ESTATUTO. CAPÍTULO I Da Entidade



Documentos relacionados
Estatuto CAPPF ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO PROFESSOR PAULO FREIRE TÍTULO I

Estatuto do Centro Acadêmico da Engenharia Ambiental C.A.E.A. Mariana Braga

FACULDADE PALOTINA DE SANTA MARIA ESTATUTO DO DIRETÓRIO ACADÊMICO DE ADMINISTRAÇÃO DA FAPAS. TÍTULO I Da Entidade

DISPOSITIVOS ESTATUTÁRIOS

III- lutar por uma universidade autônoma, democrática e participativa, que cumpra suas funções acadêmicas e político-sociais;

ESTATUTO DA UNIÃO ESTUDANTIL DO INSTITUTO FEDERAL DE GOIÁS, CAMPUS URUAÇU/GO. Capítulo I Da denominação, sede, fins e duração.

REGIMENTO INTERNO DO SECRETARIADO NACIONAL DA MULHER

Estatuto do curso do Centro Acadêmico de Comunicação Social

ESTATUTO DO GRÊMIO DOS ESTUDANTES DE ENGENHARIA DE SISTEMAS DA ESCOLA DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS CONSIDERAÇÕES INICIAIS

CENTRO ACADÊMICO IAG PAULO MARQUES DOS SANTOS C.A.P.M.S. ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO E SEUS FINS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO EM PATOLOGIA CRÂNIO MANDIBULAR ABCM

ABDEPP/Freinet ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA PARA DIVULGAÇÃO, ESTUDOS E PESQUISAS DA PEDAGOGIA FREINET.

ESTATUTO DO CENTRO ESTUDANTIL UNIFICADO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CAMPUS RIO GRANDE

CAPÍTULO II: DA COMISSÃO ELEITORAL

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 05/2014/PROEN

ASSEITE-MT Associação das Empresas de Informática e Telecomunicações de Mato Grosso

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DAS FINALIDADES

ESTATUTO SOCIAL ASSOCIAÇÃO MANTENEDORA DO PROJETO AÇÃO SOCIAL

CLUBE DE SEGUROS DE PESSOAS E BENEFÍCIOS DO ESTADO DO PARANÁ CVG/PR ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEUS FINS, SEDE E DURAÇÃO

Estatuto da ADEPO. Art. 2 - A Associação, para suas atividades, adotará a seguinte sigla: ADEPO;

MANUAL DE NORMAS PARA REALIZAÇÃO DE ELEIÇÕES

ESTATUTOS CENA COMUNIDADE EVANGÉLICA NOVA AURORA

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ELEIÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL.

Jeep Clube de Brasília. Estatuto Social

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE EX-ALUNOS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DO DISTRITO FEDERAL. CAPÍTULO I - Da Associação e finalidades

Ministério da Educação Universidade Federal de Santa Maria Centro de Educação Superior Norte - RS/UFSM Departamento de Enfermagem

ALPHAVILLE TÊNIS CLUBE REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO E LINGUAGEM (CEEL)

LIGA ACADÊMICA DE FARMACOLOGIA.

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE GESTÃO E NEGÓCIOS

ASSOCIAÇÃO DOS CRIADORES DE BOVINOS DE RAÇA BARROSÃ ESTATUTOS

EDITAL CMS/SMS Nº 001, DE 06 DE OUTUBRO DE 2015.

Capítulo I das Atividades do Conselho

REGIMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS URBANOS - NEURB CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO E FINALIDADE

ESTATUTO SOCIAL DO CENTRO DE MEDITAÇÃO DE SALVADOR. CAPÍTULO I - Da Denominação, Sede, Finalidades e Duração

CONSELHO MUNICIPAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO REGIMENTO INTERNO

ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO EVANGÉLICA LITERÁRIA PENDÃO REAL. CAPÍTULO I Da Denominação, Sede, Duração e Finalidade

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES DO COLÉGIO TÉCNICO DE LIMEIRA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. A Instituição. Da Natureza e Finalidade

ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE CIRURGIA PEDIÁTRICA

REGULAMENTO INTERNO I. DENOMINAÇÃO / SEDE

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ELEIÇÕES PARA A DIRETORIA DO CENTRO ACADÊMICO DO CURSO DE ZOOTECNIA CAZ

