A EDUCAÇÃO PARA O RISCO NA CIDADE DE LISBOA
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- Manuel Mangueira di Azevedo
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1 A EDUCAÇÃO PARA O RISCO NA CIDADE DE LISBOA CORONEL JOAQUIM LEITÃO DIRECÇÃO MUNICIPAL DE PROTECÇÃO CIVIL E SOCORRO REGIMENTO DE SAPADORES BOMBEIROS
2 A EDUCAÇÃO PARA O RISCO NA CIDADE DE LISBOA RISCOS NA CIDADE DE LISBOA 2
3 RISCOS NA CIDADE DE LISBOA Indicadores de enquadramento Área: 84,4 km 2 (2,8% da área da Região de Lisboa (NUTS II)) População Residente: habitantes (19,3% da população da Região de Lisboa) População Presente: habitantes (valor estimado entre as 09h00-18h00) (Dados geográficos CAOP 2011 e estatísticos preliminares dos Censos 2011) Densidade populacional: hab/km 2 (938 hab/km 2 na região de Lisboa) 3
4 RISCOS NA CIDADE DE LISBOA Situações de risco identificadas Situações Meteorológicas extremas/adversas; Inundações; Incêndio Urbano; Incêndio Florestal; Movimentos de massa em vertentes. Transporte e Armazenamento de Matérias Perigosas; Acidente Ferroviário, Rodoviário, Aéreo e/ou Fluvial; Danos graves em estruturas; Danos graves em túneis, pontes e outras infraestruturas; Situações Actos de sabotagem / Acções Terroristas / Desacatos e distúrbios de ordem pública; Epidémicas e / ou Pandemias; Sismo /Tsunamis. 4
5 RISCOS NA CIDADE DE LISBOA Vulnerabilidade a inundações Face ao historial das ocorrências de inundações, relacionando-o com as variáveis: efeito de maré directo, declive, grau de permeabilidade, atravessamento por linha água, localização em zona húmida, sob viaduto ou à entrada/saída de um túnel, junto à foz ou constrangimento da rede de saneamento, é possível definir o grau de susceptibilidade local 5
6 RISCOS NA CIDADE DE LISBOA Risco de incêndio florestal Parque Florestal de Monsanto (PFM) como única zona crítica concelhia (Portaria n.º 1056/2004, de 19/8), que designa por zonas críticas, as manchas onde se reconhece ser prioritária a aplicação de medidas mais rigorosas de defesa da floresta contra incêndios que apresentam, em função do seu valor económico, social e ecológico. 6
7 RISCOS NA CIDADE DE LISBOA Vulnerabilidade sísmica dos solos A Carta de Vulnerabilidade Sísmica dos Solos apresenta o zonamento da cidade de Lisboa de acordo com o comportamento que os níveis de terreno superficiais apresentam face à propagação das ondas sísmicas. 7
8 RISCOS NA CIDADE DE LISBOA Movimentos de massa em vertentes A susceptibilidade de ocorrência de movimentos de vertentes encontra-se associada a diversos factores, entre eles a natureza geológica das formações, a geomorfologia e a presença ou circulação de água. É um fenómeno relativamente frequente, em especial durante os períodos de maior pluviosidade, mas normalmente não adquire grande dimensão nem produzem danos avultados. 8
9 RISCOS NA CIDADE DE LISBOA Susceptibilidade da ocorrência de incêndios em Edifícios 9
10 A EDUCAÇÃO PARA O RISCO NA CIDADE DE LISBOA ESTRATÉGIA DE INTERVENÇÃO 10
11 Áreas de Intervenção Plano Municipal 11
12 Individual - Informação Pública - Formação e Treino Áreas de Intervenção - Escalões Etários - Públicos Alvo - Meio Comunicação Local - Comunidades e Grupos - Grupos idosos, Escuteiros - Bairros - Freguesias - Brigadas de Apoio Local Alfama - Planeamento Local Emergência Municipal - Plano Municipal Emergência - Planos Sectoriais - Planos Especiais Emergência - Sistemas de Aviso e Alerta - Reorganização do modelo de Resposta Operacional. - Plano Director Municipal (PDM) - Reforma Administrativa Lisboa - Documento Orientador e Estratégico - Alojamento, Mortuária, Obras Públicas, Comunicações. - Situações Meteorológicas adversas. - Risco Sísmico, Vagas Frio, Eventos. - Criação dos conceitos SALOC, CEPS e PSA. - Menos normativo, mais flexível e estratégico. - As 53 freguesias existentes dão origem a 24 freguesias. 12
13 Plano Individual Informação Pública 13
