2010 Projeto Neutralização de Carbono AESabesp Diretoria de Projetos Socioambientais 1 P ágina Associação dos Engenheiros da Sabesp - AESabesp
Sumário 1. Introdução... 4 2. Objetivo... 5 2.1. Objetivo específico... 5 3. Metodologia... 6 4. Desenvolvimento... 7 4.1. Levantamento... 7 4.2. Redução... 7 4.3. Cálculo de emissão de GEE... 9 4.4. Compensação... 10 4.5. Divulgação do projeto por meio da mídia AESabesp... 11 5. Resultados obtidos... 13 5.1. Uso de Transportes... 14 5.2. No Print... 15 5.3. Alimentação saudável... 15 5.4. Redução de resíduos com base no Programa Sabesp 3Rs... 15 5.5. Educação Ambiental... 16 5.6. Cálculo da Emissão GEE... 22 5.7. Compensação... 22 6. Planejamento 2011 Neutralização de Carbono... 24 6.1. Uso de transportes... 25 6.2. Redução do uso desnecessário de energia... 26 6.3. Economia de água... 26 6.4. NO Print... 26 2
6.5. Alimentação Sustentável... 26 6.6. Redução de Resíduos... 26 6.7. Reciclagem... 27 6.8. Plano de comunicação... 27 6.8. Compensação... 27 6.9. Plano de Marketing do projeto... 28 7. Considerações finais... 28 8. Anexos... 30 8.1. Colaboradores do projeto... 30 8.2. Coordenadoras do projeto... 30 8.3. Índice de figuras... 31 8.4. Anexos anúncios e releases publicados na mídia AESabesp... 32 8.5. Material de comunicação... 32 8.6. Material utilzado para ação de Uso de transporte... 33 8.7. Material utilizado no Programa 3Rs... 33 8.8. Formulário utilizado para cálculo de GEE... 34 8.9. Ação integrada Projeto de Neutralização e Prêmio AESabesp... 36 8.10. Compensação Plantio... 37 8.11. Equipe de Coordenação e Educação Ambiental... 37 9. Referências bibliográfica... 38 10. Lista de abreviação... 39 3
1. Introdução A Associação dos Engenheiros da Sabesp AESabesp promove anualmente um evento denominado Encontro Técnico e Fenasan Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente. Participam deste evento cerca de 10.000 pessoas: congressistas, palestrantes, visitantes. Há 3 anos preocupada com a emissão de carbono a associação tem utilizado serviços de empresa especializada em projetos de crédito de carbono para o plantio de árvores para compensar a emissão dos gases que provocam o efeito estufa, emitidos em função da realização do evento. Em 2010, a AESabesp, movida por ações da diretoria de Projetos Socioambientais resolveu não só plantar arvores, mas despertar e provocar entre os participantes a conscientização ambiental para não apenas compensar mas antes, minimizar a emissão dos gases. Para tanto, foram priorizadas ações voltadas à sensibilização e conscientização, visando contribuir para a percepção, compreensão e participação efetiva na melhoria da qualidade de vida local em sintonia com as urgências globais. As ações propostas no escopo deste Projeto são mais de conscientização do que de quantificação do consumo de carbono. Numa linha pedagógica foi demonstrado a todos os participantes, expositores, fornecedores e visitantes, os benefícios alcançados pelas práticas de utilizar materiais sustentáveis nas montagens de estandes, minimização da distribuição de impressos, redução do uso de energia, consumo de água com racionalidade, reciclagem de resíduos - com base no Programa 3Rs - Reduzir, Reutilizar e Reciclar, da Sabesp - além de estimular o não fornecimento de materiais descartáveis, como copo, talheres, pratos e demais recipientes. Os quesitos relativos à redução do uso de energia e consumo de água de maneira racional, nesta edição, em função de não se ter dados dos anos anteriores foi apenas contabilizada para compor o cálculo da próxima edição. 4
Durante o evento, essas práticas foram continuamente estimuladas e depois do evento foi contabilizada a emissão de carbono com base na produção de resíduos, gasto de energia e água e meios de transporte utilizados. Considerando que o transporte veicular é o responsável pela produção na cidade de São Paulo, por 78% da emissão dos GEE Gases do Efeito Estufa, um dos grandes destaques dentro das ações transversais deste projeto é o incentivo ao uso de transportes alternativos. Portanto, foi realizada parceria com a empresa Interbros que idealizou o aplicativo Carona Brasil, de modo que todos os participantes do evento puderam se cadastrar, on line, no hotsite www.caronafenasan.com.br para negociar caronas. 2. Objetivo O Projeto Neutralização de Carbono é o alicerce de um Programa de Educação Ambiental Formal adotado com intuito de mobilizar os participantes da FENASAN 2010, a ser realizado entre os dias 10, 11 e 12 de agosto de 2010, para contribuir para a percepção, compreensão e participação efetiva na melhoria da qualidade de vida local em sintonia com as urgências globais. 2.1. Objetivo específico Fazer uma diferença positiva para o meio ambiente durante o evento, participando do mercado de forma sustentável, tornando a AESABESP competitiva e inovadora. A busca será através de distintas ações vinculadas a Diretoria de Projetos Socioambientais. Estas ações serão implementadas e acrescidas de forma gradual a cada evento da AESabesp. Neste trabalho além da quantificação e compensação das emissões de carbono serão destacadas as seguintes ações: Estimular a reflexão, por parte dos arquitetos e montadoras de estandes, a respeito de práticas e utilização de materiais e sistemas construtivos mais sustentáveis; 5
