RELATÓRIO DE AUDITORIA PROCESSO N.º : 7.091-2/2010 PRINCIPAL : Câmara Municipal de Porto Esperidião CNPJ : 01.327.964/0001-01 ASSUNTO : Contas Anuais de Gestão/2009 VEREADOR PRESIDENTE : Sandro Ronaldo Ferreira RELATOR : Conselheiro Waldir Júlio Teis EQUIPE : João Roberto de Proença Auditor Público Externo Joilson Gonçalves da Silva Técnico Instrutivo e de Controle 1. INTRODUÇÃO Exmo. Conselheiro Relator, Em atendimento ao inc. II do art. 71 da Constituição Federal, bem como ao art. 212 da Constituição Estadual e ao inc. II do art. 29 da Resolução nº 14/2007-TCE/MT, apresentase o Relatório de Auditoria em que consta o resultado do exame das contas anuais prestadas pelo Sr. Sandro Ronaldo Ferreira, Presidente da Câmara Municipal de Porto Esperidião - exercício 2009, com o objetivo de subsidiar o julgamento dos atos de gestão. Este relatório consolida o resultado do acompanhamento concomitante das informações prestadas a esta Corte de Contas por meio dos balancetes mensais, do Sistema APLIC, bem como da auditoria das contas anuais, abrangendo a fiscalização contábil, financeira, orçamentária e patrimonial, quanto à legalidade, legitimidade e economicidade. A auditoria foi realizada na sede do Poder Legislativo Municipal, sito à Av. Mal. Rondon, 560 Caixa Postal 11 CEP 78.240-000 Porto Esperidião - MT, com observância às normas e procedimentos de auditoria aplicáveis à Administração Pública, bem como aos critérios contidos na legislação vigente. 1
2 ADMINISTRADOR E DEMAIS RESPONSÁVEIS As contas do exercício em exame estiveram sob a gestão do Sr. Sandro Ronaldo Ferreira, presidente da Câmara Municipal; a contabilidade esteve sob a responsabilidade do Sr. Adma Figueiredo de Aquino, e o controle interno, da Sra. Maria Judith da Silva, cujos dados pessoais são os seguintes: PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL NOME: Sandro Ronaldo Ferreira CPF: 550.013.271-72 Endereço/CEP: Av. Senador Carlos Bezerra Centro CEP: 78.240-000 -Porto Esperidião - MT CONTADOR: NOME: Adma Figueiredo de Aquino RG: 12273419 SSP/MG CPF: 014.409.686-24 Endereço/CEP:Av. Brasil S/N Centro Porto Esperidião/MT 78.240-000 FONE: (65) 3225 1166 RESPONSÁVEL PELO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO NOME: Maria Judith da Silva RG: 20271968 SSP/SP CPF: 109.246.018-76 Endereço/CEP: Rua Adalberto Pagliuca, 160 Bairro Maria da Conceição Porto Espiridião-MT CEP.: 78.240-000 Fone: (65) 9905-5047 3. RESULTADO DA ANÁLISE DOS ATOS DE GESTÃO 2
Da auditoria realizada, resultou o relatório que segue: 3.1. REGRAS ESPECÍFICAS PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL 3.1.1. Repasses recebidos Para o exercício, foram previstos repasses no valor de 693.223,28, sendo efetivamente recebido o montante de 658.334,93. 3.1.2. Gasto total 1) O total da despesa do Poder Legislativo Municipal, incluídos os subsídios dos vereadores e excluídos os gastos com inativos, foi de 658.223,28, correspondente a 7,15% da receita base de 9.208.192,24, estabelecida no art. 29-A da Constituição Federal, estando de acordo com o limite constitucional. 3.1.3. Gastos com folha de pagamento 1) Os gastos com folha de pagamento da Câmara Municipal, incluídos os subsídios de seus vereadores, foram de 396.195,15, correspondente a 60,18% da sua receita de 658.334,93, não ultrapassando o limite estabelecido no 1 do art. 29-A da Constituição Federal; 2) Demonstrativo dos repasses e gastos da Câmara Municipal: Anexo 05 Repasses e gastos anuais da Câmara Municipal Quadro 05.01 - Limite de repasse e gastos anuais da Câmara Municipal (art. 29-A, CF) 2009. Quadro 05.02 - Repasse e gastos anuais da Câmara Municipal (art. 29-A da CF) 2009. 3
