ELECTRÓNICA DE POTÊNCIA

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Transcrição:

ELECTRÓNIC DE POTÊNCI CIRCUITO DE DISPRO DE UM TIRISTOR CIRCUITO COM CRG RESSONNTE COMUTÇÃO PEL CRG GRUPO: DI: TURNO: HORS: LUNO: LUNO: LUNO: LUNO: Nº: Nº: Nº: Nº: IST DEEC 2003 Profª Beatriz Vieira Borges 1

CIRCUITO DE DISPRO DE UM TIRISTOR CIRCUITO COM CRG RESSONNTE COMUTÇÃO PEL CRG 1. INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS: O tiristor ( Silicon Controlled Rectifier ) é o dispositivo electrónico destinado a aplicações de potência elevada. É um dispositivo de tecnologia bipolar com três terminais: ânodo, cátodo e gate. O seu funcionamento assemelhase ao de um diodo, pois uma das condições para que entre em condução é encontrarse polarizado directamente, (i.e. a tensão ânodo cátodo ser positiva). Outra condição necessária para que um tiristor entre em condução, consiste na aplicação de um impulso de tensão com amplitude e duração determinadas, entre o terminal de controlo ( gate ) e o cátodo. É portanto um dispositivo comandado à condução. O tiristor existe no mercado numa vasta gama de tensões e de correntes podendo dividirse em duas categorias: tiristores lentos para aplicações de baixa frequência e potência elevada (utilizados em rectificadores) cujos tempos de comutação atingem os 500µs, e tiristores rápidos de tempos de comutação menores que 50µs, com limites de operação mais baixos. principal desvantagem que este dispositivo apresenta é a incapacidade de, por si só, cortar a corrente que conduz de forma comandada. sua utilização em circuitos onde não estejam criadas as condições para uma comutação de forma natural (i.e. quando a natureza da fonte de alimentação ou da carga é tal que não provoca o anulamento da corrente que flui através do tiristor), pressupõe o recurso a técnicas de comutação forçada. Estas técnicas consistem, normalmente, na introdução de um circuito constituído por componentes reactivos, um condensador e uma bobine, e um ou mais tiristores adicionais. Os circuitos de comutação IST DEEC 2003 Profª Beatriz Vieira Borges 2

forçada têm como objectivo estabelecer, durante um determinado intervalo de tempo, uma tensão inversa aos terminais do dispositivo que se pretende comutar. s malhas ou circuitos de comutação forçada provocam perdas, pelo que a sua utilização em aplicações de potência elevada está limitada a frequências de operação da ordem dos 500Hz até 1.5kHz. Embora existam ainda muitos equipamentos que incorporam tiristores com circuitos de comutação forçada, existe a tendência para substituilos por novos equipamentos projectados com GTO s ou IGBT s. Na Fig.1 representase um circuito onde é necessária a existência de um circuito de comutação forçada parta a passagem ao corte do tiristor, de modo a ser possível controlar a potência entregue à carga. i L L V DISPRO R V O V DISPRO v L C v O R V O Fig. 1 Fig. 2 Na Fig. 2, contrariamente, representase um circuito onde, em determinadas condições (Quais?), não é necessária a existência de qualquer circuito de comutação forçada, (Porquê?). O objectivo deste trabalho é estudar os princípios básicos de operação dos conversores a tiristores, evidenciando em circuitos muito simples o problema da passagem ao corte destes dispositivos. Para proceder à montagem laboratorial de um circuito com semicondutores de potência é necessário efectuar a realização do circuito de drive ou circuito de ataque ao terminal de controlo, também chamado, no caso de tiristores, circuito de disparo. Este circuito tem como função a elaboração do sinal de comando do tiristor, que deverá ser aplicado entre a gate e o cátodo, e estabelecer o isolamento galvânico entre o circuito de potência e o circuito de controlo, isolamento este necessário na maioria das aplicações. Neste trabalho os componentes dos circuitos de disparo e do circuito de potência encontramse montados numa única placa de circuito impresso, sendo necessário efectuar alguma ligações exteriores durante o decorrer do trabalho. O trabalho está dividido em duas partes: a primeira consiste no ensaio laboratorial de um circuito de disparo de um tiristor. segunda consiste na montagem dos circuitos de potência representados nas Figs. 1 e 2. IST DEEC 2003 Profª Beatriz Vieira Borges 3

