Luther Kirk Dale

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1.Nos parênteses escreva (L) ou (I), conforme o astro seja luminoso ou iluminado.

Transcrição:

Luther Kirk Dale www.hogwartsliveschool.com

Sumário Introdução à astronomia e aos corpos celestes... 3 Uma breve história... 3 Classificação dos corpos celestes... 4 Asteroides... 4 Meteoros e meteoritos... 4 Cometas... 4 Planetas... 5 Estrelas... 5 Uma visão sobre a estrutura do universo... 5 Método centaurico de observação... 6 O sistema solar, conhecendo os vizinhos... 8 Sol... 8 Lua... 8 Mercúrio... 8 Venus... 9 Marte... 9 Júpiter... 9 Saturno... 9 Urano... 10 Netuno... 10 Livro utilizado pelos alunos do RPG Hogwarts Live School. Todos os direitos reservados.

Introdução à astronomia e aos corpos celestes A Astronomia bruxa é uma forma de magia que estuda corpos celestes (como estrelas, planetas, cometas, nebulosas, aglomerados de estrelas, galáxias) e fenômenos que se originam fora da atmosfera da Terra (como eclipse lunar, alinhamentos planetários) sob dois aspectos diferentes: O primeiro aspecto é o natural, que visa conhecer os corpos celestes e suas interações entre si. O segundo é o aspecto astrológico, que busca entender a influência dos astros sobre a vida humana, em especial sobre os bruxos. Uma breve história O céu é mapa, calendário, relógio, morada dos deuses e, talvez, a dos humanos que bem se comportarem. Os registros astronômicos mais antigos datam de aproximadamente 3000 a.c. e se devem aos babilônios, chineses, assírios e egípcios. Os astros eram estudados com objetivos práticos, como medir a passagem do tempo ou com viés astrológico, para fazer previsões do futuro, etc. Hoje a duplicidade de leitura desses astros permanece e o consenso é de que a influência deles sobre nós é considerável não só em previsões do futuro, mas em vários aspectos do presente da vida do bruxo. A Astronomia e a astrologia são totalmente distintas para os trouxas, mas compartilham uma origem em comum, especialmente na magia, e em conjunto são utilizadas para auxiliar na prática da magia. Enquanto a astronomia é a ciência que estuda os astros em termos de composição e interação entre si, a astrologia os estuda em termos simbólicos e influências mágicas. Por exemplo, a astronomia estuda a posição dos planetas, seu solo, distâncias, etc; a astrologia estuda a influência que este planeta tem sobre os demais e sobre nós e sobre a prática de magia em diferentes áreas. O curso de astronomia bruxa é um estudo dividido entre astronomia e astrologia. Pois a magia tem influência de ambas. Para isso, é importante conhecer-se as duas para realizar magias específicas.

Classificação dos corpos celestes Na astronomia, corpo celeste é um termo que designa qualquer entidade física existente no espaço sideral. Podendo referir-se a um único objeto como a Lua, o Sol, ou um asteroide, como também a vários objetos que se mantêm unidos por forças gravitacionais, como galáxias ou o sistema solar. Descrição: Asteroides A formação do sistema solar, há aproximadamente 4,6 bilhões de anos, deixou restos de material pairando pelas redondezas. Esses corpos rochosos são os asteroides. Milhões deles descrevem uma órbita em torno do Sol, especialmente entre os planetas Marte e Júpiter. Pesquisadores acreditam que já ocorreram colisões entre asteroides e a Terra, o que teria alterado o processo evolutivo do planeta. Meteoros e meteoritos São corpos celestes de pequenas dimensões, chamados de meteoroides, que orbitam vagam pelo Universo em altas velocidades. Geralmente são partículas rochosas resultantes da colisão de asteroides. Quando passam nas proximidades da Terra, esses corpos celestes são atraídos pela força de gravidade do planeta. Os meteoros são vaporizados e se incendeiam ao entrar na atmosfera terrestre, sendo popularmente chamados de estrelas cadentes. As rochas que conseguem sobreviver a essa entrada na atmosfera e atingem a superfície terrestre são os meteoritos. Cometas Embora pequenos, os cometas ganham visibilidade em sua trajetória pelos céus. São corpos celestes relativamente frágeis, com uma superfície irregular e, de certa forma, similares aos meteoros. No entanto, são formados fora do sistema solar e sua superfície

