Informação útil sobre Angola

Documentos relacionados
LEI DE INCENTIVOS E BENEFÍCIOS FISCAIS AO INVESTIMENTO PRIVADO Lei nº 17 / 03 de 25 de Julho

República de Angola. um país s inteiro de oportunidades

Balanço Estatístico e Financeiro da Protecção Social Obrigatória

Republica de Angola Ministério da Agricultura Instituto dos Serviços de Veterinária

PLANO DE ACÇÃO DO SECTOR DE ENERGIA E ÁGUAS Apresentação

ANGOLA, PASSOS RECENTES DO SECTOR DAS ÁGUAS

OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS NO SUB-SECTOR SECTOR DOS DIAMANTES EM ANGOLA JULHO 2012

REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS

ABASTECIMENTO DE ÁGUA E SANEAMENTO DE AGUAS RESIDUAIS- EXPERIÊNCIA DE ANGOLA,

MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS

Directora Geral Maria Ferreira dos Santos Oliveira. Editor. Impressão. Difusão. Copyright: INE. Tiragem. Preço

A SAÚDE MENTAL EM ANGOLA Alinhada aos ODS

PLANO DE GESTÃO DE REFRIGERAÇÃO (RMP)

Os Serviços de Água em Angola

RECURSOS HÍDRICOS EM ANGOLA. Por: Manuel Quintino Director Nacional de Recursos Hídricos Luanda, 07 de Fevereiro de 2011

MINISTRO ANUNCIA NO 5 CONSELHO CONSULTIVO NOVOS PROJECTOS PARA O SECTOR

INAMET INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA E GEOFÍSICA

SERVIÇOS DE ÁGUA PARA

Selecção Racional dos Medicamentos Psicotrópicos

ANGOLA. Como Melhorar o Acesso à Informação em Saúde nos PALOP S. PAULO, BIREME/OPAS/OMS, de Junho de 2007

Recenseamento Geral da População e Habitação (RGPH) 2014

e.mail: República de Angola

CONDIÇÕES FAVORÁVEIS À PROMOÇÃO DO INVESTIMENTO PRIVADO NA AGRICULTURA. Lisboa, de Janeiro de 20111

República de Angola Ministério da Juventude de Desportos Instituto Angolano da Juventude


Relatório de missão Maio de 2011 Estudo de caso em Angola

3ª EDIÇÃO CONFERÊNCIA E EXPOSIÇÃO IPAD ANGOLA Luanda, de Setembro de 2011

MINISTÉRIO DO ENSINO SUPERIOR PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE QUADROS

FISCALIZAÇÃO E SEGURANÇA EM CENTRAIS TÉRMICAS EXEMPLO DE FACTOS REAIS

SÍNTESE DO PROGRAMA DE INVESTIMENTOS PÚBLICOS DO MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS

consultoria em arquitectura e engenharia

AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO DE PAVIMENTOS RODOVIÁRIOS DA REDE FUNDAMENTAL DE ESTRADAS DE ANGOLA

PROGEST, fundada no ano de 1989 em Luanda, Angola como uma Empresa de Projectos Técnicos, Consultoria e Gestão, por:

REPÚBLICA DE ANGOLA ÓRGÃOS AUXILIARES DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA CASA CIVIL

Investir em Angola A nova Lei do Investimento Privado

SITUAÇÃO ACTUAL DA EPIDEMIA DO VIH/SIDA EM ANGOLA

A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL E A QUALIDADE NA PRESTAÇÃO DO TRABALHO DOMÉSTICO

Memorando Sobre o Estado da Cooperação entre a República de Angola e a União Europeia

ACORDO DE PARCERIA PORTUGAL 2020

Administração Geral Tributária. A AGT e os Incentivos Fiscais para o Investimento Prelectora: Nara Djamila Bernardo Júnior

Certave. Parceiros. História e marcos. Grupo. relevantes da Certave

REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DOS PETRÓLEOS. Informação sobre o Sector de Petróleo e Gás Agosto de 2014

Conheça as candidatas ao título de "Sete Maravilhas de Angola"

DESENVOLVIMENTO LOCAL E AUTARQUIAS Menongue, Cuando Cubango

Garantia de qualidade dos produtos farmacêuticos :

ANEXOS FIGURAS E QUADROS Diagnóstico da Situação

ANTÓNIO MANUEL TEIXEIRA

Joaquim Negrita Fitas CEO Águas de Angola, SA Lobito, Luanda, Benguela, Huambo, Namibe*

