Acto de Constituição de Sociedade

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Transcrição:

Acto de Constituição de Sociedade Aos vinte e três de Abril de dois mil e dezanove, no Guiché Único para Empresas, sito na Avenida Amílcar Cabral, Cidade de São Tomé, perante mim Rui Manuel Quaresma Trindade Metzger, Director do referido serviço, exercendo o cargo de notário, compareceu, como outorgante: Guilherme Posser da Costa, casado com, sob regime de comunhão de bens adquiridos, natural de Conceiçao, São Tomé e Príncipe, residente em Rua da Caixa, São Tomé e Príncipe, de nacionalidade Santomense, que outorga e na qualidade de procurador dos senhores, William Maxime Martin, solteiro, natural de Mont de Marsan, França, residente em Passadeira-S.Tomé, São Tomé e Príncipe, de nacionalidade Francesa, com poderes necessários para este acto, conforme a procuração datada de dezanove de Março de dois mil e dezanove, devidamente legalizada que me foi presente e arquivo, Nabindou Diomande Martin, casado com Jean Rémy Martin, sob regime de separação de bens, natural de Bongouanou, Costa do Marfim, residente em Libreville, Gabão, de nacionalidade Costa do Marfim, com poderes necessários para este acto, conforme a procuração datada de dezoito de Abril de dois mil e dezanove, devidamente legalizada que me foi presente e arquivo, JEAN REMY MARTIN, casado com Nabindou Diomande, sob regime de separação de bens, natural de Bordeaux, França, residente em Campo de Milho, São Tomé e Príncipe, de nacionalidade Santomense, com poderes necessários para este acto, conforme a procuração datada de dezoito de Abril de dois mil e dezanove, devidamente legalizada que me foi presente e arquivo.

Verifiquei a identidade do outorgante, pela exibição do seu Bilhete de Identidade n.º09960, emitido em vinte e cinco de Julho de dois mil e cinco pelo Centro de Identificação Civil e Criminal de São Tomé e Príncipe. E por ele foi declarado: Que pela presente escritura, resolveu constituir uma Sociedade por Quotas de Responsabilidade Limitada, sob a denominação «NABOA INVESTMENTS, LIMITADA», que se regerá nos termos constantes dos artigos seguintes: Artigo 1 Denominação, Sede e Duração A sociedade adopta a denominação de «NABOA INVESTMENTS, LIMITADA», com sede em Fruta-Fruta, São Tomé, São Tomé e Príncipe e a sua duração é por tempo indeterminado. Artigo 2 Objecto Social O seu objecto social é o exercício de actividades na área de realização de todas e quaisquer actividades turísticas e de hotelaria, turismo rural e ecoturismo, serviços de rent-a-car, comércio em geral, importação e exportação, distribuição, representações, podendo ainda dedicar-se à realização de quaisquer actividades afins ou conexas ao seu objecto. a sociedade pode subscrever e adquirir participações em outras sociedades, incluindo sociedades com objecto social diferente, bem como participar em sociedades reguladas por leis especiais e em agrupamentos complementares de empresas. Artigo 3 Capital Um - O capital social é de 150.000 de dobras, integralmente realizado em dinheiro e dividido em 3 quotas de valor nominal de 50.000 de dobras e representado por 1) 0.3 quotas de valor total de 15.000 de dobras equivalente a 10,00% do capital social pertencente a William Maxime Martin; 2) 0.45 quotas de valor total de 22.500 de dobras equivalente a 15,00% do capital social pertencente a Nabindou Diomande Martin; 3) 2.25 quotas de valor total de 112.500 de dobras equivalente a 75,00% do capital social

pertencente a JEAN REMY MARTIN. Dois - Os sócios declaram de que o capital já está a disposição da empresa. Artigo 4º Gerência e representação Um-A sociedade obriga-se única e exclusivamente com a intervenção dos gerentes Sr. William Maxime Martin, solteiro, nascido em nove de Abril de mil novecentos e noventa e dois em Mont de Marsan - França e residente em Passadeira-S.Tomé - São Tomé e Príncipe e Sr. JEAN REMY MARTIN, casado, nascido em um de Junho de mil novecentos e cinquenta e cinco em Bordeaux - França e residente em Campo de Milho - São Tomé e Príncipe. Dois-A Sociedade será representada em juízo ou fora dele, activa e passivamente pelos gerentes ou por quem estes designarem e do mesmo modo nos actos e contratos que envolvam responsabilidades para a sociedade. Três - A sociedade obriga-se com a assinatura do gerente em actos cujo valor material ou cujo valor das obrigações assumidas não exceda o limite do capital social. $BLOCK_table$ Artigo 5 Prestações Suplementares, Acessórias e suprimentos Um-Os sócios poderão fazer prestações suplementares de capital ou outras prestações acessórias e suprimentos nos termos, pelos prazos e nas condições que vierem a ser estabelecido em Assembleia-Geral. Dois-Os suprimentos, bem como as prestações acessórias poderão ser remunerados e/ou ter outro destino, conforme opção do próprio sócio no momento do contrato respectivo. Três-Os suprimentos deverão constar de contrato escrito Artigo 6 CESSÃO DE QUOTAS