Promover a conscientização e educação ambiental aos expositores, seus fornecedores, visitantes e a toda equipe operacional envolvida; Promover a disseminação dos valores de sustentabilidade junto ao mercado representado pelo evento (Agente multiplicador). 3. Metodologia Para o desenvolvimento deste projeto foram identificadas 4 etapas distintas, conforme apresentado na figura 1: Levantamento/diagnóstico Redução Comunicação Cálculo da emissão de CO 2 Figura 1 Etapas de ações para contabilização do GEE 6
4. Desenvolvimento 4.1. Levantamento Foi realizado o mapeamento das atividades desenvolvidas no período pré-evento, durante o evento e pós-evento. Tais como montagem de estandes, deslocamento de pessoas, recursos e materiais utilizados, comunicação e alimentação. Com base neste mapeamento foram identificadas as principais fontes de emissão com possibilidade de remoção, mitigação ou minimização GEE que serão abordadas no item redução, a seguir. 4.2. Redução Neste item foram apresentadas 7 ações que permitiram estimular a redução da emissão de GEE: a) Uso de transportes Foram oferecidos aos participantes opções de acesso ao evento por transporte público, disponibilização de vans de 2 pontos Metrô Tietê e Sede da AESabesp, além da carona solidária através do Projeto Carona Brasil. b) Redução do uso desnecessário de energia; para isso foi estimulado aos participantes do evento ações para: Apagar as luzes dos estandes enquanto não estiver aberta a feira. Manter os monitores dos computadores e notebook utilizados nos eventos para serem mantidos desligados ou na opção econômica, quando não estiver em uso. Manter as luzes dos banheiros apagadas quando não tiver usuários. Para que seja possível incluir o cálculo do consumo de energia elétrica, será levantado o consumo de energia do evento de 2010 e comparado com o consumo do evento em 2011. c) Economia de água, foram realizadas as seguintes: Foi realizada uma campanha interna de conscientização do uso de água, utilizando-se os princípios do PURA Programa de Uso Racional da Água, da Sabesp. 7
Priorizados locais que possibilitam um compromisso com a conservação de água através da instalação de dispositivos economizadores de água. d) NO Print, para estimular a redução do consumo de material gráfico, foram adotadas as seguintes ações: Não utilização ou redução de material impresso pela AESabesp. Conscientização dos expositores da importância de evitar a comunicação através de folders impressos. Estímulo à utilização de mídia digital e quando não foi possível, utilização de papel reciclado ou com certificado de reflorestamento. Levantamento da quantidade de material impresso pela AESabesp na edição anterior e nesta edição. e) Alimentação Sustentável Foram oferecidos no estande da AESabesp produtos locais sazonais e orgânicos e opções saudáveis, como frutas secas.foi estimulada aos expositores a adoção dessa prática. f) Redução de Resíduos; para estimular a redução da produção de resíduos, foram adotadas as seguintes ações: Estimulo ao não fornecimento de materiais descartáveis, como talheres pratos, recipientes ou copos. palestrantes. Estímulo à utilização de louça reutilizável. Distribuição de caneca de plástico de brinde com mensagem educativa. Foi oferecida água em jarra e copo de vidro no Encontro Técnico aos Foi estimulada a redução da utilização de embalagens e material não reciclável. Foi realizada uma campanha, através das mídias da AESabesp, direcionada aos expositores e demais participantes do evento sobre as ações que visavam à minimização da emissão de GEE. 8
