Hidrostática de Navios
|
|
|
- Ana do Carmo Maria de Fátima Galindo Vidal
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Capítulo 5 Critérios de Estabilidade para o Navio Intacto
2 Critérios de Estabilidade - Geral Critérios de estabilidade são conjuntos de requisitos que permitem proporcionar níveis mínimos de estabilidade ao navio numa dada condição de carga ou sob o efeito de certas acções exteriores. Estes critérios dividem-se em dois tipos: critérios de estabilidade intacta, critérios de estabilidade em avaria. conforme se apliquem ao navio intacto ou em avaria, isto é, sem ou com alguns compartimentos estanques alagados. Os critérios de estabilidade são estabelecidos, sobretudo, pela Organização Marítima Internacional (International Maritime Organization-IMO), mas também pelas autoridades nacionais com intervenção no âmbito da segurança marítima.
3 Critérios de Estabilidade - Tipos Existem dois tipos fundamentais de critérios de estabilidade: critérios gerais, critérios específicos. Os critérios gerais comparam as características de estabilidade do navio com as de outros navios estatisticamente seguros que operem em condições semelhantes. Aplicam-se a diversos tipos de navios. Os critérios específicos especificam um limite a um determinado parâmetro, como por exemplo a altura metacêntrica (GM), baseados na análise da resposta do navio sob a influência de um determinado momento inclinante. Esse momento inclinante relaciona-se com uma actividade específica, aplicando-se pois a um determinado tipo de navio. Os critérios de estabilidade mais recentes são uma combinação da forma geral e da forma específica.
4 Critérios de Estabilidade Parâmetros mais comuns Os critérios de estabilidade consideram actualmente, em geral, certas características da curva dos braços de estabilidade, tais como: Braço máximo de estabilidade, Ângulo de estabilidade máxima, Ângulo de extinção de estabilidade, Área abaixo da curva até aos 30º, 40º, entre os 30º e os 40º (energia endireitante), Área total abaixo da curva dos braços de estabilidade (reserva de estabilidade). Os critérios de estabilidade consideram também, frequentemente, a altura metacêntrica do navio.
5 Critérios de Estabilidade Nota Histórica Critério de Denny, segundo o qual a altura metacêntrica deveria ser pelo menos de m e os braços de estabilidade também iguais a esse valor aos ângulos de 30º e 45º Critério de John Biles, aplicável a navios de carga e passageiros, que estipulava como parâmetro de avaliação a altura metacêntrica, num mínimo de 1 pé ( m) Critério de Rahola, que adopta na sua análise um método estatístico. A sua análise incidiu sobre 30 perdas de pequenos navios de pesca, no Báltico. Obteve valores mínimos para uma série de parâmetros tais: O ângulo a que ocorre o braço máximo de estabilidade. O ângulo de extinção de estabilidade. Os braços de estabilidade mínimos. A estabilidade dinâmica.
6 Critério de Estabilidade para Navios de Carga Os critérios de estabilidade actuais encontram-se na resolução A.749(18), Code on Intact Stability for all Types of Ships Covered by IMO Instruments. O critério recomendado para navios de carga é: A área abaixo da curva dos braços de estabilidade não deverá ser inferior a: a1) m.rad até aos 30º, a2) m.rad até aos 40º ou até ao ângulo de alagamento, se este for menor de 40º, a3) m.rad entre os 30º e os 40º, ou entre os 30º e o ângulo de alagamento, se este for menor de 40º. O braço de estabilidade deverá ser pelo menos igual a 0.20 m a um ângulo de inclinação igual ou superior a 30º. O braço máximo de estabilidade deverá ocorrer a um ângulo, de preferência, superior a 30º e nunca inferior a 25º. A altura metacêntrica inicial não deverá ser inferior a 0.15 m. O ângulo de alagamento é o ângulo ao qual ocorre a submersão do extremo inferior de aberturas que não possam ser fechadas por meio de dispositivos que garantam a estanquidade à água.
7 Critérios de Estabilidade para Navios de Passageiros - 1 O critério recomendado para embarcações de passageiros é semelhante ao anterior, acrescido do seguinte requisito: O ângulo de inclinação não deve exceder 10º quando a embarcação fica sujeita aos momentos resultantes de todas as pessoas a um bordo ou de quando se coloca o leme a um bordo, sendo o momento inclinante dado por: em que: M i 2 v = 0.02 L KG d 2 M i é o momento inclinante, em [ton.m]. v é a velocidade de serviço em [m/s]. L é o comprimento na flutuação em metros. é o deslocamento do navio em toneladas. KG é a altura do centro de gravidade acima da quilha, em metros. d é a imersão a meio-navio em metros.
8 Critérios de Estabilidade para Navios de Passageiros - 2 Para efeitos de cálculo do momento inclinante devido à presença de todas as pessoas a um bordo deverá ser tido em conta o seguinte: O peso a atribuir a cada passageiro deverá ser de 75 [kgf] e nunca menos de 60 [kgf]. No que se refere à bagagem, o seu peso e distribuição será definida pela Administração. A altura do centro de gravidade de cada passageiro deverá ser de: 0.8 [m] acima do pavimento, no caso dos passageiros que estão em pé, devendo-se considerar, quando for o caso, a flecha e o tosado [m] acima do assento, no caso de passageiros sentados. O momento inclinante é obtido considerando uma densidade de distribuição de 4 passageiros por metro quadrado.
9 Critérios de Estabilidade para Navios de Passageiros - 3 As condições de carga típicas a considerar são: Carregado à partida, com 100% de combustível, de aguada e de mantimentos, e o total dos passageiros com bagagem. Carregado à chegada, com 10% do combustível, de aguada e de mantimentos, e o total dos passageiros com bagagem. Sem carga, mas com 100% do combustível, de aguada e de mantimentos, e o total dos passageiros com bagagem. Sem carga, com 10% do combustível, de aguada e de mantimentos. Deverão ser efectuadas correcções à altura metacêntrica inicial e à curva dos braços de estabilidade devido aos espelhos líquidos. As Administrações deverão fazer aplicar recomendações e directivas tendo em conta a possibilidade de acumulação de gelo, a área de navegação, grandes áreas laterais expostas acima da linha de água. No caso da existência de estabilizadores, deverá ser verificado o cumprimento do critério, quando estão em funcionamento.
10 Critério de Mau Tempo A resolução A.562 (14) da IMO apresenta um critério suplementar ao critério geral contido na A.167 (ES IV) para navios de carga e passageiros das classes A e B, com comprimento superior a 24m, para que estes navios possam resistir às acções combinadas de ondas e rajadas de vento forte pelo través.tal como ilustrado na figura abaixo, a energia perturbadora (a) deverá ser inferior à energia estabilizadora (b).
11 Critérios de Estabilidade para Navios de Pescas A Assembleia da IMO adoptou requisitos de estabilidade intacta por meio da Convenção Internacional de Torremolinos, Esta convenção é aplicável a embarcações de pesca com comprimento igual ou superior a 24 [m]. São definidas como embarcações de pesca aquelas que são utilizadas na indústria extractiva da pesca para a captura de espécies ictiológicas, plantas marinhas ou outros recursos vivos do mar.
12 Critérios de Estabilidade para Navios de Pescas O critério de estabilidade intacta recomendado é o seguinte: A área abaixo da curva dos braços de estabilidade não deverá ser inferior a: [m.rad] até ao ângulo de inclinação de 30º [m.rad] até ao ângulo de inclinação de 40º ou até ao ângulo de alagamento, se este for menor de 40º [m.rad] entre o ângulo de 30º e o ângulo de 40º, ou entre o ângulo de 30º e o ângulo de alagamento, se este for menor de 40º. O braço de estabilidade deverá ser pelo menos igual a 0.20 [m] a um ângulo de inclinação igual ou superior a 30º. O braço máximo de estabilidade deverá ocorrer a um ângulo de preferência superior a 30º e nunca inferior a 25º. A altura metacêntrica inicial deverá ser igual ou superior a 0.35 [m] para as embarcações com um único pavimento. Nas embarcações com comprimento igual ou superior a 70 [m], a altura metacêntrica pode ser reduzida, mas em caso algum deve ser inferior a 0.15 [m].
13 Critérios de Estabilidade para Navios de Pescas Para efeitos de cálculo devem ser consideradas as seguintes condições típicas de carga: Partida para o pesqueiro com dotação completa de combustível, mantimentos, gelo, aparelhos de pesca, etc. Partida do pesqueiro com carga máxima de pescado, em geral, atribui-se 40% aos consumíveis. Chegada ao porto de origem com carga máxima de pescado e 10% de mantimentos, combustível, etc. Chegada ao porto de origem com 20% da carga máxima de pescado e 10% de mantimentos, combustível, etc. Durante as operações de pesca, o ângulo de adornamento ao qual se pode começar a verificar-se alagamento progressivo dos porões de peixe e que não possam ser fechados rapidamente, não deve ser superior a 20º. Nos cálculos de estabilidade deverá ser tomada em conta a acumulação de gelo, as áreas de navegação (por forma a resistirem a vento violento, rajadas e balanço forte), água embarcada no convés.
14 Critérios de Estabilidade para Navios de Apoio Oceânico O aparecimento de plataformas oceânicas de prospecção e exploração petrolífera levou ao aparecimento de embarcações especializadas. Estas efectuam o transporte de mantimentos, materiais e equipamentos para estas estruturas marítimas, bem como reparação e manutenção. Estas embarcações apresentam normalmente uma superstrutura com alojamentos e a ponte de navegação a vante e um vasto convés aberto para transporte de carga a ré desta. A Assembleia da IMO adoptou a Resolução A.469 (XII) Guia para o Projecto e Construção de Embarcações de Apoio Oceânico. Esta contém um critério de estabilidade para embarcações com comprimento igual ou superior a 24 [m] e menor que 100 [m].
15 Critérios de Estabilidade para Navios de Apoio Oceânico Esta resolução apresenta um critério alternativo ao contido na A.167 (ES IV) pois dadas as características especiais destes navios. De facto, as curvas de estabilidade típicas destes navios exibem elevadas alturas metacêntricas e baixos domínios de estabilidade e braços máximos de estabilidade. Esse critério alternativo é assim uma forma de garantir valores mínimos de estabilidade sem pôr em causa as características operacionais deste tipo de embarcação.
16 Critérios de Estabilidade para Navios de Apoio Oceânico A resolução A.469 (XII) recomenda o seguinte critério: Quando o braço máximo de estabilidade ocorre: A um ângulo de inclinação de 15º, a área abaixo da curva dos braços de estabilidade não deverá ser inferior a 0.07 [m.rad] até aos 15º. Até um ângulo de inclinação igual ou superior a 30º, a área abaixo da curva dos braços de estabilidade não deverá ser inferior a [m.rad] até 30º. Até um ângulo de inclinação compreendido entre 15º e 30º a área abaixo da curva dos braços de estabilidade não deverá ser inferior à obtida pela expressão: (30º φ ) [m.rad] 0 max A área abaixo da curva dos braços de estabilidade entre os 30º e os 40º, ou entre 30º e o ângulo de alagamento (θ a ) se este ângulo for inferior a 40º, não deverá ser inferior a 0.03 [m.rad]. O braço de estabilidade deverá ser pelo menos igual ou superior a 0.20 [m] a um ângulo maior ou igual a 30º. O braço máximo de estabilidade não deverá ocorrer a um ângulo de inclinação inferior a 15º. A altura metacêntrica inicial (GM) não deverá ser inferior a 0.15 [m].
17 Critérios de Estabilidade para Navios de Apoio Oceânico A verificação do cumprimento destas disposições deverá ser feito para as seguintes condições de carga: Carregado à partida, na condição de carga mais desfavorável, com 100% de combustível, de aguada e de mantimentos. Carregado à chegada, na condição de carga mais desfavorável, com 10% do combustível, de aguada e de mantimentos. Lastro à partida, sem carga, mas com 100% do combustível, de aguada e de mantimentos. Lastro à chegada, sem carga, mas com 10% do combustível, de aguada e de mantimentos. Navio na pior condição operacional prevista. A Administração deverá ainda ter em conta a possibilidade de acumulação de gelo, a área de navegação e grandes áreas expostas acima da linha de água e aplicar as recomendações correspondentes.
18 Critérios de Estabilidade para Rebocadores - 1 Rebocadores são embarcações destinadas a efectuar a propulsão de outras através de cabos e outros meios não permanentes. Existem rebocadores especialmente destinados ao salvamento de navios em perigo e/ou respectivas tripulações, que são designados salvadegos. De um modo geral os rebocadores são caracterizados por possuírem boa manobrabilidade e grande razão Potência/Deslocamento. Quando os rebocadores se encontram em operacão, podem gerar-se momentos inclinantes muito elevados devido à acção do binário impulso do hélice/força de tracção no cabo de reboque e à saída súbita do reboque da linha de rumo. Para prevenir esta situação é costume utilizar-se dispositivos que favoreçam o rápido desengate do cabo de reboque em caso de emergência.
19 Critérios de Estabilidade para Rebocadores - 2 Efeito de um cabo deixado preso no rebocador, causando o reboque deste por um navio de cruzeiros.
20 Critérios de Estabilidade para Rebocadores - 3 Um exemplo de um critério específico para rebocadores é o seguinte: Critério da Energia Endireitante: A área abaixo da curva dos braços de estabilidade deverá ser maior ou igual a [m.rad] até ao menor dos seguintes ângulos: ângulo de estabilidade máxima ou ângulo de alagamento ou 40º; A área abaixo da curva dos braços de estabilidade igual ou superior a [m.rad], entre os 30º e os 40º, ou entre 30º e o ângulo de alagamento se este for menor do que 40º; O braço máximo de estabilidade deverá ocorrer a um ângulo de inclinação igual ou superior a 25º; O domínio dos braços de estabilidade positivos deverá ser de pelo menos 60º.
21 Critérios de Estabilidade para Rebocadores - 4 Critério da Força de Tracção Estática: onde: GM N.( SHP. D) 13,92.. f 3. s. h / B 2 / N = número de hélices; SHP = potência em cada veio, medida tão perto quanto possível da manga, em kilowatts; D = diâmetro do hélice, em metros; s = fracção da esteira do hélice desviada pelo leme, assume-se ser igual a fracção do cilindro circunscrito ao hélice que é interceptada pelo leme a 45º; h = distância vertical entre a intersecção do eixo de linha de veios até ao gato do cabo de reboque (ou ao centro do cabeço do reboque), em metros; = deslocamento, em toneladas; f = bordo livre mínimo, em metros; B = boca na ossada, em metros.
22 Critérios de Estabilidade para Rebocadores - 5 Critério de mau tempo: [m] em que a pressão do vento (p) de acordo com a área de navegação é dada por: Costeira e oceânica [ton/m 2 ] Para águas parcialmente abrigadas [ton/m 2 ] Para águas abrigadas, rios, portos, etc [ton/m 2 ] onde: GM p. A. h. tgφ L = comprimento entre perpendiculares, em metros; A = área lateral projectada das obras mortas, em metros quadrados; h = distância vertical desde o centro de área A até ao centro de resistência lateral ou a meio calado, em metros; = deslocamento, em toneladas; p = ( L / ) p = ( L / ) p = ( L / ) φ = ângulo correspondente a metade do bordo livre ou 14º, qual deles o menor
23 Capítulo 5 Critérios de Estabilidade para o Navio Intacto
Hidrostática de Navios Capítulo 5 Critérios de Estabilidade para o Navio Intacto Hidrostática de Navios Critérios de Estabilidade - Geral
Capítulo 5 Critérios de Estabilidade para o Navio Intacto Critérios de Estabilidade - Geral Critérios de estabilidade são conjuntos de requisitos que permitem proporcionar níveis mínimos de estabilidade
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES CAPÍTULOS ABORDAGEM
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 41 NAVIOS PESQUEIROS SEÇÃO 1 ARQUITETURA NAVAL CAPÍTULOS A B C D E F ABORDAGEM DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO
Hidrostática de Navios
Capítulo 4 - Estabilidade a Grandes Ângulos de Inclinação Estabilidade a Grandes Ângulos - 1 Nos capítulos anteriores foi estudada a estabilidade do navio a pequenos ângulos, recorrendo à Teoria Metacêntrica.
Grupo VI Transporte, Embarque e Desembarque de Pesos
Grupo VI Transporte, Embarque e Desembarque de Pesos VI-1 Problema 1: Um navio com um deslocamento de 6000 [t], um KG de 6.70 [m] e um KM de 7.30 [m], flutua direito. Movimenta-se transversalmente um peso
PROCEDIMENTO ALTERNATIVO PARA DETERMINAÇÃO DA BORDA-LIVRE DAS DRAGAS E BALSAS DOTADAS DE DISPOSITIVOS DE DESCARGA PELO FUNDO
PROCEDIMENTO ALTERNATIVO PARA DETERMINAÇÃO DA BORDA-LIVRE DAS DRAGAS E BALSAS DOTADAS DE DISPOSITIVOS DE DESCARGA PELO FUNDO 1 - APLICAÇÃO Os procedimentos estabelecidos no presente anexo poderão ser aplicados
Hidrostática de Navios
Hidrostática de Navios Capítulo 4 - Estabilidade a Grandes Ângulos Tiago A. Santos 1. Conceitos Básicos de Hidrostática 2. Estabilidade do Navio a Pequenos Ângulos: Teoria Metacêntrica 3. Aplicações da
Convenção Internacional das Linhas de Carga, 1966
Convenção Internacional das Linhas de Carga, 1966 Prof. Manuel Ventura Mestrado em Engenharia e Arquitectura Naval Secção Autónoma de Engenharia Naval Antecedentes Históricos Regra da Lloyds As primeiras
2º EXAME DE HIDROSTÁTICA DE NAVIOS LICENCIATURA EM ENGENHARIA E ARQUITECTURA NAVAL. 24 DE JULHO DE 2009 (Duração 3 h)
2º EXAME DE HIDROSTÁTICA DE NAVIOS LICENCIATURA EM ENGENHARIA E ARQUITECTURA NAVAL 24 DE JULHO DE 2009 (Duração 3 h) 1. (2.5v) O navio-tanque, com secção mestra na Figura 1, flutua em água salgada (peso
Resolução do exame de Hidrostática de Navios 2º Época 2016/2017
Resolução do exame de Hidrostática de Navios 2º Época 2016/2017 1. Dados do problema: ρsw = 1.025 t/m3 Densidade da água salgada g = 9.810 m/s2 Aceleração gravítica L = 275.000 m Comprimento da doca Bmax
REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES CAPÍTULOS ABORDAGEM DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO E NORMAS
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 21 NAVIO DE PASSAGEIROS SEÇÃO 1 ARQUITETURA NAVAL CAPÍTULOS A B C D E F G ABORDAGEM DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO
Marinharia
Marinharia www.douroazul.pt Embarcação Navio www.douroazul.pt Embarcação É uma construção flutuante com capacidade para transportar pessoas ou coisas ou efetuar operações específicas no meio aquático.
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES CAPÍTULOS ABORDAGEM DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO E NORMAS
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 21 NAVIO DE PASSAGEIROS SEÇÃO 1 ARQUITETURA NAVAL CAPÍTULOS A B C D E F G ABORDAGEM DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO
I COEFICIENTES DE FINURA
I COEFICIENTES DE FINURA 1- Um navio tem 100 [m] de comprimento entre perpendiculares, 12 [m] de boca e 2.40 [m] de imersão média; a esta flutuação os coeficientes de finura total, prismático horizontal
Estabilidade à Flutuação
Estabilidade à Flutuação Objectivos Princípios de estabilidade Teorema de Arquimedes Terminologia Estabilidade e momentos -> mantendo-se de pé. Metacentro, Centro de gravidade, Centro de impulsão, etc.
Geometria e Nomenclatura do Navio
Geometria e Nomenclatura do Navio O que são a Embarcação, o Navio e o Barco? Barco (termo não técnico) - construção flutuante e estável, alongada e simétrica, estanque e robusta, habitável e móvel, destinada
HIDROSTÁTICA DE NAVIOS. Sérgio Ribeiro e Silva
GUIA DE TRABALHO LABORATORIAL DE HIDROSTÁTICA DE NAVIOS Sérgio Ribeiro e Silva Secção de Engenharia Naval Departamento de Engenharia Mecânica Instituto Superior Técnico 1. OBJECTIVOS Os objectivos deste
HIDROSTÁTICA DE NAVIOS
GUIA DE TRABALHO LABORATORIAL DE HIDROSTÁTICA DE NAVIOS Tiago A. R. Santos José Miguel Varela Licenciatura em Engenharia e Arquitetura Naval Instituto Superior Técnico 2016/2017 Página intencionalmente
REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS I- DENTIFICADOS POR SUAS MIS- SÕES TÍTULO 42 REBOCADORES / EMPURRADORES CAPÍTULOS ABORDAGEM
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS I- DENTIFICADOS POR SUAS MIS- SÕES TÍTULO 42 REBOCADORES / EMPURRADORES SEÇÃO 1 ARQUITETURA NAVAL CAPÍTULOS A B C D E F G H I T ABORDAGEM DOCUMENTOS,
MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE XII MONTAGEM DE NAVIOS
MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE XII MONTAGEM DE NAVIOS Modelo Vista geral do navio Modelo do navio em corte Características e Capacidades Dimensões Principais Deslocamento: 41.700 toneladas Comprimento Global:
Formas do Casco. Manuel Ventura. Licenciatura em Engenharia e Arquitectura Naval Secção Autónoma de Engenharia Naval
Formas do Casco Manuel Ventura Licenciatura em Engenharia e Arquitectura Naval Secção Autónoma de Engenharia Naval Conceitos e Definições de Arquitectura Naval Conceitos Elementares Casco / Superstruturas
Resumo Prova Final (P1)
Resumo Prova Final (P1) Características da Engenharia Naval: Alto conteúdo tecnológico misturado com conhecimento tradicional; Caráter estratégico para o país; Longo período de produção; Interdisciplinar;
Hidrostática de Navios
Capítulo 7 Flutuabilidade e Estabilidade em Avaria Subdivisão - 1 Todos os tipos de navios e embarcações estão sujeitos ao risco de se afundarem se perderem a sua estanqueidade devido a colisão, encalhe
NOÇÕES BÁSICAS DE ESTABILIDADE
NOÇÕES BÁSICAS DE ESTABILIDADE 104 1 Estabilidade É a capacidade de recuperação ou de endireitamento que uma embarcação possui para voltar à sua posição de equilíbrio depois de um caturro ou balanço motivado
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 42 REBOCADOR/EMPURRADOR CAPÍTULOS ABORDAGEM
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 42 REBOCADOR/EMPURRADOR SEÇÃO 3 EQUIPAMENTO DE CASCO CAPÍTULOS A ABORDAGEM B DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO E
Hidrostática tica de Navios. Encalhe e Docagem
Hidrostática tica de Navios Encalhe e Docagem 1 Encalhe, Docagem e Lançamento amento à Água Existem várias situações que ocorrem, ou podem ocorrer, durante a vida operacional do navio que envolvem a aplicação
Ships. Instituto Superior TécnicoT
Energy in Transports Ships Instituto Superior TécnicoT Objectivo do Navio Cada navio tem uma missão, ou função, e é concebido, construído, equipado e de modo específico e bem caracterizado. Exemplos de
REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES CAPÍTULOS ABORDAGEM DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO E NORMAS
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 14 GRANELEIROS SEÇÃO 1 ARQUITETURA NAVAL CAPÍTULOS A B C D E F ABORDAGEM DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO E NORMAS
REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS I- DENTIFICADOS POR SUAS MIS- SÕES TÍTULO 42 REBOCADOR/EMPURRADOR CAPÍTULOS ABORDAGEM
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS I- DENTIFICADOS POR SUAS MIS- SÕES TÍTULO 42 REBOCADOR/EMPURRADOR SEÇÃO 3 EQUIPAMENTO DE CASCO CAPÍTULOS A ABORDAGEM B DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES CAPÍTULOS ABORDAGEM
DE NAVIOS E AERONAVES Identificados por suas Missões Parte II ARQUITETURA NAVAL - Seção 1 RGIM16P T CAPÍTULOS - A,D,E,G,H,I e T PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR
REQUISITIOS DE SEGURANÇA RELATIVOS À CONSTRUÇÃO, À MODIFICAÇÃO E À CLASSIFICAÇÃO DAS EMBARCAÇÕES DE RECREIO (ER)
REQUISITIOS DE SEGURANÇA RELATIVOS À CONSTRUÇÃO, À MODIFICAÇÃO E À CLASSIFICAÇÃO DAS EMBARCAÇÕES DE RECREIO (ER) Portaria n.º 1491/2002 de 5 de Dezembro (Rectificada nos termos da Declaração de Rectificação
Construção dos Navios. Projeto e Construção
Construção dos Navios Projeto e Construção Anteprojeto Navios mercantes As qualidades comerciais de um navio mercante novo são determinadas pelo armador e dependem da sua atividade fim As qualidades técnicas
Convenção Internacional para Evitar Abalroamentos no Mar (COLREG), Prof. Manuel Ventura
Convenção Internacional para Evitar Abalroamentos no Mar (COLREG), 1972 Prof. Manuel Ventura Mestrado em Engenharia e Arquitectura Naval Secção Autónoma de Engenharia Naval COLREG International Convention
ARQUITETURA NAVAL MÓDULO 1
ARQUITETURA NAVAL MÓDULO 1 Motivação Ao final do curso é esperado que todos saibam o que pode causar um acidente como o da foto abaixo. MV Cougar Ace Características principais: Type: Ro-Ro (Roll on Roll