2. CIRCUITO DE DISPRO: ) Funcionamento Pretendese efectuar o disparo de um tiristor a uma frequência de 1kHz pelo que se necessita de um sinal proveniente de um gerador de impulsos com aquela frequência. O circuito de disparo do tiristor representado na Fig.3 consiste essencialmente numa monoestável que reage ao flanco positivo daquele sinal. À saída da monoestável obtêmse um impulso com uma duração programada exteriormente pela resistência R e pelo condensador C. duração do impulso depende das características de gate do tiristor a utilizar (neste caso 10µs). Este impulso necessita ser amplificado de modo a ser injectada na gate corrente suficiente para se dar o disparo do tiristor. Para isso utilizase um transistor de ganho elevado. O transistor transita da saturação ao corte estabelecendo uma tensão no primário do transformador de impulsos sempre que surja o impulso na saída da monoestável. O transformador de impulsos estabelece o isolamento galvânico entre o circuito de potência e o circuito de comando. V CC V CC V CC G.I. MONOESTÁVEL 4047 MPLIFICDOR B C R Fig. 3 esquema eléctrico do circuito de disparo Encontramse representadas na Fig.4 as formas de onda típicas de tensão nos vários pontos do circuito da Fig.3. IST DEEC 2003 Profª Beatriz Vieira Borges 4

G.I. t B t V GK t Fig.4 Diagramas temporais das tensões nos vários pontos do circuito de disparo t B) Montagem O circuito de disparo representado na Fig.5 encontrase montado na placa de circuito impresso. Consulte a folha de catálogo referente ao monostável, CMOS 4047. Note que com as ligações, a monoestável vai reagir ao flanco ascendente do impulso de clock. duração do impulso a obter na saída depende da constantge de tempo definida por R e por C, segundo fórmula dada pelo fabricante, t=2.88 RC. Para se obter um impulso de duração de 10ms são necessários uma resistência de 10kΩ e um condensador de.4nf (a duração do impulso de disparo não é crítica neste circuito pelo que os valores de R e C poderão ser ligeiramente diferentes dos indicados). IST DEEC 2003 Profª Beatriz Vieira Borges 5

15V V CC 12 G G V CC 15V B R3 K 33Ω K 4047 1 R C 22kΩ 2,2kΩ G.I. Fig.5 Esquema eléctrico do circuito de disparo C) Equipamento 1 Osciloscópio 1 Sonda de corrente 1 Gerador de impulsos 2 Fontes de alimentação 2 Multímetros 1 Placa de circuito impresso IST DEEC 2003 Profª Beatriz Vieira Borges 6

PR ENTREGR NO FIM D UL JUNTMENTE COM FOLH DE IDENTIFICÇÃO 3. CONDUÇÃO DO TRBLHO: 3.1 ESTUDO DO CIRCUITO DE DISPRO Em primeiro lugar faça as ligações do circuito de disparo à fonte de alimentação. Sintonize o gerador de impulsos (GI) para obter na sua saída uma forma de onda rectangular de amplitude 0 a 15V, a uma frequência de 1kH com factor de ciclo de 50%. (Verifique que tem na saída do GI o sinal pretendido, ligandoo ao canal 1 do osciloscópio através de um cabo coaxial BNC/BNC. TENÇÃO NÃO PODE LIGR UM SINL NEGTIVO UM CIRCUITO INTEGRDO CMOS) Depois de verificar desligue a alimentação do GI e desligue a sua saída do osciloscópio. Seguidamente ligue a saída do GI à placa do circuito impresso. Ligue a alimentação do circuito e a alimentação do GI. 1. Visualize a tensão entre o ponto e a massa (CNL 1) e entre o ponto B e a massa (CNL 2). Basta ligar uma das pontas do osciloscópio à massa.). Retire as duas pontas dos pontos e B e do terminal de massa. IST DEEC 2003 Profª Beatriz Vieira Borges 7

2. Justifique a necessidade de existência do díodo Zenner e do díodo no primário do transformador. 3. Para perceber qual a função do díodo Zenner no primário do transformador, visualize a tensão no primário do transformador com e sem o diodo de zenner curtocircuitado. 4. Ligue a resistência de 33Ω (R3) aos terminais G e K. Esta resistência permitirlheà simular a gate do tiristor. Utilizando apenas uma ponta de tensão visualize a tensão v GK (terminais de R3). IST DEEC 2003 Profª Beatriz Vieira Borges 8

