17. Equipamentos de convés
|
|
|
- Vitorino Nicolas Gorjão Gusmão
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 17. Equipamentos de convés Foi utilizada a regra da classificadora ABS, referência [1] para a realização dos cálculos para o numeral de equipamentos e assim obter os equipamentos de fundeio e os equipamentos de amarração. Numeral de equipamentos O peso, as dimensões e as capacidades de equipamentos de amarração e fundeio serão regulados pelo numeral de equipamentos (NE), que é obtido pela seguinte equação: NE = k 2/3 + m B h + n A Onde: K 1 M - 2 n 0,1 - deslocamento moldado até a linha de carga de verão (5284 toneladas); B - boca moldada (17,2m); h - altura correspondente à borda livre na linha d água de verão mais as alturas na linha de centro de cada lance de casaria que tenha largura maior que B/4. O valor de h foi obtido conforme a figura abaixo (16,1m); A - área do perfil do casco e superestrutura acima da linha de carga de verão (295,7+200 = 495,7m2). Logo, NE = 910 Equipamentos de fundeio -Âncoras As âncoras do tipo Spek são comumente empregadas em embarcações offshore. Dessa forma, foi possível selecionar as âncoras baseando-se no numeral de equipamento obtido anteriormente. Abaixo estão as informações pertinentes:
2 tabela Com o numero de equipamento estabelecido é possível observar que o numeral de equipamento correspondente é U22, e que o número de âncoras a bordo devem ser três, ou seja, uma em reserva. - Seleção das âncoras A seleção da âncora foi baseada na página referência [13].
3 - Buzina Peças de forma elíptica, fixadas na borda para servirem de guia aos cabos de amarração dos navios. As buzinas situadas no bico de proa do navio e no painel são conhecidos respectivamente por buzina de roda e buzina do painel. - Cabeços Colunas de pequena altura, montadas aos pares e colocadas geralmente junto às balaustradas ou bordas. Servem para dar-se volta cabos de reboque. - Amarras Através do numeral de equipamento foi possível obter também o comprimento do cabo de reboque e do cabo de amarração. Dessa forma, optou-se por utilizar elos de aço grau 2, logo com 48mm de diâmetro.
4 Sendo necessário um comprimento total de 495 m e sabendo que cada quartel possui 27, 5m foram necessários uns totais de 18 quartéis. - Molinetes e Mordentes O molinete é uma espécie de rolo, usualmente horizontal, que serve de guia para a amarra ser alocada no paiol de amarras ou para fazer um travamento em determinado elo da amarra para que a âncora não desça com muita velocidade. Esse aparelho é constituído por um ou dois tambores ligados a um eixo horizontal comandado por motor elétrico. Serve suspender a amarra. Abaixo uma figura do molinete. Pela página [7] foi possível selecionar um molinete. Normalmente, existe um ângulo de abraçamento de 0 a 15 entre o molinete e a gateira que auxiliam na arrumação das amarras dentro do paiol. O que garante esse abraçamento são uma espécie de dentes ao redor do molinete.
5 O uso do mordente é garantir uma maior segurança no travamento das amarras. O mordente também pôde ser selecionado pela página [7]. No caso, foi do tipo L Mordente do tipo trilho. Abaixo uma figura do mordente. A gateira deve ser dimensionada através da seguinte relação: d int = 6,5 ~7,0 d, d int = 312mm O ângulo de abraçamento fica em torno de 0 e 15.
6 Equipamentos de amarração Através do numeral de equipamento foi possível obter também o comprimento do cabo de reboque e do cabo de amarração De acordo com a tabela o cabo de reboque deve possuir um comprimento de 190m e deverão existir quatro cabos de amarração com comprimento de 170m cada. É o conjunto de cabeços, cabos e guinchos, além das defensas, que servem para a amarração de unidades (embarcações). Arranjo do sistema de amarração e fundeio A localização dos equipamentos foi baseada na Apostila do Moraya, referência [14]. A seguir é mostrada uma ilustração das variáveis a serem obtidas.
7 Onde: Os valores obtidos encontram abaixo: - Paiol de amarras Abaixo está sendo mostrada a forma como a qual as amarras devem ser armazenadas. A braga é responsável por manter a amarra fixada, já a paixão auxiliar na arrumação das amarras dentro do paiol, ou seja, sua movimentação auxilia as amarras se posicionarem de form a circular aproveitando melhor o espaço do paiol.
