APOSTILA LINUX USUÁRIO PARTE 1 - LINUX
|
|
|
- Aníbal Henriques Malheiro
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 APOSTILA LINUX USUÁRIO PARTE 1 - LINUX 1
2 Sumário 1. Linux Características GPL Distribuições Diferenças entre o Windows e o Linux Sistema de Arquivos no Linux Arquivos Sistema de Arquivos Estrutura básica de diretórios do Sistema Linux Conta Tipos de arquivos Acesso a arquivos Identificação de discos e partições em sistemas Linux Permissões de acesso a arquivos e diretórios Donos, grupos e outros usuários Tipos de Permissões de acesso Etapas para acesso a um arquivo/diretório chmod Exemplos de permissões de acesso: chgrp chown Modo de permissão octal umask Comandos básicos do Sistema Ajuda e Documentação Instalação de pacotes via APT Usuários e Grupos Data e Hora Informações do Sistema Arquivos e Diretórios Sistema de Arquivos Utilitários de Texto Monitoramento de Acesso Administração de Usuários
3 1 O Linux O Linux é um sistema operacional criado em 1991 por Linus Torvalds na universidade de Helsinki na Finlândia. É um sistema Operacional de código aberto distribuído gratuitamente pela Internet. Seu código fonte é liberado como Free Software (software livre), sob licença GPL, o aviso de copyright do kernel feito por Linus descreve detalhadamente isto e mesmo ele não pode fechar o sistema para que seja usado apenas comercialmente. Isto quer dizer que você não precisa pagar nada para usar o Linux, e não é crime fazer cópias para instalar em outros computadores, nós inclusive incentivamos você a fazer isto. Ser um sistema de código aberto pode explicar a performance, estabilidade e velocidade em que novos recursos são adicionados ao sistema. O código fonte aberto permite que qualquer pessoa veja como o sistema funciona (útil para aprendizado), corrija alguma problema ou faça alguma sugestão sobre sua melhoria, esse é um dos motivos de seu rápido crescimento, do aumento da compatibilidade de periféricos (como novas placas sendo suportadas logo após seu lançamento) e de sua estabilidade. Outro ponto em que ele se destaca é o suporte que oferece a placas, CD-Roms e outros tipos de dispositivos de última geração e mais antigos (a maioria deles já ultrapassados e sendo completamente suportados pelo sistema operacional). Este é um ponto forte para empresas que desejam manter seus micros em funcionamento e pretendem investir em avanços tecnológicos com as máquinas que possui. 1.2 Características É livre e desenvolvido voluntariamente por programadores experientes, hackers, e contribuidores espalhados ao redor do mundo que tem como objetivo a contribuição para a melhoria e crescimento deste sistema operacional. Convivem sem nenhum tipo de conflito com outros sistemas operacionais instalados no mesmo computador. Multiusuário. Conectividade com outros tipos de plataformas como Apple, Sun, Macintosh, Sparc, Alpha, PowerPc, ARM, Unix, Windows, DOS. Utiliza permissões de acesso a arquivos, diretórios e programas em execução na memória RAM. Proteção entre processos executados na memória RAM Suporte a mais de 63 terminais virtuais (consoles) Modularização - O Linux somente carrega para a memória o que é usado durante o processamento, liberando totalmente a memória assim que o programa/dispositivo é finalizado. Não há a necessidade de se reiniciar o sistema após a modificar a configuração de qualquer periférico ou parâmetros de rede. Somente é necessário reiniciar o sistema no caso de uma instalação interna de um novo periférico, falha em algum hardware (queima do processador, placa mãe, etc. Não precisa de um processador potente para funcionar. O sistema roda bem em computadores 386Sx 25 com 4MB de memória RAM (sem rodar o sistema gráfico X, que é recomendado 32MB de RAM). Já pensou no seu desempenho em um Pentium, Xeon, ou Athlon? Suporte nativo a dispositivos SATA, PATA, Fiber Channel Suporte nativo a virtualização, onde o Linux se destaca como plataforma preferida para execução de outros sistemas operacionais. Rede TCP/IP mais rápida que no Windows e tem sua pilha constantemente melhorada. 3
4 1.3 GPL GPL, sigla de General Public License (Licença Pública Geral), é uma licença de software livre publicada pelo Projeto GNU com a intenção de permitir que software possa ser distribuído de maneira livre, utilizando a filosofia de deixar copiar tudo o que é software livre. As licenças do Projeto GNU têm o respaldo legal da constituição dos EUA, por terem sido publicadas pela Free Software Foundation, e são válidas em todos os países que aceitam o acordo internacional de respeito a patentes e direitos autorais. A GPL permite que programas sejam distribuídos e reaproveitados, mantendo, porém, os direitos do autor, e sem permitir que essa informação seja usada de maneira indevida. A licença não permite, por exemplo, que o código seja apoderado por outra pessoa, ou que sejam impostos sobre ele restrições que impeçam que ele seja distribuído da mesma maneira. Em termos gerais, a GPL baseia-se nas 4 liberdades: 1. A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade no. 0) 2. A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade numero 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade. 3. A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade numero 2). 4. A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade numero 3). 1.4 Distribuições Conectiva É a distribuição brasileira de maior destaque e com certeza a distribuição brasilira mais usada. Não é difícil encontrar o pacote Conectiva Desktop ou Servidor em uma loja de software. Até mesmo em outros países da América Latina essa distribuição tem seu destaque. Existem escolas que são credenciadas a darem cursos e certificados reconhecidos pela Conectiva SA, o que ajuda muito na hora de procurar um emprego. Toda sua documentação está em Português. Red Hat É a distribuição mais famosa de todas, o que fez com que várias distribuições pelo mundo se baseassem nela, inclusive a principal distribuição brasileira, a Conectiva, que em seu início era apenas uma recompilação do Red Hat. A Red Hat criou o o sistema de empacotamento rpm, que é mais ou menos como o setup do Windows e tem a denominação Red Hat Package Manager. Sendo assim, se você observar o CD da sua distribuição e ele for composto por ícones denominados RPMs, significa que você está usando uma distribuição baseada no Red Hat. Essa distribuição também foi responsável por criar ferramentas que o auxiliam na detecção de placas de som, como o sndconfig, configuração de placas de vídeo, como Xconfigurator e configuração geral, com o Setup incluindo configuração de vídeo, som, mouse, teclado, timer, impressoras, tudo em uma única ferramenta. 4
5 Também possui um ótimo gerenciador do sistema chamado linuxconf, seria mais ou menos como o painel de controle do Windows, você cria usuários, administra sua estação, seu servidor web, e muito mais. Mandrake É a distribuição preferida e a mais indicada para quem está iniciando em Linux. A empresa Francesa MandrakeSoft aposta num sistema com muitas ferramentas que vão auxiliar quem está iniciando em Linux. Esta distribuição é baseada no Red Hat e tem um grande número de adeptos. Se diferencia das outras distribuições por ter suas próprias ferramentas de configuração, como Harddrake, para configuração de dispositivos, DrakX, para configuração de vídeo e DrakFont, para buscar fontes do Windows. Slackware É uma distribuição muito usada por quem já adquiriu uma certa experiência com o Linux. Os profissionais adoram esse Linux, por ele ser praticamente todo configurado em modo texto, o que faz com o que as pessoas conheçam a fundo o seu sistema. Se destaca também por ser um ou se não o mais estável dos Linux atuais. Debian É uma das únicas distribuições que não é mantida por uma empresa. O Debian é todo desenvolvido por voluntários e estudantes de uma universidade. Foi inovador criando uma ferramenta chamada apt-get, que atualiza o sistema resolvendo todas as dependências de pacotes. Esta ferramenta inclusive está presente na distribuição brasileira Conectiva. Kurumin É uma distribuição linux baseada no Knoppix e que mantém o mesmo sistema de detecção de hardware desta distribuição. Todavia, o Kurumin foi projetado para que fosse bem mais compacto, cabendo, assim, em suas versões iniciais, em um minicd de 80 mm. Inicialmente o seu desenvolvedor, Carlos E. Morimoto, deu início ao projeto apenas para fins de uso pessoal; porém, ao anunciar a sua criação no seu site, muita gente demonstrou interesse pelo projeto, o que incentivou Morimoto a levar o projeto adiante. Segundo o sítio DistroWatch, Kurumin é a distribuição Linux mais popular no Brasil. O nome kurumin vêm da Língua tupiguarani, onde "curumim" significa menino, criança, em uma alusão a uma distribuição Linux mais leve e simples, para iniciantes no sistema. A letra k no início da palavra é uma referência ao Knoppix. O logotipo do Kurumin é um pingüim com aspecto infantil: pequeno, simpático e mais magro do que o Tux, o pingüim que representa o Linux em si. Outras características notáveis são o cocar e suas cores, que representam a Bandeira do Brasil. Ubuntu O Ubuntu é uma distribuição Linux baseada em Debian, com edições regulares (a cada seis meses), com uma grande atenção nos utilizadores e na facilidade de uso e um comprometimento com suporte e actualizações de segurança durante 18 meses para cada edição. O Ubuntu usa as versões mais recentes do Gnome e uma selecção de software (para desktop e servidores) num simples CD (ou DVD) de instalação. Estão também disponíveis outros ambientes de trabalho, em 5
