ECONOMIA EMPRESARIAL

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Transcrição:

Parte 1 ECONOMIA EMPRESARIAL Profa. Ms. Sandra Costa

OBJETIVO capacitar executivos capazes de compreender os impactos da política econômica nas organizações e atuar nas decisões estratégicas das empresas; formular cenários para o desenvolvimento empresarial. No dia a dia empresarial é indispensável avaliar continuamente as informações geradas no ambiente corporativo e transformá-las em oportunidades de negócio cio; Porém grande parte destas informações se perde sem que antes se explore todo o potencial delas. Prof. Ms. Sandra Costa

CONTEÚDO 1) FUNDAMENTOS DA ANÁLISE DE MERCADO 2) A INTERVENÇÃO DO GOVERNO por meio das políticas econômicas 3) PRINCIPAIS INDICADORES DA ECONOMIA BRASILEIRA E INTERNACIONAL Prof. Ms. Sandra Costa

GENERALIDADES APRESENTAÇÃO PESSOAL/ALUNOS Critérios rios de avaliação 1)05/09 manhã lista exercício cio peso : 1,5 2)05/09 tarde discussão de textos: 2,0 3) 19/09 manhã texto peso : 1,5 4)19/09 tarde cenários peso : 5,0 OS TRABALHOS PODERÃO SER REALIZADOS EM GRUPOS DE ATÉ 03 ALUNOS

MACROECONOMIA É o ramo da Economia que estuda o funcionamento como um todo, procurando identificar e medir as variáveis ( agregadas ) que determinam o volume da produção total (crescimento econômico ),o nível de emprego e o nível geral de preços (Inflação) do sistema econômico, bem como a inserção do mesmo na economia mundial.

MICROECONOMIA Estudo as relações entre consumidores e empresas; Estuda a racionalidade humana : ESCOLHA Estuda a escassez na economia : recursos produtivos limitados X desejos ilimitados. (mercado/oferta e demanda/custo/produção)

FLUXO REAL E MONETÁRIO UNIDADES FAMILIARES EMPRESAS GOVERNO COMÉRCIO INTERNACIONAL

Oferta e demanda FUNDAMENTAL : Conhecer o consumidor, estar atento a todos os fatores que determinam a demanda de um produto ou serviço e ter rápida capacidade de adequação e resposta

Oferta e demanda Demanda : quantidade a ser demandada a diferentes níveis n de preços; fatores que mudam a demanda : renda, marketing, preço o dos substitutos, preço o dos complementares, preferências. Oferta : quantidade a ser ofertada pelos vendedores a diferentes níveis n de preço; fatores que mudam a oferta : número n de vendedores, preço o dos bens substitutos e complementares, preço o dos insumos Prof. Ms. Sandra Costa

CURVA DE OFERTA

CURVA DE DEMANDA

EQUILÍBRIO DE MERCADO

Elasticidade sinônimo de sensibilidade, resposta; determina o destino das indústrias; se um preço o resultar em uma grande queda da demanda, uma indústria pode ser eliminada; se o preço o cair um pouco, as vendas totais em dinheiro da indústria podem de fato subir, aumentando seus lucros Prof. Ms. Sandra Costa

ELASTICIDADE

Tipos de Elasticidade-Pre Preço da Demanda Demanda Inelástica: a quantidade demandada varia pouco com a variação de de preços Demanda Elástica: a quantidade demandada tem grande variação com a variação de de preços Elasticidade é menor que 1 Elasticidade é maior que 1 Demanda Unitária : a Quantidade demandada é Igual a quantidade ofertada Elasticidade é Igual a 1 Prof. Ms. Sandra Costa

Elasticidade-Pre Preço o da Demanda Elasticidadepreço da demanda = Variação percentual da quantidade demandada Variação percentual do preço Variação percentual da quantidade demandada = 20% Variação percentual do preço = 10% Elasticidade-preço da demanda = 2 Prof. Ms. Sandra Costa

Elasticidade no Ponto Elasticidade-preço da demanda no ponto = (Q 2 Q 1 ) (Q 1 ) (P 2 P 1 ) ( P 1 ) X 100 X 100 Prof. Ms. Sandra Costa

Elasticidade no Ponto MédioM Elasticidade-preço da demanda no ponto médio = (Q 2 Q 1 ) (Q 2 + Q 1 ) 2 (P 2 P 1 ) (P 2 + P 1 ) 2 X 100 X 100 Prof. Ms. Sandra Costa

Elasticidade do Ponto MédioM Se o preço de um sorvete aumenta de $2,00 para $2,20, a demanda cai de 10 para 8 unidades Elasticidade-preço da demanda no ponto médio = ( 8 (10 ( 8 (10 + 2 ( 2,00 (2,20 ( 2,00 (2,20 + 2 X 100 X 100 = 2,33 Prof. Ms. Sandra Costa

