Instalações Elétricas Prediais



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Transcrição:

Abril de 2010

Sumário

Tópicos Sumário 1

As tubulações às quais se referem estas instruções devem ser destinadas exclusivamente ao uso da Concessionária que, ao seu critério, nelas poderá os servições de telecomunicações. Os servíços não pertencentes à Concessionária, como interfones, sinalizações internas, antenas coletivas ou outros sistemas de telecomunicações particulares não conectados à rede pública, requererão uma tubulação independente e exclusiva.

As tubulações às quais se referem estas instruções devem ser destinadas exclusivamente ao uso da Concessionária que, ao seu critério, nelas poderá os servições de telecomunicações. Os servíços não pertencentes à Concessionária, como interfones, sinalizações internas, antenas coletivas ou outros sistemas de telecomunicações particulares não conectados à rede pública, requererão uma tubulação independente e exclusiva.

As tubulações para as redes das centrais privadas de comutação telefônica dos tipos P(A)BX e Key System, que não pertençam a concessionária deverão ser separadas e independentes da tubulação telefônica do edifício. As tubulações telefônicas para as redes das centrais privadas de comutação telefônica deverão ser interligadas às ligações de uso exclusivo da Concessionária através da prumada mais próxima.

As tubulações para as redes das centrais privadas de comutação telefônica dos tipos P(A)BX e Key System, que não pertençam a concessionária deverão ser separadas e independentes da tubulação telefônica do edifício. As tubulações telefônicas para as redes das centrais privadas de comutação telefônica deverão ser interligadas às ligações de uso exclusivo da Concessionária através da prumada mais próxima.

Todos os projetos das tubulações telefônicas, referentes a edificações com três ou mais pavimentos e/ou seis ou mais pontos telefônicos deverão ser submetidos à aprovação da Concessionária. A concessionária deve orientar o construtor no sentido de que este deve solicitar a vistoria das tubulações tão logo estas estejam em condições de uso.

Todos os projetos das tubulações telefônicas, referentes a edificações com três ou mais pavimentos e/ou seis ou mais pontos telefônicos deverão ser submetidos à aprovação da Concessionária. A concessionária deve orientar o construtor no sentido de que este deve solicitar a vistoria das tubulações tão logo estas estejam em condições de uso.

Esquema Geral das Tubulações A Norma divide as tubulações em trê partes: Tubulação de Entrada Tubulação que dá entrada ao cabo da rede externa da Concessionária. Tubulação Primária Parte da ligação que compreende a caixa de distribuição geral, as caixas de distribuição e as tubulações que as interligam. Tubulação Secundária Parte da tubulação que abrange as caixas de saída e as tubulações que as interligam à caixas de distribuição.

Esquema Geral das Tubulações A Norma divide as tubulações em trê partes: Tubulação de Entrada Tubulação que dá entrada ao cabo da rede externa da Concessionária. Tubulação Primária Parte da ligação que compreende a caixa de distribuição geral, as caixas de distribuição e as tubulações que as interligam. Tubulação Secundária Parte da tubulação que abrange as caixas de saída e as tubulações que as interligam à caixas de distribuição.

Esquema Geral das Tubulações A Norma divide as tubulações em trê partes: Tubulação de Entrada Tubulação que dá entrada ao cabo da rede externa da Concessionária. Tubulação Primária Parte da ligação que compreende a caixa de distribuição geral, as caixas de distribuição e as tubulações que as interligam. Tubulação Secundária Parte da tubulação que abrange as caixas de saída e as tubulações que as interligam à caixas de distribuição.

Esquema Geral das Tubulações A Norma divide as tubulações em trê partes: Tubulação de Entrada Tubulação que dá entrada ao cabo da rede externa da Concessionária. Tubulação Primária Parte da ligação que compreende a caixa de distribuição geral, as caixas de distribuição e as tubulações que as interligam. Tubulação Secundária Parte da tubulação que abrange as caixas de saída e as tubulações que as interligam à caixas de distribuição.

Previsão dos Pontos Telefônicos Residências ou Apartamentos: De até 2 quartos 01 ponto telefônico. De 3 quartos 02 pontos tefônicos. De 4 ou mais quartos 03 pontos telefônicos. Lojas: 01 ponto telefônico/50 m 2 Escritórios 01 ponto telefônico /10 m 2

Previsão dos Pontos Telefônicos Residências ou Apartamentos: De até 2 quartos 01 ponto telefônico. De 3 quartos 02 pontos tefônicos. De 4 ou mais quartos 03 pontos telefônicos. Lojas: 01 ponto telefônico/50 m 2 Escritórios 01 ponto telefônico /10 m 2

Previsão dos Pontos Telefônicos Residências ou Apartamentos: De até 2 quartos 01 ponto telefônico. De 3 quartos 02 pontos tefônicos. De 4 ou mais quartos 03 pontos telefônicos. Lojas: 01 ponto telefônico/50 m 2 Escritórios 01 ponto telefônico /10 m 2

Previsão dos Pontos Telefônicos Residências ou Apartamentos: De até 2 quartos 01 ponto telefônico. De 3 quartos 02 pontos tefônicos. De 4 ou mais quartos 03 pontos telefônicos. Lojas: 01 ponto telefônico/50 m 2 Escritórios 01 ponto telefônico /10 m 2

Previsão dos Pontos Telefônicos Residências ou Apartamentos: De até 2 quartos 01 ponto telefônico. De 3 quartos 02 pontos tefônicos. De 4 ou mais quartos 03 pontos telefônicos. Lojas: 01 ponto telefônico/50 m 2 Escritórios 01 ponto telefônico /10 m 2

Previsão dos Pontos Telefônicos Residências ou Apartamentos: De até 2 quartos 01 ponto telefônico. De 3 quartos 02 pontos tefônicos. De 4 ou mais quartos 03 pontos telefônicos. Lojas: 01 ponto telefônico/50 m 2 Escritórios 01 ponto telefônico /10 m 2

Determinação do N das caixas de saída O número das caixas de saída previsto para uma determinada parte de um edifício deve corresponder ao número de pontos telefônicos mais as extensões necessárias. Residências ou apartamenos Prever, no mínimo, uma caixa de saída na sala, na copa ou cozinha e nos quartos. Escritórios até 10 caixas de saída, distribuir de forma equidistante. Mais de 10 caixas distribuir no piso conforme a necessidade.

