CLÁUSULA PRIMEIRA DO OBJETO



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Transcrição:

PROTOCOLO DE ENTENDIMENTOS QUE ENTRE SI CELEBRAM ÓRGÃOS PÚBLICOS E ENTIDADES PARA O COMPARTILHAMENTO E A INTEGRAÇÃO DE DADOS AGRÁRIOS, FUNDIÁRIOS E AMBIENTAIS NO ESTADO DO PARÁ. Os Órgãos Públicos e Entidades no ESTADO DO PARÁ, adiante identificados e doravante denominados PARTÍCIPES, representados pelos seus respectivos titulares, resolvem celebrar o presente Protocolo de Entendimentos, doravante denominado PROTOCOLO, aplicando-se, no que couber, a Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, de acordo com o disposto a seguir: CLÁUSULA PRIMEIRA DO OBJETO Este PROTOCOLO tem por objeto o compartilhamento de informações técnico-científicas com vistas a possibilitar a integração de dados agrários, fundiários e ambientais, no Estado do Pará. CLÁUSULA SEGUNDA DOS PARTÍCIPES Os PARTÍCIPES deste PROTOCOLO são os seguintes: I - CENTRO GESTOR E OPERACIONAL DO SISTEMA DE PROTEÇÃO DA AMAZÔNIA-CENSIPAM, CNPJ/MF n 07.129.796/0001-26; II - INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE ICMBio, CNPJ/MF n 08.829.974/0001-94; III - ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO-AGU, CNPJ/MF n 26.994.558/0018-71; IV - INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇAO E REFORMA AGRÁRIA INCRA-Belém, CNPJ/MF n 00.375.972/0001-22; V - INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇAO E REFORMA AGRÁRIA INCRA-Santarém, CNPJ/MF n 00.375.972/0042-39; VI - INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇAO E REFORMA AGRÁRIA INCRA-Marabá, CNPJ/MF n 00.375.972/0081-45; VII - INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS IBAMA, CNPJ/MF n 03.659.166/0014-27; VIII - SERVIÇO FLORESTAL BRASILEIRO SFB, CNPJ/MF n 37.115.375/0008-83; IX - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ-UFPA, CNPJ/MF n 34.621.748/0001-23; X - PROCURADORIA-GERAL DO ESTADO-PGE, CNPJ/MF n 34.921.759/0001-29; XI - INSTITUTO DE TERRAS DO PARÁ-ITERPA, CNPJ/MF n 05.089.495/0001-90; XII - SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE SEMA, CNPJ/MF n 34.921.783/0001-68; XIII - INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, SOCIAL E AMBIENTAL DO PARÁ IDESP, CNPJ/MF n 09.354.534/0001-90; XIV - EMPRESA DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL DO ESTADO DO PARÁ EMATER, CNPJ/MF n 05.402.797/0001-77; XV - INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO FLORESTAL DO ESTADO DO PARÁ IDEFLOR, CNPJ/MF n 08.780.663/0001-88;

XVI - AGÊNCIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO ESTADO DO PARÁ ADEPARÁ, CNPJ/MF n 05.470.347/0001-11; XVII - DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO PARÁ, CNPJ/MF n 34.639.526/0001-38; XVIII - TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ-TJE, CNPJ/MF n 04.567.897/0001-90; XIX - MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL-MPE, CNPJ/MF n.º 05.054.960/0001-58; XX - MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL-MPF, CNPJ/MF n.º 26.989.715/0019-31; PARÁGRAFO PRIMEIRO. Subscrevem o PROTOCOLO, os titulares dos PARTÍCIPES indicados nesta cláusula ou seus representantes especialmente designados. PARÁGRAFO SEGUNDO. Outros Órgãos Públicos ou Entidades poderão aderir a este PROTOCOLO, mediante pertinente assinatura de termo de adesão e aprovação dos PARTÍCIPES. CLÁUSULA TERCEIRA DAS ATRIBUIÇÕES DOS PARTÍCIPES Constituem atribuições dos PARTÍCIPES, no âmbito deste PROTOCOLO: I promover ações de capacitação e aperfeiçoamento funcional entre os PARTÍCIPES, com alocação ou disponibilização de pessoal e de recursos e materiais didáticos próprios, visando ao conhecimento mútuo sobre suas atividades e esferas de atuação, ao intercâmbio de experiências, à habilitação para atividades decorrentes deste PROTOCOLO e ao aperfeiçoamento dos seus quadros; II designar 2 (dois) agentes públicos, no âmbito organizacional de cada PARTÍCIPE, responsáveis por atuar como agentes de integração, visando facilitar a coordenação e a execução das atividades para o cumprimento da finalidade do presente PROTOCOLO, bem como dirimir dúvidas ou prestar informações a elas relativas; III promover periodicamente reuniões de trabalho voltadas ao cumprimento da finalidade deste PROTOCOLO, podendo ser convocadas por qualquer signatário, por meio de solicitação ao Ministério Público Estadual, que as coordenará e convocará os demais signatários, quando necessário; IV designar outros representantes para participação nas reuniões de trabalho e nas demais ações derivadas deste PROTOCOLO, quando necessário; V promover mecanismos corporativos de divulgação com vistas a difundir boas práticas, observada a política de comunicação de cada PARTÍCIPE; VI levar, imediatamente, ao conhecimento do respectivo PARTÍCIPE, ato ou ocorrência que interfiram no andamento das atividades decorrentes deste PROTOCOLO, para adoção de medidas cabíveis;

