Documentos relacionados
Instituto do Meio Ambiente ESTADO DE ALAGOAS DOCUMENTAÇÃO PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NOVOS

PORTARIA N.º 034/2009, de 03 de agosto de 2009

Instituto de Meio Ambiente de Alagoas IMA Diretoria da Presidência DIPRE Diretoria Técnica DIT Diretoria de Licenciamento DILIC POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

LICENÇA DE OPERAÇÃO Regularização

Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Qualidade Ambiental. Fernanda Helena Ferreira Leite Coordenadora do GMP da Res. CONAMA 362 de 2005

Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Bases de Apoio a Empresas Transportadoras de Cargas e Resíduos - Licença de Instalação (LI) -

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE. Instrumento preventivo de tutela do meio ambiente (art. 9º, IV da Lei nº /81)

ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST)

O Sistema Legal de Gestão dos Óleos Lubrificantes Usados ou Contaminados

RESOLUÇÃO SEMA Nº 028/2010

Termo de Referência para Posto de Combustível no Município de Teresina

SMAMA LICENÇA DE OPERAÇÃO DIRETORIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL LO N : 0019/2013.

MANUAL DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE ATIVIDADES POTENCIALMENTE POLUIDORAS Gerência de Controle da Poluição GCP : PASSO A PASSO

Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97. Resolução Conama 237/97 7/10/2010

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS

ENCONTRO TÉCNICO SOBRE LOGÍSTICA REVERSA DE ÓLEOS LUBRIFICANTES. Diretrizes para o Licenciamento Ambiental das Atividades Ligadas ao Óleo Lubrificante

Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Serviços de Lavagem, Lubrificação e Troca de Óleo de Veículos - Licença de Instalação (LI) -

LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS SISTEMAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO NA CPRH

II FÓRUM DE SAÚDE PÚBLICA E MEIO AMBIENTE DO CRMV-RJ. Licenciamento Ambiental e o Controle da Comercialização de Agrotóxicos

DIVISÃO DE LICENCIAMENTO E CONTROLE DA POLUIÇÃO DO PETRÓLEO E PETROQUÍMICOS DPP

Controle Ambiental do Transporte de Produtos Perigosos. Belo Horizonte, Fevereiro de 2015

4º CONGRESSO SIMEPETRO

Regulamentação e Licenciamento Ambiental. Oscar Graça Couto Lobo & Ibeas

Normatização e legislação aplicada: diretrizes e parâmetros de licenciamento e controle no estado de São Paulo

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO

Proposta do SINDILUB de Logística Reversa das Embalagens de Óleos Lubrificantes para Revenda Atacadista

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA

PREFEITURA MUNICIPAL DE VILA VELHA Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE ÓRGÃOS MUNICIPAIS DE MEIO AMBIENTE. Izabel Lavendowski Diretora de Gestão Ambiental do SEMASA Santo André

O F I C I N A ESCLARECIMENTO - DMA - FIESP. LOGÍSTICA REVERSA Disposições Transitórias e Finais.

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

A Assembléia Legislativa do Estado do Paraná

Estrada Sadae Takagi, 665 CEP Fone (11) Fax (11) Zeppini Comercial Ltda

O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE. Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) COLETA, TRANSPORTE, ARMAZENAMENTO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS E PRODUTOS

Departamento de Meio Ambiente DMA/FIESP. Política Nacional de Resíduos Sólidos

PLANOS MUNICIPAIS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PMGIRS

Sistema Integrado de Licenciamento - SIL

GRUPO DE MONITORAMENTO PERMANENTE - GMP da Resolução CONAMA nº 362/2005

PORTARIA SERLA N 591, de 14 de agosto de 2007

13/10/2010 LICENCIAMENTO AMBIENTAL. CIESP de Indaiatuba AS IMPLICAÇÕES DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS PARA OS USUÁRIOS

[REQUISITOS AMBIENTAIS COMPLEMENTARES]

LICENCIAMENTO AMBIENTAL NA INDÚSTRIA

A LOGÍSTICA REVERSA DENTRO DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Cristiane Tomaz

LICENCIAMENTO AMBIENTAL

DECRETO Nº , de 25 de maio de 2001.