Elasticidade no Ponto Se o preço de um sorvete aumenta de $2,00 para $2,20, a demanda cai de 10 para 8 unidades Elasticidade-preço da demanda ( 10-8 ) X 100 10 = = 2 ( 2,20-2,00 ) X 100 2,00 Prof. Ms. Sandra Costa

Elasticidade-pre preço e Curvas de Demanda (a) Demanda Perfeitamente Inelástica: Elasticidade igual a 0 Preço Demanda $6 4 Um aumento de preços 0 100 Não altera a quantidade demandada. Quantidade Prof. Ms. Sandra Costa

Elasticidade-pre preço e Curvas de Preço Demanda (b) Demand Inelástica: Elasticidade é menor que 1 $6 Um aumento de 50% no preço 4 Demanda 0 90 100 Quantidade Leva a uma diminuição de 10% na quantidade demandada Prof. Ms. Sandra Costa

Elasticidade-pre preço e Curvas de Preço Demanda (c) Elasticidade Unitária: Elasticidade igual 1 $6 Um aumento de 50% 4 Demanda 0 40 80 Quantidade Leva a uma diminuição de 50% na quantdade demandada Prof. Ms. Sandra Costa

Elasticidade-pre preço e Curvas de Preço Demanda (d) Demanda Elástica: Elasticidade é maior que 1 $5 4 Um aumento de 25% no preço Demanda 0 30 100 Quantidade leva a uma diminuição de 70% na quantidade demandada Prof. Ms. Sandra Costa

Elasticidade-pre preço e Curvas de Demanda (e) Demanda perfeitamente elástica: Elasticidade é igual a Infi Preço Acima de $5, a quantidade demandada é zero $5 Demanda Ao preço de $5, a quantidade demandada assume qualquer valor Abaixo de $5, a quantidade demandada é infinita Quantidade Prof. Ms. Sandra Costa

ELASTICIDADE Alguns exemplos de produtos inelásticos Arroz Margarina Ovos Carne Feijão Açúcar Café Alguns exemplos de produtos elásticos Máquinas fotográficas ficas Carros Computadores Celulares Navios Televisores MP3/MP4

Fatores que afetam a Elasticidade-Pre Preço da Demanda 1) Disponibilidade de bem substituto (quanto mais substitutos mais elástica a demanda) 2) Essencialidade do bem (mais essencial mais inelástico) 3) Importância relativa bem no orçamento (relação gasto com bem e renda) 4) Horizonte de tempo (passar do tempo os consumidores conseguem substitutos) Prof. Ms. Sandra Costa

Elasticidade e Receita total O que acontece com a Receita Total quando varia o preço o de um bem? Variação percentual da RT (1 E). ( variação % do preço)

Elasticidade e Receita Total Inelástica: o preço e a receita total estão diretamente relacionados Elasticidade é menor que 1 Elástica: o preço e a receita total estão inversamente relacionados Elasticidade é maior que 1 Unitária : a receita total permanece inalterada se o preço aumenta ou diminuí Elasticidade é Igual a 1 Prof. Ms. Sandra Costa

Elasticidade e Receita Total

Demanda Inelástica e Receita Total Preço Um aumento de preço de $1 para $3 Preço leva a um aumento na receita total de $100 para $240 $3 Receita = $240 $1 Receita = $100 Demanda Demanda 0 100 Quantidade 0 80 Quantidade

Demanda Elástica e Receita Total Preço Preço Um aumento de preço de $4 para $5 leva a um decréscimo na receita total de $200 para 100 $5 $4 Demanda Demanda Receita total = $200 Receita Total = $100 0 50 Quantidade 0 20 Quantidade

Exemplo de Elasticidade e Receita Total Considerando a elasticidade 1,2, se ocorrer um aumento de 20% no preço o dos sapatos, o que acontecerá com a Receita Total da loja? Variação RT = (1 1,2). 20 = - 0,2. 20 = - 4 A Receita Total diminuirá em 4%

Elasticidade da Oferta Varia de acordo com a possibilidade dos produtores têm em alterar a quantidade do bem que produzem : 1) Elástica : bens manufaturados 2) Inelástica : orla marítima Elasticidade-Pre Preço o = Variação % Q da Oferta Variação % P

Elasticidade-pre preço e Curvas de Oferta (b) Oferta Inelástica: Elasticidade é menor que 1 Preço $5 Oferta 1. Um aumento de 25% no preço 4 0 90 100 Quantidade Leva a um aumento de 10% na quantidade ofertada

Elasticidade-pre preço e Curvas de Oferta (a) Oferta Perfeitamente Inelástica: Elasticidade igual a 0 Preço Oferta $5 Um aumento de preço 4 0 100 Não altera a quantidade oferecida Quantidade

