Capítulo 3 VAZÃO... 49



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SUMÁRIO Capítulo 1 INTRODUÇÃO... 1 1.1 CONCEITOS BÁSICOS DE INSTRUMENTAÇÃO PARA CONTROLE DE PROCESSOS... 1 1.1.1 Sistema em Malha Aberta... 2 1.1.2 Sistema em Malha Fechada... 3 1.2 CARACTERÍSTICAS GERAIS DE INSTRUMENTOS... 5 1.2.1 Classes de Instrumentos... 5 1.2.2 Definições... 6 1.3 IDENTIFICAÇÃO E SÍMBOLOS DE INSTRUMENTOS... 8 1.3.1 Padronização ISA... 8 1.3.2 Exemplos de Simbologia... 14 1.4 REFERÊNCIAS... 14 ANEXOS EXEMPLOS DE SIMBOLOGIA... 15 Capítulo 2 PRESSÃO... 21 2.1 INTRODUÇÃO... 21 2.2 GENERALIDADES... 21 2.2.1 Unidades de Pressão... 21 2.2.2 Definições de Pressão... 23 2.2.3 Pressões Estática, Dinâmica, Total e Diferencial... 24 2.2.4 Teorema de Stevin... 26 2.2.5 Princípio de Pascal... 27 2.3 ELEMENTOS MECÂNICOS PARA MEDIÇÃO DE PRESSÃO... 28 2.3.1 Elementos Mecânicos de Medição Direta de Pressão... 28 2.3.2 Elementos Mecânicos Elásticos de Medição de Pressão... 31 2.4 TRANSMISSORES DE PRESSÃO... 39 2.4.1 Transmissores Pneumáticos de Pressão... 40 2.4.2 Transmissores Eletrônicos de Pressão... 41 2.5 CALIBRAÇÃO DE INSTRUMENTOS DE PRESSÃO... 45 2.5.1 Comparação com Elemento Mecânico de Medição Direta de Pressão... 45 2.5.2 Calibração Utilizando Teste de Peso Morto... 46 2.5.3 Comparação com Manômetro Padrão... 47

VIII SUMÁRIO Capítulo 3 VAZÃO... 49 3.1 INTRODUÇÃO... 49 3.2 CARACTERÍSTICAS DOS FLUIDOS... 51 3.2.1 Líquidos... 53 3.2.2 Gases... 57 3.2.3 Vapor d Água... 63 3.3 MEDIDORES DEPRIMOGÊNIOS... 64 3.3.1 Teoria Resumida... 64 3.3.2 Placas de Orifício Clássicas... 72 3.3.3 Placas de Orifício Especiais... 82 3.3.4 Bocais de Vazão... 86 3.3.5 Venturis... 88 3.3.6 Medidores Diferenciais de Inserção... 90 3.3.7 Medidores Especiais por Diferença de Pressão... 95 3.4 MEDIDORES LINEARES... 97 3.4.1 Medidores de Área Variável... 98 3.4.2 Medidores a Efeito Coriolis... 100 3.4.3 Medidores Eletromagnéticos... 105 3.4.4 Medidores Térmicos... 108 3.4.5 Turbinas... 109 3.4.6 Medidores Ultra-Sônicos... 114 3.4.7 Medidores de Vórtices... 117 3.5 MEDIDORES ESPECIAIS... 119 3.5.1 Medidores de Força... 119 3.5.2 Correlação... 120 3.5.3 Laser... 121 3.6 MEDIDORES VOLUMÉTRICOS... 122 3.6.1 Diafragma... 122 3.6.2 Disco de Nutação... 123 3.6.3 Palhetas... 124 3.6.4 Pistão Oscilante... 125 3.6.5 Pistões Recíprocos... 125 3.6.6 Rotor... 126 3.6.7 Semi-Imerso... 127 3.7 MEDIÇÃO EM CANAIS ABERTOS... 128 3.7.1 Vertedores... 128 3.7.2 Calhas Parshall... 131 3.8 AFERIÇÃO... 132 3.8.1 Aferição de Medidores de Vazão de Líquidos... 134 3.8.2 Aferição de Medidores de Vazão de Gases... 138 3.8.3 Conclusão sobre a Aferição de Medidores de Vazão... 140 3.9 REFERÊNCIAS... 141

