Noções de Software. Definição



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COMUNICADO. Fonte de Consulta. BARROSO, Luís Roberto. Curso de direito constitucional contemporâneo. 2ª edição. São Paulo: Saraiva, 2010.

Transcrição:

Noções de Software Definição A rigor, tudo o que pode ser armazenado eletronicamente pode ser chamado de software. Consideraremos aqui, como software, apenas os conjuntos de instruções que determinam o comportamento do computador. Camada intermediária entre o homem e a máquina, traduzindo os dados para a linguagem de máquina e as informações de volta para a linguagem humana. Noções de Software 1

Pirâmide de software Usuário final Software Aplicativo Linguagens de alto nível Montadores, interpretadores e compiladores Software Básico: Sistema operacional + Drivers Máquina convencional Linguagem de máquina (Assembly) Microprogramação (usando circuitos eletrônicos) Lógica digital (circuitos eletrônicos) MÁQUINA Software aplicativo Programas utilizados pelos usuários Automação de escritório: Editores de texto, planilhas eletrônicas e programas de apresentação Sistemas comerciais e gerenciadores de bancos de dados Sistemas de gestão empresarial: ERP (Enterprise Resource Planning) CRM (Customer Relationship Management) Projetos (CAD e CAM) Programas gráficos Programas educacionais, utilitários, jogos, etc. 2

Software básico Programas que fornecem a infra-estrutura para execução dos softwares aplicativos BIOS (Basic Input/Output System) Software, gravado numa ROM, que determina como o computador deve se comunicar com os seus diversos periféricos Drivers Pequenos programas que instruem o computador sobre como se comunicar com um determinado periférico. Ampliam as instruções da BIOS e disponibilizam funções mais avançadas Software básico Sistemas Operacionais Conjunto de programas que controla os vários componentes do hardware, coordenando as funções básicas do computador, tornando-o operacional. Serve de interface com o usuário. Todo equipamento precisa ter um sistema operacional para funcionar 3

Sistema Operacional Suporte Multi- Usuários Tarefas Processado Indicado para uso MS-DOS Não Não Não Doméstico Windows 3.x Não Quase Não Doméstico Windows 9x Não Sim Não Doméstico Windows NT Sim Sim Sim Profissional Windows 2000 Sim Sim Sim Profissional Windows XP Sim Sim Sim Profissional Unix/Linux Sim Sim Sim Profissional Linguagens de programação Usadas para escrever os programas que serão executados pelo computador. Baixo nível: Pouco amigáveis Difícil aprendizado Exemplo: Assembly Alto nível: Muito amigáveis (próximas à linguagem natural) Fácil aprendizado Exemplo: FORTRAN, COBOL, PASCAL, BASIC, C++, JAVA 4

Tipos de código Código-Fonte (ou programa-fonte) O código do programa, na forma em que foi escrito Normalmente um arquivo texto contendo instruções em uma linguagem de programação Precisa ser convertido em binário Tipos de código Código-Executável (ou programa-executável) O programa depois de convertido para o formato binário O código fonte é convertido de um arquivo texto compreensível para nós para um arquivo em binário (seqüência de uns e zeros), compreensível para o computador 5

Interpretação Processos de conversão (1) Linha a linha, o código-fonte é lido, as instruções são convertidas (traduzidas) para binário e executadas pelo computador A cada execução, o processo precisa ser repetido. Compilação O código-fonte é lido, todo de uma vez, e convertido (traduzido) para uma seqüência de uns e zeros compreensível para o computador (programaexecutável) Uma vez convertido, basta usarmos o programaexecutável Processos de conversão (2) Vantagens Desvantagens Compilados Não permitem alterações no código-fonte (oferece maior segurança) Muito mais rápidos que os programas interpretados Presos à plataforma onde foram compilados Programas Interpretados Normalmente permitem alteração no código-fonte (mutabilidade) Multiplataforma Tamanho reduzido Mais lentos que os programas-executáveis Necessitam de um interpretador (runtime) para serem executados 6

