Apostila. Treinamento



Documentos relacionados
EMBASAMENTO NORMATIVO:

Nome do produto: MC Injekt 2300 PLUS (A) FISPQ nº: 1057 Data da última revisão: 02/04/2007

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL

MANIPULAÇÃO DE QUIMIOTERÁPICOS

Desumidificadores DESIDRAT. Manual de Instruções e Garantia. ATENÇÃO: Leia antes de ligar o aparelho

Sistema de proteção por extintores de incêndio

05. COMUNICAÇÃO VISUAL EXTERNA

TERMO DE REFERÊNCIA Readequação de espaços divisórias em drywall FÁBRICAS DE CULTURA

INSTRUÇÕES PARA O RECEBIMENTO DOS COMPUTADORES (Estas instruções encontram-se originalmente disponíveis no site

APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉTRICA E ACESSÓRIOS

Esquadrias Metálicas Ltda. Manual de instruções.

Banheiro Boxes para chuveiro e ducha Área de transferência

Plantas de Classificação de Áreas 25/03/

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CLIENTE: UNIFACS UNIVERSIDADE SALVADOR DISCIPLINA DE EXPRESSÃO GRÁFICA E PROJETOS ELÉTRICOS

SIRENE SEM FIO EXTERNA STK 116 SIRENE SEM FIO EXTERNA STK

NORMA TÉCNICA 34/2014

Manual de lubrificação e instruções dos SISTEMAS DE LUBRIFICAÇÃO A FRIO DODGE Números de peças , , , e

SISTEMA OPERACIONAL - ios

Manual de Operação e Instalação

Injetora de plásticos BORCHÊ BU ULTRA-MAX (máquina 2 placas)

08/ / REV. 0 SOMENTE PARA USO DOMÉSTICO V E N T I L A D O R. Manual de Instruções

COMO FAZER FOTOGRAVURA

Periodicidade da inspeção de dispositivos de segurança PSV

MANUAL DE INSTALAÇÃO DA CORTINA DE AR INTERNATIONAL

Sistemas / equipamentos para combate e incêndios ( legislação específica )

Dados técnicos. Polaridade de saída Intervalo seguro de comutação s a ,62 mm Factor de redução r Cu 0,2

MANUSEIO E ACONDICIONAMENTO DE PRODUTOS

19/9/2011. Canais de distribuição. Introdução

GUIA PARA A REALIZAÇÃO DE ESTUDOS DE ESTABILIDADE DE PRODUTOS SANEANTES

Sobre Sisteme de Iluminação de Emergência

Especificação Disjuntores Baixa Tensão

Legislação. Iluminação de Emergência

SORTEADOR ALEATÓRIO SAP - 59 / MP

TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos - FISPQ

ANEXO 3 GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES

SE TEM TECVENT, RESPIRE TRANQUILO.

Instalações Elétricas de BT I. Odailson Cavalcante de Oliveira

TERMO DE REFERÊNCIA Impermeabilização da laje de cobertura do prédio principal FÁBRICAS DE CULTURA

4.1 Esquema de ligação para Baixa Tensão

Introdução aos sistemas pneumáticos

Técnicas de Monitoramento e Controle de Processos Corrosivos

BENFEITORIAS PARA A CRIAÇÃO DO BICHO-DA-SEDA

ELETRÔNICA DIGITAL. Parte 6 Display, Decodificadores e Codificadores. Prof.: Michael. 1 Prof. Michael

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL. Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista

A m a r c a d a c o n s tr u ç ã o

LABORATÓRIO DE DESENHO E PROJETOS (PRANCHETÁRIO)

Evaporadores, Serpentinas e Resfriadores

Secretaria da Administração

LAUDO DE EXAME TÉCNICO DE ANÁLISE ERGONÔMICO DE TRABALHO NR-17

Exemplos: janelas ESQUADRIA. Aula 01: ESQUADRIAS Conceituação, Desempenho, Tipos

1 INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA

5) Defina Saúde Pública. Saúde Pública: promoção da saúde por meio de medidas de alcance coletivo.

UNIDADE DE FECHAMENTO

Saída do líquido de arrefecimento para aquecimento externo

Rolamentos II. Para evitar paradas longas na produção, devido. O que verificar durante o funcionamento

L U M E A R Q U I T E T U R A

Parte 05 - Técnicas de programação (mapas de Veitch-Karnaugh)

Atividade experimental - Tema: Luz

Ficha de informação de segurança de produto químico (FISPQ) LIMPA PEDRAS MALTEX

Ribeirão Preto (SP) - Tomado por cupins, Museu Histórico requer obra de R$ 2,3 milhões

Instruções de instalação

EFEITO FISIOLÓGICO DA CORRENTE ELÉTRICA PROTEÇÃO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

PORTÕES e GRADES. O portão de garagem tem, muitas vezes, de conjugar a vertente segurança com a vertente estética.