Mercados. informação regulamentar. Angola Condições Legais de Acesso ao Mercado

FISCALIZAÇÃO E GESTÃO DE OBRAS DE ELECTRICIDADE (UTILIZANDO EQUIPAMENTOS DE DIAGNÓSTICO, TESTE E ENSAIO) EM PARCERIA: INTERKOMMERZ (ALEMANHA)

Directora Geral Maria Ferreira dos Santos Oliveira

MISSÃO EMPRESARIAL. ANGOLA - BENGUELA E MALANGE 8 a 16 de Novembro de 2014

Maputo, 5 e 6 de Dezembro Unbundling O Caso de Angola

ÍNDICE ENQUADRAMENTO ESTRATÉGICO RESPONSABILIDADES DIRECTAS DO MINTRANS LIGADAS AO RAMO MARÍTIMO / PORTUÁRIO OBJECTIVOS DO MINTRANS

ANGOLA - Perspectivas e Desafios

Reassentamento e Modos de Vida Perspectivas de Angola MPUMALANGA, ÁFRICA DO SUL OUTUBRO 2014

minea PERSPECTIVAS E INVESTIMENTOS NO SISTEMA ELÉCTRICO Licenciamento de Instalações Eléctricas António Belsa da Costa

NOVIDADES MULHERES EM ACÇÃO - CABINDA

APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO

Avaliação do projecto: Apoio à criação da Especialidade de Enfermagem Pediátrica para Enfermeiros Gerais em Angola. Exp: 2103/07

A EDUCAÇÃO PARA O RISCO NA CIDADE DE LISBOA

ANGOLA ANGOLA JUVENTUDE D IALOGAR PARA DESENVOLVER

PROGRAMA DE INVESTIMENTOS PÚBLICOS DO SECTOR DE ÁGUA E SANEAMENTO DE ANGOLA EM Apresentado por: Pedro Silva (DNA/SEA) Maio de 2009

Company Profile anos a movimentar o futuro de Angola


(RSCECE e RCCTE) e a posição ocupada por Portugal no ranking do potencial de crescimento do mercado das energias renováveis

Relatório de Progresso da Resposta Global à SIDA (GARPR, 2014) República de Angola

1. Quando começam as vendas? 2. Quais os critérios de acesso? 3. Como se candidatar?

Empreendedorismo: Experiências de Angola

RELATÓRIO DE ACTIVIDADES DA 2ª COMISSÃO COMISSÃO DE DEFESA, SEGURANÇA NACIONAL E ORDEM INTERNA

REPÚBLICA DE ANGOLA ASSEMBLEIA NACIONAL PROGRAMA DE DIVULGAÇÃO DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA DE ANGOLA NOS MUNICÍPIOS DA PROVÍNCIA DE LUANDA

Workshop sobre: Intervenção da DW em áreas peri-urbanas na cidade do Huambo: projecto piloto sobre gestão de terra no Bairro de Fátima

Investir com confiança Lei do Investimento Privado Investir em Angola

FUNDAÇÃO ANTÓNIO AGOSTINHO NETO DIÁLOGO EM FAMÍLIA AGRICULTURA É A BASE E A INDÚSTRIA O FACTOR DECISIVO ANTÓNIO AGOSTINHO NETO

Manutenção Estrutural e Construtiva

DESAFIOS PARA A ENERGIA HIDROELÉCTRICA EM ANGOLA

REPÚBLICA DE ANGOLA INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICA (QUIBB-SIIAF)

Estratégia de Desenvolvimento do Sector de Abastecimento de Água em Angola. 1.º Congresso de Engenheiros de Língua Portuguesa LUCRÉCIO COSTA

Lionídio Gustavo de Ceita Presidente do Conselho de Administração

AS ENERGIAS RENOVÁVEIS EM ANGOLA: DESAFIOS E OPORTUNIDADES

ORÇAMENTO GERAL DO ESTADO 2016 UM OLHAR A PROVÍNCIA DE BENGUELA

OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTO NO SECTOR DOS TRANSPORTES E LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO

Workshop on Health Workforce Policy Development for Portuguese Speaking Countries. Sandton, South Africa 17-21/10/ 2005

Agência de Cooperação Internacional do Japão na República de Angola

Carlos Alberto Masseca

CURRICULUM VITAE. Licenciatura em Engenharia Civil (5 anos) -"Instituto Superior Técnico de Lisboa" em 1976.

APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA

INVESTIR EM ANGOLA LEI DO INVESTIMENTO PRIVADO

REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA GABINETE DO SECRETARIO DE ESTADO

Como Investir em Angola

ÍNDICE. 1.1 Apresentação do Centro Direitos Deveres Organização...3

O Sector Bancário Angolano. Fernando Costa Lima Luanda, 3 de Julho de 2012

Transcrição:

adso Comunicação Informação útil sobre Angola Este documento e o seu conteúdo são da responsabilidade do autor. A ADSO disponibiliza-o como suporte de informação às potencialidades do mercado angolano. Para mais informação sobre os mercados de língua portuguesa, contacte: work@adso.pt ou +351 938 454 798 (jose villa cardoso) PORTUGAL - Braga R. Pe António Vieira, n.º 90 4710-412 Braga - Portugal (+351) 938 454 798 (+351) 253 248 579 http://adso.pt work@adso.pt ANGOLA - Luanda BRASIL - São Paulo POLÓNIA - Katowice

INSTITUTO DE ESTRADAS DE ANGOLA REPÚBLICA DE ANGOLA PROGRAMA DE REABILITAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURAS RODOVIÁRIAS Maio/2014

SUMÁRIO 1. Apresentação 2. Ponto de Situação PRIR 3. Ponto de Situação Pontes 4. Ponto de Situação Vias Secundárias 5. Ponto de Situação Vias Terciárias 6. Ponto de Situação Conservação de Estradas 7. Conclusão

1. Apresentação Este documento foi estruturado para apresentar, de forma sintética, o desenvolvimento do Programa de Reabilitação de Infra-estruturas Rodoviárias em curso. Serão apresentados os Pontos de Situação dos programas que estão a ser desenvolvidos pelo Instituto de Estradas de Angola INEA. 3

1. Apresentação Premissas Básicas do PRIR Restabelecimento da malha viária do País, do ponto de vista da recuperação dos pavimentos existentes, interligando as sedes provinciais com a capital do País; Reabilitar a maior extensão possível de Estradas, com os recursos disponíveis, sem comprometer a qualidade dos serviços executados; Adoptar soluções construtivas que permitam uma evolução gradual da estrutura do pavimento, em função do tráfego futuro; Contratar as obras com base em Projectos Executivos, quando existentes, ou elaborar Notas Técnicas com as soluções construtivas definidas. 4

2. Ponto de Situação - PRIR Programa executivo de obras concluídas Ano Km Asfaltado Previsto Realizado Acumulado 2006 400 322 322 2007 800 682 1.004 2008 3.332 2.246 3.250 2009 4.678 1.994 5.244 2010 4.367 1.159 6.404 2011 2.325 986 7.390 2012 2.100 2.581 9.971 2013 1.666 1.156 11.127 14.000,00 12.000,00 Extensão (km) 10.000,00 8.000,00 6.000,00 META (km) Acumulada RESULTADO (km) Acumulado 4.000,00 0,00 2006 2007 2008 2009 2010 Ano 2011 2012 5

2. Ponto de Situação - PRIR MAPA GERAL DO PRIR 6

2. Ponto de Situação - PRIR Balanço e Avaliação Vantagens da Implementação do Programa Continuação da implementação do Programa num espaço de tempo considerado reduzido, com resultados satisfatórios; Capacitação de quadros nacionais especializados como uma mais valia no processo de gestão do sector; Entrada de mais empresas nacionais no Programa em todas as áreas de intervenção; Reabilitação das estradas de interligação das capitais provinciais; Desde 2008 aumentou a mobilização e engajamento das empresas no Programa, consequentemente a existência de um expressivo parque de máquinas e centrais productivas e industriais; É reconhecido o grande impacto na vertente do desenvolvimento económico e social nas áreas beneficiadas pelo Programa; Criação de mais de 40.000 empregos directos e indirectos, desde 2008, com suas implicações no fomento das economias locais e a melhoria das condições sociais; Capacitação e melhor domínio das ferramentas de gestão rodoviária, por parte do INEA, no controlo da qualidade dos serviços e materiais utilizados nas obras, bem como dos custos, através da implementação de um sistema de controlo, normalização e estabelecimento de preços unitários. 7

