REQUERIMENTO (Do Sr. Davi Alcolumbre)



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Transcrição:

REQUERIMENTO (Do Sr. Davi Alcolumbre) Requer envio de Indicação à Casa Civil da Presidência da República, com sugestão de minuta de decreto presidencial a ser editado. Senhor Presidente: Nos termos do art. 113, inciso I e 1º, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, requeiro a V. Exª. seja encaminhada ao Poder Executivo a Indicação em anexo, sugerindo à Casa Civil da Presidência da República, edição de decreto presidencial nos termos da sugestão anexa. Sala das Sessões, em 20 de março de 2007. Davi Alcolumbre DEPUTADO FEDERAL PFL/AP

INDICAÇÃO N.º, DE 2007 (Do Sr. Davi Alcolumbre) Sugere o encaminhamento pelo Poder Executivo edição de decreto presidencial tratando de emissão de documentos de policiais militares e civis dos ex-territórios brasileiros. Excelentíssima Senhora Ministra da Casa Civil da Presidência da República: Por não disporem de identificação funcional, submeto a devida apreciação, a proposta abaixo dispondo sobre a identificação funcional dos policiais civis e militares dos extintos territórios. Em verdade, a presente propositura decorre da necessidade de diferenciar e identificar, funcionalmente, esses servidores dos policiais e militares propriamente ditos estaduais, pois segundo os termos legais, eles constituem um quadro em extinção da administração federal, portanto de fato e de direito servidores federais, embora cedidos aos respectivos entes estatais onde prestam serviços. Vale ressaltar que os documentos funcionais ora propostos seguem os princípios aplicados nos demais documentos de identificação funcional de outros servidores, com algumas modificações próprias em face da natureza jurídica dessa categoria, senão vejamos: a expressão Governo do Ex-Território Federal de, expressão essa que consta também de nossos contracheques. No passado, ou seja, na época da vigência dos territórios, existia a identidade funcional. Alguns ainda a guardam como relíquia. No modelo da época, se verificava logo no seu cabeçalho, apesar de serem expedidas pelas corporações, a expressão Ministério do Interior e logo abaixo Governo do Território Tal, seguida do nome da corporação que pertencia o servidor. E é isto que estamos propondo, claro com os devidos aperfeiçoamentos; e

o brasão federal (Armas da República) no lugar do brasão estadual (Armas do Estado), em face da condição desses servidores, isto é, por pertencerem aos Quadros da União, da Administração Federal. Atualmente, em face da falta desse documento, esses servidores estão a utilizar, de forma incorreta e ilegal, o mesmo documento de identificação funcional próprios dos servidores (policiais e militares) dos Estados do Acre, Amapá, Rondônia e Roraima, daí afirmamos que tal identificação funcional é provisória, mesmo que incorreta e ilegal, até que o Governo Federal, através do Executivo, normatize e normalize essa situação; Nos Estados-Membros, uns adotam leis regulando a identificação funcional de seus servidores, outros, decretos, os quais têm validade somente nos âmbitos dos respectivos Estados-Membros, já que tratam de servidores estaduais. E assim não poderia ser diferente. Destarte, uma lei ou um decreto estadual não pode ditar normas além dos limites territoriais de cada Estado-Membro. Os municípios, da mesma forma. E isso não acontece com leis ou decretos federais, os quais têm abrangência nacional. Daí a sugestão maior de resolução imediata do problema via decreto federal. Vale ressaltar que o próprio Executivo Federal tem editado decretos dispondo sobre identificação funcional de servidores. Eis alguns exemplos: Decreto n.º 4.137, de 20 de fevereiro de 2002, que Institui a carteira de identidade funcional dos membros da Defensoria Pública da União; Decreto n.º 4.429, de 17 de outubro de 2002, que Institui a carteira de identidade funcional dos servidores da Carreira Finanças e Controle; Decreto n.º 4.341, de 22 de agosto de 2002, que institui a carteira de identidade funcional dos membros das carreiras de Advogado da União e Procurador Federal; e Decreto n.º 5.703, de 15 de fevereiro de 2006, que dá fé pública aos cartões de identidade funcional expedidos pelos Ministérios e órgãos da Presidência e Vice-Presidência da República. A título de ilustração dessa iniciativa, verificou-se na Polícia Federal Portaria n.º 891, de 12 de agosto de 1999, que institui e aprova o modelo da Carteira Nacional de Vigilante e respectivo formulário de requerimento, estabelece normas e procedimentos para sua concessão e dá outras providências. Note-se que isso a nível nacional, através de uma portaria, norma inferior ao decreto.