g) Reciclagem Foi disponibilizado banner informativo para sinalização da classificação dos resíduos. Foram disponibilizados recipientes para armazenagem do material reciclado. Conforme nova disposição legal, os resíduos foram destinados à reciclagem ou reaproveitamento (destinação responsável). 4.3. Cálculo de emissão de GEE A quantificação de emissão de gases do efeito estufa é feita com base em cálculos, os quais demonstram a quantidade de gases a ser removida ou a quantidade de gases que deixará de ser lançada na atmosfera, com a efetivação de um projeto. Organismos internacionais criaram uma medida de equivalência para medir o potencial de aquecimento global (GWP Global Warming Potencial) de cada um dos seis gases causadores do efeito estufa. Por exemplo, o metano possui um GWP de 23, pois seu potencial causador do efeito estufa é 23 vezes mais poderoso que o CO2. Neste trabalho foram pesquisadas várias tabelas que permitem calcular a emissão de CO2: Iniciativa Verde, Carbono neutro e SOS Mata Atlântica. Foi escolhido o cálculo da SOS Mata Atlântica, além da consideração sobre a envergadura da instituição, pela simplicidade de sua utilização e a possibilidade de cada usuário calcular através de um consumo periódico o quanto de Gás de Efeito Estufa GEE produz em suas ações diárias. Priorizou-se o impacto causado pelos meios de transporte, vide figura 2, considerando a cidade de São Paulo, a partir dos dados obtidos de evento promovido pelo Governo do Estado de São Paulo. 9
Figura 2: Fontes de Emissões de GEE no município de São Paulo Fonte: Seminário Economia Verde 2010 Palestra José Goldenberg Para elaboração do cálculo de GEE gerada durante o evento da AESabesp foi utilizada a tabela criada pela Fundação SOS Mata Atlântica, disponibilizada no site http://www.florestasdofuturo.org.br 4.4. Compensação Na fase de compensação são identificadas e desenvolvidas as oportunidades para a compensação ambiental provenientes das emissões de GEE. Foram consideradas para a compensação: Compensação das emissões provenientes da produção do evento. Compensação das emissões das viagens aéreas e traslados terrestres. 10
Compensação das emissões atreladas ao uso de matérias específicas como químicas, combustíveis, papel ou energia elétrica, entre outros. 4.4.1. Plantio parceria Sabesp A AESabesp travou parceria com a SABESP, dentro de sua política de sustentabilidade, para esta etapa do projeto onde a superintendência Unidade de Negócio de Produção de Água da Metropolitana - MA cedeu 153 mudas para o plantio, fornecendo a preparação dos berços, adubos e mão de obra e monitoramento durante 2 anos para evidenciar a evolução do crescimento das mudas plantadas em 2010. 4.5. Divulgação do projeto por meio da mídia AESabesp Para cada etapa do projeto e produto foram realizadas peças de comunicação. Apresentação do projeto para validação na comissão do Encontro Técnico Na reunião realizada em maio/10 foi apresentado o projeto para apreciação e validação dos integrantes da comissão do encontro técnico. Divulgação do projeto Foi divulgado o projeto nos sites www.aesabesp.org.br e www.fenasan.com.br por meio de banners eletrônicos na home dos sites. Nos itens abaixo serão descritas com maiores detalhes como foi feita a comunicação na mídia da AESabesp. 4.5.1. Jornal AESabesp com tiragem de 6.000 exemplares nas edições abaixo relacionadas da seguinte maneira: março/abril-2010 lançamento na mídia do projeto. maio/junho-2010 comunicando a implementação do projeto na FENASAN-2010. 11
setembro/setembro-2010 publicada a matéria com os primeiros resultados junto ao evento. 4.5.2. Revista Saneas com tiragem de 6.000 exemplares nas edições abaixo relacionadas da seguinte maneira: janeiro/fevereiro/março-2010 lançamento na mídia do projeto abril/maio/junho-2010 comunicando a implementação do projeto na FENASAN-2010. julho/agosto/setembro-2010 publicada a matéria com os primeiros resultados junto ao evento. 4.5.3. E-mail marketing Foram realizadas 3 chamadas com e-mail marketing para estimular aos participantes do evento a adoção das práticas destinadas a minimização da emissão do GEE. 4.5.3.1. Carona FENASAN Foi desenvolvido o hotsite caronafenasan a partir do projeto carona Brasil no qual foram colocados os banners de divulgação das ações transversais. Vide figura abaixo. Figura 3 Hotsite Carona Fenasan Foram colocados banners eletrônicos no website www.aesabesp.org.br e www.fenasan.com.br para divulgação das ações transversais. 4.5.3.2. Boletim eletrônico AESabesp 12
