Sociedade Antroposófica no Brasil
|
|
|
- Anderson Alvarenga Domingos
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Sociedade Antroposófica no Brasil CNPJ /0001/42 ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DO ESTATUTO SOCIAL CONSIDERANDO AS DIPOSIÇÕES DA LEI Nº /2002 (CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO) Artigo 1º CAPITULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FINS, DURAÇÃO Sob a denominação de Sociedade Antroposófica no Brasil, foi constituída em 24 de abril de 1982 uma Associação Civil de direito privado, de caráter organizacional, sem cunho político ou partidário, que se rege, doravante, pelo presente Estatuto, pelo Código Civil Brasileiro e complementarmente e naquilo que não conflitar com a legislação pátria, pelos princípios da Sociedade Antroposófica Universal. Artigo 2º A Associação, doravante denominada simplesmente SOCIEDADE, tem sua sede e foro nesta capital do Estado de São Paulo, à Rua da Fraternidade, 156, CEP: , Alto da Boa Vista, São Paulo-SP. Artigo 3º A SOCIEDADE não terá fins lucrativos, senão exclusivamente filantrópicos, dedicando-se ao estudo e cultivo da Antroposofia, ciência espiritual criada pelo Dr. Rudolf Steiner. No exercício de suas atividades, a SOCIEDADE mantém a Escola Superior Livre para Ciência do Espírito com um Secretariado Geral e deve promover e apoiar cursos, seminários, palestras, exposições, workshops, congressos, simpósios e eventos, inclusive incentivando, fomentando, promovendo e realizando atividades artísticas e culturais nos mais diversos âmbitos e formas de expressão e linguagem, como música, artes cênicas, artes plásticas, euritimia, dança, literatura, edição de livros e demais mídias de comunicação artística e afins. A SOCIEDADE poderá também ajudar ou participar de instituições destinadas à divulgação e promoção da Antroposofia, e exercer qualquer outra atividade dentro dos fins expressos neste artigo
2 Suas atividades abrangem todo o território brasileiro, podendo abrir filiais e/ou regionais. A duração da Sociedade é por prazo indeterminado. CAPITULO II DOS MEMBROS Artigo 4º Podem ser associados da Sociedade Antroposófica no Brasil, doravante denominados membros, todas as pessoas residentes no Brasil, em número ilimitado, sem distinção de raça, nacionalidade, cor, gênero, posição filosófica, religião ou formação, que desejam tornar-se membros da Sociedade Antroposófica Universal por reconhecerem tudo aquilo que parte do Goetheanum, sede da Sociedade Antropósica Universal, como vida espiritual. Os membros da SOCIEDADE podem se classificar como: - Membros; - Membros da Escola Superior Livre para Ciência do Espírito, mais conhecidos com Membros da Primeira (I) Classe. Estes membros são aqueles que, após dois anos de ingresso na Sociedade como membros, pedem a inclusão nesta Primeira Classe da Escola Superior Livre para Ciência do Espírito. São direitos dos membros da SOCIEDADE: a- Participar das Assembleias, conferências, cursos e demais apresentações organizadas pela SOCIEDADE, sob as condições a serem divulgadas pela Diretoria antes de cada evento; b- Votar as matérias pertinentes nas Assembleias Gerais Ordinárias e Extraordinárias; c- Sugerir novos integrantes para a Diretoria, no processo de consulta feita por esta, conforme o Artigo 8º - Letra a, bem como Artigo 9º, deste Estatuto.