6 geral suportados pela comunidade como é o caso do KDE. Existem também CD/DVD de instalação focados para um ou outro segmento de utilizadores, como é o caso do Edubuntu. Com uma instalação base Ubuntu pode facilmente converter entre diferentes ambientes de trabalho ou aplicações instaladas por omissão. 1.5 Diferenças entre o Windows e o Linux Acesso completo versus Sem acesso Provavelmente, a maior diferença entre o Windows e o Linux, é que no Linux você tem acesso completo ao código fonte. Isso ocorre porque o Linux está sob a GNU Public License (GPL), e todos os usuários, de todos os tipos, podem acessar (e alterar) o código do kernel do sistema. Você quer fazer o mesmo com o Windows? Boa sorte. A menos que você faça parte de um seleto grupo de pessoas, você nunca irá botar os olhos no código do Windows. Liberdade de licença versus Restrições de licença Com um sistema Linux, licenciado sob a GPL, você é livre para modificar, lançar novamente e até vender os aplicativos que você usa (desde que mantenha o código fonte disponível). Além disso, com a GPL, você pode baixar uma simples cópia de uma distribuição Linux e instalar em quantas máquinas você queira. Com a licença Microsoft, você não pode fazer nenhum dos dois. Você é obrigado a usar apenas o número de licenças compradas. Se comprou 10 licenças do Windows para sua empresa, por exemplo, só pode instalar o Windows legalmente, em 10 máquinas. Linha de comando versus Sem linha de comando Não importa onde a evolução do Linux chegue, ou quão fantástico o ambiente desktop possa se tornar, a linha de comando será sempre uma ferramenta imprescindível para propósitos administrativos. É difícil imaginar uma máquina com Linux sem a linha de comando. Entretanto, para o usuário final, já é algo bastante próximo da realidade. Você pode usar o Linux por anos sem jamais tocar na linha de comando, assim como você faz no Windows. E embora você possa utilizar a linha de comando no Windows, ela não será tão poderosa quanto é no Linux. A Microsoft tende a esconder o prompt de comando do usuário. A menos que você acesse o executar e entre com cmd, o usuário provavelmente nem saberá que a linha de comando existe no Windows. E mesmo que ele consiga acessá-la, qual é a sua real utilidade? Instalação centralizada de aplicativos vs. Instalação descentralizada Com qualquer distribuição Linux atual, você tem um local onde é possível procurar, adicionar ou remover softwares. São os gerenciadores de pacotes, como o Synaptic. Com ele, você pode abrir uma única ferramenta, procurar por uma aplicação (ou um grupo de aplicações) e instalar sem fazer qualquer busca na internet. O Windows não tem nada parecido com isso. No Windows, você precisa saber onde encontrar o software que você pretende instalar, baixar o software (ou colocar o CD no drive), e executar setup.exe ou install.exe. Por muitos anos pensamos que instalar aplicativos no Windows era mais fácil que no Linux, e por muitos anos estavamos certos. Não agora. Instalar aplicativos no Linux é simples, indolor e centralizado. 6
7 Flexibilidade versus Rigidez É comum compararmos Linux e Windows a outros hábitos do cotidiano. Carros e motos, casas e apartamentos mas vamos tentar nos ater ao desktop em si. A não ser que você pretenda pagar para instalar um aplicativo de terceiros, para alterar a aparência, por exemplo, no Windows você terá que se contentar com o que a Microsoft decidiu que é bom pra você. No Linux, você pode confortavelmente fazer seu desktop ter o look and feel que é a sua cara. Você pode ter exatamente o que você quer. Desde um ambiente gráfico simples, como o Fluxbox, até uma experiência 3D completa com o Compiz. Custo por software No linux a maioria distribuições estão disponíveis gratuitamente, já no Windows entre R$ 300,00 e R$ 700,00, de acordo com a versão desejada. Muitos dos softwares, utilitários e jogos disponíveis no Linux são freeware e/ou código-fonte aberto. Mesmo programas complexos como o Gimp, OpenOffice, StarOffice, e o Wine estão disponíveis gratuitamente ou a baixo custo. Embora o Windows tenha softwares, utilitários e jogos de graça, a maioria dos programas custam entre US$ 20,00 e US$ 200,00+ por cópia. Segurança Linux é e sempre foi um sistema operacional muito seguro. Embora ele ainda possa ser atacado, quando comparado ao Windows é muito mais seguro. Embora a Microsoft tenha feito grandes melhorias ao longo dos anos com a segurança em seu sistema operacional, o Windows continua a ser mais vulnerável a vírus e outros ataques. 7
8 2 Sistema de Arquivos no Linux 2.1 Arquivos Conceitualmente, arquivos são mecanismos de abstração que fornece uma forma de armazenar e recuperar informações em disco. A característica mais importante de qualquer mecanismo abstração é a forma de identificar os objetos como os quais o mecanismo trata. Quando um processo cria um arquivo, é preciso que tal arquivo receba um nome, normalmente dado pelo processo. Quando tal processo termina sua execução, o arquivo continua a existir, podendo ser acessado por outros processos, usando para tanto o nome atribuído ao arquivo. O Linux faz distinção entre nome maiúsculos e minúsculos. Normalmente um nome de arquivo é composto de nome e uma extensão, separada por ponto no Linux, o tamanho da extensão, se houver, fica a critério do usuário, e uma arquivo pode até ter duas ou mais extensões, exemplo: prog.c.z. Não há limite de números de caracteres utilizados para dar nome a arquivos. O Sistema Operacional Linux, olha o arquivo como uma sequência de byte, sem nenhuma estrutura, isto dá uma flexibilidade espantosa ao sistema de arquivo. Os programas de usuários, podem colocar o que desejarem nos arquivos e identificá-los da forma que lhe for mais conveniente, o Linux não influência em nada nesta processo de identificação. 2.2 Sistemas de Arquivos - ext2 : é um sistema de arquivos muito rápido pelo fato de não possuir um journal, sendo assim os dados são gravados diretamente. Quando ocorre algum crash, o fsck é acionado para averificação do sistema, sendo às vezes um processo lento e nem sempre com boas expectativas ocasionado quase sempre perda de dados. - ext3 : foi desenvolvido pelo doutor Stephen Tweedie e colaboradores na Red Hat, ele seria um ext2 com recurso de journaling e passou a ser suportado na versão 2.4 do Linux. No ext3 o journal usa uma camada chamada JDB (Journaling Block Device), que utiliza um método diferente na recuperação de dados, ao invés de armazenar bytes que devem ser gravados, ele armazena blocos modificados do sistema de arquivos na memória para poder rastrear as operações que ficaram pendentes, a vantagem é que ele não precisa lidar com a complexidade de gravar bytes no journal e a desvantagem é que o journal acaba ficando maior. - ReiserFS : criado por Hans Reiser especialmente para o Linux, atualmente ela é patrocinada pela SuSe e mantida pela empresa NameSys (sendo o filesystem padrão das distribuições GNU/Linux da SuSe), o ReiserFS não utiliza blocos de tamanho fixo, mas ajusta o tamanho de acordo com o arquivo, ele e muito rápido ao ler arquivos menores. O ReiserFS possui suporte a arquivos maiores que 2GB, o acesso a árvore de diretórios é mais rápido que o ext3, utiliza uma eficiente estrutura de dados chamada "balanced tree" ou árvore equilibrada pois, trata toda a partição como se fosse uma única tabela de banco de dados contendo diretórios, arquivos e arquivos de metadata, isso aumenta o desempenho de aplicativos que trabalham com arquivos pequenos (são lidos em apenas um I/O do HD), em um sistema de arquivo como ext2 o espaço no disco e alocado em blocos que variam de 512 a 4096 bytes ou até maior, se o arquivo exceder um múltiplo exato do tamanho do bloco ocorrerá desperdício de espaço no disco o ReiserFS não aloca em espaços fixos ou blocos ele aloca o tamanho exato que o arquivo precisa. O ReiserFS infelizmente não trabalha perfeitamente com o sistema de arquivos de rede NFS (Network File System), existem alguns patches para resolver o problema, mas eles 8
9 não o resolvem completamente. - JFS (Journaling File System) : criado pela IBM para uso em servidores corporativos, teve seu código liberado. O sistema de arquivos JFS também usa a estrutura Inode para armazenar a localização dos blocos de cada arquivo nas estruturas físicas do disco, a versão JFS2 armazena esses Inodes em uma árvore binária para acelerar o acesso a essas informações, esses blocos podem variar de 512 a 4096 bytes, a alocação dos Inodes é feita conforme vai sendo necessário. - XFS: desenvolvido originalmente pela Silicon Graphics e posteriormente disponibilizado o código fonte, o XFS possui vários patches e alguns bugs, mas é um sistema de arquivos muito rápido na gravação, possui um desfragmentador para arquivos. 2.3 Estrutura básica de diretórios do Sistema Linux O sistema GNU/Linux possui a seguinte estrutura básica de diretórios organizados segundo o FHS (Filesystem Hierarchy Standard): /bin Contém arquivos programas do sistema que são usados com freqüência pelos usuários. /boot Contém arquivos necessários para a inicialização do sistema. /cdrom Ponto de montagem da unidade de CD-ROM. /media Ponto de montagem de dispositivos diversos do sistema (rede, pen-drives, CD-ROM em distribuições mais novas). /dev Contém arquivos usados para acessar dispositivos (periféricos) existentes no computa dor. /etc Arquivos de configuração de seu computador local. /floppy Ponto de montagem de unidade de disquetes /home Diretórios contendo os arquivos dos usuários. /lib Bibliotecas compartilhadas pelos programas do sistema e módulos do kernel. /lost+found Local para a gravação de arquivos/diretórios recuperados pelo utilitário fsck.ext2. Cada partição possui seu próprio diretório lost+found. /mnt Ponto de montagem temporário. /proc Sistema de arquivos do kernel. Este diretório não existe em seu disco rígido, ele é colocado lá pelo kernel e usado por diversos programas que fazem sua leitura, verificam configurações do sistema ou modificar o funcionamento de dispositivos do sistema através da alteração em seus arquivos. /root Diretório do usuário root. /sbin Diretório de programas usados pelo superusuário (root) para administração e controle do 9
10 funcionamento do sistema. /tmp Diretório para armazenamento de arquivos temporários criados por programas. /usr Contém maior parte de seus programas. Normalmente acessível somente como leitura. /var Contém maior parte dos arquivos que são gravados com freqüência pelos programas do sistema, s, spool de impressora, cache, etc. 2.4 Conta É uma senha que é aberta pelo administrador do sistema (denominado de root) onde o usuário identificasse para o computador, que então dá acesso ao seu diretório de entrada, onde você pode executar os comandos permitidos a sua senha. No S.O padrão Unix, a conta é obrigatória para todos Tipos de arquivos O Linux suporta arquivos regulares, arquivos de diretório, arquivos especiais de caracteres e arquivos especiais blocados. Os arquivos regulares são aqueles que contém informações de usuários. Arquivos diretórios são arquivos usado na manutenção do sistema de arquivo. Arquivos especiais de caracteres estão diretamente ligado à entrada/saída e são usados para dispositivos seriais de entrada/saída, tais como terminais, impressoras e rede. Os arquivos especiais blocados são usado modelar dispositivos. 2.6 Acesso a arquivos O Sistema Operacional Linux, bem como os demais SO, trata o acesso a arquivos de forma radômica, ou seja, seus byte ou registros podem ser lidos em qualquer ordem. 10