8 Com a seguinte relação é possível obter o volume necessário do paiol para acomodar as amarras. onde: V = volume (pé cúbico) L = comprimento da amarra em braças (1 braça ); d = bitola da amarra, em polegadas (1 polegada ); c = coeficiente de arrumação c = 2 para arrumação grosseira; 1 pé cúbico = 0,028 metros cúbicos. Sendo: 1 braça = 1,83 metros 1 polegada = 2,54 centímetros 1 pé cúbico = 0,028 metros cúbicos Assim, O volume do paiol deve ser dimensionado como uma relação de 1,5V, aproximadamente. V = 483,13 pé cúbicos ou m³ L = 270,5 braças ou 495 m D = 1,89 polegadas ou 4,8cm c= 2 Logo, O volume de cada paiol de amarras é: V paiol de amarras = 20,52 m³
ANEXO V 9.3 SISTEMA DE FUNDEIO. O sistema de fundeio é composto por:
ANEXO V 9.3 SISTEMA DE FUNDEIO O sistema de fundeio é composto por: - Aparelho de fundear e suspender Compreende a máquina de suspender (cabrestante ou molinete utilizado para içar a âncora) e os acessórios
REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES CAPÍTULOS ABORDAGEM DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO E NORMAS
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 41 NAVIOS PESQUEIROS SEÇÃO 3 EQUIPAMENTO DE CASCO CAPÍTULOS A B C D T ABORDAGEM DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO
E = 70GPA σ e = 215MPa. A = 7500mm 2 I x = 61,3x10 6 mm 4 I y = 23,2x10 6 mm 4
Lista 1 1. A coluna de alumínio mostrada na figura é engastada em sua base e fixada em seu topo por meios de cabos de forma a impedir seu movimento ao longo do eixo x. Determinar a maior carga de compressão
Equipamentos de Convés
FEITA EN U.S.A Equipamentos de Convés PERRY JOHNSON REGISTARARS, INC. ISO 9001:2008 Acessórios para Amarração Cabrestantes Molinetes de Âncora Âncoras Escadas de Portaló Projetos Especiais Quem Somos Desde
MÁQUINAS DE ELEVAÇÃO E TRANSPORTE AULA 4 E 5 POLIAS E TAMBORES
MÁQUINAS DE ELEVAÇÃO E TRANSPORTE AULA 4 E 5 POLIAS E TAMBORES PROF.: KAIO DUTRA Polias As polias podem ser fabricadas nos dois tipos: Móveis: Movimentam-se com o movimento da carga, normalmente usada
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 42 REBOCADOR/EMPURRADOR CAPÍTULOS ABORDAGEM
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 42 REBOCADOR/EMPURRADOR SEÇÃO 3 EQUIPAMENTO DE CASCO CAPÍTULOS A ABORDAGEM B DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO E
PROCEDIMENTO ALTERNATIVO PARA DETERMINAÇÃO DA BORDA-LIVRE DAS DRAGAS E BALSAS DOTADAS DE DISPOSITIVOS DE DESCARGA PELO FUNDO
PROCEDIMENTO ALTERNATIVO PARA DETERMINAÇÃO DA BORDA-LIVRE DAS DRAGAS E BALSAS DOTADAS DE DISPOSITIVOS DE DESCARGA PELO FUNDO 1 - APLICAÇÃO Os procedimentos estabelecidos no presente anexo poderão ser aplicados
CAPÍTULOS. ABORDAGEM - Ver Título 11. DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO E NORMAS - Ver Título 11. MATERIAIS E MÃO DE OBRA - Ver Título 11
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICA- DOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 35 NAVIOS AUXILIARES PARA PRE- VENÇÃO E CONTROLE DA POLUIÇÃO - OIL RECOVERY SEÇÃO 3 EQUIPAMENTO DE CASCO
REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS I- DENTIFICADOS POR SUAS MIS- SÕES TÍTULO 42 REBOCADOR/EMPURRADOR CAPÍTULOS ABORDAGEM
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS I- DENTIFICADOS POR SUAS MIS- SÕES TÍTULO 42 REBOCADOR/EMPURRADOR SEÇÃO 3 EQUIPAMENTO DE CASCO CAPÍTULOS A ABORDAGEM B DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO
Orçamento de Obras. Aula 05 Levantamento de Quantitativo e Composição de Custo Unitário de Estrutura de Concreto
Orçamento de Obras Aula 05 Levantamento de Quantitativo e Composição de Custo Unitário de Estrutura de Concreto 1 FORMA e CONCRETO Para a determinação do quantitativo de formas e volume de concreto é importante
ANEXO I Pontos de ancoragem para amarração da carga em veículos para o transporte de carga. Requisitos e Ensaio 1. OBJETO E CAMPO DE APLICAÇÃO Este
ANEXO I Pontos de ancoragem para amarração da carga em veículos para o transporte de carga. Requisitos e Ensaio 1. OBJETO E CAMPO DE APLICAÇÃO Este anexo especifica os requisitos mínimos e os métodos de
