CONTEÚDO MÍNIMO OBRIGATÓRIO DOS PROJETOS DE EXECUÇÃO DAS MEDIDAS COMPENSATÓRIAS DETERMINADAS NOS TERMOS DO ARTIGO 8º DO DECRETO LEI N.º 169/2001, DE 25 DE MAIO, ALTERADO PELO DECRETO LEI N.º 155/2004, DE 30 DE JUNHO 1 Elementos gerais 1.1 Identificação do Proponente (o responsável pelo empreendimento); 1.2 Identificação e localização da áreaa de intervenção (n.º cadastral ou prédios, Concelhoo e Freguesia). nome do ou dos 2 Objetivos gerais do projeto 2.1 Execução das medidas compensatóc órias pela conversão de x hectares dee povoamento de (sobreiro, azinheira ou misto das 2 espécies) para implementaçãoo de (nome do empreendimento) a concretizar por criação de y hectares de nova n área dee povoamento de (sobreiro, azinheira ou misto das 2 espécies) e/ou beneficiação de d z hectares de povoamento de (sobreiro, azinheira ou misto das 2 espécies) já existente. 3 Caracterização geral da área a intervirr 3.1 Caracterização fisiográfica e climatológica; 3.2 Uso e ocupação atual do solo; 3.3 Restrições de utilidade pública/servi dões administrativas Regime Florestal, RAN, REN, Domínio Hídrico, Rede Natura 2000 (ZPE e/ou SIC), Área Protegida, outras áreas classificadas do SNAC (nome), Azevinho Espontâneo, E Proteção a linhas de transporte de energia elétrica, antenas, etc., Proteção a oleodutos, gasodutos, etc., Proteção a marcos geodésicos, Proteçãoo a sítios arqueológicos/ monumentos classificados, Obras de beneficiação hidroagrícola, outras. Paraa cada uma das indicar as medidas previstas para as respeitar ou as tomadas para o seu levantamento. 3.4 Infraestruturas de DFCI, classes dee perigosidade e rede viária v florestal (demonstrar o cumprimento do disposto no Sistema dee Defesa da Floresta Contra Incêndios e a preservação da rede viária florestal); 3.5 Enquadramento no sistema de planeamento PROF/Sub região homogénea e, se aplicável, ZIF (nome), PGF P (código o e indicação se contempla as ações do projeto), PEOT (indicar qual suas orientações florestais) 1
4 Arborização/ Rearborização (caso se proceda a substituição da espécie florestal existente) 4.1 Descrição técnica das ações propostas por parcela, (ano 0) 4.1.1 Limpeza do terreno 4.1.2 Marcação e Piquetagem 4.1.3 Preparação do solo/adubação 4.1.4 Plantação/ /Sementeira 4.1.5 Plano previsional de gestão (Modelos indicativos em anexo) 5 Beneficiação 5.1 Descrição técnica das ações propostas por parcela, (ano 0) Nota Muito Importante: As ações de controlo da vegetação espontânea devem sempre prever a sinalização da regeneração natural existente a preservar e o uso de alfaias que q garantam que não serão causados danos no sistema radicular r dass árvores. A preparação do solo para adensamentos e arborização de clareiras, deve ser efetuadaa com metodologia que garanta que não serão causados danos no sistema radicular das árvores. 5.2 Plano previsional de gestão (Modelos indicativos em anexo) 6 Assinatura e identificação do autor ouu autores do projeto Nome, contato telefónico ou endereçoo de correio eletrónico, BI ou Cartão de Cidadão e declaração de que todos oss elementos, documentos e demais informação constantes no projeto, são verdadeiros. 7 Peças gráficas Anexo 1 Mapa da localizaçãoo da área dee intervenção à escala adequada Anexo 2 Mapa da localizaçãoo das parcelas Anexo 3 Mapa das áreas dass restrições / servidões de utilidade pública p Anexo 4 Mapa das infraestruturas DFCI e da rede viária florestal Anexo 5 Documentos comprovativos do levantamento das restrições de utilidade pública/servidõess administrativas Enviar também em formatoo digital vetorial (shapefile, etc.). 2
MODELOS INDICATIVOS DE PLANO ORIENTADO R DE GESTÃOO O PLANO ORIENTADOR DE GESTÃO (POG) é um plano previsional de gestão do povoamento, devendo as ações ser efetuadas de acordo com o desenvolvimento do mesmo. 3
ARBORIZAÇÃO/ REARBORIZAÇÃO/SOBREIRO Objetivo: Produção de cortiça (Fator de compensaçãoo 1,25) Preparação do terreno e Plantação/Sementeira De acordo a com o descrito no Projecto Ano 1 Sacha e amontoa. Retancha. Limpeza da vegetação herbáceaa junto às jovens plantas e substituição de árvores mortas Ano 2 em diante Controlo daa vegetação Se necessário, para diminuição da concorrência e controlo de combustíveis Entre o 7º e o 10º ano Entre o 10º e o 16º ano fustes Reduçãoo da densidade por forma a garantir um adequado espaçamento entre copas, priorizando a retiradaa das árvores defeituosas, doentes ou debilitadas. Entre o 16º e o 19º ano Reduçãoo da densidade por forma a garantir um adequado espaçamento entre copas, priorizando a retiradaa das árvores defeituosas, doentes ou debilitadas, sem por em causa a sua boa distribuição no terreno Entre o 16º e o 19º ano (depois do 2º desbaste) fustes Na 1ª poda de formação, será dada prioridade à eliminação de forquilhas (caso existam), ramos muito verticais ou com forte tendência para engrossar, seguida da eliminação dos ramoss mais próximos do solo até 1/3 dos ramos vivos. No caso de exemplares amoitados ou em tufos, dar prioridade à seleção da vara ou ramo que irá constituir o fuste seguida da eliminação de forquilhas (caso existam), ramos muito verticais ou com forte tendênciaa para engrossar e dos ramos mais próximos do solo até a 1/3 dos ramos vivos. Na 2ª poda de formação, após os fustes terem ultrapassado os 3 metros m de altura, serão corrigidas quaisquer anomalias e acabar se á de limpar o fuste até à altura de, no mínimo, 3 metros. 4
ARBORIZAÇÃO/ REARBORIZAÇÃO/AZINHEIRA Objetivo: Produção múltipla (fator( de compensação 1,25) Preparação do terreno e Plantação/Sementeira De acordo a com o descrito no Projecto Ano 1 Sacha e amontoa. Retancha. Limpeza da vegetação herbáceaa junto às jovens plantas p e substituição de exemplares mortos Ano 2 em diante Controlo daa vegetação Se necessário, para diminuição da concorrência e controlo de combustíveis Entre o 7º e o 10º ano fustes Entre o 10º e o 16º ano Reduçãoo da densidade por forma a garantir um adequado espaçamento entre copas, priorizando a retiradaa das árvores defeituosas, doentes ou debilitadas. Entre o 16º e o 19º ano Reduçãoo da densidade por formaa a garantir um adequado espaçamento entre copas, priorizando a retirada dass árvores defeituosas, doentes ou debilitadas, sem por em causa a sua boa distribuição no terreno Entre o 16º e o 19º ano Se necessário, para correção de quaisquer (depois do 2º desbaste) fustes anomalias Dar prioridade à eliminação de forquilhas (caso existam), ramos muito verticais ou com forte tendência para engrossar, seguida da eliminação dos ramos mais próximos do soloo até 1/3 dos ramos vivos. No caso de exemplares amoitados ou em tufos, dar prioridade à seleção s da vara ou ramo que irá constituir o fuste seguida da eliminação de forquilhas (caso existam), ramos muito verticais ou com forte tendência para engrossar e dos ramos mais próximos do solo até 1/3 dos ramos vivoss 5
BENEFICIAÇÃO/SOBREIRO Sem adensamentos ou arborização de clareiras (fator de compensação 5) Controle daa vegetação Se necessário, para diminuição da concorrência e controlo de combustíveis, de acordo com c o descritoo no projeto árvores defeituosas, secas, doentes ou Adubação fustes nos jovens árvores defeituosas, secas, doentes ou (depois do 2º desbaste) fustes nos jovens Na 1ª poda de formação, será dada prioridade à eliminação de forquilhas (caso existam), ramos muito verticais ou com forte tendência para engrossar, seguida da eliminação dos ramoss mais próximos do solo até 1/3 dos ramos vivos. No caso de exemplares amoitados ou em tufos, dar prioridade à seleção s da vara ou ramo que irá constituir o fuste seguida da eliminação de forquilhas (caso existam), ramos muito verticais ou com forte tendência para engrossar e dos ramos mais próximos do solo até 1/3 dos ramos vivoss Na 2ª poda de formação, após os fustes terem ultrapassado os 3 metros m de altura, serão corrigidas quaisquer anomalias e acabar se á de limpar o fuste até à altura de, no mínimo, 3 metros. 6
