Vacina contra Hepatite A



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Transcrição:

Vacina do vírus da hepatite A (VHA) I ) Identificação do medicamento VACINA CONTRA HEPATITE A FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES USO ADULTO E PEDIÁTRICO Suspensão injetável para administração intramuscular. Embalagem contendo 1 seringa com 0,5 ml ou 1,0 ml. A vacina contra hepatite A (VHA), é uma suspensão estéril contendo o vírus da hepatite A (cepa HM 175) inativado com formaldeído e adsorvido em hidróxido de alumínio. O vírus é replicado em células diplóides humanas MRC5. Antes de se proceder à extração do vírus, as células são cuidadosamente lavadas para eliminação dos componentes do meio de cultura. Obtém-se, assim, uma suspensão do vírus mediante a lise das células, seguida de purificação, empregando-se técnicas de ultrafiltração e de cromatografia em gel. A inativação do vírus é obtida através de tratamento com formaldeído. A atende aos requisitos para substâncias biológicas da Organização Mundial da Saúde (OMS). Cada dose da vacina contém: 720 U.EL./0,5mL ou 1440 U.EL./1,0mL de antígenos VHA. Excipientes: hidróxido de alumínio, fenoxietanol, polissorbato 20, aminoácidos, fosfato dissódico, fosfato monopotássico, cloreto de sódio, cloreto de potássio e água para injeção. II) Informações ao paciente COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA? A é utilizada na prevenção desta doença. Ou seja, a vacina estimula o organismo a produzir defesas contra este tipo de vírus, e prevenir essa doença no futuro. A vacina se destina a prevenção e não ao tratamento. A vacina não protege contra infecções causadas pelos vírus das hepatites B, C e E, e outros patógenos capazes de infectar o fígado. POR QUE ESTA MEDICAMENTO FOI INDICADO? A é utilizada na prevenção de hepatite A. IDS v.3.2 (16/03/2005) Página 1 de 8

RISCOS DO MEDICAMENTO CONTRA-INDICAÇÕES A não deve ser administrada em indivíduos com conhecida hipersensibilidade a qualquer componente da vacina. ADVERTÊNCIAS A deve ser administrada por via intramuscular. A vacina não deve ser administrada por via intramuscular na região glútea ou por via subcutânea ou intradérmica. A não deve ser administrada, sob nenhuma circunstância, pela via intravenosa. PRECAUÇÕES Assim como ocorre com outras vacinas, a administração da deve ser adiada em indivíduos apresentando doença febril aguda grave. A presença de infecção leve, no entanto, não representa contra-indicação para a vacinação. Da mesma forma que em todas as vacinas injetáveis, tratamento médico e supervisão apropriados devem estar sempre disponíveis em caso de reação alérgica grave rara após a administração da vacina. A pode ser administrada em pessoas infectadas pelo HIV. A contém traços de neomicina. A vacina deve ser administrada com cuidado em pacientes com conhecida hipersensibilidade a este antibiótico. Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica. A só deve ser usada durante a gravidez e lactação se estritamente necessário. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS Quando for necessário administrar esta vacina juntamente com outras vacinas ou imunoglobulinas, deve-se administrar os produtos com diferentes seringas e agulhas e em diferentes locais de aplicação. Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis. Informe ao médico se você está fazendo uso de outra vacina ou medicamento. Não use este medicamento sem o conhecimento do médico, pode ser perigoso para sua saúde. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? ASPECTO FÍSICO IDS v.3.2 (16/03/2005) Página 2 de 8