14 Projecto Crescer (na) Segurança ESTRATÉGIA DE INTERVENÇÃO Plano Individual Informação e Sensibilização Pública (Casa do Tinoni) Destinatários: alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico. Temas desenvolvidos: Segurança na rua e em espaços públicos Segurança em casa Sismos e comportamentos de autoprotecção Prevenção de incêndios e comportamentos de autoprotecção 14
15 Plano Individual Informação e Sensibilização Pública
16 Plano Individual Outras actividades - Sensibilização 16
17 Plano Individual Material Pedagógico e de Informação Pública 17
18 Plano Individual Material Pedagógico e de Informação Pública 18
19 Plano Individual Formação e Sensibilização Escolas Instituições de apoio a crianças e idosos - IPSSs, SCML e SSocial Juntas de Freguesia Serviços da CML Escuteiros PSP- Escola Segura Estrutura e domínios de actuação da Protecção Civil. Risco sísmico na cidade de Lisboa e os comportamentos de autoprotecção. O Fenómeno do fogo e os comportamentos de autoprotecção. Segurança na Escola. Plano de Emergência Interno. Prevenção de Acidentes com Crianças e Idosos. 19
20 Plano Individual Outras actividades - Formação dos Presidentes das Juntas de Freguesia 20
21 Plano Individual Outras actividades - Sensibilização Museu 21
22 Plano Individual Outras actividades - Sensibilização 22
23 Plano Individual Formação e Treino Treinar Procedimentos Treinar Comportamentos 23
24 Plano Local Voluntários de Protecção Civil Objectivo: Preparação dos residentes para actuação em caso de catástrofe. Numa situação de catástrofe, existe um período de tempo até à resposta organizada dos serviços de emergência. As capacidades de prevenir, de planear, de treinar e preparar respostas em situação de catástrofe são vitais em qualquer comunidade. 24
25 Plano Local Voluntários de Protecção Civil Missão No âmbito da prevenção: Identificação de riscos e vulnerabilidades. Identificação de locais de apoio à população. Levantamento de meios e recursos. No âmbito da emergência: Apoio no resgate e evacuação da população. Primeira avaliação de danos. Acolhimento nos pontos de encontro. Apoio Logístico. Primeiros Socorros. 25
26 Plano Local Voluntários de Protecção Civil Programa de Formação» Sistema de Protecção Civil;» Planeamento Local de Emergência;» Risco Sísmico: comportamentos de autoprotecção;» O Fenómeno do Fogo: comportamentos de autoprotecção;» Manuseamento de equipamentos de combate a incêndio;» Noções Básicas de Primeiros Socorros. 26
27 Plano Local Missão: Brigadas de Apoio Local Implementar medidas de segurança contra incêndio. em centros urbanos antigos. Incentivar a participação activa da população enquanto agentes de protecção civil. Sensibilizar e informar a população sobre as medidas de minimização do risco de incêndio. Entidades Envolvidas: Juntas de Freguesia. Regimento de Sapadores Bombeiros Departamento de Protecção Civil. (Voluntários de Protecção Civil) 27
28 Plano Local Planeamento Local de Emergência Estar Preparado! Numa situação de catástrofe, existe um período de tempo até à resposta organizada dos serviços de emergência. As capacidades de prevenir, de planear, de treinar e preparar respostas em situação de catástrofe são vitais em qualquer comunidade Saber agir faz diferença! 28
29 Plano Municipal Plano Municipal de Emergência O Plano Municipal de Emergência (PME) define a actuação do sistema municipal de protecção civil, em resposta à ocorrência de um acidente grave ou catástrofe que afecte a cidade de Lisboa, relativamente a: Responsabilidades; Organização; Conceito de operações. (em fase de revisão) 29
30 Outros Planos de Emergência O SMPC dispõe ainda de outros instrumentos de planeamento para fazer face a situações de risco/vulnerabilidade: Plano de emergência para o risco sísmico; Plano sectorial da mortuária; Plano Municipal Plano de contingência para a população de rua, perante onda de frio; Plano sectorial para o alojamento de emergência Planeamento em grandes eventos culturais, desportivos e religiosos: Rock in Rio Visita do Papa 30
31 OBRIGADO PELA VOSSA ATENÇÃO 31
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