Foram divulgados 6 boletins apresentando o Projeto de Neutralização de carbono e novos conceitos para premiação AESabesp. Esta premiação integrou as ações do projeto ao critério de escolha do estande sustentável. Portal Carona FENASAN Divulgação da premiação Foi enviado aos expositores a mudança no regulamento da premiação do Troféu AESabesp, que priorizava as 7 ações do definidas no projeto, conforme item 4.2, por meio de e-mail, que foi reforçado pela publicação de dois boletins eletrônicos nos dias16 e 23 de julho de 2010. 5. Resultados obtidos A captura dos gases por diferentes elementos que compõe a biosfera é um dos serviços ambientais mais importantes. O CO 2 é absorvido pela atmosfera, pelos oceanos e pelas florestas e outras espécies vegetais. O aumento do CO 2 e demais gases provocadores do efeito estufa na atmosfera trás como consequencia alterações climáticas em função do efeito estufa. Esta alteração provoca o derretimento da calota polar, aumento da acidificação e volumes dos oceanos e eventuais efeitos nos ecossistemas marítimos, numa sucessão de impactos por todo o planeta. A última parcela é absorvida pelas florestas (biomassa), as quais podem ser utilizadas como sumidoro de carbono (através da fotossíntese). Como estratégia de reflorestamento seria possível diminuir as atuais concentrações de gases na atmosfera, que já ultrapassaram os 370 ppmv (unidade limite de capacidade de absorção pelo bioma floresta), poderia-se nos próximos 50 anos reduzir cerca de 15 a 30 ppmv (IPCC 2000). Segundo estudos atuais esses números só serão alcançados com a complementação do sistema de captura e armazenamento de CO 2 (CCAC), por serviços de capital humano (ações de conscientização da comunidade), considerado solução de sustentabilidade forte, 13
anulando os efeitos de emissões de CO 2 de todos os fatores antropogénicos, à exceção da interveniência no solo. Neste sentido o proijeto de neutralização de carbono está alinhado com as diretrizes que embasam as políticas públicas de mudanças climáticas no Brasil, haja vista a aprovação da Lei 12.187 de 29 de dezembro de 2009, Institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima - PNMC. 5.1. Uso de Transportes Com relação ao transporte a adoção do projeto carona FENASAN resultou na inscrição de 3 caronas e promoveu a educação ambiental direta de 523 pessoas que visitaram o hotsite. Foi realizada pesquisa por meio de panfletagem de questionário para identificar o meio de transporte utilizado pelos participantes, vide figura 2 abaixo, tendo sido coletadas 412 respostas. Com base nesta amostragem calculamos a quantidade de GEEs emitidos. Figura 4 - Resultado da Pesquisa - Transporte 14
5.2. No Print No que se refere ao material gráfico a AESabesp deixou de produzir 5.000 panfletos face a edição do ano 2009, minimizando sobremaneira a emissão de gases. 5.3. Alimentação saudável Foram servidos 5 kg de frutas secas e produtos não perecíveis, reduzindo a quantidade de produção de lixo orgânico. 5.4. Redução de resíduos com base no Programa Sabesp 3Rs Com relação ao Programa Sabesp 3Rs, foi firmada parceria entre a AESabesp e Associação Sabesp para fornecimento e transporte das lixeiras seletivas, Todos os resíduos produzidos foram acondicionados nas lixeiras seletivas distribuídas em locais estratégicos no pavilhão, vide foto abaixo, destinados, conforme legislação municipal vigente à reciclagem e/ou reaproveitamento, sendo que, sua separação foi possibilitada por meio de lixeiras adequadas para segregação do resíduo, totalizando 7 caçambas com 86 m 3 de resíduo segregado da seguinte forma: 1 caçamba de madeira 30m3, - 2 caçambas 26m3 e - 3 caçambas 30m3. O resíduo foi transportado pela empresa CAVO, operadora exclusiva do Expocenter Norte, para a realização dos serviços de coleta e destinação dos resíduos sólidos gerados durante o evento, de acordo com o Decreto 45.668, que dispõe e regulamenta a organização do Sistema de Limpeza Urbana no município de São Paulo. 15
Figura 5 Banners educativos e coleta seletiva 5.5. Educação Ambiental Este item foi desenvolvido durante a evolução do projeto numa forma de provocar a aplicação de parte das ações propostas neste projeto. Como prática de educação ambiental foram distribuídas 5.000 lixeiras de carro feitas de material reciclável entre os participantes do evento, 1.500 canecas de plástico com mensagem educativa criada a partir de concurso interno e distribuição de 5 banners educativos pelo pavilhão. Destaca-se também a integração das ações propostas ao Prêmio AESabesp. Durante a preparação do evento os critérios para premiação foram alterados, vide anexo foto abaixo, com o objetivo de mudar a cultura dos expositores. Como o estande da AESabesp já tinha sido contratado foram inseridos vasos de planta e contratado Buffet com o compromisso de oferecer prioritariamente alimentação saudável e não perecível. 16
