PROTOCOLO DE INTENÇÕES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROTOCOLO DE INTENÇÕES"

Transcrição

1 PROTOCOLO DE INTENÇÕES PROTOCOLO DE INTENÇÕES QUE ENTRE SI CELEBRAM O MINISTÉRIO DA DEFESA, O MINISTÉRIO DA SAÚDE E O PROGRAMA CONJUNTO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE HIV/AIDS (UNAIDS), COM A FINALIDADE DE ESTABELECER ACORDO DE COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO, NAS FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS, DAS AÇÕES DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE DST / AIDS. O MINISTÉRIO DA DEFESA, órgão da administração direta, inscrito no CNPJ sob o n o / , doravante denominado MD, com sede na Esplanada dos Ministérios - Bloco Q, na cidade de Brasília, Distrito Federal - Brasil, neste ato representado pelo Secretário de Organização Institucional do Ministério da Defesa, Senhor ANTONIO CARLOS AYROSA ROSIÈRE; o MINISTÉRIO DA SAÚDE, órgão da administração direta, inscrito no CNPJ sob o n o / , doravante denominado MS, com sede na Esplanada dos Ministérios - Bloco G, na cidade de Brasília, Distrito Federal - Brasil, neste ato representado pelo Secretário Executivo do Ministério da Saúde, Senhor GASTÃO WAGNER DE SOUSA CAMPOS; e o PROGRAMA CONJUNTO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE HIV/AIDS, Organização Internacional, doravante denominado UNAIDS, com sede à Avenue Appia, 1211, Geneva 27, Genebra - Suíça, neste ato representado pelo Diretor de Escritório do UNAIDS, para AIDS, Segurança e Resposta Humanitária, Senhor ULF KRISTOFFERSON, entre si celebram o presente Protocolo de Intenções, nos termos a seguir expandidos. CLÁUSULA PRIMEIRA - DO OBJETO O presente Protocolo de Intenções tem por objeto estabelecer acordo de cooperação técnica e financeira, bem como o intercâmbio entre o MD, o MS e o UNAIDS, com vistas ao desenvolvimento de ações voltadas para o reforço do Programa de Prevenção e Controle de DST/Aids, já em andamento, entre os militares brasileiros, com ênfase nos jovens militares (recrutas e alunos de Escolas Militares e Centros de Formação) e o pessoal designado e desmobilizado nas Missões de Paz.

2 2 Este Acordo abrange atividades nos campos de vigilância epidemiológica, pesquisa, prevenção, diagnóstico, tratamento, suporte técnico, formação e treinamento de pessoal especializado, tendo como premissa básica o estrito acatamento das leis brasileiras; das normas técnicas do Ministério da Saúde que norteiam a Política Nacional de controle de DST/AIDS; da Resolução 1.308/2000, expedida pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas; bem como do compromisso firmado pelo Brasil, na Declaração de Compromisso sobre HIV-Aids, por meio dos Chefes de Governo e de Estado reunidos na 26ª Sessão Extraordinária da Assembléia Geral da ONU, ocorrida entre 25 e 27 de junho de A cooperação tem por objetivo o fortalecimento das articulações intersetoriais, visando a sustentabilidade das ações do Programa de Prevenção e Controle de DST/Aids nas Forças Armadas, através de assistência técnica e financeira entre os cooperantes. CLÁUSULA SEGUNDA - DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA COOPERAÇÃO Para viabilizar a cooperação, serão constituídas quatro áreas de atuação, todas compondo a estrutura organizacional, com atribuições definidas neste instrumento. I - Área de Concepção Caberá à Área de Concepção as seguintes atribuições: a) coordenar o processo de proposição das ações a serem desenvolvidas pelo Programa, as políticas específicas e os projetos dele decorrentes; b) propor os atos normativos necessários ao desenvolvimento do Programa;

3 3 c) formular políticas para a qualificação sistemática e continuada de recursos humanos, voltadas para as finalidades do Programa; e d) coordenar e desenvolver estudos e pesquisas de caráter geral e nacional na área de DST/Aids. II - Área de Gestão Caberá à Área de Gestão as seguintes atribuições: a) propor os atos normativos necessários à gestão do Programa; b) propor critérios para transferência de recursos do Programa; c) coordenar a elaboração da proposta orçamentária do Programa; d) executar o orçamento do Programa; e e) acompanhar a execução do orçamento do Programa. III - Área de Acompanhamento Caberá à Área de Acompanhamento as seguintes atribuições: a) apoiar a gestão da cooperação na articulação com os órgãos, nacionais e internacionais, responsáveis pelas políticas de saúde, voltados para as questões da DST/Aids, bem como com os demais responsáveis pelas políticas sócio-econômicas setoriais; e b) elaborar e gerir um sistema de monitoramento e avaliação. IV - Área de Informação e Avaliação Caberá à Área de Informação e Avaliação as seguintes atribuições:

4 4 a) consolidar e divulgar as informações relativas ao acompanhamento e avaliação do Programa, bem como dos projetos oriundos deste; e b) consolidar as informações relativas ao acompanhamento financeiro dos recursos do Programa. Parágrafo Primeiro. A supervisão técnica desta cooperação será executada pelo MS, por meio do Programa Nacional de DST / Aids; pelo MD, por meio do Departamento de Saúde e Assistência Social DESAS, e pela Comissão Permanente dos Serviços de Saúde da Marinha, do Exército e da Aeronáutica - CPSSMEA. Parágrafo Segundo. A presente cooperação será executada de acordo com um plano de trabalho anual, que será elaborado por representantes designados pelo MD, pelo MS e pelo UNAIDS. Os representantes designados pelos órgãos envolvidos deverão se reunir, anualmente, no mês de outubro, para elaboração do plano de trabalho anual que vigorará no ano seguinte. Parágrafo Terceiro. O plano de trabalho anual referente ao ano de 2004, primeiro ano de vigência do acordo, deverá ser elaborado no prazo de 30 dias a contar da assinatura deste Protocolo de Intenções. Parágrafo Quarto. Mediante a aprovação dos três organismos cooperantes, poderão ser criadas novas áreas, integradas por representantes de outras entidades e parceiros agregados. CLÁUSULA TERCEIRA - DAS OBRIGAÇÕES DOS PARTÍCIPES Observado o disposto na cláusula primeira, caberá:

