Todos os direitos reservados a Fluxo - Escola de Fotografia Expandida Laboratório analógico preto e branco por Amauri Fausto Fluxo Escola de Fotografia Expandida
Fotografia analógica em preto e branco A fotografia em preto e branco é a plataforma mais artesanal a disposição de um fotógrafo. Pensar o filme, rebaixálo ou puxá-lo, a maneira como se agita o tanque de revelação e a interferência que isso terá no grão da imagem, os químicos e os mascaramentos na hora da cópia. Tudo isso faz com que o fotógrafo coloque literalmente as mãos em todo o seu processo de obtenção imagética. A riqueza de possibilidades e sutilezas presentes na fotografia analógica em preto e branco são, em nossa opinião, ainda insuperáveis pelas novas tecnologias disponíveis em termos técnicos de qualidade de imagem e também afetivo, no que tange a relação do fotógrafo com a sua produção. Este curso oferece ao aluno todo conhecimento necessário para dominar a arte da fotografia em preto e branco em suas técnicas laboratoriais. Capacita para uma produção acertada desde a escolha do material adequado, até interpretação das situações de captação e laboratoriais, concluindo o processo para atingir o resultado esperado. Foto: Amauri Fausto Ansel Adams
A fotografia em preto e branco nos oferece o prazer de criar imagens, uma deliberada organização das sensações obtida pelo ordenamento de uma linguagem essencialmente de luzes e sombras. Amauri Fausto
Estrutura do Curso MÓDULO 01 - O Equipamento fotográfico analógico e o Filme Preto e Branco Dia 1 Os diferentes modelos e formatos das câmaras fotográficas. Câmaras de médio e grande formato. A câmara SLR 35 mm. A regulagem da câmara fotográfica. Obturador e o diafragma (correlação). Fotometragem. Fotômetros incorporados e independentes. Introdução á ótica fotográfica. Filtros para P&B. Dia 2 O Filme Fotográfico Preto e Branco Características, propriedades e estrutura dos filmes P&B Limites de Luminosidades. Sensibilidade (ISO). Escala Tonal Granulação, contraste e Definição Relação de luminosidades e de exposições Alt. na sensibilidade nominal dos filmes Descrição do laboratório fotográfico. Instrumentos de um laboratório. Planejamento e equipamento. Conselhos para montar um laboratório permanente ou móvel. O ampliador: tipos e características. O formato do filme e o ampliador. Como utilizar o ampliador. Objetivas para ampliadores. Dias 4 Revelando o Filme Fotográfico. Como colocar o filme no carretel. Introdução a química fotográfica. Reveladores, Composição dos reveladores. Agitação e temperatura das soluções. Diluições. Reveladores compensadores e para fins específicos. Interruptores. Fixadores. Lavagem e secagem de negativos. Conservação e guarda. Secagem e armazenamento. Cuidados a serem tomados com o negativo. Dia 3 Aula prática no estúdio Fluxo: Aula prática externa. Saída fotográfica.
Estrutura do Curso Dia 5 Como avaliar os negativos. Obtendo a prova de contato. Analisando o contato, estudando enquadramentos e cortes. Os papéis fotográficos. Tipos de emulsão, estrutura e suporte (RC e FB). Os papéis de contraste variável. Química fotográfica. Reveladores, Composição dos reveladores. Interruptores. Fixadores. Lavagem e secagem de cópias.? Dia 7 Obtendo a escala de cinzentos. Como eleger corretamente o contraste. Como utilizar os filtros de contraste variável. O controle pessoal sobre as Altas e Baixas luzes. Matizes de cinzas. Escala tonal. Dias 8 Técnicas para queimar e proteger partes da ampliação. Conselhos sobre o tema e o contraste. O uso e os cuidados com o papel de fibra. Cuidados e armazenamento das cópias. Avaliação do material obtido. Encerramento do curso. Dia 6 Conservação e guarda. Copiando o negativo. Controlando o contraste na obtenção das cópias. Obs: As câmeras fotógraficas analógicas em grande e médio formato serão fornecidas pela Fluxo para prática em sala de aula.
Professor Amauri Fausto Estudioso e conhecedor profundo da fotografia analógica, quase uma enciclopédia fotográfica com pernas que carrega conhecimentos passados pelo seu pai, que aprofundou e aprimorou diversas técnicas obtidas no decorrer de sua vasta trajetória. Filho de Fotógrafo, vencedor da Bienal Brasileira de Fotografia na década de 70 e um dos fundadores do Foto-Cine Gaúcho, seu contato com a fotografia começou muito cedo. Na adolescência, começou a fotografare copiar suas próprias fotos no laboratório de seu pai. Participou de concursos de fotografia no Foto-Cine e foi premiado em alguns, o que lhe serviu como estímulo. A fotografia em preto e Branco se tornou sua principal marca, onde posteriormente foi a principal referência para a clássica empresa de materiais P&B, a Ilford, na difusão e instrução da fotografia em Preto e Branco no Brasil utilizando os ensinamentos de Ansel Adams e o sistema de zonas. Agregar a fotografia e viagens foi quase natural, na década de 90, desenvolveu um projeto chamado O Império dos Filhos do Sol onde documentou em preto e branco as civilizações pré-colombianas da Bolívia ao México. Mochila nas costas, sempre acompanhado das Rolleiflex e Leica, viajou por diversos países da América do sul e central, retratando como poucos os principais sítios arqueológicos das culturas Incas, Maias, Astecas, Toltecas entre outros. Posteriormente vieram a Europa e Oriente Médio lhe rendendo fotografias emblemáticas. Fotojornalista, atuou como repórter fotográfico no jornal Zero Hora e foi Instrutor de Fotografia do SENAC, Casa de Cultura Mario Quintana e das Oficinas de Descentralização de Cultura Prefeitura de Porto Alegre.
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