3.1.4. Gastos com pessoal 1) Os gastos com pessoal da Câmara Municipal totalizaram o montante de 396.195,15, correspondente a 2,81% da RCL ( 14.100.436,44), assegurando o cumprimento do limite máximo de 6% estabelecido no art. 20, inc. III, a da LRF ; 2) Demonstrativo dos gastos com pessoal: Anexo 03 Pessoal Quadro 03.01 - Gastos com pessoal. Poderes Executivo e Legislativo (arts. 18 a 22, LRF) 2009. Anexo 01 Receita. Quadro 01.02 Receita Corrente Líquida (RCL) 2009. 3.1.5. Subsídio dos vereadores O subsídio dos vereadores foi fixado em moeda corrente pela Câmara Municipal na legislatura anterior, para vigorar na presente legislatura, por meio da Lei nº 003/2008 de 22 de setembro de 2008(fls.43-TC). Para o exercício em exame, estabeleceu-se o valor mensal de 1.800,00 para os vereadores e de 3.600,00 para o presidente. Da análise, resultaram os seguintes achados de auditoria: 1) O subsídio dos vereadores correspondeu a 14,53% do subsídio do Deputado Estadual ( 12.384,07), não excedendo o percentual definido no inc. VI do art. 29 da Constituição Federal; 2) O total dos subsídios pagos aos vereadores no exercício, no montante de 216.000,00, correspondeu a 1,37% da receita do Município ( 15.778.945,09), não ultrapassando o limite estabelecido no inc. VII do art. 29 da CF; 3) Não houve pagamento de remuneração e subsídios superiores ao subsídio mensal do Prefeito Municipal ( 7.200,00) (art. 37, inc. XI, CF). 4
3.1.5. Sessões extraordinárias 1) Não houve pagamento de indenizações aos vereadores por participação em sessões extraordinárias (art. 57, 7, CF; Acórdão n 291/2007 TCE/MT). 3.2. DESPESAS 3.2.1. Geração de despesas grupo de natureza da despesa: Durante o exercício foram realizadas as seguintes despesas, demonstradas por Despesas por Grupo de Natureza Pessoal e Encargos Sociais Outras Despesas Correntes Investimentos A seguir, apresentam-se os achados de auditoria resultantes da análise por amostragem dos processos de despesa de janeiro a setembro/2009: 1) as despesas foram autorizadas e assinadas pelo ordenador de despesas, bem como pelos demais responsáveis (art. 58, L. 4320/64); 2) Foram constatadas pagamentos de despesas ilegítimas no total de 203,06, equivalentes a 6,35 UPF s-mt, o qual deverá ser ressarcido ao erário pelo gestor(art. 70, CF) E-24, conforme a seguir: 5
Na análise dos processos de despesas constatamos que a Câmara pagou contas de energia elétrica com atraso à Centrais Elétricas Matogrossenses S/A acarretando o pagamento de juros e multas, bem como IPVA e também houve pagamentos de infrações de trânsito ao Detran-MT, no total de 203,06, equivalentes a 6,35 UPF s-mt, conforme documentos anexos as fls.44/51 -TC e relação a seguir: NE N. Data Credor Fatura do Mês/Descrição Valor 000081/2009 25/03/09 Cemat 03/2009 9,28 000241/2009 25/08/09 Cemat 08/2009 11,11 000006/2009 19/01/09 Detran Infração 85,13 000005/2009 19/01/09 SEFAZ Multa, Juros e CM de IPVA 97,54 Soma 203,06 UPF-MT Dez/2009 = 31,99 6,35 3.2.2. Licitações, dispensas e inexigibilidades Durante o exercício, foram licitadas despesas no valor total de 108.448,00. A seguir, apresentam-se os achados de auditoria resultantes da análise dos processos licitatórios: 1) Houve investidura regular dos membros da comissão de licitação (art. 51, 4, L. 8.666/93); 2) Não foi constatada fragmentação de despesas de um mesmo objeto para modificar a modalidade de procedimento licitatório (art. 23, 2, L. 8.666/93); 3) Não foram constatadas irregularidades formais relevantes na realização dos procedimentos licitatórios (L. 8.666/93). 3.2.3. Contratos 6