5 5 I ao Ministério da Defesa - MD: a) supervisionar a execução do Programa de Prevenção e Controle de DST/Aids nas Forças Armadas, por meio da Secretaria de Organização Institucional - SEORI, centralizando a coordenação no Departamento de Saúde e Assistência Social DESAS, que atuará como gerente do Programa; b) estabelecer uma estrutura administrativa para gerenciamento e supervisão do desenvolvimento da cooperação, dos projetos oriundos deste, bem como das informações relativas ao acompanhamento financeiro da cooperação; c) estabelecer uma estrutura técnica para consolidar, em nível nacional, as informações relativas ao acompanhamento e avaliação do Programa; d) exercer, juntamente com o MS, a supervisão técnica da cooperação; e) participar na elaboração do plano de trabalho anual; f) aprovar o plano de trabalho anual e executar as ações pertinentes a implementação das atividades nele pactuadas; g) assegurar a continuidade das atividades pactuadas por este Protocolo, na medida da execução do suporte financeiro; h) apoiar, em conjunto com as Forças Armadas, a logística de transporte para a distribuição do material pertinente a cooperação;

6 6 i) assegurar a participação do pessoal militar, público alvo do programa, nas atividades previstas no plano de trabalho anual; j) propor os atos normativos necessários à gestão da cooperação; l) propor critérios de transferência dos recursos da cooperação; m) coordenar as ações de avaliação da cooperação; n) coordenar a elaboração da proposta orçamentária da cooperação; e o) atuar como Ordenador de Despesas da cooperação; II ao Ministério da Saúde MS: a) exercer, juntamente com o MD, a supervisão técnica da cooperação; b) prover a assistência e os subsídios técnicos da cooperação; c) participar na elaboração do plano de trabalho anual; d) aprovar o plano de trabalho anual; e) propor os atos normativos necessários à gestão do Programa; f) aprovar critérios de alocação dos recursos para a cooperação; g) financiar as atividades, no que compete aos gastos com medicamentos, Anti-retrovirais, preservativos, material educativo, insumos de análises clínicas específicos para diagnóstico e acompanhamento da DST/Aids e atividades pactuadas no plano de trabalho anual;

7 7 h) apoiar tecnicamente as ações de avaliação da cooperação; i) acompanhar a execução do orçamento do Programa, no que lhe couber financiar; e j) apoiar a gestão da cooperação na articulação com os órgãos, nacionais e internacionais, responsáveis pelas políticas de saúde, voltados para as questões da DST/Aids, bem como com os demais responsáveis pelas políticas sócio-econômicas setoriais; UNAIDS: III ao Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids - a) apoiar técnica e financeiramente as atividades pactuadas no plano de trabalho anual, visando o incremento do Programa de Prevenção da DST/ Aids, já em desenvolvimento pelas Forças Armadas; b) apoiar a gestão da cooperação na articulação com os órgãos, nacionais e internacionais, responsáveis pelas políticas de saúde, voltados para as questões da DST/AIDS, bem como os demais responsáveis pelas políticas sócio-econômicas setoriais; c) participar na elaboração do plano de trabalho anual; d) aprovar o plano de trabalho anual; e) acompanhar a execução técnica do Programa; f) promover a divulgação e a disseminação dos resultados da cooperação, desde que em comum acordo entre os partícipes;

8 8 g) propor uma agência co-patrocinadora do UNAIDS para a execução financeira dos recursos alocados pelo mesmo, na consecução da cooperação; h) avaliar e acompanhar a execução do orçamento da cooperação, no que lhe couber financiar; e i) fornecer mecanismos para o monitoramento e avaliação da cooperação; CLÁUSULA QUARTA - DA VIGÊNCIA O prazo de vigência do presente Protocolo de Intenções é de dois anos, a contar da data de assinatura, podendo ser renovado em comum acordo entre os partícipes, mediante termo aditivo. CLÁUSULA QUINTA - DAS ALTERAÇÕES As adições, supressões ou alterações nas cláusulas deste Protocolo de Intenções que porventura sejam necessárias, serão formalizadas através de termos aditivos, em consonância com a legislação brasileira em vigor e alterações posteriores, os quais passarão a fazer parte integrante do mesmo, vedada a modificação do seu objeto. CLÁUSULA SEXTA DOS DIREITOS DE PROPRIEDADE Parágrafo Primeiro. Os direitos relativos à propriedade industrial, decorrentes da execução do objeto do presente Protocolo de Intenções, reger-se-ão de acordo com a legislação brasileira em vigor.

9 9 Parágrafo Segundo. No caso de cessão a terceiros, comercialização dos resultados ou produtos oriundos da execução da presente cooperação, os partícipes deverão, por meio da celebração de contrato específico, estabelecer e regular, de acordo com a legislação em vigor, a exploração dos respectivos direitos de propriedade. CLÁUSULA SÉTIMA DA PUBLICAÇÃO de Intenções. Constitui-se em encargo das partes a divulgação do presente Protocolo CLÁUSULA OITAVA DOS ACORDOS OU CONVÊNIOS À medida que forem identificadas as atividades de mútuo interesse, estas serão definidas e detalhadas em acordos ou convênios específicos, dentro dos limites do presente Protocolo de Intenções. CLÁUSULA NONA DAS DISPOSIÇÕES SOBRE BENS E RECURSOS Parágrafo Primeiro. Os bens alocados pelos partícipes para a consecução do objeto deste Protocolo de Intenções permanecerão integrando os respectivos patrimônios. Parágrafo Segundo. Este Protocolo de Intenções não prevê a transferência de recursos financeiros entre o MD e o UNAIDS. Os recursos, no que couber ao UNAIDS financiar, serão administrados por uma agência das Nações Unidas, que os disponibilizará diretamente aos credores,

10 10 à medida que o MD apresente suas necessidades durante a execução do plano de trabalho anual. O fluxo dos recursos não passará pelo MD. Parágrafo Terceiro. Este Protocolo de Intenções prevê a transferência de recursos financeiros entre o MD e o MS. O MS transferirá ao MD recursos específicos para execução do plano de trabalho anual, nos termos celebrados em instrumento próprio. CLÁUSULA DÉCIMA - DA DENÚNCIA O presente Protocolo de Intenções, bem como os respectivos convênios específicos e negócios jurídicos congêneres dele derivados poderão ser denunciados pelos partícipes, de per si ou em comum acordo, a qualquer tempo, mediante notificação escrita, com antecedência mínima de noventa dias. Nesse caso, serão respeitadas as obrigações anteriormente contraídas, ao tempo em que tenha vigorado, saldados os compromissos financeiros, caso existentes, bem como creditados os benefícios adquiridos no mesmo período, reciprocamente ou perante terceiros. CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA DA EXECUÇÃO Parágrafo Primeiro. Para a execução dos programas e das atividades previstas neste Protocolo, os partícipes fornecerão os recursos humanos e materiais necessários. Parágrafo Segundo. As atividades previstas no presente Protocolo serão desenvolvidas sem prejuízo das atividades normais que estarão sendo executadas pelos partícipes.

