Curso: Redes II (Heterogênea e Convergente)



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Transcrição:

Curso: Redes II (Heterogênea e Convergente) Tema da Aula: Redes Heterogênea e Convergente Professor Rene - UNIP 1

Redes heterogêneas Redes Heterogêneas Todo ambiente de rede precisa armazenar informações para possibilitar o seu gerenciamento (autenticação, grupos de usuários, permissões, cotas de armazenamento e impressão, compartilhamentos e etc.). Hoje em dia, a maioria das grandes organizações possui ambientes de rede heterogêneos, com várias plataformas presentes (Linux, Windows, Solaris ) e com redes virtuais fisicamente conectadas, muitas vezes distribuídas geograficamente. Um exemplo de organização desse tipo é a Universidade de São Paulo, que possui uma grande rede de dados interconectando todos os seus campi, espalhados pelo estado. Professor Rene - UNIP 2

Redes Heterogêneas Exemplo de serviços em uma rede heterogênea. Professor Rene - UNIP 3

Redes Heterogêneas Redes heterogêneas As figuras ilustra uma rede heterogênea composta de um ambiente Windows e um ambiente Linux. Apesar de ambos os ambientes estarem fisicamente conectados (utilizando a mesma infra-estrutura), não existe comunicação entre os serviços e a informação usada para administrar os recursos não está sendo compartilhada. Professor Rene - UNIP 4

Redes Heterogêneas Redes heterogêneas Um problema decorrente desse tipo de implantação é que para cada plataforma ou para cada rede local virtual existente no ambiente de rede (rede física), é necessário suprir essas mesmas informações de gerenciamento. Se não for adotada uma boa solução de gerenciamento, podem surgir problemas decorrentes da replicação desses dados. Os principais são: redundância, falta de sincronia nas informações, dificuldade de organização, maior custo no suporte e falta de segurança. Professor Rene - UNIP 5

Serviços de diretório Redes Heterogêneas Um diretório é um repositório de informações sobre objetos, organizados segundo um critério que facilite a sua consulta. Dois exemplos práticos de diretórios que usamos no nosso cotidiano são: uma lista telefônica e um dicionário. Ambos armazenam informações para consulta, ordenadas para facilitar a busca por uma entrada: a lista telefônica organiza as entradas em ordem alfabética pelo nome da pessoa e o dicionário organiza as entradas também em ordem alfabética, por verbete. Professor Rene - UNIP 6

Redes Heterogêneas Serviços de diretório. O modo como o diretório é usado pode ser descrito como white pages ou yellow pages. Se o nome do objeto é conhecido, é possível recuperar suas características. Os serviços de diretórios são ajustados para dar resposta rápida a operações de busca em grande volume. Professor Rene - UNIP 7

Redes Heterogêneas Serviços de diretório. Assim sendo, eles podem ter a habilidade de replicar informação com o objetivo de aumentar a disponibilidade e a confiabilidade, além de reduzir o tempo de resposta. Quando a informação do diretório é replicada, é aceitável que aconteçam inconsistências temporárias entre as réplicas, desde que elas se sincronizem eventualmente. Alguns serviços de diretório são locais, fornecendo serviço a um contexto restrito como, por exemplo, o programa finger em uma máquina Linux/Unix. Outros serviços são globais, fornecendo serviço para um contexto mais abrangente, como por exemplo, o DNS (Domain Name System) da Internet. Professor Rene - UNIP 8

Protocolo LDAP Redes Heterogêneas LDAP (Lightweight Directory Access Protocol ou Protocolo Leve de Acesso a Diretório) é um protocolo leve para acessar serviços de diretório baseados nos padrões X.500, que funciona sobre TCP/IP. O conjunto original das principais definições do LDAP (Versão 3) está nos RFC's 2251-2256. As especificações técnicas estão no [RFC3377 "Lightweight Directory Access Protocol (v3): Technical Specification"]. Além desses, existem outros RFC's que definem outras características do LDAP. LDAP é baseado no modelo cliente/servidor e a comunicação é assíncrona. Ou seja, um cliente pode fazer múltiplas requisições e as respostas dadas pelo servidor podem chegar em qualquer ordem. Professor Rene - UNIP 9

