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Transcrição:

Legislação da Administração Pública Colectânea de legislação da Administração Pública, com as versões consolidadas de um vasto conjunto de diplomas e vem suprir uma lacuna nas edições de legislação sobre esta matéria. Este conjunto de diplomas constitui o cerne das alterações legislativas em que se traduziu a reforma da Administração Pública operada pelo XVII Governo. 1 Organização da Administração Lei n.º 3/2004. D.R. n.º 12, Série I-A de 2004-01-15 Aprova a lei quadro dos institutos públicos Entrada em vigor: 01.02.2004 Nota: 1- Lei Geral da República 2- A presente lei aplica-se apenas para o futuro, com excepção do disposto nos artigos 20.º, 24.º, 41.º, 42.º, 43.º, 44.º, 46.º, n.º 2, e 52.º a 54.º, que se aplicam a partir da data da sua entrada em vigor; 3 - Não se consideram abrangidas nesta lei as entidades públicas empresariais previstas no Decreto-Lei n.º 558/99, de 17 de Dezembro assim como as sociedades e as associações ou fundações criadas como pessoas colectivas de direito privado pelo Estado, Regiões Autónomas ou autarquias locais. 4 - Nos termos do nº 1 do artigo 40.º da Lei 64-A/2008 de 31 de Dezembro, os titulares de cargos dirigentes nomeados ao abrigo da Lei n.º 2/2004, de 15 de Janeiro, alterada pela Lei n.º 51/2005, de 30 de Agosto, ou cuja comissão de serviço seja renovada ao abrigo da mesma lei, ou da Lei n.º 3/2004, de 15 de Janeiro, alterada pela Lei n.º 51/2005, de 30 de Agosto, e pelos Decretos-Leis n.os 200/2006, de 25 de Outubro, e 105/2007, de 3 de Abril, mantêm, até à cessação dessas funções, a inscrição na CGA, I. P., e o pagamento de quotas a este organismo com base nas funções exercidas e na correspondente remuneração. Lei n.º 4/2004. D.R. n.º 12, Série I-A de 2004-01-15 Estabelece os princípios e normas a que deve obedecer a organização da administração directa do Estado Entrada em vigor: 01.02.2004 Nota: Lei Geral da República Estabelece os princípios e normas a que deve obedecer a organização da administração directa do Estado. Lei n.º 53-F/2006. D.R. n.º 249, 4.º Suplemento, Série I de 2006-12-29 Aprova o regime jurídico do sector empresarial local, revogando a Lei n.º 58/98 de 18 de Agosto Data distribuição: 29.12.2006 Entrada em vigor: 01.01.2007 Nota: 1 - O regime previsto na presente lei aplica-se a todas as entidades empresariais constituídas ao abrigo das normas aplicáveis às associações de municípios e às áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto. 2 - Às empresas de natureza municipal e intermunicipal constituídas nos termos da Lei n.º 58/98, de 18 de Agosto, existentes à data da entrada em vigor da presente lei, aplica-se o regime previsto no número 1 do artigo 34.º; 3 - No prazo máximo de dois anos a contar da data da publicação, as empresas municipais e intermunicipais já constituídas devem adequar os seus estatutos ao disposto na presente lei. Decreto-Lei n.º 558/99. D.R. n.º 292, Série I-A de 1999-12-17 Ministério das Finanças Estabelece o regime jurídico do sector empresarial do Estado e das empresas públicas

http://dre.pt/pdf1sdip/1999/12/292a00/90129019.pdf Entrada em vigor: 01.01.2000 Nota: 1 - Lei geral da República 2 - As remissões constantes de quaisquer diplomas, legais ou regulamentares, para o regime do Decreto-Lei 260/76 entendem-se feitas para as disposições do capítulo III, sem prejuízo da aplicação, quando for o caso, das demais disposições previstas no presente diploma. 3 - Até ser aprovada a legislação prevista no artigo 15º mantém-se em vigor o regime do estatuto dos gestores públicos, constante do Decreto-Lei 464/82, de 9 de Dezembro. Decreto-Lei n.º 200/2006. D.R. n.º 206, Série I de 2006-10-25 Estabelece o regime geral de extinção, fusão e reestruturação de serviços públicos e de racionalização de efectivos http://dre.pt/pdf1sdip/2007/03/06100/17421748.pdf Entrada em vigor: 26.05.2007, com excepção do art. 37º, que entra em vigor em 28.03.2007 Nota: 1 - Em tudo quanto não esteja disposto no presente decreto-lei, aplica-se o Código das Sociedades Comerciais, salvo quanto aos institutos públicos de regime especial; 2 - O disposto no presente decreto-lei prevalece sobre os estatutos das entidades referidas no número 1 do artigo 41.º que, decorrido o prazo aí mencionado, não tenham sido revistos e adaptados, sem prejuízo do disposto em legislação sectorial especial. 3 - Até à entrada em vigor do novo regime remuneratório dos dirigentes dos institutos públicos, mantém-se transitoriamente em vigor a Resolução do Conselho de Ministros n.º 29/89, de 26 de Agosto, em relação àqueles dirigentes aos quais seja subsidiariamente aplicável o estatuto do gestor público. 2 Legislação comum aos trabalhadores em funções públicas 2.1 Vínculos, carreiras e remunerações Lei n.º 12-A/2008. D.R. n.º 41, Suplemento, Série I de 2008-02-27 Estabelece os regimes de vinculação, de carreiras e de remunerações dos trabalhadores que exercem funções públicas http://dre.pt/pdf1sdip/2008/02/04101/0000200027.pdf Data distribuição: 27.02.2008 Entrada em vigor: 01.03.2008, com excepção do nº 2 do art. 54º, o art. 87º, os nºs 3 dos arts. 95º a 100º e os arts. 101º, nº 4 do art.106º, 107º, 112º e 118º, que entram em vigor em 28.02.2008. Nos termos do nº 5 do art. 37.º da Lei 64-A/2008 de 31-Dez, os arts 58.º a 65.º, 93.º, 102.º e 103.º, entram em vigor em 01.01.2009 Nota: 1 - Produz efeitos nos termos dos nºs 3 a 7 do art. 118º; 2 - Os regimes que decorrem do artigo 117º, prevalecem sobre quaisquer leis especiais vigentes à data de entrada em vigor da presente lei; 3 - As referências legais feitas aos quadros de pessoal e a lugares dos quadros consideram-se feitas a mapas de pessoal e a postos de trabalho, respectivamente.