Programa para Implementação de Sistema de Logística Reversa de Embalagens Plásticas Usadas de Óleos Lubrificantes para o Comerciante Atacadista

RESPONSABILIDADES DOS AGENTES NA GESTÃO DOS RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL

O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas IPAAM foi criado no dia 11/03/1996, através do Decreto Estadual Nº

RESOLUÇÃO RDC ANVISA Nº 345, DE 16 DE DEZEMBRO DE (D.O.U. de 19/12/02)

Licenciamento Ambiental na CETESB IV Aquishow

LICENÇA AMBIENTAL. Lanns Alves de Almeida Filho Secretário de Agricultura e Meio Ambiente

Licenciamento Ambiental e Municipal

ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST)

Programa de Gestão de Resíduos da Amazonas Distribuidora de Energia S.A.

Política Nacional de Resíduos Sólidos

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais.

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS <!ID > RESOLUÇÃO Nº 15, DE 17 DE JULHO DE 2006

Notas: Aprovada pela Deliberação CECA nº 4.497, de 03 de setembro de Publicada no DOERJ de 21 de setembro de 2004.

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES (RAPP) * O IBAMA indica o uso dos navegadores Mozilla Firefox ou Google Chrome

Resoluções RESOLUÇÃO Nº 9, DE 31 DE AGOSTO DE 1993

A INTERSETORIALIDADE APLICADA À GESTÃO DE RESÍDUOS DO SETOR ALIMENTÍCIO DE FORTALEZA

SECRETARIA MUNICIPAL DA AGRICULTURA, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E MEIO AMBIENTE

INSTRUÇÃO TÉCNICA DPO Nº 001, de 30/07/2007

PREFEITURA MUNICIPAL DE BAURU

Resoluções. ANP nº 12, de , DOU Estabelece a Regulamentação para Operação e Desativação das Instalações de Ponto de Abastecimento.

MEIO AMBIENTE PROJETOS DEMONSTRATIVOS DE GESTÃO DE BIFENILAS POLICLORADAS. PROJETO BRA/08/G32 PNUD Edital 27435/2015.

I Compatibilização e integração de procedimentos; III Garantir a linearidade do processo, sob a perspectiva do usuário;

JOSÉ EUSTÁQUIO DE TOLEDO

LEI FEDERAL 12305/2010 POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

Seminário Sul-brasileiro de Gerenciamento de Áreas Contaminadas. Porto Alegre, 3 e 4 de setembro de 2012

Dê ao Óleo Usado o destino previsto em lei LOGÍSTICA REVERSA DOS ÓLEOS LUBRIFICANTES E O RERREFINO.

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS

MINUTA DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO ABILUX 05/03/2010

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE DIRETORIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL GERÊNCIA DE PROJETOS MINERÁRIOS

Faixa de Domínio Solicitação para adequação/regularização de acesso

FACULDADE DE ENGENHARIA

Documento sujeito a revisões periódicas Natal RN CEP Tel: (84) / /

Documento sujeito a revisões periódicas Natal RN CEP Tel: (84) / /

Cria e regulamenta sistema de dados e informações sobre a gestão florestal no âmbito do Sistema Nacional do Meio Ambiente - SISNAMA.

Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos

Secretaria de Meio Ambiente do Município de João Pessoa

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MMA

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/2012

RESOLUÇÃO CONAMA n o 379, de 19 de outubro de 2006 Publicada no DOU nº 202, de 20 de outubro de 2006, Seção 1, página 175 e 176

RESOLUÇÃO No 273 DE 29 DE NOVEMBRO 2000

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MMA

O licenciamento ambiental de unidades de compostagem no Estado de São Paulo

GUIA GERAL DE PREENCHIMENTO

NOVO SISTEMA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DECRETO Nº , DE

ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST)

Relatório do Ministério do Meio Ambiente para o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA)

Transcrição:

ENCONTRO TÉCNICO SOBRE LOGÍSTICA REVERSA DE ÓLEOS LUBRIFICANTES Lei Federal 12.305/2010 PNRS e Resolução Conama 362/2005 DIRETRIZES PARA O LICENCIAMENTO AMBIENTAL DAS ATIVIDADES LIGADAS AOS OLUCs 13 de Maio de 2014 Duque de Caxias- RJ Engª. Quím. Carmem Níquel Representante da ABEMA no GMP

L I C E N C I A M E N T O A M B I E N T A L D E A T I V I D A D E S L I G A D A S À C A D E I A D E Ó L E O S L U B R I F I C A N T E S LEGISLAÇÃO BÁSICA APLICÁVEL: FEDERAL Lei Federal nº. 6.938 e Decreto 99.274 RESOLUÇÃO CONAMA 237 RESOLUÇÃO CONAMA 362 LEI COMPLEMENTAR 140 ESTADUAL MUNICIPAL

Lei Federal nº. 6.938 e Decreto 99.274 - licenciar a localização, instalação, ampliação, reforma, construção, recuperação, desativação e a operação de empreendimentos, considerando as disposições legais e regulamentares e as normas técnicas aplicáveis ao caso.