11 11 Parágrafo Terceiro. Este Protocolo de Intenções não impedirá que os partícipes realizem acordo semelhante com outras entidades que trabalhem no mesmo ramo, ou com terceiros. CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA DO VÍNCULO EMPREGATÍCIO Não haverá vínculo empregatício entre os profissionais das entidades envolvidas e este Protocolo, permanecendo os mesmos subordinados aos órgãos aos quais estejam vinculados. CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA - DOS CASOS OMISSOS Os casos omissos, decorrentes deste Protocolo de Intenções, serão resolvidos pelos partícipes ou seus representantes legais, com o único objetivo de estimular e implementar ações conjuntas, convergindo esforços com vistas à consecução do objeto do presente instrumento. CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA DAS DISPOSIÇÕES GERAIS A utilização de meios físicos pertencentes aos partícipes será interpretada, para todos os fins de direito e nos expressos termos deste Protocolo de Intenções, restritivamente, não conferindo aos partícipes qualquer prerrogativa ou faculdade em relação a sua utilização, a qualquer título, além do prazo de vigência e nas estritas formas dos ajustes específicos que venham a ser celebrados, assegurado, em qualquer caso, o direito incondicional a pronta restituição dos meios em apreço, em face das suas necessidades administrativas.

12 12 CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA - DO FORO Fica eleito o Foro da Justiça Federal, na Seção Judiciária da cidade de Brasília, Distrito Federal - Brasil, para dirimir as questões decorrentes da execução deste Protocolo de Intenções que não possam ser resolvidas administrativamente. E, para validade do que foi pactuado, firmou-se este instrumento em seis vias de igual teor, na presença das testemunhas abaixo assinadas. Brasília, DF, 24 de março de ANTONIO CARLOS AYROSA ROSIÉRE SECRETÁRIO DE ORGANIZAÇÃO INSITITUCIONAL DO MINISTÉRIO DA DEFESA GASTÃO WAGNER DE SOUSA CAMPOS SECRETÁRIO EXECUTIVO DO MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE ULF KRISTOFFERSON DIRETOR DO ESCRITÓRIO DA UNAIDS TESTEMUNHAS: CARLOS EDSON MARTINS DA SILVA ALEXANDRE GRANGEIRO

Observação: os dados em vermelho devem ser OBRIGATORIAMENTE preenchidos pelo concedente. EXEMPLO DE CONVÊNIO PREENCHIDO CORRETAMENTE

Observação: os dados em vermelho devem ser OBRIGATORIAMENTE preenchidos pelo concedente. EXEMPLO DE CONVÊNIO PREENCHIDO CORRETAMENTE Observação: os dados em vermelho devem ser OBRIGATORIAMENTE preenchidos pelo concedente. EXEMPLO DE CONVÊNIO PREENCHIDO CORRETAMENTE CONVÊNIO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO TERMO DE CONVÊNIO Nº001/2011 QUE ENTRE

Leia mais

Orientações Gerais. Acordo de Cooperação Técnica

Orientações Gerais. Acordo de Cooperação Técnica Orientações Gerais Acordo de Cooperação Técnica Está disponível neste Portal SIASS uma nova minuta que visa orientar os órgãos e os GT's de Implantação das Unidades do SIASS quanto à elaboração do documento

Leia mais

SECRETARIA ESTADUAL DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL,

SECRETARIA ESTADUAL DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL, CONVÊNIO CONVÊNIO QUE ENTRE SI CELEBRAM A SECRETARIA ESTADUAL DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL, A FUNDAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO ADMINISTRATIVO, A FUNDAÇÃO PREFEITO FARIA LIMA CENTRO DE ESTUDOS

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 236/2005-CAD/UNICENTRO

RESOLUÇÃO Nº 236/2005-CAD/UNICENTRO RESOLUÇÃO Nº 236/2005-CAD/UNICENTRO Celebra Termo de Convênio n 245/2005 firmado entre a UNICENTRO e Fundação Araucária. O REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE, UNICENTRO: Faço saber que o Conselho

Leia mais

DECRETO Nº 27.958, DE 16 DE MAIO DE 2007 DODF DE 17.05.2007

DECRETO Nº 27.958, DE 16 DE MAIO DE 2007 DODF DE 17.05.2007 DECRETO Nº 27.958, DE 16 DE MAIO DE 2007 DODF DE 17.05.2007 Aprova o Estatuto Social da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal e dá outras providências. O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso

Leia mais

D O O B J E T O CLÁUSULA PRIMEIRA

D O O B J E T O CLÁUSULA PRIMEIRA ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA QUE ENTRE SI CELEBRAM A UNIÃO, REPRESENTADA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, ATRAVÉS DA COMISSÃO NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR CONAES E O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

Leia mais

DECRETO Nº 60.070, DE 15 DE JANEIRO DE 2014

DECRETO Nº 60.070, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 DECRETO Nº 60.070, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 Regulamenta os procedimentos relativos à compensação ambiental de que trata o artigo 36 da Lei federal nº 9.985, de 18 de julho de 2000, no âmbito do licenciamento

Leia mais

TERMO DE CONVÊNIO QUE ENTRE SI CELEBRAM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE OTORRINOLARINGOLOGIA E CIRURGIA CÉRVICO FACIAL E SUPRA- ESPECIALIDADE (RAZAO SOCIAL)

TERMO DE CONVÊNIO QUE ENTRE SI CELEBRAM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE OTORRINOLARINGOLOGIA E CIRURGIA CÉRVICO FACIAL E SUPRA- ESPECIALIDADE (RAZAO SOCIAL) TERMO DE CONVÊNIO QUE ENTRE SI CELEBRAM ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE OTORRINOLARINGOLOGIA E CIRURGIA CÉRVICO FACIAL E SUPRA- ESPECIALIDADE (RAZAO SOCIAL) A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE OTORRINOLARINGOLOGIA E CIRURGIA

Leia mais

Contrato de ATER. Contratos Individuais com recursos para Investimentos Básicos CPR-SIB, CAF e NPT

Contrato de ATER. Contratos Individuais com recursos para Investimentos Básicos CPR-SIB, CAF e NPT CONTRATO QUE ENTRE SI CELEBRAM E, COM A INTERVENIENCIA DA UNIDADE TÉCNICA ESTADUAL - UTE DO PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO FUNDIÁRIO DO ESTADO, VOLTADA PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ATER ÀS FAMÍLIAS FINANCIADAS