VII viabilizar a troca de informações entre os PARTÍCIPES, de forma ágil e sistemática, por meio de compartilhamento de dados e documentos, autorizando acessos e recebimentos necessários, observadas as políticas de segurança de cada órgão, de acordo com as respectivas esferas de atuação, ressalvando-se o sigilo expressamente previsto em lei, as limitações técnicooperacionais e às observações a seguir consignadas: a) para o trânsito de dados e documentos entre os PARTÍCIPES, as pessoas designadas para as atribuições previstas no inciso II desta Cláusula, encarregar-se-ão do acompanhamento interno quanto ao atendimento das solicitações formalmente demandadas e motivadas, no prazo legal, sem prejuízo do repasse de informações urgentes por quaisquer meios de comunicação institucionalmente admissíveis, quando for possível e compatível com os normativos próprios; b) as informações e documentos repassados por cada PARTÍCIPE, no âmbito deste PROTOCOLO, podem prover estatísticas e bancos de dados específicos e desencadear atividades, próprias ou conjuntas, respeitando-se sempre os campos de atuação de cada ente; VIII fornecer as informações e orientações necessárias ao melhor desenvolvimento e ao fiel cumprimento deste PROTOCOLO e à formalização de demais instrumentos necessários à execução das intenções aqui pactuadas. PARÁGRAFO PRIMEIRO. Ficam os PARTÍCIPES obrigados, nos termos da Lei, a resguardar o sigilo do teor dos documentos e informações que receberem face à assinatura do presente PROTOCOLO. PARÁGRAFO SEGUNDO. Os pedidos de informações, documentos e dados deverão obedecer aos critérios dispostos na Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527, de 18/11/2011), especialmente quanto aos prazos e possibilidades de atendimento. CLÁUSULA QUARTA - DA EXECUÇÃO E DO MONITORAMENTO A execução e o monitoramento do presente PROTOCOLO caberão aos responsáveis designados na forma do item II da Cláusula Terceira deste instrumento, os quais terão poderes para praticar quaisquer atos necessários à fiel execução do PROTOCOLO, dando ciência das providências adotadas à autoridade administrativa competente. CLÁUSULA QUINTA DAS OBRIGAÇÕES FINANCEIRAS O presente PROTOCOLO é celebrado a título gratuito, não implicando compromissos financeiros ou transferência de recursos entre os PARTÍCIPES e não gera direito a indenizações, exceto nos casos previstos em Lei.

PARÁGRAFO ÚNICO. No caso de ocorrência de despesas, os procedimentos deverão ser consignados em instrumentos específicos, os quais obedecerão às condições previstas na legislação vigente. CLÁUSULA SEXTA DA VIGÊNCIA E DA PUBLICAÇÃO O presente PROTOCOLO terá vigência de 60 (sessenta) meses, a contar de sua publicação no Diário Oficial da União, a ser providenciada pelo INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇAO E REFORMA AGRÁRIA, por extrato, no devido prazo legal. CLÁUSULA SÉTIMA DA ALTERAÇÃO O presente PROTOCOLO poderá, a qualquer tempo, ser alterado mediante termo aditivo. CLÁUSULA OITAVA DA DENÚNCIA O presente PROTOCOLO poderá, a qualquer tempo, ser denunciado pelos PARTÍCIPES, de forma isolada ou conjuntamente, mediante notificação por escrito, sem prejuízo das obrigações e atribuições previstas em Lei. PARÁGRAFO ÚNICO. A eventual denúncia deste PROTOCOLO não prejudicará a execução dos serviços que tenham sido pactuados mediante instrumento próprio, devendo as atividades já iniciadas ser desenvolvidas normalmente até o final, nos termos estabelecidos no presente PROTOCOLO. CLÁUSULA NONA DAS DISPOSIÇÕES GERAIS As ações que venham a se desenvolver em decorrência deste PROTOCOLO que requeiram formalização jurídica para a sua implementação terão suas condições específicas, descrição de tarefas, prazos de execução, responsabilidades financeiras e demais requisitos definidos em instrumento legal pertinente, acordado entre os PARTÍCIPES. PARÁGRAFO PRIMEIRO. O presente PROTOCOLO poderá ser divulgado por qualquer dos PARTÍCIPES, em conjunto ou isoladamente, devendo ser destacada, igualitariamente, as participações de cada um. PARÁGRAFO SEGUNDO. Os casos omissos e as dúvidas porventura existentes serão dirimidos mediante entendimento entre os PARTÍCIPES. CLÁUSULA DÉCIMA DO FORO Fica eleito o foro da Justiça Federal, Seção Judiciária do Pará, para dirimir quaisquer dúvidas ou controvérsias decorrentes da execução deste PROTOCOLO ou de seus Termos Aditivos.

Assim, por estarem contratados, firmam o presente instrumento em 03 (três) vias de igual teor e forma, para efeitos legais, na presença das testemunhas que também subscrevem. Belém, de de 2014. CENTRO GESTOR E OPERACIONAL DO SISTEMA DE PROTEÇÃO DA AMAZÔNIA-CENSIPAM INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE ICMBio ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO-AGU INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇAO E REFORMA AGRÁRIA INCRA-Belém INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇAO E REFORMA AGRÁRIA INCRA-Santarém INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇAO E REFORMA AGRÁRIA INCRA-Marabá INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS IBAMA SERVIÇO FLORESTAL BRASILEIRO SFB UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ-UFPA PROCURADORIA-GERAL DO ESTADO-PGE SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE SEMA INSTITUTO DE TERRAS DO PARÁ-ITERPA INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, SOCIAL E AMBIENTAL DO PARÁ IDESP EMPRESA DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL DO ESTADO DO PARÁ EMATER INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO FLORESTAL DO ESTADO DO PARÁ IDEFLOR AGÊNCIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO ESTADO DO PARÁ ADEPARÁ DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO PARÁ TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ-TJE MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL-MPE MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL-MPF Testemunhas:

CPF/MF Nº: CPF/MF Nº: