PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
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- João Batista Bicalho Beretta
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1 PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
2 NR Disposições gerais Todas as empresas deverão possuir: a) proteção contra incêndio; b) saídas suficientes para a rápida retirada do pessoal em serviço, em caso de incêndio; c) equipamento suficiente para combater o fogo em seu início; d) pessoas adestradas no uso correto desses equipamentos. e) Saídas
3 NR Os locais de trabalho deverão dispor de saídas, em número suficiente e dispostas de modo que aqueles que se encontrem nesses locais possam abandoná-los com rapidez e segurança, em caso de emergência.
4 NR Combate ao fogo Tão cedo o fogo se manifeste, cabe: a) acionar o sistema de alarme; b) chamar imediatamente o Corpo de Bombeiros; c) desligar máquinas e aparelhos elétricos, quando a operação do desligamento não envolver riscos adicionais; d) atacá-lo, o mais rapidamente possível, pelos meios adequados.
5 NR As máquinas e aparelhos elétricos que não devam ser desligados em caso de incêndio deverão conter placa com aviso referente a este fato, próximo à chave de interrupção Poderão ser exigidos, para certos tipos de indústria ou de atividade em que seja grande o risco de incêndio, requisitos especiais de construção, tais como portas e paredes corta-fogo ou diques ao redor de reservatórios elevados de inflamáveis.
6 NR Exercício de alerta Os exercícios de combate ao fogo deverão ser feitos periodicamente, objetivando: a) que o pessoal grave o significado do sinal de alarme; b) que a evacuação do local se faça em boa ordem; c) que seja evitado qualquer pânico; d) que sejam atribuídas tarefas e responsabilidades específicas aos empregados; e) que seja verificado se a sirene de alarme foi ouvida em todas as áreas.
7 NR Nas fábricas que mantenham equipes organizadas de bombeiros, os exercícios devem se realizar periodicamente, de preferência, sem aviso e se aproximando, o mais possível, das condições reais de luta contra o incêndio As fábricas ou estabelecimentos que não mantenham equipes de bombeiros deverão ter alguns membros do pessoal operário, bem como os guardas e vigias, especialmente exercitados no correto manejo do material de luta contra o fogo e o seu emprego.
8 FATORES DE ÊXITO NA PREVENÇÃO DE INCÊNDIO PREPARAO PRÉVIO ESTAR EM DIA COM OS DOCUMENTOS DO BOMBEIRO; MANUTENÇÃO EM DIA; EQUIPAMENTOS ADEQUADOS AO RISCO; SINALIZAÇÃO; FAMILIARIZAÇÃO DOS OCUPANTES;
9 PRINCÍPIOS BASICO DO FOGO COMBATER DE IMEDIATO NOS PRIMEIROS CINCO MINUTOS; DAR O ALARME DE INCÊNDIO; DESLIGAR A ENERGIA ELÉTRICA; ACIONAR OS BOMBEIROS; SABER AVALIAR O INCÊNDIO;
10 FOGO É UMA COMBUSTÃO NA QUAL PODEMOS VISUALIZAR PRODUÇÃO DE CHAMAS COM A LIBERAÇÃO DE ENERGIA (CALOR E LUZ) COMBUSTÃO É UMA REAÇÃO QUIMICA ENTRE DOIS REAGENTES, COMBUSTÍVEL E COMBURENTE, MEDIANTE UMA CONDIÇÕES FAVORÁVEL, O CALOR INCÊNDIO É O FOGO QUE FOGE DO CONTROLE
11 TRIÂNGULO DO FOGO Para que exista o fogo, é necessário a condição favorável, juntamente com os três elementos citados ao lado, que são os comburente (ou oxigênio), o combustível e o calor.