Lei Federal nº. 6.938 e Decreto 99.274 Licença Prévia # concedida na fase preliminar do planejamento do empreendimento ou atividade; # aprova localização e concepção, atesta a viabilidade ambiental; # estabelece os requisitos básicos e condicionantes a serem atendidos nas próximas fases; # compatível com o uso previsto nas Diretrizes Gerais de Ocupação do Território ou Plano Diretor.

Lei Federal nº. 6.938 e Decreto 99.274 Licença de Instalação # Autoriza a instalação do empreendimento ou atividade de acordo com as especificações constantes dos planos, programas e projetos aprovados; # Inclui as medidas de controle ambiental (projetos suficientes para atendimento aos parâmetros e padrões de emissão).

Lei Federal nº. 6.938 e Decreto 99.274 Licença de Operação # autoriza a operação da atividade ou do empreendimento após a verificação do efetivo cumprimento do que consta das licenças anteriores; # citando as medidas de controle ambiental e condicionantes determinados para a operação.

ATIVIDADES LICENCIÁVEIS AMBIENTALMENTE LIGADAS À CADEIA DE ÓLEOS LUBRIFICANTES 1. PRODUTORES DE ÓLEO BÁSICO (REFINARIAS) 2. PRODUTORES DE ÓLEOS LUBRIFICANTES 3. GERADORES DE OLUC: P O N T O S D E T R O C A D E Ó L E O ( P O S T O S D E C O M B U S T Í V E I S, S U P E R T R O C A S, O F I C I N A S, C O N C E S S I O N Á R I A S,... ) I N D Ú S T R I A S M I N E R A Ç Ã O A G R I C U L T U R A,... 4. TRRs, SUPERMERCADOS,... 5. COLETORES DE OLUC: - T R A N S P O R T E C O M O C O L E T O R A U T O R I Z A D O J U N T O À A N P - A R M A Z E N A M E N T O T E M P O R Á R I O P O R C O L E T O R A U T O R I Z A D O J U N T O À A N P 6. RERREFINADORES

E A QUEM COMPETE O LICENCIAMENTO? O SISNAMA E AS COMPETÊNCIAS PARA O LICENCIAMENTO RESOLUÇÃO CONAMA N. 237 UNIÃO, ESTADO OU MUNICÍPIO Lei Complementar 140, de 8.dez.2011 Por exemplo: RJ RESOLUÇÃO CONEMA 42/2012 IMPACTO LOCAL Impacto local, de baixo e médio potencial poluidor

Atividade ou Tipologia Tipo de atividade desenvolvida pelo empreendedor e sujeita ao licenciamento ambiental ATIVIDADE TIPOLOGIA RAMO DE ATIVIDADE Espinha dorsal do licenciamento ambiental

CONTEÚDO MÍNIMO DAS LICENÇAS: A- DESCRIÇÃO COMPLETA DA ATIVIDADE caracterização do empreendedor endereço do empreendedor e da atividade áreas (gleba/terreno, construída, útil,...) equipamentos principais e etapas básicas do processo B- MATÉRIA PRIMA C- PRODUTOS E QUANTIDADES equipamentos D- TRATAMENTO E DESTINO DE EFLUENTES LÍQUIDOS E- GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS F- CONTROLE DE EMISSÕES ATMOSFÉRICAS G- CONTROLES GERAIS ( RISCOS, EVITAR PASSIVOS, ÁGUAS PLUVIAIS, ENTRE OUTROS) H- MECANISMOS DE AUTODECLARAÇÃO (APRESENTAÇÃO DE PLANILHAS, RELATÓRIOS, LEVANTAMENTOS, FOTOS, ENTRE OUTROS) I- NORMAS TÉCNICAS APLICÁVEIS, QUANDO COUBER.