NORMA TÉCNICA Nº. 21/2012 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES

SEGURANÇA EM LABORATÓRIO

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DIRETORIA GERAL DE SERVIÇOS TÉCNICOS PROCESSO SIMPLIFICADO


Divisórias Sanitárias Newplac

EPV-895 PANELA ELÉTRICA DE ARROZ

MANUAL DE OPERAÇÃO MANUTENÇÃO DOSADOR MICRO-ESFERA E MOTOR DE PASSO

FICHA DE INFORMAÇÃO DE PRODUTO QUÍMICO FISPQ FICHE OF INFORMATION OF SECURITY OF CHEMICAL PRODUCT MSDS

CIÊNCIAS PROVA 1º BIMESTRE 6º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ

P r o t e g e m, e m b e l e z a m e v a l o r i z a m s e u a m b i e n t e.

MANUAL DE INSTRUÇÕES ICE MAKER

PROPOSTA DE TEXTO-BASE MARMITA DE ALUMÍNIO

JADE BLOQUE FOLHA DE DADOS TÉCNICOS 29/01/2014. A Bromadiolona é um anticoagulante de segunda geração.

Manual de Instruções

CALENDÁRIO DE AULA 2014 / 2015 / 2016 PÓS-GRADUAÇÃO

URE Sistemas de Ar Comprimido. URE - Sistemas de Ar Comprimido. 1

3 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS. 3.1 Sistema Direto

PROTENSÃO AULA 2 PONTES DE CONCRETO ARMADO

Módulo 2. Conceitos do MIP

Rodas Laminadas para Acabamento Rodas Laminadas para Remoção de Rebarbas Leves Scotch-Brite Industrial

SAFETY Tecnologia de Safety Passivo

ASCAMARE Associação de Catadores de Materiais Recicláveis Estudo dos Riscos Inerentes as Atividades dos Catadores

MANUAL DE INSTRUÇÕES VENTILADOR DE COLUNA

APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 4 Práticas de Instalação

APLICAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM PARA PROTEÇÃO DE GEOMEMBRANA EM ATERRO SANITÁRIO CAXIAS DO SUL RS

PROTEÇÃO DIFERENCIAL PARA CAMINHÃO RS-710

Manual de Operações. Linha. Home Touch. Rev1.1

01 de 05. FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Data da última revisão: 23/03/ IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA

VÁLVULAS REGULADORAS PROTEC Nome Técnico: Válvulas para Gases Medicinais

Mecânica Geral. Aula 04 Carregamento, Vínculo e Momento de uma força

Transcrição:

Edited by Foxit PDF Editor Copyright (c) by Foxit Software Company, 2004-2007 For Evaluation Only. Apostila De Treinamento KILLMO INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA EPP Rua Senador Rodolfo Miranda, 215 Bairro Centro Pompéia Estado de São Paulo Brasil CEP. 17.580-000 TEL.: (0**14) 3452-6006 / FAX (0**14) 3452-5722

ÍNDICE PRINCIPAIS INSETOS VOADORES EM MEIO URBANO... 03 MEDIDAS DE CONTROLE DE INSETOS VOADORES... 04 CONTROLE MECÂNICO... 05 ARMADILHAS LUMINOSAS: ATRAÇÃO, CAPTURA E MORTE DOS INSETOS... 06 MANUTENÇÃO DOS APARELHOS... 06 QUANTIFICAÇÃO DOS APARELHOS... 07 INSTALAÇÃO DOS APARELHOS... 08 ESCOLHA DO MODELO... 09

PRINCIPAIS INSETOS VOADORES EM MEIO URBANO DIPTERA Moscas-domésticas Moscas-varejeiras Moscas-das-frutas Mosquitos Borrachudos HYMENOPTERA Abelhas Formigas (fase alada) Vespas LEPDOPTERA Borboletas Mariposas Traças COLEOPTERA Besouros ISOPTERA Cupis (fase alada) HOMOPTERA Cigarrinhas

MEDIDAS DE CONTROLE DE INSETOS VOADORES CONTROLE QUÍMICO: - Pouco eficiente em função dos hábitos dos insetos voadores. CONTROLE BIOLÓGICO: - Utilização não significativa, até o momento, em meio urbano. CONTROLE CULTURAL: - Manter o lixo sempre bem fechado, e o local sempre limpo; - Não deixar portas e janelas abertas; - Não deixar recipientes com água acumulada; - Não armazenar embalagens com substâncias atrativas em área externa; - Exigir dos fornecedores todos os cuidados necessários. CONTROLE MECÂNICO: - Barreiras Físicas; - Medidas Logísticas; - Armadilhas Luminosas.