Leia mais

CLÁUSULA PRIMEIRA DO OBJETO

CLÁUSULA PRIMEIRA DO OBJETO ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA QUE ENTRE SI CELEBRAM UNIÃO, ESTADO DO RIO DE JANEIRO E AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA PARA ESTABELECER AS DIRETRIZES PARA A EXECUÇÃO DOS PROJETOS E DAS OBRAS DO COMPLEXO ESPORTIVO

Leia mais

MUNICÍPIO DE PASSO FUNDO SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO

MUNICÍPIO DE PASSO FUNDO SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONVÊNIO DE COLABORAÇÃO QUE ENTRE SI CELEBRAM O MUNICÍPIO DE PASSO FUNDO E O CENTRO DE INTEGRAÇÃO EMPRESA-ESCOLA DO RIO GRANDE DO SUL CIEE/RS 091/2007- SEF O MUNICIPIO DE PASSO FUNDO, pessoa jurídica de

Leia mais

CLÁUSULA PRIMEIRA - DO OBJETO

CLÁUSULA PRIMEIRA - DO OBJETO CONVÊNIO que entre si celebram o Senado Federal, por meio do Instituto Legislativo Brasileiro (ILB) e a CÂMARA MUNICIPAL DE ADAMANTINA. O SENADO FEDERAL, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 00.530.279/0001-15,

Leia mais

Presidência da República Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial

Presidência da República Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial Presidência da República Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial TERMO DE ADESÃO AO FÓRUM INTERGOVERNAMENTAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL QUE ENTRE SI CELEBRAM A UNIÃO, POR

Leia mais

CONVÊNIO DE CONCESSÃO DE ESTÁGIO Nº / EM FORMA DE BOLSA DE COMPLEMENTAÇÃO EDUCACIONAL, DE ACORDO COM A LEI Nº 11.788 DE 25 DE SETEMBRO DE 2008

CONVÊNIO DE CONCESSÃO DE ESTÁGIO Nº / EM FORMA DE BOLSA DE COMPLEMENTAÇÃO EDUCACIONAL, DE ACORDO COM A LEI Nº 11.788 DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 CONVÊNIO DE CONCESSÃO DE ESTÁGIO Nº / EM FORMA DE BOLSA DE COMPLEMENTAÇÃO EDUCACIONAL, DE ACORDO COM A LEI Nº 11.788 DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 Pelo presente instrumento, de um lado o (a) situado (a) à

Leia mais

O PREFEITO DE GOIÂNIA, no uso de suas atribuições legais, e CAPÍTULO I DO FUNDO MUNICIPAL DE ESPORTE E LAZER

O PREFEITO DE GOIÂNIA, no uso de suas atribuições legais, e CAPÍTULO I DO FUNDO MUNICIPAL DE ESPORTE E LAZER 1 Gabinete do Prefeito DECRETO Nº 4139, DE 11 DE SETEMBRO DE 2013. Regulamenta o Fundo Municipal de Esporte e Lazer e o Incentivo ao Esporte e Lazer e dá outras providências. O PREFEITO DE GOIÂNIA, no

Leia mais

MINUTA DE CONVÊNIO PADRÃO

MINUTA DE CONVÊNIO PADRÃO MINUTA DE CONVÊNIO PADRÃO CONSIDERANDO CONSIDERANDO CLÁUSULA PRIMEIRA DO OBJETO O presente convênio tem por objeto conceder vagas para estágio (obrigatório/não obrigatório) em Unidades de Saúde da SMSDC,

Leia mais

ACORDO DE COLABORAÇÃO QUE ENTRE SI ESTADO DE GOIÁS.

ACORDO DE COLABORAÇÃO QUE ENTRE SI ESTADO DE GOIÁS. Procedimento Administrativo n 121.070/2012 ACORDO DE COLABORAÇÃO QUE ENTRE SI CELEBRAM A UNIÃO, POR INTERMÉDIO DO E A SOCIEDADE EMPRESÁRIA CENTRO DE EDUCAÇÃO SERRA DA MESA LTDA - CESEM - EPP, VISANDO O

Leia mais

Art. 2 o Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. Reitoria da Universidade Estadual de Ponta Grossa.

Art. 2 o Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. Reitoria da Universidade Estadual de Ponta Grossa. RESOLUÇÃO CA N o 439 DE 3 DE DEZEMBRO DE 2007. Aprova a assinatura do Convênio a ser celebrado entre a Universidade Estadual de Ponta Grossa e a Companhia de Saneamento do Paraná - SANEPAR. O CONSELHO

Leia mais

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei:

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei: www.leismunicipais.com.br LEI Nº 12.211, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO FUNDO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA POPULAR EMPREENDEDORA E SOLIDÁRIA DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL)

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL) REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL) TÍTULO 1 Da Instituição e seus Fins Art. 1 0 O Centro de Estudos em Educação e Linguagem (CEEL), criado em 2004, para integrar uma

Leia mais

UTP Universidade Tuiuti do Paraná Credenciada por Decreto Presidencial de 07 de julho de 1997 D.O.U nº. 128 de julho de 1997, seção 1 página 14295

UTP Universidade Tuiuti do Paraná Credenciada por Decreto Presidencial de 07 de julho de 1997 D.O.U nº. 128 de julho de 1997, seção 1 página 14295 CONVÊNIO DE COOPERAÇÃO MÚTUA QUE ENTRE SI FAZEM IDT INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO TUIUTI DO PARANÁ E IBEP INSTITUTO BRASIL EXTENSÃO E PÓS- GRADUAÇÃO LTDA. E O CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 14.310, DE 30 DE SETEMBRO DE 2013. (publicada no DOE n.º 189, de 1º de outubro de 2013) Institui o Sistema

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO TERMO DE COOPERAÇÃO N. 2 a5j2015 TERMO DE COOPERAÇÃO QUE ENTRE SI CELEBRAM A E O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, OBJETIVANDO AÇÕES DE FORTALECIMENTO ACADÊMICO E QUALIFICAÇÃO INSTITUCIONAL.