12 TRIÂNGULO DO FOGO OS MÉTODOS DE EXTINÇÃO VISAM RETIRAR UM, OU MAIS DE UM, DOS TRÊS COMPONENTES O TRIÂNGULO DO FOGO, AO FALTAR QUALQUER UM DOS TRÊS COMPONENTES O FOGO NÃO EXISTIRÁ
13 MÉTODO DE EXITINÇÃO AO JOGARMOS ÁGUA EM UM INCÊNDIO, ESTAREMOS RESFRIANDO, OU SEJA, RETIRANDO O COMPONENTE CALOR
14 MÉTODO DE EXITINÇÃO AO ABAFARMOS, IMPEDIREMOS QUE OXIGÊNIO ENTRE NA REAÇÃO, ESTAREMOS RETIRANDO O COMPONENTE COMBURENTE (OXIGÊNIO)
15 MÉTODO DE EXITINÇÃO AO SEPARARMOS O COMBUSTÍVEL DA REAÇÃO, ESTAREMOS ISOLANDO, COMO POR EXEMPLO, SE ABRIR UMA TRILHA (ACEIRO) NO MATO PARA QUE O FOGO NÃO PASSE. DESTA FORMA ESTAREMOS TIRANDO O COMPONENTE COMBUSTÍVEL
16 CLASSE DE INCÊNDIO
17 CARACTERÍSTICA QUEIMA NA SUPERFÍCIE E EM PROFUNDIDADE QUEIMA DEIXANDO RESÍDUOS OU CINZAS
18 EXEMPLO CLASSE A PAPEL BORRACHA TECIDO MADEIRA
19 CARACTERÍSTICA QUEIMA SOMENTE NA SUPERFÍCIE E NÃO QUEIMA EM PROFUNDIDADE
20 EXEMPLO CLASSE B GASOLINA ÉTER ACETONA PEIXE ÁLCOOL GÁS DE COZINHA
21 CARACTERÍSTICA MATERIAL ELÉTRICOS ENERGIZADO
22 METAIS PIROFÓRICOS ESTES METAIS SÃO ENCONTRADOS EM FÁBRICAS E INDUSTRIAS AUTOMOBILÍSTICA POR EXEMPLOS RASPA DE ZINCO. LIMALHA DE MAGNÉSIO, ETC.
23 ALGUNS TIPOS DE EXTINTORES ÁGUA CO2 PQS ESPUMA
24 EXTINTOR ÁGUA RESFRIAMENTO ÁGUA-10 L CLASSE A: SIM CLASSE B: NÃO CLASSE C: NÃO CLASSE D: NÃO
25 EXTINTOR DE ÁGUA BAIXA PRESSÃO DURAÇÃO DE 60 SEGUNDO PESA MAIS OU MENOS 12 Kgs. ALCANÇA 7 METROS E MEIO ÁGUA TEM GRANDE PODER DE INFILTRAÇÃO; EFICIENTE EM INCÊNDIO CLASSE A QUE QUEIMA EM SUPERFÍCIE E PROFUNDIDADE ATACA O FOGO DIRIGINDO JATO PARA SUA BASE
26 EXTINTOR CO2 ALTA PRESSÃO ABAFAMENTO E RESFRIMANTO CO2 06 Kg CLASSE A: CLASSE B: CLASSE C: CLASSE D: NÃO SIM SIM NÃO
27 EXTINTOR DE CO2 ALTA PRESSÃO CHAPA DE 8 MM SEM SOLDA; DURAÇÃO DE 45 SEGUNDO; FORMA DE GELO SECO QUE QUEIMA; POSSUI EPUNHAMENTO E DIFUSOR; LIBRAS DE PRESSÃO; NÃO POSSUI MANÔMETRO; APÓS 6 MESES, PESAR E SE ESTIVER CONSTANDO PERDA DE MAIS DE 10% DE CARGA, ENVIAR PARA RECARGA; PESA 22 Kgs. CARREGADO, 16 Kgs. VAZIO; ATACA O FOGO, PROCURANDO ABAFAR TODA A ÁREA ATINGIDA.
28 EXTINTOR PÓ QUÍMICO ALTA PRESSÃO ABAFAMENTO PQS PÓ QUÍMICO SECO 4 Kgs CLASSE A: SIM CLASSE B: SIM CLASSE C: NÃO CLASSE D: NÃO
29 EXTINTOR PQS ALTA PRESSÃO DURAÇÃO DE 50 SEGUNDO; PÓ BICARBONATO; POSSUI MANOMENTRO; VERDE PRESSÃO NORMAL; VERMELHO PRESSÃO INSUFICIENTE; NÃO SE UTILIZA NA BASE DO FOGO, USAR FORMANDO NUVEM POR CIMA DAS CHAMAS; ATACA O FOCO PROCURANDO FORMAR UMA NUVEM DE PÓ A FIM DE COBRIR A ÁREA ATINGIDA.