Assim, considerando a simplicidade da resolução da identificação dos servidores policiais civis e militares dos extintos territórios, sugerimos minuta de decreto que se segue abaixo, lembrando que, se estes servidores compõem um quadro composto de policiais civis, policiais militares e bombeiros militares, como sendo um quadro em extinção da Administração Federal, nada mais justo do que a troca das identificações funcionais e seja, de fato, expedida pela Administração Federal (aí no caso por delegação, como fixado no 1º do art. 2º da minuta) como ocorria no passado, e não pela Administração Estadual, como se fossemos ainda agentes públicos dos Estados-Membros. Outra evidência que justifica ainda mais a apreciação desta proposta é o fato de todos os servidores públicos terem seus documentos de identificação funcional, além da Carteira de Identidade, expedida com base na Lei Federal 7.116, de 1983. Sugestão de Minuta de Decreto DECRETO N.º, DE DE DE 2007. Dispõe sobre o documento de identificação funcional dos policiais civis dos ex- Territórios do Acre, Amapá, Rondônia e Roraima e dos militares dos ex-territórios do Amapá, Rondônia e Roraima e do antigo Distrito Federal. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, DECRETA: Art. 1º Ficam instituídas, como documentos de identificação funcional dos policiais civis dos ex-territórios do Acre, Amapá, Rondônia e Roraima e dos militares dos ex-territórios do Amapá, Rondônia e Roraima e do antigo Distrito Federal, as Carteiras de Identidade Funcional, conforme os modelos constantes dos anexos a este Decreto.

Art. 2º Os documentos de identificação funcional de que trata o artigo anterior são documentos individuais intransferíveis, de fé pública em todo o território nacional, contendo os dados relativos à identificação e à situação funcional dos policiais civis e militares. 1º Compete aos setores competentes das corporações a que estão vinculados os policiais civis e militares, nos respectivos entes estatais, a expedição da Carteira de Identidade Funcional, fornecidos independentemente de requisição dos interessados. 2º O responsável pela emissão da Carteira de Identidade Funcional que nele fizer inserir dados inexatos incorrerá em sanções administrativas e penais previstas em lei. Art. 3º As Carteiras de Identidade Funcional serão confeccionadas em papel filigranado ou fibra de garantia em formulário contínuo, impressão em off set, em formato retangular, com fundo artístico e de segurança no anverso e verso, nas dimensões 90x60 mm, em duas faces, obedecendo às demais características dos modelos, e conterão os seguintes dados: I no anverso: o brasão da República, as expressões República Federativa do Brasil e Governo do Ex-Território Federal de e o nome da corporação, de forma centralizada; a fotografia à esquerda; o nome, o cargo, posto ou graduação e o número do registro na corporação e a assinatura do identificado, também centralizado; e nas bordas superior e inferior o nome Carteira de Identidade Funcional e a referência a este decreto, respectivamente; II no verso: as informações complementares, tais como filiação, naturalidade, data de nascimento, CPF, RG, PIS/PASEP, data de inclusão, sangue, sexo, local e data de expedição; a observação de que o documento tem fé pública para fins de identidade e se o portador, conforme o caso tenha porte de arma nos termos da lei; assinatura do chefe do serviço de identificação do órgão responsável pela sua expedição e nas bordas superior e inferior as expressões válida em todo o território nacional e Setor de Identificação do (a), respectivamente. 1º A grafia das letras dos vocábulos, no anverso e no verso, obedecem às formas constantes dos respectivos modelos. 2º Os chefes das corporações a que se vinculam os policiais e os militares baixarão as normas referentes à expedição, devolução e controle dos documentos citados neste decreto.

Art. 4º Os documentos de identificação funcional de que trata este decreto farão prova de todos os dados neles contidos, dispensado a apresentação dos documentos que lhe deram origem ou que tenham sido mencionados. Art. 5º Aos militares abrangidos pelo disposto do parágrafo único do art. 63 da Lei n.º 10.486, de 04 de julho de 2002, serão fornecidos Cédulas de Identidade Funcional de acordo com o benefício previsto no referido dispositivo legal. Art. 6º A exclusão ou qualquer forma de cessação do exercício do policial civil ou do militar torna nulo, de pleno direto, a Carteira de Identidade Funcional expedida, obrigando-se o identificado a restituí-lo, sob as penas da lei. Parágrafo único. As atuais carteiras de identidade em uso pelos policiais civis e militares serão devolvidas e inutilizadas pelos setores responsáveis no momento da expedição do documento de identificação a que se refere este decreto. Art. 7º Quando ocorrer extravio ou roubo, o policial civil ou o militar fica obrigado a comunicar imediatamente a ocorrência ao órgão em que está vinculado. Art. 8º Em caso de aposentadoria do policial civil ou de inatividade do militar, a carteira será substituída por outra em que se indique esta circunstância, mediante a utilização do termo "aposentado" ou inativo, após o número do cadastro do identificado. Art. 9º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, de de 2007.

ANEXOS EXEMPLOS DE LAY-OUT DAS CARTEIRAS FUNCIONAIS

Sala das Sessões, em 20 de março de 2007. Davi Alcolumbre DEPUTADO FEDERAL PFL/AP