POSTO TÚNEL LAVRAS LTDA LAVRAS PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS CONTEÚDO 1. LTCAT LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO 2. LIP LAUDO DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE ASPECTOS LEGAIS OBSERVADOS NESTA OBRA: - Lei 6.514/77, Portaria 3.214/78 e o conjunto de Normas Regulamentadoras; - Lei 8.212 e 8.213/91 e seus dispostos nas I.N. s 99/03, 118/05 e regulamentações posteriores do MPAS, referentes às atividades especiais. POSTO TÚNEL LAVRAS LTDA LAVRAS Março - 2015
SUMÁRIO PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais ITEM TÍTULO PÁGINAS 1 ESTRUTURA 4 2 JUSTIFICATIVA TÉCNICO-LEGAL 5 3 BASE LEGAL 5 4 DESENVOLVIMENTO 8 5 CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS OCUPACIONAIS 9 6 LAUDOS TECNICOS 10 7 CONDIÇÕES AMBIENTAIS DOS LOCAIS DE TRABALHO 16 8 METODOLOGIA E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 16 9 CONSIDERAÇÕES GENÉRICAS SOBRE OS RISCOS 17 10 GESTÃO DOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO 20 11 EQUIPE TÉCNICA 22 12 CRONOGRAMA 23 ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 2
EMPREENDIMENTO - CARACTERIZAÇÃO ESTABELECIMENTO: POSTO TÚNEL LAVRAS LTDA ENDEREÇO: RUA OTACÍLIO NEGRÃO DE LIMA, nº 598, Bairro CENTRO, LAVRAS - MG CNPJ: 15.362.541/0001-37 INSCRIÇÃO ESTADUAL:. RAMO DE ATIVIDADE: VAREJO DE COMBUSTÍVEIS CNAE: 47.31-8-00 GRAU DE RISCO: 3 NÚMERO TOTAL DE TRABALHADORES: 23 REPRESENTANTE LEGAL TELMA MONTEIRO BRONZATO DATA DA ELABORAÇÃO DO LAUDO Março / 2015 ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 3
ESTRUTURA DO PPRA 1.1 - PLANEJAMENTO ANUAL 1.1.1 Metas - 1. Manter baixo o nível de absenteísmos por motivos de acidentes e doenças do trabalho; - 2. Manter baixo o número de acidentes do trabalho com e sem afastamentos Acidentes Típicos; - 3. Manter baixo o número de acidentes de trabalho com e sem afastamentos Acidentes de Trânsito; 1.1.2 Prioridades - 1. Conscientizar todo o pessoal sobre as perdas sociais e financeiras em decorrência de acidentes e doenças do trabalho; - 2. Treinar todos os condutores de veículos em direção defensiva e segura; 1.1.3 Cronograma - O cronograma do planejamento anual está contido neste documento base ao final do relatório afim de facilitar a formatação do mesmo e melhorar a visualização e acompanhamento. 1.2 - ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO - Desenvolver e manter sempre atualizada as Estatísticas de Acidentes e Doenças Relacionadas ao Trabalho; - Desenvolver e manter sempre atualizada as Estatísticas sobre Absenteísmos em decorrência dos afastamentos por acidentes ou doenças do trabalho; - Criar programação anual de treinamentos prevencionistas, submeter para aprovação e aplicar conforme programado. 1.3 - FORMA DE REGISTRO, MANUTENÇÃO E DIVULGAÇÃO DOS DADOS 1.3.1 Registro - Este documento deverá ser mantido pelo empregador ou instituição um registro de dados, estruturado de forma a constituir um histórico técnico e administrativo do desenvolvimento do PPRA; - Os dados deverão ser mantidos por um período mínimo de 20 anos; - O registro de dados deverá estar sempre disponível aos trabalhadores interessados ou seus representantes e para as autoridades competentes. 1.3.2 Manutenção A cada 12 meses serão realizadas as seguintes atividades: - Os locais e postos de trabalhos serão visitados; - As funções e atividades operacionais serão reavaliadas; - As condições de riscos dos ambientes e equipamentos de trabalho serão reavaliados 1.3.3 Divulgação dos Dados Ao final de todo o processo será emitido um novo documento do PPRA com vigência anual e com toda a estrutura que emana da exigência da NR 09. As informações contidas nos documentos deverão obrigatoriamente ser discutidas na CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. Deverá constar uma cópia deste documento nas Atas de reuniões da CIPA conforme exigência do item 9.2.2.1. ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 4
1.4 - PERIODICIDADE E FORMA DE AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DO PPRA O PPRA será reavaliado anualmente em consonância com a NR 09 e com a aprovação expressa do responsável pela organização. Além do monitoramento ambiental/ocupacional (Avaliações do conforto acústico, conforto térmico, luminosidade e outras que se fizerem necessárias) será auditado o cumprimento do cronograma do plano de ação do referido programa. 2 - JUSTIFICATIVA TÉCNICO-LEGAL De acordo com os dispositivos da legislação federal na redação do Decreto-lei Nº 5.452 de 1 de maio de 1943, ato que regulamenta as relações de emprego no Brasil entre empregadores e empregados e do Capítulo V da Lei 6.514 de 22 de dezembro de 1977 que regulamenta as obrigações trabalhistas sobre Segurança e Medicina do Trabalho, e do artigo 195 da Consolidação das Leis do Trabalho-CLT, é facultado ao médico do trabalho de forma autônoma ou coletiva, ou ao engenheiro do trabalho, também de forma autônoma ou coletiva a realização de perícia técnica para a concessão de adicionais de insalubridade e de periculosidade, bem como o reconhecimento de atividades especiais ou comuns para fins de concessão da aposentadoria. A realização de perícias técnicas para a concessão dos devidos adicionais requer conhecimentos práticos sobre Higiene Industrial. Atividade a qual é praticada por Engenheiros do Trabalho, Técnicos de Segurança do Trabalho e por Médicos do Trabalho, reservada à esse último o cuidado, o zelo, o rigor e a dedicação ao monitoramento da saúde dos trabalhadores através das condições sanitárias dos ambientes de trabalho e biológicas dos indivíduos evolvidos na matéria laboral. A prática de Higiene Industrial requer conhecimentos específicos sobre a matéria envolvendo áreas como: Física, Química, Biologia, Matemática e outras afins, além de aparelhagens científicas devidamente calibradas para serem empregadas na tarefa de avaliar de forma quantitativa e ou qualitativa os Agentes de Riscos Físicos, Químicos e Biológicos nos mais diversos locais de trabalho. 3 - BASE LEGAL Este documento está em conformidade com as seguintes Leis: Lei 6514 de 22/12/1977 Portaria 3214 de 08/06/1978 NR 09 NR 15 NR 16 - Conjunto de Normas sobre SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO Lei 8212 e 8213 de 24/07/1991 Decreto 3048 de 06/05/1999 IN 99 de 03/09/2003 IN 118 de 14/04/2005 IN INSS/PR Nº 11 de 20/09/2006 - Regulamento da PREVIDENCIA SOCIAL. ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 5