3 d- Recorrer à Assembléia Geral, garantido o direito de defesa, quando requerida sua exclusão da associação pela diretoria. e- Renunciar, a qualquer tempo, à qualidade de membro, mediante simples apresentação de pedido por escrito à diretoria e devolução do(s) respectivo(s) cartão(ôes) de membro. f- Ter acesso a todos os livros de natureza contábil e financeira da SOCIEDADE. È dever dos membros: a - Observar o Estatuto, deliberações e resoluções dos órgãos da SOCIEDADE. b - Pagar a contribuição anual sugerida pela Diretoria, cabendo também à Diretoria analisar condições especiais para membros que não tenham condições financeiras de contribuir com o valor integral. Para tanto, deverá ser enviada à Diretoria uma solicitação por escrito do membro explicando a sua situação e a sua sugestão de valor possível. Todo membro deve contribuir financeiramente com a Sociedade como forma de representação do vínculo e importância da Antroposofia no mundo, levando em consideração suas condições financeiras individuais. Nenhum membro deve ser excluído por razões financeiras, desde que faça um pedido de redução da contribuição e que o mesmo tenho sido analisado e concedido pela Diretoria. Artigo 5º A qualidade de membro terminará: a- Por morte. b- Por renúncia, na forma do artigo anterior Artigo 4 - Parágrafo 1/e. c- Por exclusão proposta pela diretoria e decidida pela Assembléia Geral, fundamentada em justa causa, conforme descrito abaixo, quando ocorrer a violação do estatuto social ou a prática de atividades contrárias às decisões das Assembleias Gerais. Definida a justa causa, o membro será devidamente comunicado pela diretoria, por escrito, dos fatos a ele imputados, para que apresente sua defesa prévia no prazo de 30 (trinta) dias a contar do recebimento da comunicação. Após apresentação da defesa ou decurso do prazo descrito no parágrafo anterior, a representação será decidida em reunião da diretoria, por maioria
4 simples de votos dos diretores presentes, devendo o membro ser comunicado, por escrito, da referida decisão. O membro a ser excluído poderá recorrer da decisão da Diretoria à Assembleia Geral imediatamente posterior a essa decisão. Parágrafo 4º Independentemente da apresentação ou não do recurso referido no parágrafo anterior, a Diretoria submeterá a proposta da exclusão do membro à Assembleia Geral, à qual caberá a decisão final sobre a exclusão do membro por maioria simples de votos dos membros presentes na Assembleia. CAPITULO III DOS MEIOS Artigo 6º Os recursos e meios para a manutenção da Sociedade provirão: a- das contribuições anuais de todos os membros, cuja importância será anualmente fixada pela diretoria; b- de rendimentos de aplicações de seus ativos financeiros e outros, pertinentes ao patrimônio sob a sua administração; c- de rendimentos decorrente de aluguéis, cessão oneroso de espaço entre outros; d- de programa e/ou plano de ações; e- do recebimento de doações de recursos físicos ( bens móveis e/ou imóveis ); f- do recebimento de doações financeiras; g- do voluntariado ( doação de recursos humanos ); h- de contribuições periódicas ou eventuais, de pessoas físicas ou jurídicas; i- de dotações e subvenções recebidas diretamente pela União, dos Estados e dos Municípios ou por intermédio de órgãos públicos da administração direta ou indireta não destinadas especificamente à incorporação em seu patrimônio; j- da prestação de serviços intermediários de apoio a empresas e/ou outras organizações sem fins lucrativos e a órgãos do setor público que atuam em áreas afins; k- de cursos, seminários, palestras e eventos em geral, inclusive artísticos e culturais;
5 l- da edição de literatura antroposófica e/ou relacionadas ao seu objeto social; m- de participar, na condição de sócia e/ou associada de empresas, associações e/ou instituições que tenham íntima relação com as finalidades e com o objetivo social da SOCIEDADE; n- da venda de bens recebidos a titulo de doação e/ou heranças; o- e outros. CAPITULO IV DOS ORGÃOS DA SOCIEDADE Artigo 7º São órgãos da SOCIEDADE: a - a Assembleia Geral dos membros; b - a Diretoria da Sociedade Antroposófica no Brasil c - o Conselho Fiscal d o Conselho Consultivo Artigo 8º Compete à Assembleia Geral dos membros: a- a ratificação de novos diretores propostos pela diretoria atuante, após processo de consulta aos membros (Artigo 9º, Parágrafo 2). b- a aprovação do balanço anual, devidamente auditado. c- a destituição de membros e de Diretores. d- a alteração do Estatuto. e- a eleição do Conselho Fiscal. A Assembleia Geral dos membros reúne-se em caráter ordinário uma vez por ano e em caráter extraordinário, a pedido da Diretoria ou de pelo menos 10% (dez por cento) dos membros. A convocação é feita por meio de divulgação por Edital afixado na sede da instituição e/ou publicação na imprensa local, por circular, por meios
6 eletrônicos, ou outros meios convenientes, com antecedência mínima de pelo menos três semanas. Qualquer Assembleia se instalará em primeira convocação com a maioria dos membros e em segunda convocação com qualquer número e as decisões são tomadas por 2/3 (dois terços) dos membros presentes com as exceções descritas no Artigo 15º. Parágrafo 4º Decisões relativas à alteração do Estatuto Social devem constar na convocação da Assembleia Geral Ordinária ou em Assembleia Extraordinária especialmente convocada para este fim e exigem uma maioria de dois terços dos membros presentes. As alterações sugeridas devem ser enviadas junto com a convocação para a Assembleia. Parágrafo 5º As decisões das Assembleias Gerais e Extraordinárias dos Membros serão consignadas em ata assinada pelo Diretor Executivo e um dos outros diretores. Artigo 9º A Diretoria da Sociedade Antroposófica no Brasil A Diretoria é composta por um Diretor Executivo, um Diretor Tesoureiro, um Diretor Cultural e um Diretor de Comunicação. O mandato dos diretores é de três anos, podendo haver recondução. Se houver uma ou mais vaga(s) na Diretoria, os Diretores fazem uma consulta aos membros para pedir sugestões de nomes conforme o perfil das tarefas do(s) posto(s) de/dos Diretor(es ) a ser(em) preenchido(s). Os Diretores escolhem entre os mais indicados os que preenchem melhor o perfil e com o(s) quais acham que podem trabalhar em harmonia. Uma vez aceito o convite pelo(s) escolhido(s), ele(s) será/ão apresentado(s) para ratificação na próxima Assembleia.
7 A SOCIEDADE não remunera, sob qualquer forma, os cargos de sua Diretoria, bem como membros do Conselho Fiscal e do Conselho Consultivo, cujas atuações são inteiramente voluntárias. Artigo 10º Compete à Diretoria: a- Zelar pelas atividades culturais e administrativas da SOCIEDADE. b- Zelar pela administração financeira da SOCIEDADE. c- Zelar pelo patrimônio físico da SOCIEDADE. A SOCIEDADE será representada perante terceiros, ativa e passiva, judicial e extrajudicialmente, por seu Diretor Executivo, ou no impedimento deste, por qualquer um dos membros da Diretoria, podendo cada um agir individualmente. A Diretoria presta anualmente conta de sua administração à Assembleia Geral dos Membros, apresentando o balanço financeiro, relatório de atividades, orçamento e plano para o próximo exercício. É expressamente vedada à Diretoria a venda de qualquer imóvel da Sociedade sem a aprovação dos membros em Assembleia. Artigo 11º O Conselho Fiscal O Conselho Fiscal é composto por dois membros eleitos em Assembleia Geral com um mandato de três anos. Artigo 12º O Conselho Consultivo O Conselho Consultivo é composto por membros experimentados, Líderes de Ramos e das diversas áreas de práticas a partir da Antroposófia, morando no Brasil.
8 Compete ao Conselho Consultivo: a) Receber e disseminar informações sobre o movimento antroposófico no Brasil. b) Aconselhar e participar das decisões estratégicas da Diretoria da Sociedade Antroposófica no Brasil. O Conselho Consultivo é composto por 13 membros, representando os membros das diversas regiões do Brasil, bem como as profissões vinculadas à Antroposófia. Os membros serão eleitos pelas comunidades e tem um mandato de 3 anos, sem recondução. O Conselho reúne-se 2 vezes por ano e sempre em caso de emergência, solicitado por pelo menos 4 membros. Artigo 13º Por quaisquer débitos e obrigações da Sociedade responderão os fundos e haveres da mesma, ficando excluída qualquer responsabilidade dos Diretores, dos Conselheiros Fiscais, dos Conselheiros Consultivos e dos membros. Artigo 14º Os membros que saírem da Sociedade não terão nenhum direito sobre os bens e haveres da mesma ou sobre as doações que houveram realizadas. CAPITULO V DA EXTINÇÃO DA SOCIEDADE Artigo 15º A SOCIEDADE poderá ser dissolvida se ao menos dois terços de todos os membros da Sociedade assim o resolverem em Assembleia Geral especialmente convocada para esse fim.
9 Parágrafo único No caso da extinção da SOCIEDADE, os Diretores da SOCIEDADE, os responsáveis pela Escola Superior Livre para Ciência do Espírito e um observador designado pela Diretoria da Sociedade Antroposófica Universal, em deliberação, neste caso, a ser ratificado pela Assembleia Geral, decidirão sobre o destino dos seus bens e haveres, que deverão permanecer no Brasil e ser destinados a outras Instituições Antroposóficas sem fins lucrativos. O presente estatuto, em sua nova redação consolidada, foi aprovado (informar o percentual após realização da assembleia ) dos membros presentes à Assembleia Geral Extraordinária, devidamente convocada em... de São Paulo,... de André Gabriel Hatoun Filho Diretor Executivo (OAB/SP )
ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE CULTURA MUSICAL DE LOUSADA
ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE CULTURA MUSICAL DE LOUSADA (Aprovados em Assembleia Geral de 21 de Setembro de 2012) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Denominação, Natureza Jurídica e Sede 1- A Associação
ASSOCIAÇÃO REDE BRASIL AVC ESTATUTOS SOCIAIS CAPÍTULO PRIMEIRO. Da Denominação e Natureza jurídica
ASSOCIAÇÃO REDE BRASIL AVC ESTATUTOS SOCIAIS CAPÍTULO PRIMEIRO Da Denominação e Natureza jurídica Art 1 - Sob a denominação de ASSOCIAÇÃO REDE BRASIL AVC, designada abreviadamente pela expressão REDE BRASIL
ESTATUTO DA AAPCEU. ART. 2º - A ASSOCIAÇÃO tem sede e foro na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais.