Determinação do N das caixas de saída O número das caixas de saída previsto para uma determinada parte de um edifício deve corresponder ao número de pontos telefônicos mais as extensões necessárias. Residências ou apartamenos Prever, no mínimo, uma caixa de saída na sala, na copa ou cozinha e nos quartos. Escritórios até 10 caixas de saída, distribuir de forma equidistante. Mais de 10 caixas distribuir no piso conforme a necessidade.

Determinação do N das caixas de saída O número das caixas de saída previsto para uma determinada parte de um edifício deve corresponder ao número de pontos telefônicos mais as extensões necessárias. Residências ou apartamenos Prever, no mínimo, uma caixa de saída na sala, na copa ou cozinha e nos quartos. Escritórios até 10 caixas de saída, distribuir de forma equidistante. Mais de 10 caixas distribuir no piso conforme a necessidade.

Dimensionamento das tubulações primárias e secundárias Numero de pontos acumulados na seção Diâmetro interno mínimo dos tubos em (mm) Até 5 19 1 De 6 a 21 25 1 De 22 a 35 38 1 De 36 a 140 50 2 De 141 a 280 75 2 De 281 a 420 75* 2* Acima de 420 poço de elevação * A critério da concessionária, deverá ser utilizado poço de elevação. Quantidade nima de Tubos

Dimensionamento das caixas internas As caixas de passagem, de distribuição e distribuição geral são dimensionadas em função do número de pontos telefônicos acumulados. Pontos acumulados Caixa de distribui- Caixa de caixa de na caixa ção Geral distribuição passagem Até 5 N o 1 De 6 a 21 N o 4 N o 3 N o 2 De 22 a 35 N o 5 N o 4 N o 3 De 36 a 70 N o 6 N o 5 N o 4 De 71 a 140 N o 7 N o 6 N o 5 De 141 a 280 N o 8 N o 7 N o 6 De 281 a 420 N o 8 N o 7 N o 7 Acima de 420 Poço de Elevação

Dimensionamento da tubulação de entrada Para Tubulação subterrânea: Número de Pontos Diâmetro Interno Quantidade Mítos do Edifício mínimo dos Dunima de Dutos (mm) Até 70 75 1 De 70 a 420 75 2 De 421 a 1800 100 3 Acima estudo conjunto com a Concessionária

Dimensionamento da caixa de entrada do edifício Número Total de Pontos do Edifício Tipo Dimensões Internas de Caixa Comprimento (cm) Largura (cm) Altura (cm) Até 35 R1 60 35 50 Até 36 a 140 R2 107 52 50 Até 141 a 420 R3 120 120 130 Acima de 420 1 215 130 180

Tópicos Sumário 1

Dimensionamento de poços de elevação Obrigatórios nos casos em que o número de pontos telefônicos acumulados na prumada exceder a 420. Constituídos de cúbiculos dispostos verticalmente, de altura igual ao pé direito, ligados entre si através de abertura nas lajes. O cubículo deve ter: Largura => 1,5 m; profundidade => 0,4 m. As portas dos cubículos devem ser providas de soleiras, de 0,10 m de altura, e devem ser 2,10 m de altura mínima. A largura das portas deve corresponder à largura do cubículo e pode ter uma ou duas folhas, abrindo para fora e possuir fechadura. As tubulações secundárias de cada andar devem sair pelo piso, enconstadas à parede do fundo do cubículo

Dimensionamento de poços de elevação Obrigatórios nos casos em que o número de pontos telefônicos acumulados na prumada exceder a 420. Constituídos de cúbiculos dispostos verticalmente, de altura igual ao pé direito, ligados entre si através de abertura nas lajes. O cubículo deve ter: Largura => 1,5 m; profundidade => 0,4 m. As portas dos cubículos devem ser providas de soleiras, de 0,10 m de altura, e devem ser 2,10 m de altura mínima. A largura das portas deve corresponder à largura do cubículo e pode ter uma ou duas folhas, abrindo para fora e possuir fechadura. As tubulações secundárias de cada andar devem sair pelo piso, enconstadas à parede do fundo do cubículo

Dimensionamento de poços de elevação Obrigatórios nos casos em que o número de pontos telefônicos acumulados na prumada exceder a 420. Constituídos de cúbiculos dispostos verticalmente, de altura igual ao pé direito, ligados entre si através de abertura nas lajes. O cubículo deve ter: Largura => 1,5 m; profundidade => 0,4 m. As portas dos cubículos devem ser providas de soleiras, de 0,10 m de altura, e devem ser 2,10 m de altura mínima. A largura das portas deve corresponder à largura do cubículo e pode ter uma ou duas folhas, abrindo para fora e possuir fechadura. As tubulações secundárias de cada andar devem sair pelo piso, enconstadas à parede do fundo do cubículo

Dimensionamento de poços de elevação Obrigatórios nos casos em que o número de pontos telefônicos acumulados na prumada exceder a 420. Constituídos de cúbiculos dispostos verticalmente, de altura igual ao pé direito, ligados entre si através de abertura nas lajes. O cubículo deve ter: Largura => 1,5 m; profundidade => 0,4 m. As portas dos cubículos devem ser providas de soleiras, de 0,10 m de altura, e devem ser 2,10 m de altura mínima. A largura das portas deve corresponder à largura do cubículo e pode ter uma ou duas folhas, abrindo para fora e possuir fechadura. As tubulações secundárias de cada andar devem sair pelo piso, enconstadas à parede do fundo do cubículo