3.1 - ESCLARECIMENTOS TÉCNICOS NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS Do objeto e campo de aplicação. Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA, visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa, sob a responsabilidade do empregador, com a participação dos trabalhadores, sendo sua abrangência e profundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle. NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES São consideradas atividades ou operações insalubres as que se desenvolvem: - Acima dos limites de tolerância previstos nos Anexos n.ºs 1, 2, 3, 5, 11 e 12; - Nas atividades mencionadas nos Anexos n.ºs 6, 13 e 14; - Comprovadas através de laudo de inspeção do local de trabalho, constantes dos Anexos nºs 7, 8, 9 e 10. Entende-se por "Limite de Tolerância", para os fins desta Norma, a concentração ou intensidade máxima ou mínima, relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará dano à saúde do trabalhador, durante a sua vida laboral. O exercício de trabalho em condições de insalubridade, de acordo com os subitens do item anterior, assegura ao trabalhador a percepção de adicional, incidente sobre o salário mínimo da região, equivalente a: - 40% (quarenta por cento), para insalubridade de grau máximo; - 20% (vinte por cento), para insalubridade de grau médio; - 10% (dez por cento), para insalubridade de grau mínimo; No caso de incidência de mais de um fator de insalubridade, será apenas considerado o de grau mais elevado, para efeito de acréscimo salarial, sendo vedada a percepção cumulativa. A eliminação ou neutralização da insalubridade determinará a cessação do pagamento do adicional respectivo. A eliminação ou neutralização da insalubridade deverá ocorrer: a) com a adoção de medidas de ordem geral que conservem o ambiente de trabalho dentro dos limites de tolerância; b) com a utilização de equipamento de proteção individual. AGENTES FÍSICOS: Anexo Nº 1 Limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente Anexo Nº 2 Limites de tolerância para ruídos de impacto Anexo Nº 3 Limites de tolerância para exposição ao calor (temperatura extrema) Anexo Nº 4 Revogado pela Portaria MTPS nº 3.751, de 23.11.90 (DOU 26.11.90) Anexo Nº 5 Radiações Ionizantes ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 6
Anexo Nº 6 Trabalho Sob Condições Hiperbáricas Anexo Nº 7 Radiações Não-Ionizantes Anexo Nº 8 Vibrações Anexo Nº 9 Frio (temperatura extrema) Anexo Nº 10 Umidade AGENTES QUÍMICOS: Anexo Nº 11 Agentes químicos cuja insalubridade é caracterizada por limite de Tolerância e inspeção no local de trabalho Anexo Nº 12 Limites de tolerância para Poeiras Minerais Anexo Nº 13 Agentes Químicos AGENTES BIOLÓGICOS: Anexo Nº 14 Agentes Biológicos NR 16 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS São consideradas atividades e operações perigosas as constantes dos Anexos números 1 e 2 desta Norma Regulamentadora-NR. O exercício de trabalho em condições de periculosidade assegura ao trabalhador a percepção de adicional de 30% (trinta por cento), incidente sobre o salário, sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participação nos lucros da empresa. A norma ainda reconhece mais duas atividades perigosas além das do anexo 1 e 2, atividades com eletricidade e atividades com radiação ionizante. Anexo 1 Atividades e Operações Perigosas com Explosivos. Anexo 2 Atividades e Operações Perigosas com Inflamáveis. Atividades e Operações Perigosas com Eletricidade somente nos Serviços Executados no Sistema Elétrico de Potência. Atividades e Operações Perigosas nos Serviços Expostos à Radiação Ionizante. INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS/PR Nº 11 - DE 20 DE SETEMBRO DE 2006 - DOU DE 21/09/2006. 3.2 - EVIDENCIAÇÃO TÉCNICA DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DO TRABALHO Art. 186. A partir da publicação da IN INSS/DC nº99, de 5 de setembro de 2003, para as empresas obrigadas ao cumprimento das Normas Regulamentadoras do MTE, nos termos do item 1.1 da NR-01 do MTE, o LTCAT será substituído pelos programas de prevenção PPRA, PGR e PCMAT. 1º As demais empresas poderão optar pela implementação dos programas referidos no caput, em substituição ao LTCAT. 2º Os documentos referidos no caput deverão ser atualizados pelo menos uma vez ao ano, quando da avaliação global, ou sempre que ocorrer qualquer alteração no ambiente de trabalho ou em sua organização, por força dos itens 9.2.1.1 da NR-09, 18.3.1.1 da NR-18 e da alínea g do item 22.3.7.1 e do item 22.3.7.1.3, todas do MTE. ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 7
Art. 187. As empresas desobrigadas ao cumprimento das NR do MTE, nos termos do item 1.1 da NR-01 do MTE, que não fizeram opção pelo disposto no parágrafo 1º do artigo anterior, deverão elaborar LTCAT, respeitada a seguinte estrutura: I - reconhecimento dos fatores de riscos ambientais; II - estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle; III - avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores; IV especificação e implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia; V - monitoramento da exposição aos riscos; VI - registro e divulgação dos dados; VII avaliação global do seu desenvolvimento, pelo menos uma vez ao ano ou sempre que ocorrer qualquer alteração no ambiente de trabalho ou em sua organização, contemplando a realização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades. 1º Para o cumprimento do inciso I, deve-se contemplar: a) a identificação do fator de risco; b) a determinação e localização das possíveis fontes geradoras; c) a identificação das possíveis trajetórias e dos meios de propagação dos agentes no ambiente de trabalho; d) a identificação das funções e determinação do número de trabalhadores expostos; e) a caracterização das atividades e do tipo da exposição; f) a obtenção de dados existentes na empresa, indicativos de possível comprometimento da saúde decorrente do trabalho; g) os possíveis danos à saúde, relacionados aos riscos identificados, disponíveis na literatura técnica; h) a descrição das medidas de controle já existentes. 2º Quando não forem identificados fatores de riscos do inciso I, o LTCAT poderá resumir-se aos incisos I, VI e VII, declarando a ausência desses. 3º O LTCAT deverá ser assinado por engenheiro de segurança do trabalho, com o respectivo número da Anotação de Responsabilidade Técnica-ART junto ao Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura-CREA ou por médico do trabalho, indicando os registros profissionais para ambos. Art. 188. Considera-se o LTCAT atualizado aquele que corresponda às condições ambientais do período a que se refere, observado o disposto no parágrafo 2º do artigo 186 e inciso VII do artigo 187. Art. 189. São consideradas alterações no ambiente de trabalho ou em sua organização, entre outras, aquelas decorrentes de: I mudança de layout; II - substituição de máquinas ou de equipamentos; III adoção ou alteração de tecnologia de proteção coletiva; IV - alcance dos níveis de ação estabelecidos no subitem 9.3.6 da NR-09, aprovadas pela Portaria nº 3.214, de 1978, do MTE, se aplicável; V - extinção do pagamento do adicional de insalubridade. Art. 190. Os documentos de que tratam os artigos 186 e 187, emitidos em data anterior ao exercício da atividade do segurado, poderão ser aceitos para garantir direito relativo ao enquadramento de tempo especial, após avaliação por parte do INSS. Art. 191. Os documentos de que tratam os artigos 186 e 187, emitidos em data posterior ao exercício da atividade do segurado, poderão ser aceitos para garantir direito relativo ao enquadramento de tempo especial, após avaliação por parte do INSS. 4 - DESENVOLVIMENTO O desenvolvimento deste documento teve como premissa, a metodologia básica para se realizar uma Avaliação Ambiental e segue os quatros quesitos básicos estipulados pela Norma Regulamentadora nº 09 da Portaria 3214/78. Antecipação, Reconhecimento e Avaliação, ficando o Controle a cargo do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA. Antecipação e Reconhecimento dos Riscos Ambientais: Será feito com base no projeto das instalações através do Levantamento dos Riscos Ambientais, a ser analisado, revisado e confeccionado anualmente, e a divulgação e o reconhecimento deverão ser mostrados através do Mapa de Riscos. Estabelecimento de Prioridades e metas de Avaliação e Controle: ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 8
Será feito em comum acordo com a CIPA, que auxiliará em sua execução de acordo com a filosofia de melhorar sempre as condições do trabalho através do controle dos agentes agressivos. Avaliação dos Riscos e da Exposição dos Trabalhadores: Será feita através do Levantamento Ambiental Anual que será realizado por um profissional Implantação de Medidas de Controle e Avaliação: Será feita pela Empresa com a colaboração da CIPA. Monitoramento da Exposição ao Risco: Será feito através de pessoal técnico qualificado na área de Engenharia de Segurança do Trabalho, e no que diz respeito à saúde ocupacional será avaliado dentro do PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) por um Médico do Trabalho de uma Clínica Especializada em Medicina Ocupacional e Saúde do Trabalhador. 5 - CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS OCUPACIONAIS Para efeitos de caracterização de Atividade Especial e Insalubre, consideram-se agentes agressivos à saúde apenas os Riscos Físicos, Químicos e Biológicos existentes no ambiente de trabalho que em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador. GRUPO 1 VERDE GRUPO 2 VERMELHO GRUPO 3 MARROM GRUPO 4 AMARELO GRUPO 5 AZUL RISCOS FÍSICOS RISCOS QUÍMICOS RISCOS BIOLÓGICOS RISCOS ERGONÔMICOS RISCOS MECÂNICOS RUIDOS; VIBRAÇÕES; RADIAÇÕES IONIZANTES; FRIO E CALOR (TEMPERATURAS ETREMAS); PRESSÕES (ATMOSFÉRICAS ACIMA DE 1 ATM); UMIDADE. POEIRAS (MINERAIS, VEGETAIS E AMBIENTAIS); FUMOS (METÁLICOS); NÉVOAS E NEBLINAS; GASES E VAPORES; QUALQUER TIPO DE SUBSTANCIA, COMPOSTOS OU PRODUTOS QUIMICOS EM GERAL. VIRUS; BACTÉRIAS; PROTOZOÁRIOS; FUNGOS; PARASITAS E BACILOS. ESFORÇO FÍSICO INTENSO; LEVANTAMENTO E TRANSPORTE MANUAL DE PESOS; EIGÊNCIA DE POSTURA INADEQUADA; CONTROLE RIGIDO DE PRODUTIVIDADE; IMPOSIÇÃO DE RITMOS ECESSIVOS; TRABALHO EM TURNO E NOTURNO; JORNADAS DE TRABALHO PROLONGADAS; MONOTONIA E REPETITIVIDADE; OUTRAS SITUAÇÕES CAUSADORAS DE STRESS FISICO OU PSICQUICO. ARRANJO FISICO INADEQUADO; MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS SEM PROTEÇÃO; FERRAMENTAS INADEQUADAS OU DEFEITUOSAS; ILUMINAÇÃO INADEQUADA; ELETRICIDADE; PROBABILIDADE DE INCÊNDIO OU EPLOSÃO; ARMAZENAMENTO INADEQUADO; ANIMAIS PEÇONHENTOS; OUTRAS SITUAÇÕES DE RISCOS QUE PODERÃO CONTRIBUIR PARA OCORRÊNCIA DE ACIDENTES. ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 9
6 - LAUDOS TÉCNICOS Laudo 1 SETOR: ADMINISTRATIVO LOCAL: DESCRIÇÕES DO SETOR: PAREDES PISOS PÉ-DIREITO VENTILAÇÃO ILUMINAÇÃO CONFORTO TÉRMICO BRANCAS, CLARAS, IMPERMEÁVEIS, CERÂMICO, ENTRE 3,00 E 6,00 M, ARTIFICIAL, NATURAL, BOA, ARTIFICIAL, NATURAL, BOA, BOAS CONDIÇÕES, FUNÇÃO DO G.H.E.: AUILIAR ADMINISTRATIVO ID. DO G.H.E.: 1 DESCRIÇÃO ATIVIDADE: Nº TRAB: 4 Alimentar sistema, contas a pagar, contas a receber, gerar boletos, controlar documentaçao dos colaboradores, emitir, expedir notas fiscais, controlar caixa e controlar clientes ativos. TIPO DE AVALIAÇÃO QUALITATIVA: Sim QUANTITATIVA: Não POR *GRUPO HOMOGÊNEO DE EPOSIÇÃO: Sim CÁLCULO DA DOSE RUÍDO DOSE: LEQ: FONTE: TIPOS DE RISCOS FATORES DE RISCOS CONCENTRAÇÃO TEMPO DE FORMA DE INTENSIDADE EPOSIÇÃO EPOSIÇÃO AUSENCIA DE AUSENCIA DE RISCOS Mais de 06 Horas Habitual e Permanente Fonte Geradora: TECNOLOGIAS DE PROTEÇÃO EFICAZ? EPI EPC DESCRIÇÃO NÚMERO DO CA ATENUAÇÃO SIM NÃO CALÇADO DE SEGURANÇA UNIFORME CONCLUSÕES: Pareceres Técnicos conclusivos sobre a atividade A atividade foi Caracterizada como: (assinalada com um "x") SALUBRE INSALUBRE Grau Mínimo - 10% Grau Médio - 20% Grau Máximo - 40% Em conformidade com a Norma Regulamentadora n.15 da Portaria 3.214/78. Evidenciada pelas informações sobre os riscos ocupacionais e a tecnologia de proteção adotada constantes nesta planilha. Sendo que a produção de prova em contrário deverá observar, obedecer e aplicar com vigor as normas vigentes que regulamentam a matéria e as metodologias que regimentam a Higiene Ocupacional. COMUM ESPECIAL 25 anos 20 anos 15 anos Em conformidade com o Regulamento Geral da Previdência Social, Lei 8212/8213 de 1991, Decreto 3048/99, Instrução Normativa 99/03 e regulações posteriores. NÃO PERICULOSA PERICULOSA 30% Em conformidade com a Norma Regulamentadora n. 16 da Portaria 3.214/78. Evidenciada pela inspeção realizada in-locu nos setores de trabalho e pela não existência de material inflamável e/ou explosivo, nem pelo contato com eletricidade no Sistema Elétrico de Potência, nem por radiação ionizante. A produção de prova em contrário deverá observar, obedecer e aplicar com rigor as normas vigentes que regulamentam a matéria. EQUIPE TÉCNICA Técnico Responsável: Eng. Segurança: Data da Elaboração: ALESSANDRO ESTEVAM PEREIRA MARCIO AUGUSTO BARBOSA COSTA 01/03/2015 Revisão N.: N. Registro: N. Registro: 0 Data última revisão: 21/03688-4 48095 ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 10
Laudo 2 SETOR: PISTA LOCAL: DESCRIÇÕES DO SETOR: PISOS PÉ-DIREITO VENTILAÇÃO ILUMINAÇÃO CONFORTO TÉRMICO CONCRETO, MAIS DE 9,00 M, NATURAL, BOA, ARTIFICIAL, NATURAL, BOA, BOAS CONDIÇÕES, FUNÇÃO DO G.H.E.: AUILIAR DE OPERAÇÕES ID. DO G.H.E.: 2 DESCRIÇÃO ATIVIDADE: Nº TRAB: 2 Verifica o estoque de combustiveis, do posto, gerenciamento do patio do posto, orienta os frentistas e os demais colaboradores quanto a forma correta de trabalho a ser realizado. TIPO DE AVALIAÇÃO QUALITATIVA: Sim QUANTITATIVA: Não POR *GRUPO HOMOGÊNEO DE EPOSIÇÃO: Sim CÁLCULO DA DOSE RUÍDO DOSE: LEQ: FONTE: TIPOS DE RISCOS FATORES DE RISCOS CONCENTRAÇÃO TEMPO DE FORMA DE INTENSIDADE EPOSIÇÃO EPOSIÇÃO AUSENCIA DE AUSENCIA DE RISCOS Mais de 06 Horas Habitual e Permanente Fonte Geradora: TECNOLOGIAS DE PROTEÇÃO EFICAZ? EPI EPC DESCRIÇÃO NÚMERO DO CA ATENUAÇÃO SIM NÃO CALÇADO DE SEGURANÇA UNIFORME CONCLUSÕES: Pareceres Técnicos conclusivos sobre a atividade A atividade foi Caracterizada como: (assinalada com um "x") SALUBRE INSALUBRE Grau Mínimo - 10% Grau Médio - 20% Grau Máximo - 40% Em conformidade com a Norma Regulamentadora n.15 da Portaria 3.214/78. Evidenciada pelas informações sobre os riscos ocupacionais e a tecnologia de proteção adotada constantes nesta planilha. Sendo que a produção de prova em contrário deverá observar, obedecer e aplicar com vigor as normas vigentes que regulamentam a matéria e as metodologias que regimentam a Higiene Ocupacional. COMUM ESPECIAL 25 anos 20 anos 15 anos Em conformidade com o Regulamento Geral da Previdência Social, Lei 8212/8213 de 1991, Decreto 3048/99, Instrução Normativa 99/03 e regulações posteriores. NÃO PERICULOSA PERICULOSA 30% Em conformidade com a Norma Regulamentadora n. 16 da Portaria 3.214/78. Evidenciada pela inspeção realizada in-locu nos setores de trabalho e pela não existência de material inflamável e/ou explosivo, nem pelo contato com eletricidade no Sistema Elétrico de Potência, nem por radiação ionizante. A produção de prova em contrário deverá observar, obedecer e aplicar com rigor as normas vigentes que regulamentam a matéria. EQUIPE TÉCNICA Técnico Responsável: Eng. Segurança: Data da Elaboração: ALESSANDRO ESTEVAM PEREIRA MARCIO AUGUSTO BARBOSA COSTA 01/03/2015 Revisão N.: N. Registro: N. Registro: 0 Data última revisão: 21/03688-4 48095 ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 11
Laudo 3 SETOR: PISTA LOCAL: DESCRIÇÕES DO SETOR: PISOS PÉ-DIREITO VENTILAÇÃO ILUMINAÇÃO CONFORTO TÉRMICO CONCRETO, MAIS DE 9,00 M, NATURAL, BOA, ARTIFICIAL, NATURAL, BOA, BOAS CONDIÇÕES, FUNÇÃO DO G.H.E.: FRENTISTA ID. DO G.H.E.: 2 DESCRIÇÃO ATIVIDADE: Nº TRAB: 11 Abordagem dos clientes ate a bomba de combustiveis, realizao de abastecimentos e manutençao da limpeza do posto. TIPO DE AVALIAÇÃO QUALITATIVA: Sim QUANTITATIVA: Não POR *GRUPO HOMOGÊNEO DE EPOSIÇÃO: Sim CÁLCULO DA DOSE RUÍDO DOSE: LEQ: FONTE: TIPOS DE RISCOS FATORES DE RISCOS CONCENTRAÇÃO TEMPO DE FORMA DE INTENSIDADE EPOSIÇÃO EPOSIÇÃO QUIMICO GRAAS E OLEOS Mais de 06 Horas Habitual e Permanente TECNOLOGIAS DE PROTEÇÃO Fonte Geradora: AMBIENTE DE TRABALHO EFICAZ? EPI EPC DESCRIÇÃO NÚMERO DO CA ATENUAÇÃO SIM NÃO CALÇADO DE SEGURANÇA UNIFORME CREME DE PROTEÇÃO PARA MÃOS E AVENTAL DE PVC CONCLUSÕES: Pareceres Técnicos conclusivos sobre a atividade A atividade foi Caracterizada como: (assinalada com um "x") SALUBRE INSALUBRE Grau Mínimo - 10% Grau Médio - 20% Grau Máximo - 40% Em conformidade com a Norma Regulamentadora n.15 da Portaria 3.214/78. Evidenciada pelas informações sobre os riscos ocupacionais e a tecnologia de proteção adotada constantes nesta planilha. Sendo que a produção de prova em contrário deverá observar, obedecer e aplicar com vigor as normas vigentes que regulamentam a matéria e as metodologias que regimentam a Higiene Ocupacional. COMUM ESPECIAL 25 anos 20 anos 15 anos Em conformidade com o Regulamento Geral da Previdência Social, Lei 8212/8213 de 1991, Decreto 3048/99, Instrução Normativa 99/03 e regulações posteriores. NÃO PERICULOSA PERICULOSA 30% Em conformidade com a Norma Regulamentadora n. 16 da Portaria 3.214/78. Evidenciada pela inspeção realizada in-locu nos setores de trabalho e pela não existência de material inflamável e/ou explosivo, nem pelo contato com eletricidade no Sistema Elétrico de Potência, nem por radiação ionizante. A produção de prova em contrário deverá observar, obedecer e aplicar com rigor as normas vigentes que regulamentam a matéria. EQUIPE TÉCNICA Técnico Responsável: Eng. Segurança: Data da Elaboração: ALESSANDRO ESTEVAM PEREIRA MARCIO AUGUSTO BARBOSA COSTA 01/03/2015 Revisão N.: N. Registro: N. Registro: 0 Data última revisão: 21/03688-4 48095 ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 12
Laudo 4 SETOR: PISTA LOCAL: DESCRIÇÕES DO SETOR: PISOS PÉ-DIREITO VENTILAÇÃO ILUMINAÇÃO CONFORTO TÉRMICO CONCRETO, MAIS DE 9,00 M, NATURAL, BOA, ARTIFICIAL, NATURAL, BOA, BOAS CONDIÇÕES, FUNÇÃO DO G.H.E.: FRENTISTA CAIA ID. DO G.H.E.: 2 DESCRIÇÃO ATIVIDADE: Nº TRAB: 4 ABORDAGEM DOS CLIENTES ATÉ A BOMBA DE COMBUSTÍVEL, REALIÇÃO DE ABASTECIMENTOS E OPERAÇÃO NO PATIO ONDE REALIZA O CONTROLE DO FLUO DE DINHEIRO. TIPO DE AVALIAÇÃO QUALITATIVA: Sim QUANTITATIVA: Não POR *GRUPO HOMOGÊNEO DE EPOSIÇÃO: Sim CÁLCULO DA DOSE RUÍDO DOSE: LEQ: FONTE: TIPOS DE RISCOS FATORES DE RISCOS CONCENTRAÇÃO TEMPO DE FORMA DE INTENSIDADE EPOSIÇÃO EPOSIÇÃO QUIMICO GRAAS E OLEOS Mais de 06 Horas Habitual e Permanente TECNOLOGIAS DE PROTEÇÃO Fonte Geradora: AMBIENTE DE TRABALHO EFICAZ? EPI EPC DESCRIÇÃO NÚMERO DO CA ATENUAÇÃO SIM NÃO CALÇADO DE SEGURANÇA UNIFORME CREME DE PROTEÇÃO PARA MÃOS E AVENTAL DE PVC CONCLUSÕES: Pareceres Técnicos conclusivos sobre a atividade A atividade foi Caracterizada como: (assinalada com um "x") SALUBRE INSALUBRE Grau Mínimo - 10% Grau Médio - 20% Grau Máximo - 40% Em conformidade com a Norma Regulamentadora n.15 da Portaria 3.214/78. Evidenciada pelas informações sobre os riscos ocupacionais e a tecnologia de proteção adotada constantes nesta planilha. Sendo que a produção de prova em contrário deverá observar, obedecer e aplicar com vigor as normas vigentes que regulamentam a matéria e as metodologias que regimentam a Higiene Ocupacional. COMUM ESPECIAL 25 anos 20 anos 15 anos Em conformidade com o Regulamento Geral da Previdência Social, Lei 8212/8213 de 1991, Decreto 3048/99, Instrução Normativa 99/03 e regulações posteriores. NÃO PERICULOSA PERICULOSA 30% Em conformidade com a Norma Regulamentadora n. 16 da Portaria 3.214/78. Evidenciada pela inspeção realizada in-locu nos setores de trabalho e pela não existência de material inflamável e/ou explosivo, nem pelo contato com eletricidade no Sistema Elétrico de Potência, nem por radiação ionizante. A produção de prova em contrário deverá observar, obedecer e aplicar com rigor as normas vigentes que regulamentam a matéria. EQUIPE TÉCNICA Técnico Responsável: Eng. Segurança: Data da Elaboração: ALESSANDRO ESTEVAM PEREIRA MARCIO AUGUSTO BARBOSA COSTA 01/03/2015 Revisão N.: N. Registro: N. Registro: 0 Data última revisão: 21/03688-4 48095 ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 13
Laudo 5 SETOR: PISTA LOCAL: DESCRIÇÕES DO SETOR: PISOS PÉ-DIREITO VENTILAÇÃO ILUMINAÇÃO CONFORTO TÉRMICO CONCRETO, MAIS DE 9,00 M, NATURAL, BOA, ARTIFICIAL, NATURAL, BOA, BOAS CONDIÇÕES, FUNÇÃO DO G.H.E.: LAVADOR/ LUBRIFICADOR ID. DO G.H.E.: 3 DESCRIÇÃO ATIVIDADE: Nº TRAB: 1 Realizar lubrificação e troca de oleos de automoveis. TIPO DE AVALIAÇÃO QUALITATIVA: Sim QUANTITATIVA: Não POR *GRUPO HOMOGÊNEO DE EPOSIÇÃO: Sim CÁLCULO DA DOSE RUÍDO DOSE: LEQ: FONTE: TIPOS DE RISCOS FATORES DE RISCOS CONCENTRAÇÃO TEMPO DE FORMA DE INTENSIDADE EPOSIÇÃO EPOSIÇÃO FISICO RUIDO 86,5 db(a) De 03 a 06 Horas Habitual e Permanente Fonte Geradora: AMBIENTE DE TRABALHO FISICO UMIDADE Mais de 06 Horas Habitual e Permanente Fonte Geradora: AMBIENTE DE TRABALHO QUIMICO PRODUTOS QUIMICOS Mais de 06 Horas Habitual e Permanente TECNOLOGIAS DE PROTEÇÃO Fonte Geradora: AMBIENTE DE TRABALHO EFICAZ? EPI EPC DESCRIÇÃO NÚMERO DO CA ATENUAÇÃO SIM NÃO CALÇADO DE SEGURANÇA UNIFORME CREME DE PROTEÇÃO PARA MÃOS E AVENTAL DE PVC BOTA DE PVC MASCARA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA PROTETOR AUDITIVO PLUG CONCLUSÕES: Pareceres Técnicos conclusivos sobre a atividade A atividade foi Caracterizada como: (assinalada com um "x") SALUBRE INSALUBRE Grau Mínimo - 10% Grau Médio - 20% Grau Máximo - 40% Em conformidade com a Norma Regulamentadora n.15 da Portaria 3.214/78. Evidenciada pelas informações sobre os riscos ocupacionais e a tecnologia de proteção adotada constantes nesta planilha. Sendo que a produção de prova em contrário deverá observar, obedecer e aplicar com vigor as normas vigentes que regulamentam a matéria e as metodologias que regimentam a Higiene Ocupacional. COMUM ESPECIAL 25 anos 20 anos 15 anos Em conformidade com o Regulamento Geral da Previdência Social, Lei 8212/8213 de 1991, Decreto 3048/99, Instrução Normativa 99/03 e regulações posteriores. NÃO PERICULOSA PERICULOSA 30% Em conformidade com a Norma Regulamentadora n. 16 da Portaria 3.214/78. Evidenciada pela inspeção realizada in-locu nos setores de trabalho e pela não existência de material inflamável e/ou explosivo, nem pelo contato com eletricidade no Sistema Elétrico de Potência, nem por radiação ionizante. A produção de prova em contrário deverá observar, obedecer e aplicar com rigor as normas vigentes que regulamentam a matéria. EQUIPE TÉCNICA Técnico Responsável: Eng. Segurança: Data da Elaboração: ALESSANDRO ESTEVAM PEREIRA MARCIO AUGUSTO BARBOSA COSTA 01/03/2015 Revisão N.: N. Registro: N. Registro: 0 Data última revisão: 21/03688-4 48095 ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 14
Laudo 6 SETOR: PISTA LOCAL: DESCRIÇÕES DO SETOR: PISOS PÉ-DIREITO VENTILAÇÃO ILUMINAÇÃO CONFORTO TÉRMICO CONCRETO, MAIS DE 9,00 M, NATURAL, BOA, ARTIFICIAL, NATURAL, BOA, BOAS CONDIÇÕES, FUNÇÃO DO G.H.E.: LAVADOR DE VEICULOS ID. DO G.H.E.: 3 DESCRIÇÃO ATIVIDADE: Nº TRAB: 1 Efetua a lavagem de veículos, utilizando meios de lavagem manual ou de pressão. TIPO DE AVALIAÇÃO QUALITATIVA: Sim QUANTITATIVA: Sim POR *GRUPO HOMOGÊNEO DE EPOSIÇÃO: Sim CÁLCULO DA DOSE RUÍDO DOSE: LEQ: FONTE: TIPOS DE RISCOS FATORES DE RISCOS CONCENTRAÇÃO TEMPO DE FORMA DE INTENSIDADE EPOSIÇÃO EPOSIÇÃO FISICO RUIDO 86,5 db(a) De 03 a 06 Horas Habitual e Permanente Fonte Geradora: AMBIENTE DE TRABALHO FISICO UMIDADE Mais de 06 Horas Habitual e Permanente Fonte Geradora: AMBIENTE DE TRABALHO QUIMICO PRODUTOS QUIMICOS Mais de 06 Horas Habitual e Permanente TECNOLOGIAS DE PROTEÇÃO Fonte Geradora: AMBIENTE DE TRABALHO EFICAZ? EPI EPC DESCRIÇÃO NÚMERO DO CA ATENUAÇÃO SIM NÃO CALÇADO DE SEGURANÇA UNIFORME CREME DE PROTEÇÃO PARA MÃOS E AVENTAL DE PVC BOTA DE PVC MASCARA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA PROTETOR AUDITIVO PLUG CONCLUSÕES: Pareceres Técnicos conclusivos sobre a atividade A atividade foi Caracterizada como: (assinalada com um "x") SALUBRE INSALUBRE Grau Mínimo - 10% Grau Médio - 20% Grau Máximo - 40% Em conformidade com a Norma Regulamentadora n.15 da Portaria 3.214/78. Evidenciada pelas informações sobre os riscos ocupacionais e a tecnologia de proteção adotada constantes nesta planilha. Sendo que a produção de prova em contrário deverá observar, obedecer e aplicar com vigor as normas vigentes que regulamentam a matéria e as metodologias que regimentam a Higiene Ocupacional. COMUM ESPECIAL 25 anos 20 anos 15 anos Em conformidade com o Regulamento Geral da Previdência Social, Lei 8212/8213 de 1991, Decreto 3048/99, Instrução Normativa 99/03 e regulações posteriores. NÃO PERICULOSA PERICULOSA 30% Em conformidade com a Norma Regulamentadora n. 16 da Portaria 3.214/78. Evidenciada pela inspeção realizada in-locu nos setores de trabalho e pela não existência de material inflamável e/ou explosivo, nem pelo contato com eletricidade no Sistema Elétrico de Potência, nem por radiação ionizante. A produção de prova em contrário deverá observar, obedecer e aplicar com rigor as normas vigentes que regulamentam a matéria. ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 15
