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Transcrição:

MÓDULO COMPLEMENTAR DE PEÇAS PRÁTICA DE TRABALHO 2º EO 2012 VIII EXAME UNIFICADO Professora Ana Paula Pavelski 1

PEÇA A CACILDA BARRANCOS, 62 anos, brasileira, casada, desempregada, portadora da CTPS 54621, série 00020-PR, RG 2357965/PR, inscrita no CPF sob o n.º 568.457-963-29, portadora do PIS n.º 1.256.745.125-8, residente e domiciliada na cidade de São José dos Pinhais, à Rua do Aeroporto, nº 250, Afonso Pena, cep 83.000-000, filha de Maria Aparecida Barrancos, compareceu em seu escritório na cidade de Curitiba no dia 17.08.2011 e informou o seguinte: Laborou para a Supereconomia Ltda, inscrita no CNPJ sob o n.º 1.256.305/0027-56, com endereço à Rua dos Jardins, nº 630, Boqueirão, na cidade de Curitiba, cep 82.000,000, sendo admitida nesta localidade. Iniciou suas atividades em 10 de dezembro de 2000, tendo a sua CTPS anotada três meses depois. Quanto ao registro em CTPS consta que exerceu sempre a função de operadora de caixa, percebendo como último salário o valor de R$ 850,00 por mês. Porém, a cliente narra que desde maio de 2007 exercias as mesmas atividades que a colega Ana Bolena, a qual era auxiliar de fiscal de caixa e recebia pelo menos 30% a mais de salário que Cacilda. A cliente narra ainda que sofria descontos em seu salário, decorrentes das faltas de valores no caixa, apuradas ao final do movimento do dia. Diz que apesar de ter sido eleita para a CIPA e ter tomado posse em 15 de maio de 2011, foi despedida sem justa causa em 16 de junho de 2011, tendo sido indenizado o aviso prévio. Informou que todo o contrato seu horário era das 8 até 12 horas e das 12:30 até as 19 horas, de segunda à sábado. Não laborava em domingos e feriados. Jamais foi assinado qualquer acordo de prorrogação ou compensação. Nunca recebeu qualquer hora extra. Apresenta extrato analítico da conta do FGTS em que não constam depósitos do ano de 2002, estando todos os demais regulares. Informa que somente recebeu suas verbas rescisórias em 10 de agosto de 2011. Além disso, informa que todos os dias, ao fim do expediente, passava por revistas, as quais consistiam em apalpação de seu corpo, sendo esse 2

procedimento realizado pelo segurança do sexo masculino, na saída do estabelecimento, na frente de clientes e outros colegas de trabalho. QUESTÃO: Com base nos dados acima, você, como advogado do sindicato da categoria do empregado, deve apresentar a peça processual competente pelo rito ordinário em favor da ex-empregada, pleiteando todas as verbas não quitadas, com indicação da legislação, súmulas e/ou orientações jurisprudenciais da SDI do TST. No presente caso não existe Comissão de Conciliação Prévia. Cada pedido deverá ter a respectiva fundamentação legal. Peça B Joaquim Ferreira, assistido por advogado particular, ajuizou reclamação trabalhista, pelo rito ordinário, em face da empresa Parque dos Brinquedos Ltda. (RT nº 0001524-15.2011.5.04.0035), em 7/11/2011, alegando que foi admitido em 3/2/2007, para trabalhar na linha de produção de brinquedos na sede da empresa localizada no município de Florianópolis-SC, com salário de R$ 2.000,00 (dois mil reais) mensais e horário de trabalho das 8 às 17 horas, de segunda-feira a sábado, com 1 (uma) hora de intervalo intrajornada. Esclarece, contudo, que, logo após a sua admissão, foi transferido, de forma definitiva, para a filial da reclamada situada no Município de Porto Alegre-RS e que jamais recebeu qualquer pagamento a título de adicional de transferência. Diz que, em razão da insuficiência de transporte público regular no trajeto de sua residência para o local de trabalho e vice-versa, a empresa lhe fornecia condução, não lhe pagando as horas in itinere, nem promovendo a integração do valor correspondente a essa utilidade no seu salário, para todos os efeitos legais. Salienta, ainda, que não recebeu o pagamento do décimo terceiro salário do ano de 2008 e não gozou as férias relativas ao período aquisitivo 2007/2008, apesar de ter permanecido em licença remunerada por 33 (trinta e três) dias no curso desse mesmo período. Afirma também que exercia função idêntica ao 3