O QUE DEVEMOS EVITAR? >>>QUE A LICENÇA POR NÓS EMITIDA PERMITA CONDIÇÕES IRREGULARES COMO POR EX.: CONTAMINAÇÃO DO AR PELA QUEIMA IRREGULAR EM FORNOS INDUSTRIAIS

O QUE DEVEMOS EVITAR? >>>QUE A LICENÇA POR NÓS EMITIDA PERMITA CONDIÇÕES IRREGULARES COMO POR EX.: ARMAZENAMENTO ou DESTINAÇÃO IRREGULAR DE RESÍDUOS

IMPORTANTES BASES PARA ATUAÇÃO NA ÁREA AMBIENTAL Visão global dos problemas ambientais Capacidade de trabalho em equipe Trabalho multidisciplinar Conhecimento técnico Domínio de Normas técnicas Conhecimento da legislação aplicável

Item de licença de indústrias (quando usuária de OL) 5. Quanto aos Óleos Lubrificantes: 5.1- todo o óleo lubrificante usado ou contaminado deverá ser acondicionado e armazenado de acordo com a NBR 12.235 da ABNT, o alienado somente a coletor autorizado pela ANP e licenciado pelo órgão ambiental competente e destinado à reciclagem por meio do processo de rerrefino conforme determina a Resolução CONAMA n.º 362, de 23 de junho de 2005, Arts. 1º, 3º e 12; 5.2- o empreendedor deverá exigir do Coletor, o Certificado de Coleta (CCO) do óleo usado previsto na Resolução Conama 362/2005 que servirá como comprovante da destinação ambientalmente adequada do resíduo.

Item de licença de postos de combustíveis 5.2-o óleo lubrificante usado somente poderá ser alienado a coletores de óleo s que possuam licença do órgão ambiental estadual e cadastro junto à Agência Nacional de Petróleo (ANP). O empreendedor deverá manter disponível à fiscalização, pelo prazo de 5 anos, os comprovantes de alienação do óleo lubrificante usado. Os números deverão ser apresentados ao órgão ambiental competente, conforme exigência específica ou quando da solicitação de renovação da Licença de Operação; 5.3-o empreendedor deverá certificar-se que o óleo lubrificante usado ou contaminado entregue ao Coletor, foi encaminhado a uma empresa de rerrefino devidamente registrada na ANP e licenciada pelo órgão ambiental, cuja inobservância implicará em responsabilidade solidária.

A l i c e n ç a a m b i e n t a l d e v e r e f l e t i r m i n i m a m e n t e a a t i v i d a d e a v a l i a d a s o b p e n a d e l e v a r a j u l g a m e n t o s e r r ô n e o s p o r p a r t e d e o u t r o s a g e n t e s d e f i s c a l i z a ç ã o, i n t e r n o s e e x t e r n o s.

OBRIGAÇÕES DO REVENDEDOR Trata de embalagens de óleos lubrificantes IMPORTANTE: Há espaço propício para que sejam acrescentadas as obrigações de revendedores de óleos lubrificantes com relação ao OLUC também. Citação à CONAMA 362/2005 VII- manter para fins de fiscalização, os documentos comprobatórios de compra de óleo lubrificante acabado e os Certificados de Coleta pelo prazo de 5 (cinco anos); e

Em LOs de Empresas de Transportes de cargas perigosas em geral, deve ser excetuado o transporte de OLUC, visto que esta atividade somente pode ser realizada por coletor dedicado e cadastrado junto à ANP.

