RECOMENDAÇÕES PERANTE O RISCO SÍSMICO



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RECOMENDAÇÕES PERANTE O RISCO SÍSMICO O estado actual da sismologia não permite, ainda, prever quando ocorrerá um sismo. No entanto, sabem se quais são as zonas do País mais vulneráveis sismicamente. Um sismo forte põe à prova a resistência das construções e a nossa capacidade de resposta perante este tipo de risco. A nossa segurança depende, em grande parte, do conhecimento que temos dos riscos associados a um sismo e das acções que são efectuadas, antes, durante e depois do sismo. 1/11

Medidas a adoptar antes de um sismo Se vive numa zona de risco sísmico, adopte uma série de medidas, já que está comprovado que a aplicação de medidas de prevenção e autoprotecção diminui significativamente os danos. Em casa: Coloque em prática um plano de protecção. Por exemplo, cada membro da família, incluindo as crianças, deve saber como se desliga a água, electricidade e gás, a fim de evitar que se produzam curto circuitos, incêndios e inundações. Armazene, num lugar seguro e de fácil acesso, uma pequena reserva de água e de alimento duradoiros. Reveja, periodicamente, as provisões e as instalações de água, luz e gás. Fixe bem às paredes, chão ou tecto os móveis, armários, estantes, candeeiros, etc., que podem soltar se e caírem. Coloque os objectos pesados no chão ou em estantes mais baixas. Assegure se que objectos como espelhos ou quadros pesados não fiquem em lugares onde se costuma estar várias horas por dia (cama, sofá, etc.). Fixe bem aqueles objectos que podem cair e, em especial, os que se podem partir (garrafas, espelhos, lâmpadas, televisores, etc.). Esta medida é muito importante para os hospitais (onde os produtos químicos, farmacêuticos e equipamentos são vitais). Guarde bem os materiais perigosos (substâncias químicas, fertilizantes, gasolinas, etc.) e evite que se derramem. Isto é imprescindível para aqueles estabelecimentos com matérias tóxicas ou inflamáveis. 2/11

Tenha sempre em casa lanternas, rádio a pilhas, estojo de primeiros socorros e uma pequena reserva de água, bebidas e alimentos enlatados, e guardados num lugar fixo conhecido por todos. Tenha à mão algo tão simples como um assobio. Pode ser útil como um sistema de alerta ou para pedir ajuda em caso de ficar preso. Tenha perto do telefone uma lista com os números da Polícia, Bombeiros, Serviços Médicos e da Protecção Civil, mas deve lembrar se que, em caso de emergências deste tipo, deverá utilizar o telefone unicamente em caso de extrema necessidade. Em lugares públicos, como escolas ou centros de trabalho, é conveniente realizar simulações com o objectivo de praticar as acções a levar a cabo em caso de sismo. 3/11

Medidas a adoptar antes de um sismo e que podem reduzir o perigo nas edificações Um forte sismo põe à prova a resistência das construções. Por isso, como medida preventiva, é muito importante que se tenha em conta uma série de aspectos relacionados com a construção e a manutenção das habitações. É importante realizar estudos do solo no qual se irá construir, a fim de conhecer como se comporta esse solo perante um sismo. Se vive numa zona de risco sísmico, uma medida preventiva importante é a de rever a estrutura da sua habitação, controlar e reforçar o estado dos sítios que primeiro se soltam, como chaminés, beirais ou balcões. Tenha em conta que através da acção de um sismo, os edifícios vibram e se deformam em função da forma, altura, estrutura ou tipo de materiais de construção; assim, os danos produzidos podem ser de várias maneiras, desde destruição ou derrocada parcial a rachas em muros, queda de beirais, chaminés ou quebra de vidros. Também deve ter presente que, durante o sismo, podem se romper os canos de água, gás e saneamento, assim como os cabos de electricidade. É muito frequente que, depois dos sismos, se produzam incêndios, devido a curto circuitos, fugas de gás e de materiais inflamáveis. Assim, um estudo técnico da resistência da sua habitação indicar lhe á áreas possíveis que deve reforçar ao construir. Além disso, ajudá lo á a identificar os lugares mais seguros perante um sismo e as áreas mais perigosas e susceptíveis de dano. 4/11

Medidas a adoptar durante um sismo Primeiro, recupere a calma necessária que lhe permita adoptar as decisões mais aconselháveis e oportunas. A serenidade e a reflexão são os melhores aliados para enfrentar uma situação que tenha algum tipo de risco ou perigo. Além disso, a segurança do seu comportamento favorecerá a tranquilidade das pessoas que estejam ao seu redor. Pense que se o sismo não for forte, acabará rapidamente e sem causar, praticamente, nenhum dano. Se o sismo é de maior intensidade, tente concentrar a atenção em evitar riscos e tenha em conta as seguintes recomendações: Se está dentro de um edifício, procure não precipitar se para a rua e, se se encontra fora, deve permanecer no exterior. Muitos acidentes produzem se em momentos de pânico, ao tentar entrar ou sair dos edifícios, por causa da queda de objectos das fachadas e dos telhados. Se está no interior da sua habitação, é importante que procure refúgio debaixo dos vãos das portas ou de algum móvel sólido, como mesas, secretárias ou sob o pilar de uma parede mestra. Deve manter se afastado de janelas, aparadores, vitrinas, tabiques e de objectos que podem cair e feri lo. Não utilize o elevador, já que os efeitos do sismo podem provocar a sua queda ou o corte de electricidade e você pode ficar preso no seu interior. 5/11