COLÉGIO BRASILEIRO DE CIRURGIA DIGESTIVA CBCD CNPJ: / REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DAS FINALIDADES

REGULAMENTO ELEITORAL DA FEDERAÇÃO PAULISTA DE TÊNIS. Normas e Instruções Disciplinadoras

ESTATUTO DA FUNDAÇÃO IRMÃO JOSÉ OTÃO

Estatuto da APG Fiocruz Rio de Janeiro. Capítulo I Da entidade e seus fins

REGIMENTO INTERNO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU: ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO DE CURRÍCULO NA FORMAÇÃO DOCENTE CAPÍTULO 1 DA ORGANIZAÇÃO GERAL

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA E CIRURGIA ENDOVASCULAR

REGULAMENTO INTERNO COOPERATIVA DOS ANESTESIOLOGISTAS DE RIBEIRÃO PRETO COOPANESTRP

FUNDAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR DA REGIÃO CENTRO-SUL FUNDASUL FACULDADE CAMAQÜENSE DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E ADMINISTRATIVAS ESTATUTO SOCIAL

da Escola de Aplicação da Universidade de São CE EAFEUSP

Regimento do Programa de Pós Graduação em Ciência da Computação

Anexo I Resolução nºc21/2009 CD/FAP de

ASSOCIAÇÃO DOS DOCENTES UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE ADUFAC Seção Sindical do ANDES - SN

ESTATUTO DO INSTITUTO MENINOS DO LAGO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL CONSELHO SUPERIOR DA UNIVERSIDADE RESOLUÇÃO CONSUN Nº 009/2012

ESTATUTO DO CAMPESTRE CLUBE GILDA BARBOSA CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ

Universidade de Brasília FACE - Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Departamento de Economia Programa de Pós-Graduação

ESTATUTO DO CONSELHO INSTITUCIONAL DOS ESTUDANTES DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DA FACULDADES INTEGRADAS RIO BRANCO TÍTULO I

O PREFEITO MUNICIPAL DO SALVADOR, CAPITAL DO ESTADO DA BAHIA, no uso de suas atribuições,

ESTATUTO SOCIAL DO CENTRO ESPÍRITA OBRAS DE CARIDADE PRÍNCIPE ESPADARTE

ASSOREVAL ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS DISTRIBUIDORES AUTORIZADOS VALTRA C.N.P.J./M.F.: / INSCRIÇÃO ESTADUAL: ISENTA ESTATUTO SOCIAL

Nós Servimos ASSOCIAÇÃO DE SOLIDARIEDADE INTER-LIONS. Distrito Múltiplo 115 de Lions Clubes ESTATUTOS

REGIMENTO DO COMITÊ DE ÉTICA NO USO ANIMAL DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE MARÍLIA CEUA-FATEC MARILIA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL

REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DAS FACULDADES OSWALDO CRUZ

NÚCLEO AMIGOS DA TERRA / BRASIL ESTATUTO. Capítulo I. Da entidade e seus objetivos

ESTATUTO DO INSTITUTO DELTA DE DESENVOLVIMENTO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO PIAUÍ CAPITULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS

Eleição e competências das Comissões de Ética Médica - Resolução: 1657 de 19/12/2002

PROPOSTA DE ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS DO CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE SÃO JOSÉ, DA GUARDA

RESOLUÇÃO 41/97. Vitória da Conquista, 10 de novembro de REGIMENTO DO CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO - CONSEPE

ELEIÇÕES PARA A DIRETORIA E PARA O CONSELHO FISCAL DA AFBNB REGULAMENTO ELEITORAL

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA

PREFEITURA DO ALEGRETE-RS ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DE GOVERNO SEÇÃO DE LEGISLAÇÃO

LEI MUNICIPAL Nº 488/2002, de Rui Nicolodi, Prefeito Municipal de Mormaço, Estado do Rio Grande do Sul.

