Ministério dos Transportes



Documentos relacionados
Limites dos Tempos de Serviço do Pessoal Aeronáutico

Ministério dos Transportes

DECRETO Nº 143/IX. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea d) do n.º 1 do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

Requisitos para o Despacho de Voo

Ministério dos Transportes

Ministério dos Transportes

Normativo Técnico 3 Certificação Original da Aeronave e seus Componentes

Maternidade, Paternidade e Família dos Trabalhadores

OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO

CIRCULAR DE INFORMAÇÃO AERONÁUTICA n PORTUGAL

REGULAMENTO BRASILEIRO DA AVIAÇÃO CIVIL RBAC nº 133 EMENDA nº 00

O Programa experts plus é válido para o período de viagens de a

Ministério dos Transportes

Qualificações do Pessoal Aeronáutico

O que esperar do SVE KIT INFORMATIVO PARTE 1 O QUE ESPERAR DO SVE. Programa Juventude em Acção

Assunto: Condições de contrato de transporte aéreo

CONTRATO DE COMPRA E VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA UNIDADES DE MINIPRODUÇÃO

3 DE MAIO DE (25)

Certidão Permanente. Manual de Procedimentos

REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS DA FREGUESIA DE NEIVA

Índice. Como aceder ao serviço de Certificação PME? Como efectuar uma operação de renovação da certificação?

GUIA PRÁTICO DECLARAÇÃO DE REMUNERAÇÕES ON-LINE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

Sistema de formação e certificação de competências

REGULAMENTO DAS PROVAS ORAIS DE AVALIAÇÃO E AGREGAÇÃO

TENDO DECIDIDO concluir a Convenção para este propósito e ter pela circunstância o combinado como segue: Capítulo 1 O direito de limitação

OS3 SOLUÇÕES EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LTDA 2010

Descrição do Serviço Diagnóstico no Local

REGIMENTO DO CONSELHO DO INSTITUTO

REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA (versão alterada em Dezembro 2011)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA

PROPOSTA ALTERNATIVA

C N INTERPRETAÇÃO TÉCNICA Nº 2. Assunto: RESERVA FISCAL PARA INVESTIMENTO Cumprimento das obrigações contabilísticas I. QUESTÃO

Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro

Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra

REGULAMENTO DE TAXAS E PROPINAS APLICÁVEIS AOS ESTUDOS E CURSOS DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO

das demais previsões relativas ao estágio previstas no Projeto Pedagógico do Curso, no Regimento Interno e na Legislação.

Regulamento PAPSummer 2016

CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ARTIGO 1º

MUNICIPIO DE REDONDO NORMAS DE ALIENAÇÃO DE LOTES DA ZONA INDUSTRIAL DE REDONDO - 2ª FASE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

ARRENDAMENTO DO RESTAURANTE-BAR, NO RAMO DE ESTABELECIMENTO DE RESTAURAÇÃO, SITO NA PISCINA MUNICIPAL, RUA DR. EDMUNDO CURVELO, EM ARRONCHES

PARECER N.º 22/CITE/2013. Assunto: Pedido de Flexibilidade de Horário apresentado pela Trabalhadora Entidade Empregadora, S.A Processo n.

Instrução DGT nº.1/2013 EMISSÃO DE BILHETES DE TESOURO

PROCEDIMENTO ESTRUTURA: 1-Objetivo: 2- Campo de Aplicação: 3- Documento de Referência: 4- Definições e Siglas: 5- Descrição do Procedimento:

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição

Organizações de Manutenção Aprovadas

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Instituto Nacional de Aviação Civil, I.P. Regulamento n.º /2007

SINDICATO DOS MÉDICOS DA ZONA SUL PARECER N.º 27/2011. Cartas de Condução. Avaliação Médica. Carreira Especial Médica. Medicina Geral e Familiar

Escopo do Copilot Optimize - Elaboração de Relatórios

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas.