30 EXTINTOR ESPUMA QUÍMICA ABAFAMENTO E RESFRIAMENTO ESPUMA QUÍMICA 10 LITROS CLASSE A: SIM CLASSE B: SIM CLASSE C: NÃO CLASSE D: NÃO
31 MODO DE USAR OS EXTINTORES ROMPA O LACRE E APERTE O GATILHO, DIRIGINDO O DIFUSOR PARA A BASE DO FOGO. NÃO TOQUE NO DIFUSOR, PODERÁ GELAR E COLAR NA PELE CAUSANDO LESÕES
32 RECOMENDAÇÕES MANDAR OS EXTINTORES SEMPRE VAZIO PARA RECARGA; APRENDA A USAR OS EXTINTOR DE INCÊNDIO; CONHEÇA OS LOCAIS ONDE ESTÃO INSTALADOS OS OUTROS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO AO FOGO; NUNCA OBSTRUA OS ACESSOS AO EXTINTORES OU HIDRANTES; NÃO MÊXA NOS EXTINTORES DE INCÊNDIO E HIDRANTES A MENOS QUE SEJA NECESSÁRIO A SUA UTILIZAÇÃO OU REVISÃO PERIODICA.
33 MANGUEIRAS HIDRANTES MANGUEIRAS CONFECCIONADA EM FIBRA SINTÉTICA, TECEDUTA PARALELA, COM REVESTIMENTO INTERNO (TUBO), PRODUZIDA COM COMPOSTO DE BORRACHA VULCANIZADA. MEDINDO 15 MTS E 30 MTS. HIDRANTE CORPO EM CHAPA SAE 1020 LAMINADA A FRIO, FROTA COM VENTILAÇÃO E VISOR COM INSCRIÇÃO INÇÊNDIO
34 ALGUNS COMPONENTES DOS HIDRANTES
35 TEL. DO CORPO DE BOMBEIROS NO BRASIL 193 FIM
36 REFERÊNCIAS ANTUNES, Paulo Bessa. Direito Ambiental. 2ed. Amplamente Reformulado. 14ª ed., Rio de Janeiro: Atlas, Amaral, Diogo Freitas, Ciência Política, vol I,Coimbra,1990 AQUINO, Rubim Santos Leão de. et al. História das Sociedades Americanas. 7 ed. Rio de Janeiro: Record, ARANHA, Maria Lúcia. Filosofando: Introdução á Filosofia. São Paulo: Moderna, ARRUDA, José Jobson de A. e PILETTI, Nelson. Toda a História. 4 ed. São Paulo: Ática, ASCENSÃO, José de Oliveira. Breves Observações ao Projeto de Substitutivo da Lei de Direitos Autorais. Direito da Internet e da Sociedade da Informação. Rio de Janeiro: Ed. Forense, BRANCO JR., Sérgio Vieira. Direitos Autorais na Internet e o Uso de Obras Alheias. Ed. Lúmen Júris, BUZZI, Arcângelo. Introdução ao Pensar. Petrópolis; ed. Vozes, CAPEZ, Fernando. Curso de Direito Penal. V. 2, Parte Especial. 10. Ed. São Paulo: Saraiva, CERQUEIRA, João da Gama. Tratado da Propriedade Industrial, vol. II, parte II. Revista Forense: Rio de Janeiro, CHAUÍ, Marilena. Convite á Filosofia. São Paulo,10ª. Ed.,Ática,1998. COTRIM, Gilberto. História Global: Brasil e Geral. 6 ed. São Paulo: Saraiva, CRETELLA JÚNIOR, José. Curso de Direito Administrativo. Rio de Janeiro: Forense, DEON SETTE, MARLI T. Direito ambiental. Coordenadores: Marcelo Magalhães Peixoto e Sérgio Augusto Zampol DINIZ, Maria Helena. Curso de direito civil brasileiro: teoria das obrigações contratuais e extracontratuais. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 1998, v. 3. DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. São Paulo: Atlas, COELHO, Fábio Ulhoa. Curso de direito comercial. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2002, v. 1, 2 e 3.