Dimensionamento de poços de elevação Obrigatórios nos casos em que o número de pontos telefônicos acumulados na prumada exceder a 420. Constituídos de cúbiculos dispostos verticalmente, de altura igual ao pé direito, ligados entre si através de abertura nas lajes. O cubículo deve ter: Largura => 1,5 m; profundidade => 0,4 m. As portas dos cubículos devem ser providas de soleiras, de 0,10 m de altura, e devem ser 2,10 m de altura mínima. A largura das portas deve corresponder à largura do cubículo e pode ter uma ou duas folhas, abrindo para fora e possuir fechadura. As tubulações secundárias de cada andar devem sair pelo piso, enconstadas à parede do fundo do cubículo

Dimensionamento de poços de elevação Obrigatórios nos casos em que o número de pontos telefônicos acumulados na prumada exceder a 420. Constituídos de cúbiculos dispostos verticalmente, de altura igual ao pé direito, ligados entre si através de abertura nas lajes. O cubículo deve ter: Largura => 1,5 m; profundidade => 0,4 m. As portas dos cubículos devem ser providas de soleiras, de 0,10 m de altura, e devem ser 2,10 m de altura mínima. A largura das portas deve corresponder à largura do cubículo e pode ter uma ou duas folhas, abrindo para fora e possuir fechadura. As tubulações secundárias de cada andar devem sair pelo piso, enconstadas à parede do fundo do cubículo

Dimensionamento de poços de elevação-cont.

Dimensionamento de salas do distribuidor geral Quando for necessário uma caixa de distribuição de grandes dimensões, será necessário projetar uma sala especial para o distribuidor geral. As dimensões devem ser determinadas em conjunto com a concessionária. Uma orientação que poderá ser seguida é a seguinte: Edifícios com até 1000 pontos: 6 m 2. Edifícios com mais de 1000 pontos: 1 m 2 adicional para cada 500 pontos pi fração que ultrapassar ps 1000 pontos iniciais.

Dimensionamento de salas do distribuidor geral Quando for necessário uma caixa de distribuição de grandes dimensões, será necessário projetar uma sala especial para o distribuidor geral. As dimensões devem ser determinadas em conjunto com a concessionária. Uma orientação que poderá ser seguida é a seguinte: Edifícios com até 1000 pontos: 6 m 2. Edifícios com mais de 1000 pontos: 1 m 2 adicional para cada 500 pontos pi fração que ultrapassar ps 1000 pontos iniciais.

Dimensionamento de salas do distribuidor geral Quando for necessário uma caixa de distribuição de grandes dimensões, será necessário projetar uma sala especial para o distribuidor geral. As dimensões devem ser determinadas em conjunto com a concessionária. Uma orientação que poderá ser seguida é a seguinte: Edifícios com até 1000 pontos: 6 m 2. Edifícios com mais de 1000 pontos: 1 m 2 adicional para cada 500 pontos pi fração que ultrapassar ps 1000 pontos iniciais.

Dimensionamento de salas do distribuidor geral Quando for necessário uma caixa de distribuição de grandes dimensões, será necessário projetar uma sala especial para o distribuidor geral. As dimensões devem ser determinadas em conjunto com a concessionária. Uma orientação que poderá ser seguida é a seguinte: Edifícios com até 1000 pontos: 6 m 2. Edifícios com mais de 1000 pontos: 1 m 2 adicional para cada 500 pontos pi fração que ultrapassar ps 1000 pontos iniciais.

Dimensionamento de salas do distribuidor geral Quando for necessário uma caixa de distribuição de grandes dimensões, será necessário projetar uma sala especial para o distribuidor geral. As dimensões devem ser determinadas em conjunto com a concessionária. Uma orientação que poderá ser seguida é a seguinte: Edifícios com até 1000 pontos: 6 m 2. Edifícios com mais de 1000 pontos: 1 m 2 adicional para cada 500 pontos pi fração que ultrapassar ps 1000 pontos iniciais.

Tópicos Sumário 1

1 Tubulação secundária. 2 Tubulação Primária. 3 Tubulação de entrada.

1 Tubulação secundária. 2 Tubulação Primária. 3 Tubulação de entrada.

1 Tubulação secundária. 2 Tubulação Primária. 3 Tubulação de entrada.

Tubulação secundária Determinar o número e os locais onde deverão ser instaladas as caixas de saída em cada parte do edifício. Determinar, dentro de cada parte do edifício, onde ficará a caixa de saída principal que será interligada com a caixa de distribuição que atende ao andar. Determinar o trajeto da tubulação, interligando as caixas de saída à caixa principal. Adicionar caixas de passagem caso necessário. Determinar o diâmetro dos tubos e as dimensões das caixas pertencentes à tubulação secundária. Elaborar, caso necessário, a distribuição em malha no piso.

Tubulação secundária Determinar o número e os locais onde deverão ser instaladas as caixas de saída em cada parte do edifício. Determinar, dentro de cada parte do edifício, onde ficará a caixa de saída principal que será interligada com a caixa de distribuição que atende ao andar. Determinar o trajeto da tubulação, interligando as caixas de saída à caixa principal. Adicionar caixas de passagem caso necessário. Determinar o diâmetro dos tubos e as dimensões das caixas pertencentes à tubulação secundária. Elaborar, caso necessário, a distribuição em malha no piso.