11 3 Identificação de discos e partições em sistemas Linux No GNU/Linux, os dispositivos existentes em seu computador (como discos rígidos, usb, portas de impressora, modem, etc) são identificados por um arquivo referente a este dispositivo no diretório /dev. A identificação de discos rígidos no GNU/Linux é feita da seguinte forma: /dev/hd a 1 _Número que identifica o número da partição no disco rígido. _Letra que identifica o disco rígido (a=primeiro, b=segundo, etc...). _Sigla que identifica o tipo do disco rígido (hd=ide, sd=scsi, xt=xt). _Diretório onde são armazenados os dispositivos existentes no sistema. Abaixo algumas identificações de discos e partições em sistemas Linux: /dev/hda - Primeiro disco rígido na primeira controladora IDE do micro (primary master). /dev/hda1 - Primeira partição do primeiro disco rígido IDE. /dev/hdb - Segundo disco rígido na primeira controladora IDE do micro (primary slave). /dev/hdb1 - Primeira partição do segundo disco rígido IDE. /dev/sda - Primeiro disco rígido na primeira controladora SCSI ou SATA. /dev/sda1 - Primeira partição do primeiro disco rígido SCSI ou SATA. /dev/sdb - Segundo disco rígido na primeira controladora SCSI ou SATA. /dev/sdb1 - Primeira partição do segundo disco rígido SCSI ou SATA. /dev/sr0 - Primeiro CD-ROM SCSI. /dev/sr1 - Segundo CD-ROM SCSI. 11
12 4 Permissões de acesso a arquivos e diretórios A permissão de acesso protege o sistema de arquivos Linux do acesso indevido de pessoas ou programas não autorizados. A permissão de acesso do GNU/Linux também impede que um programa mal intencionado, por exemplo, apague um arquivo que não deve, envie arquivos para outra pessoa ou forneça acesso da rede para que outros usuários invadam o sistema. O sistema GNU/Linux é muito seguro e como qualquer outro sistema seguro e confiável impede que usuários iniciantes (ou mal intencionados) instalem programas enviados por terceiros sem saber para que eles realmente servem e causem danos irreversíveis em seus arquivos, seu micro ou sua empresa. 4.1 Donos, grupos e outros usuários dono - É a pessoa que criou o arquivo ou o diretório. O nome do dono do arquivo/diretório é o mesmo do usuário usado para entrar no sistema GNU/Linux. Somente o dono pode modificar as permissões de acesso do arquivo. As permissões de acesso do dono de um arquivo somente se aplicam ao dono do arquivo/diretório. A identificação do dono também é chamada de user id (UID). A identificação de usuário e o nome do grupo que pertence são armazenadas respectivamente nos arquivos /etc/passwd e /etc/group. Estes são arquivos textos comuns e podem ser editados em qualquer editor de texto, mas tenha cuidado para não modificar o campo que contém a senha do usuário encriptada (que pode estar armazenada neste arquivo caso não estiver usando senhas ocultas). grupo - Para permitir que vários usuários diferentes tivessem acesso a um mesmo arquivo (já que somente o dono poderia ter acesso ao arquivo), este recurso foi criado. Cada usuário pode fazer parte de um ou mais grupos e então acessar arquivos que pertençam ao mesmo grupo que o seu (mesmo que estes arquivos tenham outro dono). Por padrão, quando um novo usuário é criado, o grupo ele pertencerá será o mesmo de seu grupo primário. A identificação do grupo é chamada de gid (group id). Outros - É a categoria de usuários que não são donos ou não pertencem ao grupo do arquivo. Cada um dos tipos acima possuem três tipos básicos de permissões de acesso que serão vistas na próxima seção Tipos de Permissões de acesso Quanto aos tipos de permissões que se aplicam ao dono, grupo e outros usuários, temos 3 permissões básicas: r - Permissão de leitura para arquivos. Caso for um diretório, permite listar seu conteúdo (através do comando ls, por exemplo). w - Permissão de gravação para arquivos. Caso for um diretório, permite a gravação de arquivos ou outros diretórios dentro dele. Para que um arquivo/diretório possa ser apagado, é necessário o acesso a gravação. x - Permite executar um arquivo (caso seja um programa executável). Caso seja um diretório, permite que seja acessado através do comando cd. As permissões de acesso a um arquivo/diretório podem ser visualizadas com o uso do comando ls -la. As 3 letras (rwx) são agrupadas da seguinte forma: 12
13 -rwxrwxrwx jose users teste Virou uma bagunça não? Vou explicar cada parte para entender o que quer dizer as 10 letras acima (da esquerda para a direita): - A primeira letra diz qual é o tipo do arquivo. Caso tiver um d é um diretório, um l um link a um arquivo no sistema, um - quer dizer que é um arquivo comum, etc. - Da segunda a quarta letra (rwx) dizem qual é a permissão de acesso ao dono do arquivo. Neste caso jose ele tem a permissão de ler (r - read), gravar (w - write) e executar (x - execute) o arquivo teste. - Da quinta a sétima letra (rwx) diz qual é a permissão de acesso ao grupo do arquivo. Neste caso todos os usuários que pertencem ao grupo users tem a permissão de ler (r), gravar (w), e também executar (x) o arquivo teste. - Da oitava a décima letra (rwx) diz qual é a permissão de acesso para os outros usuários. Neste caso todos os usuários que não são donos do arquivo teste tem a permissão para ler, gravar e executar o programa Etapas para acesso a um arquivo/diretório O acesso a um arquivo/diretório é feito verificando primeiro se o usuário que acessará o arquivo é o seu dono, caso seja, as permissões de dono do arquivo são aplicadas. Caso não seja o dono do arquivo/diretório, é verificado se ele pertence ao grupo correspondente, caso pertença, as permissões do grupo são aplicadas. Caso não pertença ao grupo, são verificadas as permissões de acesso para os outros usuários que não são donos e não pertencem ao grupo correspondente ao arquivo/diretório. Após verificar aonde o usuário se encaixa nas permissões de acesso do arquivo (se ele é o dono, pertence ao grupo, ou outros usuários), é verificado se ele terá permissão acesso para o que deseja fazer (ler, gravar ou executar o arquivo), caso não tenha, o acesso é negado, mostrando uma mensagem do tipo: Permission denied (permissão negada). As permissões de acesso (leitura, gravação, execução) para donos, grupos e outros usuários são independentes, permitindo assim um nível de acesso diferenciado chmod Muda a permissão de acesso a um arquivo ou diretório. Com este comando você pode escolher se usuário ou grupo terá permissões para ler, gravar, executar um arquivo ou arquivos. Sempre que um arquivo é criado, seu dono é o usuário que o criou e seu grupo é o grupo do usuário (exceto para diretórios configurados com a permissão de grupo s, será visto adiante). chmod [opções] [permissões] [diretório/arquivo] Onde: diretório/arquivo Diretório ou arquivo que terá sua permissão mudada. Opções: -v, verbose Mostra todos os arquivos que estão sendo processados. 13
14 -f, silent Não mostra a maior parte das mensagens de erro. -c, change Semelhante a opção -v, mas só mostra os arquivos que tiveram as permissões alteradas. -R, recursive Muda permissões de acesso do diretório/arquivo no diretório atual e subdiretórios. ugoa - Controla que nível de acesso será mudado. Especificam, em orugoa+-=rwxxst dem, usuário (u), grupo (g), outros (o), todos (a). +-= - + coloca a permissão, - retira a permissão do arquivo e = define a permissão exatamente como especificado. rwx - r permissão de leitura do arquivo. w permissão de gravação. x permissão de execução (ou acesso a diretórios). Observações: chmod não muda permissões de links simbólicos, as permissões devem ser mudadas no arquivo alvo do link. Também podem ser usados códigos numéricos octais para a mudança das permissões de acesso a arquivos/diretórios Exemplos de permissões de acesso: chmod g+r * Permite que todos os usuários que pertençam ao grupo dos arquivos (g) tenham (+) permissões de leitura (r) em todos os arquivos do diretório atual. chmod o-r teste.txt Retira (-) a permissão de leitura (r) do arquivo teste.txt para os outros usuários (usuários que não são donos e não pertencem ao grupo do arquivo teste.txt). chmod uo+x teste.txt Inclui (+) a permissão de execução do arquivo teste.txt para o dono e outros usuários do arquivo. chmod a+x teste.txt Inclui (+) a permissão de execução do arquivo teste.txt para o dono, grupo e outros usuários. chmod a=rw teste.txt Define a permissão de todos os usuários exatamente (=) para leitura e gravação do arquivo teste.txt chgrp Muda o grupo de um arquivo/diretório. chgrp [opções] [grupo] [arquivo/diretório] Onde: grupo - Novo grupo do arquivo/diretório. arquivo/diretório - Arquivo/diretório que terá o grupo alterado. Opções: -c, changes Somente mostra os arquivos/grupos que forem alterados. -f, silent Não mostra mensagens de erro para arquivos/diretórios que não puderam ser alterados. -v, verbose Mostra todas as mensagens e arquivos sendo modificados. 14
15 -R, recursive Altera os grupos de arquivos/sub-diretórios do diretório atual chown grupo. Muda dono de um arquivo/diretório. Opcionalmente pode também ser usado para mudar o chown [opções] [dono.grupo] [diretório/arquivo] Onde: dono.grupo Nome do dono.grupo que será atribuído ao diretório/arquivo. O grupo é opcional. diretório/arquivo Diretório/arquivo que o dono.grupo será modificado. Opções: -v, verbose Mostra os arquivos enquanto são alterados. -f, supress Não mostra mensagens de erro durante a execução do programa. -c, changes Mostra somente arquivos que forem alterados. -R, recursive Altera dono e grupo de arquivos no diretório atual e sub-diretórios. O dono.grupo pode ser especificado usando o nome de grupo ou o código numérico correspondente ao grupo (GID). Você deve ter permissões de gravação no diretório/arquivo para alterar seu dono/grupo. chown joao teste.txt - Muda o dono do arquivo teste.txt para joao. chown joao.users teste.txt - Muda o dono do arquivo teste.txt para joao e seu grupo para users. chown -R joao.users * - Muda o dono/grupo dos arquivos do diretório atual e sub- diretórios para joao/users (desde que você tenha permissões de gravação no diretórios e sub-diretórios) Modo de permissão octal Ao invés de utilizar os modos de permissão +r, -r, etc, pode ser usado o modo octal para se alterar a permissão de acesso a um arquivo. O modo octal é um conjunto de oito números onde cada número define um tipo de acesso diferente. É mais flexível gerenciar permissões de acesso usando o modo octal ao invés do comum, pois você especifica diretamente a permissão do dono, grupo, outros ao invés de gerenciar as permissões de cada um separadamente. Abaixo a lista de permissões de acesso octal: 0 - Nenhuma permissão de acesso. Equivalente a -rwx. 1 - Permissão de execução (x). 2 - Permissão de gravação (w). 3 - Permissão de gravação e execução (wx). 4 - Permissão de leitura (r). 5 - Permissão de leitura e execução (rx). 6 - Permissão de leitura e gravação (rw). 7 - Permissão de leitura, gravação e execução. Equivalente a +rwx. O uso de um deste números define a permissão de acesso do dono, grupo ou outros usuários. Um modo fácil de entender como as permissões de acesso octais funcionam, é através da seguinte 15