Durante o exercício, foram formalizados contratos no valor total de 107.699,76. A seguir, apresentam-se os achados de auditoria resultantes da análise dos contratos: 1) Não foram constatadas irregularidades relevantes na formalização e execução dos contratos (L. 8.666/93 e legislação aplicável). 3.2.4. Estágios da despesa 3.2.4.1. Empenho Durante o exercício, os empenhos de despesas totalizaram 658.223,28. Confrontando o total de 658.223,28 da despesa empenhada registrada no Balanço Orçamentário Anexo 12 do artigo 102 da Lei 4.320/64 com o total empenhado de 866.242,28, informado no Sistema APLIC, evidencia-se que há uma divergência de 208.019,00, conforme tabela a seguir: 7
Após análise da amostra dos processos de despesa constatou-se o seguinte: 1) As despesas foram realizadas com emissão de empenhos prévios, com a indicação do nome do credor, da representação e da importância da despesa, bem como da dedução desta do saldo da dotação própria (arts. 60 e 61, L. 4.320/64). 3.2.4.2. Liquidação Durante o exercício, as despesas liquidadas totalizaram 658.223,28. Após análise da amostra dos processos de despesa constatou-se o seguinte: 1) Na liquidação da despesa, não foram constatados títulos e documentos inidôneos para a comprovação do respectivo crédito (art. 63, L. 4.320/64). 8
3.2.4.3. Pagamento Durante o exercício, os pagamentos de despesas totalizaram 658.223,28. Após análise da amostra dos processos de despesa constatou-se o seguinte: 1) Os pagamentos das despesas foram efetuados quando ordenados após sua regular liquidação (art. 63, 2, L. 4320/64; arts. 55, 3, e 73, L. 8.666/93). 3.2.5. Restos a pagar Ao final do exercício, não restou despesas inscritas em restos a pagar. 3.2.6. Pessoal Da análise dos atos relacionados a pessoal, constatou-se o seguinte: 1) A remuneração dos servidores públicos foi fixada ou alterada por lei específica (art. 37, inc. X, CF); 2) os vencimentos dos servidores públicos foram pagos no prazo legal (art. 1, 1, LRF e legislação específica); 3) o trabalho desenvolvido pelos comissionados guarda as características com atribuições de chefia, direção e assessoramento (art. 37, inc. V, CF). 3.2.7. Diárias 14.776,47. Durante o exercício, foram concedidas diárias aos servidores no valor total de Após análise da amostra dos processos de despesa constatou-se o seguinte: 1) não foram constatadas concessões de diárias contrárias à norma regulamentadora (artigo 37, caput, CF e legislação específica); 2) as prestações de contas de diárias ocorreram de forma regular e, conforme o caso, 9