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO

Regulamento Interno da PROMUNDO Associação de Educação, Solidariedade e Cooperação Internacional

ESTATUTO SOCIAL DA EMPRESA JÚNIOR FABAVI VITÓRIA

INSTRUÇÃO Nº 402, DE 27 DE JANEIRO DE 2004

Associação de Jovens Empresários Madeirenses (AJEM) Estatutos

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA DO PLANALTO (AMEPLAN)

Universidade de Uberaba Curso de Medicina ESTATUTO DA LIGA DE DIABETES DA UNIUBE

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, TEMPO DE DURAÇÃO, SEDE E FINS DA ASSOCIAÇÃO:

REGULAMENTO DO PROCESSO ELEITORAL 2011 AO CONSELHO SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA COOPERATIVA DE CRÉDITO DE LIVRE ADMISSAO DE ASSOCIADOS DE COLORADO E REGIÃO SICOOB COLORADO

EDITAL DE SELEÇÃO PARA CONTRATAÇÃO EM CARÁTER TEMPORÁRIO ACT Nº. 0001, DE 08 DE JANEIRO DE 2015.

MUNICÍPIO DE CRUZEIRO DO SUL - ACRE GABINETE DO PREFEITO MEDIDA PROVISÓRIA N 002/2013, DE 14 DE MARÇO DE 2013.

CENTRO DE ATENDIMENTO AO ADOLESCENTE E À CRIANÇA COM HUMANISMO - CAACCH E S T A T U T O CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS

FACULDADE GUARAPUAVA CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS LICENCIATURA REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC

Estatutos. Sociedade Portuguesa de Doenças Metabólicas. CAPÍTULO PRIMEIRO (Denominação, Sede, Objecto e Duração)

Transcrição:

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco Coordenação de Sistemas de Informação Diretório Acadêmico de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Avenida Professor Luiz Freire, 500 Curado, Recife PE ifpedatads@gmail.com Fone: (81) 0000-0000 ESTATUTO CAPÍTULO I Da Entidade Art. 1º - O Diretório Acadêmico de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, aqui denominado D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE, associação civil de caráter não lucrativo, com sede e foro em Recife, estado de Pernambuco, à Coordenação de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, s/n, Campus-IFPE, Curado, CEP: 50.740-540; entidade de representação dos alunos regularmente matriculados na graduação de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas no IFPE, nos termos da legislação vigente, reger-se-á por este Estatuto.

Parágrafo Único:O prazo de duração do D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE é indeterminado, e o início de atividades ocorreu em 20 de Março de 2010, após registro nos órgãos oficiais competentes. Art. 2º - O D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE tem por objetivos: I. Organizar e representar os associados na defesa de seus interesses individuais e coletivos, na forma deste Estatuto; II. Promover eventos que fortaleçam a integração entre os estudantes e o aperfeiçoamento dos mesmos; III. Promover a integração e o fortalecimento das entidades de representação estudantil; IV. Lutar pelo aperfeiçoamento da democracia, no Direito e das instituições para que todos gozem de liberdade, justiça e igualdade social. Art. 3º - São elementos do D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE:

I. Seus sócios; II. Seu patrimônio. Seção I Dos Direitos, Deveres e Penalidades dos Associados Art. 4º - São sócios do D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE todos os alunos regularmente matriculados na graduação em Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas do Instituto Federal de Pernambuco. Art. 5º - São direitos dos associados: I. Votar e ser votado nos termos deste Estatuto; II. Comparecer às Assembleias Gerais com direito a voz e voto; III. Participar das promoções do D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE; IV. Exigir o fiel cumprimento deste Estatuto; V. Participar, com direito a voz, das reuniões da diretoria do Diretório; Art. 6º - São deveres dos associados: I. Exercer com dedicação a função que tenha sido investida por eleição;

II. III. IV. Respeitar o estabelecido neste Estatuto; Zelar pelo patrimônio moral e material do D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE; Acatar as decisões tomadas pela Assembleia Geral e/ou pela Diretoria do Diretório Acadêmico. Art. 7º - Os associados ou membros que infringirem os preceitos estatutários estarão sujeitos às seguintes penalidades: I. Suspensão; II. Destituição da função, caso esteja exercendo cargo eletivo; III. Expulsão. 1º - A Assembleia Geral é competente para aplicação das penalidades descritas nos incisos II e III deste art., sendo apreciada pela maioria simples dos votos dos presentes, respeitando o quorum mínimo para instauração dos trabalhos; 2º - A suspensão não será superior a seis meses, devendo ser aplicada pela Diretoria Geral do D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE, ocasionando a interrupção da atividade exercida pelo membro da Diretoria Executiva, quando for o caso, enquanto perdurar a penalidade;