Se utilizar escadas, esteja seguro que irão resistir ao peso e movimento. É fácil produzirem se fugas de gás, pelo que não deve usar velas, isqueiros, nem outro tipo de chama durante o momento imediatamente após o sismo, pois pode provocar uma explosão. Evite correr precipitadamente para a saída, pois pode incentivar que outros também o façam, provocando pânico, com o consequente risco de feridos. Se o sismo o surpreende no exterior, afaste se das construções, muros ou postes eléctricos e procure ir para lugares abertos. Não se aproxime nem entre nos edifícios. O maior perigo da queda de escombros, revestimentos, vidros, etc., está nas fachadas dos prédios. Se está a conduzir, pare, logo que seja possível, a viatura e permaneça dentro do veículo; não se esqueça de se afastar de pontes, postes eléctricos, edifícios degradados ou zonas de desabamentos. 6/11

Medidas a adoptar depois de um sismo Colabore com os serviços de Protecção Civil e demais intervenientes responsáveis pela solução da emergência. Recorde que, nestas situações, a utilização simultânea e de forma massiva do telefone produz o bloqueio das linhas e isso impede o bom funcionamento das comunicações, que são um elemento imprescindível para a solução eficaz da emergência. Nestes casos, a colaboração do cidadão é vital, usando o seu telefone unicamente em caso de extrema necessidade. Tente responder aos pedidos de ajuda, mas não acuda nas zonas afectadas, a não ser que lho solicitem as autoridades. É importante evitar circundar pelas zonas sinistradas, isto é perigoso e dificultará os trabalhos de reabilitação. No caso de ficar preso, tente de comunicar com o exterior batendo com algum objecto e espere, o mais tranquilamente possível, a chegada dos serviços de socorro. Se alguém se encontrar ferido, procure prestar lhe os auxílios necessários e, se for necessário, procurar ajuda médica. Não se deve mover os feridos graves, excepto se tiver conhecimento de como se deve fazer, no caso de piorarem ou de perigo iminente de desabamento, incêndio, etc.. Se for necessário e urgente entrar nos edifícios danificados, deve fazê lo o número mínimo de pessoas, bem como permanecer no seu interior o menor tempo possível. Se o edifício estiver bastante danificado, não entre 7/11

até que lho permitam as autoridades ou que um técnico qualifique o estado do mesmo. Reveja o estado de deterioração em que ficou o edifício e, em particular, a sua estrutura, porque podem ocorrer réplicas que derrubem o que ficou danificado. Se for o caso, transfira se para um lugar mais seguro. Analise com muita precaução as condutas afectadas (electricidade, gás e água). Faça o visualmente, cheirando, etc., mas não ligue nem acenda nada. Não tente reparar defeitos de forma imediata, excepto se houver garrafas partidas, especialmente se forem de substâncias tóxicas ou inflamáveis. Limpe urgentemente o derrame de medicamentos, tintas ou outros materiais perigosos. Tenha precaução ao abrir os armários, já que alguns objectos podem ter ficado numa posição instável. Se há destroços, tenha a precaução de calçar botas ou sapatos resistentes para se proteger de objectos cortantes ou pontiagudos. Se existe a possibilidade da água estar contaminada, deverá consumir unicamente água engarrafada e nunca da torneira. Vá para uma zona aberta (praças, parques, descampados, avenidas amplas), afastando se dos edifícios danificados. Depois de um grande sismo, seguem se réplicas. 8/11

Tenha cuidado com os cabos de alta tensão caídos e com objectos que estejam em contacto com eles. Não ande nem circule pelos caminhos e estradas paralelas à praia, já que, depois de um sismo, podem produzir se tsunamis. 9/11

Efeitos derivados de reacções e actuações humanas Consequências psicológicas depois de um sismo: Perante a experiência de viver um sismo, é normal que surja um sentimento de medo, já que o movimento sísmico é repentino e incontrolável. Isto pode gerar reacções diversas de ansiedade, tanto no momento do sismo, como passado algum tempo, ao recordar o que se viveu naquele momento e o que podia ter acontecido. É frequente, portanto, que nas semanas seguintes, muitas pessoas procurem ou necessitem de um apoio psicológico para reduzir o stress emocional. Se alguma vez se vir afectado por esta situação, não esconda o seu estado de espírito. E também, se algum familiar ou amigo mostrar sinais de ansiedade, inclusive tempos depois do sismo, não o subestime: preste lhe apoio e compreensão para que recupere a sua tranquilidade e segurança. 10/11

As crianças frente às emergências O ideal seria que as crianças já tivessem um certo grau de preparação frente a distintas situações de emergência. Tanto os pais como os professores podem ajudar a educar as crianças para que aprendam a proteger se dos diversos perigos. Para não lhes provocar medo, é conveniente explicar os riscos de uma forma tranquila, paciente e gradualmente, evitando qualquer tipo de rudeza na explicação. Se na sua localidade houve algum movimento sísmico e o seu filho mostra sinais de preocupação (como falta de apetite, insónia, medo às mudanças de tempo, medo de ficar sozinho, se se repetir o sismo), tranquilize o, lembre lhe que você está com ele e que o ajudará a proteger se. Se está na escola, deve seguir sempre as indicações dos professores. Por exemplo, explique lhe de forma simples as recomendações mais básicas perante um sismo, tais como proteger se debaixo de uma mesa, de uma cama e proteger a cabeça o mais que possa. Uma boa forma de ensinar lhe estas instruções é fazê lo como se se tratasse de um jogo. Texto adaptado de Recomendaciones Generales de Autoprotecion Y Prevención, Direcção Geral de Protecção Civil e Emergências, Espanha. 11/11