Após armazenagem, o conteúdo pode apresentar um depósito branco fino com uma camada superior incolor límpida. Modo de uso A vacina deve ser visualmente inspecionada antes da administração, para detecção de qualquer partícula estranha e/ou variação do aspecto físico. Antes do uso da, a seringa deve ser bem agitada para obtenção de uma suspensão branca, ligeiramente opaca. Descartar a vacina se o conteúdo parecer diferente. A deve ser administrada por via intramuscular em adultos e crianças, e na parte antero lateral da coxa em crianças menores. POSOLOGIA - Adultos a partir de 19 anos: dose única da vacina para adulto (1440 U.EL./1,0mL). - Crianças e adolescentes de 1 a 18 anos (inclusive): dose única da vacina pediátrica (720 U.EL./0,5mL). Uma dose de reforço é recomendada entre 6 e 12 meses após a primeira dose, a fim de assegurar proteção por tempo prolongado. Siga a orientação do médico, respeitando sempre as doses e a duração do tratamento. Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR? A freqüência das reações indesejáveis previstas tende a diminuir com a dose de reforço da vacina. A maioria das reações observadas tem sido considerada leve, não se prolongando por mais de 24 horas. Dentre as reações indesejáveis locais previstas, a mais freqüentemente relatada foi dor no local da aplicação. Outras reações foram vermelhidão leve, edema local, dor de cabeça, mal-estar, vômito, febre, enjôo e perda de apetite. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE MEDICAMENTO DE UMA VEZ SÓ? Não existem registros de casos de superdosagem com esta vacina. ONDE E COMO DEVO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO? A deve ser armazenada entre +2 C e +8 C. Não congele; descarte se a vacina tiver sido congelada. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. IDS v.3.2 (16/03/2005) Página 3 de 8

III) Informações técnicas aos profissionais de saúde CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS A confere imunidade contra a infecção por vírus da hepatite A (VHA) pela estimulação da resposta imune específica evidenciada pela indução de anticorpos contra o VHA. Em estudos clínicos, 99% dos vacinados soroconverteram 30 dias após a primeira dose. RESULTADOS DE EFICÁCIA Propriedades farmacodinâmicas Nos estudos clínicos onde a cinética da resposta imune foi estudada, uma soroconversão imediata e rápida foi demonstrada após a administração da dose única da em 79% no 13º dia, 86,3% no 15º dia, 95,2% no 17º dia e 100% no 19º dia, o que é menor que a média do período de incubação da hepatite A (4 semanas). A eficácia da foi avaliada em surtos ocorrendo em diferentes populações. Estes estudos demonstraram que a vacinação com a levou ao controle dos surtos. Uma cobertura vacinal de 80% controlou o surto em 4 8 semanas. Com o objetivo de assegurar proteção durante um longo período, uma dose de reforço deve ser administrada entre 6-12 meses após a primeira dose da 1440 Adulto ou 720 Pediátrico. Em estudos clínicos, virtualmente, todos os vacinados tornaram-se soropositivos 1 mês após a dose de reforço. A persistência de longo prazo de títulos de anticorpos contra o VHA após 2 doses da Vacina contra Hepatite A administrada 6 a 12 meses foram avaliadas separadamente. Dados disponíveis após 10 anos podem prever que no mínimo 97% dos pacientes permaneceram soropositivos (> 20mLUI/mL) 25 anos após a vacinação. Os dados disponíveis não apóiam a necessidade de dose de reforço para pacientes imunocompetentes após 2 doses. INDICAÇÕES A é indicada para a imunização ativa contra a doença causada pelo vírus da hepatite A em indivíduos em risco de exposição ao VHA. A vacina não protege contra infecções causadas pelos vírus das hepatites B, C e E, e outros patógenos capazes de infectar o fígado. Em áreas de baixa a média prevalência de hepatite A, recomenda-se a vacinação especialmente em pessoas que estiverem sob maior risco de infecção, e que incluem: viajantes para áreas onde a incidência de hepatite A é alta. o pessoal das Forças Armadas que viaja para áreas de alta endemicidade ou para áreas onde as condições higiênicas podem levar a um alto risco de infecção pelo VHA. Para estes indivíduos, a imunização ativa é indicada. pessoas para as quais a hepatite A constitui um risco ocupacional no trabalho ou que apresentem um alto risco de transmissão. Nesta categoria incluem-se os empregados de centros assistenciais, médicos, paramédicos, enfermeiros de hospitais e instituições, especialmente das unidades gastroenterológicas e pediátricas, trabalhadores em bueiros, manipuladores de alimentos, entre outros. IDS v.3.2 (16/03/2005) Página 4 de 8