Desligue a resistência R3 do circuito e ligue os terminais G e K do circuito de disparo aos terminais gate e cátodo do tiristor. (TENÇÃO: NÃO TROCR OS TERMINIS). primeira parte do seu trabalho terminou. 4.2 CIRCUITO DE POTÊNCI Nesta parte do trabalho irá verificar que o tiristor é um dispositivo electrónico que não tem capacidade de, por si, só cortar a corrente que conduz. O tiristor uma vez em condução só passa ao corte, se as condições de carga ou de alimentação o permitirem, isto é, se essas condições forem tais que provoquem o anulamento da corrente que flui pelo tiristor. No caso das montagens que vamos efectuar, cujos esquemas eléctricos se encontram representados na Fig.6, exemplificamse dois casos distintos: um em que o tiristor, depois de ser disparado não volta a passar ao corte, mesmo depois de ser retirado o impulso de GTE (Fig. 6 a)); outro em que o tiristor comuta por acção da carga, (Fig. 6 b)). V situação em que o tiristor comuta por acção da fonte de alimentação será estudada no Trabalho nº3. G K DISPRO R V O V V D c K G c DISPRO C i L v L L v O R V O V Fig. 6 a) Fig. 6 b) 4.3 VISULIZÇÃO DE FORMS DE OND Depois de ter ligado os terminais G e K do circuito de disparo aos terminais gate e cátodo do tiristor efectue a montagem assinalada na Fig. 6 a). Faça as ligações entre a outra fonte de alimentação e o circuito de potência regulando o seu valor para 20V. (Por precaução utilize limitação de corrente). IST DEEC 2003 Profª Beatriz Vieira Borges 9

TENÇÃO: LIGUE IND O CONDENSDOR ELECTROLÍTICO EM PRLELO COM FONTE DE LIMENTÇÃO DO CIRCUITO DE POTÊNCI (TENÇÃO À POLRIDDE). 5. Ligue a fonte de alimentação e também a alimentação do gerador de impulsos. No caso do amperímetro não indicar a passagem de corrente aumente ligeiramente a tensão do circuito de potência. Registe os valores indicados nos aparelhos: Voltímetro: mperímetro: 6. Verifique, actuando no GI que não é possível variar a corrente nem a tensão na carga. Porquê? 7. Variando a tensão de alimentação do circuito de potência (e consequentemente a corrente na carga), determine a corrente de lançamento e a corrente de manutenção. I lançamento: I manutenção: 8. Diga o que entende por corrente de lançamento e por corrente de manutenção: 9. Desligue o GI e a fonte de alimentação e efectue a montagem referente à Fig. 6 b). Coloque em antiparalelo com o tiristor o diodo rápido. Ligue a fonte de alimentação e o gerador de impulsos. Registe os valores indicados pelos aparelhos Voltímetro: mperímetro: IST DEEC 2003 Profª Beatriz Vieira Borges 10

10. Observe a tensão no condensador e a corrente na bobina (com o auxílio da sonda de corrente). 11. Registe as formas de onda de tensão e da corrente no díodo em antiparalelo. 12. Registe as formas de onda de tensão e da corrente no tiristor. 13. Desligue o GI e a fonte de alimentaçãop e substitua o díodo rápido pelo diodo lento. Volte a ligar a alimentação e o GI e observe as formas de onda da tensão e da corrente do díodo. Utilize a base de tempo auxiliar do osciloscópio para melhor observar pormenores. 14. Comente (e explique) as diferenças observadas nas duas situações: díodo lento e díodo rápido. IST DEEC 2003 Profª Beatriz Vieira Borges 11

15. Tendo em conta as formas de onda já observadas, explique sucintamente o funcionamento do circuito. Diga de que forma é possível controlar a potência entregue à carga (resistência em paralelo com o condensador). 16. Suponha que retira o díodo em antíparalelo com o tiristor. Explique o que aconteçe e justifique. Se quiser visualizar, desligue todos os aparelhos antes de retirar o díodo do circuito. Depois do díodo retirado volte a proceder como anteriormente. IST DEEC 2003 Profª Beatriz Vieira Borges 12

17. Diga o que acontece se tirar a resistência que se encontra em paralelo com o condensador. 18. Como exercício, tente determinar analiticamente a expressão da corrente e da tensão no condensador considerando ou não a resistência em paralelo com o condensador. Suponha que todos os componentes são ideais. O tiristor é disparado a uma frequência de 1kHz, o díodo encontrase ligado em antiparalelo com o tiristor e a tensão de alimentação é de 20V. dmita os seguintes valores para os componentes: R=100Ω; C= 5 µf; L=170 µh. IST DEEC 2003 Profª Beatriz Vieira Borges 13