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Rosely Sayão
Zeitgeist Espírito da época, espírito do tempo ou sinal dos tempos. O Zeitgeist significa, em suma, o conjunto do clima intelectual e cultural do mundo, numa certa época, ou as características genéricas de um determinado período de tempo.
SIMPATIA
INTUIÇÃO
INTELIGÊNCIA
COMPREENSÃO
A quinta...
CHEGAMOS A UM PONTO EM QUE TEMOS QUE EDUCAR AS PESSOAS NAQUILO QUE NINGUÉM SABIA ONTEM, E PREPARÁ-LAS PARA AQUILO QUE NINGUÉM SABE AINDA O QUE É, MAS QUE ALGUNS TERÃO DE SABER AMANHÃ. MARGARET MEAD, ANTROPÓLOGA NORTE-AMERICANA (1901-1978)
O RAPTO DE PROSERPINA, DE GIAN LORENZO BERNINI (1598-1680)
RODA DE BICICLETA, MARCEL DUCHAMP (1887-1968)
Eu não acredito em arte, acredito no artista. Eu não acredito apenas na Base, acredito na inovação e na criatividade dos professores.
(...) Não se deve esquecer qual deve ser a educação e como se deve educar. Nos tempos modernos, as opiniões diferem. Não há consenso quanto àquilo que os jovens devem aprender, nem quanto à virtude, nem quanto àquilo que se faz necessário para uma vida melhor. Também não está claro se a educação deveria preocupar-se mais com a formação do intelecto ou do caráter. Aristóteles, Política, VIII, 1 e 2 320 a.c
UM DOS TRAÇOS EVIDENTES DE NOSSOS TEMPOS É QUE O SENTIDO DO PRESENTE É PROCURADO MUITO MAIS NO FUTURO QUE NO PASSADO. O FUTURO PROJETA SOBRE O PRESENTE UMA SOMBRA TÃO ESCURA QUANTO A QUE ANTIGAMENTE ERA PROJETADA PELO PASSADO. A MODERNIDADE É A ÉPOCA DA DÚVIDA COMO VALOR. CONTARDO CALLIGARIS
Futuro recente
Nas últimas 5 décadas...
70 s 80 s 90 s 00 s 10 s 10 18 hardware software redes mobilidade...das coisa RS E IA
Disrupção
TÍTULO DO SLIDE
O MAL-ESTAR DA PÓS-MODERNIDADE DECORRE DA LIBERDADE, E NÃO DA OPRESSÃO. ZYGMUNT BAUMAN, FILÓSOFO POLONÊS
BNCC x CURRÍCULO Plano de aula do professor PPP da escola Currículo da rede BNCC 1 2 3 A Base Nacional Comum Curricular é uma referência obrigatória, mas não é o currículo Seu papel é ser um insumo para a elaboração e revisão dos currículos da educação básica Base dá o rumo da educação, isto é, diz aonde se quer chegar, enquanto os currículos traçam os caminhos
VOCÊ É OTIMISTA
EVOLUÇÃO RELAÇÃO INDIVÍDUO ASPECTO Ciclo da vida INTERDEPENDÊNCIA AUTONOMIA MATURIDADE FILOSÓFICO INDEPENDÊNCIA HETERONOMIA JUVENTUDE EMOCIONAL DEPENDÊNCIA ANOMIA INFÂNCIA FÍSICO
ESCOLA SOCIEDADE BNCC GLOBALIZAÇÃO/REDES REV. DO CONHECIMENTO X COMPETITIVO REV. FRANCESA/INDUSTRIAL X SEM CONCORRENTES REVOLUÇÃO AGRÍCOLA /
Criatividade Inovação
Paráfrase Quando a recuperação de um texto por outro se faz de maneira dócil, isto é, retomando seu processo de construção em seu efeito de sentido.