paradigma Marcos de Oliveira, prestando um trabalho de igual valor, com a mesma perfeição técnica e a mesma produção, não obstante o fato de a jornada de trabalho do modelo fosse bem inferior ao do autor. Por fim, aduz que, à época de sua dispensa imotivada, era o Presidente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA instituída pela empresa, sendo beneficiário de garantia provisória de emprego. A extinção do contrato de trabalho ocorreu em 3/10/2009. Diante do acima exposto, postula: a) o pagamento do adicional de transferência e dos reflexos no aviso prévio, nas férias, nos décimos terceiros salários, nos depósitos do FGTS e na indenização compensatória de 40% (quarenta por cento); b) o pagamento das horas in itinere e dos reflexos no aviso prévio, nas férias, nos décimos terceiros salários, nos depósitos do FGTS e na indenização compensatória de 40% (quarenta por cento); c) o pagamento das diferenças decorrentes da integração no salário dos valores correspondentes ao fornecimento de transporte e dos reflexos no aviso prévio, nas férias, nos décimos terceiros salários, nos depósitos do FGTS e na indenização compensatória de 40% (quarenta por cento); d) o pagamento, em dobro, das férias relativas ao período aquisitivo 2007/2008; e) o pagamento das diferenças decorrentes da equiparação salarial com o paradigma apontado e dos reflexos no aviso prévio, nas férias, nos décimos terceiros salários, nos depósitos do FGTS e na indenização compensatória de 40% (quarenta por cento); f) a reintegração no emprego, em razão da garantia provisória de emprego conferida ao empregado membro da Comissão Interna de Prevenção de Acidente CIPA, ou o pagamento de indenização substitutiva; e g) o pagamento de honorários advocatícios. Considerando que a reclamação trabalhista foi distribuída à 35ª Vara do Trabalho de Porto Alegre-RS, redija, na condição de advogado(a) contratado(a) pela reclamada, a peça processual adequada, a fim de atender aos interesses de seu cliente. 4

Peça C Certa empresa é condenada, por decisão de primeiro grau, ao pagamento de horas extras e adicional de periculosidade, calculado o adicional sobre o salário pago ao empregado. Interpõe a empresa recurso, discutindo apenas o pagamento de horas extras. Julgado o recurso ordinário três anos depois, a condenação é mantida e transita em julgado. Então, ajuíza a empresa ação rescisória, para desconstituir a condenação que lhe foi imposta, no tocante ao pagamento do adicional de periculosidade sobre o salário pago ao empregado e não sobre o salário básico. Julgada procedente a ação rescisória, apresente, como advogado do empregado, quando intimado dessa decisão, a medida processual adequada. Peça D João foi dispensado por justa causa (art. 482, k, CLT) da empresa Esmeralda. Ajuizou reclamação postulando o pagamento, entre outros títulos, de férias vencidas. A sentença julgou o pedido totalmente improcedente, sob a alegação de que a gravidade da falta praticada agressão física a superior hierárquico afasta a possibilidade de qualquer crédito ao empregado, mesmo sob a rubrica de férias vencidas. Tendo o prazo legal decorrido sem a interposição de recurso, apresente a medida processual adequada para a defesa dos interesses do empregado. PEÇA E A propôs reclamação trabalhista contra B pleiteando horas extras e verbas rescisórias, ação esta julgada procedente e transitada em julgado. Iniciada a execução, os cálculos foram homologados em R$ 25.000,00 e após a 5

tentativa frustrada de penhora de bens do executado, foi requerida a desconsideração da personalidade jurídica do reclamado e requerida a penhora de bens de C, antigo sócio da reclamada que se retirou da sociedade 4 anos antes do ingresso do reclamante na mesma. Assim, o Sr. Oficial de Justiça efetivou a penhora da única residência de C, onde ele inclusive reside com sua família, avaliada em R$ 150.000,00. Não admitindo o ato constricional, C opôs embargos de terceiro, cuja decisão manteve o ato de penhora na íntegra. QUESTÃO: Como advogado de C, atue. 6