BENEFICIAÇÃO/SOBREIRO Com adensamentos ou arborização de clareiras (fator de compensação 3) Controle daa vegetação Se necessário, para diminuição da concorrência e controlo de combustíveis, de acordo com c o descritoo no projeto árvores defeituosas, secas, doentes ou Adubação Arborização/adensamento fustes nos jovens já Ano 1 Sacha e amontoa Retancha. Limpeza da vegetação herbáceaa junto às jovens plantas p e substituição de exemplares mortos fustes nos novos sobreiros fustes nos jovens já Entre o 10º e o 14º ano árvores defeituosas, secas, doentes ou Entre o 10º e o 14º ano (depois do 2º desbaste) fustes nos novos sobreiros 7
Na 1ª poda de formação, será dada prioridade à eliminação de forquilhas (caso existam), ramos muito verticais ou com forte tendência para engrossar, seguida da eliminação dos ramoss mais próximos do solo até 1/3 dos ramos vivos. No caso de exemplares amoitados ou em tufos, dar prioridade à seleção s da vara ou ramo que irá constituir o fuste seguida da eliminação de forquilhas (caso existam), ramos muito verticais ou com forte tendência para engrossar e dos ramos mais próximos do solo até 1/3 dos ramos vivoss Na 2ª poda de formação, após os fustes terem ultrapassado os 3 metros m de altura, serão corrigidas quaisquer anomalias e acabar se á de limpar o fuste até à altura de, no mínimo, 3 metros. 8
BENEFICIAÇÃO/AZINHEIRA Sem adensamentos ou arborização de clareiras (fator compensação 5) Controle daa vegetação Se necessário, para diminuição da concorrência e controlo de combustíveis, de acordo com c o descritoo no projeto árvores defeituosas, secas, doentes ou Adubação fustes nas jovens árvores defeituosas, secas, doentes ou Se necessário, para correção de quaisquer (depois do 2º desbaste) fustes nas jovens anomalias Dar prioridade à eliminação de forquilhas (caso existam), ramos muito verticais ou com forte tendência para engrossar, seguida da eliminação dos ramos mais próximos do soloo até 1/3 dos ramos vivos. No caso de exemplares amoitados ou em tufos, dar prioridade à seleção s da vara ou ramo que irá constituir o fuste seguida da eliminação de forquilhas (caso existam), ramos muito verticais ou com forte tendência para engrossar e dos ramos mais próximos do solo até 1/3 dos ramos vivoss 9
BENEFICIAÇÃO/AZINHEIRA Com adensamentos ou arborização de clareiras (fator compensação 3) Controle daa vegetação Adubação Se necessário, para diminuição da concorrência e controlo de combustíveis, de acordo com c o descritoo no projeto árvores defeituosas, secas, doentes ou Ano 1 Arborização/adensamento 1ª Poda dee formação de fustes nas jovens já Sacha e amontoa Retancha. 1ª Poda de formação de fustess nas novas azinheiras Limpeza jovens plantas p e substituição de exemplares mortos da vegetação herbáceaa junto às 2ª Poda de formação de fustes nas jovens já Entre o 10º e o 14º ano árvores defeituosas, secas, doentes ou Entre o 10º e o 14º ano (depois do 2º desbaste) 2ª Poda de formação de fustess nas novas azinheiras 10
Dar prioridade à eliminação de forquilhas (caso existam), ramos muito verticais ou com forte tendência para engrossar, seguida da eliminação dos ramos mais próximos do soloo até 1/3 dos ramos vivos. No caso de exemplares amoitados ou em tufos, dar prioridade à seleção s da vara ou ramo que irá constituir o fuste seguida da eliminação de forquilhas (caso existam), ramos muito verticais ou com forte tendência para engrossar e dos ramos mais próximos do solo até 1/3 dos ramos vivos. Se necessário, para correção de quaisquer anomalias 11