Canção do Exílio, de Gonçalves Dias "Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá; As aves, que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá. Nosso céu tem mais estrelas, Nossas várzeas têm mais flores, Nossos bosques têm mais vida, Nossa vida mais amores. Em cismar, sozinho, à noite, Mais prazer encontro eu lá; Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá. Minha terra tem primores, Que tais não encontro eu cá; Em cismar sozinho, à noite Mais prazer encontro eu lá; Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá. Não permita Deus que eu morra, Sem que eu volte para lá; Sem que desfrute os primores Que não encontro por cá; Sem qu'inda aviste as palmeiras, Onde canta o Sabiá." Canção do Exílio, de Murilo Mendes "Minha terra tem macieiras da Califórnia onde cantam gaturamos de Veneza. Os poetas da minha terra são pretos que vivem em torres de ametista, os sargentos do exército são monistas, cubistas, os filósofos são polacos vendendo a prestações. A gente não pode dormir com os oradores e os pernilongos. Os sururus em família têm por testemunha a Gioconda. Eu morro sufocado em terra estrangeira. Nossas flores são mais bonitas nossas frutas mais gostosas mas custam cem mil réis a dúzia. Ai quem me dera chupar uma carambola de verdade e ouvir um sabiá con certidão de idade!" Canto de Regresso à Pátria, de Oswald de Andrade "Minha terra tem palmares Onde gorjeia o mar Os passarinhos daqui Não cantam como os de lá Minha terra tem mais rosas E quase tem mais amores Minha terra tem mais ouro Minha terra tem mais terra Ouro terra amor e rosas Eu quero tudo de lá Não permita Deus que eu morra Sem que eu volte para lá Não permita Deus que eu morra Sem que volte pra São Paulo Sem que veja a Rua 15 E o progresso de São Paulo." Canção do Exílio, de Casimiro de Abreu "Se eu tenho de morrer na flor dos anos Meu Deus! não seja já; Eu quero ouvir na laranjeira, à tarde, Cantar o sabiá! Meu Deus, eu sinto e tu bem vês que eu morro Respirando este ar; Faz que eu viva, Senhor! dá-me de novo Os gozos do meu lar! O país estrangeiro mais belezas Do que a pátria não tem; E este mundo não vale um só dos beijos Tão doces duma mãe! Dá-me os sítios gentis onde eu brincava Lá na quadra infantil; Dá que eu veja uma vez o céu da pátria, O céu do meu Brasil!"
Nova Canção do Exílio, de Carlos Drummond de Andrade "Um sabiá na palmeira, longe. Estas aves cantam um outro canto. O céu cintila sobre flores úmidas. Vozes na mata, e o maior amor. Só, na noite, seria feliz: um sabiá, na palmeira, longe. Onde tudo é belo e fantástico, só, na noite, seria feliz. (Um sabiá na palmeira, longe.) Ainda um grito de vida e voltar para onde tudo é belo e fantástico: a palmeira, o sabiá, o longe." Jogos Florais, Cacaso I Minha terra tem palmeiras onde canta o tico-tico. Enquanto isso o sabiá vive comendo o meu fubá. Ficou moderno o Brasil ficou moderno o milagre: a água já não vira vinho, vira direto vinagre. II Minha terra tem Palmares memória cala-te já. Peço licença poética Belém capital Pará. Bem, meus prezados senhores dado o avançado da hora errata e efeitos do vinho o poeta sai de fininho. (será mesmo com 2 esses que se escreve paçarinho?) (Antônio Carlos Ferreira de Brito - Cacaso)
Canção do Exílio, de Gonçalves Dias "Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá; As aves, que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá. Nosso céu tem mais estrelas, Nossas várzeas têm mais flores, Nossos bosques têm mais vida, Nossa vida mais amores. Em cismar, sozinho, à noite, Mais prazer encontro eu lá; Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá. Minha terra tem primores, Que tais não encontro eu cá; Em cismar sozinho, à noite Mais prazer encontro eu lá; Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá. Não permita Deus que eu morra, Sem que eu volte para lá; Sem que desfrute os primores Que não encontro por cá; Sem qu'inda aviste as palmeiras, Onde canta o Sabiá." Hino Nacional (...) Deitado eternamente em berço esplêndido, Ao som do mar e à luz do céu profundo, Fulguras, ó Brasil, florão da América, Iluminado ao sol do Novo Mundo! Do que a terra mais garrida Teus risonhos, lindos campos têm mais flores; "Nossos bosques têm mais vida", "Nossa vida" no teu seio "mais amores". Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve! Salve! (...) Olavo Bilac A Pátria Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste! Criança! não verás nenhum país como este! Olha que céu! que mar! que rios! que floresta! A Natureza, aqui, perpetuamente em festa, É um seio de mãe a transbordar carinhos. Vê que vida há no chão! vê que vida há nos ninhos, Que se balançam no ar, entre os ramos inquietos! Vê que luz, que calor, que multidão de insetos! Vê que grande extensão de matas, onde impera Fecunda e luminosa, a eterna primavera! (...) País Tropical, Jorge Ben Moro num país tropical Abençoado por Deus E bonito por natureza (Mas que beleza) Em fevereiro (Em fevereiro), tem carnaval (Tem carnaval,) Tenho um fusca e um violão Sou Flamengo e tenho uma nega chamada Teresa Sambaby, sambaby, (...) Eu posso não ser um bandleador (pois é) Mas assim mesmo lá em casa, todos meus amigos Meus camaradas, me respeitam (pois é) Essa é a razão da simpatia do poder, Do algo mais é da alegria.