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL IX Capítulo 4 NÍVEL... 143 4.1 INTRODUÇÃO... 143 4.2 VISORES DE NÍVEL... 144 4.2.1 Visores de Vidro Tubular... 145 4.2.2 Visores de Vidro Plano... 147 4.2.3 Recomendações para Instalação e Operação Eficiente de um Visor de Vidro... 150 4.2.4 Visores de Vidro Bicolores... 152 4.3 DISPOSITIVOS DO TIPO FLUTUADOR (OU BÓIA)... 153 4.3.1 Flutuador versus Deslocador... 153 4.3.2 O Flutuador... 154 4.3.3 Medidores Flutuador-Haste... 157 4.3.4 Medidores Flutuador-Cabo... 158 4.4 DISPOSITIVOS DO TIPO DESLOCADOR... 160 4.4.1 O Deslocador... 160 4.4.2 Constituição do Transdutor Tipo Delocador... 162 4.4.3 O Instrumento Displacer... 164 4.4.4 Instrumento Tipo Deslocador Utilizando Mola Balanceadora... 167 4.4.5 Montagem de Instrumentos do Tipo Deslocador... 169 4.4.6 Calibração de Instrumentos do Tipo Deslocador... 171 4.5 DISPOSITIVOS DO TIPO PRESSÃO DIFERENCIAL... 174 4.5.1 Princípio de Funcionamento... 174 4.5.2 Instalação... 174 4.6 DISPOSITIVOS DO TIPO ULTRA-SÔNICO... 176 4.6.1 Aplicação... 176 4.6.2 Princípios físicos... 176 4.6.3 Medidor Contínuo de Nível do Tipo Ultra-Sônico... 179 4.6.4 Conclusões... 180 4.7 DISPOSITIVOS DO TIPO RADAR... 181 4.7.1 Princípio de Funcionamento... 181 4.7.2 Tipos de Antenas... 183 4.7.3 Aplicações... 183 4.8 DISPOSITIVOS DO TIPO CAPACITIVO... 185 4.8.1 Princípio de Funcionamento... 187 4.8.2 Recomendações de Utilização... 188 4.8.3 Dimensionamento de Sondas Capacitivas... 190 4.8.4 Formas Construtivas... 190 4.9 DISPOSITIVOS DO TIPO ELETROMECÂNICO... 191 4.9.1 Princípio de Funcionamento... 191 4.9.2 Medidores Semicontínuos ou Cíclicos... 191 4.9.3 Medidores Contínuos ou de Compensação... 192 4.9.4 Aplicação e Instalação... 193

X SUMÁRIO 4.10 CHAVES DE NÍVEL... 193 4.10.1 Chaves de Nível do Tipo Flutuador (ou Bóia)... 193 4.10.2 Chaves de Nível Tipo Tandem... 195 4.10.3 Chaves de Nível do Tipo Deslocador... 196 4.10.4 Chaves de Nível do Tipo Pás Rotativas... 200 4.10.5 Chaves de Nível do Tipo Ultra-Sônico... 201 4.11 DISPOSITIVOS DO TIPO PESAGEM... 202 4.11.1 Princípio de Funcionamento... 202 4.11.2 Conceitos Básicos... 203 4.11.3 Características de Instalação... 204 4.11.4 Erros... 204 4.11.5 Recomendações para Operação Eficiente... 206 Capítulo 5 TEMPERATURA... 207 5.1 INTRODUÇÃO... 207 5.1.1 Importância... 207 5.1.2 Conceitos... 207 5.1.3 Escalas Termométricas... 208 5.1.4 Especificação do Sistema... 209 5.2 INDICADORES DE TEMPERATURA... 211 5.2.1 Indicadores Cromáticos... 212 5.2.2 Indicadores Pirométricos... 