Descrição do Serviço Envio Fast-Track

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ESGRIMA REGULAMENTO DE PROVAS

PORTARIA UNIDA Nº. 18/2015, de 26 Outubro de 2015.

Responsabilidade Civil para Órgãos de Administração e Fiscalização

Decreto - executivo nº 6/96 de 2 de Fevereiro

GUIA COMPRA DE CASA. Comprar casa, nova ou usada, é sempre uma tarefa complexa.

PARECER N.º 1/CITE/2003

GUIA PRÁTICO REGULARIZAÇÃO DE DÍVIDAS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P

CURSO CETAM BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS

MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR

Estatutos Núcleo de Estudantes de Engenharia Civil da Universidade Évora = NEECUE = - Capitulo I Princípios Gerais

LAN e TAM investem mais de US$100 milhões em tecnologias digitais para tornaro atendimento aos passageiros mais rápido e eficiente

REGULAMENTO INTERNO I. DENOMINAÇÃO / SEDE

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PLATAFORMA DE INSCRIÇÕES ONLINE

1.2. A manutenção deste estatuto depende de aproveitamento escolar no ano lectivo anterior.

Resolução da Assembleia da República n.º 64/98 Convenção n.º 162 da Organização Internacional do Trabalho, sobre a segurança na utilização do amianto.

CONDIÇÕES GERAIS ORGANIZAÇÃO

Súmula das Alterações ao Código de Trabalho

ASSOCIAÇÃO DOS CRIADORES DE BOVINOS DE RAÇA BARROSÃ ESTATUTOS

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO

PROCEDIMENTO POR NEGOCIAÇÃO, COM PUBLICAÇÃO PRÉVIA DE ANÚNCIO, PARA ARRENDAMENTO PARA A ACTIVIDADE DE RESTAURAÇÃO CADERNO DE ENCARGOS

Luiz A. Paranhos Velloso Junior Presidente da Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro ID

Portaria n.º 129/2009, de 30 de Janeiro, Regulamenta o Programa Estágios Profissionais (JusNet 211/2009)

Aprovação de Organizações de Treino

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO

RESOLUÇÃO N o 53 de 28/01/ CAS RESOLVE: CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES

REGIMENTO Interno Avaliação De Desempenho Docente

REGULAMENTO FINANCEIRO DA FITO

Regulamento Provisório de Certificação dos Maquinistas e dos Agentes para o Acompanhamento de Comboios

19198 Diário da República, 2.ª série N.º de Maio de 2009

DIREITOS DOS PASSAGEIROS DOS TRANSPORTES AÉREOS FORMULÁRIO DE RECLAMAÇÃO UE

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO "NOVO LEBLON"

Transcrição:

Ministério dos Transportes Instituto Nacional de Aviação Civil INAVIC Normativo Técnico15 Limites dos Tempos de Serviço do Pessoal Aeronáutico Página 1/9

Índice Parte A: Generalidades.. 3 15.001 Aplicabilidade...3 15.003 Definições..3 15.007 Conhecimento ou Suspeita de Fadiga da Tripulação.4 15.010 Definições de Funções em Voo..4 15.013 Responsabilidades de Registo...5 Parte B: Horas de Voo 5 15.020 Número Máximo de Horas de Voo.5 15.023 Exceder os Limites de Horas de Voo 6 15.025 Número Máximo de Horas de Instrução 6 Parte C: Períodos de Serviço 6 15.030 Períodos de Serviço Escalados..6 15.033 Cumprimento dos Requisitos de Serviço..7 15.035 Transporte como Tripulante Extra (Deadhead) 7 15.037 Serviço em Voo.7 7 Parte D: Períodos de Descanso...8 15.040 Período Mínimo de Descanso 8 15.043 Período Mínimo de Descanso em cada Período de Sete Dias Consecutivos 8 Anexos 9 Anexo 1 de 15.040: Reduções Permitidas nos Períodos de Descanso de um Tripulante.9 Página 2/9