16 tabela: 1 = Executar 2 = Gravar 4 = Ler * Para Dono e Grupo, multiplique as permissões acima por x100 e x10. Basta agora fazer o seguinte: Somente permissão de execução, use 1. Somente a permissão de leitura, use 4. Somente permissão de gravação, use 2. Permissão de leitura/gravação, use 6 (equivale a 2+4 / Gravar+Ler). Permissão de leitura/execução, use 5 (equivale a 1+4 / Executar+Ler). Permissão de execução/gravação, use 3 (equivale a 1+2 / Executar+Gravar). Permissão de leitura/gravação/execução, use 7 (equivale a / Executar+Gravar+Ler). Vamos a prática com alguns exemplos: "chmod 764 teste" Os números são interpretados da direita para a esquerda como permissão de acesso aos outros usuários (4), grupo (6), e dono (7). O exemplo acima faz os outros usuários (4) terem acesso somente leitura (r) ao arquivo teste, o grupo (6) ter a permissão de leitura e gravação (w), e o dono (7) ter permissão de leitura, gravação e execução (rwx) ao arquivo teste. "chmod 40 teste" O exemplo acima define a permissão de acesso dos outros usuários (0) como nenhuma, e define a permissão de acesso do grupo (4) como somente leitura (r). Note usei somente dois números e então a permissão de acesso do dono do arquivo não é modificada (leia as permissões de acesso da direita para a esquerda!). Para detalhes veja a lista de permissões de acesso em modo octal no inicio desta seção. "chmod 751 teste" O exemplo acima define a permissão de acesso dos outros usuários (1) para somente execução (x), o acesso do grupo (5) como leitura e execução (rx) e o acesso do dono (7) como leitura, gravação e execução (rwx) umask A umask (user mask) são 3 números que definem as permissões iniciais do dono, grupo e outros usuários que o arquivo/diretório receberá quando for criado ou copiado. Digite umask sem parâmetros para retornar o valor de sua umask atual. A umask tem efeitos diferentes caso o arquivo que estiver sendo criado for binário (um programa executável) ou texto ( Arquivo texto e binário ). Veja a tabela a seguir para ver qual é a mais adequada a sua situação: 16
17 5 Comandos básicos do Sistema Um comando do Linux é uma palavra especial que representa uma ou mais ações. Um interpretador de comandos também é conhecido como terminal, shell ou modo texto. Ele é o programa responsável por interpretar essas instruções enviadas pelo usuário e seus programas para o kernel. Para abrir o modo texto: Vá ao menu Aplicativos > Acessórios > Terminal ou pressione simultaneamente as teclas Alt+F2, e na caixa de texto digite gnome-terminal e tecle Enter. 5.1 Ajuda e Documentação man: Exibe uma página do manual interno do Unix, para um dado comando ou ou recurso (isto é, qualquer utilitário do sistema que não seja comando, por exemplo, uma função de biblioteca). É como um "help" interno ao sistema. Sintaxe: man <comando> Onde "comando" é o nome do comando ou recurso que se deseja obter a ajuda. Para sair é só apertar q. help: Exibe informações sobre comandos internos do Bash. Sintaxe: help <comando> Onde "comando" é o nome do comando ou recurso que se deseja obter a ajuda. 5.2 Instalação de pacotes via APT apt-get update - Atualizar o banco de dados local do apt-get. Deve-se executar este comando frequentemente (eu executo diariamente) para que o apt-get busque sempre a lista de pacotes DEB mais recente. apt-get upgrade - Atualiza todos os pacotes que estão instalados no sistema. apt-get upgrade <nome_do_pacote> - Atualiza apenas o pacote especificado. apt-get check - Checa a integridade dos pacotes do sistema, ou seja, verifica se não há dependências quebradas. apt-get install <pacote> - Instala um novo pacote solucionando automaticamente os pacotes dos quais o aplicativo a ser instalado depende. Caso o pacote algum-pacote já esteja instalado, o apt-get tentará atualizá-lo. apt-get install --reinstall <nome_do_pacote> - Para reinstalar um pacote. apt-cache stats - Saber status do cache, como versões distintas, dependências. apt-cache search <nome_do_pacote> - Para procurar um pacote. apt-cache show <nome-do-pacote> - Faz uma busca pelo pacote e exibe alguns dados relacionados com o pacote. 17
18 apt-get dist-upgrade - Instala os pacotes básicos e tenta atualizar todo o sistema. apt-get remove <nome-do-pacote> - Remove o pacote e todas as suas dependências criadas. apt-get remove --purge <nome-do-pacote> - Remove o pacote e todas as suas dependencias criadas incluindo arquivos de configuração. apt-get -s upgrade - Visualiza os pacotes que voce poderá atualizar. apt-get -f install - Verifica as dependências automaticamente. apt-get install --reinstall <nome_do_pacote> - Para reinstalar um pacote. apt-get clean apt-get autoclean - Para remover arquivos de pacotes baixados pelo apt-get ou aptitude (que serão armazenados no diretório /var/cache/apt/archives/). 5.3 Usuários e Grupos adduser: Cria um novo usuário. Sintaxe: adduser <nome do usuário> userdel: Usado para remover uma conta de usuário do sistema, deletando todas entradas deste usuário nos arquivos. Sintaxe: userdel <nome do usuário> finger: Exibe informações dos usuários do sistema. Se um usuário não for passado ao comando o mesmo apresentará informações de todos usuários atualmente logados. Sintaxe: finger <nome do usuário> passwd: Altera a senha de um usuário exibindo um prompt para que a nova senha seja fornecida, e logo depois repetida para confirmação. O usuário logado pode alterar a própria senha digitando apenas passwd. passwd fulano para alterar a senha do usuário fulano. passwd -l fulano para bloquear a conta do usuário fulano. passwd -u fulano para desbloquear a conta do usuário fulano. passwd -d fulano para desativar a senha do usuário fulano deixando-o sem uma senha de acesso. groupadd: Cria um novo grupo no sistema. groupadd novogrupo para criar um novo grupo no sistema chamado novogrupo. groupadd -g 200 novogrupo para atribuir ao grupo novogrupo o GID 200. groupdel: Exclui um grupo no sistema. groupdel novogrupo para excluir o grupo chamado novogrupo. groupmod: Altera as informações de um grupo do sistema. groupmod -n velho_grupo novo_grupo para alterar o nome do grupo velho_grupo para novo_grupo. 18
19 id: Exibe os identificadores (Ids) reais e efetivos de usuário e de grupo de um usuário. Se não for especificado ao comando será exibido as informações do usuário atual. id fulano para exibir os Ids de usuário e grupo do usuário fulano. 5.4 Data e Hora date: Exibe e edita a data e a hora atuais do sistema, segue o formato mês, dia, hora e ano. date - para exibir a data e hora atual. date para alterar a data e hora para 14:50 h de 29/03/2007. cal: Exibe um simples calendário. hwclock: Consulta ou define o relógio do hardware (Hardware Clock). hwclock exibe a data e hora da do hardware (BIOS). hwclock -s" para atribuir ao sistema a data e hora do hardware (BIOS). hwclock --set date= para definir a data e hora do hardware como 14:50 h de 29/03/ Informações do Sistema df: Mostra o espaço em disco do sistema de arquivos usado por todas as partições. df -h - é provavelmente o mais útil, usa megabytes (M) e gigabytes (G), em vez de blocos para relatar o tamanhos, significa "human-readable. du: Exibe o tamanho de arquivos e/ou diretórios. Se nenhum arquivo ou diretório for passado como argumento, será assumido o diretório atual. du <arquivo ou diretório> interpretada. du -h - O uso da opção du -h tornará a apresentação mais simples de ser free: Este comando exibe a quantidade de memória livre e usada no sistema. free -m - fornece a informação usando megabytes lspci: Exibe informações sobre os barramentos PCI do computador e sobre os dispositivos a ele conectados. lsusb: Lista informações sobre os barramentos USB do computador e sobre os dispositivos a eles conectados. uname: Este comando exibe várias informações sobre o sistema, incluindo o nome da maquina, nome e versão do Kernel e alguns outros detalhes. É muito útil para verificar qual é o Kernel usado por você. 19
20 uname uname -a para exibir todas as informações. uname -m para exibir a arquitetura da maquina. (Equivale ao arch ). uname -r para exibir o release do sistema operacional. top: Este comando exibe em tempo real informações sobre seu sistema Linux, processos em andamento e recursos do sistema, incluídos CPU, memória RAM e uso do swap, além do número total de tarefas sendo executadas. ps: Apresenta um quadro atual, porém estático dos processos que estão sendo executados no sistema. ps ps aux para apresentar todos processos que estão sendo executados, de todos usuários, incluído o nome do usuário a qual o processo pertence. kill: Finaliza, ou no popular, mata processos sendo executados pelo seu PID, lhes enviando um sinal. kill kill para finalizar o processo de PID número Para saber qual PID de determinado processo que esta sendo executado pode ser utilizado o comando ps. killall: Finaliza processos pelo nome ao invés do PID como faz o comando kill. Também assim como o comando kill, o killall envia um sinal para o processo. killall mozilla-firefox para finalizar o processo mozilla-firefox, fechando com isso o navegador web Mozilla Firefox. O nome dos processos ativos pode ser observado com uso do comando ps. Halt, reboot, shutdown - Respectivamente encerra, reinicializa e encerra ou reinicializa o sistema. halt - para encerrar o sistema. sudo reboot - para reiniciar imediatamente o sistema. Este comando equivale aos comandos sudo init 6 e sudo shutdown -r now. sudo shutdown -h now - para encerra o sistema imediatamente. sudo shutdown -h para encerrar o sistema daqui a 15 minutos. sudo shutdown -r 20:30 - ''O sistema será reiniciado as 20:30 horas!'' para reiniciar o sistema as 20:30 horas enviando a mensagem "O sistema será reiniciado as 20:30 horas!" a todos usuários logados. NOTA: O comando sudo init 0 também pode ser usado para encerramento do sistema. O comando shutdown é a forma mais segura de reiniciar e finalizar o sistema, advertindo os usuários logados e bloqueando novos logons. 5.6 Arquivos e Diretórios pwd: O comando pwd lhe permite saber em qual diretório você está no momento, onde pwd significa "print working directory". 20