pessoas com risco aumentado devido ao comportamento sexual - homossexuais e pessoas com múltiplos parceiros sexuais. hemofílicos. consumidores de drogas ilícitas injetáveis. pessoas em contato com indivíduos infectados: como as pessoas infectadas podem transmitir o vírus durante período prolongado, recomenda-se a imunização ativa das pessoas em contato direto com indivíduos infectados. indivíduos que necessitem de proteção com o objetivo de controlar surtos epidêmicos ou que estejam em áreas de elevada endemicidade para o VHA. grupos populacionais específicos com maior incidência de hepatite A. pacientes com doença crônica de fígado ou com risco de desenvolvimento da mesma. Ex.: portadores crônicos de hepatite B e C e viciados em álcool. Nas áreas de intermediária a alta prevalência de hepatite A, pode-se considerar indicada a imunização ativa das pessoas suscetíveis. Estas incluem crianças e adolescentes especialmente em grupos sócio-econômico alto e áreas urbanas. CONTRA INDICAÇÕES A não deve ser administrada em indivíduos com conhecida hipersensibilidade a qualquer componente da vacina (Veja Composição) ou naqueles que apresentaram sinais de hipersensibilidade após a administração prévia da mesma. MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO DEPOIS DE ABERTO Após armazenagem, o conteúdo pode apresentar um depósito branco fino com um sobrenadante incolor límpido. A vacina deve ser visualmente inspecionada antes da administração, para detecção de qualquer partícula estranha e/ou variação do aspecto físico. Antes do uso da, a seringa deve ser bem agitada para obtenção de uma suspensão branca, ligeiramente opaca. Descartar a vacina se o conteúdo parecer diferente. Instruções para uso e manuseio A deve ser administrada por via intramuscular na região deltóide em adultos e crianças, e na parte ântero lateral da coxa em crianças menores. A vacina não deve ser administrada por via intramuscular na região glútea. Também não dever ser administrada por via subcutânea ou intradérmica, visto que a administração por essas vias pode produzir uma resposta de anticorpos anti-vha menor que a ideal. A não deve ser administrada, sob nenhuma circunstância, pela via intravenosa. A deve ser administrada com cautela em pacientes com trombocitopenia ou com algum distúrbio de coagulação uma vez que pode ocorrer sangramento IDS v.3.2 (16/03/2005) Página 5 de 8

após uma administração intramuscular nesses pacientes. Deve-se aplicar pressão firme (sem fricção) no local da injeção por pelo menos dois minutos. A não deve ser misturada com outras vacinas ou imunoglobulinas na mesma seringa. POSOLOGIA Vacinação primária - Adultos a partir de 19 anos Dose única da vacina para adulto na concentração de 1440 U.EL./1,0mL de suspensão é usada para a vacinação primária. - Crianças e adolescentes de 1 a 18 anos (inclusive) Dose única da vacina pediátrica na concentração de 720 U.EL./0,5mL de suspensão é usada para a vacinação primária. Vacinação de reforço Após a primeira dose com a vacina contra Hepatite A 1440 U.EL./1,0 ml ou 720 U.EL./0,5 ml, uma dose de reforço é recomendada a fim de assegurar proteção por tempo prolongado. ADVERTÊNCIAS Assim como ocorre com outras vacinas, a administração da deve ser adiada em indivíduos apresentando doença febril aguda grave. A presença de infecção leve, no entanto, não representa contra-indicação para a vacinação. Devido ao período de incubação do vírus da hepatite A, é possível a presença de infecção pelo VHA no momento da vacinação. Não se sabe se, nestes casos, a vacina previne a hepatite A. Em pacientes submetidos a hemodiálise e em indivíduos com sistema imunológico comprometido, os títulos adequados de anticorpos anti-vha podem não ser obtidos após a dose única da Vacina contra Hepatite A, e em tais pacientes pode ser necessária a administração de doses adicionais da vacina. A contém traços de neomicina. A vacina deve ser administrada com cuidado a pacientes com conhecida hipersensibilidade a este antibiótico. Da mesma forma que em todas as vacinas injetáveis, tratamento médico e supervisão apropriados devem estar sempre disponíveis em caso de uma reação anafilática rara após a administração da vacina. A pode ser administrada em pessoas infectadas pelo HIV. A soropositividade contra hepatite A não é contra-indicação. A não deve ser administrada, sob nenhuma circunstância, pela via intravenosa. A não interfere na capacidade de dirigir e operar máquinas. Gravidez e lactação: IDS v.3.2 (16/03/2005) Página 6 de 8