PARTE A: Generalidades 15.001 Aplicabilidade a) Este Normativo Técnico define os princípios da República de Angola aplicáveis ao máximo período de serviço, ao máximo período de voo e ao mínimo período de descanso que assegurem que as tripulações e restante pessoal operacional não estejam sujeitos a fadiga durante o exercício das suas funções ao serviço de um titular de Certificado de Operador Aéreo (COA AOC Air Operator Certificate). b) Este Normativo Técnico aplica se aos titulares de um COA emitido pela República de Angola e a pilotos, engenheiros de voo, instrutores de voo, pessoal de cabine e despachantes de voo que estejam ao serviço de um titular de COA, doravante designado Operador. 15.003 Definições a) No que concerne a este Normativo Técnico, aplicar se ão os seguintes conceitos/definições: Nota: Outros conceitos e definições relacionadas com a Aeronáutica Civil estão expostos no Normativo Técnico 1 deste Regulamento. (1) Dia de Calendário. Tomando como referência a Hora Local ou o Tempo Universal, o lapso de tempo que medeia entre as 0:00 horas de um dia e as 24:00 horas do mesmo dia. (2) Horas de Voo. (i) Horas de Voo Aviões. O período de tempo contado desde que se fecha a última porta do avião antes do voo, até ao abrir da primeira porta do avião à sua chegada. (ii) Horas de Voo Helicópteros. O período de tempo contado desde que as pás dos rotores iniciam o seu movimento rotativo até ao momento em que o helicóptero se imobiliza no final do seu voo, com as pás dos rotores efectivamente paradas. (3) Período de Descanso. Um período de tempo ininterrupto e liberto de qualquer obrigação, restrição ou responsabilidade para com um Operador que participe em quaisquer operações de transporte aéreo comercial. Página 3/9

(4) Período de Serviço. O tempo total contado desde que uma pessoa identificada neste Normativo Técnico inicia (imediatamente e subsequentemente a um período de repouso) qualquer tipo de trabalho exercido ao serviço de um Operador, até ao momento em que essa pessoa seja libertada dos seus deveres laborais. (5) Período de Serviço de Voo. O tempo total contado desde o momento em que um elemento da tripulação inicia o seu período de serviço, imediata e subsequentemente a um período de repouso antes de servir num voo ou numa série de voos, até ao momento em que o mesmo elemento da tripulação, uma vez completado o voo ou a referida série de voos, seja libertado dos seus deveres laborais. (6) Transporte como Tripulante Extra (Deadhead). Tempo gasto em viagem de avião (por solicitação do Operador) de ou para a base de um membro da tripulação. (7) Voo. O período de tempo que vai desde a descolagem até à aterragem, ocasionalmente referido como segmento. 15.007 Conhecimento ou Suspeita de Fadiga da Tripulação a) Uma vez que pode colocar em risco a segurança do Voo, nenhum membro da tripulação de um transporte aéreo comercial poderá agir nessa qualidade se reconhecer ou suspeitar de que sofre de fadiga. b) Se alguém reconhecer ou suspeitar que um membro da tripulação de um transporte aéreo comercial sofre de fadiga, esse alguém não lhe poderá facultar a participação num Voo, uma vez que tal pode colocar em risco a segurança do mesmo. 15.010 Definições de Funções em Voo a) As disposições referentes às Definições de Funções em Voo deverão constar dos volumes do Manual de Operações aplicável a cada posto de trabalho. b) O INAVIC poderá aprovar umas Definições de Funções em Voo especiais para um determinado Operador. c) Um Operador pode decidir aplicar as Definições de Funções em Voo e respectivos requisitos ao pessoal de cabine. Página 4/9