Tubulação secundária Determinar o número e os locais onde deverão ser instaladas as caixas de saída em cada parte do edifício. Determinar, dentro de cada parte do edifício, onde ficará a caixa de saída principal que será interligada com a caixa de distribuição que atende ao andar. Determinar o trajeto da tubulação, interligando as caixas de saída à caixa principal. Adicionar caixas de passagem caso necessário. Determinar o diâmetro dos tubos e as dimensões das caixas pertencentes à tubulação secundária. Elaborar, caso necessário, a distribuição em malha no piso.

Tubulação secundária Determinar o número e os locais onde deverão ser instaladas as caixas de saída em cada parte do edifício. Determinar, dentro de cada parte do edifício, onde ficará a caixa de saída principal que será interligada com a caixa de distribuição que atende ao andar. Determinar o trajeto da tubulação, interligando as caixas de saída à caixa principal. Adicionar caixas de passagem caso necessário. Determinar o diâmetro dos tubos e as dimensões das caixas pertencentes à tubulação secundária. Elaborar, caso necessário, a distribuição em malha no piso.

Tubulação secundária Determinar o número e os locais onde deverão ser instaladas as caixas de saída em cada parte do edifício. Determinar, dentro de cada parte do edifício, onde ficará a caixa de saída principal que será interligada com a caixa de distribuição que atende ao andar. Determinar o trajeto da tubulação, interligando as caixas de saída à caixa principal. Adicionar caixas de passagem caso necessário. Determinar o diâmetro dos tubos e as dimensões das caixas pertencentes à tubulação secundária. Elaborar, caso necessário, a distribuição em malha no piso.

Tubulação primária Sumário Determinar o número de prumadas, que pode ser maior que um nas situações: Existência de obstáculos intransponíveis no trajeto da tubulação vertical. Concepções arquitetônicas que estabeleçam blocos separados sobre a mesma base. Edifícios que possuam várias entradas, com áreas de circulação independentes. Calcular o número de total de pontos telefônicos (não incluir as extensões) de cada andar atendidos através de uma mesma prumada.

Tubulação primária Sumário Determinar o número de prumadas, que pode ser maior que um nas situações: Existência de obstáculos intransponíveis no trajeto da tubulação vertical. Concepções arquitetônicas que estabeleçam blocos separados sobre a mesma base. Edifícios que possuam várias entradas, com áreas de circulação independentes. Calcular o número de total de pontos telefônicos (não incluir as extensões) de cada andar atendidos através de uma mesma prumada.

Tubulação primária Sumário Determinar o número de prumadas, que pode ser maior que um nas situações: Existência de obstáculos intransponíveis no trajeto da tubulação vertical. Concepções arquitetônicas que estabeleçam blocos separados sobre a mesma base. Edifícios que possuam várias entradas, com áreas de circulação independentes. Calcular o número de total de pontos telefônicos (não incluir as extensões) de cada andar atendidos através de uma mesma prumada.

Tubulação primária Sumário Determinar o número de prumadas, que pode ser maior que um nas situações: Existência de obstáculos intransponíveis no trajeto da tubulação vertical. Concepções arquitetônicas que estabeleçam blocos separados sobre a mesma base. Edifícios que possuam várias entradas, com áreas de circulação independentes. Calcular o número de total de pontos telefônicos (não incluir as extensões) de cada andar atendidos através de uma mesma prumada.

Tubulação primária Sumário Determinar o número de prumadas, que pode ser maior que um nas situações: Existência de obstáculos intransponíveis no trajeto da tubulação vertical. Concepções arquitetônicas que estabeleçam blocos separados sobre a mesma base. Edifícios que possuam várias entradas, com áreas de circulação independentes. Calcular o número de total de pontos telefônicos (não incluir as extensões) de cada andar atendidos através de uma mesma prumada.

Tubulação primária-cont. Quando o total de pontos for menor ou igual a 420, pode-se executar a prumada em tubulação convencional, segundo os critérios: Caixa de distribuição Geral. A caixa, obrigatoriamente, deverá estar localizada no andar térreo. a caixa não deve ser localizada dentro de salões de festas ou áreas de difícil acesso.

Tubulação primária-cont. Quando o total de pontos for menor ou igual a 420, pode-se executar a prumada em tubulação convencional, segundo os critérios: Caixa de distribuição Geral. A caixa, obrigatoriamente, deverá estar localizada no andar térreo. a caixa não deve ser localizada dentro de salões de festas ou áreas de difícil acesso.

Tubulação primária-cont. Quando o total de pontos for menor ou igual a 420, pode-se executar a prumada em tubulação convencional, segundo os critérios: Caixa de distribuição Geral. A caixa, obrigatoriamente, deverá estar localizada no andar térreo. a caixa não deve ser localizada dentro de salões de festas ou áreas de difícil acesso.

Tubulação primária-cont. Quando o total de pontos for menor ou igual a 420, pode-se executar a prumada em tubulação convencional, segundo os critérios: Caixa de distribuição Geral. A caixa, obrigatoriamente, deverá estar localizada no andar térreo. a caixa não deve ser localizada dentro de salões de festas ou áreas de difícil acesso.

Tubulação primária-cont Caixas de distribuição segundo a tabela: N o de andares até 2 Andares Térreo 2 o 5 o 8 o 11 o 14 o 17 o 20 o 23 o 26 o 29 o X de 3 a 4 X X de 5 a 7 X X X de 8 a 10 X X X X de 11 a 13 X X X X X de 14 a 16 X X X X X X de 17 a 19 X X X X X X X de 20 a 22 X X X X X x X X de 23 a 25 X X X X X X X X X de 26 a 28 X X X X X X X X X X de 29 a 31 X X X X X X X X X X X

Tubulação primária -Cont. Como regra geral, cada caixa de distribuição deve atender a um andar abaixo e um acima. As últimas caixas das prumadas podem ser atendidas por uma caixa de distribuição a dois andares. Determinar a tubulação, planejando as caixas de passagem se for necessário. Calcular o número total de pontos telefônicos acumulados em cada trecho da tubulação e clacular o número de pontos atendidos por cada caixa de distribuição que alimenta um ou mais andares. Calcular o número total de pontos telefônicos acumulados em cada caixa de distribuição, começando pela mais distante e terminando na caixa de distribuição geral.