Laudo 6 SETOR: PISTA LOCAL: EQUIPE TÉCNICA Técnico Responsável: Eng. Segurança: Data da Elaboração: ALESSANDRO ESTEVAM PEREIRA MARCIO AUGUSTO BARBOSA COSTA 01/03/2015 Revisão N.: N. Registro: N. Registro: 0 Data última revisão: 21/03688-4 48095 ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 16
7 - CONDIÇÕES AMBIENTAIS DOS LOCAIS DE TRABALHO AVALIAÇÃO AMBIENTAL SETOR/DIVISÃO NÍVEIS DE RUÍDO db(a) CONFORTO TÉRMICO LUMINOSIDADE LU MEDIDO LIMITE DE TOLERÂNCIA TEMPERATURA UMIDADE MEDIDO NBR 5413 ADMINISTRAÇÃO 67 85 23 56 527 500 ABASTECIMENTO 80 85 25 57 829 300 LAVADOR 89 85 24 60 553 300 8 - METODOLOGIA E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 8.1 - METODOLOGIA DE CAMPO 8.1.1 INSPEÇÕES DOS LOCAIS DE TRABALHO Foram realizadas inspeções e avaliações ambientais em todos os setores da empresa. Citamos: 1 - ADMINISTRAÇÃO 2 - ABASTECIMENTO 3 - LAVADOR 8.1.2 - ANÁLISE FUNCIONAL DAS ATIVIDADES DESEMPENHADAS IN-LOCU Todos os setores de trabalho visitados e vistoriados foram realizadas verificações sobre as atividades desempenhadas pelos trabalhadores alocados no determinado setor de acordo com as descrições dos cargos apresentados, com a finalidade de verificar a exposição a algum agente de risco determinante de concessão de adicional, seja de insalubridade ou de periculosidade. 8.1.3 - ANÁLISE FUNCIONAL DAS DESCRIÇÕES DOS CARGOS A descrição de todos os cargos da empresa apresentados pelo departamento responsável, foram analisadas uma à uma, afim de verificar In-locu posteriormente a existência de agentes de riscos também determinantes para a concessão de adicional de insalubridade e ou de periculosidade 8.2 - RUÍDO 8.2.1 INSTRUMENTOS UTILIZADOS: Medidor de Nível de Pressão Sonora (Decibelímetro e Dosímetro) FINALIDADE - Medir os níveis de ruído intermitente, contínuo e de impacto. ESPECIFICAÇÕES Decibelímetro M.S.A. Mine Safety Appliances Company (Sound level meter) Type 2, faixa de 50 a 130 db, circuitos de compensação A, B e C, resposta lenta slow e rápida fast. CALIBRADOR M.S.A. Acoustic Calibrator (Sound Level Calibrator). Freq.: 1 Khz / Level: 114 db. 8.2.2 METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO. O decibelímetro foi utilizado para se efetuar medições nos postos de trabalho sendo este orientado no sentido principal de propagação das ondas sonoras, a altura do plano auditivo do funcionário. O circuito de compensação foi selecionado, bem como a resposta lente ou rápida, conforme características do ruído. ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 17
8.2.3 LEGISLAÇÃO ADOTADA Lei nº 6514 / 77 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), norma Regulamentadora NR15-Atividades e Operações Insalubres, aprovada pela Portaria 3214 / 78, cujo Anexo nº1 estabelece os limites de tolerância para ruído contínuo e intermitente, conforme o quadro que transcrevemos em Monitoramento de Exposição a Ruído e ruído de de impacto com limite de tolerância fixado em 120 db com leitura de resposta rápida (FAST) e circuito de compensação C. 8.3 LUMINOSIDADE 8.3.1 INSTRUMENTOS UTILIZADOS: LUÍMETRO FINALIDADE - Medir os níveis de iluminância em lux através de célula fotoelétrica. ESPECIFICAÇÃO Marca Lutron, modelo L 102 Light-Meter. 8.3.2 ASPECTOS LEGAIS: Lei nº 6514/77 da CLT, através da portaria nº 3751. De 23 de novembro de 1990, do Ministério do trabalho e Previdência Social, que revoga o anexo nº4 da NR15 e incorpora a Iluminação da NR17 (ergonomia). Os níveis mínimos de Iluminância a serem observados nos locais de trabalho são aqueles estabelecidos na NBR 5413, da ABNT registrada no INMETRO. O item 17.6.3.1 da NR17 adverte: A iluminação deverá ser uniformemente distribuída, geral e difusa, a fim de evitar ofuscamento, reflexos, sombras e contrastes excessivos. 8.3.3 METODOLOGIA DA AVALIAÇÃO Técnica de medição As medições foram efetuadas no campo de trabalho, preferencialmente com o trabalhador a postos e no plano horizontal a 0,75m do piso, quando o referido campo não estava definido, utilizando-se o luxímetro. OBSERVAÇÃO: É importante ressaltar, que os níveis de iluminância constantes da NBR 5413, constituem valores mínimos necessários ao desempenho visual normal. Portanto, ao se fazer um projeto de Iluminação, deve-se sempre que possível gerar níveis de iluminância superiores aos estabelecidos na referida norma. 9 - CONSIDERAÇÕES GENÉRICAS SOBRE OS RISCOS AVALIADOS E POSSÍVEIS DANOS À SAÚDE 9.1 - RUÍDO De maneira científica define-se o som, como um fenômeno físico ondulatório e periódico, resultante das variações de pressão em um meio elástico, as quais se sucedem com regularidade. O Ruído é uma mistura de sons e tons de diversas freqüências, diferindo entre si por um valor inferior ao poder de discriminação do ouvido. De maneira simples podemos definir o ruído como um som desagradável, capaz de produzir desconforto e mal estar dependendo da sua intensidade e duração, causar a perda auditiva e ainda acarretar outros distúrbios funcionais no organismo. A surdez permanente por trauma sonoro, é devido a destruição das células sensoriais do órgão de Corti sendo, portanto uma surdez de percepção, essa perda é irreversível, podendo atingir proporções tais, a incapacitar o indivíduo para a comunicação oral. ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 18
As perdas de audição por trauma sonoro se caracterizam por iniciar na faixa de freqüência entre 3.000 e 6.000 Hz e mais freqüentemente a 4.000 Hz. O início do processo de surdez profissional, pode ser constatado através de exame audiométrico, a perda de audição ao redor de 4.000 Hz, aparece no audiograma com um formato característico a que se deve sua denominação de gota acústica. Além da audição, outras funções e órgão tais como sistema cardiovascular, sistema endócrino, etc, poderão ser afetados pelos excessivos níveis de ruído, além de reações de irritabilidade, ansiedade e sensação de desconforto, tendo como conseqüência a perda de produtividade e qualidade do trabalho, em razão da dificuldade nas comunicações e erros na interpretação das mensagens. Por estas e outras razões não expostas por fugirem ao escopo deste trabalho, justificam-se pois, as providências que por certo serão tomadas a partir dos dados levantados. 