LP PARA UNIDADE DE ARMAZENAMENTO DE OLUC DE COLETOR AUTORIZADO 1.1- a presente licença autoriza o uso da área acima citada para a futura implantação da Unidade de Armazenamento Temporário de Óleo Lubrificante Usado ou Contaminado OLUC, para armazenamento temporário do OLUC coletado nos geradores onde ocorre a troca de óleo lubrificante, de acordo com o que 1.4- estabelece o empreendimento a Resolução CONAMA Nº. ora 362/2005, licenciado para posterior somente poderá encaminhamento receber e armazenar à unidade de rerrefino o resíduo da própria perigoso empresa,... denominado emitida por esta Fundação e Autorização Nº...junto à ANP; óleo lubrificante usado ou contaminado - OLUC, 1.6- o projeto das instalações do empreendimento destinado ao conforme armazenamento definido temporário pela Resolução óleo lubrificante CONAMA usado Nº. ou 362/2005; contaminado - OLUC deverá incorporar, entre os aspectos técnicos 1.5- pertinentes, o volume a normatização mensal máximo técnica em previsto vigor, da para ANP, ABNT, INMETRO, entre outras aplicáveis, incluindo demais aspectos como, o sistema de impermeabilização, sistema de sinalização, sistema de recebimento de óleo lubrificante usado ou contaminado - OLUC no empreendimento será de 400 m³; comunicação, plano de treinamento de funcionários, sistema de iluminação, comunicação, emergências, prevenção e controle de incêndios, além dos programas de controle de operação, meio ambiente, saúde e segurança; 1.7- as áreas de descarga, carregamento e armazenamento deverão ser impermeabilizadas, com previsão de drenagem para o sistema de contenção e recolhimento, de modo a evitar a contaminação do solo e das águas subterrâneas;

DESTINAÇÃO ILEGAL DE OLUC: COMO COMBUSTÍVEL DESMOLDANTE PARA CONCRETO PLASTIFICANTE EM PRODUÇÃO DE ARTEFATOS DE BORRACHA...

SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO RIO DE JANEIRO ATO DO PRESIDENTE RESOLUÇÃO CONEMA Nº 42, DE 17 DE AGOSTO DE 2012 DISPÕE SOBRE AS ATIVIDADES QUE CAUSAM OU POSSAM CAUSAR IMPACTO AMBIENTAL LOCAL, FIXA NORMAS GERAIS DE COOPERAÇÃO FEDERATIVA NAS AÇÕES ADMINISTRATIVAS DECORRENTES DO EXERCÍCIO DA COMPETÊNCIA COMUM RELATIVAS À PROTEÇÃO DAS PAISAGENS NATURAIS NOTÁVEIS, À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE E AO COMBATE À POLUIÇÃO EM QUALQUER DE SUAS FORMAS, CONFORME PREVISTO NA LEI COMPLEMENTAR Nº 140/2011, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

COLETOR TRANSPORTADOR A coleta, conforme Resolução CONAMA nº. 362/2005, compreende as etapas de recolhimento, transporte, armazenamento temporário e entrega à destinação, ambientalmente adequada, de óleos lubrificantes usados ou contaminados. IN Ibama nº. 05/2012- Autorização Ambiental para Transporte Interestadual de Produtos Perigosos

Veículos coletores autorizados e licencenciados ambientalmente

Unidade de Armazenamento de OLUC de coletor autorizado e licenciado Tanques de armazenamento Recepção Registros de operações Descarga e Carregamento Controle de acesso

Porque é importante conhecer o que é o Processo industrial de rerrefino? Atividades deste tipo devem ser coibidas pelos órgãos ambientais!!!

TRRs Transportador - Revendedor Retalhista Este tipo de atividade NÃO SE APLICA a empreendimentos destinados ao recebimento de OLUCs. Não cabe licenciarmos, por exemplo, comércio de OLUC, como ainda se observa em alguns estados. Esta denominação se aplica ao armazenamento à granel para fins de comercialização fracionada de Combustíveis para grandes consumidores, conforme regramento da ANP.

IMPORTANTE! A DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS FORA DO SISTEMA DE LOGÍSTICA REVERSA CONSTITUÍDO NA FORMA DA LEI, OU SEJA, EM CONFORMIDADE COM UM ACORDO SETORIAL, DEVEMOS OBSERVAR QUE ESTA É DE RESPONSABILIDADE DO GERADOR.

DIRETRIZES PARA LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE ATIVIDADES LIGADAS AOS ÓLEOS LUBRIFICANTES USADOS OU CONTAMINADOS

Glossário e siglas ABEMA O Glossário a seguir apresenta os principais termos e siglas que são utilizados nos processos de licenciamento ambiental realizados pelo INEA. Consulte também as Perguntas mais frequentes, ao lado, para outras questões sobre licenciamento. A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z -O- Órgão Ambiental Órgão ou Poder Executivo Federal, Estadual ou Municipal, integrante do Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA), responsável pela fiscalização, controle e proteção ao meio ambiente no âmbito de suas competências(lei 9966/00). Outorga Outorga de Direito de Uso de Recursos Hídricos(OUT): ato administrativo mediante o qual o órgão ambiental autoriza o uso de recursos hídricos, superficiais ou subterrâneos, por prazo determinado, nos termos e condições que especifica. Sugestão: Incluir óleo lubr. usado

