GOIÂNIA. Eng. Roberto Barella Filho



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Transcrição:

PROGRAMA OBRAS MONITORADAS ALVENARIA ESTRUTURAL GOIÂNIA Eng. Roberto Barella Filho

GOIÂNIA METODOLOGIA DE COLETA DE INDICADORES Eng. Roberto Barella Filho

OBJETIVOS PROGRAMA OBRAS MONITORADAS ALVENARIA ESTRUTURAL Cultura Banco de Dados Benchmarking

OBJETIVOS PROGRAMA OBRAS MONITORADAS ALVENARIA ESTRUTURAL MELHORIA DE DESEMPENHO

AMBIENTE OBRAS EM ALVENARIA ESTRUTURAL 7 OBRAS

INDICADORES QUALITATIVOS Prumo das paredes Nível das Fiadas Juntas Verticais Juntas Horizontais QUANTITATIVOS Produtividade Perdas de materiais Rastreabilidade

INDICADORES QUALITATIVOS ORTOMETRIA DAS PAREDES INDICADOR DE PRUMO DAS PAREDES INDICADOR DE NÍVEL DAS FIADAS

INDICADOR DE ORTOMETRIA DAS PAREDES PONTOS DE COLETA INDICADOR DE PRUMO DAS PAREDES APTO FINAL 1 APTO FINAL 3 Parede 5 Ponto 5 1 Ponto 5 3 Parede 5

INDICADOR DE ORTOMETRIA DAS PAREDES MEDIÇÃO INDICADOR DE PRUMO DAS PAREDES A medição do prumo deve ser feita nos pontos escolhidos previamente, marcando na planilha n 1 as medidas entre a primeira fiada e os pontos de desaprumo positivo e negativo, em milímetros, na mesma prumada. desaprumo positivo = se o ponto de medição se "afastou" (para fora) da nossa referência desaprumo negativo = caso o ponto tenha "embarrigado" (para dentro) do cômodo

INDICADOR DE ORTOMETRIA DAS PAREDES INDICADOR DE NIVELAMENTO DAS PAREDES PONTOS DE COLETA APTO FINAL 1 APTO FINAL 3 Parede 5 Ponto 5 1 Ponto 5 3 Parede 5

INDICADOR DE ORTOMETRIA DAS PAREDES INDICADOR DE NIVELAMENTO DAS PAREDES MEDIÇÃO A medição do nível deve ser feita nos pontos escolhidos previamente, marcando na planilha n 2 as medidas entre a primeira fiada e o nível de referência, em milímetros. O nível de referência é obtido através do nível a laser ou nível alemão. A medida a ser lançada na planilha nº 2, é o valor (em milímetros) entre a nossa referência e a base do bloco da primeira fiada. Lançamos na planilha os valores maiores e menores encontrados ao longo da parede. A diferença entre esses valores coletados será o desnível da nossa parede.

INDICADORES QUALITATIVOS ORTOMETRIA DAS PAREDES VARIÁVEIS DE CONTROLE GEOMÉTRICO NA PRODUÇÃO DE ALVENARIA NBR 15691-2:2011 Alvenaria estrutural Blocos de concreto Parte 2: Execução e controle de obras FATOR NÍVEL DAS FIADAS PRUMO DAS PAREDES ALINHAMENTO HORIZONTAL TOLERÂNCIA 2 mm/m 10 mm no máximo por piso 2 mm/m 10 mm no máximo por piso ± 25 mm na altura total do edifício 2 mm/m 10 mm no máximo

INDICADORES QUALITATIVOS ORTOMETRIA DAS PAREDES PRUMO DAS PAREDES ÍNDICE MÉDIO (mm) DESVIO PADRÃO Nº DE AMOSTRAS 1 3,6 0,87 4 2 1,3 0,25 6 3 6,0 1,73 3 4 7,4 0,42 2 5 1,4 0,55 6 6 2,1 0,91 5 NÍVEL DAS FIADAS ÍNDICE MÉDIO (mm) DESVIO PADRÃO Nº DE AMOSTRAS 1 1,4 0,56 4 2 0,9 0,08 4 3 11,2 2,92 5 4 4,9 2,52 7 5 0,3 0,69 6

INDICADOR DE ORTOMETRIA DAS PAREDES CONTROLE DE ESPESSURA DE JUNTAS PONTOS DE COLETA Os pontos escolhidos para o monitoramento da espessura de juntas horizontais e verticais das paredes devem ser tantos quantos desejarmos. A nomeação das paredes deve ser a mesma utilizada no monitoramento do prumo e nível das paredes. A coleta de dados deverá ser feita quando as paredes estiverem totalmente finalizadas e liberadas para a execução do acabamento. O levantamento deve ser feito a cada pavimento.

INDICADORES QUALITATIVOS ORTOMETRIA DAS PAREDES (NBR 15691-2:2011) 9.3.2 Espessura das juntas horizontais e verticais Variação máxima da espessura de juntas de argamassa deve ser de ± 3 mm, em relação a especificada no projeto Espessura da junta vertical = 10 mm (± 3 mm) Espessura da junta de assentamento = 10 mm (± 3 mm) Pavimento Espessura da primeira Junta de assentamento: Mínimo = 5 mm Máximo = 20 mm

INDICADORES QUALITATIVOS ORTOMETRIA DAS PAREDES VARIÁVEIS DE CONTROLE GEOMÉTRICO NA PRODUÇÃO DE ALVENARIA NBR 15691-2:2011 Alvenaria estrutural Blocos de concreto Parte 2: Execução e controle de obras FATOR ESPESSURA JUNTA HORIZONTAL NÍVEL ESPESSURA JUNTA VERTICAL ALINHAMENTO VERTICAL TOLERÂNCIA ± 3 mm 2 mm/m 10 mm no máximo ± 3 mm 2 mm/m 10 mm no máximo

INDICADOR DE ORTOMETRIA DAS PAREDES CONTROLE DE ESPESSURA DE JUNTAS JUNTA HORIZONTAL ÍNDICE MÉDIO (mm) DIFERENÇA TOLERÂNCIA DESVIO PADRÃO Nº DE AMOSTRAS 1 10,3 0,3 1,02 4 2 9,6 0,4 0,63 5 3 12,1 2,1 1,09 5 4 12,7 2,7 ± 3 mm 0,84 7 5 11,6 1,6 0,32 6 6 11,9 1,9 0,31 5 7 11,8 1,8 0,21 2 Espessura de projeto da junta horizontal = 10 mm

INDICADOR DE ORTOMETRIA DAS PAREDES CONTROLE DE ESPESSURA DE JUNTAS JUNTA VERTICAL ÍNDICE MÉDIO (mm) DIFERENÇA (mm) TOLERÂNCIA DESVIO PADRÃO Nº DE AMOSTRAS 1 9,2 0,8 1,77 4 2 9,2 0,8 0,13 5 3 10,7 0,7 1,03 5 4 8,8 1,2 ± 3 mm 1,05 7 5 11,4 1,4 0,21 6 6 9,3 0,7 1,44 5 7 6,6 3,4 0,21 2 Espessura de projeto da junta vertical = 10 mm

INDICADORES QUANTITATIVOS OBJETIVOS CONTROLE DE PROCEDÊNCIA E RASTREABILIDADE Metodologia de coleta de dados para a verificação e controle do recebimento, ensaios e rastreabilidade dos materiais: blocos de concreto, argamassa e graute. Toda a entrega de material no canteiro deve ser controlada.

CONTROLE DE MATERIAIS

CONTROLE DE MATERIAIS CONTROLE DE PROCEDÊNCIA E RASTREABILIDADE

CONTROLE DE MATERIAIS ARGAMASSA GRAUTE Ensaio de resistência à compressão Rastreabilidade do material BLOCOS DE CONCRETO Ensaio de Qualidade Ensaio de retração Ensaio de absorção Ensaio de resistência à compressão Rastreabilidade do material

NBR 15691-2:2011 Alvenaria Estrutural Blocos de Concreto Parte 2: Execução e controle de obras ACEITAÇÃO DA ALVENARIA (Seção 10)

ACEITAÇÃO DA ALVENARIA NBR 15691-2:2011 Alvenaria Estrutural Blocos de Concreto Parte 2: Execução e controle de obras (Seção 10) Resistência característica estimada de prisma seja maior ou igual à resistência especificada em projeto;

