PROVIMENTO Nº 12/2011 CGJ



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PROVIMENTO Nº 12/2011 CGJ Modifica o Provimento nº 71/2008, estabelecendo novas regras para a gravação audiovisual de audiências. atribuições legais, O Corregedor-Geral da Justiça, no uso de suas Considerando constituir prerrogativa do cargo a edição de atos de orientação e recomendação aos magistrados de Primeira Instância sobre matéria administrativa e judiciária (art. 39, c do COJE); Considerando que a execução e aplicação do Provimento nº 71/2008, que recomenda a gravação de audiências ainda apresenta dificuldades operacionais e lacunas quanto aos procedimentos de gravação e condução das audiências; Considerando a edição da Lei Federal nº 9.807, de 13 de julho de 1999, que trata da proteção da identidade de vítimas e testemunhas; Considerando a edição da Lei Estadual nº 8.709, de 18 de setembro de 2007, que instituiu o Sistema de Desenvolvimento de Carreiras e Remuneração dos Servidores e modificou a nomenclatura de cargos do Poder Judiciário de Mato Grosso; Considerando a edição do Decreto-Lei nº 3.689, de 03 de outubro de 1941, em seu art. 217, que trata da proteção da testemunha em audiência; Considerando o art. 20, da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 Código Civil -, que trata de possível proibição de divulgação de palavra ou imagem de uma pessoa; Considerando os artigos 154, 169, 170, 244 e 417, da Lei nº 5.869, de 11 de janeiro de 1973 Código de Processo Civil -, que permitem a utilização de métodos de gravação para o registro da produção da prova oral em audiências;

Considerando a edição da Lei Federal nº 11.419, de 19 de dezembro de 2006, que adota a mídia eletrônica como mecanismo preferencial da prática de atos processuais; Considerando competir aos Tribunais a disciplina da prática oficial dos atos processuais executados com a utilização de meios eletrônicos (CPC, art. 154, parágrafo único); Considerando que a digitalização de atos processuais apresenta-se como instrumento de efetivação do princípio da duração razoável do processo introduzido pela EC nº 45/2004, RESOLVE: Art. 1º. Alterar os itens 2.20.1.7, inciso VI do item 2.20.2, 2.20.3.1, 2.20.3.2, 2.20.4.2, 2.20.4.3, que passam a ter a seguinte redação: 2.20.1.7 Os depoimentos serão colhidos pelo sistema de datilografia ou digitação, quando ocorrer qualquer causa impeditiva do registro audiovisual da audiência, bem como poderá o juiz dispensar a gravação digital nos casos em que a adoção do sistema não resultar em proveito da celeridade processual. 2.20.2 (...) VI ciência prévia das partes quanto à segurança e à confiabilidade do sistema adotado e sobre a utilização do registro fonográfico ou audiovisual, com a advertência acerca da vedação de divulgação não autorizada dos registros audiovisuais a pessoas estranhas ao processo e de que os registros possuem o fim único e exclusivo de documentação processual (art. 20, da Lei n. 10.406/2002 Código Civil).

2.20.3.1 Para segurança dos dados, a unidade judiciária promoverá, até o primeiro dia útil de cada mês, cópia de todas as gravações do mês anterior, em CD-ROM ou DVD-ROM (CD-segurança ou DVDsegurança), que deverá ser mantida separada dos autos, em local seguro. 2.20.3.2 É facultado às partes, a terceiros intervenientes, ao Ministério Público e ao assistente de acusação, conforme o caso, requerer, a qualquer momento, que a secretaria do Juízo faça cópia dos registros fonográficos ou audiovisuais de audiências, apresentando o indispensável CD-ROM, DVD-ROM ou Pen Drive junto com o requerimento, respeitada a vedação de divulgação constante do item 2.20.2, VI, desta Seção.2.20.4.2 Se, decorrido o prazo de conferência, não tiverem sido apontados erros na transcrição, o Gestor Judicial certificará nos autos a inexistência de impugnações. 2.20.4.3 Não havendo impugnação, o Gestor Judicial certificará a ocorrência; havendo, designará dia e hora para que os registros sejam exibidos, intimando-se as partes para o respectivo ato. 2.20.4.6.1 - Nas varas cíveis e criminais, havendo recurso, a decisão recorrida e (ou) os depoimentos gravados serão remetidos à Central de Degravação dos atos praticados na 1ª e na 2ª Instância, conforme Provimento nº 08/2010-CM, se houver necessidade. Art. 2º - Acrescentar os itens 2.20.1.8, 2.20.1.9, 2.20.1.10, 2.20.1.11, 2.20.1.12, 2.20.1.13, 2.20.1.13.1, 2.20.1.14, 2.20.2.2, 2.20.2.3, 2.20.2.4, 2.20.3.1.1, 2.20.3.1.2, 2.20.3.1.3, 2.20.3.1.4, 2.20.3.1.5, 2.20.3.2.1, 2.20.4.6.1, 2.20.4.6.2, 2.20.6.2 à CNGC, os quais terão a seguinte redação: 2.20.1.8 No cumprimento de carta precatória, rogatória ou de ordem, é livre a adoção do sistema de gravação digital, não havendo necessidade de degravação no juízo deprecado.

2.20.1.9 Na carta precatória não se fará menção à adoção ou não do sistema no juízo deprecante, ao qual competirá dispensar a degravação ou determiná-la, ao crivo do respectivo juiz, providenciando-a por meio de recursos humanos e técnicos que estão à sua disposição. 2.20.1.10 O juízo deprecado devolverá os autos de carta precatória acompanhados do CD-ROM, contendo os atos registrados, competindo ao juízo deprecante providenciar cópia do disco (CDsegurança ou DVD-segurança). 2.20.1.11 No juízo deprecado será mantido pelo prazo de seis meses, contados da baixa da precatória, arquivo digital dos atos realizados, em CD ou DVD, no qual poderão ser coligidos atos de diferentes cartas precatórias, dispensada a duplicação a que se refere o item 2.20.3.1.5. 2.20.1.12 Em situações excepcionais, para a preservação da honra, da imagem e da intimidade do depoente, ou na hipótese do art. 217, do Código de Processo Penal, o magistrado poderá, fundamentadamente, autorizar que o registro seja feito apenas em áudio, ou, em último caso, na forma tradicional. 2.20.1.13 É vedado o registro fonográfico ou audiovisual de depoimento quando for necessária a preservação da identidade do depoente (Lei 9.807/1999). 2.20.1.13.1 Autoriza-se a gravação em áudio, se utilizado efeito de distorção de voz. 2.20.1.14 O registro das manifestações de advogados, promotores e juízes, tais como alegações finais, pareceres, contraditas, requerimentos, decisões e sentenças, deverá ser feito apenas em áudio, ou, em último caso, na forma tradicional.

2.20.2.2 Ao serem mostrados ao depoente ou interrogando documentos constantes do processo, é necessária a referência ao número da folha em que se encontram juntados. 2.20.2.3 Durante a audiência, os microfones precisam estar próximos às pessoas que os utilizam, visando evitar omissões na captação. 2.20.2.4 O juiz, ao passar a palavra para o promotor ou para as partes, deverá fazê-lo em voz alta. Sendo mais de um réu, deverá nominar qual deles a defesa representa, visando a uma correta identificação dos interlocutores. 2.20.3.1.1 Não será permitida a retirada do CD-segurança ou DVD-segurança da serventia, quando da carga dos autos aos procuradores das partes. 2.20.3.1.2 No CD-segurança ou DVD-segurança, a critério do juízo, poderão ser gravados depoimentos de feitos distintos, unificando os arquivos armazenados na secretaria do juízo. Os depoimentos de um mesmo processo deverão ser reunidos em uma única pasta, gravada na mídia, identificada pelo tipo de feito, número do registro e, sendo carta precatória, rogatória ou de ordem, juízo deprecante. 2.20.3.1.3 A critério do juiz, o uso das mídias de segurança poderá ser separado por tipo de feito, para facilitar as buscas (ex.: processos, cartas precatória etc). 2.20.3.1.4 Saturada a capacidade de armazenamento, a mídia de segurança será encerrada, lançando-se na etiqueta e na capa, a data e assinatura do juiz. 2.20.3.1.5 Optando pelo armazenamento conjunto de atos de diferentes processos em uma mesma mídia, a secretaria do juízo deverá duplicar a cópia de segurança (com o mesmo número de série), diante da possibilidade de falha ou deterioração da mídia.

2.20.3.2.1 A parte, ou seu advogado, assinará Termo de Recebimento da cópia gravada, em que se responsabilizará pelo material e seu uso exclusivo para fins processuais. 2.20.4.6.1 O juiz poderá indeferir o pedido de transcrição, se ela for evidentemente desnecessária para a compreensão dos fatos registrados. 2.20.4.6.2 As despesas com a transcrição serão suportadas por aquele que a requerer. 2.20.6.2 O juiz poderá adotar outras providências que entender convenientes, em razão do rito processual aplicável, não só para preservar a segurança do sistema, como também garantir a aplicação dos princípios da celeridade, do contraditório e da ampla defesa. Art. 3º. Permanecem em vigor os demais itens do Provimento nº 71/2008, com as adequações de numeração que se fizerem necessárias. Art. 4º. Este Provimento entra em vigor a partir da sua publicação, revogando as disposições em contrário. Publique-se. Registre-se. Cumpra-se. Cuiabá -MT, 02 de março de 2011. Desembargador Márcio Vidal Corregedor-Geral da Justiça