2. Ponto de Situação - PRIR Balanço e Avaliação Constrangimentos ao Programa A inexistência de actores na altura, com capacidade instalada para a execução de serviços rodoviários e o consequente recurso ao mercado internacional visando o engajamento de mais empresas no Programa; Prazos, inicialmente definidos, incompatíveis com as condições existentes na fase de arranque do Programa; Baixa resposta, por parte das empresas nacionais engajadas no Programa, no âmbito da estratégia adoptada para sua capacitação; Constrangimentos logísticos provocados pelas condições precárias dos acessos aos locais das obras e a lentidão dos serviços de desminagem e remoção de engenhos explosivos; Imprevisibilidade das condições climatéricas; Inexistência de estruturas de apoio, em todos os sentidos, nos locais das obras; Dificuldades na obtenção de materiais básicos para execução das obras, principalmente betume e cimento; 8

3. Ponto de Situação - Pontes O Programa de Reabilitação de Pontes Na Rede Fundamental de Estradas a maior parte das pontes e pontões, cujo número ultrapassa as 800 pontes, foram destruídas. Estima-se para a Malha Rodoviária Nacional, com aproximadamente 75.000 km, cerca de 4.200 pontes e pontões, das quais 1.500 foram destruídas. As estruturas ainda em exploração, dado que foram projectadas antes dos anos 70, estão subdimensionadas, pelo que urge a reabilitação e/ou seu reforço. Neste contexto, e contrariando as adversidades acima referidas, o programa de reabilitação de pontes está a ser desenvolvido, com base na adopção de estratégias adequadas à presente fase, e é apresentado a seguir. 9

3. Ponto de Situação - Pontes Resumo do Programa Tipo de Estrutura Natureza Ponto de Situação Concluídas Em Execução Total Pontes Metálicas Temporárias (*) 347 0 347 Pontes Metálicas Definitivas 02 0 02 Pontes Em Betão Armado e/ou Mistas Definitivas 286 311 597 Total 635 311 946 10

4. Ponto de Situação - Secundárias O Programa de Recuperação das Vias Secundárias. O presente Programa tem como objectivo o restabelecimento das principais vias de ligação, das diversas sedes capitais, municipais, aglomerados populacionais importantes e principais centros produtivos agro-industriais. Os dados que a seguir se apresentam, resultam da conformação do documento inicial com a inclusão dos subsídios dos Governos Provinciais na definição das prioridades e a inclusão custos com as obras de arte, estudos e elaboração de projectos e fiscalização. 11

4. Ponto de Situação - Secundárias QUADRO RESUMO POR PROVÍNCIA DOS Km À INTERVIR VIAS DE LIGAÇÃO SEDE PROVINCIAL /SEDES MUNICIPAIS (SECUNDÁRIAS) N/O Província Km Custo Estimado dos Trabalhos (USD) 1 Cabinda 61 105.682.500,00 2 Zaíre 336 252.252.000,00 3 Uíge 354 265.765.500,00 4 Kuanza Norte 114 85.585.500,00 5 Kuanza Sul 69 85.273.650,00 6 Lunda Norte 655 491.741.250,00 7 Lunda sul 509 382.131.750,00 8 Benguela 203 152.402.250,00 9 Bié 147 110.360.250,00 10 Moxico 340 255.255.000,00 11 Huíla 251 188.438.250,00 12 Namibe 500 375.375.000,00 13 Cunene 386 289.789.500,00 14 Kuando Kubango 665 499.248.750,00 Total 4.590 3.539.301.150,00 12

5. Ponto de Situação - Terciárias O Plano Estratégico de Reabilitação e Conservação das Estradas Terciárias Considerações Prévias A rede de estradas terciárias que complementa a capilaridade da malha viária do país, é constituída por cerca de 67,5% da rede geral do País, com cerca de 75.000 km de extensão, e tem como função quase que exclusiva, a extensão dos benefícios da administração (educação escolar, assistência médica, social e agrícola) aos mais recônditos lugares do país, sendo portanto, um agente de promoção e integração sócio-económica das populações rurais, em zonas não servidas pelas redes principais ou secundárias e, constituindo-se por isso, numa malha de interesse local. A sua recuperação, pelo atrás referido, visa em última instância, o apoio ao programa de combate a pobreza e a melhoria gradual de vida das populações. A concepção do programa estabelece a participação das brigadas de construção de estradas do INEA, de brigadas de engenharia militar (com inclusão de militares no activo e desmobilizados), Empresa Nacional de Pontes, bem como de empresas locais de construção de estradas contratadas especificamente para o efeito, fomentando assim, o emprego entre a população rural. 13