Tubulação primária -Cont. Como regra geral, cada caixa de distribuição deve atender a um andar abaixo e um acima. As últimas caixas das prumadas podem ser atendidas por uma caixa de distribuição a dois andares. Determinar a tubulação, planejando as caixas de passagem se for necessário. Calcular o número total de pontos telefônicos acumulados em cada trecho da tubulação e clacular o número de pontos atendidos por cada caixa de distribuição que alimenta um ou mais andares. Calcular o número total de pontos telefônicos acumulados em cada caixa de distribuição, começando pela mais distante e terminando na caixa de distribuição geral.

Tubulação primária -Cont. Como regra geral, cada caixa de distribuição deve atender a um andar abaixo e um acima. As últimas caixas das prumadas podem ser atendidas por uma caixa de distribuição a dois andares. Determinar a tubulação, planejando as caixas de passagem se for necessário. Calcular o número total de pontos telefônicos acumulados em cada trecho da tubulação e clacular o número de pontos atendidos por cada caixa de distribuição que alimenta um ou mais andares. Calcular o número total de pontos telefônicos acumulados em cada caixa de distribuição, começando pela mais distante e terminando na caixa de distribuição geral.

Tubulação primária -Cont. Como regra geral, cada caixa de distribuição deve atender a um andar abaixo e um acima. As últimas caixas das prumadas podem ser atendidas por uma caixa de distribuição a dois andares. Determinar a tubulação, planejando as caixas de passagem se for necessário. Calcular o número total de pontos telefônicos acumulados em cada trecho da tubulação e clacular o número de pontos atendidos por cada caixa de distribuição que alimenta um ou mais andares. Calcular o número total de pontos telefônicos acumulados em cada caixa de distribuição, começando pela mais distante e terminando na caixa de distribuição geral.

Tubulação primária -Cont. Como regra geral, cada caixa de distribuição deve atender a um andar abaixo e um acima. As últimas caixas das prumadas podem ser atendidas por uma caixa de distribuição a dois andares. Determinar a tubulação, planejando as caixas de passagem se for necessário. Calcular o número total de pontos telefônicos acumulados em cada trecho da tubulação e clacular o número de pontos atendidos por cada caixa de distribuição que alimenta um ou mais andares. Calcular o número total de pontos telefônicos acumulados em cada caixa de distribuição, começando pela mais distante e terminando na caixa de distribuição geral.

Tubulação primária -Cont. Determinar as dimensões das caixas e a quantidade e diâmetro dos tubos que as interligam.

Tubulação de Entrada Inicialmente define-se se será subterrâneo ou aéreo. Subterrâneo: O edifício possuir mais que 20 pontos telefônicos. A rede da concessionária for subterrânea no local. Preferência do construtor. Aérea: O Edifício possuir 20 pontos telefônicos ou menos. As condições da concessionária permitirem.

Tubulação de Entrada Inicialmente define-se se será subterrâneo ou aéreo. Subterrâneo: O edifício possuir mais que 20 pontos telefônicos. A rede da concessionária for subterrânea no local. Preferência do construtor. Aérea: O Edifício possuir 20 pontos telefônicos ou menos. As condições da concessionária permitirem.

Tubulação de Entrada Inicialmente define-se se será subterrâneo ou aéreo. Subterrâneo: O edifício possuir mais que 20 pontos telefônicos. A rede da concessionária for subterrânea no local. Preferência do construtor. Aérea: O Edifício possuir 20 pontos telefônicos ou menos. As condições da concessionária permitirem.

Tubulação de Entrada Inicialmente define-se se será subterrâneo ou aéreo. Subterrâneo: O edifício possuir mais que 20 pontos telefônicos. A rede da concessionária for subterrânea no local. Preferência do construtor. Aérea: O Edifício possuir 20 pontos telefônicos ou menos. As condições da concessionária permitirem.

Tubulação de Entrada Inicialmente define-se se será subterrâneo ou aéreo. Subterrâneo: O edifício possuir mais que 20 pontos telefônicos. A rede da concessionária for subterrânea no local. Preferência do construtor. Aérea: O Edifício possuir 20 pontos telefônicos ou menos. As condições da concessionária permitirem.

Tubulação de Entrada Inicialmente define-se se será subterrâneo ou aéreo. Subterrâneo: O edifício possuir mais que 20 pontos telefônicos. A rede da concessionária for subterrânea no local. Preferência do construtor. Aérea: O Edifício possuir 20 pontos telefônicos ou menos. As condições da concessionária permitirem.

Tubulação de Entrada Inicialmente define-se se será subterrâneo ou aéreo. Subterrâneo: O edifício possuir mais que 20 pontos telefônicos. A rede da concessionária for subterrânea no local. Preferência do construtor. Aérea: O Edifício possuir 20 pontos telefônicos ou menos. As condições da concessionária permitirem.

Tubulação de Entrada Inicialmente define-se se será subterrâneo ou aéreo. Subterrâneo: O edifício possuir mais que 20 pontos telefônicos. A rede da concessionária for subterrânea no local. Preferência do construtor. Aérea: O Edifício possuir 20 pontos telefônicos ou menos. As condições da concessionária permitirem.

Tubulação de Entrada Junto à concessionária, deve-se coletar os seguintes dados: Se a rede no local é aérea ou subterrânea. De que lado da rua passam os cabos. Se há ou não previsão de alterações da rede no local. Se o cabo de entrada for subterrâneo: Locar uma caixa subterrânea para o atendimento do edifício. Determinar o trajeto da tubulação desde a caixa de entrada do edifício até a caixa de distribuição geral. Dimensionar a tubulação de entrada.