9.1.1 SUGESTÕES E RECOMENDAÇÕES: Controle do Ruído na Fonte Um bom programa de manutenção preventiva, incluindo identificação de vibrações e balanceamento de peças rotativas, e um plano de lubrificação corretamente aplicado contribuem para redução dos níveis de ruído. A correta fixação das máquinas ao piso, usando-se quando necessário os blocos de inércia ou amortecedores entre as máquinas e o piso, evita que estas transmitam ou recebam vibrações, é outra medida que melhora a qualidade do produto, e reduz a geração de ruído. As vibrações além de aumentarem os níveis de ruído representam forças destrutivas para os equipamentos, o alinhamento e o balanceamento correto entre eixos e árvores de transmissão, polias e motores de acionamento, completam as operações de controle. Controle no homem Esta forma de controle somente deverá ser usada na inviabilidade das anteriores, ou quando estas estiverem em fase de implantação. Consiste no uso do EPI, que deve ser relacionado pela qualidade e não pelo custo, de fabricante idôneo e com o obrigatório C.A. do Ministério do Trabalho. A entrega do EPI (equipamento de proteção individual) ao funcionário deverá ser precedida da orientação e sensibilização quanto o seu uso, para que o trabalhador esteja consciente de que, na proteção da saúde, ele deverá ser o principal interessado e por mais desconfortável que seja um protetor auricular, será menos incômodo que a surdez profissional. Controle Médico Deverão ser realizados exames médicos admissionais, periódicos e demissionais, visando detectar possíveis deficiências causadas por agentes de riscos profissionais. Proceder conforme portaria 3214/78 NR-07. Recomenda-se programar exames audiométricos para o pessoal exposto aos níveis superiores a 85 db(a), iniciando-se pela exposição aos maiores níveis sonoros. 9.2 - LUMINOSIDADE Níveis adequados de iluminância no ambiente de trabalho, concorrem para manter a qualidade do produto, com menores perdas de material, com menor potencial de risco de acidentes, prevenindo-se a fadiga visual, causada por longos períodos de exposição a má iluminação. Uma boa iluminação não significa níveis excessivos de aclaramento, embora a legislação somente especifique os níveis mínimos, mas sim de uma distribuição uniforme, evitando-se que a parte mais bem iluminada supere por um valor maior que 4 (quatro) vezes o local mais obscuro, para que não ocorram ofuscamento e fadiga visual, geralmente ocasionados pela adaptação constante, da retina às variações de aclaramento e penumbra. O ofuscamento é uma sensação desagradável que pode ocasionar cefaléia, cansaço visual e astenia, sendo causado por luz excessiva, superfícies polidas e refletoras, acarretando mal estar e desconforto no ambiente de trabalho, devendo portanto, ser evitado. Sempre que possível, a iluminação natural deve ser utilizada só ou em conjunto com a artificial, resultando em economia de energia. Entretanto, a incidência de luz solar deve ser indireta, isto é, não deve penetrar diretamente no campo de trabalho, o que poderia ocasionar outros inconvenientes tais como adição do calor, aumentando-se o desconforto térmico. A reflexão de objetos metálicos são causados por ofuscamento, por conseguinte, estudos devem ser realizados para posicionamento de clarabóias, áreas de ventilação, lanternins, janelas e telhas translúcidas, visando melhorar o aclaramento. Porém, as aberturas deverão ser colocadas o mais alto que o pé direito permitir, favorecendo a exaustão natural do ar aquecido, mantendo-se entradas de ar na parte inferior do galpão onde não haja incidência de carga solar. ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 19
A iluminação industrial pode ser geral ou suplementar, a geral deve ser projetada para atender a maioria das atividades específicas quando estas exigirem maiores níveis de aclaramento observadas as recomendações quanto ao ofuscamento. É, portanto fundamental uma iluminação que permita manter os equipamentos devidamente limpos, visualizar com clareza as sinalizações de segurança e faixas, permitir a preservação da qualidade dos produtos e da saúde ocupacional no que concerne aos órgãos da visão. 9.2.1 SUGESTÕES E RECOMENDAÇÕES: Projeto de Iluminação Um bom Projeto de iluminação, além do dimensionamento correto do sistema de proteção do circuito deve, também levar em consideração o tipo de atividade desenvolvida no ambiente a ser iluminado para que se tenha no campo de trabalho os níveis de iluminância exigidos pela lei, utilizando o fator de depreciação em função dos processos industriais desenvolvidos no local, como por exemplo, materiais particulados em suspensão, fumaças, névoas, etc., os quais acarretam queda no rendimento do sistema de iluminação, em virtude da sujidade depositada nas calhas, lâmpadas, refletores, etc. Um dos fatores determinantes para a seleção do tipo de lâmpada adequada, é a altura do pé-direito, porém, é fundamental a observância do tipo de atividade desenvolvida no local, buscando-se atender as necessidades no aspecto fisiológico e funcional. O uso de lâmpadas fluorescentes deve se limitar a altura de 4,5m., e deverão ser montadas no mínimo duas por luminária, utilizando-se reatores duplos com alto fator de potência, evitando-se o efeito estroboscópio, que consiste em visualizar parados os objetos que estejam em movimento rotativo ou alternativo cuja frequência coincida com as pulsações da rede, podendo este fenômeno causar acidentes graves. O projeto deve visar atender a maioria das atividades exercidas, porém, nos casos especiais, utilizar iluminação suplementar diretamente no ponto de operação do equipamento, atendendo a casos específicos. Manutenção Elétrica O serviço de manutenção elétrica é responsável pela preservação dos níveis de iluminação, substituindo as lâmpadas queimadas, executando a limpeza das calhas, refletores e lâmpadas, e solicitando a limpeza das áreas envidraçadas, telhas translúcidas e paredes, que são elementos que auxiliam na manutenção dos níveis de aclaramento projetados. Cores Adequadas Quando da repintura das instalações e dos equipamentos ou nas expansões da indústria, deve-se levar em consideração a possibilidade da utilização de cores mais funcionais, capazes de refletir a luz e contribuir para se Ter ambientes melhor iluminados e mais agradáveis, (veja Refletância Recomendada e Fatores de Reflexão). Rebaixamento de Luminárias Quando as atividades exercidas no local e as condições operacionais o permitem, esta é uma maneira de melhorar a iluminação sem aumentar o consumo. 