21 cd: Este comando nos permite se deslocar entre a árvore de diretórios do sistema. Quando abrimos um terminal ou seção shell, você entra direto no seu diretório pessoal. cd / - para ir ao diretório raiz. cd - para ir ao seu diretório pessoal. cd.. - para acessar um diretório de nível acima do atual. cd- - para voltar ao diretório que se encontrava antes de mudar. Para navegar através múltiplos níveis de diretórios em só comando, use por exemplo, "cd /var/www", que o levará diretamente ao sub-diretório /www do diretório /var. cp: Copia arquivos e diretórios. cp file teste - para fazer uma cópia exata do arquivo "file" dando-lhe o nome de teste. cp /etc/x11/xorg.conf /etc/x11/xorg.conf-bkp - para gerar uma cópia de segurança exata do arquivo "/etc/x11/xorg.conf" dando-lhe o nome de "/etc/x11/xorg.conf-bkp". cat: Mostra o conteúdo de um arquivo binário ou texto. cat [opções] [diretório/arquivo] diretório/arquivo Localização do arquivo que deseja visualizar o conteúdo. Opções: -n, number Mostra o número das linhas enquanto o conteúdo do arquivo é mostrado. -s, squeeze-blank Não mostra mais que uma linha em branco entre um parágrafo e outro. mv: Este comando move arquivos e diretórios, sendo muito usado também para renomear um determinado arquivo. mv arquivo1 arquivo2 para renomear o arquivo arquivo1 localizado no diretório pessoal do usuário para arquivo2 no mesmo local. mv teste ~/Desktop moverá o arquivo "teste" para seu diretório Desktop sem alterar seu nome. Você deve especificar um novo nome se quiser renomear um arquivo. ls: Comando utilizado para listar o conteúdo de um diretório. Usado com certas opções, é possível ver o tamanho dos arquivos, quando foram criados, e as permissões de cada um. ls - para mostrar os arquivos que estão em seu diretório pessoal. ls -hal ~ para mostrar os arquivos que estão em seu diretório pessoal, inclusive os ocultos (-a) em forma de uma listagem (-l) e com as informações de tamanho mais amigável a nós seres humanos (-h). rm: Utilize este comando para remover (deletar) arquivos e opcionalmente diretórios. Por padrão o comando rm exibe um prompt onde o usuário deve confirmar a exclusão de cada arquivo, digitando a letra y seguido de Enter. rm arquivo1 - para remover o arquivo chamado arquivo1 do diretório corrente após confirmação no prompt. rm teste.txt - Apaga o arquivo teste.txt no diretório atual. rm *.txt - Apaga todos os arquivos do diretório atual que terminam com.txt. rm *.txt teste.novo - Apaga todos os arquivos do diretório atual que terminam com.txt e também o arquivo teste.novo. rm -rf /tmp/teste/* - Apaga todos os arquivos e sub-diretórios do diretório /tmp 21
22 /teste mas mantém o sub-diretório /tmp/teste. rm -rf /tmp/teste - Apaga todos os arquivos e sub-diretórios do diretório /tmp /teste, inclusive /tmp/teste. rm -f -- --arquivo-- - Remove o arquivo de nome -arquivo-. mkdir: Comando cuja finalidade é permitir a criação de um ou mais diretórios. mkdir musicas - para criar um diretório chamado musicas dentro do diretório corrente. foo. diff: Usado para comparar o conteúdo de dois arquivos, exibindo a diferença entre eles. diff file foo - para ver a diferença entre o conteúdo do arquivo file e o arquivo find: Comando utilizado para procurar por arquivos na arvore de diretórios. Se um caminho não for passado ao comando find a busca será feita no diretório corrente. find /home/teste.txt - para procurar pela ocorrência de um arquivo chamado teste no sub-diretório /temp do diretório pessoal do usuário. tar: Usado para armazenar ou extrair arquivos TAR (Tape ARchive). Estes arquivos TAR são os chamados tarfile ou tarball. tar cvf teste.tar *.ogg - para criar um arquivo TAR chamado teste.tar contendo todos os arquivos de extensão.ogg do diretório corrente. Notar que a extensão.tar não é obrigatória, mais aconselhável para facilitar a identificação do arquivo. tar tvf teste.tar - para exibir todo o conteúdo do arquivo TAR chamado teste.tar. tar xvf teste.tar - para extrair todo conteúdo do arquivo teste.tar no diretório corrente. tar xvf teste.tar musica1.ogg - para extrair apenas o arquivo chamado musica1.ogg do tarball teste.tar no diretório corrente. gzip - Compacta e opcionalmente descompacta arquivos regulares. Os arquivos compactados com o comando são substituídos por outro de menor tamanho com a extensão.gz porém preservando o dono, as permissões e datas de acesso e modificação. gzip arq1 arq2 - para compactar os arquivos arq1 e arq2 gerando os arquivos arq1.gz e arq2.gz em substituição aos originais. gzip -d arq1 - para descompactar o arquivo arq1.gz trazendo de volta o arquivo original arq1. A presença da opção -d equivale ao uso do comando gunzip. bzip2 - Compacta e opcionalmente descompacta arquivos regulares. Assim como o gzip, os arquivos compactados com este comando são substituídos por outro de menor tamanho com a extensão.bz2 porém preservando o dono, as permissões e datas de acesso e modificação. O algoritmo empregado por este comando permite uma maior compressão e também segurança dos arquivos gerados, porém o processo se torna um tanto quanto mais demorado. bzip2 arq1 - para compactar o arquivo arq1 gerando em substituição o arquivo arq1.bz2. bzip2-9 arq2 - para compactar o arquivo arq2 pelo processo de máxima compressão gerando em substituição o arquivo arq2.bz2. bzip2 -d arquivo.bz2 - para descompactar o arquivo arquivo.bz2 trazendo de volta o(s) arquivo(s) original(is) que tinham sido previamente compactados. 22
23 5.7 Sistema de Arquivos mount Monta um sistema de arquivos tornando-o disponível para as operações de E/S (Entrada/Saída) em arquivos, ou exibe uma lista dos sistemas de arquivos atualmente montados. mount - para listar os sistemas de arquivos atualmente montados. mount -t ext3 /dev/hda3 /media/hda3 - para montar a terceira partição primária do disco hda (IDE1) formatado em EXT3 no diretório /media/hda3. É necessário que o diretório /media/hda3 tenha sido previamente criado para que o comando tenha sucesso. umount Desmonta um sistema de arquivos previamente montado que não esteja em uso. umount /dev/hda3 para desmontar o dispositivo /dev/hda3. Para que o comando seja executado com sucesso é importante que o dispositivo não esteja em uso, como por exemplo com arquivos abertos ou mesmo estando dentro do diretório onde o mesmo se encontra montado. fdisk Gerencia por meio de uma simples interface de texto orientada por menus as partições de um disco. Ao executar o comando fdisk dispositivo basta pressionar a tecla m no prompt para ter acesso ao menu de opções que é bastante auto-explicativo, devendo se usar as setas de direção para movimentar-se pelo mesmo. fdisk -l - para listar as tabelas de partições para todos dispositivos. mkfs Formata um dispositivo (geralmente uma partição de disco) criando um novo sistema de arquivos. mkfs -t ext3 /dev/hda3 - para formatar o dispositivo /dev/hda3 em um sistema de arquivos EXT3. O dispositivo deve obrigatoriamente estar desmontado para execução desta operação. badblocks Procura por blocos ruins em um dispositivo, geralmente uma partição de disco. badblocks /dev/hda3 - para verificar se o dispositivo /dev/hda3 se encontra com blocos ruins. Normalmente, dependendo do tipo e tamanho do dispositivo este procedimento é um tanto demorado, sendo que se nenhuma informação for retornada é porque blocos ruins não foram encontrados. badblocks -o /tmp/file -n /dev/hda3 - onde o parâmetro -n forçaria um teste de leitura e escrita não-destrutivo e o -o /tmp/file geraria o arquivo /tmp/file com todas mensagens de saída do comando. 5.8 Utilitários de Texto cat Utilizado para concatenar arquivos exibindo o resultado na tela, sendo também utilizado para exibir o conteúdo de arquivos. cat arq - para exibir o conteúdo do arquivo chamado arq. cat -n arq -para exibir o conteúdo do arquivo chamado arq numerando as linhas. cat /etc/passwd /etc/group para exibir na tela o conteúdo dos arquivos /etc/passwd e /etc/group. cat file1 file2 less - para exibir na tela o conteúdo dos arquivos file1 e file2 porém fazendo a paginação das telas. Neste caso a opção less, onde é o chamado pipe, pode ser substituída também por more, sendo que ambos comandos serão vistos posteriormente. cat arq arq1 arq2 > arq_final - para concatenar os arquivos arq, arq1 e arq2 e colocar o resultado em outro arquivo chamado arq_final. Notar que neste comando é feito uso do caractere > chamado de redirecionador de saída. cat arq3 >> arq_final para inserir o conteúdo do arquivo arq3 ao final do 23
24 arquivo arq_final. NOTA: O comando cat também pode ser usado para criar arquivos quando usado em conjunto com o > redirecionador de saída. Para criar um arquivo execute o comando cat > novo_arq e digite o conteúdo desejado, usando a tecla Enter como separador de linhas e Ctrl+D para finalizar. less Faz a paginação de saídas muito extensas exibindo uma tela por vez. less arq - para exibir o conteúdo do arquivo arq de forma paginada. Para navegação e gerenciamento do comando use as teclas abaixo: - Para sair do aplicativo digite q (quit); - Use as teclas Page-Down, Ctrl+F ou Space para avançar nas páginas; - Use as teclas Page-Up ou Ctrl+B para voltar as páginas; - Use Enter para avançar apenas uma linha por vez; - Digite h para ver a lista das teclas disponíveis para navegação no comando. NOTA: Para redirecionar a saída de outro comando para o less efetuar a paginação, use o (pipe) conforme exemplo ls-hl less. more Semelhante ao comando less também faz a paginação de uma saída muito grande na tela. A sintaxe deste comando é semelhante ao do less, inclusive as teclas de navegação e o redirecionamento com uso do (pipe). grep Usado para procurar por linhas em um arquivo que contenham expressões que satisfaçam um determinado padrão de busca. grep termo arq - para procurar por entradas no arquivo arq que correspondam a expressão termo. grep 'termo1' termo2' arq - para procurar por entradas no arquivo arq que correspondam as expressões termo1 e termo2. Notar que quando a expressão é composta de mais de uma palavra deve ser usado aspas simples. NOTA: Este comando comumente é utilizado em conjunto com outros comandos canalizados com o () conforme abaixo exemplificado. cat /etc/passwd grep fulano - para procurar por uma entrada que corresponda a expressão fulano no arquivo /etc/passwd. tail Exibe as últimas linhas da saída de um arquivo. Por padrão se nenhum parâmetro diferente for passado ao comando será exibido as últimas 10 linhas do arquivo. tail -50 arq - para exibir as últimas 50 linhas do arquivo chamado arq. tail -f /var/log/messages - para continuar exibindo indefinidamente as últimas 10 linhas (padrão) do arquivo /var/log/messages. Conforme o exemplo, esta opção -f é muito usada para verificar arquivos de log do sistema que estão sendo constantemente atualizados. NOTA: Assim como o tail que exibe as últimas linhas de um arquivo, existe o comando head que faz exibir as primeiras linhas de saída de um arquivo. 5.9 Monitoramento de Acesso w Mostra quem esta logado no sistema e o que esta fazendo. Se não for especificado um usuário ao comando, será exibido informações de todos usuários logados. w - para exibir todos usuários logados e o que estão executando neste momento. 24