Tubulação de Entrada Junto à concessionária, deve-se coletar os seguintes dados: Se a rede no local é aérea ou subterrânea. De que lado da rua passam os cabos. Se há ou não previsão de alterações da rede no local. Se o cabo de entrada for subterrâneo: Locar uma caixa subterrânea para o atendimento do edifício. Determinar o trajeto da tubulação desde a caixa de entrada do edifício até a caixa de distribuição geral. Dimensionar a tubulação de entrada.

Tubulação de Entrada Junto à concessionária, deve-se coletar os seguintes dados: Se a rede no local é aérea ou subterrânea. De que lado da rua passam os cabos. Se há ou não previsão de alterações da rede no local. Se o cabo de entrada for subterrâneo: Locar uma caixa subterrânea para o atendimento do edifício. Determinar o trajeto da tubulação desde a caixa de entrada do edifício até a caixa de distribuição geral. Dimensionar a tubulação de entrada.

Tubulação de Entrada Junto à concessionária, deve-se coletar os seguintes dados: Se a rede no local é aérea ou subterrânea. De que lado da rua passam os cabos. Se há ou não previsão de alterações da rede no local. Se o cabo de entrada for subterrâneo: Locar uma caixa subterrânea para o atendimento do edifício. Determinar o trajeto da tubulação desde a caixa de entrada do edifício até a caixa de distribuição geral. Dimensionar a tubulação de entrada.

Tubulação de Entrada Junto à concessionária, deve-se coletar os seguintes dados: Se a rede no local é aérea ou subterrânea. De que lado da rua passam os cabos. Se há ou não previsão de alterações da rede no local. Se o cabo de entrada for subterrâneo: Locar uma caixa subterrânea para o atendimento do edifício. Determinar o trajeto da tubulação desde a caixa de entrada do edifício até a caixa de distribuição geral. Dimensionar a tubulação de entrada.

Tubulação de Entrada Junto à concessionária, deve-se coletar os seguintes dados: Se a rede no local é aérea ou subterrânea. De que lado da rua passam os cabos. Se há ou não previsão de alterações da rede no local. Se o cabo de entrada for subterrâneo: Locar uma caixa subterrânea para o atendimento do edifício. Determinar o trajeto da tubulação desde a caixa de entrada do edifício até a caixa de distribuição geral. Dimensionar a tubulação de entrada.

Tubulação de Entrada Junto à concessionária, deve-se coletar os seguintes dados: Se a rede no local é aérea ou subterrânea. De que lado da rua passam os cabos. Se há ou não previsão de alterações da rede no local. Se o cabo de entrada for subterrâneo: Locar uma caixa subterrânea para o atendimento do edifício. Determinar o trajeto da tubulação desde a caixa de entrada do edifício até a caixa de distribuição geral. Dimensionar a tubulação de entrada.

Tubulação de Entrada Junto à concessionária, deve-se coletar os seguintes dados: Se a rede no local é aérea ou subterrânea. De que lado da rua passam os cabos. Se há ou não previsão de alterações da rede no local. Se o cabo de entrada for subterrâneo: Locar uma caixa subterrânea para o atendimento do edifício. Determinar o trajeto da tubulação desde a caixa de entrada do edifício até a caixa de distribuição geral. Dimensionar a tubulação de entrada.

Tubulação de Entrada-Cont. Se a entrada for aérea e diretamente pela fachada: Locar a posição exata em que a tubulação de entrada sairá na fachada do edifício. Locar a entrada evitando o cruzamento com as linhas de energia elétrica, manter o afastamento adequado e ainda não cruzar terreno de terceiros. Determinar o trajeto de tubulação de entrada, desde o ponto determinado até a caixa de distribuição geral. Dimensionar a tubulação de entrada.

Tubulação de Entrada-Cont. Se a entrada for aérea e diretamente pela fachada: Locar a posição exata em que a tubulação de entrada sairá na fachada do edifício. Locar a entrada evitando o cruzamento com as linhas de energia elétrica, manter o afastamento adequado e ainda não cruzar terreno de terceiros. Determinar o trajeto de tubulação de entrada, desde o ponto determinado até a caixa de distribuição geral. Dimensionar a tubulação de entrada.

Tubulação de Entrada-Cont. Se a entrada for aérea e diretamente pela fachada: Locar a posição exata em que a tubulação de entrada sairá na fachada do edifício. Locar a entrada evitando o cruzamento com as linhas de energia elétrica, manter o afastamento adequado e ainda não cruzar terreno de terceiros. Determinar o trajeto de tubulação de entrada, desde o ponto determinado até a caixa de distribuição geral. Dimensionar a tubulação de entrada.

Tubulação de Entrada-Cont. Se a entrada for aérea e diretamente pela fachada: Locar a posição exata em que a tubulação de entrada sairá na fachada do edifício. Locar a entrada evitando o cruzamento com as linhas de energia elétrica, manter o afastamento adequado e ainda não cruzar terreno de terceiros. Determinar o trajeto de tubulação de entrada, desde o ponto determinado até a caixa de distribuição geral. Dimensionar a tubulação de entrada.

Tubulação de Entrada-Cont. Se a entrada for aérea e diretamente pela fachada: Locar a posição exata em que a tubulação de entrada sairá na fachada do edifício. Locar a entrada evitando o cruzamento com as linhas de energia elétrica, manter o afastamento adequado e ainda não cruzar terreno de terceiros. Determinar o trajeto de tubulação de entrada, desde o ponto determinado até a caixa de distribuição geral. Dimensionar a tubulação de entrada.