ACEITAÇÃO DA ALVENARIA NBR 15691-2:2011 Alvenaria Estrutural Blocos de Concreto Parte 2: Execução e controle de obras (Seção 10) Todos os requisitos da Seção 9 devem ser verificados: Requisitos antes do início da elevação: locação, esquadros, nivelamento da base de assentamento da alvenaria, posicionamento de reforços e das tubulações, limpeza do pavimento, limpeza dos componentes (blocos e pré fabricados)

ACEITAÇÃO DA ALVENARIA NBR 15691-2:2011 Alvenaria Estrutural Blocos de Concreto Parte 2: Execução e controle de obras (Seção 10) Todos os requisitos da Seção 9 devem ser verificados: Requisitos durante a execução: blocos assentados não sejam movidos utilização de blocos inteiros e seus complementos paredes estruturais não possuam amarração direta com paredes não estruturais

ACEITAÇÃO DA ALVENARIA NBR 15691-2:2011 Alvenaria Estrutural Blocos de Concreto Parte 2: Execução e controle de obras (Seção 10) Todos os requisitos da Seção 9 devem ser verificados: Locação das paredes de alvenaria: eixos referenciais, nível da superfície dos pavimento, espessura de juntas horizontais da primeira fiada

ACEITAÇÃO DA ALVENARIA NBR 15691-2:2011 Alvenaria Estrutural Blocos de Concreto Parte 2: Execução e controle de obras (Seção 10) Todos os requisitos da Seção 9 devem ser verificados: Elevação e respaldo das paredes de alvenaria: assentamento dos blocos, espessura das juntas horizontais e verticais, tipos de juntas de argamassa, prumo, nível e alinhamento da alvenaria, vigas, contravergas e cintas, armaduras, grauteamento

INDICADOR DE PERDA DE BLOCOS OBJETIVOS Metodologia de coleta de dados para avaliação das perdas de blocos. PERCENTUAL DE BLOCOS QUEBRADOS NO RECEBIMENTO PERDAS NO TRANSPORTE INTERNO E ASSENTAMENTO

INDICADOR DE PERDA DE BLOCOS 1,6% PERDAS DE BLOCOS NO RECEBIMENTO 1,4% 1,2% 1,0% Perda (%) 0,8% 0,6% 0,4% 0,2% 0,0% 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28

INDICADOR DE PERDA DE BLOCOS PERCENTUAL DE BLOCOS QUEBRADOS NO RECEBIMENTO OBRA PERDAS ACUMULADAS 1 0,4% 2 0,9% 3 4,5% 4 1,1% 5 0,3%

INDICADOR DE PERDA DE BLOCOS 6,0% PERDAS NO TRANSPORTE INTERNO E ASSENTAMENTO 5,0% 4,0% Perda(%) 3,0% 2,0% 1,0% 0,0% 1 2 3 4 5 6 7 Medição Perda (%) Perda Acumulada (%)

INDICADOR DE PERDA DE BLOCOS PERDAS NO TRANSPORTE INTERNO E ASSENTAMENTO OBRA PERDAS ACUMULADAS 1 1,1% P 2 12,3% 3 6,0% 4 6,7% 5 2,3% P Perda média Mercado = 3 % a 5%

INDICADOR DE PERDA DE ARGAMASSA INDUSTRIALIZADA OBJETIVOS Metodologia para avaliar a perda de argamassa industrializada durante o período de estudo. O cálculo da perda de argamassa terá periodicidade de um pavimento completo.

INDICADOR DE PERDA DE ARGAMASSA INDUSTRIALIZADA O consumo teórico (CUMt) é obtido através da indicação do fornecedor do material A quantidade de argamassa em Kg A quantidade de serviço em m 2

INDICADOR DE PERDA DE ARGAMASSA INDUSTRIALIZADA OBRA PERDA ACUMULADA Quantidade de amostras 1 21,7% 4 2 104,1% 4 Referência Fabricante 15 Kg/m 2 Critérios: preenchimento ou não de juntas verticais; preenchimento só de cordões nas laterais dos blocos; preenchimento ou não dos septos dos blocos e etc.