212 5.3 MEDIDORES TRADICIONAIS... 213 5.3.1 Termômetros Bimetálicos... 213 5.3.2 Termômetros de Haste de Vidro... 214 5.3.3 Sistemas de Bulbo-Capilar... 214 5.4 TERMÔMETROS DE RESISTÊNCIA... 216 5.4.1 Bulbos de Resistência de Fio Metálico... 216 5.4.2 Termistores... 219 5.5 TERMOPARES... 220 5.5.1 Princípios... 221 5.5.2 Associação de Termopares... 224 5.5.3 Tipos de Termopares... 226 5.5.4 Limites de Erro... 229 5.5.5 Construção e Proteção dos Termopares... 230 5.5.6 A Junta de Referência... 232 5.5.7 Fios e Cabos de Extensão e Compensação... 232 5.5.8 Considerações sobre a Instalação... 234 5.6 PIRÔMETROS DE RADIAÇÃO... 235 5.6.1 Princípios... 235 5.6.2 Pirômetros Ópticos... 237 5.6.3 Pirômetros Infravermelhos... 238 5.6.4 Termografia... 238

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL XI 5.7 SENSORES DE TEMPERATURA DIVERSOS... 239 5.7.1 Sondas Pneumáticas... 239 5.7.2 Sensores Fluídicos... 239 5.7.3 Semicondutores... 240 5.7.4 Ultra-Som... 240 5.7.5 Reflectometria Acústica no Domínio do Tempo... 240 5.7.6 Cristais de Quartzo... 240 5.7.7 Cristais Líquidos... 241 5.7.8 Ruído Térmico... 241 5.7.9 Sensor de Sal Paramagnético... 241 5.7.10 Espectroscopia... 241 5.8 AFERIÇÃO... 242 Capítulo 6 ANALISADORES... 243 6.1 INTRODUÇÃO... 243 6.1.1 Conceitos... 243 6.1.2 Aplicação... 245 6.1.3 Particularidades... 245 6.1.4 Montagem... 246 6.2 CONDICIONAMENTO DAS AMOSTRAS... 247 6.2.1 Importância... 247 6.2.2 Implantação do Sistema de Condicionamento da Amostra... 248 6.2.3 Captação da Amostra... 248 6.2.4 Transporte da Amostra... 250 6.2.5 Condicionamento da Pressão e da Temperatura da Amostra... 252 6.2.6 Secagem da Amostra... 252 6.2.7 Filtros... 253 6.2.8 Outros Componentes do Sistema de Amostra... 254 6.2.9 Os Padrões de Calibração... 254 6.2.10 Coleta e Descarte da Amostra... 255 6.3 ANALISADORES DE GASES... 255 6.3.1 Analisadores de Oxigênio... 255 6.3.2 Analisadores por Absorção de Radiação... 259 6.3.3 Analisadores por Condutividade Térmica... 266 6.4 ANALISADORES DE LÍQUIDOS... 268 6.4.1 Analisadores de ph... 268 6.4.2 Analisadores Íon Seletivos... 271 6.4.3 Analisadores de Potencial Redox... 271 6.4.4 Analisadores por Condutividade Elétrica... 273 6.4.5 Outros Analisadores no Tratamento de Água... 278 6.5 CROMATÓGRAFOS... 280 6.5.1 O Cromatógrafo a Gás... 281 6.5.2 O Gás de Arraste... 282 6.5.3 O Seletor de Amostras (Stream Selector)... 282 6.5.4 Injeção da Amostra... 283