Redes Heterogêneas Professor Rene - UNIP 10

Redes Heterogêneas A figura ilustra uma rede heterogênea utilizando um servidor LDAP para integração dos serviços. Uma maneira de disponibilizar um serviço de diretório LDAP é utilizando soluções livres disponíveis atualmente. Um exemplo de implantação desse tipo é instalar um servidor OpenLDAP, integrando-o ao PAM (Pluggable Authentication Modules) para realizar a autenticação dos clientes Linux/Unix, e integrando-o ao Samba para autenticar os clientes Windows. Toda a comunicação entre os serviços pode ser protegida através do suporte TLS (Transport Layer Security). Professor Rene - UNIP 11

Redes Heterogêneas Para mais informações sobre esta implantação usando o protocolo LDAP, acesse o seguinte site: http://linux.ime.usp.br/~cef/mac499-06/monografias/erich/html/index.html Professor Rene - UNIP 12

Conceitos (Revisão) Protocolos Conjunto de regras que determinam como os dispositivos em uma rede trocam informação. É um acordo entre as partes que se comunicam. (As leis de trânsito também formam um protocolo) Professor Rene - UNIP 13

Conceitos (Revisão) Modelo de Camadas / Layers Professor Rene - UNIP 14

Conceitos (Revisão) Protocolos Professor Rene - UNIP 15

Conceitos (Revisão) Redes Convergentes O modelo OSI, desenvolvido pela ISO (International Organization for Standardization) define camadas para se estabelecer uma comunicação segura e confiável entre sistemas. Ele não especifica os serviços e protocolos que devem ser usados, e sim o que cada camada deve fazer. Professor Rene - UNIP 16

Conceitos (Revisão) Protocolos Modelo de camadas - OSI Meio físico, responsável pela transmissão de uma seqüência de bits em um determinado meio e trata de suas características mecânicas elétricas e funcionais. Trata a informação no nível mais baixo : Bit Professor Rene - UNIP 17

Conceitos (Revisão) Protocolos Modelo de camadas - OSI Enlace. A principal responsabilidade dessa camada é transformar a camada física em uma linha que pareça livre de erros de transmissão não detectados pela camada física. Nessa camada a informação é tratada em blocos ou quadros: FRAME Professor Rene - UNIP 18

Conceitos (Revisão) Protocolos Modelo de camadas - OSI Rede. Cabe a essa promover a independência entre as camadas superiores e os meios de transmissão e comutação adotados (camadas 1 e 2) que está sendo utilizada. Nessa camada temos os endereços através dos quais o bloco de informação pode ser roteado de uma rede para outra. DATAGRAMA Professor Rene - UNIP 19

Conceitos (Revisão) Protocolos Modelo de camadas - OSI Transporte: Recebe os dados da camada superior e os divide em unidades menores se necessário e os manda para as camadas inferiores assegurando que toda a informação chegue corretamente ao seu destino. Nessa camada a comunicação é estabelecida, ponto a ponto na sua grande maioria. Implementa o controle de fluxo e erros fim a fim. Professor Rene - UNIP 20

Conceitos (Revisão) Protocolos Modelo de camadas - OSI Sessão: Responsável pelo estabelecimento, gerenciamento e encerramento de conexões (sessões) entre dois dispositivos. Permite que uma sessão interrompida por uma falha dos níveis inferiores seja restabelecida a partir do ponto onde parou. Professor Rene - UNIP 21

Conceitos (Revisão) Protocolos Modelo de camadas - OSI Apresentação: Se preocupa com a representação (sintaxe) dos dados transportados e não com o transporte em si. Permite a comunicação entre computadores com diferentes formas de representação de dados, adequando as estruturas recebidas às utilizadas pelo equipamento local. Professor Rene - UNIP 22

Conceitos (Revisão) Protocolos Modelo de camadas - OSI Aplicação: Essa camada fornece aos usuários o acesso ao ambiente distribuído (rede), e traz um conjunto de protocolos já elaborados para realizar funções específicas no ambiente de rede, como por exemplo: HTTP, FTP, TELNET, etc. Professor Rene - UNIP 23