Figura 6 e 7 Melhor Estande e Prêmio AESabesp de Sustentabilidade A seguir serão apresentadas o resultado da aplicação das ações integradas propostas no Projeto de Neutralização de Carbono a premiação AESABESP. Como resultado da adoção deste entendimento, foi conseguido o envolvimento direto ou indiretamente de todos os participantes do evento. Por parte dos expositores foram identificadas 2 empresas, e Amitech Brasil e B&F Dias que realizaram diversas ações em seus estandes tais como: construção com materiais reaproveitados, reaproveitamento de energia, dentre outras que inclusive levaram as empresas à premiação Melhor Estande e Prêmio AESabesp de Sustentabilidade, respectivamente. Dentre as atividades desenvolvidas por estas 2 empresas temos: 5.5.1. B&F Dias: Plantio de 19 árvores de Pau Brasil pelos colaboradores da empresa, para a compensação de 2,6 ton de CO2 gerados por meio da utilização da energia elétrica do estande e do transporte dos funcionários até o evento. Sistema de caronas montado para reduzir o número de veículos de locomoção da empresa até o evento. 17
Bicicleta que transforma energia mecânica em elétrica, através de um alternador que abastece que gera a energia necessária para funcionar o sistema de aeração por ar difuso disposto dentro de um aquário Uso de copos fabricados de papel feito com madeira de reflorestamento. Buffet servido no estande com alimentos orgânicos Segregação dos resíduos gerados no estande por meio de lixeira seletiva com destino final nas caçambas do evento.. Minimização de distribuição de materiais impressos. Substituição por catálogos resumidos e/ou distribuição digital do catálogo completo. Material para anotação no evento em blocos de papéis reciclados Adoção de produto de limpeza multiuso notificado pela Anvisa e Ministério da Saúde, e Certificado pelo IBD e Rainforest Alliance completamente solúvel em água, feito com matéria prima 100% Natural. Utilização de vasouras plásticas de pet reciclado. Para cada vassoura produzida são utilzadas 7 garrafas plásticas pets e 5.000 copos descartáveis. 18
Figura 8 e 9 Aplicação das ações do Projeto 5.5.2. Amitech Brasil Além das empresas premiadas foi identificada a adoção das ações previstas no projeto por 80% das empresas participantes, tais como: carona solidária entre seus próprios colaboradores uso de materiais reutilizáveis, alimentação sustentável e reaproveitamento nutricional. Display de exposição de produtos com revestimento de papel de tronco de bananeira, vermelho, clássico. 19
Figura 10 Display revestido em papel de tronco de bananeira Piso elevado a 0,10cm, estruturado sobre canaletas de ferro, com acabamento em SISAL. Figura 11, 12 e 13 Piso com estrutura de ferro de reuso e revestimento de fibra natural * reuso de estrutura de ferro e não utilização de madeira é considerado neste item 20
Aparador de sala VIP e base de displays, construídos com OSB Figura 14 e 15 Aparador de sala VIP e base de displays Utilização de tecido e vidro A sala de reunião foi revestida com algodão natural na base revestida de tecido mesclado. No depósito, algodão natural e nas paredes externas do depósito tecido vermelho e a utilização de vidro garante a possibilidade de ser reutilizado. 21
Figura 16, 17 e 18 Revestimento de fibras naturais Madeira certificada Forest Stewardship Council FSC (Conselho de Manejo Florestal) é hoje o selo verde mais reconhecido em todo o mundo, orientando os compradores e consumidores sobre a origem da madeira. Substituição das letras em recorte para minimizar a utilização de vinil na impressão, pois no momento ainda não temos disponível um material 100% ambientalmente correto Figura 19 Testeira sustentável 5.6. Cálculo da Emissão GEE Como resultado das ações adotadas no projeto, mencionadas anteriormente, foi contabilizado 23,68 ton. de CO2 emitido que corresponderiam a 150 mudas de árvores. Vale destacar que foi adotado melhor critério para o cálculo realizado, especialmente com a pesquisa sobre a utilização de transportes em face de edição anterior, o que justifica o resultado de emissão maior. Além disso, todas as ações transversais contribuíram para minimizar a emissão de gases. 5.7. Compensação Com o lema Queremos plantar árvores para confortar, divertir e embelezar e não só para neutralizar foi realizado o plantio de 153 mudas de árvores, nos dias 07 e 21/02/2011, por meio de uma parceria entre a AESabesp e a Superintendência Unidade de Negócio de Produção de Água da Metropolitana MA. 22
As espécies escolhidas e plantadas na área da Sabesp, vide figura 5 e 6 abaixo, são do bioma mata atlântica, de ocorrência na região. O critério de escolha das espécies, levou em consideração além do bioma da região, já mencionado, espécies atrativas de fauna e por sua função ecológica. Foram escolhidas espécies das classes sucessionais das pioneiras e não-pioneiras como: araçá, jerivá, cambuí, canafístula, ingá-do-brejo, copaíba, angico, guassatonga, entre outras, totalizando cerca de 31 espécies O local do plantio é conhecido como Fumaça, localizada na Estrada Santa Inês, Km 23, no município de Mairiporã. A área está inserida na margem esquerda da Represa Paiva Castro, a última represa do Sistema