NPT 034 HIDRANTE URBANO



Documentos relacionados
NORMA TÉCNICA 34/2014

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 34/2015

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº.

NORMA TÉCNICA CBMPB N.º HIDRANTE URBANO

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 34/01 HIDRANTE DE COLUNA

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA N 04

Sistema de proteção por extintores de incêndio

Símbolos Gráficos para Projeto de Segurança contra Incêndio

ACESSO DE VIATURAS NA EDIFICAÇÃO E ÁREAS DE RISCO

NORMA TÉCNICA 23/2014

SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO. Corpo de Bombeiros INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 34/2011

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR PORTARIA Nº 013 GCG/2012-CG NORMA TÉCNICA N.º 003/2012 CBMPB HIDRANTE URBANO

PORTARIA N 004/DSCIP/CBMMT/2016

IT 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS SISTEMA DE DETECÇÃO VEICULAR OVERHEAD

INSTRUÇÃO NORMATIVA N.º 005/2014 EXCLUSÃO DE TRECHOS RODOVIÁRIOS PELO SISTEMA RODOVIÁRIO ESTADUAL

TAMPÕES DE FERRO FUNDIDO DÚCTIL

ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR

NORMA TÉCNICA 37/2014

IT - 29 HIDRANTE PÚBLICO

NORMA TÉCNICA N o 30 HIDRANTE PÚBLICO

05. COMUNICAÇÃO VISUAL EXTERNA

NORMA TÉCNICA Nº. 21/2012 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES

SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR INSTRUÇÃO TÉCNICA Nº 04/2016 SÍMBOLOS GRÁFICOS PARA PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

RESOLUÇÃO TÉCNICA CBMRS Nº 03 SÍMBOLOS GRÁFICOS 2015

Escopo examinado: inspeção das instalações e condições do sistema de prevenção de incêndios

NORMA TÉCNICA 39/2014

RESOLUÇÃO TÉCNICA CBMRS Nº 05 - PARTE 07 PROCESSO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO: EDIFICAÇÕES EXISTENTES, HISTÓRICAS E TOMBADAS 2014

NORMA TÉCNICA E PROCEDIMENTOS PARA REALIZAR ALTERAÇÕES NO BANCO DE DADOS CORPORATIVO

ENASE 2007 TRANSMISSÃO DE ENERGIA: CENÁRIO ATUAL E EVOLUÇÃO DA REGULAÇÃO

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DIRETORIA GERAL DE SERVIÇOS TÉCNICOS PROCESSO SIMPLIFICADO

PROVA DISCURSIVA. ano. Gráfico População Brasileira IBGE 1940, 1950, 1960, 1970, 2000 E 2008b. Internet:<

MANUAL DE IDENTIDADE VISUAL DO VALE-CULTURA

PAC 08. Procedimento Padrão de Higiene Operacional - PPHO Derivados Cárneos

NORMA TÉCNICA CAERN

DECISÃO TÉCNICA AMPLA DTA-054/2016 R-00

Secretaria da Administração

MUNICÍPIO DE ITÁPOLIS SP

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA

REGISTO DE ENTIDADES NA ANPC (Portaria n.º 773/2009, de 21 de Julho e Despacho 10738/2011 de 30 de Agosto) PERGUNTAS MAIS FREQUENTES

Critérios Básicos para Elaboração de Projeto e Construção de Rede de Distribuição com Poste de Concreto Duplo T

ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA UTILIZAÇÃO DA FAIXA DE DOMÍNIO

RESOLUÇÃO TÉCNICA CBMRS Nº 14 EXTINTORES DE INCÊNDIO 2016

OBJETIVO: APLICAÇÃO:

APLICAÇÃO DE PLACAS IDENTIFICADORAS PARA EQUIPAMENTOS DA REDE AÉREA DE DISTRIBUIÇÃO

ATO Nº 17 DE 1º DE MARÇO DE 1992 (antigo Ato n.º 08/92)

CAPIVARI RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE. Relatório R2 Não Conformidades

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS

LEGISLAÇÃO SANITÁRIA FEDERAL DE LEITE E DERIVADOS

Requalificação de Recipientes Transportáveis para Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)

ANEXO X. Especificações Técnicas. Concorrência nº. 003/2011

NORMA DE TRANSMISSÃO UNIFICADA NTU-013 INSPEÇÃO E AVALIAÇÃO TÉCNICA DE FORNECEDORES DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS

PPCI QUALIDADE ABNT PLANO DE PREVENÇÃO E PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO. RCC ENGENHARIA DE INCÊNDIO Eng. Alexandre Rava de Campos

Manual de Identidade Visual. 1º Caderno - Características da logomarca e regras gerais de aplicação.