37 REFERÊNCIAS FERRAZ JUNIOR, Tercio Sampaio. Introdução ao Estudo do Direito: técnica, decisão, dominação. 6.ed. São Paulo: Atlas, FIORILLO, Celso Antonio Pacheco. Curso de Direito Ambiental Brasileiro. 13ª ed., rev., atual. E compl. São Paulo :Saraiva, FRAGOSO, Heleno Cláudio. Lições de direito penal: especial. 11. ed. atual. por Fernando Fragoso. Rio de Janeiro : Forense, GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito Civil Brasileiro, vol I: Parte Geral. São Paulo: Saraiva, 2007 GAGLIANO, Plablo Stolze & PAMPLONA FILHO, Rodolfo. Novo curso de direito civil, v. 1-5 ed. São Paulo: Saraiva GRINOVER, Ada Pellegrini et al. Código Brasileiro de Defesa do Consumidor comentado pelos autores do anteprojeto. 8. ed. rev., ampl. e atual. Rio de Janeiro: FU, JESUS, Damásio E. de. Direito Penal V. 2 Parte Especial dos Crimes Contra a Pessoa a dos Crimes Contra o Patrimônio. 30 ed. São Paulo: Saraiva, LAKATOS, Eva Maria. Introdução à Sociologia. São Paulo: Atlas, 1997 LAKATOS, E. M. & MARCONI, M. A. Sociologia Geral. São Paulo: Atlas, 1999 MARQUES, Claudia Lima. Contratos no Código de Defesa do Consumidor: o novo regime das relações contratuais.4. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: RT, MARTINS FILHO, Ives Gandra da Silva. Manual de direito e processo do trabalho. 18.ed. São Paulo: Saraiva, MARTINS, Sérgio Pinto.Direito do Trabalho. 25.ed. São Paulo: Atlas, MARTINS, Carlos Benedito. O que é Sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1988 MEDAUAR, Odete. Direito Administrativo Moderno. São Paulo: RT, MEIRELLES, Hely Lopes. Direito Administrativo Brasileiro. São Paulo: Malheiros, MIRABETE, Julio Fabbrini. Processo penal. 18. ed. São Paulo: Editora Atlas, 2006.
38 REFERÊNCIAS MORAES, de Alexandre. Direito Constitucional. São Paulo: Atlas, PEIXINHO, Manoel Messias. Os princípios da Constituição de Rio de Janeiro: Lúmen Júris, Piçarra, Nuno, A separação dos poderes como doutrina e princípio constitucional: um contributo para o estudo das suas origens e evolução, Coimbra, Coimbra Editora, 1989 NUCCI, Guilherme de Souza. Manual de processo penal e execução penal. 3. ed. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, PEREIRA, Caio Mario da Silva. Instituições de direito civil, v.1. Rio de Janeiro: Forense POLETTI, Ronaldo. Introdução ao Direito. 4. ed., São Paulo: Saraiva, PRADO, Luiz Regis. Curso de direito penal brasileiro. 11. ed. São Paulo : RT, 2007, v. 2. REALE, Miguel. Lições Preliminares de Direito. 27.ed São Paulo: Saraiva, REQUIÃO, Rubens. Curso de direito comercial. 8. ed. São Paulo: Saraiva, 1977, v. 1 e 2. RUSSOMANO, Mozart Victor. Comentários à Consolidação das Leis do Trabalho. 3. ed. Rio de Janeiro: Forense, SELL, Carlos Eduardo. Sociologia Clássica. Itajai: EdUnivali, 2002 VENOSA, Sílvio de Salvo. Direito Civil (Parte Geral), v.1 3 ed. São Paulo: Atlas ATENÇÃO Parte deste material foi coletado na internet e não foi possível identificar a autoria. Este material se destina para fins de estudo e não se encontra completamente atualizado.
39 FIM Obrigado pela atenção!! Acimarney C. S. Freitas Advogado OAB-BA Nº Professor de Direito do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Bahia IFBA campus de Vitória da Conquista Diretor do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Bahia IFBA campus de Brumado. Bacharel em Teologia Especialista em Direito Educacional - FTC Especialista em Educação Profissional e de Jovens e Adultos - IFBA Mestrando em Filosofia - UFSC [email protected] Facebook: Ney Maximus
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