Elasticidade-pre preço e Curvas de Preço Oferta (c) Elasticidade unitária $5 Oferta Um aumento de 25% no preço 4 0 75 100 Quantidade Leva a um aumento de 25% na quantidade ofertada

Elasticidade-pre preço e Curvas de Preço Oferta (e) Oferta Perfeitamente Elástica: Elasticidade é igual a Infinito A qualquer preço acima de $4, a quantidade ofertada é infinita $4 Oferta A exatamente $4, os produtores vão ofertar qualquer quantidade 0 3. A um preço abaixo de $4, a quantidade ofertada é zero Quantidade

Elasticidade-pre preço e Curvas de Preço Um aumento de 25% no preço $5 4 Oferta (d) Oferta Elástica: Elasticidade é maior que 1 Oferta 0 100 200 Quantidade Leva a um aumento de 100% na quantidade ofertada

Elasticidade da Oferta e Capacidade de produção A eslasticidade é baixa quando a quantidade se aproxima do limite de capacidade A elasticidade é grande quando a quantidade ofertada é baixa

Fatores que afetam a Elasticidade da Oferta 1)O tempo disponível para ajustar o preço (produtos novos tendem a custar mais:maiores são os desejos das pessoas e menor a oferta) 2) Facilidade de armazenar o produto (mais barato e possível o estoque mais elástica a oferta) 3) Quão barato fica elevar sua produção (quanto menor o custo mais elástica sua oferta)

Elasticidade-Oferta Ponto MédioM Se o preço aumentou de $100,00 para $200,00, a oferta subiu de 10 para 12. Elasticidade-oferta no ponto médio = ( 10 (12 - ( 12+10 ) 2 ( 100 (200 - ( 100 (200 + 2 = 0,27 Prof. Ms. Sandra Costa

CUSTOS

CUSTOS Contabilidade : Custos Explícitos Economia : Custos Explícitos + Custos Implícitos Custo CUSTO Econômico ECONÔMICO de se DE produzir SE PRODUZIR um bem UM é BEM medido É MEDIDO por seu POR valor SEU na VALOR melhor NA utilização MELHOR UTILIZAÇÃO ALTERNATIVA DO MESMO. alternativa do mesmo.

LUCROS E CUSTOS Lucros contábeis = receita total custo explícito Lucro econômico = renda total (custo explícito + custo implícito)

LUCRO ECONÔMICO/CONTÁBIL LUCRO ECONÔMICO : São aquele excesso que o proprietário rio recebe, acima e além m do que necessita pagar; Medem o quanto o proprietário rio progrediu; LUCRO CONTÁBIL : algumas firmas manipulam seus livros para falsear seus lucros contábeis, enganar acionistas e elevar o valor das ações; a e também m subestimam seus lucros para o governo para pagar menos impostos

CUSTOS CUSTO DE OPORTUNIDADE : é o valor de outros produtos que poderiam ter sido produzidos com os recursos utilizados na produção daquele CUSTOS EXPLÍCITOS : folhas de pagamento CUSTOS IMPLÍCITOS : recursos próprios prios CUSTOS TOTAIS : Custos fixos totais : depreciação, impostos, etc. Custos fixos variáveis veis : matérias rias-primas, etc

CUSTOS E PRODUÇÃO DE CURTO PRAZO - No CURTO PRAZO : preço é determinado pelo Custo Marginal - Custo Marginal : aumento do custo total de devido ao aumento da produção em mais uma unidade; - Produtividade Marginal : aumento da produção devido a uma unidade adicional de mão de obra;

Mão de Obra 0 RENDIMENTOS DECRESCENTES(CP) Produto total 0 Produto Marginal - Custo Marginal ( W=$ 12) - 1 3 3 4,00 2 7 4 3,00 3 12 5 2,40 4 16 4 3,00 5 19 3 4,00 6 21 2 6,00 7 22 1 12,00

PRODUÇÃO E CUSTOS DE LONGO PRAZO - no LONGO PRAZO o preço é determinado pelo menor CUSTO MÉDIOM - Quando o aumento da demanda persiste e a firma tem que investir; - Longo Prazo : tempo em que a firma leva para ajustar inteiramente seu nível n de produção, pelo menor custo

Rendimentos Rendimentos constantes/crescentes/ constantes/crescentes/ decrescentes de escala decrescentes de escala 7 4 4 4 2 2 FIRMA FIRMA C 6 9 45 45 3 6 30 30 FIRMA FIRMA B 60 60 40 40 20 20 30 30 20 20 10 10 FIRMA FIRMA A PRODU PRODUÇÃO ÃO K MO MO PRODU PRODUÇÃO ÃO K MO MO

ESTRUTURAS DE MERCADOS IMPORTÂNCIA : conhecer seus concorrentes Características de como os mercados estão organizados : 1) Barreiras à entrada 2) Número de firmas 3) Diferenciação do produto

ESTRUTURAS DE MERCADOS 1) Monópolio Único vendedor Fortes barreiras Controle sobre preços Problema : não tem concorrentes Ex. monopólio puro nenhum... Parcial correios (entrega de cartas), petrobrás (perfuração)

ESTRUTURAS DE MERCADOS 2) Concorrência pura ou perfeita : -bem padronizado ou homogêneo (substitutos perfeitos) -Melhor alternativa -Inúmeros vendedores -Transparência -Nenhuma barreira Ex. mais próximo setor agrícola

ESTRUTURA DE MERCADOS 3) Concorrência Monopolística Muitos vendedores Produtos semelhantes Poucas barreiras Grande investimento em propaganda e serviços Ex. fast-food food

ESTRUTURA DE MERCADOS 4) Oligopólios lios Poucos vendedores que controlam o mercado Controle sobre o preço Grandes barreiras Ex. maioria dos mercados do mundo

INTERFERÊNCIA DO GOVERNO NO MERCADO

A INTERVENÇÃO DO GOVERNO INFLUENCIA SIGNIFICATIVAMENTE A FORMAÇÃO DOS PREÇOS: - AO FIXAR IMPOSTOS E SUBSÍDIOS - AO ESTABELECER CRITÉRIOS RIOS DE REAJUSTE DO SALÁRIO MÍNIMOM - AO FIXAR PREÇOS MÍNIMOS M PARA PRODUTOS AGRÍCOLAS - AO DECRETAR TABELAMENTOS - AO CONGELAR PREÇOS E SALÁRIOS

TIPOS DE IMPOSTOS Impostos indiretos incidentes sobre o consumo ou sobre as vendas (ICMS, IPI, etc); Impostos diretos impostos sobre a renda

Conseqüências do Aumento de Impostos Aumento dos custos de produção para a empresa; Isso pressiona uma elevação dos preços dos produtos; Empresas repassam imposto para consumidor; Caso contrário, rio, empresa deverá reduzir volume de produção; Há alteração nos preços e quantidades de equilíbrio de mercado.

Política de preços mínimos na agricultura Governo garante preço o a ser pago após colheita antes mesmo do plantio do produto. Objetivos A) garantia de preços ao produtor agrícola; B) Proteção das flutuações dos preços de mercado; Em suma: garante a renda do setor agrícola diante das flutuações do mercado

Política de Tabelamento Governo interfere no sistema de preços de mercado, fixando um preço o máximo m para a venda da mercadoria. a) Para combater a inflação; b) Para defender o interesse dos consumidores; c) Coibir abusos dos vendedores; d) Controlar preços de bens de primeira necessidade. Com o tabelamento, preços não poderão subir.

Conseqüências do Tabelamento Preços não poderão subir Surge excesso de demanda Aparecem mecanismos para distribuir a quantidade ofertada entre os consumidores Mecanismos possíveis de ajuste: filas, vendas no mercado negro, racionamento incentivado pelo governo

SETOR PÚBLICO: P PÓLÍTICA FISCAL POLÍTICA MONETÁRIA POLÍTICA CAMBIAL POLÍTICA COMERCIAL POLÍTICA DE RENDAS TODAS NO SENTIDO DE MINIMIZAR AS FLUTUAÇÕES ECONÔMICAS

1920 1920 : ELEVADOS NÍVEIS N DE DESEMPREGO O Estado acrescentou às s funções tradicionais de justiça a e segurança a a de ofertante de bens públicos (eletrecidade( eletrecidade,, saneamento, rodovias, ferrovias, etc) Resultado : aumentos gastos públicosp Brasil - até fins de 1970: maior participação do Estado na economia

Funções econômicas do Função ão alocativa Estado fornecimento de bens e serviços não oferecidos adequadamente ; Ou bens que o mercado não consegue fornecer ( saúde, segurança, a, saneamento, metereologia, etc)

Função Distributiva O sistema de preços não leva a uma justa distribuição de rendas-justificando a intervenção do Estado O sistema de preços não consegue se auto-regular ( O Estado deve visar estabilizar tanto a produção quanto o crescimento dos preços) Governo : agente redistribuidor (tributação)

Função Estabilizadora Alterar o comportamento dos preços e emprego pois ambos não acontecem de maneira automática tica Alguns ainda atribuem ao Estado a função de crescimento econômico : investimentos públicos, p incentivos e financiamentos para estimular investimentos do setor privado

Problemas questões Déficit público p Financiamento públicop Países desenvolvidos Próximo governo