gelada é envolvida em poeira cósmica que, ao se aproximar do Sol, ganha volatilidade e é vista em forma de cauda Planetas A atual definição científica do que é um planeta data de 2006, quando Plutão perdeu seu status dentro do sistema solar, passando a ser considerado um planeta anão. Já a categorização tradicional dos planetas remonta aos antigos gregos, e indicava corpos celestes que se comportavam de forma diferente das estrelas. Recentemente, a NASA (órgão trouxa de estudo do céu) estabeleceu critérios que precisam ser atendidos para que um corpo celeste ganhe o status de planeta. Entre outras exigências, ele precisa orbitar uma estrela, adquirir uma forma arredondada e ter eliminado objetos menores de sua órbita. Depois dessa redefinição, o sistema solar ficou com oito planetas: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Estrelas As estrelas são as peças fundamentais da formação das galáxias. São corpos celestes que possuem luz própria, ao contrário dos planetas, satélites naturais, meteoros e cometas. As estrelas são o centro dos sistemas estrelares por possuírem maior massa e, portanto uma atração gravitacional maior faz com que os outros corpos celestes girem em torno delas. Uma visão sobre a estrutura do universo A palavra Universo deriva do francês antigo Univers, que por sua vez deriva do latim universum. Tem o sentido "tudo em um só, tudo combinado em um". Nesta altura, é ainda impossível garantir que o Universo continuará a expandir-se infinitamente, levando à desagregação de toda a matéria e à sua morte, ou se eventualmente essa expansão abrandará e se iniciará um processo de condensação. Esta última hipótese, que sustenta a possibilidade da ocorrência de um fenômeno inverso ao Big Bang, o Big

Crunch, leva à conclusão de que este Universo poderá ser apenas uma instância distinta de um conjunto mais vasto, a que outros 'Big Bangs' e 'Big Crunches' deram origem. O filósofo alemão Friedrich Nietzsche propôs a hipótese, na sua teoria do Eterno retorno, de que o Universo e todos os acontecimentos que contém se repetem ou repetirão eternamente da mesma forma. O Universo subdivide-se em superaglomerados de galáxias, que são um enorme grupo de galáxias que se mantêm relativamente próximas uma das outras devido à ação da gravidade. Depois vem os aglomerados de galáxias, que são partes menores desse superaglomerado. O nome do aglomerado onde a Via Láctea se encontra chama-se Grupo Local. Este grupo contém diversas galáxias, sendo a Via Láctea e Andrômeda as maiores. Uma galáxia é um grande sistema, gravitacionalmente ligado, que consiste de estrelas, remanescentes de estrelas, um meio interestelar de gás e poeira e um importante mas insuficientemente conhecido componente apelidado de matéria escura. A palavra galáxia deriva do grego galáxias (γαλαξίας),literalmente "leitoso", numa referência à nossa galáxia, a Via Láctea. As galáxias contêm quantidades variadas de sistemas e aglomerados estelares e de tipos de nuvens interestelares. Entre esses objetos existe um meio interestelar esparso de gás, poeira e raios cósmicos. Dentro de uma galáxia encontra-se os sistemas estrelares como por exemplo, o Sistema Solar: O Sistema Solar compreende o conjunto constituído pelo Sol e todos os corpos celestes que estão sob seu domínio gravitacional. A estrela central é a maior componente do sistema. Outros componentes são: meteoros, planetas, planetas anões, satélites naturais e cometas. Não se sabe, porém o quão estável são essas estruturas que formam o Universo uma vez que é necessário bilhões de anos para que uma mudança notável aconteça em qualquer uma delas, o que é muito mais que o tempo de vida de um humano ou até mesmo da civilização bruxa. Contudo, muitos astrônomos trouxas buscam criar previsões para o passar dos anos. Método centaurico de observação