Cantareira, antes da Elevatória Santa Inês - ESI. Figura 20 e 21 Plantio de mudas Cabe ressaltar que o grande ganho no projeto foi a articulação entre todos os atores envolvidos considerando intensa participação de nossos colaboradores internos e das empresas participantes do evento com destaque para as empresas acima mencionadas e a própria Sabesp que foi fundamental no processo da educação ambiental através da superintendência de Gestão Ambiental - TA e da compensação através da superintendência Unidade de Negócio de Produção de Água da Metropolitana MA. Destacamos ainda o envolvimento da RECANTA Rede de Cooperação da Cantareira, coordenada pelo Instituto Ideas que junto à Fundação Stickel mobilizou a comunidade do 23
bairro da Brasilândia para contribuição no evento do plantio. Infelizmente no dia agendado as primeiras tempestades de verão chegaram, inviabilizando o comparecimento da comunidade. Um dos critérios de escolha da área se deu, inclusive, em função da participação da AESabesp no Conselho Gestor da RECANTA, numa atitude ideal de convergência de interesses na promoção da preservação do meio ambiente e da recuperação da maior floresta urbana do mundo. 6. Planejamento 2011 Neutralização de Carbono Para a edição da FENASAN 2011 o planejamento e realização do projeto será realizado com base na Norma ABNT NBR ISO 14064 para aprimoramento do projeto, facilitando o desenvolvimento de ações através de uma padronização. Além disso, é uma norma que: Aumentam a credibilidade, consistência e transparência das declarações em GEE; Facilita o desenvolvimento e implementação de sistemas de gerenciamento de informações para organizações ou projetos, habilitando ao rastreamento de performance; Identifica riscos e responsabilidades no contexto de GEE; Aumenta a transparência de relatórios financeiros e identificação de passivos ambientais; Aumenta a confiança do investidor e facilita a obtenção e comercialização de créditos de carbono; Aumenta a integridade ambiental. 24
Figura 22 - Relação entre as partes da ABNT NBR ISO 14064 Fonte: Norma ABNT NBR ISO 14064 1: 2007. 6.1. Uso de transportes Deverá ser aprimorada a forma de divulgação para incentivo do uso de transporte público oferecendo-se novamente uma van com saída a partir da sede da AESabesp com destino ao evento, justificando-se apesar do pouco uso na edição anterior, na tentativa da mudança de cultura dessa ação transversal. A carona solidária deverá ser estimulada dentro do plano de comunicação sem a parceria com o Carona Brasil, pois foi identificada a discrepância de objetivos. O questionário deverá ser substituído por um espaço introduzido na ficha de inscrição virtual e impresso objetivando-se melhor condicionar sua resposta. 25
6.2. Redução do uso desnecessário de energia Para edição 2011 deverá ser obtido dado específico para compor a planilha de cálculo para compensação do carbono, mantendo-se o incentivo à redução do consumo através do plano de comunicação. 6.3. Economia de água Para edição 2011 deverá ser obtido dado específico para compor a planilha de cálculo para compensação do carbono, mantendo-se o incentivo à redução do consumo através do plano de comunicação. 6.4. NO Print Novamente será adotado um posicionamento crítico em relação à produção de panfletos, priorizando a comunicação virtual. 6.5. Alimentação Sustentável Será estimulado a todos os participantes e adotado pela a AESabesp a prática de utilização de frutas secas e alimentos orgânicos que utilizam pouca embalagem. 6.6. Redução de Resíduos Deverá ser mantido o incentivo à redução de produção de resíduos através do plano de comunicação e adotado o projeto Água de Beber da Sabesp, além da instalação de bebedouros pelo pavilhão, dispensando-se a utilização dos copos de água mineral oferecidos pela Sabesp. Deverá ser estimulado aos expositores a construção de estandes com material sustentável, iniciando-se pelo estande da própria AESabesp. 26
Estimular-se-á, também, a minimização da utilização de embalagens e/ou seu reaproveitamento, cujo resíduo na fase pré-evento e pós-evento (montagem e desmontagem dos estandes) é significativo. 6.7. Reciclagem Além da segregação do material para atendimento á legislação deve-se intensificar a comunicação aos participantes incluindo fornecedores. 6.8. Plano de comunicação Todas as ações deverão ser divulgadas a partir de um plano de comunicação com destaque à premiação do Estande Sustentável. O Plano consistirá na utilização das mídias da AESabesp e demais mídias espontâneas, através da assessoria de imprensa, já a partir do mês do de março. Deverá constar do Plano, todo o material a ser utilizado durante o evento, considerando os banners, impressão e material específico para divulgação das ações transversais (lixeiras e canecas), realizado um concurso para criação de frases educativas, introdução de um plano de marketing na estrutura do pavilhão. Por fim, é imprescindível a introdução dos critérios da sustentabilidade e do prêmio no Manual do Expositor. 6.8. Compensação Manteremos a parceria exitosa com a Sabesp para a realização do plantio e com a RECANTA Rede de Cooperação da Cantareira e a Fundação Stickel na mobilização social em articulação com o projeto Transition Town. 27