XII SUMÁRIO 6.5.5 As Colunas... 283 6.5.6 Configuração das Colunas... 283 6.5.7 Programação de Temperatura do Forno... 284 6.5.8 Detectores... 285 6.5.9 Controlador Interfaces... 286 6.6 VALIDAÇÃO E DIVERGÊNCIAS COM O LABORATÓRIO... 287 6.7 CONSIDERAÇÕES FINAIS... 288 Capítulo 7 TRANSMISSORES... 289 7.1 INTRODUÇÃO... 289 7.2 O TRANSMISSOR... 290 7.3 CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS... 290 7.4 OUTRAS CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS... 291 7.5 TRANSMISSORES INTELIGENTES... 292 Capítulo 8 ATMOSFERAS EXPLOSIVAS... 295 8.1 INTRODUÇÃO... 295 8.2 OS COMPONENTES DO RISCO... 296 8.2.1 O Triângulo do Fogo... 296 8.2.2 Explosividade dos Materiais... 297 8.3 CLASSIFICAÇÃO DE ÁREAS... 298 8.3.1 Noções Básicas... 298 8.3.2 As Normas Brasileiras... 299 8.3.3 O Código Norte-americano NEC... 301 8.4 TÉCNICAS E TIPOS DE PROTEÇÃO... 302 8.4.1 Conceitos Gerais... 302 8.4.2 Proteção à Prova de Explosão (Ex-d)... 304 8.4.3 Proteção por Pressurização (Ex-p)... 308 8.4.4 Proteção por Segurança Intrínseca (Ex-i)... 311 8.4.5 Proteção por Segurança Aumentada (Ex-e)... 318 8.4.6 Outras Formas de Proteção... 319 8.5 CERTIFICAÇÃO DE CONFORMIDADE... 321 8.6 PROTEÇÃO PROVIDA PELO INVÓLUCRO CONTRA INGRESSO DE ÁGUA E POEIRA (ÍNDICES IP)... 322 8.7 CRITÉRIOS DE PROJETO E DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PARA INSTALAÇÕES EM ÁREAS CLASSIFICADAS... 324 8.8 INSTALAÇÃO, MANUTENÇÃO E INSPEÇÃO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM ÁREAS CLASSIFICADAS... 326 Capítulo 9 VÁLVULAS DE CONTROLE... 329 9. INTRODUÇÃO... 329 9.1.1 A Válvula na Malha de Controle... 329 9.1.2 Componentes de uma Válvula de Controle... 330

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL XIII 9.2 TIPOS DE VÁLVULAS DE CONTROLE... 344 9.2.1 Válvulas Globo... 344 9.2.2 Válvulas Esfera... 349 9.2.3 Válvulas Borboleta... 351 9.2.4 Válvulas Especiais... 355 9.3 APLICAÇÃO DE VÁLVULAS DE CONTROLE... 358 9.3.1 Queda de Pressão Através da Válvula... 359 9.3.2 Características de uma Válvula de Controle... 360 9.3.3 Rangeabilidade de uma Válvula de Controle... 364 9.3.4 Cavitação... 365 9.3.5 Escoamento Laminar... 367 9.3.6 Escoamento em Duas Fases... 368 9.4 SELEÇÃO, DIMENSIONAMENTO E ESPECIFICAÇÃO DE VÁLVULAS DE CONTROLE: EXEMPLOS PRÁTICOS... 368 9.4.1 Seleção... 368 9.4.2 Dimensionamento... 372 9.4.3 Especificação de Válvulas de Controle... 376 9.4.4 Exemplos Práticos... 378 9.5 ACESSÓRIOS DE VÁLVULAS DE CONTROLE... 380 9.5.1 Posicionadores... 380 9.5.2 Chaves Limite... 381 9.5.3 Volantes... 382 9.5.4 Válvulas Solenóide... 382 9.5.5 Transmissores de Posição... 382 9.6 VÁLVULAS REGULADORAS DE PRESSÃO... 383 9.6.1 Válvulas de Operação Direta... 383 9.6.2 Válvulas Piloto Operadas... 