25 no sistema. w fulano - para mostrar informações do usuário fulano se o mesmo estiver logado who Semelhante ao comando w mostra quais usuários estão logados no sistema. who -m - para mostrar o nome do usuário logado no sistema. who -q - para mostrar a quantidade total e nomes dos usuário conectados ao sistema. last Mostra todas informações referente as entradas (login) e saídas (logout) de usuários do sistema. last -a - para exibir estas informações mostrando o nome da maquina de onde foi efetuado os logins. last -d - para exibir estas informações mostrando o endereço IP da maquina de onde foi efetuado os logins. last reboot - para exibir um registro de todas as reinicializações efetuadas no sistema. lastlog Exibe informações referente ao último login de cada usuário cadastrado no sistema. Caso nenhum argumento seja passado, o comando lastlog exibe todas as informações armazenadas no arquivo /var/log/lastlog de todos os usuários do sistema. lastlog -u fulano - para exibir informações referentes apenas ao último login do usuário fulano. lastlog -t 5 - para exibir a lista dos usuários que logaram no sistema nos últimos 5 dias informando o dia e a hora do último acesso de cada um desses usuários Administração de Usuários login - Permite a um usuário efetuar o logon (estabelecer uma conexão) no sistema, bem como ser utilizado para efetuar o logon com um usuário diferente do atual. login fulano - para efetuar o login do usuário fulano. login -p fulano - para efetuar o login do usuário fulano sem destruir o ambiente do atual usuário. logout - Finaliza um login shell no console ou terminal. No modo gráfico, este comando encerra a sessão do usuário podendo fechar a janela do terminal, e em modo texto encerra a sessão do usuário levando-o de volta ao prompt de login do sistema. su - Permite alternar entre os usuários cadastrados do sistema, alterando o ID de usuário e grupo do atual usuário para outro usuário especificado. su fulano - permite alternar para o usuário fulano após senha de login correta. su fulano -c 'vim /home/fulano/arq1' - permite executar o comando vim abrindo o arquivo /home/fulano/arq1 como sendo o usuário fulano. O uso desta opção -c não começa um novo shell, apenas executa um comando como sendo o outro usuário especificado. sudo - Permite a um usuário autorizado conforme configurado no arquivo /etc/sudoers, a executar comandos como se fosse o super-usuário (root) ou outro usuário qualquer. uname - Exibe várias informações sobre o sistema. Caso nenhuma opção seja fornecida junto ao comando, apenas o nome do sistema operacional será exibido, equivalente a opção -s. uname -a - para exibir todas informações sobre o sistema. 25
SOFTWARE LIVRE. Distribuições Live CD. Kernel. Distribuição Linux
SOFTWARE LIVRE A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito. A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades. Acesso ao código-fonte é um pré-requisito
Aula 02. Introdução ao Linux
Aula 02 Introdução ao Linux Arquivos Central de Programas do Ubuntu A Central de Programas do Ubuntu é uma loja de aplicativos integrada ao sistema que permite-lhe instalar e desinstalar programas com
Aula 4 Comandos Básicos Linux. Prof.: Roberto Franciscatto
Sistemas Operacionais Aula 4 Comandos Básicos Linux Prof.: Roberto Franciscatto Prompt Ao iniciar o GNU/Linux, a primeira tarefa a ser executada é o login no sistema, o qual deve ser feito respondendo
ENDEREÇOS DE REDE PRIVADOS. 10.0.0.0 até 10.255.255.255 172.16.0.0 até 172.31.255.255 192.168.0.0 até 192.168.255.255. Kernel
ENDEREÇOS DE REDE PRIVADOS Foram reservados intervalos de endereços IP para serem utilizados exclusivamente em redes privadas, como é o caso das redes locais e Intranets. Esses endereços não devem ser
Sistemas Operacionais de Rede Linux - Gerenciamento de Arquivos
Sistemas Operacionais de Rede Linux - Gerenciamento de Arquivos Conteúdo Programático Login e Logout Iniciando e Desligando o Sistema Tipos de arquivo Texto Binário Arquivos e Diretório Manipulação de
16:21:50. Introdução à Informática com Software Livre
16:21:50 Introdução à Informática com Software Livre 1 16:21:50 Hardware & Software 2 16:21:50 Hardware Hardware é a parte física de um computador, é formado pelos componentes eletrônicos, como por exemplo,
Treinamento para Manutenção dos Telecentros
Treinamento para Manutenção dos Telecentros Módulo II :: Utilizando o Linux Básico do Sistema Manoel Campos da Silva Filho Professor do IFTO/Palmas 1 2 Código Aberto/Open Source Programas (softwares/aplicativos)
Administração de Sistemas Livres
Administração de Sistemas Livres Introdução a Comandos GNU/Linux Prof. Lais Farias Alves Comandos GNU/Linux O Linux (na verdade, GNU/Linux), assim como qualquer sistema operacional moderno, é perfeitamente
LISTA DE COMANDOS DO LINUX 1
LISTA DE COMANDOS DO LINUX 1 Comandos para manipulação de diretório 1. ls Lista os arquivos de um diretório. 2. cd Entra em um diretório. Você precisa ter a permissão de execução para entrar no diretório.
FTIN Formação Técnica em Informática Módulo de Administração de Servidores de Rede AULA 03. Prof. Gabriel Silva
FTIN Formação Técnica em Informática Módulo de Administração de Servidores de Rede AULA 03 Prof. Gabriel Silva Temas da Aula de Hoje: Servidores Linux. Conceitos Básicos do Linux. Instalando Servidor Linux.
Sistema Operacional Unidade 5 - Iniciando o modo texto. QI ESCOLAS E FACULDADES Curso Técnico em Informática
Sistema Operacional Unidade 5 - Iniciando o modo texto Curso Técnico em Informática SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 OPERANDO EM MODO TEXTO... 3 Abrindo o terminal... 3 Sobre o aplicativo Terminal... 3 AS CORES
Revisão Aula 3. 1. Explique a MBR(Master Boot Record)
Revisão Aula 3 1. Explique a MBR(Master Boot Record) Revisão Aula 3 1. Explique a MBR(Master Boot Record). Master Boot Record Primeiro setor de um HD (disco rígido) Dividido em duas áreas: Boot loader
I N F O R M Á T I C A. Sistemas Operacionais Prof. Dr. Rogério Vargas Campus Itaqui-RS
I N F O R M Á T I C A Sistemas Operacionais Campus Itaqui-RS Sistemas Operacionais É o software que gerencia o computador! Entre suas funções temos: inicializa o hardware do computador fornece rotinas
Software Livre. Acesso ao código fonte Alterar o código fonte Redistribuir Utilizar como desejar
Software Livre Acesso ao código fonte Alterar o código fonte Redistribuir Utilizar como desejar Linux Licença GPL (Licença Pública Geral) Linux Licença GPL (Licença Pública Geral) - A liberdade de executar
Partição Partição primária: Partição estendida: Discos básicos e dinâmicos
Partição Parte de um disco físico que funciona como se fosse um disco fisicamente separado. Depois de criar uma partição, você deve formatá-la e atribuir-lhe uma letra de unidade antes de armazenar dados
>>> OBJETIVOS... === FHS - Filesystem Hierarchy Standard. === Sistemas de arquivos e Partições
>>> OBJETIVOS... === FHS - Filesystem Hierarchy Standard === Sistemas de arquivos e Partições >>> FHS - Filesystem Hierarchy Standard >Padrão de organização de pastas e arquivos em Sistemas Unix-Like >organizar
Aula 01 Visão Geral do Linux
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Administração de Redes de Computadores Aula 01 Visão Geral do Linux Prof. Gustavo Medeiros de Araujo Profa.
Fundamentos de Sistemas Operacionais. GNU / Linux. Prof. Edwar Saliba Júnior Março de 2009. Unidade 04-002 GNU / Linux
GNU / Linux Prof. Edwar Saliba Júnior Março de 2009 Conceitos Básico O S.O. é case sensitive, ou seja, sensível à caixa; Exemplo: o arquivo apple.txt é diferente do arquivo Apple.txt e podem conviver juntos
Curso de Introdução ao. Debian GNU/Linux
Curso de Introdução ao Debian GNU/Linux Apresentação Marcos Azevedo Idade: 23 anos Administrador da Rede Senac Goiás Usuário Linux desde 1993 Desenvolvedor: Java, C/C++/C#, Assembly,.NET e Perl. Hobby
03/11/2011. Apresentação. SA do Linux. Sistemas de Arquivos. Curso Tecnologia em Telemática. Disciplina Administração de Sistemas Linux
Apresentação Administração de Sistemas Curso Tecnologia em Telemática Disciplina Administração de Sistemas Linux Professor: Anderson Costa [email protected] Assunto da aula Aspectos do Sistema de Arquivos
SISTEMA OPERACIONAL & SOFTWARE LIVRE
Curso Técnico em Redes de Computadores Disciplina de Sistemas Operacionais Livres SISTEMA OPERACIONAL & SOFTWARE LIVRE Professora: Juliana Cristina dos Santos E-mail: [email protected] Site:
Guia Rápido de Instalação Ilustrado
Livre S.O. Guia Rápido de Instalação Ilustrado Introdução Este guia tem como objetivo auxiliar o futuro usuário do Livre S.O. durante o processo de instalação. Todo procedimento é automatizado sendo necessárias
Julgue os itens a seguir referentes a conceitos de software livre e licenças de uso, distribuição e modificação.
Julgue os itens a seguir referentes a conceitos de software livre e licenças de uso, distribuição e modificação. 1.Todo software livre deve ser desenvolvido para uso por pessoa física em ambiente com sistema
Sistema Operacional LINUX
SISTEMA OPERACIONAL Sistema Operacional LINUX Para que o computador funcione e possibilite a execução de programas é necessária a existência de um sistema operacional. O sistema operacional é uma camada
Organização do Curso. Instalação e Configuração. Módulo II. Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores
1 Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Prof.: Nelson Monnerat Instalação e Configuração 1 Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Módulo
ArpPrintServer. Sistema de Gerenciamento de Impressão By Netsource www.netsource.com.br Rev: 02
ArpPrintServer Sistema de Gerenciamento de Impressão By Netsource www.netsource.com.br Rev: 02 1 Sumário INTRODUÇÃO... 3 CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO SISTEMA... 3 REQUISITOS DE SISTEMA... 4 INSTALAÇÃO
Sistemas Operacionais de Redes. Permissões
Sistemas Operacionais de Redes Permissões Conteúdo Programático! Permissões! Identificação de Dono! Identificação de Grupo! Identificação de Outros Usuários! Tipos de Permissão! Comandos! chmod! chown!2
www.neteye.com.br NetEye Guia de Instalação
www.neteye.com.br NetEye Guia de Instalação Índice 1. Introdução... 3 2. Funcionamento básico dos componentes do NetEye...... 3 3. Requisitos mínimos para a instalação dos componentes do NetEye... 4 4.