3º - A expulsão só será aplicada quando o associado, além de desrespeitar o presente estatuto, agir de forma indigna, desleal ou desonesta com qualquer dos associados do Centro Acadêmico; 4º - O associado acusado terá amplo direito de defesa, devendo a denúncia ser pública e dentro de 15 dias após notificação oficial. Seção II Do patrimônio Art. 8º - O patrimônio do D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE é constituído por seus bens móveis e imóveis e das verbas que possui ou venha a possuir. Art. 9º - A renda do D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE é constituída de: I. Contribuições dos seus associados, auxílios, subvenções ou rendas; II. Resultado de promoções ou serviços que venha a realizar. Parágrafo Único O D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE é obrigado a prestar contas semestralmente ou sempre que solicitado aos associados e às pessoas que o auxiliem com doações dos recursos recebidos.

Art. 10 - As despesas do D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE serão ordinárias ou extraordinárias: I. Ordinárias: Expediente da Secretaria, Tesouraria, Conservação e Manutenção do seu patrimônio. II. Extraordinárias: Toda e qualquer despesa não prevista nos itens do inciso anterior. Parágrafo Único Todas as despesas, excetuando-se as citadas no inciso I das despesas Ordinárias, deverão ser aprovadas pela Diretoria, em reunião. Art. 11 - A alienação a qualquer título dos bens patrimoniais do D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE somente poderá ser feita com a aprovação da Diretoria, em reunião. Parágrafo Único A alienação de bens cujo valor exceda 6 (seis) salários mínimos, estará sujeita à aprovação da Assembleia Geral. CAPÍTULO II Da organização e funcionamento da Entidade. Art. 12 - São órgãos do D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE.

I. A Assembleia Geral; II. A Diretoria; III. A Executiva do Diretório. Seção I Da Assembleia Geral Art. 13 - A Assembleia Geral, convocada e instalada conforme este Estatuto, é a instância máxima de deliberação do D.A de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE, e compõe-se da totalidade dos associados efetivos, no gozo dos seus direitos. Art. 14 - A Assembleia Geral compete: I. Aprovar reforma ou emenda aos Estatutos do D.A de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE; II. Exonerar qualquer membro da Diretoria que deixe de cumprir as suas atribuições ou tenha comprometido o bom nome do D.A de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE; III. Deliberar sobre a pauta para a qual foi convocada. Artigo 15 - A Assembleia Geral realizar-se-á; I. Por iniciativa da maioria da Diretoria; II. Por requerimento de 35% de seus associados.

Artigo 16 - A convocação far-se-á por edital, afixado na página eletrônica do D.A de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE, divulgação em todos os períodos, mencionando pauta, o local, a data e a hora de sua realização. Artigo 17 - A Assembleia Geral será realizada no prazo mínimo de 72 (setenta e duas) horas após sua convocação. Artigo 18 - A Assembleia Geral instalar-se-á, em primeira convocação, com a presença mínima de 25% (vinte e cinco por cento) dos associados e, em segunda e última convocação após trinta minutos, com a presença de 15% (quinze por cento) dos associados. Seção II Da Diretoria Artigo 19 - A Diretoria Geral do D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE é o órgão que delibera com a presença de, no mínimo, 1 (um) representante de cada diretoria e o Presidente do próprio Diretório Acadêmico.

Artigo 20 - A Diretoria Geral é constituída por: I. Coordenação Geral: Composta por no mínimo dois integrantes, tem como responsabilidade cuidar da estrutura do Diretório, representá-lo perante a comunidade e aos órgãos relacionados (UNE, Diretoria do CSIN, Reitoria do IFPE, entre outros), cuidar junto com a Diretoria Financeira da Carteira de Estudante e outras formas de arrecadação do Diretório, dirigir as reuniões da Diretoria e da Assembleia. II. Diretoria Financeira: Composta por no mínimo dois integrantes, tem função de administrar os recursos financeiros do Diretório, assinar contratos, passar recibos e controlar notas fiscais, além de zelar pelo patrimônio do Diretório e apresentar balanços bimestrais para a Diretoria Geral e semestralmente para todos os estudantes. III. Diretoria Administrativa: Composta por no mínimo dois integrantes, tem como função representar o Diretório junto ao Colegiado do Curso, confeccionar atas de reuniões, cuidar do patrimônio do Diretório Acadêmico e defender os estudantes junto aos professores e elaborar e implementar projetos de incentivo de sua área dentro do Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