15.013 Responsabilidades de Registo a) O Operador deverá assegurar se de que os registos de observação dos períodos de serviço e descanso são mantidos de forma a estarem actualizados quando alguém inicia o dia de serviço ou o primeiro voo do dia. b) Qualquer indivíduo para o qual o Regulamento de Segurança da Aviação Civil (Civil Aviation Safety Regulations) tenha estabelecido horas máximas de voo/serviço e tempos mínimos de descanso, deverá assegurar se de que os seus respectivos registos se encontram actualizados à data em que retome o serviço. PARTE B: Horas de Voo 15.020 Número Máximo de Horas de Voo a) Ninguém pode marcar ou aceitar um período de serviço em transporte serviço, vier a exceder 8 horas de voo dentro de um período de 24 horas. b) Ninguém pode marcar ou aceitar um período de serviço em transporte serviço, vier a exceder o número de 7 voos dentro de um dia normal de serviço ou dentro de um período de 18 horas consecutivas, consoante o que ocorra primeiro. c) Ninguém pode marcar ou aceitar um período de serviço em transporte serviço, vier a exceder o número de 30 horas de voo dentro de um período de 7 dias consecutivos. d) Ninguém pode marcar ou aceitar um período de serviço em transporte serviço, vier a exceder o número de 100 horas de voo dentro de um período de 30 dias consecutivos. e) Ninguém pode marcar ou aceitar um período de serviço em transporte serviço, vier a exceder os limites de número total de horas de voo, número de voos ou número de horas de serviço em voo determinados pelo INAVIC. Página 5/9

15.023 Exceder os Limites de Horas de Voo a) O INAVIC poderá apesar de tudo considerar que uma pessoa está em conformidade com os padrões expostos anteriormente se essa pessoa exceder os limites definidos nas seguintes circunstâncias: (1) O voo iniciou se com a previsão de terminar normalmente dentro dos limites definidos, mas... (2) Por força de circunstâncias fora do controlo do Operador (como condições atmosféricas adversas, por exemplo), depois de descolar verifica se que não se prevê chegar ao destino dentro dos limites impostos. Nota Explicativa: A intenção desta norma é a de permitir a um avião chegar ao seu destino, ainda que seja confrontado com atrasos inesperados depois de estar em voo. No entanto, não é permitido descolar quando já se prevê vir a exceder os limites. 15.025 Número Máximo de Horas de Instrução a) Excluindo os briefings e debriefings, os instrutores não podem instruir na aeronave, em Simuladores de Voo ou outros FTDs (Flight Training Devices), para além dos seguintes limites: (1) 8 horas dentro de um período de 24 horas consecutivas (2) 36 horas dentro de um período de 7 dias consecutivos. PARTE C: Períodos de Serviço 15.030 Períodos de Serviço Escalados a) No que concerne o escalamento de períodos de serviço, não se pode escalar: (1) Um membro da tripulação de voo para mais de 14 horas consecutivas de serviço, excepto nos casos definidos pelo INAVIC. (2) Um elemento do pessoal de cabine para mais de 14 horas consecutivas de serviço, excepto nos casos definidos pelo INAVIC. Página 6/9

(3) Um Despachante de Voo para mais de 10 horas consecutivas de serviço dentro de um período de 24 horas, salvo se lhe for concedido um período de descanso intercalar. b) Uma pessoa é considerada como estando de serviço se estiver a desempenhar qualquer tarefa para o Operador, seja por escalamento, a pedido ou por iniciativa própria. 15.033 Cumprimento dos Requisitos de Serviço a) A INAVIC poderá considerar uma pessoa como estando em conformidade com os limites definidos se essa pessoa exceder esses limites por força de circunstâncias ligadas a emergências ou situações adversas fora do controlo do Operador. 15.035 Transporte como Tripulante Extra (Deadhead) a) Se for necessário escalar um membro da tripulação de voo para um transporte de mais de 4 horas de duração como Tripulante Extra, metade desse tempo deverá ser considerado como tempo de serviço, salvo se lhe for concedido um período de 10 horas de descanso em terra antes de lhe ser marcado o serviço de voo subsequente. 15.037 Serviço em Voo a) O INAVIC considera como tempo de serviço em voo todo o tempo passado numa aeronave por um tripulante, quer esteja em descanso, quer esteja no exercício das suas funções. b) O INAVIC considera um membro da tripulação de voo como estando em tempo de serviço de voo continuado salvo se lhe for concedido um período intercalar de descanso de 8 horas em terra. c) O Operador deverá providenciar acomodações apropriadas para dormir dentro do avião, aprovadas pelo INAVIC, sempre que um membro da tripulação de voo estiver escalado para um tempo de serviço em voo superior a 12 horas dentro de um período de 24 horas consecutivas. Nota Explicativa: Em aviões sem beliches deverá reservar se o assento de passageiro mais perto da porta do cockpit. Página 7/9