6.9. Plano de Marketing do projeto O objetivo deste projeto entre outros é a sua execução total ou parcial em favor de terceiros pela Diretoria de Projetos Socioambientais. Para tanto é necessário desenvolver um plano de marketing onde sejam consideradas todas as ações do projeto com suas respectivas etapas: Análise da Oportunidade, Conceito, Preço, Distribuição, Produto, Comunicação e Monitoramento da Performance. 7. Considerações finais Vale ressaltar o grande ganho do projeto na maior articulação entre os diversos e numerosos atores, que a cada ano se mobilizam para a promoção e execução do Encontro Técnico e FENASAN e que nesta edição tiveram seus olhos voltados para uma questão que a princípio parece ser de fundo mas, que na verdade, se confunde com o próprio objetivo do projeto Encontro Técnico e FENASAN, qual seja, a melhoria da qualidade de vida por meio da promoção do saneamento ambiental. A execução do projeto Neutralização de Carbono contribuiu para o início de uma mudança de cultura, um novo olhar para FENASAN e para a própria AESabesp que por sua vez foi possibilitado pela mudança de cultura da associação ao conquistar sua qualificação como OSCIP Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, admitindo uma diversidade 28
maior de profissionais e assumindo a responsabilidade na promoção do desenvolvimento sustentável através da execução de projetos socioambientais. Esta ação faz parte de um projeto próprio e diferenciado de neutralização de carbono, com o objetivo de mobilizar os participantes na contribuição para a percepção, compreensão e participação efetiva na melhoria da qualidade de vida local em sintonia com as urgências globais. O projeto Neutralização de Carbono pode e deve ser replicado a outros eventos de natureza similar à FENASAN e Encontro Técnico. As atividades para 2011 vão se iniciar em breve com o lançamento do concurso para eleição de um novo nome para o projeto que possa expressar mais verdadeiramente a extensão e profundidade de sua metodologia. A AESabesp, através de sua Diretoria de Projetos Socioambientais, está apta a desenvolver este projeto destinado a compensação do impacto produzido por atividades de outra natureza. Para a FENASAN 2011 a metodologia será ainda mais aprimorada, com a certeza de uma maior e mais expressiva participação dos expositores, especialmente na utilização dos materiais e insumos utilizados na construção do estande e durante a exposição, tornando o prêmio Estande Sustentável muito mais competitivo. 29
8. Anexos 8.1. Colaboradores do projeto Associação dos Engenheiros da Sabesp AESabesp e equipe Alessandra Buke Denis dos Santos Flavia Baroni Hiroshi Ietsugu Ivan Borghi Kátia Nascimento Luis Regadas Nelson Menetti Nizar Qbar Olavo A Prates Sachs Paulo Oliveira Reynaldo E Young Ribeiro Sonia Nogueira Walter Antonio Orsatti Colaboradores externos Cacilene Sampaio Cintia Fornazari Ridolpho Edgard Azzam Ednaldo Sandim Ivini Ferraz Maria Lúcia Andrade Monique Funke Sandra Jules Superintendência Unidade de Negócio e Produção de Água da Metropolitana MA Odir dos Santos Barbosa Carlos Roberto Dardis Edson do Nascimento Oliveira Maurício Alexandre Mennella Sérgio Antonio da Silva Hélio Luiz Castro Superintendência de Gestão Ambiental - TA Alzira Amâncio Garcia Ana Lucia F. R. Szajubok Darcy Brega Filho John Emilio Tatton Wanderley da Silva Paganini Associação Sabesp Pérsio Faulim de Menezes Osvaldo Nunes Fernandes Superintendência de Comunicação - PC Bruno Dupas Claudio Tachio Takemoto Ednaldo Carvalho Sandim Superintendência Unidade de Negócio Norte - MN José Júlio P. Fernandes Gerência Unidade de Negócio Norte - MN Mário Alba Baraghioli 8.2. Coordenadoras do projeto Maria Aparecida Silva de Paula Santos Vanessa Hasson de Oliveira 30