Construção dos Navios. Projeto e Construção
Construção dos Navios Projeto e Construção Anteprojeto Navios mercantes As qualidades comerciais de um navio mercante novo são determinadas pelo armador e dependem da sua atividade fim As qualidades técnicas
PARTNER ANO MODELO 18/19
PARTNER ANO MODELO 18/19 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MOTOR Motor Número de Cilindros e Válvulas 1.6 Flex 120 Vti 4 cilindros e 16 válvulas Cilindrada 1587 cm 3 Alimentação Injeção eletrônica MPI Potência
Capítulo 1 - Terminologia Básica de embarcações ARRAIS
Capítulo 1 - Terminologia Básica de embarcações ARRAIS Significa Patrão de barcos AMADOR Designa o caráter não profissional desta habilitação Obtém-se esta e as demais carteiras de Habilitação Náutica
CONVITE N.º 25/12 CV ANEXO I - RELAÇÃO DE SERVIÇOS A SEREM EXECUTADOS NA ESCOLA FLUTUANTE JOSÉ ROBERTO TADROS CONTEMPLANDO MATERIAL E MÃO-DE-OBRA
CONVITE N.º 25/12 CV ANEXO I - RELAÇÃO DE SERVIÇOS A SEREM EXECUTADOS NA ESCOLA FLUTUANTE JOSÉ ROBERTO TADROS CONTEMPLANDO MATERIAL E MÃO-DE-OBRA ITEM ESPECIFICAÇÃO PREÇO R$ 01 CASCO UNITARIO TOTAL 1.1
ANDAIMES E PLATAFORMAS DE TRABALHO
Página: 1 de 5 TEXTO APROVADO EM REUNIÃO DO CPN de 07/10/2010. ITEM TEXTO ATUAL TEXTO PROPOSTO 18.15.1 Manter 18.15.1.1 18.15.2 Os andaimes devem ser dimensionados e construídos de modo a suportar, com
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES CAPÍTULOS ABORDAGEM
DE NAVIOS E AERONAVES Identificados por suas Missões Parte II ARQUITETURA NAVAL - Seção 1 RGIM16P T CAPÍTULOS - A,D,E,G,H,I e T PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR
DEFORMAÇÃO NORMAL e DEFORMAÇÃO POR CISALHAMENTO
DEFORMAÇÃO NORMAL e DEFORMAÇÃO POR CISALHAMENTO 1) A barra rígida é sustentada por um pino em A e pelos cabos BD e CE. Se a carga P aplicada à viga provocar um deslocamento de 10 mm para baixo na extremidade
I COEFICIENTES DE FINURA
I COEFICIENTES DE FINURA 1- Um navio tem 100 [m] de comprimento entre perpendiculares, 12 [m] de boca e 2.40 [m] de imersão média; a esta flutuação os coeficientes de finura total, prismático horizontal
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 43 DRAGAS E BATELÕES CAPÍTULOS ABORDAGEM
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 43 DRAGAS E BATELÕES SEÇÃO 2 ESTRUTURA CAPÍTULOS A ABORDAGEM B DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO E NORMAS C D E
REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS I- DENTIFICADOS POR SUAS MIS- SÕES TÍTULO 42 REBOCADORES / EMPURRADORES CAPÍTULOS ABORDAGEM
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS I- DENTIFICADOS POR SUAS MIS- SÕES TÍTULO 42 REBOCADORES / EMPURRADORES SEÇÃO 1 ARQUITETURA NAVAL CAPÍTULOS A B C D E F G H I T ABORDAGEM DOCUMENTOS,
MÁQUINAS DE ELEVAÇÃO E TRANSPORTE
MÁQUINAS DE ELEVAÇÃO E TRANSPORTE AULA 8 ACIONAMENTO E MECANISMOS DE ELEVAÇÃO PROF.: KAIO DUTRA Acionamento Manual e Alavanca de Comando Um acionamento manual pode ser empregado em mecanismos de baixa
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Disciplina: SISTEMAS HIDRÁULICOS URBANOS arquivo 04 Captação em mananciais superficiais Prof.: Flavio Bentes Freire Locais apropriados para a localização da
LISTA DE EXERCÍCIOS ÁREA 3. Disciplina: Elementos de Máquina Semestre: 2016/01
LISTA DE EXERCÍCIOS ÁREA 3 Disciplina: Elementos de Máquina Semestre: 2016/01 Prof: Diego R. Alba 1. O pinhão de 16 dentes da figura move um trem de engrenagem de redução dupla, como mostrado. Todas as
RELATÓRIO DE ACEITAÇÃO DA INSTALAÇÃO
RELATÓRIO DE ACEITAÇÃO DA INSTALAÇÃO Quando a instalação estiver completa, a ShibataFenderTeam solicita um Relatório de Aceitação da Instalação (RAI) para iniciar o período de garantia. O não fornecimento
Professor: José Junio Lopes
Aula 2 - Tensão/Tensão Normal e de Cisalhamento Média; Tensões Admissíveis. A - TENSÃO NORMAL MÉDIA 1. Exemplo 1.17 - A luminária de 80 kg é sustentada por duas hastes, AB e BC, como mostra a Figura 1.17a.