PROC IBR EDIF /2014

ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST)

3 ASPECTOS AMBIENTAIS Não se aplica Elaboração Revisão Aprovação Histórico da Alteração

Caderno de Diretrizes Cicloviárias. Projeto de Sinalização

SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO - SGI (MEIO AMBIENTE, SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO) CONTROLE DE DOCUMENTOS e REGISTROS

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL

Procedimentos administrativos Parte 4 Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta

Manual Logomarca ITAC Produtos

Planejamento da Expansão do Sistema de Transmissão. Reforços Estruturais para o Mato Grosso do Sul

Censo Demográfico Aglomerados subnormais Primeiros resultados

PROJETO DE LEI Nº..., DE (Do Deputado REGUFFE)

MANUAL DE INSTALAÇÃO ABRIGO MODELO. O novo abrigo de ligação facilitará a vida de todos.

Manual de Estágio. Gestor

5) Defina Saúde Pública. Saúde Pública: promoção da saúde por meio de medidas de alcance coletivo.

ANEXO 3 GERENCIAMENTO DE MODIFICAÇÕES

PEDIDO DE RECEÇÃO PROVISÓRIA DE OBRAS DE URBANIZAÇÃO E REDUÇÃO DA CAUÇÃO

MINISTÉRIO DAS CIDADES. PORTARIA Nº 24, DE 18 DE JANEIRO DE 2013 (Publicada no DOU, em 21/01/13 Seção 1, págs. 70/71)

Banheiro Boxes para chuveiro e ducha Área de transferência

DIRETRIZES GERAIS PARA PROJETO DE SINALIZAÇÃO TURÍSTICA EQUIPE DE SINALIZAÇÃO E PAISAGISMO DAER

E-QP-EIF-076 REV. B 14/Abr/2008 PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO DE FABRICAÇÃO PINTURA INDUSTRIAL - INSTRUÇÕES AO CANDIDATO - GERAL -

28 de abril - Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho Jorge Maia Alves Subdiretor

A T O Nº. 04 / O DIRETOR GERAL DO SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA, no uso de suas atribuições legais,

Ficha Técnica de Fiscalização ALOJAMENTO LOCAL

PROJETOS FEHIDRO FUNDO ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS DO ESTADO DE SÃO PAULO

Regulamento paraa Certificação do Sistema de Gestão da Saúde e Segurança Ocupacional

RESOLUÇÃO N.º 024/2002-CEMA, de 26 de agosto de 2.002

PROGRAMA DE APOIO A PESQUISA E INICIAÇÃO CIENTÍFICA DAS FACULDADES INTEGRADAS EINSTEIN DE LIMEIRA PAPIC- EINSTEIN

Norma Técnica Interna SABESP NTS 023

INTRODUÇÃO E CONCEPÇÃO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA

DOSSIER DE ACREDITAÇÃO PARA FORMAÇÃO EM SIV

PROCEDIMENTO INTERNO

Escola SENAI Alfried Krupp CFP 568

Transcrição:

Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 034 Hidrante Urbano CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 9páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências Normativas e Bibliográficas 4 Definições 5 Procedimentos ANEXOS A - Cores padrão para a identificação da vazão dos hidrantes urbanos B - Esquema de instalação do hidrante urbano e relação de seus componentes C - Posicionamento do hidrante urbano no passeio público D - Sinalização horizontal hidrante de coluna 1 OBJETIVO Estabelecer a regulamentação das condições mínimas para a instalação de hidrante urbano, atendendo ao previsto no Código de Segurança Contra Incêndios e Pânico do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. 2 APLICAÇÃO 2.1 Esta Norma de Procedimento Técnico (NPT) tem caráter recomendativo e refere-se à instalação de hidrantes urbanos na rede pública de distribuição de água e em loteamentos e condomínios, dos municípios conveniados, respeitadas as respectivas legislações municipais vigentes. 2.2 Fica facultado aos demais municípios adotá-la, mediante legislação municipal específica. 3 REFERÊNCIAS NORMATIVAS E BIBLIOGRÁFICAS Instrução Técnica nº 01/2011 Procedimentos Administrativos. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. 1