4 - Até à cessação dos contratos referidos nos n.ºs 1 e 2 do art. 108º, aplica-se, com as necessárias adaptações, o disposto nos n.ºs 2, 3, 6 e 7 do artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 404-A/98, de 18 de Dezembro; 5 - Os actuais trabalhadores nomeados definitivamente que exercem funções em condições diferentes das referidas no artigo 10.º mantêm os regimes de cessação da relação jurídica de emprego público e de reorganização de serviços e colocação de pessoal em situação de mobilidade especial próprios da nomeação definitiva e transitam, sem outras formalidades, para a modalidade de contrato por tempo indeterminado; 6 - As carreiras referidas no n.º 1 dos arts. 95.º, 100º e 106º, constam de decreto-lei a publicar no prazo de 180 dias. Decreto-Lei n.º 209/2009. D.R. n.º 171, Série I de 2009-09-03 Presidência do Conselho de Ministros Adapta a Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro, com excepção das normas respeitantes ao regime jurídico da nomeação, aos trabalhadores que exercem funções públicas na administração autárquica e procede à adaptação à administração autárquica do disposto no Decreto-Lei n.º 200/2006, de 25 de Outubro, no que se refere ao processo de racionalização de efectivos http://dre.pt/pdf1sdip/2009/09/17100/0586805872.pdf Data Assinatura: 03.09.2009 Entidades Emitentes: PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Nota: 1 - São aplicáveis à administração autárquica os instrumentos necessários à aplicação do disposto no presente decreto-lei aprovados por portaria dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das autarquias locais e da Administração Pública; 2 - O presente decreto-lei aplica-se, com as adaptações impostas pela observância das correspondentes competências, às áreas metropolitanas e comunidades intermunicipais; 3 - O Decreto-Lei n.º 200/2006, de 25 de Outubro, na parte em que regula o processo de racionalização de efectivos, aplica-se, com as adaptações constantes do capítulo III, aos serviços da administração autárquica. Decreto-Lei n.º 121/2008. D.R. n.º 133, Série I de 2008-07-11 Extingue carreiras e categorias cujos trabalhadores transitam para as carreiras gerais http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/13300/0434704403.pdf Data Assinatura: 11.07.2008 Entidades Emitentes: MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Fonte: DIARIO DA REPUBLICA - 1.ª SERIE, Nº 133, de 11.07.2008, Pág. 4347 Entrada em vigor: No início da vigência do Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas (RCTFP) Decreto Regulamentar n.º 14/2008. D.R. n.º 147, Série I de 2008-07-31 Estabelece os níveis da tabela remuneratória única correspondentes às posições remuneratórias das categorias das carreiras gerais de técnico superior, de assistente técnico e de assistente operacional http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/14700/0515505157.pdf Entrada em vigor: 01.01.2009, (data de início de vigência do regime do contrato de trabalho em funções públicas, nos termos do art. 4º) Portaria n.º 62/2009. D.R. n.º 15, Série I de 2009-01-22 Aprova os modelos de termos de aceitação da nomeação e de termo de posse http://dre.pt/pdf1sdip/2009/01/01500/0047400475.pdf Nota: Produz efeitos a 01.01.2009, conforme a Declaração de Rectificação 12/2009, de 10 de Fevereiro

Portaria n.º 83-A/2009. D.R. n.º 15, Suplemento, Série I de 2009-01-22 Regulamenta a tramitação do procedimento concursal nos termos do n.º 2 do artigo 54.º da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro (LVCR) http://dre.pt/pdf1sdip/2009/01/01501/0000200012.pdf Nota: 1 - A presente portaria aplica -se aos procedimentos concursais que sejam publicitados após a data da sua entrada em vigor; 2 - A presente portaria não é aplicável ao recrutamento para posto de trabalho que deva ser ocupado por trabalhador integrado em carreira especial, quando, nos termos do n.º 2 do artigo 54.º da LVCR, exista regulamentação própria para a tramitação do respectivo procedimento concursal, assim como não é aplicável ao recrutamento para cargos dirigentes. Portaria n.º 1553-C/2008. D.R. n.º 252, 4.º Suplemento, Série I de 2008-12-31 Presidência do Conselho de Ministros e Aprova a tabela remuneratória única dos trabalhadores que exercem funções públicas, contendo o número de níveis remuneratórios e o montante pecuniário correspondente a cada um e actualiza os índices 100 de todas as escalas salariais http://dre.pt/pdf1sdip/2008/12/25204/0043000431.pdf Nota: Produz efeitos desde 01.01.2009. Portaria n.º 1553-D/2008. D.R. n.º 252, 4.º Suplemento, Série I de 2008-12-31 Procede à revisão anual das tabelas de ajudas de custo, subsídios de refeição e de viagem, bem como dos suplementos remuneratórios, para os trabalhadores em funções públicas e actualiza as pensões de aposentação e sobrevivência, reforma e invalidez http://dre.pt/pdf1sdip/2008/12/25204/0043100432.pdf Nota: Produz efeitos desde 01.01.2009. Portaria n.º 213/2009. D.R. n.º 38, Série I de 2009-02-24 Regulamenta o Curso de Estudos Avançados em Gestão Pública (CEAGP) http://dre.pt/pdf1sdip/2009/02/03800/0127701280.pdf Entrada em vigor: 25.02.2009 Nota: Aos formandos do Curso do ano lectivo de 2008-2009, nos termos publicitados aquando do respectivo procedimento de recrutamento: a) Aplicam-se as anteriores regras de frequência e aprovação do Curso, até à sua conclusão; b) Não se aplica o disposto nos n.os 1, 2, 4, 5 e 6 do art. 5.