BARREIRAS FÍSICAS: CONTROLE MECÂNICO FIXAS: - Telas (em janelas e outras aberturas para ventilação); - Antecâmaras e paredes duplas; - Portas e janelas sem frestas; - Forros e paredes divisórias. MÓVEIS: - Portas duplas; - Portas teladas (onde há necessidade de ventilação); - Molas com dispositivos eletrônicos para fechamento de portas; - Cortinas de tiras de plástico ou lona; - Jato de ar nas portas e pressão positiva. MEDIDAS LOGÍSTICAS QUANTO AO LIXO: - Não deixá-lo próximo às portas; - Não deixá-lo próximo a alimentos; - Utilizar recipientes fechados. QUANTO A ILUMINAÇÃO: - Dar preferência a lâmpadas amarelas (vapor de sódio); - Dar preferência a holofotes e/ou postes afastados dos prédios para iluminação externa; - Equilibrar, dentro do possível, a iluminação. QUANTO ÀS PORTAS: - Desencontrá-las, sempre que possível; - Facilitar ao máximo as cargas e descargas para que se dêem no menor tempo possível e, assim, as portas permaneçam fechadas. ARMADILHAS LUMINOSAS DOIS SISTEMAS: - Eletrocussão; - Placa Adesiva.

ARMADILHAS LUMINOSAS ATRAÇÃO A luz ultravioleta, comprimento de onda abaixo de 400 nanômetros, tem-se mostrado a mais eficiente na atração dos insetos fototrópicos positivos. Nos aparelhos Inset Killer utilizam-se lâmpadas que emitem luz ultravioleta com cerca de 360 nanômetros, inofensiva ao ser humano, diferente das utilizadas por aparelhos esterilizantes )germicidas que emitem luz de 265 a 254 nanômetros. CAPTURA E MORTE Ao tentar voar ao redor das lâmpadas os insetos são capturados e mortos através de dois sistemas diferentes: - ELETROCUSSÃO: consiste em um descarga elétrica provocada pelo próprio inseto que ao se aproximar das grades (positiva e negativa) fecha o circuito recebendo uma descarga elétrica de 3.500V. - PLACA ADESIVA: consiste em capturar os insetos que entrem em contato com uma placa impregnada com um adesivo (tipo pega-mosca) e colocada próxima às lâmpadas. Os insetos morrem por estresse. MANUTENÇÃO LÂMPADAS: Devem ser trocadas com cerca de 4.00 horas de funcionamento. Ex.: 6 meses quando fica ligado 24 horas por dia, 8 meses quando fica ligado 18 horas por dia. Para tanto recomenda-se afixar uma etiqueta no aparelho com a data da próxima troca, além de anotar em algum outro controle. Obs.: A troca deve ser efetuada, na data prevista, mesmo que a lâmpada ainda emita alguma luz ultravioleta, pois a sua eficiência cai em, aproximadamente, 50% após as 4.000 horas de uso. REFIL: Deve ser trocado quando estiver com cerca de 70% de sua área tomada por insetos. Medida subjetiva. GRADES DE ELETROCUSSÃO: Devem ser limpadas periodicamente (dependendo da quantidade de insetos e de pó do ambiente) para garantir a máxima eficácia no funcionamento. O excesso de sujeira pode isolar as grades.

ARMADILHAS LUMINOSAS QUANTIFICAÇÃO A quantidade de aparelhos a instalar vai depender dos seguintes fatores: - ÁREA: Teoricamente, quanto maior a área mais aparelhos serão necessários. Teoricamente os aparelhos protegem áreas preestabelecidas (B-30, PM-20 e PM-30 = área de 45m 2 ) e (B-80 = área de 120m 2 ). Somente uma análise minuciosa dos demais fatores poderá culminar numa correta quantificação do número de aparelhos. - DISPOSIÇÃO ESPACIAL: Mais importante do que o espaço total disponível é o formato que esse espaço tem, isto é, a disposição das paredes, divisórias, colunas, corredores, máquinas, área de trânsito, empilhamento de mercadoria, enfim, o arranjo espacial dos componentes do ambiente. - PORTAS E JANELAS: A quantidade e a localização de portas e janelas é fator essencial na quantificação do número de aparelhos a serem utilizados. Excesso de portas em locais críticos resulta na necessidade de um maior número de aparelhos. - NÍVEL DE CONTROLE ANTERIOR: Quanto mais eficientes forem os outros controles, menor a quantidade de aparelhos necessária. - INCIDÊNCIA DE INSETOS: Quanto maior a incidência de insetos, maior a quantidade de aparelhos. A quantidade de insetos depende do ambiente externo (Ex.: áreas próximas a matas tendem a Ter mais insetos) e do ambiente interno (Ex.: fábrica de geléia atrai abelhas). - EFEITO SAZONAL: Condições climáticas atuem decisivamente na proliferação dos insetos. Assim, o projeto deve contemplar as condições da época mais crítica. - MONITORAMENTO: O projeto de quantificação e instalação dos equipamentos é, invariavelmente, teórico. Para um sucesso na plenitude recomenda-se um constante monitoramento da freqüência, quantidade e identificação dos insetos capturados. O processo é dinâmico e não estático. - DECISÃO DO CLIENTE: Nenhum outro fatore é mais preponderante que este. Ao técnico cabe apresentar toda a argumentação técnica defendendo o número mais adequado, o que pode variar de técnico para técnico. Normalmente, o cliente pede novos aparelhos com o passar do tempo.