8.3. Índice de figuras Figura 1 Etapas de ações para contabilização do GEE Figura 2 -- Fontes de Emissões de GEE no município de São Paulo Figura 3 Hotsite Carona Fenasan Figura 4 Resultado da Pesquisa Transporte Figura 5 Banners educativos e coleta seletiva Figura 6 e 7 Melhor Estande e Prêmio AESabesp de Sustentabilidade Figura 8 e 9 Aplicação das ações do Projeto Figura 10 Display revestido em papel de tronco de bananeira Figura 11, 12 e 13 Piso com estrutura de ferro de reuso e revestimento de fibra natural Figura 14 e 15 Aparador de sala VIP e base de displays Figura 16, 17 e 18 Revestimento de fibras naturais Figura 19 Testeira sustentável Figura 20 e 21 Plantio de mudas Figura 22 - Relação entre as partes da ABNT NBR ISO 14064 Fonte: Norma ABNT NBR ISO 14064 1: 2007. Figura 23 - Banner para disposição no evento Figura 24 - Caneca para minimização de resíduo Figura 25 - Carona Fenasan - Hotsite Figura 26 - Formulário para aplicação do Questionário Figura 27 - Canecas com mensagens para Programa 3Rs Figura 28 Planilha utilizada para o cálculo do GEE Figura 29 - B&F Dias Figura 30 - Amitech Brasil Figura 31 - Amanco Brasil 31
Figura 32 Parceria AESabesp e MA Figura 33 Plantio de mudas Figura 34 Plantio de mudas Figura 35 Plantio de mudas Figura 36 Equipe de Coordenação e Educação Ambiental 8.4. Anexos anúncios e releases publicados na mídia AESabesp Jornal 129 mar abr/10 Jornal 130 mai jun/10 Jornal 132 set out/10 Saneas 36 jan-fev- mar/10 Saneas 37 abr-mai-jun/10 Saneas 38 jul ago set/10 8.5. Material de comunicação Figura 23 - Banner para disposição no evento Figura 24 - Caneca para minimização de resíduos 32
8.6. Material utilzado para ação de Uso de transporte Figura 25 - Carona Fenasan - Hotsite Figura 26 - Formulário para aplicação do Questionário 8.7. Material utilizado no Programa 3Rs Figura 27 - Canecas com mensagens para Programa 3Rs 33
8.8. Formulário utilizado para cálculo de GEE Cálculadora de Emissão de CO 2 e para site Florestas do Futuro Energia elétrica da rede Atividade Consumo KWh Consumo de Energia Elétrica 0 0.291 GLP (Gás Liquefeito de Petróleo - Botijão) Atividade Kg consumidos por mês OU Número de botijões por ano Consumo de gás de cozinha 0 12 0 13 Gás Natural (Gás de encanamento) Atividade Metros cúbicos consumidos por mês Gás de cozinha ou aquecimento de água 0 2.2 Transporte terrestre Veículo movido a gasolina Km rodados por mês Pequeno (até 1.4L) 0 0.16 Médio (de 1.5 a 2.0L) 0 0.19 Grande (maior que 2.0L) 0 0.22 Motocicletas 0 0.11 Veículo movido a álcool Km rodados por mês Pequeno (até 1.4L) 0 0.08 34
Médio (de 1.5 a 2.0L) 0 0.09 Grande (maior que 2.0L) 0 0.22 Veículo movido a diesel Km rodados por mês Carro 0 0.319 Ônibus em perímetro urbano 0 0.19 Ônibus em rodovia 0 0.05 Veículo movido a Gás Natural Veicular (GNV) Km rodados por mês Carro 0 0.148 Transporte aéreo Trecho voado Número de viagens por ano (ida e volta) Viagem nacionail* 0 0.12 Viagem internacional** 0 0.11 *Utilizando como padrão 1.600km (ida e volta) ou seja, 800km cada trecho. **Utilizando como padrão 20.000km (ida e volta), ou seja, 10.000 cada trecho. Resíduos sólidos Destinação Quantidade gerada por dia (Kg) Aterro 0 2 Figura 28 Planilha utilizada para o cálculo do GEE 35
8.9. Ação integrada Projeto de Neutralização e Prêmio AESabesp Figura 29 - B&F Dias Figura 30 - Amitech Brasil Figura 31 - Amanco Brasil 36
8.10. Compensação Plantio Figura 32 Parceria AESabesp e MA Figura 33 - Plantio de mudas Figura 34 - Plantio de mudas Figura 35 - Plantio de mudas 8.11. Equipe de Coordenação e Educação Ambiental Alzira Amâncio Garcia-TA, Vanessa Hasson-AESabesp, Sonia Maria Nogueira-AESabesp e Silva e Maria Aparecida S. Paula Santos-AESabesp Figura 36 - Equipe de Coordenação e Educação Ambiental 37
9. Referências bibliográfica. Ciclo do Carbono. Disponível em: http://www.oficinadocarbono.com.br/index_arquivos/oquefazemos.htm?gclid=ciop_ixnnk ccfafk7aodrf-qea. Acesso em 01 de jun. 2010.. Neutralização de Carbono. Disponível em: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/ambiente/conteudo_254976.shtml. Acesso em 10 de jun. 2010.. Programa Florestas do Futuro. Disponível em: http://www.florestasdofuturo.org.br/paginas/home.php?pg=neutralizacao_index. Acesso em 10 de jun. 2010.. Gestão de Carbono e Sustentabilidade. Disponível em: http://www.maxambiental.com.br/. Acesso em 13 de jun.2010. Relatório Carbon Free 2007, 2008 e 2009. Disponível em: http://www.fenasan.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=147:restauroflorestal-conta-com-o-apoio-da-aesabesp-em-2009&catid=46:releases-feira&itemid=69. Seminário A Politica Estadual de Mudanças Climáticas: um caminho para a Economia Verde (ENERGIA). Seminário Economia Verde 2010. Disponível em: http://www.seminarioeconomiaverde.com.br/palestrantes.html 38
10. Lista de abreviação AESABESP Associação dos Engenheiros da Sabesp GEE Gas de Efeito Estufa ESI - Elevatória Santa Inês TA - Superintendência de Gestão Ambiental MA - Superintendência Unidade de Negócio de Produção de Água da Metropolitana MN Superintendência Unidade de Negócio Norte 39