Conceitos (Revisão) Protocolos Modelo de camadas - OSI Professor Rene - UNIP 24

Redes Convergentes Redes diferentes para atender necessidades diferentes... Item Serviço Oferecido Protocolos Endereçamento Tamanho do pacote Qualidade de serviço Tratamento de erros Segurança Parâmetros Algumas possibilidades Orientado a conexões e sem conexões IP, IPX, SNA, ATM, MPLS, AppleTalk, etc. Simples (MAC) e Hierarquico (IP) Cada uma pode ter um tamanho diferente Presente ou ausente e com várias implementações Confiável, entrega ordenada, não ordenada. Regras de privacidade, criptografia, etc. Diferentes Timeouts, especificações de fluxo, etc. Professor Rene - UNIP 25

Diferenças entre Redes Redes Locais (LAN Local Área Network) X Redes de Longa Distância (WAN Wide Área Network) Professor Rene - UNIP 26

Redes Convergentes Diferenças entre Redes LAN Local Área Network Extensão geográfica limitada (máx. 1 ou 2 Km); Instalada integralmente em propriedade do usuário ; Não depende de regulamentação governamental; O usuário seleciona o meio físico mais conveniente; Alta taxa de transferência; Baixa taxa de erros e baixa latência; Professor Rene - UNIP 27

Redes Convergentes Diferenças entre Redes WAN Wide Área Network Interconexão de LANs; Abrangência Metropolitana, regional, continental ou mundial; Sujeita às regras governamentais; Várias tecnologias / meios disponíveis; Latência e taxa de transferência variam em função da tecnologia adotada. Professor Rene - UNIP 28

Redes Convergentes Hoje cada serviço utiliza um meio / rede / canal diferente Professor Rene - UNIP 29

Redes Convergentes Os serviços compartilham o mesmo meio de transmissão, cada um com um tratamento diferenciado, cada um com um Classe de Serviço (CoS) diferenciada. Professor Rene - UNIP 30

Histórico Os primeiros artigos sobre o assunto datam do início de 70, com a primeira experiência de transmissão de pacotes IP com áudio, entre a University of Southern Califórnia e o Massachusetts Institute of Technology, em agosto de 1974. A primeira RFC (Request for Comments) sobre pacotes de voz, RFC 741, foi publicada em 1977. Professor Rene - UNIP 31

Histórico Os primeiros artigos sobre o assunto datam do início de 70, com a primeira experiência de transmissão de pacotes IP com áudio, entre a University of Southern Califórnia e o Massachusetts Institute of Technology, em agosto de 1974. A primeira RFC (Request for Comments) sobre pacotes de voz, RFC 741, foi publicada em 1977. Professor Rene - UNIP 32

REDES CONVERGENTES Redes Convergentes As Redes Convergentes são uma tendência no Mercado. Quando não havia Rede Convergente no Mercado, a rede de voz das empresas, usava uma tecnologia (analógica), a rede de dados outra tecnologia (digital) e a rede de imagem usava uma terceira (analógica). Dessa forma, as empresas operavam com várias redes ao mesmo tempo e suas variantes. Essa foi a Era do fio. Atualmente a rede convergente opera por meio da tecnologia IP. Voz, dados, imagens, sensores, etc. E assim, tudo converge para uma rede física só usando um protocolo básico/transporte igual. Professor Rene - UNIP 33

Redes Convergentes Ambientes convencionais: Professor Rene - UNIP 34

Voz sobre IP Redes Convergentes Professor Rene - UNIP 35

Redes Convergentes Vantagens: Valor Agregado: Os sistemas, possibilitam a combinação de funções visando uma solução completa e moderna para agregar valor a comunicação corporativa de uma empresa. Economia: significativa redução nos custos com telefonia. Otimização: melhoria do uso do meio físico e ocupação efetiva e ordenada dos recursos de telecomunicações e seus serviços. Professor Rene - UNIP 36

Vantagens: Redes Convergentes Racionalização: redução de espaço e facilidade de administração dos equipamentos de telefonia e computação. Sinergia: maior capacidade de gerência de negócios, serviços e monitoração de aplicações, administrando recursos de informática e de telecomunicações. Professor Rene - UNIP 37

Duvidas??? Professor Rene - UNIP 38