ANEXO I ESPECIFICAÇÕES PARA A FABRICAÇÃO DE ESPELHOS RETROVISORES
ANEXO I ESPECIFICAÇÕES PARA A FABRICAÇÃO DE ESPELHOS RETROVISORES 1 DEFINIÇÕES 1.1. Define-se por Tipo de espelho retrovisor o dispositivo que não difere entre si quanto às seguintes características fundamentais:
Instruções para Implementadores
Volvo Truck Corporation Curitiba, Brazil Instruções para Implementadores Data Grupo Edição Pág. 12.05 95 01 1(8) Instalações, Veículo Rígido Árvore de transmissão VM BRA19385 20 045192 Portuguese/Brazil
PASCAL LAUDO DE VISTORIA DE CONDIÇÃO E AVALIAÇÃO. 'Vara Civel Antonma Its 53 PERÍCIA HAVAI. Solicitante: Interportos Ltda. Eng.
'Vara Civel Antonma Its 53 LAUDO DE VISTORIA DE CONDIÇÃO E AVALIAÇÃO PASCAL Solicitante: Eng. Responsável: Local da Vistoria: Data da Vistoria: Interportos Ltda. Vito Caputo Antonina/PR 18/02/2014 PERÍCIA
RETROESCAVADORA DEM 310
RETROESCAVADORA DEM 310 Projetado para realizar trabalhos de escavação, carregamento e descarregamento. Na retroescavadora é utilizada a transmissão hidromecânica de um dos maiores produtores do mundo
Organize o seu quadro
LINA 25 >>> Lina 25 canaletas Organize o seu quadro 362 12 Canaletas lina 25 deixa o quadro bem organizado e com circuitos identificados. 362 11 362 08 362 06 Canaletas Lina 25 362 00 Conforme normas NF
REGRAS PARA CONTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES CAPÍTULOS ABORDAGEM DOCUMENTOS, REGULAMENTACAO E NORMAS
DE NAVIOS E AERONAVES Identificados por suas Missões - Parte II EQUIPAMENTO DE CASCO - Seção 3 RGIM18PT CAPÍTULOS - A a D e T PARTE II REGRAS PARA CONTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR
MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE XII MONTAGEM DE NAVIOS
MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE XII MONTAGEM DE NAVIOS Modelo Vista geral do navio Modelo do navio em corte Características e Capacidades Dimensões Principais Deslocamento: 41.700 toneladas Comprimento Global:
Marinharia
Marinharia www.douroazul.pt Embarcação Navio www.douroazul.pt Embarcação É uma construção flutuante com capacidade para transportar pessoas ou coisas ou efetuar operações específicas no meio aquático.
Quando um corpo descreve um movimento circular alem das grandezas lineares existem as grandezas angulares, desse modo, temos:
MOVIMENTO CIRCULAR Quando um corpo descreve um movimento circular alem das grandezas lineares existem as grandezas angulares, desse modo, temos: MOVIMENTO CIRCULAR UNIFORME (M.C.U.) Velocidade linear v
NAUTIS CONSULTORES Ltda. MARINE AND CARGO SURVEYORS
NAUTIS CONSULTORES Ltda. MARINE AND CARGO SURVEYORS Fortaleza, 11 de Dezembro de 2008 Relatório de Avaliação no. 1437-0908_A O presente certifica que o abaixo assinado vistoriou em 10 de Dezembro de 2008,
5ª Lista de Exercícios Fundamentos de Mecânica Clássica Profº. Rodrigo Dias
5ª Lista de Exercícios Fundamentos de Mecânica Clássica Profº. Rodrigo Dias Obs: Esta lista de exercícios é apenas um direcionamento, é necessário estudar a teoria referente ao assunto e fazer os exercícios
Dados Técnicos Guindaste sobre esteiras LR 1300 LR 1300
Dados Técnicos Guindaste sobre esteiras LR 1300 LR 1300 Dimensões Máquina básica com carro inferior R 9750 3600 10350 6930 3000 LR 1300 2250 1600 1465 5000 1700 8500 9650 4260 1870 1200 8000 400 R 6980
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES. TÍTULO 111 COMBATE A INCÊNDIO EXTERNO (Fi-Fi) CAPÍTULOS
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 111 COMBATE A INCÊNDIO EXTERNO (Fi-Fi) SEÇÃO 3 EQUIPAMENTO DE CASCO CAPÍTULOS A ABRANGÊNCIA B DOCUMENTOS,
MEMORIAL DE CÁLCULO / 1-0 MINI GRUA MODELO RG MG 500.1
MEMORIAL DE CÁLCULO 060513 / 1-0 MINI GRUA MODELO RG MG 500.1 FABRICANTE: Metalúrgica Rodolfo Glaus Ltda ENDEREÇO: Av. Torquato Severo, 262 Bairro Anchieta 90200 210 Porto alegre - RS TELEFONE: ( 51 )
Especificação Técnica. Fresadora a frio W 50 DC