9.2.2 CARACTERÍSTICAS DAS LÂMPADAS: LÂMPADAS CARACTERÍSTICAS EMPREGO INCANDESCENTE Baixo rendimento luminoso. Pequena vida útil. Baixo custo de aquisição. Locais onde o nível de iluminânica é inferior a 200 lux, e o número de uso é inferior a 2000 horas anuais. FLUORESCENTE VAPOR DE MERCÚRIO Elevada eficiência luminosa. Vida útil prolongada. Custo inicial maior que o da lâmpada incandescente. Emite luz próxima do branco. Baixa Luminância, por isso oferece pouca possibilidade de ofuscamento. Apresenta o inconveniente do efeito estroboscópico. Grande rendimento luminoso. Boa duração. Preço mais elevado que o de uma lâmpada incandescente d igual potência. Lâmpadas de grande potência proporcionam pontos de luz de grande fluxo luminoso. Com lâmpada de mercúrio consegue-se um fluxo luminoso maior do que com lâmpadas incandescentes. Iluminação interna comercial ou industrial onde se deseja alto rendimento e longa vida. Indicada para locais de pouca altura, onde seja necessário grande iluminância. Edifícios industriais de grande altura. Iluminação por projetores. A lâmpada de vapor de mercúrio de luz branca é inadequada para locais onde se precise de luz parecida com a luz natural. VAPOR DE SÓDIO Bom rendimento luminoso e boa duração. Apresenta luz monocromática de tom amarelado. Normalmente não é usada em iluminação de interiores. Usada em pátios, depósitos e fundições. ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 20
Refletância Recomendada PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais Teto Parede Mesa ou Bancada Máquinas e Equipamentos Pisos SUPERFÍCIE 80% 60% 35% 25 a 30% 15% REFLETÂNCIA RECOMENDADA 10 - GESTÃO DOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL EPI s 10.1 - O QUE DIZ A NR 06 A Norma Regulamentadora NR-6, da Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalho, do Ministério do Trabalho, ratifica os Artigos 166 e 167 da CLT e amplia as obrigações das empresas em relação ao fornecimento de EPI s aos empregados conforme transcritos a seguir. Item 6.2 NR 06, a empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas seguintes circunstâncias: a) Sempre que as medidas de proteção coletivas forem tecnicamente inviáveis ou não oferecem completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho e ou doenças ocupacionais e do trabalho; b) Enquanto as medidas de Proteção Coletiva estiverem sendo implantadas; c) Para atender as situações de emergência. Item 6.6 NR 06: OBRIGAÇÕES DO EMPREGADOR 6.6.1 Obriga-se o empregador, quanto ao EPI, a: a) Adquirir o tipo adequado à atividade do empregado; b) Fornecer ao empregado somente EPI aprovado pelo MTb; c) Treinar o trabalhador sobre o uso adequado; d) Tornar obrigatório seu uso; e) Substituí-lo, imediatamente, quando danificado ou extraviado; f) Responsabilizar-se pela sua higienização e manutenção periódica; g) Comunicar ao MTb qualquer irregularidade observada no EPI adquirido. A NR-6 dispõe também sobre as obrigações dos funcionários que recebem EPI fornecido pela empresa. Item 6.7 NR 06 : OBRIGA-SE O EMPREGADO, quanto ao EPI: a) Usá-lo apenas para a finalidade a que se destina; b) Responsabilizar-se por sua guarda e conservação; c) Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio o seu uso. 10.2 - NORMA ESTABELECENDO A OBRIGATORIEDADE DE USO DOS EPI s A empresa adota como Norma de Segurança no Trabalho o uso obrigatório dos EPI s nos setores e atividades previamente determinados. SEGUE REDAÇÃO... ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 21
Norma sobre o Uso Obrigatório de Equipamentos de Proteção Individual Em cumprimento à política de Segurança da empresa e em atendimento ao estabelecido na NR-6 da Portaria 3214/78, a empresa determina que a partir da presente data é obrigatório o uso por parte dos empregados, dos Equipamentos de Proteção Individual EPI s, nas áreas de trabalho conforme especificado. 1ª Infração - 2ª Infração - 3ª Infração - O não cumprimento da presente norma acarreta: Advertência Verbal; Advertência por escrito com registro na ficha do empregado no D.P. Suspensão. 4ª Infração - Demissão por justa causa. A obrigatoriedade do uso de EPI s também se aplica a prestadores de serviços e visitantes e a responsabilidade pelo cumprimento da norma é do responsável pelo Setor Eu,, portador da RG, reconheço a presente norma e comprometo-me a obedecê-la tendo a consciência de seu benefício para a preservação da minha integridade física e psicossocial. 10.3 - MODELO DA FICHA DE DISTRIBUIÇÃO DE EPI s CNPJ: ENDEREÇO: TRABALHADOR: FICHA DE ENTREGA DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL EPI S EMPRESA CIDADE: ESTADO: SETOR: REGISTRO: ADMISSÃO: / / DATA ENTREGA DESCRIÇÃO DOS EPI s EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL Nº CA.: ASSINATURA DECLARAÇÃO Declaro ter recebido gratuitamente desta empresa os Equipamentos de Proteção Individual constantes nesta ficha, comprometendo-me a obedecer às normas de proteção por ela determinada e de acordo com a Legislação vigente sob pena de incorrer em infração disciplinar (Portaria 3214- NR 6). TERMO DE COMPROMISSO Pelo(s) Equipamento(s) de Proteção Individual em meu poder, comprometo-me a: 1- Utilizá-los durante o horário de trabalho e apenas para a finalidade a que se destinar. 2- Comunicar qualquer alteração que os tornem impróprios para o uso. 3- Mantê-los em bom estado de conservação. 4- Não alterar as características originais. 5- Devolvê-los em caso de desligamento da empresa. LOCAL DATA: / / ASSINATURA ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 22
11 - EQUIPE TÉCNICA ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 23
12 - CRONOGRAMA PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais CRONOGRAMA DE AÇÕES DO PPRA RESPONSÁVEL ITENS ATIVIDADES PREVISÃO REALIZAÇÃO Status REALIZAÇÃO 1 2 TREINAR TODOS OS CONDUTORES DE VEÍCULOS EM DIREÇÃO DEFENSIVA E SEGURA; SISSQ - SEMANA INTERNA DE SEGURANÇA, SAÚDE E QUALIDADE 30/04/2015 SESMT 01/10/2015 SESMT 3 TREINAMENTO DE EPI S E EPC S 30/04/2015 SESMT 4 5 TREINAMENTO PLANO DE EMERGÊNCIA / INCLUI COMBATE A INCÊNDIO REALIVAR DOCUMENTO BASE - MONITORAMENTO FUNÇÕES EPOSTAS - RISCO FÍSICO - RUÍDO // RISCO QUÍMICO - POEIRA // RISCO DESENVOLVIMENTO TÉCNICO: ALESSANDRO ESTEVAM PEREIRA T.S.T. - M.T.E: 30/09/2015 SESMT 28/02/2016 REPRESENTANTE LEGAL ESTEVAM CONSULTORIA TELMA MONTEIRO BRONZATO DIRETOR ESTEVAM CONSULTORIA 55(035) 3222-9573 01/03/2015 PÁGINA 24