º do Decreto-Lei n.º 54/2000, de 7 de Abril; c) Aplica-se, com as necessárias adaptações, relativamente a todos os diplomados, o disposto no n.º 3 do art. 5.º do diploma mencionado na al. anterior; d) Aplica-se o disposto no art. 17.º, na al. b) do n.º 5 do art. 18.º e nos arts. 19.º e 20.º, todos da presente portaria. Despacho n.º 16066/2008. D.R. n.º 112, Série II de 2008-06-12 - Gabinete do Secretário de Estado da Administração Pública Contrato de tarefas e avenças http://www.dgap.gov.pt/upload/legis/2008_despacho_16066_12_06.pdf 2.2 Cargos Dirigentes Lei n.º 64/93. D.R. n.º 200, Série I-A de 1993-08-26 Estabelece o regime jurídico de incompatibilidades e impedimentos dos titulares de cargos políticos e altos cargos públicos http://dre.pt/pdf1sdip/1993/08/200a00/45224524.pdf Nota: 1- A referência a titulares de cargos políticos a que alude a presente Lei, entende-se feita igualmente a titulares de órgãos de soberania, de acordo com a Lei 28/95,de 18-Ago. 2- O regime jurídico de incompatibilidades e impedimentos constantes da presente Lei, não é aplicável, na parte em que seja inovador, às situações de acumulação validamente constituídas na vigência da Lei anterior, de acordo com o estabelecido no número 5 do artigo 8º da Lei 39-B/94, de 27-Dez.

3- O acima disposto reporta os seus efeitos a 01.01.1994 (data da entrada em vigor do Decreto Lei 413/93, de 23-Dez.), nos termos do nº 6 do art. 8º da Lei 39-B/94, de 27-Dez. Lei n.º 2/2004. D.R. n.º 12, Série I-A de 2004-01-15 Aprova o estatuto do pessoal dirigente dos serviços e organismos da administração central, regional e local do Estado http://dre.pt/pdf1sdip/2004/01/012a00/02930301.pdf Entrada em vigor: 01.02.2004 Nota: 1 - Lei Geral da República; 2 - Nos termos do n.º 3 do artigo 29.º da Lei 64-A/2008 de 31 de Dezembro, o disposto na anterior redacção dos artigos 29.º e 30.º da Lei n.º 2/2004, de 15 de Janeiro, alterada pela Lei n.º 51/2005, de 30 de Agosto, é tomado em consideração para efeitos do reposicionamento remuneratório do dirigente na categoria, nos termos do artigo 104.º da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro, quando ainda não fosse titular da categoria superior da respectiva carreira; 3 - Nos termos do nº 1 do artigo 40.º da Lei 64-A/2008 de 31 de Dezembro, os titulares de cargos dirigentes nomeados ao abrigo da Lei n.º 2/2004, de 15 de Janeiro, alterada pela Lei n.º 51/2005, de 30 de Agosto, ou cuja comissão de serviço seja renovada ao abrigo da mesma lei, ou da Lei n.º 3/2004, de 15 de Janeiro, alterada pela Lei n.º 51/2005, de 30 de Agosto, e pelos Decretos-Leis n.os 200/2006, de 25 de Outubro, e 105/2007, de 3 de Abril, mantêm, até à cessação dessas funções, a inscrição na CGA, I. P., e o pagamento de quotas a este organismo com base nas funções exercidas e na correspondente remuneração. 4 - A entrada em vigor da presente lei não prejudica as nomeações do pessoal dirigente existentes àquela data, nem a contagem dos respectivos prazos. 5 - A suspensão das comissões de serviço ao abrigo do disposto no artigo 19.º da Lei n.º 49/99, de 22 de Junho, mantém-se até ao termo dos mandatos que lhes deram origem. 6 - Mantêm-se válidos os concursos cujos avisos de abertura se encontrem publicados à data de entrada em vigor da presente lei, os quais deverão prosseguir os seus termos ao abrigo da legislação em vigor à data da sua abertura. 7 - O disposto no artigo 33.º da Lei n.º 49/99, de 22 de Junho, aplica-se aos dirigentes que se encontrem em funções à data da entrada em vigor da presente lei e que preencham os requisitos nele previstos até à cessação da respectiva comissão de serviço. 8 - A presente lei prevalece sobre quaisquer disposições gerais ou especiais relativas aos diversos serviços ou organismos. 9 - Os regimes de recrutamento e provimento definidos na presente lei não se aplicam aos cargos dirigentes do Ministério dos Negócios Estrangeiros que, por força de disposição legal própria, tenham de ser providos por pessoal da carreira diplomática. 10 - Nos termos do nº 1 do art. 8º da Lei 51/2005, de 30 de Agosto, o disposto no n.º 4 do artigo 17.º, no n.º 2 do artigo 18.º, no artigo 19.º-A, no n.º 1 do artigo 26.º e nos n.os 3 e 5 do artigo 31.º do presente diploma, na redacção que lhes é conferida por aquela lei, é aplicável aos titulares de cargos dirigentes apenas no termo do prazo da comissão de serviço, ou da respectiva renovação, que se encontre a decorrer na data da sua entrada em vigor, mantendo-se, em tais casos, em vigor as redacções anteriores. 11 - Nos termos do nº 2 do art. 8º da Lei 51/2005, de 30 de Agosto, o disposto no n.º 2 do artigo 24.º e na alínea h) do n.º 1 e nos n.os 3 e 4 do artigo 25.º do presente diploma, é apenas aplicável aos titulares dos cargos de direcção superior que venham a ser nomeados após a entrada em vigor daquela lei. Decreto-Lei n.º 383-A/87. D.R. n.º 294, Suplemento, Série I de 1987-12-23 Presidência do Conselho de Ministros Aprova uma nova regulamentação sobre a fixação dos vencimentos dos dirigentes da Administração Pública http://dre.pt/pdf1sdip/1987/12/29401/00020003.pdf Entrada em vigor: 01.01.1988 Resumo Estabelece que os vencimentos mensais ilíquidos do pessoal dirigente abrangido pela coluna das designações do mapa anexo ao Decreto-Lei 191-F/79, de 26 de Junho, serão determinados em percentagem do valor padrão (100%) fixado para o cargo de director-geral em despacho conjunto do Primeiro-Ministro e do Ministro das Finanças e fixa as respectivas percentagens. Decreto-Lei n.º 331/88. D.R. n.º 224, Série I de 1988-09-27 Ministério das Finanças

Subsídio de alojamento para directores-gerais ou equiparados quando colocados fora de um raio de 100 km da sua residência permanente http://dre.pt/pdf1sdip/1988/09/22400/39343935.pdf Resumo Determina que aos titulares dos cargos de director-geral, secretário-geral e de outros a eles expressamente equiparados que, à data da nomeação, não tenham residência permanente no local em que estejam sediados os respectivos serviços ou organismos ou numa área circundante de 100 km poderá ser concedida habitação por conta do Estado ou atribuído um subsídio de residência. Portaria n.º 1141/2005. D.R. n.º 214, Série I-B de 2005-11-08 Define e regulamenta os cursos específicos para alta direcção em Administração Pública, de cuja frequência e aproveitamento depende, nos termos dos n.os 1 e 5 do artigo 12.º da Lei n.º 2/2004 de 15 de Janeiro, na redacção da Lei n.º 51/2005 de 30 de Agosto, o exercício de cargos de direcção superior e intermédia nos serviços e organismos da administração pública central. Revoga a Portaria n.º 2004 de 23 de Julho http://dre.pt/pdf1sdip/2005/11/214b00/64436446.pdf Define e regulamenta os cursos específicos para alta direcção em Administração Pública, de cuja frequência e aproveitamento depende o exercício de cargos de direcção superior e intermédia nos serviços e organismos da administração pública central. Portaria n.º 264/2006. D.R. n.º 55, Série I-B de 2006-03-17 Ministérios das Finanças e da Administração Pública e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Estabelece os termos em que as instituições de ensino superior podem garantir a formação específica para alta direcção em Administração Pública http://dre.pt/pdf1sdip/2006/03/055b00/19971999.pdf Despacho n.º 26901/2005 (2.ª série). D.R. n.º 249, Série II de 2005-12-29 - Gabinete do Ministro http://dre.pt/pdf2sdip/2005/12/249000000/1809518095.pdf 2.3 Mobilidade Lei n.º 53/2006. D.R. n.º 235, Série I de 2006-12-07 Estabelece o regime comum de mobilidade entre serviços dos funcionários e agentes da Administração Pública visando o seu aproveitamento racional http://dre.pt/pdf1sdip/2006/12/23500/82828294.pdf Portaria n.º 1499-A/2007. D.R. n.º 224, Suplemento, Série I de 2007-11-21 Aprova o regime das comunicações obrigatórias à GerRAP e restantes deveres de colaboração dos serviços no âmbito da gestão de mobilidade especial http://dre.pt/pdf1sdip/2007/11/22401/0000200011.pdf Nota: As normas do presente diploma aplicam -se, com as devidas adaptações, aos trabalhadores com contrato individual de trabalho aos quais seja aplicável o regime jurídico constante da Lei n.º 53/2006, de 7 de Dezembro Despacho n.º 28013/2008. D.R. n.º 212, Série II de 2008-10-31 - Gabinete do Secretário de Estado da Administração Pública Despacho do Secretário de Estado da Administração Pública sobre a situação de mobilidade especial a título voluntário http://dre.pt/pdf2sdip/2008/10/212000000/4444044440.pdf Orientação Técnica DGAEP Critérios de aplicação de cada um dos métodos se selecção de pessoal http://www.dgaep.gov.pt/upload/legis/orientacao_n_3_seap_metodosdeselecao.pdf

Orientação Técnica DGAEP Reinicio de funções em serviço público de pessoal colocado em situação de mobilidade especial http://www.dgaep.gov.pt/upload/legis/orientacao_n_4 seap_tecnicaprocedimentodeseleca o.pdf Decreto-Lei n.º 269/2009. D.R. n.º 190, Série I de 2009-09-30 Estabelece a possibilidade de prorrogação excepcional do prazo legal de mobilidade de trabalhadores em funções públicas e, no contexto do regime de avaliação do desempenho, admite nomeadamente o recurso à ponderação curricular nos casos em que não tenha ocorrido no ano de 2008 http://dre.pt/pdf1sdip/2009/09/19000/0701707018.pdf Entrada em vigor: 01.10.2009 Nota: O prazo previsto no n.º 13 do artigo 58.º e no n.º 1 do artigo 63.º da Lei n.º 12- A/2008, de 27 de Fevereiro, para as situações de mobilidade existentes à data da entrada em vigor do presente decreto-lei, pode ser prorrogado até 31 de Dezembro de 2010, mediante acordo celebrado, respectivamente, nos termos previstos no n.º 2 do artigo 58.º e no n.º 1 do artigo 61.º da mesma lei. 2.4 Sistema Integrado de Avaliação de Desempenho na Administração Pública Lei n.º 66-B/2007. D.R. n.º 250, Suplemento, Série I de 2007-12-28 Estabelece o sistema integrado de gestão e avaliação do desempenho na administração pública http://dre.pt/pdf1sdip/2007/12/25001/0000200021.pdf Entrada em vigor: 29.12.2007 Nota: 1 - O disposto nos diplomas referidos no nº 1 do artigo 88.º é aplicável aos procedimentos de avaliação dos desempenhos prestados até 31 de Dezembro de 2007 e, nos termos dos nºs 1 e 2 do artigo 86.º, aos desempenhos prestados até 31 de Dezembro de 2009 e 31 de Dezembro de 2008, respectivamente; 2 - Os sistemas de avaliação de desempenho elencados nas alíneas a), b), c), d) e e) do nº 4 do artigo 86.º, consideram-se adaptados ao correspondente subsistema do SIADAP, sem prejuízo de eventual revisão, nos termos dos artigos 3.º, 5.º e 6.º; 3 - Os sistemas de avaliação específicos não abrangidos pelo disposto no nº 1 do artigo 86.º, mantêm-se em vigor até à sua revisão para adaptação ao disposto na presente lei, a qual deve ocorrer até 31 de Dezembro de 2008, sob pena de caducidade, sendo a sua aplicação sujeita às regras previstas no artigo 82.º Decreto Regulamentar n.º 18/2009. D.R. n.º 172, Série I de 2009-09-04 Presidência do Conselho de Ministros Adapta aos serviços da administração autárquica o sistema integrado de avaliação do desempenho na Administração Pública (SIADAP), aprovado pela Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro, e revoga o Decreto Regulamentar n.º 6/2006, de 20 de Junho http://dre.pt/pdf1sdip/2009/09/17200/0593505942.pdf Portaria n.º 1633/2007. D.R. n.º 251, Série I de 2007-12-31 Aprova os modelos de fichas de auto-avaliação e avaliação do desempenho no âmbito do sistema integrado de gestão e avaliação de desempenho na Administração Pública (SIADAP). http://dre.pt/pdf1sdip/2007/12/25100/0914109155.pdf Orientação Técnica DGAEP - Conselho coordenador da avaliação dos serviços http://www.dgaep.gov.pt/upload/ccas_orientacao_tecnica.pdf 2.5 Estatuto Disciplinar dos Trabalhadores em Funções Públicas Lei n.º 58/2008. D.R. n.º 174, Série I de 2008-09-09 Estatuto Disciplinar dos Trabalhadores Que Exercem Funções Públicas

http://dre.pt/pdf1sdip/2008/09/17400/0626006274.pdf Entrada em vigor: No início da vigência do Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas (RCTFP) - (01.01.2009) Nota: 1 - Nos termos do nº1 do art.3º, e sem prejuízo do disposto no número seguinte, aos trabalhadores referidos no n.º 4 do artigo 88.º da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro, é aplicável o disposto no Estatuto quanto aos trabalhadores que exercem funções na modalidade de contrato de trabalho em funções públicas; 2 - Nos termos do nº1 do art. 4º, e sem prejuízo do disposto nos números seguintes, o Estatuto é imediatamente aplicável aos factos praticados, aos processos instaurados e às penas em curso de execução na data da sua entrada em vigor, quando o seu regime se revele, em concreto, mais favorável ao trabalhador e melhor garanta a sua audiência e defesa; 3 - As remissões de normas contidas em actos legislativos ou regulamentares para o Estatuto Disciplinar aprovado pelo Decreto-Lei n.º 24/84, de 16 de Janeiro, consideram-se efectuadas para as disposições correspondentes do Estatuto Disciplinar ora aprovado; 4 - Sem prejuízo do disposto nos nºs 2 a 14 do artigo 4.º, o Estatuto é imediatamente aplicável aos factos praticados, aos processos instaurados e às penas em curso de execução na data da sua entrada em vigor, quando o seu regime se revele, em concreto, mais favorável ao trabalhador e melhor garanta a sua audiência e defesa. 2.6 Protecção social Lei n.º 60/2005. D.R. n.º 249, Série I-A de 2005-12-29 Estabelece mecanismos de convergência do regime de protecção social da função pública com o regime geral da segurança social no que respeita às condições de aposentação e cálculo das pensões http://dre.pt/pdf1sdip/2005/12/249a00/73117313.pdf Entrada em vigor: 01.01.2006 Nota: 1 - A Caixa Geral de Aposentações deixa, a partir de 1 de Janeiro de 2006, de proceder à inscrição de subscritores. 2 - O pessoal que inicie funções a partir de 1 de Janeiro de 2006 ao qual, nos termos da legislação vigente, fosse aplicável o regime de protecção social da função pública em matéria de aposentação, em razão da natureza da instituição a que venha a estar vinculado, do tipo de relação jurídica de emprego de que venha a ser titular ou de norma especial que lhe conferisse esse direito, é obrigatoriamente inscrito no regime geral da segurança social. Lei n.º 11/2008. D.R. n.º 36, Série I de 2008-02-20 Procede à primeira alteração à Lei n.º 53/2006 de 7 de Dezembro, que torna extensivo o regime de mobilidade especial aos trabalhadores com contrato individual de trabalho, procede à vigésima sexta alteração ao Decreto-Lei n.º 498/72 de 9 de Dezembro, que consagra o Estatuto da Aposentação, procede à segunda alteração à Lei n.º 60/2005 de 29 de Dezembro, procede à primeira alteração à Lei n.º 52/2007 de 31 de Agosto, e cria a protecção no desemprego de trabalhadores da Administração Pública http://dre.pt/pdf1sdip/2008/02/03600/0114701153.pdf Entrada em vigor: 21.02.2008 Nota: Produz efeitos em 01.01.2008 Lei n.º 4/2009. D.R. n.º 20, Série I de 2009-01-29 Define a protecção social dos trabalhadores que exercem funções públicas http://dre.pt/pdf1sdip/2009/01/02000/0059800602.pdf 30.01.2009, sem prejuízo dos nºs 2 e 3 do art. 32º, conforme a redacção dada pela Lei 10/2009, de 10 de Março. Com excepção do artigo 19.º, o capítulo iii entra em vigor, relativamente a cada uma das eventualidades referidas no artigo 13.º, na data de início de vigência dos decretos-leis que procedam à sua regulamentação, conforme a nova redacção referida. Nota: 1 - Os diplomas que regulamentam, no regime de protecção social convergente, as eventualidades previstas no artigo 13.º procedem à revogação de todas as normas que contrariem o disposto na presente lei;