Instrução Técnica nº 04/2011 Símbolos gráficos para projetos de segurança contra incêndio. Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo. NBR 5667 - Hidrantes urbanos de incêndio de ferro fundido dúctil 3 partes. NBR 12218 - Projeto de rede de distribuição de água para abastecimento público. Almeida, Cap Nelson de. Hidrantes urbanos critérios para instalações na cidade de São Paulo. CAO/II. PMESP São Paulo -1996. Scheffer, Cap Celso - Expansão da rede de hidrantes urbanos da cidade de Guarulhos. CAO/I - PMESP, São Paulo 1998. 4 DEFINIÇÕES Aplicam-se as definições constantes da NPT 003 Terminologia de Segurança Contra Incêndio. 5 PROCEDIMENTOS 5.1 Instalação de hidrantes urbanos em loteamentos e condomínios 5.1.1 O loteador deve projetar e instalar, além dos demais serviços e equipamentos urbanos obrigatórios, hidrantes urbanos nas redes de distribuição de água do loteamento ou condomínio. 5.1.2 Devem ser observados os seguintes parâmetros para o projeto: 5.1.2.1 Loteamentos industriais: a) os hidrantes urbanos devem ter, cada um, um raio de ação de, no máximo 300 m, devendo atender a toda a área do loteamento; b) o hidrante urbano mais desfavorável deve fornecer uma vazão mínima de 2000 l/min, sendo que deve haver, no mínimo, 2 hidrantes urbanos no loteamento; c) os hidrantes urbanos devem ser instalados em rede de diâmetro mínimo de 150 mm. 5.1.2.2 Demais loteamentos e condomínios: a) os hidrantes urbanos devem ter, cada um, um raio de ação de, no máximo 300 m, devendo atender a toda a área do loteamento; b) o hidrante urbano mais desfavorável deve fornecer uma vazão entre 1000 l/min e 2000 l/min, sendo que deve haver, no mínimo, 2 hidrantes urbanos no loteamento; c) os hidrantes urbanos devem ser instalados em rede de diâmetro mínimo de 150 mm. 5.1.3 Recomenda-se que a concessionária local dos serviços de água e esgotos ou a prefeitura somente assine o aceite da rede de distribuição de água do loteamento após a inspeção e testes dos hidrantes urbanos e após a verificação de que foram instalados conforme projeto aprovado, além do cumprimento dos demais requisitos legais pertinentes. 5.1.4 O disposto neste item aplica-se igualmente aos loteamentos implantados pela administração direta ou indireta. 5.2 Instalação de hidrante urbano na rede pública 2