País Tropical, Jorge Ben Moro num país tropical Abençoado por Deus E bonito por natureza (Mas que beleza) Em fevereiro (Em fevereiro), tem carnaval (Tem carnaval,) Tenho um fusca e um violão Sou Flamengo e tenho uma nega chamada Teresa Sambaby, sambaby, (...) Eu posso não ser um bandleador (pois é) Mas assim mesmo lá em casa, todos meus amigos Meus camaradas, me respeitam (pois é) Essa é a razão da simpatia do poder, Do algo mais é da alegria. Prá frente Brasil, Os Incríveis Noventa milhões em ação Pra frente Brasil, no meu coração Todos juntos, vamos pra frente Brasil Salve a seleção!!! De repente é aquela corrente pra frente, parece que todo o Brasil deu a mão! Todos ligados na mesma emoção, tudo é um só coração! Todos juntos vamos pra frente Brasil! Salve a seleção! Todos juntos vamos pra frente Brasil! Salve a seleção! Gol! Somos milhões em ação Pra frente Brasil, no meu coração Todos juntos, vamos pra frente Brasil Salve a seleção!!! De repente é aquela corrente pra frente, parece que todo o Brasil deu a mão! Todos ligados na mesma emoção, tudo é um só coração! Coração verde amarelo Na torcida são milhões de treinadores Cada um já escalou a seleção O verde o amarelo são as cores Que a gente pinta no coração A galera vibra canta e se agita E unida grita é tetra campeão No toque de bola pra nossa escola Nossa maior tradição Eu sei que vou, vou do jeito que eu sei De gol em gol, com direito a replay Eu sei que vou com o coração batendo a mil É taça na raça, Brasil Eu sei que vou, vou do jeito que eu sei De gol em gol, com direito a replay Eu sei que vou com o coração batendo a mil É taça na raça, Brasil
Retificação, Claudius Hermann Portugal As palmeiras derrubam Para no seu lugar construírem uma auto-estrada O Sabiá ganhou um festival nos idos de 68 Mas está sendo rapidamente exterminado Ou anda preso em uma gaiola O exílio da minha terra deixou de ser uma canção Tropicália, Caetano Veloso Sobre a cabeça os aviões Sob os meus pés, os caminhões Aponta contra os chapadões, meu nariz Eu organizo o movimento Eu oriento o carnaval Eu inauguro o monumento No planalto central do país Viva a bossa, sa, sa Viva a palhoça, ça, ça, ça, ça O monumento é de papel crepom e prata Os olhos verdes da mulata A cabeleira esconde atrás da verde mata O luar do sertão O monumento não tem porta A entrada é uma rua antiga, Estreita e torta E no joelho uma criança sorridente, Feia e morta, Estende a mão Viva a mata, ta, ta Viva a mulata, ta, ta, ta, ta No pátio interno há uma piscina Com água azul de Amaralina Coqueiro, brisa e fala nordestina E faróis Na mão direita tem uma roseira Autenticando eterna primavera E no jardim os urubus passeiam A tarde inteira entre os girassóis
CONFIRMAR A INFORMAÇÃO CONFIRMAR O USO DO CONHECIMENTO EMITIR UM JULGAMENTO RECONHECER A INFORMAÇÃO Definição, Dicionário, eventos, filmes, artigos de revistas, ler um texto, vídeos, etc. Estabelecer conclusões, emitir uma opinião, discutir em grupo, fazer recomendaçõe, autoavaliação, etc. Definir Descrever Identificar Classificar Memorizar Nomear Recitar Reconhecer Selecionar Escrever Avaliar Julgar Informar Criticar Comparar Relacionar Considerar Estabelecer Analogias, resumos, conclusões, relação causa e consequência, etc. Expressar Identificar Parafrasear Confirmar Ilustrar Transformar Desenvolver Criar Planificar Desenhar Inventar Sintetizar Compreensão Aprendizagem Síntese ORGANIZAR AS PARTES Comparar Relacionar Inferir Generalizar Defender Resumir Explicar Produzir Levantar hipóteses Combinar Obra, texto, artigo, poema, música, reportagem, história, formular hipóteses, etc. Fotografia, diagrama, texto, gráfico, gravações, etc. Aplicar Interpretar Construir Modificar Classificar Pintar Descobrir Preparar Reportar Dramatizar Analisar Categorizar Identificar Comparar Distinguir Inferir Investigar Separar Examinar Simplificar Relacionar Resolver problemas da vida cotidiana; Criar um diagrama, ilustração, escultura, pintura, teatro, fotografia, filme, etc. Decompor um argumento; estabelecer uma conclusão, fazer uma representação gráfica, trabalho com lógica, etc. APLICAR O CONHECIMENTO SEPARAR EM PARTES - DECOMPOR
Conteúdo Conceitos
Sala de aula
Alto Quarto UTI
(EF05MA04) Identificar frações equivalentes.
(EF05MA04) Identificar frações equivalentes.
(EF05MA04) Identificar frações equivalentes.
É preciso que alguma coisa mude, para que tudo fique na mesma. Giuseppe Tomasi di Lampedusa
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