IV. Diretoria de Comunicação: Composta por no mínimo três integrantes, tem como função integrar os estudantes de Análise e Desenvolvimento de Sistemas entre si e perante a comunidade, promovendo eventos dentro da sua área de atuação. Promover e divulgar as ações do Diretório e do Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas perante seus associados e toda a comunidade e confeccionar cartazes definidos pela Diretoria Geral. Artigo 21 - Cabe à Diretoria Geral I. Empenhar-se para que o D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE alcance seus objetivos; II. Realizar atividades de interesse da maioria do corpo discente que envolva mais de uma Diretoria; III. Cumprir fielmente o disposto neste Estatuto; IV. Deliberar sobre temas polêmicos ou que envolvam mais de uma Diretoria. Artigo 22 - A Diretoria do D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE, será eleita anualmente, pelo voto direto e secreto de seus associados. Artigo 23 - São elegíveis apenas os associados do D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE que estejam cursando disciplinas no período letivo.

Artigo 24 - O critério de eleição será o de maioria simples de votos. Parágrafo Único Para a eleição ter validade, o número de votantes deve ser de no mínimo 30% (trinta por cento) dos associados. Artigo 25 - As eleições do D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE obedecerão às seguintes normas. I. Registro prévio dos candidatos, em chapas de no mínimo 10 (dez) integrantes e no máximo 17 (dezessete), até 3 (três) dias antes do pleito, não sendo admitido o candidato que não cumpra o art. 22; II. Realização da votação dentro do recinto da Coordenação de Sistemas de Informação, em no mínimo 1 (um) dia e no máximo 2 (dois) dias; III. Identificação do votante mediante apresentação da Cédula de Identidade ou outro documento com foto e confrontação com a lista nominal fornecida pela Coordenação do Curso; IV. Garantia de sigilo do voto e inviolabilidade das urnas; V. Apuração imediata, após o término da votação;

VI. Em caso de empate, haverá nova eleição. VII. É de competência da Comissão Eleitoral regulamentar as normas que regerão o Processo Eleitoral. Artigo 26 - As eleições serão convocadas pelo D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE, em edital afixado em sua página eletrônica, 10 (dez) dias antes do pleito. Artigo 27 - O mandato da Diretoria é de 1 (um) ano, a contar da data de posse. Seção III Da Executiva do Diretório Artigo 28 - A executiva do curso formada pelo articulador de cada diretoria mais o presidente cujas funções estão relacionadas com todas as diretorias do D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE, cabe a deliberação de temas urgentes que não possam ser divulgados a tempo de uma reunião geral, intervir nas diretorias quando as mesmas não estiverem desempenhando sua função adequadamente.

CAPÍTULO III Disposições Gerais Artigo 29 - O presente Estatuto só poderá ser reformado, no todo ou em parte, por resolução da Assembleia Geral, convocada para este fim, na forma do art. 15. Artigo 30 - Nenhum cargo do D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE será remunerado. Artigo 31 - Havendo menos que 5 (cinco) membros no Diretório, serão convocadas novas eleições pelo D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE, para preenchimento das vagas restantes no prazo de 20 (vinte) dias. Artigo 32 - O exercício de atribuições delegadas pelo D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE tem como limite o que dispõem este Estatuto. Artigo 33 - A dissolução da Entidade se verificará após deliberação da maioria absoluta de seus associados em Assembleia Geral, especialmente convocada para este fim, observados os ditames deste Estatuto.

Artigo 34 - O D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE tem legitimidade para representar seus filiados judicial e extrajudicialmente nos termos do art. 5º, XXI e LXX da Constituição Federal. Artigo 35 O D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE, após aprovado em reunião das diretorias e com a Assembleia dos Estudantes, pode admitir membros ao Diretório, quando necessário. CAPÍTULO IV Disposições Transitórias. Artigo 36 - O presente Estatuto entrará em vigor na data de sua aprovação, revogadas as disposições em contrário. Artigo 37 - A atual Diretoria deve cumprir o seu mandato regularmente até a posse de sua sucessora, eleita conforme este Estatuto. Artigo 38 - A Diretoria deverá, após a aprovação do Estatuto, providenciar a sua impressão e divulgação aos sócios do D.A. de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas - IFPE, bem como o seu registro.