Especificação Técnica Fresadora a frio W 50 DC Especificação Técnica Fresadora a frio W 50 DC Largura de fresagem máx. Profundidade de fresagem * 1 500 mm 0 210 mm Tambor fresador Espaçamento entre ferramentas
PARTE II REGRAS PARA CONTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES CAPÍTULOS. ABORDAGEM - Ver Título 11
DE NAVIOS E AERONAVES Identificados por suas Missões - Parte II EQUIPAMENTO DE CASCO - Seção 3 RGIM16PT CAPÍTULOS - A a D e T PARTE II REGRAS PARA CONTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR
TRIÂNGULO RETÂNGULO ENSINO MÉDIO 2ª SÉRIE LISTA DE EXERCÍCIOS PP 1º TRIM
ENSINO MÉDIO 2ª SÉRIE LISTA DE EXERCÍCIOS PP 1º TRIM PROF. MARCELO DISCIPLINA : MATEMÁTICA TRIÂNGULO RETÂNGULO 1. Em parques infantis, é comum encontrar um brinquedo, chamado escorrego, constituído de
Prática II INSTRUMENTOS DE MEDIDA
Prática II INSTRUMENTOS DE MEDIDA OBJETIVOS Medidas de massa e comprimentos (diâmetros, espessuras, profundidades, etc.) utilizando balança, paquímetro e micrômetro; Estimativa de erro nas medidas, propagação
REGRAS PARA CLASSIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES NAVIOS ROL ON/ROLL OFF DE CARGA CAPÍTULOS
PARTE II REGRAS PARA CLASSIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 15 NAVIOS ROL ON/ROLL OFF DE CARGA SEÇÃO 2 ESTRUTURA CAPÍTULOS A B C D E F ABORDAGEM DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO
ARMADOR: CBO - COMPANHIA BRASILEIRA DE OFFSHORE ESTALEIRO: ENAVI REPAROS NAVAIS LTDA. PERÍODO: 05 DE OUTUBRO DE 2015 Á 16 DE OUTUBRO DE 2015.
ARMADOR: CBO - COMPANHIA BRASILEIRA DE OFFSHORE ESTALEIRO: ENAVI REPAROS NAVAIS LTDA. PERÍODO: 05 DE OUTUBRO DE 2015 Á 16 DE OUTUBRO DE 2015. DADOS GERAIS DA DOCAGEM NAVIO: CBO ANA LUISA. TIPO DE NAVIO:
Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia. Prof.: Carlos
Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Campos de Presidente Epitácio LIDIANE FERREIRA Trabalho apresentado na disciplina de Elementos de Maquinas do Curso de Automação Industrial 3º módulo
CAPÍTULO 10 APARELHO DE FUNDEAR E SUSPENDER. Prof. KOPÊ
CAPÍTULO 10 APARELHO DE FUNDEAR E SUSPENDER 366 APARELHO DE SUSPENDER E FUNDEAR O aparelho de fundear e suspender é constituído pelo conjunto de âncoras, amarras, máquinas de suspender e todos os acessórios
Paquímetro. Paquímetro de Relógio. Paquímetro Digital. Paquímetro
Paquímetro RESOLUÇÃO LEITURA COMP. (mm) COMP. (mm) TIPO CURSOR (mm) ÚTIL (mm) BOCA ORELHA GDM04025005 0.05 150 40 15 4 funções monobloco 34,87 GDM04045005 0.05 150 40 15 4 funções composto 27,88 Escala
PROELEVA. proeleva.com. Soluções em peças de reposição que produzem RESULTADOS positivos CONJUNTO DE CARRO TALHA ELÉTRICO MODELO CTSN
CONJUNTO D CARRO TALHA LÉTRICO MODLO CTSN Simples ou duplo enrolamento Conjunto de aplicações mecânicas para carro elétrico de cabo de aço, simples ou duplo enrolamento, arranjos de,, e 6 cabos simples
SPEEDCUT 100 FLEXIROC T35,T40. Surface Drill Rig for medium sized drifts and tunnels with a coverage area up to XXX m2
FLEXIROC T35,T40 Surface Drill Rig for medium sized drifts and tunnels with a coverage area up to XXX m2 SPEEDCUT 100 Máquina de fio diamantado para o segmento de rocha ornamental (mármore, granito, quartzito,
MÁQUINAS DE ELEVAÇÃO E TRANSPORTE
MÁQUINAS DE ELEVAÇÃO E TRANSPORTE AULA 9 MECANISMOS DE TRANSLAÇÃO PROF.: KAIO DUTRA Mecanismos de Translação Estes mecanismos são responsáveis pela locomoção do equipamento em trabalho, e podem ser classificados
MATE 6,47 /m FAIA PINHO GALEGO CARVALHO FAIA VAPORIZADA
GUIA SUPERIOR 1182 (5 METROS 8 BARRAS) MATE 6,47 /m 7,15 /m 7,95 /m 7,36 /m LACADOS BRANCO 6,75 /m 8,88 /m 9,07 /m 9,45 /m 9,52 /m 7,99 /m GUIA INFERIOR 17795 (5 METROS 8 BARRAS) MATE 2,81 /m 3,21 /m 3,59
Professor: José Junio Lopes
A - Deformação normal Professor: José Junio Lopes Lista de Exercício - Aula 3 TENSÃO E DEFORMAÇÃO 1 - Ex 2.3. - A barra rígida é sustentada por um pino em A e pelos cabos BD e CE. Se a carga P aplicada