Salvaguarda da Vida Humana no Mar, 1974 (SOLAS)
Salvaguarda da Vida Humana no Mar, 1974 (SOLAS) Prof. Manuel Ventura Projecto de Navios I Mestrado em Engenharia e Arquitectura Naval Capítulo III. Equipamento Salva-Vidas e seu Arranjo 1 Regra III/7 Equipamento
Potência, Força de Tração Estática (BP) e número de rebocadores
Potência, Força de Tração Estática (BP) e número de rebocadores A força para mover um navio longitudinalmente é bem menor do que aquela usada para movê-lo na direção transversal. A força requerida para
DOCAGEM 1 VARIAÇÃO DA ALTURA METACÊNTRICA
DOCAGEM 1 VARIAÇÃO DA ALTURA METACÊNTRICA A partir do momento em que a quilha (ou o cadaste) toca num os picadeiros a altura metacêntrica transversal do navio começa a variar. Verifica-se uma subida virtual
Hidrostática de Navios
Capítulo 8 Limitações da Estabilidade Estática Introdução A teoria da estabilidade estática aplicada no cálculo das forças e momentos de restituição em arfagem, balanço e cabeceio (métodos convencionais)
CLASSIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS
3.1 - LIMITES DE PESO Do Decreto-Lei n.º 133/2010 de 22 de Dezembro Regulamento que fixa os pesos e as dimensões máximos autorizados para os veículos em circulação Artigo 8.º - Peso bruto máximo dos veículos
Lista de exercícios 2 Mecânica Geral III
Lista de exercícios 2 Mecânica Geral III 13.3 O trem de 160 Mg parte do repouso e começa a subir o aclive, como mostrado na figura. Se o motor exerce uma força de tração F de 1/8 do peso do trem, determine
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES CAPÍTULOS ABORDAGEM DOCUMENTOS, REGULAMENTOS E NORMAS
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 22 ROLL ON/ROLL OFF SEÇÃO 1 ARQUITETURA NAVAL CAPÍTULOS A B C D E F ABORDAGEM DOCUMENTOS, REGULAMENTOS E
MANUAL DE UTILIZAÇÃO APOLLO 6
CESTO PARA TRANSFÊRENCIA DE PESSOAL ENTRE EMBARCAÇÕES MANUAL DE UTILIZAÇÃO APOLLO 6 Flexprin Indústria Comercio e Serviços Marítimos ltda Alexandre Veloso, Engenheiro Naval Crea-rj 166036 D 1980.102.461
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES. NO (Fi-Fi) CAPÍTULOS ABRANGÊNCIA
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 111 COMBATE A INCÊNDIO EXTER- NO (Fi-Fi) SEÇÃO 1 ARQUITETURA NAVAL CAPÍTULOS A B C D E F G H I T ABRANGÊNCIA
ESTABILIDADE E FLUTUABILIDADE BÁSICA
ESTABILIDADE E FLUTUABILIDADE BÁSICA Matéria básica para a realização do Exame de Capitão Amador Coordenação PROF. DR. FABIO GONÇALVES DOS REIS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP BRASIL 2003 EDIÇÃO
4. EMBARCAÇÕES A VELA EM MOVIMENTO
Uma embarcação de propulsão mecânica com menos de 12 metros de comprimento, em movimento, pode exibir apenas uma luz circular branca (setor de visibilidade de 360º) e luzes de bordos Figura 15.5(b). Uma
1-1. Embarcação e navio Barco Navio, nau, nave Nau e nave Vaso de guerra e belonave
NOMENCLATURA DO NAVIO 1-1. Embarcação e navio Embarcação é uma construção feita de madeira, concreto, ferro, aço ou da combinação desses e outros materiais, que flutua e é destinada a transportar pela
REGRAS PARA CONSTRUÇÃOE CLASSIFICAÇÃO NAVIOSIDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES NAVIOS ROLL ON-ROLL OFF CARGA CAPÍTULOS ABORDAGEM
DE NAVIOS E AERONAVES Identificados por suas Missões Parte II ARQUITETURANAVAL - Seção 1 RGIM18P T CAPÍTULOS - A,B,E,G e H PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃOE CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOSIDENTIFICADOS POR SUAS
A nova recomendação da PIANC para projetos portuários e a realidade brasileira
ESCOLA POLITÉCNICA DA USP A nova recomendação da PIANC para projetos portuários e a realidade brasileira Mestrando do Programa de Eng. Naval - EPUSP JULHO 2014 Introdução Considerações iniciais Largura
CURSO DE FORMAÇÃO PARA MARINHEIRO
CURSO DE FORMAÇÃO PARA MARINHEIRO 1. ENQUADRAMENTO LEGAL O curso de Formação para Marinheiro, é criado ao abrigo da alínea a) do nº1 do artº 7º do Anexo IV do Decreto-Lei nº 280/2001, de 23 de Outubro
PROGRAD / COSEAC Padrão de Respostas Física Grupos 05 e 20
1 a QUESTÃO: Dois blocos estão em contato sobre uma mesa horizontal. Não há atrito entre os blocos e a mesa. Uma força horizontal é aplicada a um dos blocos, como mostra a figura. a) Qual é a aceleração
REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS I- DENTIFICADOS POR SUAS MIS- SÕES TÍTULO 45 CÁBREA CAPÍTULOS ABORDAGEM
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS I- DENTIFICADOS POR SUAS MIS- SÕES TÍTULO 45 CÁBREA SEÇÃO 1 ARQUITETURA NAVAL CAPÍTULOS A B C D E F G ABORDAGEM DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO E NORMAS
C I R C U L A R C Ó D I G O N Ú M E R O D A T A 011/2014 DPC /03/2014 NORMAM, VISTORIAS, INSPEÇÕES E PERÍCIAS A S S U N T O
C I R C U L A R C Ó D I G O N Ú M E R O D A T A 011/2014 DPC-02-02 132 18/03/2014 NORMAM, VISTORIAS, INSPEÇÕES E PERÍCIAS A S S U N T O Assunto : Altera a Abrangência do Acordo de Delegação de Competência
FLAPS MINNKOTA. Melhora a economia de combustível navega em planeio a velocidades mais baixas e reduz o deslocamento.
FLAPS MINNKOTA FLAPS - Sistema idêntico e que trabalha da mesma maneira que os flaps das asas dos aviões. Um dos benefícios obtidos é o facto do piloto ganhar controlo no comportamento e na estabilização
PROVA DE FÍSICA - EFOMM 2006
PROVA DE FÍSICA - EFOMM 2006 1ª Questão: O ideal em uma instalação elétrica residencial é aplicar disjuntores individuais para os dispositivos que consomem grandes intensidades de corrente; o disjuntor
PROGRAD / COSEAC Padrão de Respostas Física Grupo 04
1 a QUESTÃO: Dois blocos estão em contato sobre uma mesa horizontal. Não há atrito entre os blocos e a mesa. Uma força horizontal é aplicada a um dos blocos, como mostra a figura. a) Qual é a aceleração
Capítulo 2 Pressão da água e forças de pressão
Capítulo 2 Pressão da água e forças de pressão slide 1 Pressão absoluta e pressão manométrica Uma superfície de água em contato com a atmosfera terrestre está sujeita à pressão atmosférica. Na água em
AUTOR: Milton José Américo. Sistema de Avaliação da Estabilidade Transversal de Navios em Tempo Real
AUTOR: Milton José Américo Sistema de Avaliação da Estabilidade Transversal de Navios em Tempo Real Lisboa 2007 2009 Autor: M. J. Américo Sistema de Avaliação da Estabilidade Transversal de Navios em Tempo
REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES CAPÍTULOS ABORDAGEM DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO E NORMAS
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 43 DRAGAS E BATELÕES SEÇÃO 1 ARQUITETURA NAVAL CAPÍTULOS A B C D E F G H I T ABORDAGEM DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO
CAP. 2 GEOMETRIA DO NAVIO
CAP. 2 GEOMETRIA DO NAVIO 182 PLANO DIAMETRAL PLANO DE FLUTUAÇÃO PLANO TRANSVERSAL 183 1 PLANO DIAMETRAL PLANO DE FLUTUAÇÃO PLANO TRANSVERSAL 184 LINHA DE FLUTUÇÃO / ZONA DE FLUTUAÇÃO LINHA D ÁGUA PROJETADA
Escalões dos Profissionais do Mar Para a : Marinha de Comércio Marinha de Pesca Marinha do Tráfego Local Marinha de Recreio
FORMAÇÃO MARÍTIMA Miguel Cândido NAVIO E EMBARCAÇÃO Navios e Embarcações São os termos utilizados para designar veículos flutuantes destinados a navegar. Escalões dos Profissionais do Mar Para a : Marinha
DEFINIÇÕES. Plano diametral plano de simetria ou plano longitudinal Plano de flutuação Plano transversal
GEOMETRIA DO NAVIO DEFINIÇÕES Plano diametral plano de simetria ou plano longitudinal Plano de flutuação Plano transversal Linha de flutuação: interseção da superfície da água com o contorno exterior do
Capítulo 5 DINÂMICA θ α
Capítulo 5 DINÂMICA θ α DISCIPLINA DE FÍSICA CAPÍTULO 5 - DINÂMICA 5.1 Considere um pêndulo cónico com uma massa m 1 suspensa por um cabo de comprimento igual a 2,5 metros. 5.1.1 Determine a velocidade
CAPÍTULO 01 PARTES DA EMBARCAÇÃO
CAPÍTULO 01 PARTES DA EMBARCAÇÃO Proa É a extremidade anterior do navio no sentido de sua marcha normal. A proa é a origem de contagem das marcações relativas. Corresponde aos 000 relativos. Popa Extremidade
A NOVA MAN TGE. Dados técnicos. Válido a partir de 1 de Junho de 2017.
A NOVA MAN TGE. Dados técnicos. Válido a partir de 1 de Junho de 2017. MOTORIZAÇÕES. 2.0 l 75 kw 2.0 l 90 kw 2.0 l 103 kw 2.0 l 130 kw Cilindrada [cm³] 1968 1968 1968 1968 Número de cilindros 4 4 4 4 potência
Livro: Rebocadores Portuários
Prezado aluno, Depois de detalhar todo o conteúdo do livro Tug Use in Port (edição 2003), o objetivo agora é reforçar conceitos já vistos e destacar o que difere entre as duas bibliografias sugeridas.
Tipos de Embarcações, Qualidades Náuticas e Operacionais. Arquitectura Naval
Tipos de Embarcações, Qualidades Náuticas e Operacionais Classificação dos Navios de Comércio Segundo Natureza do Transporte Os navios de carga podem ser divididos em vários tipos básicos: Navios de Massa
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA
Departamento Engenharia Civil Estática Curso Engenharia Civil 1º Semestre 1º Folha n.º 2 Forças concorrentes; Redução de Sistemas de Forças 1.ª PRTE: FORÇS CONCORRENTES 1 Decomponha, justificando, a força
Resistência Viscosa Escoamento em torna da querena. Resistência Viscosa Escoamento em torna da querena
Escoamento em torna da querena 1 Escoamento em torna da querena Características gerais: O escoamento em torno da querena do navio é um escoamento a número de Reynolds elevado. Desenvolve-se uma camada
TRANSFERÊNCIA REINGRESSO MUDANÇA DE CURSO 2013
PROAC / COSEAC UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE TRANSFERÊNCIA REINGRESSO MUDANÇA DE CURSO 2013 INSTRUÇÕES AO CANDIDATO 04 O tempo disponível para realizar as provas dos dois cadernos o da prova específica
REGRAS E REGULAMENTOS
PROJECTO DE NAVIOS VOL. II REGRAS E REGULAMENTOS Manuel Filipe Ventura Instituto Superior Técnico Secção Autónoma de Engenharia Naval Lisboa - 2004 1 Índice 1. Regras e Regulamentos... 1 1.1 Regras...
2009 1ª. Fase Prova para alunos do 9º. Ano LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO:
2009 1ª. Fase Prova para alunos do 9º. Ano LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO: 01) Esta prova destina-se exclusivamente a alunos do 9º. ano. Ela contém vinte questões. 02) Cada questão contém cinco
INTRODUÇÃO À CIÊNCIA NAÚTICA
INTRODUÇÃO À CIÊNCIA NAÚTICA BZ PRATICAGEM Professor: Roberto Padilha (RM1) 1 CAP. 2 GEOMETRIA DO NAVIO 2 PLANO DIAMETRAL PLANO DE FLUTUAÇÃO PLANO TRANSVERSAL 3 1 PLANO DIAMETRAL PLANO DE FLUTUAÇÃO PLANO
Capítulo 2 Cenários Acidentais
Capítulo 2 Cenários Acidentais INTRODUÇÃO COMPANHIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO PORTUÁRIA Em 2008 a Resolução CONAMA 293/01 foi revisada e substituída pela Resolução CONAMA 398/08. A CONAMA 398/08 definiu
PEÇAS PRINCIPAIS DA ESTRUTURA DOS CASCOS METÁLICOS
PEÇAS PRINCIPAIS DA ESTRUTURA DOS CASCOS METÁLICOS 1.Ossada e Chapeamento A estrutura do casco do navio consta da ossada, ou esqueleto, e do forro exterior (chapeamento, nos navios metálicos) A ossada
UERJ/DFNAE Física Geral - Lista /2
UERJ/DFNAE Física Geral - Lista 2-2018/2 1. Identifique as forças que atuam sobre os corpos indicados nas figuras. 2. Dois blocos de peso P, são mantidos em equilíbrio em um plano inclinado sem atrito,
PROJETO DE AERONAVES Uma abordagem teórica sobre os conceitos de aerodinâmica, desempenho e estabilidade Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J.
PROJETO DE AERONAVES Uma abordagem teórica sobre os conceitos de aerodinâmica, desempenho e estabilidade Conceitos Fundamentais Fundamentos do Projeto Projeto conceitual Aerodinâmica Desempenho Estabilidade
CAPÍTULO 11 NAVEGAÇÃO EM ÁGUAS INTERIORES
CAPÍTULO 11 NAVEGAÇÃO EM ÁGUAS INTERIORES O Brasil considera águas interiores as vias navegáveis interiores em que ambas as margens ou seus limites estão o em território nacional. Assim rios, canais, lagos
IJSO Preparação de Física (Lista 03) Aluno: Código:
IJSO Preparação de Física (Lista 03) Aluno: Código: Dados: g = 10 m /s 2 1 atm = 1,0.10 5 Pa Parte I: Questões (valor: 8,5) 01. (1,0) Dois trens I e II, cujas frentes distam A metros entre si no instante
Seminário. A nova recomendação da PIANC para projetos portuários e a realidade brasileira
Seminário A nova recomendação da PIANC para projetos portuários e a realidade brasileira Influência do projeto do abrigo portuário no acesso náutico Projeto de extensão do quebra-mar do Porto de Salvador
17. Equipamentos de convés
17. Equipamentos de convés Foi utilizada a regra da classificadora ABS, referência [1] para a realização dos cálculos para o numeral de equipamentos e assim obter os equipamentos de fundeio e os equipamentos
Resistência e Propulsão Aulas Práticas
LICENCIATURA ENGENHARIA E ARQUITECTURA NAVAL Resistência e Propulsão 2004-2005 Aulas Práticas Lista de Problemas J.A.C. Falcão de Campos 1 Capítulo 2: Resistência do Navio. Resistência de onda Ondas gravíticas
U.C. 1.1 MARINHARIA - CONCEITOS
U.C. 1.1 MARINHARIA - CONCEITOS LISBOA 2004 ÍNDICE 1.1- NAVIO / EMBARCAÇÃO... 1 Navio...... 1 Embarcação...... 1 Barco... 1 1.2-QUALIDADES NÁUTICAS DO NAVIO... 1 1.3- PROA, POPA, BOMBORDO, ESTIBORDO...
ANEXO V 9.3 SISTEMA DE FUNDEIO. O sistema de fundeio é composto por:
ANEXO V 9.3 SISTEMA DE FUNDEIO O sistema de fundeio é composto por: - Aparelho de fundear e suspender Compreende a máquina de suspender (cabrestante ou molinete utilizado para içar a âncora) e os acessórios
***I POSIÇÃO DO PARLAMENTO EUROPEU
Parlamento Europeu 2014-2019 Documento legislativo consolidado 4.4.2017 EP-PE_TC1-COD(2016)0145 ***I POSIÇÃO DO PARLAMENTO EUROPEU aprovada em primeira leitura em 4 de abril de 2017 tendo em vista a adoção