Para observar o céu, utilizamos o sistema centáurico de adivinhação. Esse método foi desenvolvido por centauros e ainda é utilizado por eles até hoje. Conta a história que os antigos povos que habitavam as florestas ao norte da Grã- Bretanha sentiam a necessidade de fazer uma observação dos astros celestes para melhorar suas práticas magias. Vários bruxos tentaram desenvolver métodos observacionais eficientes, mas não obtiveram sucesso. Tendo isso em vista, uma comunidade que vivia em harmonia com os centauros conseguiram ter acesso ao seu método de observação e desde então ele se espalhou e se tornou popular entre os bruxos. Um método de observação bruxo só foi desenvolvido séculos depois e será tratado em outra aula. O método de observação desenvolvido pelos centauros consiste em três passos: 1) Acende-se uma fogueira, ao ar livre. 2) Queima-se nessa fogueira folhas de ervas centauricas, podem ser: Erva-cidreira, amorperfeito ou erva-trindade. 3) Aguarda-se a fumaça originada pela queima dessas ervas. Quando a fumaça subir, se olha para o céu através dela, e então será possível observar os astros claramente. Algumas observações importantes: O tipo de erva a ser queimado varia de acordo com os astros que se deseja observar. A erva-cidreira é utilizada para observações de planetas e seus satélites naturais. Deve ser jogada na fogueira no mesmo sentido em que estiver ventando. A erva amor-perfeito serve para observar estrelas (com exceção do sol é claro), deve ser jogada na fogueira de leste para oeste lembrando do nascimento e pôr do sol. A erva-trindade serve para observar cometas e asteroides e deve ser jogada na fogueira por cima.

A desvantagem do método de observação dos centauros é que as imagens que você observa não podem ser capturadas ou armazenadas. Já alguns métodos que serão estudados posteriormente permite que se guarde as imagens que se deseja das observações feitas. O sistema solar, conhecendo os vizinhos, o sistema solar é formado por oito planetas, vários planetas anões e outros corpos celestes de menor importância. Para a astrologia e a astronomia bruxa, os corpos celestes mais relevantes são os planetas devido a sua influencia direta. É claro que o Sol e a Lua não podem ser esquecidos, mas os demais satélites naturais que orbitam outro planeta têm suas influências desconsideradas por serem classificados como irrelevantes. Sol O Sol (do latim sol, solis) é a estrela central do Sistema Solar. Todos os outros corpos do Sistema Solar, como planetas, planetas anões, asteroides, cometas e poeira, bem como todos os satélites associados a estes corpos, giram ao seu redor. Lua A Lua é o único satélite natural da Terra, e o quinto maior do Sistema Solar. A Lua encontra-se em rotação sincronizada com a Terra, mostrando sempre a mesma face visível, marcada por mares vulcânicos escuros entre montanhas cristalinas e proeminentes crateras de impacto. É o mais brilhante objeto no céu a seguir ao Sol, embora a sua superfície seja na realidade escura. Mercúrio Mercúrio é o planeta mais interior do Sistema Solar. Está tão próximo do Sol que este, se fosse visto por um astronauta de visita ao planeta, pareceria duas vezes e meia

maior e sete vezes mais luminoso do que observado da Terra. A origem do seu nome vem do deus romano mensageiro. Venus Vênus, o segundo planeta do sistema solar por ordem de distância ao Sol, é o que pode aproximar-se mais da Terra e o astro mais luminoso do nosso céu, depois do Sol e da Lua. Seu nome é o mesmo da deusa romana da fertilidade, amor e beleza. Marte É conhecido como o planeta vermelho devido a sua coloração. Ele é o último dos planetas rochosos e possui dois satélites naturais assim como a Lua. O nome desse planeta é de origem romana, o deus grego da guerra. Júpiter O planeta gigante é o centro de um sistema composto por 63 satélites e um ténue anel. Embora Vénus o supere em esplendor no céu da aurora ou do crepúsculo, Júpiter é sem dúvida, o planeta mais espetacular. O seu nome é o nome do deus romano senhor de todos os deuses. Saturno Até 1977, foi mais conhecido pela particularidade de ser o único planeta rodeado por um sistema de anéis. A partir de então, graças às avançadas observações realizadas a partir da, Saturno tornou-se uma atração universal. Seu nome é o mesmo do titã romano pai de Júpiter.

Urano O primeiro dos planetas descobertos na época moderna, só é visível à vista desarmada em condições especialmente favoráveis. Seu nome vem do nome do deus romano senhor dos mortos. Tal nome combina com suas baixas temperaturas. Netuno Como todos os gigantes gasosos, não apresenta uma separação nítida entre uma atmosfera gasosa e uma superfície sólida. O seu nome origina-se do deus romano senhor dos mares e oceanos.