Categoria C de risco na gravidez Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica. Não existem dados suficientes disponíveis sobre o uso durante a gravidez ou lactação em humanos e estudos de reprodução animal. Apesar de se considerar para as vacinas de vírus inativado que o risco para o feto pode ser mínimo, a só deve ser usada durante a gravidez e lactação se estritamente necessário. USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO Uso pediátrico: Devem ser observadas as mesmas precauções para adultos. Outros grupos de risco A pode ser administrada em pessoas infectadas pelo HIV. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS A é uma vacina inativada, portanto, o seu uso concomitante com outras vacinas inativadas não deve interferir nas respostas imunes. A administração concomitante de vacinas contra febre amarela, tifóide, cólera (injetável) ou tétano, não interfere com a resposta imune da. A administração concomitante de imunoglobulinas não interfere no efeito protetor da vacina. Quando a administração concomitante de outras vacinas ou de imunoglobulinas é considerada necessária, deve-se administrar os produtos com diferentes seringas e agulhas e em diferentes locais de aplicação. REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS A é bem tolerada. Nos estudos clínicos controlados, sinais e sintomas foram monitorados em todos os participantes por quatro dias após a administração da. Uma lista de verificação foi usada para este objetivo. Os vacinados foram também solicitados a relatar quaisquer eventos clínicos ocorrendo durante o período do estudo. A freqüência das reações adversas previstas tende a diminuir com a dose de reforço da vacina. A maioria das reações observadas tem sido considerada leve, não se prolongando por mais de 24 horas, e não diferem das reações relatadas após a administração de outras vacinas de antígenos purificados adsorvidos em alumínio. Dentre as reações adversas locais previstas, a mais freqüentemente relatada foi dor no local da aplicação (menos de 0,5% relatada como grave) que desapareceu com o tempo. Outros eventos adversos relatados foram vermelhidão leve e edema local com freqüência de cerca de 4% de todas as vacinações. IDS v.3.2 (16/03/2005) Página 7 de 8

As reações adversas sistêmicas relatadas foram essencialmente leves, não se prolongando por mais de 24 horas, e incluem cefaléia, mal-estar, vômito, febre, náusea e perda de apetite. Estes eventos foram relatados com uma freqüência variando entre 0,8% e 12,8% das vacinações. Todas estas reações desapareceram espontaneamente. A natureza dos sinais e sintomas observados em crianças é similar aos observados em adultos, contudo os adultos têm relatado com menos freqüência. Muito raramente tem sido relatados: fadiga, diarréia, mialgia, artralgia e reações alérgicas incluindo reações anafilactóides e convulsões. SUPERDOSE Não existem registros de casos de superdosagem com a. ARMAZENAGEM A deve ser armazenada entre +2 C e +8 C. Não congele; descarte se a vacina tiver sido congelada. Informação adicional sobre a estabilidade: Os seguintes dados experimentais dão uma indicação da estabilidade da vacina e não são recomendações para armazenagem: A foi mantida a 37ºC por 3 semanas sem perda significativa de potência. IV) Dizeres legais MS: 1.0107.0110 Farm. Resp.: Milton de Oliveira CRF-RJ Nº 5522 Fabricado por GlaxoSmithKline Biologicals S.A. Rixensart - Bélgica Importado e distribuído por GlaxoSmithKline Brasil Ltda Estrada dos Bandeirantes, 8464 - Rio de Janeiro - RJ CNPJ: 33.247.743/0001-10 Indústria Brasileira Serviço de Atendimento ao Consumidor 0800 701 22 33 Discagem Direta Gratuita VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. IDS v.3.2 (16/03/2005) BL_HAVRIX_3.2 (16-03-2005)_V4 Comércio.doc IDS v.3.2 (16/03/2005) Página 8 de 8