foram adotadas as medidas cabíveis (art. 37, caput, CF e legislação específica). 3.2.8. Adiantamentos Durante o exercício, não foram concedidos adiantamentos aos servidores. 3.2.9. Previdência Durante o exercício, a Câmara Municipal contribuiu para os regimes geral e próprio de previdência. Da análise, resultou o seguinte: 1) Houve pagamento regular da contribuição previdenciária patronal à previdência geral e/ou própria (art. 40, CF); 2) Houve desconto de contribuição previdenciária dos segurados (art. 40, CF); 3) As quotas de contribuição previdenciária descontadas dos segurados foram repassadas à previdência geral e/ou própria (art. 40, CF); 4) Demonstrativo da contribuição à previdência Anexo 04 contribuição previdenciária Quadro 04.01 e 04.02 contribuição patronal e de servidores aos regimes geral e próprio de previdência. 3.3. Patrimônio 3.3.1. Disponibilidades As disponibilidades financeiras do exercício anterior transferidas para o seguinte corresponderam a 0,00. Encerrado o exercício, restou o valor total de 0,00. Da análise, resultou o seguinte: 1) As disponibilidades de caixa foram depositadas em instituições financeiras oficiais, ressalvados os casos previstos em lei (art. 164, 3º, CF); 10
2) Não houve emissão de cheques sem cobertura financeira (art. 1, inc. V, DL 201/67 c/c art. 1, inc. I, LRF). 3.3.2. Bens móveis e imóveis De acordo com registro contábil, no encerramento do exercício, os bens móveis e imóveis da Câmara Municipal totalizaram 99.148,20 e 25.000,00, respectivamente. Confrontando o saldo da conta Bens Móveis, no valor de 99.148,20, registrado no Balanço Patrimonial Anexo 14 do artigo 105 da Lei n. 4.320/64(fls.13-TC) com o saldo da lista de móveis, no valor de 131.009,53, informado pela Prefeitura via Sistema APLIC, evidencia-se que há uma divergência de 31.861,33, conforme Tabela(grid) do Aplic abaixo. O registro incorreto dos bens patrimoniais pela Câmara fere o princípio fundamental da contabilidade denominado Princípio da Oportunidade, conforme prevê a Resolução CFC n. 750/93, in verbis: Art. 6º O Princípio da OPORTUNIDADE refere-se, simultaneamente, à tempestividade e à integridade do registro do patrimônio e das suas mutações, determinando que este seja feito de imediato e com a extensão correta, independentemente das causas que as originaram. Parágrafo único. Como resultado da observância do Princípio da OPORTUNIDADE: I desde que tecnicamente estimável, o registro das variações patrimoniais deve ser feito mesmo na hipótese de somente existir razoável certeza de sua ocorrência; II o registro compreende os elementos quantitativos e qualitativos, contemplando os aspectos físicos e monetários; III o registro deve ensejar o reconhecimento universal das variações ocorridas no patrimônio da ENTIDADE, em um período de tempo determinado, base necessária para gerar informações úteis ao processo decisório da gestão. 11
3.4. DENÚNCIAS E REPRESENTAÇÕES 3.4.1. Denúncias Relativamente ao exercício analisado, não foram apresentadas ao TCE/MT denúncias contra atos de gestão praticados pelo administrador ou responsável. 3.4.2. Representações internas e externas Relativamente ao exercício analisado, não foram apresentadas ao TCE/MT representações internas e externas contra atos de gestão praticados pelo administrador ou responsável. 12
3.5. POSTURA ANTE ÀS RECOMENDAÇÕES DO TCE/MT RELATIVOS AOS ATOS DE GESTÃO Destaca-se que não houve alertas e recomendações do TCE/MT sobre fatos relevantes relativos à postura do administrador ou responsável relativos aos atos de gestão. 3.6. PRESTAÇÃO DE CONTAS 1) As informações e os documentos obrigatórios não foram enviados tempestivamente ao TCE/MT (art. 70, CF; arts. 208 e 209, CE e art. 183, Res. n 14/07- TCE/MT) E-42 ou E-43, conforme descrição a seguir: Origem Peças de Planejament o Prazo Regimental Prazo Prorrogado * Prazo Individual Data do 1 Envio Situação APLIC- Cidadão Janeiro 28/02/2009 30/04/2009 13/05/2009 FORA DO PRAZO APLIC- Cidadão Dezembro 31/01/2010 15/03/2010 20/04/2010 FORA DO PRAZO 3.7. SISTEMA DE CONTROLE INTERNO relatórios à administração. Durante o exercício, o responsável pelo sistema de controle interno não emitiu 3.8. Outros aspectos relevantes 1) Não foram constatadas irregularidades reincidentes nos atos de gestão (art.193, 1, Res. n 14/07- TCE/MT). 3.9. Conclusão 13
No entendimento desta equipe, o Sr. Sandro Ronaldo Ferreira, Presidente da Câmara Municipal de Porto Esperidião - exercício 2009, deve ser citado para prestar esclarecimentos sobre os seguintes achados constantes deste relatório de auditoria de contas anuais de gestão: Classificado na Resolução TCE/MT nº 08/2008: 1 - As informações e os documentos obrigatórios não foram enviados tempestivamente ao TCE/MT (art. 70, CF; arts. 208 e 209, CE e art. 183, Res. n 14/07- TCE/MT) E-42 ou E-43; 2 - Foram constatadas pagamentos de despesas ilegítimas no total de 203,06, equivalentes a 6,35 UPF s-mt, o qual deverá ser ressarcido ao erário pelo gestor(art. 70, CF) (item 3.2.1.2) E- 24; Não Classificado na Resolução TCE/MT nº 08/2008: 3 - Confrontando o total de 658.223,28 da despesa empenhada registrada no Balanço Orçamentário Anexo 12 do artigo 102 da Lei 4.320/64 com o total de 866.242,28 empenhado informado no Sistema APLIC evidencia-se que há uma divergência de 208.019,00-(item 3.2.4.1); 4 - O saldo da conta Bens Móveis, no valor de 99.148,20, registrado no Balanço Patrimonial Anexo 14 do artigo 105 da Lei n. 4.320/64 diverge em 31.861,33 do o saldo da lista de móveis, no valor de 131.009,53, informado pela Prefeitura via Sistema APLIC, ferindo o princípio fundamental da contabilidade denominado Princípio da Oportunidade, conforme prevê o art. 6 da Resolução CFC n. 750/93(item 3.3.2). É o relatório decorrente da auditoria das contas anuais de gestão da Câmara do Município de Porto Esperidião, exercício 2009. SECRETARIA DE CONTROLE EXTERNO DA QUINTA RELATORIA DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE MATO GROSSO, SUBSECRETARIA DE CONTROLE DAS ORGANIZAÇÕES MUNICIPAIS em Cuiabá, 10 de junho de 2010. João Roberto de Proença Auditor Público Externo TCE/MT 14
ANEXOS CONTAS ANUAIS DE GESTÃO CÂMARA DO MUNICÍPIO DE PORTO ESPERIDIÃO - EXERCÍCIO 2009 ANEXO 01 RECEITA Quadro 01.01 - Resultado da arrecadação orçamentária. Subcategoria econômica da receita 2009. Subcategoria econômica Valor previsto Valor arrecadado % da arrecadação sobre a previsão RECEITAS CORRENTES 13.855.550,00 14.380.589,00 103,79% Receitas Tributárias 795.000,00 791.711,11 99,59% Receita de Contribuição 476.600,00 485.566,03 101,88% Receita Patrimonial 385.000,00 382.383,72 99,32% Receita de Serviços 0,00 28.275,19 0,00% Transf. Correntes 12.161.500,00 12.586.872,84 103,50% Outras receitas correntes 37.450,00 105.780,11 282,46% RECEITAS DE CAPITAL 3.000.000,00 1.398.356,09 46,61% Alienação de bens 0,00 4.700,00 0,00% Transferências de capital 3.000.000,00 1.393.656,09 46,46% TOTAL 16.855.550,00 15.778.945,09 93,61% Quadro 01.02 - Receita Corrente Líquida (RCL) 2009: Receitas Total Total receitas correntes (líquida da contribuição para o Fundeb) 14.380.589,00 (-) Contribuição ao RPPS (segurado) -280.152,56 (-) Receita da compensação financeira entre regimes previdenciários 0,00 (=) RCL 14.100.436,44 15