Leia mais

CONTRATO 004/2013. CLÁUSULA PRIMEIRA Objeto. O presente Contrato tem por objeto o item a baixo:

CONTRATO 004/2013. CLÁUSULA PRIMEIRA Objeto. O presente Contrato tem por objeto o item a baixo: CONTRATO 004/2013. CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS DE PERÍCIA CONTÁBIL E REMUNERAÇÃO DE HONORÁRIOS, QUE, ENTRE SI CELEBRAM O CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DE SANTA CATARINA E

Leia mais

RESOLUÇÃO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO (CONSUNI) N.º 03/2011

RESOLUÇÃO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO (CONSUNI) N.º 03/2011 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS RESOLUÇÃO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO (CONSUNI) N.º 03/2011 Dispõe sobre as normas gerais para a celebração de contratos ou convênios da Universidade

Leia mais

Prefeitura Municipal de Campo Limpo Paulista

Prefeitura Municipal de Campo Limpo Paulista -! 1 LEI Nº 2.119, de 04 de agosto de 2011. Autoriza o Chefe do Executivo a firmar Convênio com a instituição sediada em Jundiaí, denominada "Instituto Jundiaiense Luiz Braille". ARMANDO HASHIMOTO, Prefeito

Leia mais

RESOLUÇÃO 007/2015 - CAD

RESOLUÇÃO 007/2015 - CAD RESOLUÇÃO 007/2015 - CAD Aprova a criação e o Regulamento do Programa Professor Sênior. Considerando o disposto no inciso III do artigo 9 do Regimento Geral da Unespar; considerando a 3ª Sessão do Conselho

Leia mais

TERMO DE CONVÊNIO Nº 60/2014. Cláusula Segunda DAS OBRIGAÇÕES DAS PARTES

TERMO DE CONVÊNIO Nº 60/2014. Cláusula Segunda DAS OBRIGAÇÕES DAS PARTES TERMO DE CONVÊNIO Nº 60/2014. Termo de Convênio que entre si celebram de um lado, o MUNICÍPIO DE CARLOS BARBOSA, com sede na Rua Assis Brasil, nº 11, neste ato representado por seu Prefeito, Sr. Fernando

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 02/2010 Cria e estabelece o Regimento Interno do órgão suplementar, Centro de Educação a Distância (CEAD) da Universidade Federal de Juiz de Fora. O CONSELHO SUPERIOR da

Leia mais

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL. Texto atualizado apenas para consulta.

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL. Texto atualizado apenas para consulta. 1 Texto atualizado apenas para consulta. LEI Nº 3.984, DE 28 DE MAIO DE 2007 (Autoria do Projeto: Poder Executivo) Cria o Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal Brasília

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS I INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Engenharia de Alimentos é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS PORTARIA Nº 693, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2014

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS PORTARIA Nº 693, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2014 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS PORTARIA Nº 693, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2014 Estabelece regras e critérios de execução e monitoramento do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico

Leia mais

CONVÊNIO. UNIDADE CONCEDENTE: Razão Social: CNPJ: Ramo de Atividade: Endereço: Cidade: Estado: CEP: Telefone: Fax: e-mail: Representado por : Cargo:

CONVÊNIO. UNIDADE CONCEDENTE: Razão Social: CNPJ: Ramo de Atividade: Endereço: Cidade: Estado: CEP: Telefone: Fax: e-mail: Representado por : Cargo: CONVÊNIO UNIDADE CONCEDENTE: Razão Social: CNPJ: Ramo de Atividade: Endereço: Cidade: Estado: CEP: Telefone: Fax: e-mail: Representado por : Cargo: UNIDADE DE ENSINO: Razão Social: CENTRO DE ENSINO SUPERIOR

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL Nº 1925, DE 23 DE MAIO DE 2005, Págs 54 e 56 LEI Nº 1367, DE 17 DE MAIO DE 2005. Regulamentada pelo Decreto nº 198/06 Cria o Fundo Municipal de Desenvolvimento da Economia Popular

Leia mais

0 MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, com sede na Esplanada dos Ministérios, Bloco "F",

0 MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, com sede na Esplanada dos Ministérios, Bloco F, ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA QUE ENTRE SI CELEBRAM O MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - MTE E O TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO - TST, VISANDO AO INTERCÂMBIO DE INFORMAÇÕES REFERENTES

Leia mais

PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA

PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA Convênio n 07/2014/MPGO CONVÊNIO CONVÊNIO QUE ENTRE SI CELEBRAM O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS E O CENTRO DE ENSINO UNIFICADO DE BRASÍLIA UNICEUB, POR INTERMÉDIO DA, VISANDO A CONCESSÃO DE ESTÁGIO

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DAS LICENCIATURAS (NEPEx LICENCIATURAS) DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DAS LICENCIATURAS (NEPEx LICENCIATURAS) DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ENSINO, PESQUISA E

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O Nº 173/2000-CAD/UNICENTRO

R E S O L U Ç Ã O Nº 173/2000-CAD/UNICENTRO R E S O L U Ç Ã O Nº 173/2000-CAD/UNICENTRO Celebra Termo de Cooperação Técnica e Científica e Contrato de Comodato firmados entre a UNICENTRO e a Fundação João José Bigarella para estudos e conservação

Leia mais

CONTRATO ADMINISTRATIVO Nº. 006/2013

CONTRATO ADMINISTRATIVO Nº. 006/2013 CONTRATO ADMINISTRATIVO Nº. 006/2013 PROCESSO ADMNISTRATIVO Nº. 117/2013 Dispensa de Licitação Art. 24, II, da Lei 8.666/93 Pelo presente instrumento que entre si celebram CÂMARA MUNICIPAL DE ALFREDO CHAVES,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 221/2005-CEPE/UNICENTRO

RESOLUÇÃO Nº 221/2005-CEPE/UNICENTRO RESOLUÇÃO Nº 221/2005-CEPE/UNICENTRO Aprova o Regulamento da Agência de Inovação da UNICENTRO, NOVATEC. O REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE, UNICENTRO: Faço saber que o Conselho de Ensino,

Leia mais

Regimento Interno CAPÍTULO PRIMEIRO DAS FINALIDADES

Regimento Interno CAPÍTULO PRIMEIRO DAS FINALIDADES Regimento Interno CAPÍTULO PRIMEIRO DAS FINALIDADES ARTIGO 1º As atividades socioeducativas desenvolvidas pela Associação Projeto Cuidado- APJ,reger-se-ão pelas normas baixadas nesse Regimento e pelas

Leia mais

PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI

PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI LEI N.º 064/2013. Dispõe sobre a Reorganização do Fundo Municipal para os Direitos da Criança e do Adolescente-FMDCA de Aracati, e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI, no uso de suas

Leia mais

ANEXO II DOS TERMOS DE COOPERAÇÃO TECNICA-FINANCEIRA AGENTE REGIONAL TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA FINANCEIRA Nº /2007

ANEXO II DOS TERMOS DE COOPERAÇÃO TECNICA-FINANCEIRA AGENTE REGIONAL TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA FINANCEIRA Nº /2007 ANEXO II DOS TERMOS DE COOPERAÇÃO TECNICA-FINANCEIRA AGENTE REGIONAL TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA FINANCEIRA Nº /2007 TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA FINANCEIRA QUE CELEBRAM O ESTADO DO CEARÁ, ATRAVÉS DA SECRETARIA

Leia mais

NORMAS DE ATIVIDADES DE EXTENSÃO

NORMAS DE ATIVIDADES DE EXTENSÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS ANEXO À DELIBERAÇÃO Nº 125, DE 06 DE JULHO DE 2006. NORMAS DE ATIVIDADES DE EXTENSÃO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 08/03-COUN

RESOLUÇÃO Nº 08/03-COUN RESOLUÇÃO Nº 08/03-COUN Estabelece o Regimento Interno do Núcleo de Educação a Distância (NEAD) da Universidade Federal do Paraná. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal do Paraná, no uso de

Leia mais

LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011.

LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. 1 Dispõe sobre a criação do Conselho Municipal de Economia Solidária e o Fundo Municipal de Fomento à Economia Solidária e dá outras providências. O Prefeito Municipal

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, 13 de abril de 2012

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, 13 de abril de 2012 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, 13 de abril de 2012 Institui a Infraestrutura Nacional de Dados Abertos INDA. O SECRETÁRIO DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DO MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO,

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO

MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO PORTARIA NORMATIVA N o 916/MD, DE 13 DE JUNHO DE 2008. Aprova a Diretriz para a Difusão e Implementação do Direito Internacional dos Conflitos Armados (DICA) nas

Leia mais

LEI Nº 2.437, DE 11 DE FEVEREIRO DE 2015.

LEI Nº 2.437, DE 11 DE FEVEREIRO DE 2015. LEI Nº 2.437, DE 11 DE FEVEREIRO DE 2015. Autoriza o Executivo Municipal a repassar recursos financeiros mediante convênio às APM'S - Associações de Pais e Mestres das Escolas e CEMEIS da Rede Municipal

Leia mais

REGIMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS URBANOS - NEURB CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E FINALIDADE

REGIMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS URBANOS - NEURB CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E FINALIDADE Preâmbulo Os representantes do CONFAUeD, reunidos em assembléia, no dia 30 de junho de 2011, para instituição dos regimentos dos seus laboratórios e núcleos, após deliberação aprovou o REGIMENTO INTERNO

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE PORTO VELHO PROCURADORIA GERAL CONVÊNIO Nº 017/PGM/2014 - PROCESSO Nº 08.00057/2014

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE PORTO VELHO PROCURADORIA GERAL CONVÊNIO Nº 017/PGM/2014 - PROCESSO Nº 08.00057/2014 1 CONVÊNIO QUE ENTRE SI CELEBRAM O MUNICÍPIO DE PORTO VELHO, POR INTERMÉDIO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE/SEMUSA, DE UM LADO, E DE OUTRO A ASSOCIAÇÃO PROTETORA DOS ANIMAIS DESAMPARADO AMIGOS DE PATAS,

Leia mais

CONCORRÊNCIA Nº. 001/2010/SENAR-AR/RO

CONCORRÊNCIA Nº. 001/2010/SENAR-AR/RO PROCESSO nº 006/2010 CONCORRÊNCIA SOB REGISTRO DE PREÇOS n.º 001/2010 CONTRATO SOB REGISTRO DE PREÇOS PARA FORNECIMENTO DE GÊNEROS ALIMENTÍCIOS, PRODUTOS DESCARTAVÉIS E PRODUTOS DE HIGIENE E LIMPEZA QUE

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 71/2014-CONSUNIV/UEA Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Ciências Regimento

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 71/2014-CONSUNIV/UEA Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Ciências Regimento UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 71/2014-CONSUNIV/UEA Aprova o Projeto Pedagógico do Curso Ciências Regimento Interno do Núcleo de Pesquisa Multidisciplinar em Tecnologia

Leia mais

PROCESSO ADMINISTRATIVO N

PROCESSO ADMINISTRATIVO N PROCESSO ADMINISTRATIVO N 006/2013 INICIADO EM: 16/12/2014 CONCLUÍDO EM: 02/01/2014 PRORROGAÇÃO DO CONTRATO N 001/2013 OBJETO: COMPRA ( ) SERVIÇO ( X ) LOCAÇÃO ( ) OBRA ( ) ALIENAÇÃO ( ) DE: ASSESSORIA

Leia mais

c Designação do corpo docente, auxiliares, e dos demais profissionais que a atividade necessitar;

c Designação do corpo docente, auxiliares, e dos demais profissionais que a atividade necessitar; CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS 2015 Pelo presente instrumento particular de Contrato de Prestação de Serviços Educacionais de um lado o Centro de Ensino São José Ltda., inscrito no CNPJ:

Leia mais

Faculdades Borges de Mendonça

Faculdades Borges de Mendonça TERMO DE CONVÊNIO PARA ESTÁGIO CURRICULAR BM/EMPRESA TERMO DE CONVÊNIO PARA ESTÁGIO CURRICULAR QUE ENTRE SI CELEBRAM, DE UM LADO A FACULDADE BORGES DE MENDONÇA E DE OUTRO LADO, A EMPRESA., VISANDO À REALIZAÇÃO

Leia mais

Decreto 5912/06 Decreto nº 5.912, de 27 de setembro de 2006

Decreto 5912/06 Decreto nº 5.912, de 27 de setembro de 2006 Decreto 5912/06 Decreto nº 5.912, de 27 de setembro de 2006 Regulamenta a Lei no 11.343, de 23 de agosto de 2006, que trata das políticas públicas sobre drogas e da instituição do Sistema Nacional de Políticas

Leia mais

O Governo da República Federativa do Brasil. O Governo da República Democrática de São Tomé e Príncipe (doravante denominados "Partes"),

O Governo da República Federativa do Brasil. O Governo da República Democrática de São Tomé e Príncipe (doravante denominados Partes), PROGRAMA EXECUTIVO AO ACORDO BÁSICO DE COOPERAÇÃO CIENTÍFICA E TÉCNICA ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE PARA IMPLEMENTAÇÃO DO

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Engenharia Mecânica é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares

Leia mais

ANEXO 1 REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE, SEDE E FORO

ANEXO 1 REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE, SEDE E FORO ANEXO 1 REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM CAPÍTULO I DA NATUREZA, FINALIDADE, SEDE E FORO Art. 1º - A Comissão Nacional de Residência em Enfermagem - Conarenf, criada pela

Leia mais

Câmara Municipal de Barão do Triunfo ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

Câmara Municipal de Barão do Triunfo ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CONTRATO Nº 009/11 CONTRATO EMERGENCIAL DE LOCAÇÃO DE SISTEMAS E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Pelo presente contrato Emergencial, a CÂMARA MUNICIPAL DE BARÃO DO TRIUNFO, pessoa jurídica de direito público, inscrita