384 9.6.3 Seleção, Dimensionamento e Especificação de Válvulas Reguladoras de Pressão... 385 9.7 RUÍDO EM VÁLVULAS DE CONTROLE... 386 9.8 INTERLIGAÇÃO DE VÁLVULAS EM REDE... 387 9.9 REFERÊNCIAS... 389 Capítulo 10 TEORIA DE CONTROLE... 391 10.1 INTRODUÇÃO... 391 10.2 OBJETIVOS DO CONTROLE DE PROCESSOS... 392 10.3 PRINCIPAIS PROBLEMAS PARA O CONTROLE DE PROCESSOS... 393 10.3.1 Atrasos do Processo... 394 10.3.2 Atrasos na Medição... 395 10.3.3 Atrasos na Transmissão... 397 10.4 DEFINIÇÕES BÁSICAS: CONTROLE MANUAL; CONTROLE POR REALIMENTAÇÃO (feedback), CONTROLE POR ANTECIPAÇÃO (feedforward), GANHO E ATRASO... 398

XIV SUMÁRIO 10.4.1 Controle Manual Típico... 398 10.4.2 Controle por Realimentação (feedback)... 398 10.4.3 Controle por Antecipação (feedforward)... 399 10.4.4 Ganho e Atraso... 401 10.5 SISTEMAS DE PRIMEIRA ORDEM: FUNÇÃO DE TRANSFERÊNCIA... 402 10.5.1 Perturbação em Degrau... 403 10.5.2 Perturbação Senoidal... 403 10.6 RESPOSTA DE UM SISTEMA DE PRIMEIRA ORDEM A UMA PERTURBAÇÃO DEGRAU E SENOIDAL: CONSTANTE DE TEMPO, DEFASAGEM... 406 10.6.1 Resposta a um Degrau... 406 10.6.2 Resposta a uma Senóide... 407 10.7 EXEMPLOS FÍSICOS DE SISTEMA DE PRIMEIRA ORDEM: RESISTÊNCIA, CAPACITÂNCIA... 409 10.8 SISTEMAS DE ORDEM SUPERIOR: TEMPO MORTO, SISTEMAS DE PRIMEIRA ORDEM EM SÉRIE... 411 10.9 OS COMPONENTES DE UM SISTEMA DE CONTROLE... 413 10.9.1 Sensor/Transmissor e Controlador... 413 10.9.2 Elementos Finais de Controle... 415 10.10 AÇÕES DE CONTROLE LIGA-DESLIGA (ON-OFF), AUTO-OPERADO, PROPORCIONAL, PROPORCIONAL-INTEGRAL, PROPORCIONAL- DERIVATIVA, PROPORCIONAL-INTEGRAL-DERIVATIVA... 418 10.10.1 Controle Liga-Desliga (On-Off)... 418 10.10.2 Controle Auto-Operado... 419 10.10.3 Controle Proporcional... 420 10.10.4 Controle Proporcional-Integral (PI)... 424 10.10.5 Controle Proporcional-Derivativo (PD)... 427 10.10.6 Controle Proporcional-Integral-Derivativo (PID)... 429 10.11 ESTABILIDADE E SINTONIA DE CONTROLADORES MALHA FECHADA: ZIEGLER E NICHOLS; HARRIOTT MALHA ABERTA (CURVA DE REAÇÃO DO PROCESSO): ZIEGLER E NICHOLS; COHEN E COON... 432 10.11.1 Estabilidade... 432 10.11.2 Sintonia de Controladores... 434 10.12 CONTROLE EM CASCATA, CONTROLE DE RAZÃO, CONTROLE SELETIVO, CONTROLE EM RANGE DIVIDIDO (SPLIT RANGE)... 440 10.12.1 Controle em Cascata... 440 10.12.2 Controle de Razão... 443 10.12.3 Controle Seletivo... 445 10.12.4 Controle em Faixa Dividida (Split-Range)... 448 10.13 REFERÊNCIAS... 450 Capítulo 11 RECEPTORES... 451 11.1 INTRODUÇÃO... 451 11.2 TRANSDUTORES E CONVERSORES... 452

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL XV 11.2.1 Transdutores de Corrente para Pneumático... 453 11.2.2 Conversores Pneumáticos para Corrente... 454 11.2.3 Conversores de Tensão para Corrente... 455 11.2.4 Conversores de Tensão para Pressão... 456 11.2.5 Conversores de Corrente para Corrente... 457 11.3 RELÉS DE COMPUTAÇÃO E RELÉS ELETRÔNICOS DE ALARME... 457 11.3.1 Relés Pneumáticos de Multiplicação e Divisão... 458 11.3.2 Relés Eletrônicos de Multiplicação e Divisão... 459 11.3.3 Relés Pneumáticos de Soma e Subtração... 459 11.3.4 Relés Eletrônicos de Soma e Subtração... 460 11.3.5 Extratores de Raiz Quadrada Eletrônicos... 461 11.3.6 Relé de Computação Seletor do Menor Sinal, Maior Sinal e Limitador de Sinal... 461 11.3.7 Relés Pneumáticos e Eletrônicos de Alarme... 462 11.4 INDICADORES ANALÓGICOS E INDICADORES DIGITAIS... 463 11.5 CONTROLADORES... 466 11.6 REGISTRADORES... 467 11.6.1 Registradores Analógicos... 467 11.6.2 Registradores Digitais... 468 11.7 INTEGRADORES E TOTALIZADORES... 469 11.8 FUNÇÕES DE ALARME E SINALIZAÇÃO... 469 11.9 REFERÊNCIAS... 471 Capítulo 12 C L P... 473 12.1 INTRODUÇÃO... 473 12.1.1 A Finalidade... 473 12.1.2 A Origem... 473 12.1.3 Primeira Aplicação... 474 12.2 OS AVANÇOS TECNOLÓGICOS... 475 12.2.1 Entre 1970 e 1974... 475 12.2.2 De 1975 a 1980... 475 12.3 APLICAÇÕES ATUAIS... 475 12.3.1 Melhorias de Desempenho... 476 12.4 ARQUITETURAS REDUNDANTES... 476 12.4.1 Redundância de UCP... 477 12.4.2 Os Sistemas para Missão Crítica... 477 12.5 O HARDWARE... 478 12.5.1 Algumas Tendências do Hardware... 478 12.6 LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO... 479 12.6.1 A Origem da Linguagem Histograma de Contatos... 479 12.6.2 As Outras Linguagens mais Expressivas... 480 12.6.3 Traduzindo em Linguagens Diferentes... 480

XVI SUMÁRIO 12.6.4 Os Blocos Funcionais... 482 12.6.5 A Linguagem Estruturada GRAFCET ou SFC... 483 12.7 O USO DE MICROCOMPUTADORES COMO CLPS... 484 12.8 A UNIDADE CENTRAL DE PROCESSAMENTO (UCP) (ou do inglês CPU)... 484 12.8.1 A Varredura... 485 12.8.2 Os Dispositivos de Acesso Frontal nas UCPs... 486 12.9 A MODULARIDADE... 487 12.10 MEMÓRIAS... 487 12.11 ENTRADAS E SAÍDAS... 487 12.11.1 A Isolação das Entradas e Saídas... 489 12.12 OS ENDEREÇOS... 490 12.13 A PROGRAMAÇÃO... 491 12.14 O CLP E AS COMUNICAÇÕES... 492 12.14.1 A Comunicação Interna... 492 12.14.2 A Comunicação Externa... 492 12.15 ARQUITETURA DOS SISTEMAS DE CONTROLE COM CLP... 493 12.16 CONFIABILIDADE E DIAGNÓSTICOS... 493 12.16.1 Técnicas de Diagnóstico... 493 12.16.2 Temporizador Cão de Guarda (Watch Dog Timer)... 493 12.16.3 Verificação de Paridade... 494 12.16.4 Soma de Verificação... 