ANEXO 02 DESPESA Quadro 02.01 - Grupo de Natureza da Despesa 2009: Grupo de Natureza da despesa Despesa realizada % da despesa total Pessoal e Encargos Sociais 396.195,15 60,19% Outras Despesas Correntes 222.762,08 33,84% Investimentos 39.266,05 5,97% TOTAL 658.223,28 100,00% ANEXO 03 PESSOAL Quadro 03.01 - Gastos com pessoal. Poderes Executivo e Legislativo (arts. 18 a 22, LRF) 2009. Elemento de despesa Poder Executivo Total Adm. Direta Adm.Indireta Total Poder Executivo Poder Legislativo 3190-11 - Venc. e vant. fixas 3.760.208,04 320.019,98 4.080.228,02 3190-04 - Contratação por tempo determinado 2.318.808,58 0,00 2.318.808,58 3190-34 - Outras desp. Pessoal-contratos 3ºs 0,00 0,00 3190-16 - Outras despesas Variáveis Pessoal Civil 0,00 0,00 3190-09 salário família (quando custeada por recursos do Tesouro) 26.999,91 0,00 26.999,91 3190-13 - Obrig. Patronais (RGPS) 525.585,22 68.786,94 594.372,16 3191-13 Obrig. Patronais (RPPS) 210.138,93 7.388,23 217.527,16 Despesas com pessoal registradas em outras dotações 0,00 0,00 0,00 Total da despesa com pessoal 6.841.740,68 396.195,15 7.237.935,83 Receita Corrente Líquida 14.100.436,44 16
% da despesa s/ a RCL 48,52% 2,81% 51,33% Limite legal 54,00% 6,00% 60,00% Situação (regular ou irregular) Regular Regular Regular ANEXO 04 CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA Quadro 04.01 - Contribuição de servidores aos regimes geral e próprio de previdência 2009 DESCRIÇÃO VLR A VLR VLR RECOLHIDO VLR A RECOLHER RECOLHER RETIDO DE EX. De Do ANTERIORE exercícios exercício S anteriores Contribuição de servidores ao regime próprio 0,00 6.352,57 0,00 6.352,57 0,00 Contribuição de servidores ao regime geral 0,00 34.957,99 0,00 34.957,99 0,00 Quadro 04.02 - Contribuição patronal aos regimes geral e próprio de previdência 2009 DESCRIÇÃO RESTOS A VLR VLR PAGO VLR A PAGAR PAGAR DE EMPENHADO EXERCÍCIO Do ANTERIORE exercício De S exercícios anteriores Contribuição patronal ao regime próprio Contribuição patronal ao regime geral 0,00 68.786,94 0,00 68.786,94 0,00 0,00 7.388,23 0,00 7.388,23 0,00 17
ANEXO 05 CÂMARA MUNICIPAL Quadro 05.01 - Limite de repasse e gastos anuais da Câmara Municipal. Receita Base - 2008 (art. 29- A, CF): Especificação Valor Receitas Tributárias Impostos IPTU 39.036,60 IRRF 209.143,91 ITBI 338.901,13 ISSQN 194.489,13 TAXAS 163.382,34 Contribuição de Melhoria 196.153,82 Juros e multas das receitas tributárias 471,29 Receita da Dívida Ativa Tributária 46.929,22 Juros e multas da dívida ativa tributária 19.857,82 Transferências da União FPM 3.727.072,13 ITR 164.696,77 IOF s/ ouro 706,91 ICMS Desoneração 34.339,93 CIDE 0,00 Transferências do Estado ICMS 3.936.212,32 IPVA 136.798,92 IPI (Exportação) 0,00 Total Geral 9.208.192,24 População do Município Limite percentual autorizado art. 29-A, CF 8,00% Valor máximo de repasse 736.655,38 Valor fixado na LOA e créditos adicionais 693.881,50 Valor gasto pela Câmara Municipal 658.223,28 18
Quadro 05.02 - Repasse e gastos anuais da Câmara Municipal (artigo 29-A da CF) 2009. Descrição Valor receita base % s/ a receita base Limite máximo (%) Situação Repasse do Poder Executivo 658.334,93 9.208.192,24 7,15% 8,00% Regular Gasto do Poder Legislativo 658.223,28 9.208.192,24 7,15% 8,00% Regular Folha de Pagamento do Poder Legislativo 396.195,15 658.334,93 60,18% 70,00% Regular 19