LICENCIAMENTO NO RJ Inicia por consulta ao Site do INEA PORTAL DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL Guia: ONDE E COMO BUSCAR O LICENCIAMENTO? Questionário para enquadramento Passos 1 2 3 Resultado Ex: Grupo Serviços Atividade: Estocagem de resíduos perigosos Classe I

Licenciamento no órgão ambiental municipal Órgão Licenciador: Nova Iguaçu SECRETARIA MUNICIPAL DE URBANISMO, HABITAÇÃO E MEIO AMBIENTE DE NOVA IGUAÇU Rua Ataíde Pimenta de Moraes, nº 528, Centro - Nova Iguaçu - RJ CEP: 26.210-190 Tel.: (21) 2667.1252 / 3770.5990 giovanni_guidone@yahoo.com.br Procedimento para dar entrada no licenciamento: Imprimir as informações abaixo. Dirigir-se ao órgão ambiental municipal para obter informações sobre documentação necessária e custos. Caso o empreendimento faça uso de água de poço ou captação de rio, lagoa ou outro corpo hídrico, deverá ser requerida ao INEA a autorização correspondente. Informações Licenciamento para empreendimento novo Localizado somente no município de Nova Iguaçu, sem atuar em outro município Para a atividade: 31.22.80 - Estocagem de resíduos perigosos (Classe I). Com os seguintes parâmetros: 01 - Capacidade armazenamento (t): acima de 10.000, até 50.000 02 - Distância das margens de corpos hídricos (m): entre 30 e 50 03 - Tipo de empreendimento: estocagem resíduos classe I da NBR 10.004 Enquadrado como Impacto Medio / CLASSE 4-B Dirija-se ao órgão ambiental municipal para obter informações sobre documentos e procedimentos de licenciamento. Município de Nova Iguaçu SECRETARIA MUNICIPAL DE URBANISMO, HABITAÇÃO E MEIO AMBIENTE DE NOVA IGUAÇU Rua Ataíde Pimenta de Moraes, nº 528, Centro - Nova Iguaçu RJ CEP: 26.210-190

INTERFACE ENTRE OS LICENCIAMENTOS E AMBIENTAIS E FISCALIZAÇÕES COM A ANP www.anp.gov.br

ANP/Abastecimento/Lubrificantes coleta

IMPOTÂNCIA DA FISCALIZAÇÃO CONJUNTA Convênio - Renovação TERMO DE CONVÊNIO DE COOPERAÇÃO Convênio que entre si celebram: A Estaduais de Meio Ambiente ABEMA, a Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente - ANAMMA, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis ANP e o Sindicato Nacional da Indústria do Rerrefino de Óleos Minerais SINDIRREFINO:

Indeferimento de LP de armazenamento de OLUC II - Visto os seguintes motivos: 1. O empreendedor não preenche as exigências estabelecidas pela legislação vigente, em especial a Resolução ANP nº. 42 e a Resolução Conama nº. 362/2005, para a implantação de depósito de óleo lubrificante usado, conforme proposto. Cristine Canaud - Coordenadora do Setor de Distribuição da SAB/ANP. Esse setor é responsável pela análise da documentação e pela concessão das atividades do abastecimento, regulamentadas pela ANP. O telefone dela é (21)2112-8722.

DESAFIOS COMPRAS SUSTENTÁTEIS VIA DE IMPLEMENTAÇÃO DE EFETIVOS PROCESSOS DE AQUISIÇÕES SUSTENTÁVEIS Ex.: Neste caso a fixação da obrigatoriedade de futura coleta ao fornecedor do óleo lubrificante

PARADÍGMA FORMATAÇÃO DE NOVOS EDITAIS PARA: EDITAIS DEVEM OBSERVAR LEGISLAÇÃO EXISTENTE APLICÁVEL!!!! FED. EST. MUN - COMPRAS - OBRAS - SERVIÇOS - DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS

AGRADEÇO A ATENÇÃO! Engª. Quím. Carmem L. V. Níquel carmemniquel@fepam.rs.gov.br carmari@cpovo.net 52 32889418 Foto: PoA (própria)