5. Ponto de Situação - Terciárias Quadro Geral com Intervenção em 2013 2107 por Províncias N/O QUADRO COMPARATIVO DAS VIAS TERCIÁRIAS IDENTIFICADAS (KM) PROVÍNCIA REDE TOTAL A INTERVIR INTERVENÇÃO 2013 INTERVENÇÃO 2014 INTERVENÇÃO 2015-2017 1 CABINDA 1499 141 212 1146 2 ZAIRE 1025 140 608 277 3 UÍGE 3135 146 856 2133 4 LUNDA NORTE 2074 140 657 1277 5 MALANGE 2343 437 495 1411 6 KUANZA NORTE 2837 386 128 2323 7 BENGO 4764 143 545 4076 8 LUANDA 1324 571 317 436 9 LUNDA SUL 1384 146 622 616 10 KUANZA SUL 2375 154 578 1643 11 BENGUELA 2118 716 507 895 12 MOXICO 3712 139 884 2689 13 BIÉ 4340 310 1360 2670 14 HUAMBO 2730 143 663 1924 15 HUÍLA 3764 197 780 2787 16 NAMIBE 940 147 238 555 17 KUANDO KUBANGO 8963 1028 2150 5785 18 CUNENE 1316 147 669 500 TOTAL 50643 5231 12269 33143 14

6. Ponto de Situação - Conservação O Programa de Conservação e Manutenção de Estradas Importância do Programa de Conservação e Manutenção de Estradas Garantir condições adequadas de tráfego de modo permanente; Proporcionar qualidade, segurança e economia para os utentes; Manter e agregar qualidade a Rede Fundamental de Estradas de Angola; Reforçar a cultura de conservação no INEA; Estabelecer critérios que incentivem as ações preventivas; Implantar uma base de dados com indicadores de desempenho que permita um controlo global do programa e a instalação do processo contínuo de conservação das estradas. 15

6. Ponto de Situação - Conservação O Programa de Conservação e Manutenção de Estradas O programa foi efectivado com a consignação de 64 lotes, numa extensão de 4.288 km, até o ano de 2013, totalizando 38% da malha rodoviária reabilitada no PRIR. Em 2014, pretende-se inserir ao programa em curso, mais 4.000 Km de estradas, totalizando 8.288 km em conservação, que representa 75% das estradas já reabilitadas. 16

6. Ponto de Situação - Conservação Implantação dos Postos de Pesagem Acções desenvolvidas Aquisição de 36 balanças fixas e 05 balanças móveis; Elaboração do Plano Director de Pesagem, com identificação dos pontos a instalar os postos de pesagem, elaboração dos projectos tipo dos postos fixos, definição do modelo de administração dos postos; Implantação do Posto de Pesagem da Barra do Kwanza, em caracter de emergência, face as debilidades estruturais apresentadas pela ponte. Modelo de balança fixa Modelo de balança móvel Balança Barra do Kwanza Balança Barra do Kwanza 17

6. Ponto de Situação - Conservação Implantação dos Postos de Pesagem Modelo de Posto de Pesagem a Implantar 18

6. Ponto de Situação - Conservação Implantação dos Postos de Pesagem Localização dos Postos de Pesagem a Implantar MUNICÍPIO ESTRADA TROÇO SITUAÇÃO Luanda EN-100 Troço: Benfica / Barra do Kwanza Em operação Viana EN-230 Troço: Viana / Catete A implantar em 2014 Cacuaco EN-100 Troço: Cacuaco / Caxito A implantar em 2014 19

7. Conclusões Avaliação Geral dos Programas O Programa de reabilitação das infra-estruturas rodoviárias representa um exemplo efectivo de trabalho em equipa, para que o País se desenvolva de maneira harmónica, do ponto de vista regional, sustentada e a gerar benefícios para a sociedade. Neste momento, o foco do Programa é concluir o maior número de projectos em curso e criar as condições efectivas para a conservação rotineira da rede de estradas já reabilitada. Para que esses objectivos sejam alcançados, o INEA já está a tomar providências, em cumprimento às orientações emanadas do Ministério da Construção e do Executivo, no sentido de: Aumentar a eficiência no Programa de Reabilitação das estradas e pontes; Implantar um sistema permanente de manutenção da rede reabilitada; Implantar um sistema de gestão da operação rodoviária, reforçando os mecanismos para garantia da segurança rodoviária e controlo da circulação dos veículos; Implantar um sistema de gestão da Rede de Estradas, para definir as suas necessidades de manutenção e expansão; Capacitar quadros nacionais para ampliar e qualificar a gestão no sector. 20

OBRIGADO REPÚBLICA DE ANGOLA