PARTE D: Períodos de Descanso 15.040 Período Mínimo de Descanso a) O período mínimo de descanso considerado é de 8 horas consecutivas. b) O período mínimo de descanso para membros da tripulação de voo é de 9 horas consecutivas, salvo disposição em contrário emitida pelo INAVIC. c) No que respeita a períodos de descanso não é permitido escalar ou aceitar: (1) O exercício de funções em transporte aéreo comercial, salvo se a pessoa em causa gozou anteriormente pelo menos o período mínimo de descanso aplicável às suas funções, tal como está definido pelo INAVIC (2) O exercício de quaisquer funções ao serviço do Operador durante o período de descanso regulamentar. d) O Operador pode optar por reduzir o tempo de período de descanso de um tripulante dentro dos limites definidos pelo INAVIC. Nota: Ver o Anexo 1 de 15.040 sobre os métodos aceitáveis para reduzir tempos de períodos de descanso e) O tempo passado em trânsito de âmbito local que exceda os 30 minutos de duração não será considerado como parte integrante do período de descanso de um tripulante. f) O tempo passado em trânsito de âmbito não local na sua essência e que seja requerido pelo Operador para reposicionar os membros da tripulação de ou para voos, não é considerado como período de descanso. g) O tempo passado em trânsito aéreo (a pedido do Operador) de ou para a base de um tripulante não é considerado como período de descanso. 15.043 Período Mínimo de Descanso em cada Período de Sete Dias Consecutivos a) O Operador deverá libertar os membros da tripulação de voo, os membros do pessoal de cabine e os despachantes de voo de todas as suas obrigações laborais por 24 horas em cada período de 7 dias consecutivos. Página 8/9

ANEXOS Todos os Operadores, Programadores de Escalas e Membros da Tripulação deverão servir se das tabelas seguintes para consultarem e confirmarem todos os requisitos respeitantes às horas de voo, períodos de serviço e períodos de descanso dos membros da tripulação de voo quando operam em transportes aéreos comerciais. Anexo 1 de 15.040: Reduções Permitidas nos Períodos de Descanso de um Tripulante TABELA 15 A Redução Permitida no Período de Descanso de um Membro da Tripulação de Voo e Consequente Extensão do Período de Descanso Subsequente Período Reduzido de Período de Descanso Período de Serviço Período de Descanso Descanso Permitido Subsequente se em Voo (Horas) (Horas) (Horas) Aplicada a Redução Menos de 8 9 8 10 8 a 9 10 8 11 9 ou mais 11 9 12 TABELA 15 B Redução Permitida no Período de Descanso de um Membro do Pessoal de Cabine e Consequente Adição de mais Elementos de Pessoal de Cabine nos Voos Período de Serviço (Horas) Número de Elementos Adicionais Período de Descanso (Horas) Período Reduzido de Descanso Permitido (Horas) Período de Descanso Subsequente se Aplicada a Redução 14 ou menos 0 9 8 10 14 a 16 1 12 10 14 16 a 18 2 12 10 14 18 a 20 3 12 10 14 Página 9/9