ARMADILHAS LUMINOSAS INSTALAÇÃO A instalação dos aparelhos vai depender dos seguintes fatores: - VISIBILIDADE: O aparelho deve ser instalado no local de melhor visibilidade possível para o inseto que acabou de adentrar ao ambiente. A altura recomendada vai de 1,5m a 2,5m. Mas devem, sempre, ser observados todos os outros fatores envolvidos. - PORTAS E JANELAS: Jamais instalar o aparelho de forma a permitir que os insetos que estejam num ambiente externo possam ser atraídos, por ação da luz ultravioleta, para o ambiente que se queira proteger. Jamais instalar o aparelho próximo a portas que dão acesso a um ambiente mais crítico do que onde está o aparelho. Se os insetos forem atraídos pela luz ultravioleta através das janelas, eles se amontoarão nos vidros e/ou telas podendo, inclusive, encontrar frestas e adentrar no ambiente. - LOGÍSTICA: Ao se escolher o local mais adequado deve-se levar em conta a logística da empresa (trânsito de empilhadeiras, passagem de funcionários, local de empilhamento de mercadorias, máquinas e outros) para que esta não seja prejudicada. - EXPOSIÇÃO DO AMBIENTE: Não é recomendada a utilização dos aparelhos em ambientes abertos, pois atrairiam uma quantidade enorme de insetos e não reduziria a quantidade de insetos do ambiente que se queira proteger. Exceção feita a varandas semi-abertas. - CAMINHOS DO INSETO: Na instalação deve-se sempre levar em conta os caminhos possíveis para o inseto atingir os diversos ambientes a fim de se efetuar o bloqueio nessas passagens. Ex.: antecâmaras, áreas de carga e descarga, corredores de entrada de funcionários, etc. - OBJETO DA PROTEÇÃO: O inseto que seja atraído pelo aparelho jamais pode Ter o objeto da proteção em seu caminho. Os aparelhos nunca podem estar sobre o objeto de proteção e sim, lateralmente. - MONITORAMENTO: O projeto de quantificação e instalação dos equipamentos é, invariavelmente, teórico. Para um sucesso na plenitude recomenda-se um constante monitoramento da freqüência, quantidade e identificação dos insetos capturados. O processo é dinâmico e não estático. - SEGURANÇA: Não instalar os eletrocutores onde haja gases ou líquidos inflamáveis. Não instalar abaixo de locais sujeitos a vazamentos.

ARMADILHAS LUMINOSAS ESCOLHA DO MODELO Para umas escolha correta tem que ser levar em conta os seguintes fatores: - PRODUTO MANIPULADO: Em recintos que se manipule alimentos, medicamentos ou embalagens para eles deve-se evitar os aparelhos eletrocutores. - AMBIENTE: Deve-se dar preferencia ao modelo PM-20 (que oculta os insetos capturados) em refeitórios, cozinhas, escritórios e recepções devido à repugnância causada pelos insetos expostos no caso do modelo PM-30. - INCIDÊNCIA DE INSETOS: Deve-se dar preferencia aos eletrocutores onde houver uma grande incidência de insetos, pois a necessidade de trocas constantes do refil inviabiliza os equipamentos Stickfly (com placa adesiva). Exceto nos ambientes em que se manipule alimentos, medicamentos ou embalagens para eles. - PÓ EM SUSPENSÃO: Deve-se utilizar os eletrocutores onde houver uma grande incidência de pó em suspensão. O pó ficaria impregnado na cola dos aparelhos Stickfly, o que reduziria sua eficiência. - MONITORAMENTO: O melhor aparelho para se quantificar e identificar os insetos capturados é o PM-30. - SEGURANÇA: Não instalar os eletrocutores abaixo de locais sujeitos a vazamentos e onde haja gases ou líquidos inflamáveis.

Edited by Foxit PDF Editor Copyright (c) by Foxit Software Company, 2004-2007 For Evaluation Only. Aparelhos Para Controle de Insetos Voadores KILLMO INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA EPP Rua Senador Rodolfo Miranda, 215 Bairro Centro Pompéia Estado de São Paulo Brasil CEP. 17.580-000 Tel.: (0**14) 3452-6006 / Fax (0**14) 3452-5722 CNPJ: 04.403.516/0001-38 Inscr. Estadual: 548.064.573.118