Tubulação de Entrada - Cont. Entrada através de poste de acesso: Locar, no limite do alinhamento predial, um poste de acesso de altura suficiente. Dimensionar a tubulação de entrada.

Tubulação de Entrada - Cont. Entrada através de poste de acesso: Locar, no limite do alinhamento predial, um poste de acesso de altura suficiente. Dimensionar a tubulação de entrada.

Tubulação de Entrada - Cont. Entrada através de poste de acesso: Locar, no limite do alinhamento predial, um poste de acesso de altura suficiente. Dimensionar a tubulação de entrada.

Tópicos Sumário 1

Malha de Piso com Tubulação Convecional Aplicado quando houver mais necessidade de interligar um número de caixas de saída superior a 10. A distância entre os eletrodutos devem ser de três metros. Nesse tipo de sistema, os eletrodutos devem ter o diâmetro interno de 25 mm. Os eletrodutos nas proximidades da caixa de distribuição devem ter diâmetros internos maiores que 25 mm. É conveniente que haja mais de um ponto de alimentação de malha de piso para proporcionar maior flexibilidade ao sistema.

Malha de Piso com Tubulação Convecional Aplicado quando houver mais necessidade de interligar um número de caixas de saída superior a 10. A distância entre os eletrodutos devem ser de três metros. Nesse tipo de sistema, os eletrodutos devem ter o diâmetro interno de 25 mm. Os eletrodutos nas proximidades da caixa de distribuição devem ter diâmetros internos maiores que 25 mm. É conveniente que haja mais de um ponto de alimentação de malha de piso para proporcionar maior flexibilidade ao sistema.

Malha de Piso com Tubulação Convecional Aplicado quando houver mais necessidade de interligar um número de caixas de saída superior a 10. A distância entre os eletrodutos devem ser de três metros. Nesse tipo de sistema, os eletrodutos devem ter o diâmetro interno de 25 mm. Os eletrodutos nas proximidades da caixa de distribuição devem ter diâmetros internos maiores que 25 mm. É conveniente que haja mais de um ponto de alimentação de malha de piso para proporcionar maior flexibilidade ao sistema.

Malha de Piso com Tubulação Convecional Aplicado quando houver mais necessidade de interligar um número de caixas de saída superior a 10. A distância entre os eletrodutos devem ser de três metros. Nesse tipo de sistema, os eletrodutos devem ter o diâmetro interno de 25 mm. Os eletrodutos nas proximidades da caixa de distribuição devem ter diâmetros internos maiores que 25 mm. É conveniente que haja mais de um ponto de alimentação de malha de piso para proporcionar maior flexibilidade ao sistema.

Malha de Piso com Tubulação Convecional Aplicado quando houver mais necessidade de interligar um número de caixas de saída superior a 10. A distância entre os eletrodutos devem ser de três metros. Nesse tipo de sistema, os eletrodutos devem ter o diâmetro interno de 25 mm. Os eletrodutos nas proximidades da caixa de distribuição devem ter diâmetros internos maiores que 25 mm. É conveniente que haja mais de um ponto de alimentação de malha de piso para proporcionar maior flexibilidade ao sistema.

Malha de Piso com Tubulação Convecional

Sistema paralelo de canaletas de piso Bom para distribuir as ligações quando não há precisão na localização dos pontos. Boa flexibilidade com relação a mudança na locação dos pontos. Pode ser assentado sobre o sistema de distribuição de energia elétrica. O espaçamento mínimo entre as canaletas paralelas para telefones deve ser de 1,50 m e o máximo de 3 m. A seção da canaleta deve ser 1 cm 2 para cada 1,5 m 2 de área atendida. Deve-se prever caixas de junção correspondentes a caixas de saída, no geral, o espaçamento entre as junções deve ser de 1,20 m.

Sistema paralelo de canaletas de piso Bom para distribuir as ligações quando não há precisão na localização dos pontos. Boa flexibilidade com relação a mudança na locação dos pontos. Pode ser assentado sobre o sistema de distribuição de energia elétrica. O espaçamento mínimo entre as canaletas paralelas para telefones deve ser de 1,50 m e o máximo de 3 m. A seção da canaleta deve ser 1 cm 2 para cada 1,5 m 2 de área atendida. Deve-se prever caixas de junção correspondentes a caixas de saída, no geral, o espaçamento entre as junções deve ser de 1,20 m.

Sistema paralelo de canaletas de piso Bom para distribuir as ligações quando não há precisão na localização dos pontos. Boa flexibilidade com relação a mudança na locação dos pontos. Pode ser assentado sobre o sistema de distribuição de energia elétrica. O espaçamento mínimo entre as canaletas paralelas para telefones deve ser de 1,50 m e o máximo de 3 m. A seção da canaleta deve ser 1 cm 2 para cada 1,5 m 2 de área atendida. Deve-se prever caixas de junção correspondentes a caixas de saída, no geral, o espaçamento entre as junções deve ser de 1,20 m.

Sistema paralelo de canaletas de piso Bom para distribuir as ligações quando não há precisão na localização dos pontos. Boa flexibilidade com relação a mudança na locação dos pontos. Pode ser assentado sobre o sistema de distribuição de energia elétrica. O espaçamento mínimo entre as canaletas paralelas para telefones deve ser de 1,50 m e o máximo de 3 m. A seção da canaleta deve ser 1 cm 2 para cada 1,5 m 2 de área atendida. Deve-se prever caixas de junção correspondentes a caixas de saída, no geral, o espaçamento entre as junções deve ser de 1,20 m.