INDICADORES QUANTITATIVOS INDICADOR DE PRODUTIVIDADE OBJETIVOS Mensurar a quantidade de horas despedidas em cada serviço da alvenaria, dividindo por equipe de produção direta, de apoio e total RUP = Razão Unitária de Produção (Hh/m 2 ) equipe de produção direta: incluem-se os funcionários diretamente envolvidos na produção da alvenaria; equipe de apoio à produção: compõe-se dos operários envolvidos em tarefas auxiliares à produção como preparo de argamassa, transporte de blocos e etc. Observe-se que, caso o transporte seja realizado por operários que também atuam servindo os pedreiros que executam a alvenaria, tais operários DEVEM ESTAR INCLUÍDOS na equipe de produção direta.

INDICADOR DE PRODUTIVIDADE INDICADORES (Hh/m 2 ) RUP de direta = Razão unitária de produção diária da equipe direta RUP de apoio = Razão unitária de produção diária da equipe de apoio RUP de total = Razão unitária de produção diária da equipe total = direta + apoio RUP ce direta = Razão unitária de produção cumulativa da equipe direta RUP ce apoio = Razão unitária de produção cumulativa da equipe de apoio RUP ce total = Razão unitária de produção cumulativa da equipe total = direta + apoio

INDICADOR DE PRODUTIVIDADE INDICADORES (Hh/m 2 ) RUP de oficial = Razão unitária de produção diária da equipe direta (oficiais) RUP ce oficial = Razão unitária de produção cumulativa da equipe direta (oficiais)

INDICADOR DE PRODUTIVIDADE OBJETIVOS Anormalidades Coletar informações diárias de acontecimentos fora do normal (a exemplo de greves, falta de material, troca de funcionários) que possam justificar um aumento ou diminuição da Produtividade diária.

INDICADOR DE PRODUTIVIDADE 3,5 3,0 RUP diária da equipe total RUP DIÁRIA (Hh x m 2 ) 2,5 2,0 RUP diária da equipe direta RUP diária da equipe apoio (Hh/m2) 1,5 1,0 0,5-1 4 7 10 13 16 19 22 25 28 31 34 37 40 43 46 49 52 55 58 61 64 67 70 73 76 79 82 MEDIÇÃO RUPde direta RUPde apoio RUPde total

INDICADOR DE PRODUTIVIDADE 1,0 RUP CUMULATIVA (Hh x m 2 ) RUP cumulativa equipe direta RUP cumulativa equipe total 0,5 0,9 Hh/m 2 0,5 Hh/m 2 05/ago 10/ago (Hh/m2) RUP cumulativa equipe apoio - 05/abr 08/abr 13/abr 18/abr 25/abr 28/abr 03/mai 06/mai 11/mai 16/mai 19/mai 24/mai 27/mai 01/jun 06/jun 09/jun 21/jun 27/jun 30/jun 05/jul 08/jul 13/jul 18/jul 25/jul 28/jul 02/ago RUPce direta RUPce apoio RUPce total Potência (RUPce total) Potência (RUPce direta) Potência (RUPce apoio) Data

INDICADOR DE PRODUTIVIDADE 2,5 2,0 RUP diária da equipe direta RUP DIÁRIA (Hh/m 2 ) RUP diária da equipe total 1,5 RUP diária da equipe apoio 1,0 0,5 - (Hh/m2) 2º Pav. BL 4 1º Pav. BL 1 1º Pav. BL 1 1º Pav. BL 1 1º Pav. BL 1 1º Pav. BL 1 1º Pav. BL 1 2º Pav. BL 1 2º Pav. BL 1 2º Pav. BL 1 2º Pav. BL 1 2º Pav. BL 1 2º Pav. BL 1 3º Pav. BL 1 3º Pav. BL 1 3º Pav. BL 1 4º Pav. BL 1 4º Pav. BL 1 4º Pav. BL 1 4º Pav. BL 1 5º Pav. BL 1 5º Pav. BL 1 5º Pav. BL 1 5º Pav. BL 1 2º Pav. BL 4 2º Pav. BL 4 2º Pav. BL 4 2º Pav. BL 4 2º Pav. BL 4 2º Pav. BL 4 1º Pav. BL 1 1º Pav. BL 1 1º Pav. BL 1 Data RUPde direta RUPde apoio RUPde total