Leia mais

ANEXO VI REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E INVESTIMENTOS ESTRATÉGICOS CAPÍTULO I CATEGORIA E FINALIDADE

ANEXO VI REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E INVESTIMENTOS ESTRATÉGICOS CAPÍTULO I CATEGORIA E FINALIDADE (Portaria GM-MP nº 220, de 25 de junho de 2014) ANEXO VI REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E INVESTIMENTOS ESTRATÉGICOS CAPÍTULO I CATEGORIA E FINALIDADE Art. 1º A Secretaria de Planejamento

Leia mais

Estado da Paraíba PREFEITURA MUNICIPAL DE TAVARES GABINETE DO PREFEITO

Estado da Paraíba PREFEITURA MUNICIPAL DE TAVARES GABINETE DO PREFEITO LEI Nº 704/2013 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL COMPIR E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO CONSTITUCIONAL DO MUNICÍPIO DE TAVARES, Estado da Paraíba, usando

Leia mais

EST ADO DO AMAZONAS CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS GABINETE VEREADOR EDNAILSON ROZENHA

EST ADO DO AMAZONAS CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS GABINETE VEREADOR EDNAILSON ROZENHA PROJETO DE LEI N.188/2014 Cria o Fundo Municipal dos Direitos Animais (FMDA) e institui seu Conselho Gestor. Art. 1º Fica criado o Fundo M unicipal dos Direitos Animais (FM DA), com objetivo principal

Leia mais

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUIVOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUIVOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUIVOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 Este regulamento fixa as normas para o estágio do Curso de Graduação

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 169/2001-CAD/UNICENTRO

RESOLUÇÃO Nº 169/2001-CAD/UNICENTRO RESOLUÇÃO Nº 169/2001-CAD/UNICENTRO Celebra Termo de Convênio firmado entre a UNICENTRO, a Loja Macônica Philantropia Guarapuavana, a ARLS Acácia do Terceiro Planalto nº 75, e a Augusta e Respeitável Loja

Leia mais

*D337F565* Mensagem n o 448. Senhores Membros do Congresso Nacional,

*D337F565* Mensagem n o 448. Senhores Membros do Congresso Nacional, Mensagem n o 448 Senhores Membros do Congresso Nacional, Nos termos do disposto no art. 49, inciso I, combinado com o art. 84, inciso VIII, da Constituição, submeto à elevada consideração de Vossas Excelências,

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE Bacharelado em Administração Modalidade a Distância

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE Bacharelado em Administração Modalidade a Distância REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE Bacharelado em Administração Modalidade a Distância I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Bacharelado em Administração Modalidade a Distância é uma

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL DECRETO Nº 309, DE 6 DE DEZEMBRO DE 2005. Aprova o Regimento Interno e o Organograma da Secretaria Municipal do Trabalho e Cooperativismo e dá outras providências. O PREFEITO DE PALMAS no uso das atribuições

Leia mais

CARTA CONTRATO N 253/2013, PREFEITURA MUNICIPAL

CARTA CONTRATO N 253/2013, PREFEITURA MUNICIPAL CARTA CONTRATO N 253/2013, celebrado entre a PREFEITURA MUNICIPAL DE PRESIDENTE FIGUEIREDO e a empresa CONSTRUTORA SEM FRONTEIRAS LTDA-EPP, objetivando CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA, na forma a

Leia mais

Prefeitura Municipal da Estância Climática de Santo Antonio do Pinhal Estado de São Paulo

Prefeitura Municipal da Estância Climática de Santo Antonio do Pinhal Estado de São Paulo Prefeitura Municipal da Estância Climática de Santo Antonio do Pinhal Estado de São Paulo LEI N 980, DE 14 DE NOVEMBRO DE 2006 Dispõe sobre a criação do Fundo Municipal de Turismo (FUMTUR), no Município

Leia mais

INSTITUTO FENASBAC DE EXCELÊNCIA PROFISSIONAL - I.FENASBAC REGIMENTO INTERNO. Capítulo I - FINALIDADE

INSTITUTO FENASBAC DE EXCELÊNCIA PROFISSIONAL - I.FENASBAC REGIMENTO INTERNO. Capítulo I - FINALIDADE INSTITUTO FENASBAC DE EXCELÊNCIA PROFISSIONAL - I.FENASBAC REGIMENTO INTERNO Capítulo I - FINALIDADE Artigo 1º - O Instituto FENASBAC tem as seguintes finalidades: I. promover a geração de conhecimento,

Leia mais

MINISTÉRIO DO ESPORTE

MINISTÉRIO DO ESPORTE MATRIZ DE RESPONSABILIDADES QUE ENTRE SI CELEBRAM OS ENTES FEDERATIVOS ABAIXO NOMINADOS COM O OBJETIVO DE VIABILIZAR A EXECUÇÃO DAS AÇÕES GOVERNAMENTAIS NECESSÁRIAS À REALIZAÇÃO DA COPA DAS CONFEDERAÇÕES

Leia mais

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Barretos SP 2014 APRESENTAÇÃO O Estágio Supervisionado do Curso de Ciências Contábeis da FACULDADE BARRETOS é um componente curricular

Leia mais

NÚCLEO DE EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO- NEPG REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. CAPÍTULO I Das considerações gerais

NÚCLEO DE EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO- NEPG REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. CAPÍTULO I Das considerações gerais Sociedade de Educação e Cultura de Goiás www.faculdadearaguaia.edu.br Rua 18 n 81 Centro Goiânia Goiás Fone: (62) 3224-8829 NÚCLEO DE EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO- NEPG REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS XII / GUANAMBI BA REGIMENTO INTERNO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS XII / GUANAMBI BA REGIMENTO INTERNO UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS XII / GUANAMBI BA REGIMENTO INTERNO GUANAMBI 2005 CAPÍTULO I Da Finalidade Art. 1º - O Núcleo de Pesquisa e Extensão () do Departamento

Leia mais

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE COMPRAS, CONTRATAÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS E AQUISIÇÃO DE BENS COM EMPREGO DE RECURSOS PROVENIENTES DO PODER PÚBLICO

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE COMPRAS, CONTRATAÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS E AQUISIÇÃO DE BENS COM EMPREGO DE RECURSOS PROVENIENTES DO PODER PÚBLICO REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE COMPRAS, CONTRATAÇÃO DE OBRAS E SERVIÇOS E AQUISIÇÃO DE BENS COM EMPREGO DE RECURSOS PROVENIENTES DO PODER PÚBLICO CAPÍTULO I DA INTRODUÇÃO Art. 1º - O presente regulamento

Leia mais

CLEINALDO DE ALMEIDA COSTA Presidente

CLEINALDO DE ALMEIDA COSTA Presidente UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 27/2014 CONSUNIV Aprova o Regimento Interno dos Laboratórios de Pesquisa e Desenvolvimento P&D LAB da Universidade do Estado do Amazonas.