5.2.1 À concessionária local dos serviços de águas e esgotos é atribuída a competência para o projeto, a instalação, a substituição e a manutenção dos hidrantes urbanos. 5.2.2 A concessionária, em conjunto com o Corpo de Bombeiros local, deve estabelecer os locais para a instalação dos hidrantes urbanos. 5.2.3 O espaçamento entre os hidrantes urbanos, vazão e pressão devem ser estipulados pela concessionária em conjunto com o Corpo de Bombeiros, com base nesta NPT, nas normas técnicas brasileiras vigentes e nas condições da rede pública de distribuição de água local. 5.2.4 Os hidrantes urbanos devem ser preferencialmente instalados nas esquinas das vias públicas e no meio das grandes quadras. 5.2.5 Os hidrantes urbanos, desta forma, devem ser instalados até que toda a área urbana e distritos do município sejam totalmente atendidos por este benefício, após o que ele pode ser estendido à área rural. 5.2.6 Recomenda-se que a concessionária local dos serviços de água e esgotos, ao implantar novas redes de distribuição de água ou substituir as antigas, faça a previsão e a instalação dos hidrantes urbanos respectivos, atendendo ao disposto no item 5.2.3. 5.2.6.1 A concessionária pode também estudar a possibilidade da substituição dos hidrantes subterrâneos existentes por hidrantes urbanos, bem como a substituição da rede de água em obras de reforço do abastecimento. 5.2.7 O Corpo de Bombeiros da área deve solicitar à concessionária local dos serviços de água o conserto dos defeitos constatados nos hidrantes urbanos, de forma a mantê-los sempre em perfeitas condições de funcionamento. 5.2.8 O Corpo de Bombeiros deve solicitar à concessionária local dos serviços de água que indique a localização dos hidrantes urbanos em mapa circunstanciado, mantendo-o constantemente atualizado. 5.2.9 A instalação de que trata o item 5.3.5 deve ser feita em redes de, no mínimo, 150 mm de diâmetro. 5.2.9.1 No município com população de até 100.000 habitantes, excepcionalmente, deve ser aceita a instalação de hidrantes urbanos em redes de diâmetro mínimo de 100 mm, desde que as redes sejam existentes. 5.3 Identificação da vazão do hidrante urbano 5.3.1 Os capacetes e os tampões dos hidrantes urbanos devem ser pintados conforme o padrão constante do Anexo A. 5.3.2 Deve-se entender que a identificação dos hidrantes urbanos constante do item 5.3.1 representa somente a capacidade individual de cada hidrante urbano e não de um grupo de hidrantes urbanos funcionando simultaneamente. 5.3.3 O Corpo de Bombeiros da área de atuação deve enviar à concessionária local dos serviços de águas e esgotos cópia do relatório com o resultado dos testes da vazão dos hidrantes urbanos para avaliação do desempenho da rede. 3

5.3.4 Para melhor visualização o corpo de hidrante deve ser pintado de amarelo. 5.4 Identificação da proibição de estacionamento 5.4.1 Para melhorar a identificação da proibição de estacionamento em frente de cada hidrante urbano deve ser pintada com tinta específica para pisos a sinalização descrita no Anexo D. 5.4.2 A responsabilidade para implantar a sinalização descrita no item anterior deve ser da concessionária local dos serviços de águas e esgotos ou da secretaria de trânsito do município, quando houver. 5.5 Recomendação 5.5.1 Tendo em vista a dificuldade de visualização, a grande possibilidade de obstrução e de contaminação da água, recomenda-se a não instalação de hidrante do tipo subterrâneo na rede pública de distribuição de água e nas redes dos loteamentos e condomínios. 5.5.2 Pelos mesmos motivos elencados no item 5.5.1, recomenda-se que os hidrantes subterrâneos existentes sejam gradativamente desativados para a finalidade de combate a incêndios e, após análise de viabilidade, sejam substituídos por hidrantes urbanos, fabricados de acordo com a NBR 5667/06. 4

ANEXO A CORES PADRÃO PARA A IDENTIFICAÇÃO DA VAZÃO DOS HIDRANTES URBANOS a) hidrante com vazão maior do que 2.000 L/min Fonte: Procedimento Operacional Padrão de Teste de Hidrantes do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo b) hidrante com vazão entre 1.000 L e 2.000 L/min Fonte: Procedimento Operacional Padrão de Teste de Hidrantes do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo 5

ANEXO A (continuação) CORES PADRÃO PARA A IDENTIFICAÇÃO DA VAZÃO DOS HIDRANTES URBANOS c) hidrante com vazão menor do que 1.000 L/min Fonte: Procedimento Operacional Padrão de Teste de Hidrantes do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo 6

ANEXO B ESQUEMA DE INSTALAÇÃO DO HIDRANTE URBANO E RELAÇÃO DE SEUS COMPONENTES 7

ANEXO C POSICIONAMENTO DO HIDRANTE URBANO NO PASSEIO PÚBLICO 8

ANEXO D SINALIZAÇÃO HORIZONTAL HIDRANTE DE COLUNA Corredor preferencial TIPO H1 Calçada frente particular TIPO H2 Calçada frente área pública 9