Um-A cessão total ou parcial das quotas quando feita a estranhos, fica dependente do consentimento da sociedade, gozando esta e os demais sócios do direito de preferência na respectiva cessão de quotas. Dois-O consentimento ou manifestação de preferência devem ser expressos e notificados ao sócio cedente no prazo de trinta dias a contar da data em que tenha comunicado à sociedade e aos demais sócios a identidade do cessionário, o valor e outras condições da cessão da quota. Artigo 7 Assembleia geral Um-Salvo disposição legal em contrário a assembleia reunirá: a)em sessão ordinária, no primeiro trimestre de cada ano; b)em sessão extraordinária, sempre que a gerência julgue conveniente, devendo comunicar a data proposta e as matérias a serem discutidas acompanhada de documentos apropriados. Dois-As assembleias-gerais, salvo nos casos em que a lei não exija formalidades especiais, serão convocadas por carta cuja recepção seja comprovada ou por aviso publicado no jornal mais lido na localidade de sede da sociedade, com antecedência mínima de dez dias, prescindindo-se, todavia, de tais formalidades quando todos os sócios optarem por outra forma de deliberação prevista na lei. Três-A representação voluntaria de qualquer dos sócios nas assembleias-gerais, sempre que a lei não exija outra formalidade, pode ser conferida por documento particular, a enviar a gerência da sociedade, indicando o representante e a duração e âmbito dos poderes que lhes são conferidos.

Quatro-As deliberações para as quais a lei e o pacto social não exijam uma forma ou uma maioria específicas, nomeadamente as relativas ao consentimento da sociedade poderão ser tomadas ou por escrito, nos termos da lei, ou por maioria simples. Cinco-Carecem sempre de deliberação da assembleia-geral: a)a nomeação de novo gerente ou de procuradores da sociedade; b)fixação das condições materiais de exercício nomeadamente, remuneração, duração do mandato das entidades ditas em alínea a); c)a alienação, locação ou oneração de estabelecimentos comerciais; d)a alienação locação ou oneração de imóveis ou de móveis, equiparados a imóveis. Artigo 8 Amortização de quotas Um-A sociedade poderá amortizar qualquer quota nos seguintes casos: a)se essa quota for objecto de penhora, arresto, arrolamento ou qualquer outra forma de apreensão judicial; b)por acordo com o respectivo titular; c)por exoneração ou exclusão de um dos sócios. Dois-Salvo acordo das partes ou disposição legal imperativa em contrário, a contrapartida da amortização será o valor que para a quota resultar o balanço especialmente elaborado para o feito, com referência à data do facto que legar à amortização. Artigo 9 Aplicação de resultado Os lucros líquidos que resultem do balanço anual, deduzida a

percentagem legal destinada à formação ou à reintegração do fundo de reserva legal, e quaisquer outros fundos ou destinos especiais criadas em assembleia-geral, bem como suportadas as perdas se as houver, serão repartidas entre os sócios na proporção das suas quotas, salvo acordo em recuperação dos investimentos feitos por cada sócio. Artigo 10 Ano social O ano social coincide com o ano civil e os balanços serão dados a trinta e um de Dezembro de cada ano, devendo estar aprovados e assinados até trinta e um de Março do ano subsequente aquele a que disser respeito. Artigo 11 Acordos parassociais Podem os sócios celebrar entre si acordos parassociais, dentro dos limites expostos na lei, pelos quais estes, nesta qualidade, se obriguem a uma conduta não proibida por lei e apenas produzem efeitos entre os contraentes. Artigo 12 Dissolução da sociedade Um-A sociedade dissolve-se por acordo dos sócios e nos demais casos previstos na lei. Dois-A sociedade não se dissolve por extinção ou morte, interdição ou inabilitação de qualquer um dos sócios, continuando com os sobre vivos ou capazes, os herdeiros do falecido ou representante legal do interdito ou inabilitado devendo estes nomear um representante enquanto a quota se mantiver indivisa.

Três-Dissolvida a sociedade por acordo dos sócios e nos demais casos previstos na lei, todos os sócios serão liquidatários e a liquidação e partilha procederão como acordarem. Quatro-Na falta de acordo e se cada um dos sócios o pretender, será o activo licitado em globo com a obrigação do pagamento do passivo e adjudicado ao sócio que melhor preço oferecer em igualdade de circunstâncias. Artigo 13 Assunção pela sociedade de negócios anteriores ao registo Um-As operações sociais iniciam-se na data de celebração da escritura de constituição da sociedade, ficando a gerência autorizado a celebrar quaisquer negócios jurídicos em nome da sociedade que os assumirá como seus logo que se encontre registada. Dois-A sociedade poderá proceder ao levantamento das entregas por capital que se encontrem depositadas, mesmo antes do seu registo, nomeadamente para pagamento de despesas de constituição, de publicação e de registo. Artigo 14 Disposição aplicáveis No omisso regularão as deliberações tomadas em assembleia-geral, as disposições da lei das sociedades por quotas e demais legislações em vigor $BLOCK_table$

Artigo último Disposições Transitórias e Casos Omissos Um - As despesas de constituição da sociedade serão da conta da sociedade. Dois - A sociedade assume o cumprimento de todos os contratos realizados até à data da sua constituição para a prossecução da actividade societária. Três - A gerência fica desde já autorizada a efectuar o levantamento do capital social para os fins que julgar convenientes e que se revelem necessários à prossecução das actividades compreendidas no objecto social. Quatro - Os casos omissos serão regulados pelas disposições aplicáveis ás sociedades por quotas de responsabilidade Limitada. Assim disse e outorgou. Instruí este ato a certidão passada por este serviço, datada de vinte e três de Abril de dois mil e dezanove, donde se vê não existir matriculada nesta secção nenhuma sociedade com esta denominação ou outra que por tal forma semelhante possa induzir em erro, com aquela que me foi presente e arquivo. Esta escritura foi lida ao outorgante em voz alta e na sua presença e o registo fica arquivado depois de cumprido as formalidades legais. Assinatura do Outorgante Director Guilherme Posser da Costa Rui Manuel Quaresma Trindade Metzger