INDICADOR DE PRODUTIVIDADE 2,0 RUP CUMULATIVA (Hh/m 2 ) 1,5 RUP cumulativa equipe direta RUP cumulativa equipe total 1,0 0,6 Hh/m 2 0,5 RUP cumulativa equipe apoio 0,4 Hh/m 2-1º Pav. BL 1 1º Pav. BL 1 1º Pav. BL 1 1º Pav. BL 1 1º Pav. BL 1 1º Pav. BL 1 2º Pav. BL 1 2º Pav. BL 1 2º Pav. BL 1 2º Pav. BL 1 2º Pav. BL 1 2º Pav. BL 1 3º Pav. BL 1 3º Pav. BL 1 3º Pav. BL 1 4º Pav. BL 1 4º Pav. BL 1 4º Pav. BL 1 4º Pav. BL 1 5º Pav. BL 1 5º Pav. BL 1 5º Pav. BL 1 5º Pav. BL 1 2º Pav. BL 4 2º Pav. BL 4 2º Pav. BL 4 2º Pav. BL 4 2º Pav. BL 4 2º Pav. BL 4 2º Pav. BL 4 1º Pav. BL 1 1º Pav. BL 1 1º Pav. BL 1 RUPce direta RUPce apoio RUPce total Potência (RUPce direta) Potência (RUPce total) Data (Hh/m2)

INDICADOR DE PRODUTIVIDADE

INDICADOR DE PRODUTIVIDADE Resultados RUP ce direta = RUP cumulativa da equipe direta RUP ce total = RUP cumulativa da equipe total OBRA RUP ce direta RUP ce total (Hh / m 2 ) (Hh / m 2 ) 1 0,6 0,7 2 1,2 1,2 3 0,9 1,4 4 0,5 0,9 5 0,9 0,9 6 1,0 1,2

INDICADOR DE PRODUTIVIDADE Resultados RUP ce oficiais = RUP cumulativa da equipe de oficiais MAIOR menor OBRA RUP ce oficiais Produtividade Produtividade (Hh / m 2 ) Diária - Oficiais Diária - Oficiais (Hh / m 2 ) (Hh / m 2 ) 1 0,5 0,3 1,4 2 0,5 0,2 2,5 3 0,5 0,3 0,7 4 0,3 0,1 1,0 5 0,5 0,3 1,9 6 0,6 0,4 2,0 RUP ce oficiais = 0,3 Hh/m 2 equivale a 29,3 m 2 / homem dia RUP de oficiais = 0,1 Hh/m 2 equivale a 88,0 m 2 / homem dia

INDICADOR DE PRODUTIVIDADE Resultados comparativos Índices CC CAMPINAS CC GOIÂNIA Hh/m 2 Hh/m 2 RUP cumulativa da equipe total (pedreiros e serventes) 0,67 1,05 RUP cumulativa da equipe direta (oficiais) 0,33 0,48 45,5%

BALANÇO FINAL DIFICULDADES BAIXA DISPONIBILIDADE DE MÃO DE OBRA NO MERCADO LOCAL BAIXA QUALIFICAÇÃO DA MÃO DE OBRA PRÓPRIA E TERCEIRIZADA PROBLEMAS DE COMPATIBILIZAÇÃO DE PROJETOS (Graute e Elétrica)

BALANÇO FINAL AVALIAÇÃO DO PROGRAMA a participação foi de extrema importância; pontos positivos: Benchmarking com as outras obras, troca de informações e soluções para problemas comuns. melhoria no controle da obra; monitoramento dos serviços levando a diminuição do desperdício de materiais e controle do tempo de execução de cada serviço. avaliação positiva; possibilitou criar o hábito de coletar dados e fazer análises através dos indicadores; o benchmarking com as outras obras, com trocas de informações e soluções. a avaliação foi positiva, pois os dados obtidos foram muito representativos no sentido de nortear a qualidade da produção na obra. a participação da construtora foi muito importante, ajudando a resolver problemas e a achar soluções rápidas. Ressalta-se o amadurecimento da equipe na busca da melhoria dos indicadores.

OBJETIVOS PROGRAMA OBRAS MONITORADAS ALVENARIA ESTRUTURAL Cultura Banco de Dados Benchmarking

OBJETIVOS PROGRAMA OBRAS MONITORADAS ALVENARIA ESTRUTURAL MELHORIA DE DESEMPENHO

Eng. Roberto Barella Filho (11) 3662-3190 gmo.barella@uol.com.br