeitos previstos no Estatuto do Aluno e Ética Escolar: 1. Processo de justificação por falta de pontualidade 1.1 A falta de atraso deverá ser registada/confirmada, após 10min da entrada do docente e da turma na sala de aula. Esta tolerância pode verificar-se ao 1º tempo da manhã e da tarde. 1.2 O atraso do aluno não deve constituir impedimento à sua entrada na sala e participação nas atividades da aula. 1.3 O docente deverá assinalar no livro de ponto a natureza da falta (FP). O diretor de turma deve comunicar ao encarregado de educação, deligenciando para que esta situação não se repita; 1.3 No caso do 1º CEB, após o 1º e 2º atraso, seguido ou interpolado, o docente deve comunicar ao encarregado de educação, na caderneta do aluno, diligenciando para que esta situação não se repita, devendo-se assinalar no livro de ponto, em observações, os atrasos dos alunos. Caso não haja justificação, por parte do encarregado de educação, a 3ª ocorrência dá origem a falta de presença.

2. Processo de justificação por falta de material didático/equipamento indispensável 2.1 O material necessário deverá ser comunicado aos alunos/ turma atempadamente, quando for específico, além do usual; 2.2 O professor registará a falta de material, na sua grelha de avaliação pessoal, sempre que este seja estritamente necessário para o desenrolar da aula; 2.3 À 2ª vez sem a presença do material o professor deverá escrever na caderneta do aluno, informando o encarregado de educação de modo a que a situação seja corrigida; 2.4 Depois de informado o encarregado de educação e a falta de material persistir esta deverá dar lugar a falta injustificada, no livro de ponto (FM); 2.5 A falta de material aplica-se a qualquer disciplina; 2.6 A falta de material é passível de ser justificada (devidamente comprovada) pelo encarregado de educação. Esta situação não se aplica ao material usual (caderno, manual, caderno de atividades, materiais das disciplinas práticas, entre outros, a definir por cada docente e consoante as atividades). 3. Processo de operacionalização 3.1 Depois de informado o encarregado de educação e a falta de material persistir esta deverá dar lugar a falta injustificada, no livro de ponto (FM), precedida das seguintes fases: (1ª vez) Registo na grelha do professor; (2ª vez) Registo na grelha do professor; (3ª vez) Registo na grelha do professor e na caderneta do aluno; (4ª vez) Registo no livro de ponto (assinalando FM). 3.2 CADERNETA ESCOLAR: o aluno deve apresentar a caderneta escolar sempre que lhe for solicitado. Desta forma, deve ser considerada como um dos materiais necessários para todas as aulas, sujeito à aplicação de todas as medidas constantes do número anterior. 4. Para efeitos da contabilização das faltas, as aulas de 90 minutos serão consideradas como dois tempos independentes de 45 minutos.

Artigo 99º - MEDIDAS DISCIPLINARES CORRETIVAS 2- São medidas corretivas, sem prejuízo das que, obedecendo ao disposto no número anterior, se encontram contempladas no regulamento interno da escola: a) A advertência; b) A ordem de saída da sala de aula, e demais locais onde se desenvolva o trabalho escolar; c) A realização de tarefas e atividades de integração na escola ou na comunidade, podendo, para esse efeito, ser aumentado o período diário ou semanal de permanência obrigatória, prevista no artigo seguinte, nomeadamente serviços de limpeza e conservação dos espaços escolares (interiores e exteriores); d) O condicionamento no acesso a certos espaços escolares, ou na utilização de certos materiais e equipamentos, sem prejuízo dos que se encontrem afetos a atividades letivas, nomeadamente computadores (quando utilizados de forma lúdica); e) A mudança de turma; f) Todas as previstas no nº 12 do presente artigo. 5- A ordem de saída da sala de aula e demais locais onde se desenvolva o trabalho escolar é da exclusiva competência do professor respetivo e implica a marcação de falta injustificada ao aluno e a permanência do aluno na escola. 6- Tipo de tarefas a executar pelo aluno, sempre que lhe seja aplicada a medida corretiva prevista no número anterior: 6.1 A ordem de saída da sala de aula deverá acorrer em última instância e, sempre que possível, na sequência de várias advertências ao aluno; 6.2 Depois da ordem de saída da sala o aluno deverá ser conduzido por um assistente operacional à biblioteca escolar ou ao gabinete de apoio ao aluno (se possível), onde realizará uma tarefa indicada pelo docente; 6.3 No final da aula o aluno deve regressar à sala e apresentar o trabalho realizado, cujo grau de execução (qualitativo e quantitativo) pode constituir uma atenuante; 6.4 A ordem de saída da sala de aula deverá dar origem à participação da ocorrência; 6.5 Pode ocorrer participação disciplinar sem consequente falta disciplinar injustificada; 9. Identificação das atividades, local e período de tempo durante o qual as mesmas ocorrem e definição das competências e procedimentos a observar, tendo em vista a aplicação e posterior execução da medida corretiva prevista na alínea c) do n.º 2. 9.1 - A verificação do cumprimento dos alunos nas atividades de integração, deverá ser registado em documento próprio, com as horas a que compareceu e terminou a tarefa; 9.2 A falta a estas atividades de integração implicará o aumento do período de tempo que lhe foi aplicado;

9.3 Poderão constituir atenuantes, a responsabilidade no cumprimento destas atividades, o arrependimento do aluno, entre outros; 9.4 As situações enquadradas neste âmbito serão analisadas caso a caso. Aprovado em conselho geral no dia 30.01.2013 A Presidente do Conselho Geral (Maria Irene Crisóstomo de Matos)