Pacotes de software Conjunto de programas aplicativos para realizar tarefas específicas e de uso freqüente. Maneira de reduzir custos e encurtar o prazo de implantação de sistemas aplicativos. Desenvolvido de tal forma que possa ser aplicado por um grande número de usuários, ou seja, busca um bom mercado potencial. Pacotes de software Maior vantagem O pacote será relativamente barato, por dividir seu custo entre vários usuários Maior desvantagem É pouco provável que o pacote atenda a todos os requisitos dos usuários 7

Licenças de software Determinam os direitos e deveres para com o software Software Comercial Uso condicionado a pagamento prévio (compra) Demo (demonstração) Uso limitado, normalmente para avaliação Shareware Uso liberado para avaliação, o registro é pago Adware Uso condicionado a exibição de propagandas e anúncios Licenças de software Freeware Uso gratuito Open-source (código aberto) Possui direitos autorais, mas o código-fonte é distribuído com o programa Public domain (Domínio público) Sem direitos autorais Free Software (software livre) Distribuído sob a licença GPL O software é livre, o que é diferente de software gratuito! 8

Licença GPL Publicada pela Free Software Foundation (FSF) http://www.fsf.org/home.pt.html O programa pode ser cobrado Conceito distinto do conceito de software gratuito Código-fonte distribuído com o programa, sem custo adicional Melhoras/alterações no código-fonte devem ser repassadas para toda a comunidade http://www.magnux.org/doc/gpl-pt_br.txt http://creativecommons.org/licenses/gpl/2.0/ REFERÊNCIAS ANTUNES, Paulo Bessa. Direito Ambiental. 2ed. Amplamente Reformulado. 14ª ed., Rio de Janeiro: Atlas, 2012. Amaral, Diogo Freitas, Ciência Política, vol I,Coimbra,1990 AQUINO, Rubim Santos Leão de. et al. História das Sociedades Americanas. 7 ed. Rio de Janeiro: Record, 2000. ARANHA, Maria Lúcia. Filosofando: Introdução á Filosofia. São Paulo: Moderna, 1993. ARRUDA, José Jobson de A. e PILETTI, Nelson. Toda a História. 4 ed. São Paulo: Ática, 1996. ASCENSÃO, José de Oliveira. Breves Observações ao Projeto de Substitutivo da Lei de Direitos Autorais. Direito da Internet e da Sociedade da Informação. Rio de Janeiro: Ed. Forense, 2002. BRANCO JR., Sérgio Vieira. Direitos Autorais na Internet e o Uso de Obras Alheias. Ed. Lúmen Júris, 2007. BUZZI, Arcângelo. Introdução ao Pensar. Petrópolis; ed. Vozes, 1997. CAPEZ, Fernando. Curso de Direito Penal. V. 2, Parte Especial. 10. Ed. São Paulo: Saraiva, 2010. CERQUEIRA, João da Gama. Tratado da Propriedade Industrial, vol. II, parte II. Revista Forense: Rio de Janeiro, 1952. CHAUÍ, Marilena. Convite á Filosofia. São Paulo,10ª. Ed.,Ática,1998. COTRIM, Gilberto. História Global: Brasil e Geral. 6 ed. São Paulo: Saraiva, 2002. CRETELLA JÚNIOR, José. Curso de Direito Administrativo. Rio de Janeiro: Forense, 2003. DEON SETTE, MARLI T. Direito ambiental. Coordenadores: Marcelo Magalhães Peixoto e Sérgio Augusto Zampol DINIZ, Maria Helena. Curso de direito civil brasileiro: teoria das obrigações contratuais e extracontratuais. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 1998, v. 3. DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. São Paulo: Atlas, 2005. COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de direito comercial. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2002, v. 1, 2 e 3. 9

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FIM Obrigado pela atenção!! Acimarney C. S. Freitas Advogado OAB-BA Nº 30.553 Professor de Direito do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Bahia IFBA campus de Vitória da Conquista Diretor do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Bahia IFBA campus de Brumado. Bacharel em Teologia Especialista em Direito Educacional - FTC Especialista em Educação Profissional e de Jovens e Adultos - IFBA Mestrando em Filosofia - UFSC Email: acimarney@gmail.com Facebook: Ney Maximus 11