Resumo Prova Final (P1)
Resumo Prova Final (P1) Características da Engenharia Naval: Alto conteúdo tecnológico misturado com conhecimento tradicional; Caráter estratégico para o país; Longo período de produção; Interdisciplinar;
USADOS atualização
biomassa Marca: Planalto. Largura da boca de 400 mm, altura de passagem de 130 mm. Esteira de entrada de 3500 mm. 1 jogo de faca e contra faca. Estrutura em chapa de aço. Polia para motor principal. Com
1º SIMULADO DISCURSIVO IME FÍSICA
FÍSICA Questão 1 Considere o veículo de massa M percorrendo uma curva inclinada, de ângulo, com raio R constante, a uma velocidade V. Supondo que o coeficiente de atrito dos pneus com o solo seja, calcule
Estrutura do Casco dos Navios Metálicos. Sistemas de Construção
Estrutura do Casco dos Navios Metálicos Sistemas de Construção Sistemas de construção Sistemas de construção A estrutura do casco dos navios é constituída por: Forro exterior Invólucro resistente e impermeável
Elementos de Transmissão Correias
Elementos de Transmissão Correias Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. Transmissão por polias e correias Transmissão por polias e correias As polias são peças cilíndricas, movimentadas pela rotação do eixo
1-1. Embarcação e navio Barco Navio, nau, nave Nau e nave Vaso de guerra e belonave
NOMENCLATURA DO NAVIO 1-1. Embarcação e navio Embarcação é uma construção feita de madeira, concreto, ferro, aço ou da combinação desses e outros materiais, que flutua e é destinada a transportar pela
Mat. Monitor: Roberta Teixeira
1 Professor: Alex Amaral Monitor: Roberta Teixeira 2 Geometria analítica plana: circunferência e elipse 26 out RESUMO 1) Circunferência 1.1) Definição: Circunferência é o nome dado ao conjunto de pontos
TC 071 PONTES E ESTRUTURAS ESPECIAIS II
TC 071 PONTES E ESTRUTURAS ESPECIAIS II 16ª AULA (19/10/2.010) MEZOESTRUTURA DE PONTES A mezoestrutura de ponte é a parte da estrutura (pilares) responsável por transmitir as cargas da superestrutura à
USADOS atualização
biomassa Marca: Vanmaq. Largura da boca de 500 mm, altura de passagem de 150 mm. Esteira de entrada de 3500 mm. Polia para motor principal. 1 chave reversora, com correias torque team. 2 redutores e 2
MANUAL DE MANUSEIO, TRANSPORTE E ARMAZENAMENTO DE BOBINAS DE CABOS ELÉTRICOS
MANUAL DE MANUSEIO, TRANSPORTE E ARMAZENAMENTO DE BOBINAS DE CABOS ELÉTRICOS OBJETIVO Estabelecer condições para o correto manuseio, transporte e armazenamento de bobinas de cabos elétricos, com o objetivo
REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 43 DRAGAS E BATELÕES CAPÍTULOS ABORDAGEM
PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 43 DRAGAS E BATELÕES SEÇÃO 2 ESTRUTURA CAPÍTULOS A ABORDAGEM B DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃOE NORMAS VerParte
PROVA DE FÍSICA - EFOMM 2006
PROVA DE FÍSICA - EFOMM 2006 1ª Questão: O ideal em uma instalação elétrica residencial é aplicar disjuntores individuais para os dispositivos que consomem grandes intensidades de corrente; o disjuntor
Peças de união. Peça de união
FLEXOMATIC O O O painel e constituído de placas elementares de poliestireno com perfurações dispostas em toda a superfície. Essas placas, de 15 x 15cm, são fixadas umas as outras por meio de peças de União
Fís. Semana. Leonardo Gomes (Guilherme Brigagão)
Semana 7 Leonardo Gomes (Guilherme Brigagão) Este conteúdo pertence ao Descomplica. Está vedada a cópia ou a reprodução não autorizada previamente e por escrito. Todos os direitos reservados. CRONOGRAMA
CPV MARÉ/ CEASM Física I CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS Prof. Carlos
Leis de Newton II 1 Um bloco de massa m = 10kg, movimenta-se força horizontal F de intensidade de 30N. O a mesa é μ d = 0,20. Sendo g = 10m/s²,. 2 - Um bloco de massa m = 20kg, movimentase força horizontal
Aula 2 - Tensão Normal e de Cisalhamento.