Sistema paralelo de canaletas de piso Bom para distribuir as ligações quando não há precisão na localização dos pontos. Boa flexibilidade com relação a mudança na locação dos pontos. Pode ser assentado sobre o sistema de distribuição de energia elétrica. O espaçamento mínimo entre as canaletas paralelas para telefones deve ser de 1,50 m e o máximo de 3 m. A seção da canaleta deve ser 1 cm 2 para cada 1,5 m 2 de área atendida. Deve-se prever caixas de junção correspondentes a caixas de saída, no geral, o espaçamento entre as junções deve ser de 1,20 m.

Sistema paralelo de canaletas de piso Bom para distribuir as ligações quando não há precisão na localização dos pontos. Boa flexibilidade com relação a mudança na locação dos pontos. Pode ser assentado sobre o sistema de distribuição de energia elétrica. O espaçamento mínimo entre as canaletas paralelas para telefones deve ser de 1,50 m e o máximo de 3 m. A seção da canaleta deve ser 1 cm 2 para cada 1,5 m 2 de área atendida. Deve-se prever caixas de junção correspondentes a caixas de saída, no geral, o espaçamento entre as junções deve ser de 1,20 m.

Sistema Paralelo de Canelatas de Piso

Sistema em Pente de Caneletas de Piso Consiste em vários condutos derivados a 90 o e do mesmo lado de um conduto de alimentação. Não aumenta demasiadamente a espessura do piso. No dimensionamento dos condutos derivados deve-se utilizar, como regra geral, 2 cm 2 de área transversal da canaleta para cada 1,5 m 2 de área a ser atendida. O espaçamento entre as canaletas e a localização das caixas de junção devem ser segui a mesma metodologia do sistema paralelo de canaletas de piso

Sistema em Pente de Caneletas de Piso Consiste em vários condutos derivados a 90 o e do mesmo lado de um conduto de alimentação. Não aumenta demasiadamente a espessura do piso. No dimensionamento dos condutos derivados deve-se utilizar, como regra geral, 2 cm 2 de área transversal da canaleta para cada 1,5 m 2 de área a ser atendida. O espaçamento entre as canaletas e a localização das caixas de junção devem ser segui a mesma metodologia do sistema paralelo de canaletas de piso

Sistema em Pente de Caneletas de Piso Consiste em vários condutos derivados a 90 o e do mesmo lado de um conduto de alimentação. Não aumenta demasiadamente a espessura do piso. No dimensionamento dos condutos derivados deve-se utilizar, como regra geral, 2 cm 2 de área transversal da canaleta para cada 1,5 m 2 de área a ser atendida. O espaçamento entre as canaletas e a localização das caixas de junção devem ser segui a mesma metodologia do sistema paralelo de canaletas de piso

Sistema em Pente de Caneletas de Piso Consiste em vários condutos derivados a 90 o e do mesmo lado de um conduto de alimentação. Não aumenta demasiadamente a espessura do piso. No dimensionamento dos condutos derivados deve-se utilizar, como regra geral, 2 cm 2 de área transversal da canaleta para cada 1,5 m 2 de área a ser atendida. O espaçamento entre as canaletas e a localização das caixas de junção devem ser segui a mesma metodologia do sistema paralelo de canaletas de piso

Sistema em Pente de Canaletas de Piso

Sistema Espinha de Peixe de Canaletas de Piso É um caso particular do sistema em Pente, no qual os condutos derivam a 90 o de ambos os lados de um conduto de alimentação central O dimensionamento segue o mesmo critério do sistema em Pente.

Sistema Espinha de Peixe de Canaletas de Piso É um caso particular do sistema em Pente, no qual os condutos derivam a 90 o de ambos os lados de um conduto de alimentação central O dimensionamento segue o mesmo critério do sistema em Pente.

Sistema Espinha de Peixe

Sistemas de Forro Falso Apresenta incovenientes com relação a instalação e a manutenção. Esses sistema só devem ser admitidos pelas concessionárias em casos bastantes especiais, quando a possibilidade de utilização dos demais sistemas forem esgotadas. Não devem ser utilizados em prédios novos. Os condutos são suspensos por meio de vergalhoes fixados ao forro e apoiados em suportes.

Sistemas de Forro Falso Apresenta incovenientes com relação a instalação e a manutenção. Esses sistema só devem ser admitidos pelas concessionárias em casos bastantes especiais, quando a possibilidade de utilização dos demais sistemas forem esgotadas. Não devem ser utilizados em prédios novos. Os condutos são suspensos por meio de vergalhoes fixados ao forro e apoiados em suportes.

Sistemas de Forro Falso Apresenta incovenientes com relação a instalação e a manutenção. Esses sistema só devem ser admitidos pelas concessionárias em casos bastantes especiais, quando a possibilidade de utilização dos demais sistemas forem esgotadas. Não devem ser utilizados em prédios novos. Os condutos são suspensos por meio de vergalhoes fixados ao forro e apoiados em suportes.

Sistemas de Forro Falso Apresenta incovenientes com relação a instalação e a manutenção. Esses sistema só devem ser admitidos pelas concessionárias em casos bastantes especiais, quando a possibilidade de utilização dos demais sistemas forem esgotadas. Não devem ser utilizados em prédios novos. Os condutos são suspensos por meio de vergalhoes fixados ao forro e apoiados em suportes.

Forro Falso

Edifícios constituídos por vários blocos Nesses casos, a tubulação de entrada deve ser ligada a uma única caixa de distribuição geral ou sala de distribuidor geral pertencentea um dos blocos. A caixa de distribuição geral deve ser dimensionada pelo somatório total de todos os pontos telefônicos previstos pra os vários blocos nela acumulados.

Edifícios constituídos por vários blocos Nesses casos, a tubulação de entrada deve ser ligada a uma única caixa de distribuição geral ou sala de distribuidor geral pertencentea um dos blocos. A caixa de distribuição geral deve ser dimensionada pelo somatório total de todos os pontos telefônicos previstos pra os vários blocos nela acumulados.

Blocos de Edifícios

Simbologia Padronizada