Leia mais

C O N V Ê N I O Nº 145/2014

C O N V Ê N I O Nº 145/2014 C O N V Ê N I O Nº 145/2014 Que entre si celebram de um lado o MUNICÍPIO DE ITABIRITO, pessoa jurídica de direito público interno, inscrição no CNPJ sob o nº 18.307.835/0001-54, com endereço a Avenida

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE EX-ALUNOS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO DISTRITO FEDERAL. CAPÍTULO I - Da Associação e finalidades

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE EX-ALUNOS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO DISTRITO FEDERAL. CAPÍTULO I - Da Associação e finalidades ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE EX-ALUNOS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO DISTRITO FEDERAL CAPÍTULO I - Da Associação e finalidades Art. 1º A Associação dos ex alunos do Centro Universitário do Distrito Federal doravante

Leia mais

LEI Nº 3601/2015, DE 19 DE MAIO DE 2015.

LEI Nº 3601/2015, DE 19 DE MAIO DE 2015. LEI Nº 3601/2015, DE 19 DE MAIO DE 2015. AUTORIZA O MUNICÍPIO CONCEDER SUBVENÇÃO SOCIAL AO CENTRO OCUPACIONAL BRUNO JOSÉ CAMPOS HORTA COMUNITÁRIA, FIRMAR CONVÊNIO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PREFEITURA MUNICIPAL DE SUMIDOURO GABINETE DO PREFEITO

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PREFEITURA MUNICIPAL DE SUMIDOURO GABINETE DO PREFEITO LEI MUNICIPAL Nº 1034, DE 10 DE SETEMBRO DE 2012. Dispõe sobre o Conselho Municipal do Idoso (CMI) e o Fundo Municipal do Idoso (FMI) e dá outras publicações. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SUMIDOURO DO ESTADO

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA N 66, DE 12 DE MAIO DE 2005.

INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA N 66, DE 12 DE MAIO DE 2005. INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA N 66, DE 12 DE MAIO DE 2005. O PRESIDENTE DO INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 24,

Leia mais

MINUTA DE CONTRATO DE CONVÊNIO

MINUTA DE CONTRATO DE CONVÊNIO MINUTA DE CONTRATO DE CONVÊNIO CONVÊNIO Nº / QUE ENTRE SI CELEBRAM CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DE GUANAMBI CESG, MANTENEDOR DA FACULDADE GUANAMBI FG, POR MEIO DO CURSO DE GRADUAÇÃO DE DIREITO DA FACULDADE

Leia mais

CONTRATO PADRÃO DE ADESÃO DO CARTÃO SICREDICARD VISA ELECTRON

CONTRATO PADRÃO DE ADESÃO DO CARTÃO SICREDICARD VISA ELECTRON CONTRATO PADRÃO DE ADESÃO DO CARTÃO SICREDICARD VISA ELECTRON Administradora de Cartões SICREDI Ltda., com sede, foro e administração em Brasília/DF, no SCS Qd. 06, BL. A, Nº. 141, Ed. Presidente, inscrito

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 4.567, DE 29 DE JULHO DE 2011

LEI MUNICIPAL Nº 4.567, DE 29 DE JULHO DE 2011 - Autoriza o Poder Executivo Municipal, a Câmara Municipal, o TATUIPREV e a Fundação Manoel Guedes a celebrarem convênio com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Tatuí e Região e dá outras

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA CAPÍTULO I

PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA CAPÍTULO I PROJETO DE LEI Nº 14/2016 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PARTICIPAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA RUI VALDIR OTTO BRIZOLARA, Prefeito Municipal de Morro Redondo, Estado do Rio

Leia mais

CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO PORTARIA Nº 1.242, DE 15 DE MAIO DE 2015

CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO PORTARIA Nº 1.242, DE 15 DE MAIO DE 2015 CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO PORTARIA Nº 1.242, DE 15 DE MAIO DE 2015 Regulamenta a experiência-piloto do Programa de Gestão que permite o teletrabalho no âmbito da Controladoria-Geral da União. O MINISTRO

Leia mais

DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013

DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013 DECRETO Nº 713, DE 1º DE ABRIL DE 2013 Publicado no DOE(Pa) de 02.04.13. Institui o Programa de Parcerias Público-Privadas PPP/PA e regulamenta o Conselho Gestor de Parcerias Público- Privadas do Estado

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ RESOLUÇÃO Nº 17/CEPE, DE 03 DE MAIO DE 2006 Aprova normas para os cursos de especialização da Universidade Federal do Ceará. O Reitor da UNIVERSIDADE

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO I INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Administração é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO IFMA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO IFMA CONVENIO DE COOPERAÇÃO TÉCNICO- CIENTIFICO QUE ENTRE SI CELEBRAM O INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIENCIA E TECNOLOGIA DO MARANHÃO IFMA E A UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO, PARA OS FINS QUE ESPECIFICA.

Leia mais

PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DE INCORPORAÇÃO DE AÇÕES DE EMISSÃO DA ELEVA ALIMENTOS S.A. PELA PERDIGÃO S.A. ELEVA ALIMENTOS S.A. PERDIGÃO S.A.

PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DE INCORPORAÇÃO DE AÇÕES DE EMISSÃO DA ELEVA ALIMENTOS S.A. PELA PERDIGÃO S.A. ELEVA ALIMENTOS S.A. PERDIGÃO S.A. PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DE INCORPORAÇÃO DE AÇÕES DE EMISSÃO DA ELEVA ALIMENTOS S.A. PELA PERDIGÃO S.A. ENTRE ELEVA ALIMENTOS S.A. E PERDIGÃO S.A. _ DATADO DE 13 DE NOVEMBRO DE 2007 _ PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO

Leia mais

Promulga o Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao envolvimento de crianças em conflitos armados.

Promulga o Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao envolvimento de crianças em conflitos armados. DECRETO Nº 5.006, DE 8 DE MARÇO DE 2004. Promulga o Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao envolvimento de crianças em conflitos armados. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CANOAS Gabinete do Prefeito

PREFEITURA MUNICIPAL DE CANOAS Gabinete do Prefeito MINUTA DE CONVÊNIO Convênio que celebram entre si o Município de Canoas e o Centro Integração Empresa Escola (CIEE/RS). O MUNICÍPIO DE CANOAS, pessoa jurídica de direito público interno, com sede na Rua

Leia mais