2 - Até ao início da vigência da regulamentação prevista no artigo 29.º, mantêm-se em vigor os regimes legais e regulamentares que regulam as várias eventualidades do regime de protecção social convergente; 3 - Aos trabalhadores, abrangidos pelo regime de protecção social da função pública à data de entrada em vigor da presente lei e que se encontrem a exercer funções em entidades referidas no n.º 3 do artigo 4.º, aplica-se o regime de protecção social convergente; 4 - Aos trabalhadores referidos na alínea a) do artigo 7.º, cuja relação jurídica de emprego tenha sido constituída entre 1 de Janeiro de 2006 e a data de entrada em vigor prevista no n.º 1 do artigo 32.º, é aplicável o regime constante do Decreto-Lei n.º 117/2006, de 20 de Junho, caso ocorram as eventualidades de doença, maternidade, paternidade e adopção, desemprego e doença profissional, sempre que necessário 5 - A presente lei produz efeitos à data de entrada em vigor do regime do contrato de trabalho em funções públicas previsto no artigo 87.º da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro, conforme a nova redacção dada ao art. 32º pela Lei 10/2009, de 10 de Março. Circular 3/GDG/2009 Protecção social dos trabalhadores que exercem funções públicas, a partir de 1 de Janeiro de 2009, definida pela Lei n.º 4/2009, de 29 de Janeiro. http://www.dgaep.gov.pt/upload/legis/2009_circular_3_gdg_25_03.pdf Decreto-Lei n.º 503/99. D.R. n.º 271, Série I-A de 1999-11-20 Presidência do Conselho de Ministros Aprova o novo regime jurídico dos acidentes em serviço e das doenças profissionais no âmbito da Administração Pública http://dre.pt/pdf1sdip/1999/11/271a00/82418256.pdf Entrada em vigor: 01.05.2000 Nota: Nos termos do artigo 31.º do Decreto-Lei 69-A/2009 de 24 de Março, a aplicação do regime previsto nos nºs. 2 e 3 do art. 6.º do Decreto-Lei 503/99, de 20 de Novembro, continua suspensa, sendo repristinadas as normas que permitem à Secretaria-Geral do continuar a pagar directamente aos interessados as despesas decorrentes de acidentes em serviço e de doenças profissionais. Decreto-Lei n.º 117/2006. D.R. n.º 117, Série I-A de 2006-06-20 Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social Define a transição do regime obrigatório de protecção social aplicável dos funcionários públicos para o regime geral de segurança social dos trabalhadores por conta de outrem http://dre.pt/pdf1sdip/2006/06/117a00/43684369.pdf Entrada em vigor: 21.06.2006 Nota: Nos termos dos nºs 1 e 2 do art. 30.º da Lei 4/2009 de 29 de Janeiro, aos trabalhadores referidos na alínea a) do seu artigo 7.º, cuja relação jurídica de emprego tenha sido constituída entre 1 de Janeiro de 2006 e a data de entrada em vigor prevista no n.º 1 do artigo 32.º, é aplicável o regime constante do Decreto-Lei n.º 117/2006, de 20 de Junho, caso ocorram as eventualidades de doença, maternidade, paternidade e adopção, desemprego e doença profissional, sempre que necessário. Portaria n.º 168/2007. D.R. n.º 25, Série I de 2007-02-05 Ministérios das Finanças e da Administração Pública e do Trabalho e da Solidariedade Social Estabelece as normas de execução necessárias à aplicação do Decreto-Lei n.º 117/2006 de 20 de Junho, que define as regras aplicáveis às situações de transição do regime de protecção social dos funcionários e agentes da Administração Pública para o regime geral de segurança social dos trabalhadores por conta de outrem http://dre.pt/pdf1sdip/2007/02/02500/09590960.pdf Nota: Este diploma reporta os seus efeitos à data de entrada em vigor do Decreto-Lei nº 117/2006 de 20 de Junho (21.06.2006). Decreto-Lei n.º 89/2009. D.R. n.º 70, Série I de 2009-04-09 Regulamenta a protecção na parentalidade, no âmbito da eventualidade maternidade, paternidade e adopção, dos trabalhadores que exercem funções públicas integrados no regime de protecção social convergente http://dre.pt/pdf1sdip/2009/04/07000/0218002187.pdf Entrada em vigor: 01.05.2009

Nota: 1 - Em tudo o que não se encontre especificamente regulado no presente decreto-lei é subsidiariamente aplicável o disposto na legislação do regime geral de segurança social relativa à protecção na parentalidade, no âmbito da eventualidade maternidade, paternidade e adopção, salvo no que respeita à organização e ao financiamento; 2 - Para efeitos do disposto no n.º 4 do artigo 29.º da Lei n.º 4/2009, de 29 de Janeiro, sempre que, em cada caso concreto, o montante dos subsídios previstos no presente decreto-lei resulte inferior ao valor da remuneração líquida que seria devida nos termos do regime aplicável em 31 de Dezembro de 2008, a entidade empregadora atribui um benefício complementar de valor igual à diferença. Decreto-Lei n.º 4/89. D.R. n.º 5, Série I de 1989-01-06 Ministério das Finanças Estabelece condições de processamento uniforme do abono para falhas aos funcionários e agentes da Administração http://dre.pt/pdf1sdip/1989/01/00500/00430043.pdf Nota: 1 - O presente diploma é aplicável aos funcionários e agentes da administração central e dos institutos públicos que revistam a natureza de serviços personalizados ou de fundos públicos, com excepção, nos termos do art. 6.º, do pessoal das tesourarias da Fazenda Pública. 2 - O disposto no presente diploma produz efeitos a partir de 01.02.1989. 3 - Nos termos do nº 2 do artigo 2.º da Lei 64-A/2008 de 31 de Dezembro, no Decreto-Lei n.º 4/89, de 6 de Janeiro, todas as referências a funcionários e agentes devem ser tidas por feitas a trabalhadores, independentemente da modalidade de constituição da relação jurídica de emprego público ao abrigo da qual exercem funções. Despacho n.º 15409/2009. D.R. n.º 130, Série II de 2009-07-08 - Gabinete do Ministro Abono para falhas http://dre.pt/pdf2sdip/2009/07/130000000/2666626666.pdf Decreto-Lei n.º 118/83. D.R. n.º 46, Série I de 1983-02-25 Ministérios das Finanças e do Plano e da Reforma Administrativa Estabelece o funcionamento e o esquema de benefícios da Direcção-Geral de Protecção Social aos Funcionários e Agentes da Administração Pública (ADSE) http://dre.pt/pdf1sdip/1983/02/04600/06310642.pdf Entrada em vigor: 26.02.1983 Decreto-Lei n.º 122/2007. D.R. n.º 82, Série I de 2007-04-27 Aprova o regime de acção social complementar dos trabalhadores da administração directa e indirecta do Estado http://dre.pt/pdf1sdip/2007/04/08200/26162618.pdf Entrada em vigor: 01.05.2007 3 Legislação aplicável a trabalhadores nomeados Art. 8.º da Lei n.º 59/2008, de 11 de Setembro Aprova o Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas aplicáveis a trabalhadores nomeados Decreto-Lei n.º 47/87. D.R. n.º 24, Série I de 1987-01-29 Ministério das Finanças Estabelece normas relativas à fixação de residência pelos funcionários e agentes da administração pública, central e local e dos institutos públicos. Revoga o Decreto-Lei n.º 41396 de 26 de Novembro de 1957 http://dre.pt/pdf1sdip/1987/01/02400/03550355.pdf Decreto-Lei n.º 259/98. D.R. n.º 189, Série I-A de 1998-08-18 Presidência do Conselho de Ministros

Estabelece as regras e os princípios gerais em matéria de duração e horário de trabalho na Administração Pública http://dre.pt/pdf1sdip/1998/08/189a00/40534062.pdf Entrada em vigor: 19.08.1998 Nota: 1 - O regime instituído no presente diploma aplica-se a todos os serviços da Administração Pública, incluindo os institutos públicos que revistam a natureza de serviços personalizados ou de fundos públicos. 2 - No presente diploma, todas as referências a funcionários e agentes devem ser tidas por feitas a trabalhadores nomeados, nos termos do nº 2 do art. 25.º da Lei n.º 64-a/2008, de 31 de Dezembro. Decreto-Lei n.º 100/99. D.R. n.º 76, Série I-A de 1999-03-31 Presidência do Conselho de Ministros Estabelece o regime de férias, faltas e licenças dos funcionários e agentes da administração central, regional e local, incluindo os institutos públicos que revistam a natureza de serviços personalizados ou de fundos públicos http://dre.pt/pdf1sdip/1999/03/076a00/17741790.pdf Nota: 1 - Lei Geral da República 2 - O presente diploma aplica-se aos funcionários e agentes, ainda que em regime de tempo parcial, da administração central, regional e local, incluindo os institutos públicos que revistam a natureza de serviços personalizados ou de fundos públicos. 3 - O novo regime de recuperação de vencimento de exercício produz efeitos a 01.01.1998. 4 - As faltas por maternidade ou paternidade, as faltas para consultas pré-natais e amamentação e as faltas por adopção, regem-se pelo disposto nas Leis n.os 4/84, de 5 de Abril, 17/95, de 9 de Junho, 102/97, de 13 de Setembro, e 18/98, de 28 de Abril. 5 - Nos termos dos nºs 3 e 4 do artigo 26.º da Lei 64-A/2008 de 31 de Dezembro (Lei do Orçamento para 2009), no Decreto-Lei n.º 100/99, de 31 de Março, todas as referências a funcionários e agentes devem ser tidas por feitas a trabalhadores nomeados. O disposto no artigo 51.º do mesmo diploma, na redacção da citada lei, é aplicável, com as necessárias adaptações, aos trabalhadores contratados. Portaria n.º 118/96. D.R. n.º 90, Série I-B de 1996-04-16 Ministério das Finanças Define o âmbito territorial da competência dos médicos da ADSE ou por ela convencionados ou credenciados, incumbidos da verificação domiciliária da doença dos funcionários e agentes da Administração Pública http://dre.pt/pdf1sdip/1996/04/090b00/08730873.pdf Despacho Conjunto 179/89-XI, de 22 de Setembro Faltas por doença incapacitante http://www.dgap.gov.pt/upload/legis/1989_despconj_a_179_xi.pdf 4 Legislação aplicável a trabalhadores contratados Lei n.º 59/2008. D.R. n.º 176, Série I de 2008-09-11 Aprova o Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas http://dre.pt/pdf1sdip/2008/09/17600/0652406630.pdf Entrada em vigor: 01.01.2009 Nota: 1 - As remissões de normas contidas em diplomas legais ou regulamentares para a legislação revogada por efeito do artigo 18.º consideram-se feitas para as disposições correspondentes do Regime e do Regulamento; 2 - As disposições do capítulo vii do título ii do Regime, sobre cessação do contrato, não são aplicáveis aos actuais trabalhadores nomeados definitivamente que, nos termos do n.º 4 do artigo 88.º da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro, devam transitar para a modalidade de contrato por tempo indeterminado; 3 - A entrada em vigor do diploma que regular a matéria da protecção da maternidade e da paternidade, revogando as disposições dos artigos 33.º a 52.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto, e dos artigos 66.º a 113.º da respectiva regulamentação, aprovada pela Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho, determina a cessação da vigência dos artigos 24.º a 43.º do Regime e 40.º a 86.º do Regulamento, aplicando-se de

imediato aos trabalhadores que exerçam funções públicas, nas modalidades de contrato de trabalho em funções públicas e de nomeação, com as necessárias adaptações, o disposto naqueles diplomas sobre a mesma matéria; 4 - Em caso de faltas para assistência a membros do agregado familiar previstas na lei, o trabalhador integrado no regime de protecção social convergente tem direito a um subsídio nos termos da respectiva legislação; 5 - As regras para a fixação da prestação a atribuir na situação de pré-reforma que corresponda à suspensão da prestação de trabalho são fixadas por decreto regulamentar (n.º 3 do artigo 239.º do Regime); 6 - As comissões de serviço exercidas ao abrigo dos artigos 244.º a 248.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto, mantêm-se até ao final do respectivo prazo ou até à revisão do estatuto referido no n.º 1 do artigo 6.º da presente lei; 7 - O Despacho n.º 19595/2009 de 26 de Agosto, determina que, para efeitos da alínea a) do n.º 2 do artigo 161.º da Lei n.º 59/2008, de 11 de Setembro, que aprovou o Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas, esta deve ser interpretada no sentido de se considerarem aí abrangidos os Bombeiros Profissionais da Administração Local: Sapadores e Municipais. Portaria n.º 609/2009. D.R. n.º 109, Série I de 2009-06-05 Aprova o modelo de registo de trabalho extraordinário e os elementos que deve conter http://dre.pt/pdf1sdip/2009/06/10900/0350203503.pdf Lei n.º 7/2009. D.R. n.º 30, Série I de 2009-02-12 Aprova a revisão do Código do Trabalho - subsecção da parentalidade http://dre.pt/pdf1sdip/2009/02/03000/0092601029.pdf Entrada em vigor: 17.02.2009, com excepção dos n.os 1, 3 e 4 do artigo 356.º, dos artigos 358.º, 382.º, 387.º e 388.º, do n.º 2 do artigo 389.º e do n.º 1 do artigo 391.º que entram em vigor na data de início de vigência da legislação que proceda à revisão do Código de Processo do Trabalho e dos artigos 34.º a 62.º que entram em vigor na data de início de vigência da legislação que regule o regime de protecção social da parentalidade. Nota: 1 - O regime sancionatório constante do Código do Trabalho não revoga qualquer disposição do Código Penal; 2 - O disposto na alínea a) do n.º 2 do artigo 197.º do Código do Trabalho não é aplicável até à entrada em vigor de convenção colectiva que disponha sobre a matéria, mantendo-se em vigor, durante esse período, o previsto no artigo 1.º da Lei n.º 21/96, de 23 de Julho, e na alínea a) do n.º 1 do artigo 2.º da Lei n.º 73/98, de 10 de Novembro; 3 - Sem prejuízo do disposto no artigo 7.º e nos seguintes, ficam sujeitos ao regime do Código do Trabalho aprovado pela presente lei os contratos de trabalho e os instrumentos de regulamentação colectiva de trabalho celebrados ou adoptados antes da entrada em vigor da referida lei, salvo quanto a condições de validade e a efeitos de factos ou situações totalmente passados anteriormente àquele momento; 4 - O regime estabelecido no n.º 4 do artigo 148.º do Código do Trabalho, anexo à presente lei, relativo à duração de contrato de trabalho a termo incerto aplica-se a situações constituídas ou iniciadas antes da sua entrada em vigor, contando-se o período de seis anos aí previsto a partir da data de entrada em vigor da presente lei; 5 - As associações sindicais e as associações de empregadores que, nos últimos seis anos, não tenham requerido, nos termos legalmente previstos, a publicação da identidade dos respectivos membros da direcção dispõem de 12 meses, contados a partir da entrada em vigor desta lei, para requerer aquela publicação; 6 - As licenças previstas nas alíneas a), b) e c) do artigo 39.º e no artigo 44.º são aplicáveis aos trabalhadores que estejam a gozar licença por maternidade, paternidade e adopção nos termos do artigo 35.º, da alínea c) do n.º 2 do artigo 36.º e do artigo 38.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto, e nos termos do artigo 68.º, do n.º 3 do artigo 69.º e do artigo 71.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho, contando-se, para efeito daquelas licenças, os períodos de gozo de licença já decorridos. Resumo Aprova a revisão do Código do Trabalho. Prevê um regime específico de caducidade de convenção colectiva da qual conste cláusula que faça depender a cessação da sua vigência de substituição por outro instrumento de regulamentação colectiva de trabalho. Despacho n.º 16372/2009. D.R. n.º 138, Série II de 2009-07-20 - Gabinete do Secretário de Estado da Administração Pública

Acumulação de férias http://dre.pt/pdf2sdip/2009/07/138000000/2827328273.pdf 5 Negociação colectiva Lei n.º 23/98. D.R. n.º 121, Série I-A de 1998-05-26 Estabelece o regime de negociação colectiva e a participação dos trabalhadores da Administração Pública em regime de direito público http://dre.pt/pdf1sdip/1998/05/121a00/24702472.pdf Entrada em vigor: 27.05.1998 Nota: 1 -Lei Geral da República. 2 - O presente diploma aplica-se a todo o território nacional. 3 - Os órgãos de governo próprio das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira observam, relativamente às administrações regionais e no âmbito das suas competências, o regime previsto no presente diploma. Acordo colectivo de trabalho n.º 1/2009. D.R. n.º 188, Série II de 2009-09-28 - Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público Acordo colectivo de carreiras gerais http://dre.pt/pdf2sdip/2009/09/188000000/3957039573.pdf