Sistema Operacional Unidade 13 Servidor Samba. QI ESCOLAS E FACULDADES Curso Técnico em Informática
Sistema Operacional Unidade 13 Servidor Samba Curso Técnico em Informática SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 INSTALANDO O SAMBA... 3 Verificando a versão... 3 Criando uma cópia do servidor samba original... 3 COMPARTILHAMENTOS
LICENCIAMENTO V14 USANDO REPRISE LICENSE MANAGER
LICENCIAMENTO V14 USANDO REPRISE LICENSE MANAGER V14 de BricsCAD vem com um novo sistema de licenciamento, com base na tecnologia de licenciamento de Reprise Software. Este novo sistema oferece um ambiente
INSTALANDO O UBUNTU PELA IMAGEM ISO OU LIVE-USB DA UFV PASSO-A-PASSO.
INSTALANDO O UBUNTU PELA IMAGEM ISO OU LIVE-USB DA UFV PASSO-A-PASSO. 1 - Qual arquitetura devo usar para instalar no meu computador, 32bits ou 64bits? a) Simplificando bastante para ter uma opção viável,
Instalando o Debian em modo texto
Instalando o Debian em modo texto Por ser composto por um número absurdamente grande de pacotes, baixar os CDs de instalação do Debian é uma tarefa ingrata. Você pode ver uma lista dos mirrors disponíveis
INTRODUÇÃO AO WINDOWS
INTRODUÇÃO AO WINDOWS Paulo José De Fazzio Júnior 1 Noções de Windows INICIANDO O WINDOWS...3 ÍCONES...4 BARRA DE TAREFAS...5 BOTÃO...5 ÁREA DE NOTIFICAÇÃO...5 BOTÃO INICIAR...6 INICIANDO PROGRAMAS...7
Principais Comandos do Terminal no LINUX
Principais Comandos do Terminal no LINUX Estes comandos não visam ser um compêndio completo de operação, haja vista que se possui mais comandos que esses aqui que serão listados, logo os comandos são:
Introdução ao Linux: Parte I
Data: Introdução ao Linux: Parte I Marcelo Ribeiro Xavier da Silva [email protected] Histórico 3 Origem do GNU Linux Em 1983, Richard Stallman fundou a Free Software Foundation, com o intuito de criar
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Prof. Marcelo Sabaris Carballo Pinto Gerenciamento de Dispositivos Gerenciamento de Dispositivos de E/S Introdução Gerenciador de Dispositivos Todos os dispositivos
Oficina de ferramentas de Gerência para Redes em Linux. Prof. Jefferson Santiago
Oficina de ferramentas de Gerência para Redes em Linux Prof. Jefferson Santiago Apresentação Qual seu nome? Já possui experiência na área? Questionário avaliativo Acesse: http://goo.gl/forms/4rfaomufim
Google Drive. Passos. Configurando o Google Drive
Google Drive um sistema de armazenagem de arquivos ligado à sua conta Google e acessível via Internet, desta forma você pode acessar seus arquivos a partir de qualquer dispositivo que tenha acesso à Internet.
Leia antes de instalar Mac OS X
Leia antes de instalar Mac OS X Leia este documento antes de instalar o Mac OS X. Ele inclui informações sobre os computadores compatíveis, requisitos do sistema e como instalar o Mac OS X. Para obter
Roteiro 3: Sistemas Linux arquivos e diretórios
Roteiro 3: Sistemas Linux arquivos e diretórios Objetivos Detalhar conceitos sobre o sistema operacional Linux; Operar comandos básicos de sistemas Linux em modo Texto; Realizar a manutenção de arquivos
SIMULADO DE INFORMÁTICA BÁSICA TÉCNICO DO MPU PROF. ALEXANDRE LÊNIN / PROF. JUNIOR MARTINS
Olá, pessoal, tudo bem? Vamos fazer um simulado com 10 questões de informática direcionadas para o cargo de TÉCNICO DO MPU? São questões já aplicadas pelo CESPE em certames anteriores, mas que podem ser
Manual Captura S_Line
Sumário 1. Introdução... 2 2. Configuração Inicial... 2 2.1. Requisitos... 2 2.2. Downloads... 2 2.3. Instalação/Abrir... 3 3. Sistema... 4 3.1. Abrir Usuário... 4 3.2. Nova Senha... 4 3.3. Propriedades
SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES. Professor Carlos Muniz
SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES Agendar uma tarefa Você deve estar com logon de administrador para executar essas etapas. Se não tiver efetuado logon como administrador, você só poderá alterar as configurações
Sistema de Arquivos do Windows
Registro mestre de inicialização (MBR) A trilha zero do HD, onde ficam guardadas as informações sobre o(s) sistema(s) operacionais instalados. Onde começa o processo de inicialização do Sistema Operacional.
PROCESSOS COMPONENTES DE UM PROCESSO. A execução de um processo possui vários componentes. PID e PPID
PROCESSOS Um processo é um canal de comunicação entre os programas que estão sendo executados no sistema operacional e o usuário, ou seja um processo é um programa que está sendo executado. No Linux /
SISTEMAS OPERACIONAIS
SISTEMAS OPERACIONAIS Conceitos Básicos Sistema Operacional: Um Sistema Operacional é um programa que atua como intermediário entre o usuário e o hardware de um computador. O Propósito do SO é fornecer
Sistema de Instalação e Criação da Estrutura do Banco de Dados MANUAL DO INSTALADOR. Julho/2007. Ministério da saúde
Sistema de Instalação e Criação da Estrutura do Banco de Dados MANUAL DO INSTALADOR Julho/2007 Ministério da saúde SUMÁRIO Módulo 1. Instalação... 4 Introdução... 4 Configurações de equipamentos para instalação
Guia de Instalação e Configuração do Ubuntu 12.04
Guia de Instalação e Configuração do Ubuntu 12.04 Autor: Aécio Pires João Pessoa-PB FLISOL Patos - UFCG 2012 1 Guia de instalação e configuração do Ubuntu 12.04 LTS Sumário SUMÁRIO...
Introdução a Sistemas Abertos
Introdução a Sistemas Abertos Apresentação [email protected] Sistemas Abertos Qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado e redistribuído inclusive com seu código fonte
AULA 5 Sistemas Operacionais
AULA 5 Sistemas Operacionais Disciplina: Introdução à Informática Professora: Gustavo Leitão Email: [email protected] Sistemas Operacionais Conteúdo: Partições Formatação Fragmentação Gerenciamento
Introdução ao Linux. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais Campus Pouso Alegre
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais Campus Pouso Alegre Introdução ao Linux Comandos Ubuntu/Linux Michelle Nery Agenda Comandos do Sistema Comandos para Processos
Tutorial de instalação do Debian Rudson Ribeiro Alves
Tutorial de instalação do Debian Rudson Ribeiro Alves UVV/2007 Sep 24, 2007 Opções de Boot Tela inicial do CD de instalação do Debian. Escolha F2 para ver mais opções de boot. 2 Opções de Boot Tela com
SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES. Professor Carlos Muniz
SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES Professor Carlos Muniz Atualizar um driver de hardware que não está funcionando adequadamente Caso tenha um dispositivo de hardware que não esteja funcionando corretamente
Gerenciamento de Arquivos e Pastas. Professor: Jeferson Machado Cordini [email protected]
Gerenciamento de Arquivos e Pastas Professor: Jeferson Machado Cordini [email protected] Arquivo Todo e qualquer software ou informação gravada em nosso computador será guardada em uma unidade de disco,
INTRODUÇÃO A LINUX. Características Sistema operacional Software livre Criado em 1991 por Linus Torvalds Dividido em duas partes principais 26/11/2013
1 2 INTRODUÇÃO A LINUX ADRIANO SILVEIRA [email protected] Características Sistema operacional Software livre Criado em 1991 por Linus Torvalds Dividido em duas partes principais Kernel núcleo do
Curso de Introdução ao Debian GNU/Linux
Curso de Introdução ao Debian GNU/Linux Definições: O que é Linux? O que é a distribuição? Porque GNU/Linux? A distribuição Debian: Possui um vasto conjunto de ferramentas e aplicativos Mais de 10.000
UDPcast Clonagem de HDs via rede utilizando
Manual Clonando Discos com o UDPcast Clonagem de HDs via rede utilizando o UDPCast. Produzido por: Sergio Graças Giany Abreu Desenvolvedores do Projeto GNU/Linux VRlivre Manual Clonando Discos com o UDPcast
Recuperando o GRUB após instalação do Windows
Recuperando o GRUB após instalação do Windows PET Engenharia de Computação - http://www.inf.ufes.br/~pet 1 Instruções iniciais Para efetuar as configurações a seguir talvez precisaremos executar comandos
Procedimentos para Reinstalação do Sisloc
Procedimentos para Reinstalação do Sisloc Sumário: 1. Informações Gerais... 3 2. Criação de backups importantes... 3 3. Reinstalação do Sisloc... 4 Passo a passo... 4 4. Instalação da base de dados Sisloc...
MicrovixPOS Requisitos, Instalação e Execução
MicrovixPOS Requisitos, Instalação e Execução Autor Público Alvo Rodrigo Cristiano dos Santos Suporte Técnico, Consultoria e Desenvolvimento. Histórico Data 13/06/2012 Autor Rodrigo Cristiano Descrição
Operador de Computador. Informática Básica
Operador de Computador Informática Básica Instalação de Software e Periféricos Podemos ter diversos tipos de software que nos auxiliam no desenvolvimento das nossas tarefas diárias, seja ela em casa, no
MANUAL DE INSTALAÇÃO 1) ORACLE VIRTUALBOX ; 2) MICROSOFT WINDOWS ; 3) SUMÁRIOS GENEPLUS.