494 12.17 ALGUMAS LIMITAÇÕES DE APLICAÇÕES PARA CLPS.... 495 12.18 TENDÊNCIAS ATUAIS... 496 Capítulo 13 SDCD E REDES DE COMUNICAÇÃO... 497 13.1 INTRODUÇÃO... 497 13.1.1 Finalidade e Definições... 497 13.1.2 A Origem... 498 13.1.3 A Interface Via Tubos de Raios Catódicos e Teclados... 499 13.1.4 Primórdios no Brasil... 500 13.2 A INTERFACE COM O PROCESSO... 500 13.3 A CONFIGURAÇÃO... 501 13.3.1 Configurando um SDCD... 501 13.3.2 A Falta de Padronização entre os Fornecedores... 502 13.4 AS TELAS DE OPERAÇÃO... 503 13.4.1 Telas que Simulam um Painel de Operação Convencional... 503 13.4.2 Outros Tipos de Telas de Operação... 506 13.5 O CONTROLE PELO SDCD... 510 13.5.1 Os Algoritmos de Controle... 510 13.5.2 As Promessas do que um SDCD pode Fazer... 510

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL XVII 13.6 AS ESTAÇÕES E VIAS DE DADOS DE UM SDCD... 511 13.6.1 Funções e Dispositivos nas Redes de Comunicação... 511 13.6.2 As Vias de Dados... 512 13.7 A TENDÊNCIA DA EVOLUÇÃO ATUAL... 513 13.7.1 A Abertura dos Sistemas... 513 13.8 AS REDES INDUSTRIAIS DE COMUNICAÇÃO E CONTROLE... 513 13.8.1 A Interconectividade... 513 13.8.2 Redes Industriais de Comunicação e de Controle... 514 13.8.3 Classificação das Redes... 515 13.8.4 Os Níveis Funcionais nas Redes... 515 13.8.5 Redes LAN Industriais... 515 13.8.6 Barramentos de Campo... 516 13.9 O USO DE FIBRA ÓTICA EM REDES INDUSTRIAIS... 521 13.9.1 O Uso de Fibra Ótica em Áreas Classificadas... 522 13.9.2 Os tipos de Fibras Óticas para Aplicações Industriais... 522 13.10 NOVAS DECISÕES... 523 13.10.1 A Classificação dos Sistemas Modernos... 523 13.10.2 Decisões na Configuração e Arquitetura... 523 Capítulo 14 INTERTRAVAMENTO E SISTEMAS DE SEGURANÇA... 525 14.1 INTRODUÇÃO... 525 14.1.1 A Evolução dos Sistemas de Segurança do Processo Industrial... 525 14.1.2 Os Modelos Modernos... 526 14.1.3 Os Paradigmas estão sendo Revisados... 527 14.1.4 Formas de Operação... 528 14.1.5 Finalidades... 528 14.1.6 Outros Elementos de Proteção... 529 14.2 O CONCEITO DE RISCO... 529 14.2.1 A Redução do Risco... 529 14.2.2 Conceitos em Risco... 530 14.3 DETERMINAÇÃO DO NÍVEL DE INTEGRIDADE DE SEGURANÇA (SIL).. 531 14.3.1 A Identificação dos Riscos... 531 14.3.2 Escolha do SIL... 532 14.3.3 Verificação do SIL Atingido.... 532 14.4 AS NORMAS MODERNAS PARA OS SIS... 533 14.5 TECNOLOGIAS DISPONÍVEIS... 534 14.5.1 Sistema de Segurança e Sistema de Controle... 534 14.5.2 As arquiteturas mais Comuns... 534 14.5.3 Missão Crítica... 536 14.5.4 O Conceito de Probabilidade de Falha e o SIL... 537 14.5.5 A Probabilidade de Falha sob Demanda (PFD)... 538 14.6 O CICLO DE VIDA DO SIS... 540