Aula 2 - Tensão Normal e de Cisalhamento. A - TENSÃO NORMAL MÉDIA 1. Exemplo 1.17 - A luminária de 80 kg é sustentada por duas hastes, AB e BC, como mostra a figura 1.17a. Se AB tiver diâmetro de 10 mm
USADOS atualização
biomassa Marca: Vanmaq. Largura da boca de 500 mm, altura de passagem de 150 mm. Esteira de entrada de 3500 mm. Polia para motor principal. 1 chave reversora, com correias torque team. 2 redutores e 2
Convenção Internacional das Linhas de Carga, 1966
Convenção Internacional das Linhas de Carga, 1966 Prof. Manuel Ventura Mestrado em Engenharia e Arquitectura Naval Secção Autónoma de Engenharia Naval Antecedentes Históricos Regra da Lloyds As primeiras
parâmetros de cálculo 4. Velocidade 5. Vazão
parâmetros de cálculo 4. Velocidade Velocidade é distância percorrida por unidade de tempo. A unidade usual é m/s. Uma maneira de entender a velocidade da água na tubulação é imaginar uma partícula de
LISTA DE EXERCÍCIOS 1 Máquinas de Elevação e Transporte
LISTA DE EXERCÍCIOS 1 Máquinas de Elevação e Transporte 1. Fale sobre as correntes de elos soldadas, seus principais tipos, vantagens e desvantagens, desenhe um elo e aponte suas principais medidas. 2.
Sistema de movimentação e transporte
Sistema de movimentação e transporte Pórticos Bruno Baccine Carlos Henrique Mendes Igor Raffa Josuel Ribeiro Matheus Victorino Sampaio Matheus Kavano Theo Soliani Thiago Craveiro Jácomo Introdução Necessidade
Sumário. Curta nossa página no facebook/w3-industria-metalurgica. Apresentação. Porta Pallet e Acessórios. Porta Pallet. Drive in / Drive Though
Sumário Apresentação Porta Pallet e Acessórios Porta Pallet Drive in / Drive Though Mezaninos Estantes Divisórias Industriais Cantilever Porta Bobina Flow Rack Esteiras 3 4 5 6 7 8 9 10 10 11 11 Curta
I DESAFIO UNIVERSITÁRIO DE NAUTIMODELISMO REGRAS. Versao /09/
2013 I DESAFIO UNIVERSITÁRIO DE NAUTIMODELISMO REGRAS Versao 1.1 13/09/2013 11111 Comitê Organizador O comitê organizador do evento está disposto da seguinte forma: Coordenação geral: o Prof. Tiago Vieira
6.1. Determine o momento de inércia de uma régua de comprimento L e densidade uniforme nas seguintes situações:
6.1. Determine o momento de inércia de uma régua de comprimento L e densidade uniforme nas seguintes situações: a) em relação ao eixo que passa pelo centro e é perpendicular ao plano da régua; b) em relação
REGULAMENTO TÉCNICO CATEGORIA PRO DRAG PDRAG 5.5, PDRAG 6.3, PDRAG 7.3 Subdivisões 5.5, 6.3 e 7.3 segundos
REGULAMENTO TÉCNICO 2017 17- CATEGORIA PRO DRAG PDRAG 5.5, PDRAG 6.3, PDRAG 7.3 Subdivisões 5.5, 6.3 e 7.3 segundos Este regulamento está organizado conforme o CDI Código Desportivo Internacional e CDA
ANEXO I RELAÇÃO DOS ITENS DA LICITAÇÃO
Folha: 1/11 1 5,000 UN ESTANTE BIBLIOTECA MODELO INFANTIL 787,5000 3.937,5000 SIMPLES FACE BASE FECHADA, 03 PRATELEIRAS - 1,42M. TOTALMENTE CONFECCIONADA EM CHAPA DE AÇO DE BAIXO TEOR DE CARBONO, COM ACABAMENTO
LISTA DE EXERCÍCIOS MECÂNICA DOS SÓLIDOS I
LISTA DE EXERCÍCIOS MECÂNICA DOS SÓLIDOS I A - Tensão Normal Média 1. Ex. 1.40. O bloco de concreto tem as dimensões mostradas na figura. Se o material falhar quando a tensão normal média atingir 0,840
Especificações Técnicas
Ficha Técnica L Motor ivtec FL ivtec FL ivtec FL ivtec FL Potência (cv x rpm) Gasolina/ Etanol Torque (kgf.m x rpm) Gasolina/ Etanol Tração Transmissão manual de 5 velocidades Transmissão automática de
E 4. Delineação dos contornos e placas refletoras traseiras. Histórico e finalidade
Histórico e finalidade Histórico e finalidade As normas ECE R48 e ECE R70 descrevem a fixação, localização e visibilidade geométrica da delineação dos contornos e placas refletoras traseiras em veículos
SR-500 STD GII. Características Gerais
SR-500 STD GII Características Gerais SR-500 Standard GII, equipado com motor de popa Mercury Sea Pro de 40 HP. Esta embarcação atinge velocidade máxima de 33 milhas por hora, em água doce. Número de pessoas:
BIO TRITURADOR BIOMATICH 81
BIO TRITURADOR BIOMATICH 81 BIOMATICH 81 TPS 20 716,00 SUSPENSO AOS 3 PONTOS P.T.O. 540 rpm Potência do tractor 35 a 70 cv 2 rolos de tracção dentados hidráulicos Abertura efectiva dos rolos 250x150 mm
NOME: N RECUPERAÇÃO PARALELA DE FÍSICA II - TURMA 222 PROFº ROGÉRIO 1º BIMESTRE
1925 *** COLÉGIO MALLET SOARES *** 2015 90 ANOS DE TRADIÇÃO, RENOVAÇÃO E QUALIDADE DEPARTAMENTO DE ENSINO DATA: / / NOTA: NOME: N RECUPERAÇÃO PARALELA DE FÍSICA II - TURMA 222 PROFº ROGÉRIO 1º BIMESTRE
Convenção Internacional para Evitar Abalroamentos no Mar (COLREG), Prof. Manuel Ventura
Convenção Internacional para Evitar Abalroamentos no Mar (COLREG), 1972 Prof. Manuel Ventura Mestrado em Engenharia e Arquitectura Naval Secção Autónoma de Engenharia Naval COLREG International Convention
UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE FLUVIAL - UBSF REV A MEMORIAL DESCRITIVO. MINISTÉRIO DA SAÚDE - Departamento de Atenção Básica 15/03/2014
ESTE DOCUMENTO E AS INFORMAÇÕES NELE CONTIDAS SÃO DE PROPRIEDADE DO PROJETISTA E SUA UTILIZAÇÃO SE RESTRINGE ÀQUELA DEFINIDA EM CONTRATO ENTRE AS PARTES ENVOLVIDAS. A REPRODUÇÃO, CÓPIA E USO PARA FINS
PÓRTICOS. Orientação: Prof. Eng. Ms. Fernando Eguía Pereira Soares
PÓRTICOS a Orientação: Prof. Eng. Ms. Fernando Eguía Pereira Soares Elaboração: Fabricio C., Gabriel S., Guilherme M., Lucas G., Kphefciana R., Mariana O., Raphael M., Ricardo A. Índice DEFINIÇÃO COMPONENTES
Eixos e árvores Projeto para eixos: restrições geométricas. Aula 8. Elementos de máquinas 2 Eixos e árvores
Eixos e árvores Projeto para eixos: restrições geométricas Aula 8 Elementos de máquinas 2 Eixos e árvores 1 Acoplamentos o São elementos utilizados para interligação de eixos, tendo as seguintes funções:
Tratores. Informações gerais sobre tratores. Recomendações. Distância do eixo
Informações gerais sobre tratores Informações gerais sobre tratores Os tratores foram projetados para puxar semirreboques e são, portanto, equipados com uma quinta roda para possibilitar a fácil troca
MONTAGEM de BOMBAS SUBMERSÍVEIS
TUBOFURO Tubos em PVC, S.A. Produtos para MONTAGEM de BOMBAS SUBMERSÍVEIS 1 TUBOFURO Tubos em PVC, S.A. HIDROROSCADO Nominal Classe Externo Espessura parede Interno mínimo Ext. União Resistência União
Lista de exercícios 4
4. O sistema da figura a seguir é composto por uma barra homogênea AB, onde está articulada em A e pesa 00 N. O objeto P pesa 50 N para que esse sistema permaneça estático. Analise os seguintes itens:
EXERCÍCIOS DE REVISÃO SOBRE OS PRINCÍPIOS DE STEVIN, PASCAL E ARQUIMEDES PARA AS PROVAS FINAIS 3º TRIMESTRE 2015
EXERCÍCIOS DE REVISÃO SOBRE OS PRINCÍPIOS DE STEVIN, PASCAL E ARQUIMEDES Nos exercícios, considere (se necessário) que: PARA AS PROVAS FINAIS º TRIMESTRE 2015 Comprimento: 1 m = 100 cm = 1.000 mm Área:
Lista de Exercícios 4
Lista de Exercícios 4 Leis da Indução Exercícios Sugeridos A numeração corresponde ao Livros Textos A e B. A23.1 Uma espira plana com 8,00 cm 2 de área consistindo de uma única volta de fio é perpendicular
ENGENHARIA DE FORTIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO CADERNO DE QUESTÕES
CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO ENGENHARIA DE FORTIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO CADERNO DE QUESTÕES 2016 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 A figura acima mostra uma viga de comprimento L e rigidez à flexão EJ
Matemática. Questão 1. 6 o ano do Ensino Fundamental Turma. 2 o Bimestre de 2016 Data / / Escola. Aluno RESOLUÇÃO:
EF AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM PROCESSO Matemática 6 o ano do Ensino Fundamental Turma GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO 2 o Bimestre de 2016 Data / / Escola Aluno Questão 1 Um cliente,