PROGRAMA EMBRAPA DE MELHORAMENTO DE GADO DE CORTE MANUAL DE INSTALAÇÃO 1) ORACLE VIRTUALBOX ; 2) MICROSOFT WINDOWS ; 3) SUMÁRIOS GENEPLUS. MANUAL DE INSTALAÇÃO: 1) ORACLE VIRTUALBOX ; 2) MICROSOFT WINDOWS
Laboratório de Sistemas Operacionais
Laboratório de Sistemas Operacionais Módulo 1 Gerência de Memória e de Processos Prof. Maxwell Anderson www.maxwellanderson.com.br Agenda Comandos para gerenciamento de processos: top, htop, ps, kill,
Capture Pro Software. Introdução. A-61640_pt-br
Capture Pro Software Introdução A-61640_pt-br Introdução ao Kodak Capture Pro Software e Capture Pro Limited Edition Instalando o software: Kodak Capture Pro Software e Network Edition... 1 Instalando
SIMULADO Windows 7 Parte V
SIMULADO Windows 7 Parte V 1. O espaço reservado para a Lixeira do Windows pode ser aumentado ou diminuído clicando: a) Duplamente no ícone lixeira e selecionando Editar propriedades b) Duplamente no ícone
Permissões de compartilhamento e NTFS - Parte 1
Permissões de compartilhamento e NTFS - Parte 1 Autor: Júlio Battisti - Site: www.juliobattisti.com.br Segurança, sem dúvidas, é um dos temas mais debatidos hoje, no mundo da informática. Nesse tutorial
LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS. PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO
LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO O Linux se refere aos itens de hardware como dispositivos (devices), e os referencia como arquivos. Os arquivos de
Iniciação à Informática
Meu computador e Windows Explorer Justificativa Toda informação ou dado trabalhado no computador, quando armazenado em uma unidade de disco, transforma-se em um arquivo. Saber manipular os arquivos através
Instalação e configuração Linux CentOS 6.x
Instalação e configuração Linux CentOS 6.x Objetivo: Instalar e configurar o sistema operacional Linux CentOS e efetuar suas configurações iniciais. 1- Abra o Virtuabox e clique em novo, e configure conforme
UM PBX GENUINAMENTE BRASILEIRO
UM PBX GENUINAMENTE BRASILEIRO MANUAL DE INSTALAÇÃO COM IMAGEM ISO Revisão: Seg, 21 de Março de 2011 www.sneplivre.com.br Índice 1. Instalação...4 1.1. Pré Requisitos...4 1.2. Na Prática...4 1.2.1. Download...4
Jackson Barbosa de Azevedo <[email protected]>
Autor: Jackson Barbosa de Azevedo Revisores: Aecio Pires 1 Conteúdo Sobre o OpenSUSE... 3 Procedimento de Instalação... 3 Preparando a Instalação do
Sistema Operacional Unidade 2 - Estrutura, dispositivos e sistema de arquivos do Linux
Sistema Operacional Unidade 2 - Estrutura, dispositivos e sistema de arquivos do Linux Curso Técnico em Informática SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 ESTRUTURA DE DIRETÓRIOS LINUX... 3 SISTEMA DE ARQUIVOS E PARTICIONAMENTO...
Figura 1: tela inicial do BlueControl COMO COLOCAR A SALA DE INFORMÁTICA EM FUNCIONAMENTO?
Índice BlueControl... 3 1 - Efetuando o logon no Windows... 4 2 - Efetuando o login no BlueControl... 5 3 - A grade de horários... 9 3.1 - Trabalhando com o calendário... 9 3.2 - Cancelando uma atividade
Capacidade = 512 x 300 x 20000 x 2 x 5 = 30.720.000.000 30,72 GB
Calculando a capacidade de disco: Capacidade = (# bytes/setor) x (méd. # setores/trilha) x (# trilhas/superfície) x (# superfícies/prato) x (# pratos/disco) Exemplo 01: 512 bytes/setor 300 setores/trilha
1 Instalando o VirtualBox no Windows
1 Instalando o VirtualBox no Windows Para quem não possui o Linux instalado no computador é necessário utilizar uma Máquina Virtual, que é responsável por emular Sistemas Operacionais. O primeiro passo
Administração de Sistemas Operacionais
Diretoria de Educação e Tecnologia da Informação Análise e Desenvolvimento de Sistemas INSTITUTO FEDERAL RIO GRANDE DO NORTE Administração de Sistemas Operacionais ESTRATÉGIA DE PARTICIONAMENTO Prof. Bruno
Sistema Operacional Unidade 8.2 Instalação de aplicativos. QI ESCOLAS E FACULDADES Curso Técnico em Informática
Sistema Operacional Unidade 8.2 Instalação de aplicativos Curso Técnico em Informática SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 GERENCIAMENTO DE PACOTES DEBIAN... 3 #apt-get... 3 #apt-get update... 3 #apt-get upgrade...
Linux. Wagner de Oliveira
Linux Wagner de Oliveira Um computador, uma mesa, um usuário. Duas pessoas não podem trabalhar em paralelo, executando o Microsoft Word na mesma máquina, simultaneamente. Windows 2003 Advanced Server +
INTRODUÇÃO AO SISTEMA
MANUAL DE INSTALAÇÃO DE SOFTWARE PÚBLICO BRASILEIRO Nome do Software: Guarux Versão do Software: Guarux Educacional 4.0 INTRODUÇÃO AO SISTEMA O Guarux Educacional 4.0 é uma distribuição idealizada pela
Multi-Terminal 5.0. Versão Customizada de GNU/Linux com o Gnome e Userful 5.0. Testada no Pregão 83/2008
Multi-Terminal 5.0 Versão Customizada de GNU/Linux com o Gnome e Userful 5.0. Testada no Pregão 83/2008 O que é? O que você vai ver nesse tutorial, nada mais é do que como instalar uma versão Customizada
CONFIGURAÇÃO DE REDE SISTEMA IDEAGRI - FAQ CONCEITOS GERAIS
CONFIGURAÇÃO DE REDE SISTEMA IDEAGRI - FAQ CONCEITOS GERAIS Servidor: O servidor é todo computador no qual um banco de dados ou um programa (aplicação) está instalado e será COMPARTILHADO para outros computadores,
Aula 01. Introdução ao Linux
Aula 01 Introdução ao Linux Introdução Objetivos aprender a usar um novo sistema aprender a usar uma nova interface Como no Windows navegar pela internet (e-mails, facebook, etc) criar pastas e arquivos
NÚCLEO DE CIDADANIA DIGITAL Caminho Livre para o novo mundo! Conceitos básicos de Linux. www.ncd.ufes.br
NÚCLEO DE CIDADANIA DIGITAL Caminho Livre para o novo mundo! Conceitos básicos de Linux www.ncd.ufes.br Licença Este trabalho é licenciado sob a licença Creative Commons Attribution NonCommercial-ShareAlike
HOW TO. Instalação do Firewall 6.1 Software
Introdução HOW TO Página: 1 de 14 Para fazer a migração/instalação do 6.1 Software, é necessária a instalação do Sistema Operacional Linux Fedora Core 8. Explicaremos passo a passo como formatar a máquina,
Manual do usuário. Mobile Auto Download
Manual do usuário Mobile Auto Download Mobile Auto Download Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Intelbras. Este manual serve como referência para a sua instalação e
Windows. Introdução. Introdução Sistema Operacional. Introdução Sistema Operacional. Introdução Sistema Operacional. Introdução Sistema Operacional
Windows Prof. Leandro Tonietto Cursos de Informática Unisinos Março-2008 O que é Sistema operacional? O que é Windows? Interface gráfica: Comunicação entre usuário e computador de forma mais eficiente
Guia Sphinx: instalação, reposição e renovação
Sphinx : software para coleta e análise de dados acadêmicos e gerenciais. Tecnologia e informação para a decisão! Copyright Sphinx Todos direitos reservados Guia Sphinx: instalação, reposição e renovação
Informática. Aula 03 Sistema Operacional Linux. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte Campus Currais Novos
Prof. Diego Pereira Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte Campus Currais Novos Informática Aula 03 Sistema Operacional Linux Objetivos Entender
MANUAL DE CONFIGURAÇÃO DO BACKUP
SISTEMA DE AUTOMAÇÃO COMERCIAL MANUAL DE CONFIGURAÇÃO DO BACKUP Apresentação Após o término da instalação você deverá configurar o Backup para que você tenha sempre uma cópia de segurança dos seus dados
Perguntas frequentes do Samsung Drive Manager
Perguntas frequentes do Samsung Drive Manager Instalação P: Meu Disco Rígido Externo Samsung está conectado, mas nada está acontecendo. R: Verifique a conexão a cabo USB. Se seu Disco Rígido Externo Samsung
Atualizações de Software Guia do Usuário
Atualizações de Software Guia do Usuário Copyright 2009 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Windows e Windows Vista são marcas registradas da Microsoft Corporation nos EUA. Aviso sobre o produto
Conteúdo 1 Comandos Básicos. Questão 1: Que comando permite encerrar o sistema definitivamente?
Conteúdo 1 Comandos Básicos Questão 1: Que comando permite encerrar o sistema definitivamente? a) shutdawn b) shutdown t now c) shutdown r now d) shutdwon h now e) shutdown h now Questão 2: Que comando
OneDrive: saiba como usar a nuvem da Microsoft
OneDrive: saiba como usar a nuvem da Microsoft O OneDrive é um serviço de armazenamento na nuvem da Microsoft que oferece a opção de guardar até 7 GB de arquivos grátis na rede. Ou seja, o usuário pode
Capítulo 7 O Gerenciador de Arquivos
Capítulo 7 O Gerenciador de Arquivos Neste capítulo nós iremos examinar as características da interface do gerenciador de arquivos Konqueror. Através dele realizaremos as principais operações com arquivos
IFPE. Disciplina: Sistemas Operacionais. Prof. Anderson Luiz Moreira
IFPE Disciplina: Sistemas Operacionais Prof. Anderson Luiz Moreira SERVIÇOS OFERECIDOS PELOS SOS 1 Introdução O SO é formado por um conjunto de rotinas (procedimentos) que oferecem serviços aos usuários
Agente local Aranda GNU/Linux. [Manual Instalación] Todos los derechos reservados Aranda Software www.arandasoft.com [1]
Todos los derechos reservados Aranda Software www.arandasoft.com [1] Introdução O Agente Aranda para sistemas Linux se encarrega de coletar as seguintes informações em cada uma das estações de trabalho
TUTORIAL INSTALAÇÃO DA ROTINA 2075 NO LINUX
Apresentação O departamento de varejo da PC Sistemas inovou seu produto de frente de caixa, permitindo seu funcionamento no sistema operacional do Linux com a distribuição Ubuntu. O cliente poderá usar
MANUAL DE INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO. Motor Periférico Versão 8.0
MANUAL DE INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO Motor Periférico Versão 8.0 1. Apresentação... 3 2. Instalação do Java... 3 2.1 Download e Instalação... 3 2.2 Verificar Instalação... 3 3. Download do Motor Periférico...
Instalação: permite baixar o pacote de instalação do agente de coleta do sistema.
O que é o projeto O PROINFODATA - programa de coleta de dados do projeto ProInfo/MEC de inclusão digital nas escolas públicas brasileiras tem como objetivo acompanhar o estado de funcionamento dos laboratórios