ESTATUTO DA AAPCEU TÍTULO I - DA ENTIDADE Capítulo Único - Da Denominação, Sede e Objeto ART. 1º - A Associação dos Aposentados e Pensionistas da Caixa dos Empregados da Usiminas, doravante denominada
ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO E.A.B. - ESCOLA DE ARTES DA BARRADA - ASSOCIAÇÃO DE ENSINO ARTÍSTICO : PARTE I. Artigo 1.º. Denominação. Artigo 2.º.
ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO E.A.B. - ESCOLA DE ARTES DA BARRADA - ASSOCIAÇÃO DE ENSINO ARTÍSTICO : PARTE I Denominação, Sede, Natureza Jurídica Objetivos e Órgãos Artigo 1.º Denominação A Associação EAB -
ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA BÍBLICA (ABIB)
1 ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA BÍBLICA (ABIB) TÍTULO I DA DENOMINAÇÃO E DOS OBJETIVOS Art. 1 A Associação Brasileira de Pesquisa Bíblica (ABIB) é uma associação de direito privado, de
Art. 3º. A ACETESP deverá atuar com identidade de propósitos e em estreita articulação com entidades congêneres.
Estatuto DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINALIDADE DA ASSOCIAÇÃO Art. 1º. A Associação Cearense de Tradutores Públicos (ACETESP) é uma entidade civil, de caráter permanente, com tempo de duração indeterminado
REGULAMENTO DO CONSELHO CONSULTIVO DA MISERICÓRDIA DE CINFÃES
REGULAMENTO DO CONSELHO CONSULTIVO DA S.C.M.CINFÃES (n.º 2, do artigo 33 dos Estatutos da S.C.M.CINFÃES) Artigo 1º (Objecto) O presente Regulamento tem por objecto o estabelecimento das normas relativas
ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO AMIGOS DE SANTA RITA
ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO AMIGOS DE SANTA RITA Este Estatuto foi aprovado em Assembléia Extraordinária realizada em 18 de dezembro de 2004. Capítulo I Da Fundação - Denominação - Fins e Sede Art. 1º - A Associação
ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO DO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO TRILÍNGUE DA UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL - CAMPUS CANOAS TÍTULO I
ESTATUTO DO CENTRO ACADÊMICO DO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO TRILÍNGUE DA UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL - CAMPUS CANOAS TÍTULO I DO CENTRO ACADÊMICO DO SECRETARIADO EXECUTIVO TRILÍNGUE Art. 1 O Centro
ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES DE FRANCÊS DO CEARÁ
ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES DE FRANCÊS DO CEARÁ CAPITULO I Da Associação Art. 1º. É constituída uma associação cultural sem fins lucrativos que adota a denominação de Associação dos Professores
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISADORES EM ARTES PLÁSTICAS ESTATUTO SOCIAL DA ANPAP
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISADORES EM ARTES PLÁSTICAS ESTATUTO SOCIAL DA ANPAP Aprovado na Assembleia Geral Ordinária realizada no dia 25 de setembro de 2015, durante o 24º Encontro Nacional da ANPAP,
Estatuto da Associação Mães que Oram Pelos Filhos Arquidiocese de Vitoria/ES AM0
Estatuto da Associação Mães que Oram Pelos Filhos Arquidiocese de Vitoria/ES AM0 Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, FINS E DURAÇÃO Art. 1º. A Associação de Mães que oram pelos Filhos doravante
Estatuto da Associação Mães que Oram Pelos Filhos Arquidiocese de Vitoria/ES - AMOF-AVES
Estatuto da Associação Mães que Oram Pelos Filhos Arquidiocese de Vitoria/ES - AMOF-AVES Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, FINS E DURAÇÃO Art. 1º. A Associação de Mães que oram pelos Filhos doravante
Instituto de Pesquisa e Apoio ao Desenvolvimento Social ESTATUTO
ESTATUTO CAPÍTULO I NOME, SEDE, DURAÇÃO E FINS Artigo 1º O INSTITUTO DE PESQUISA E APOIO AO DESENVOLVIMENTO SOCIAL, também conhecido pela sigla IPADS, constituído em 17 de junho de 2000, é uma entidade
ESTATUTO ASSOCIAÇÃO DOS ESTUDANTES GUINEENSES NO ESTADO DE SANTA CATARINA (AEGUISC)
ESTATUTO ASSOCIAÇÃO DOS ESTUDANTES GUINEENSES NO ESTADO DE SANTA CATARINA (AEGUISC) CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Art.1º Associação dos estudantes Guineenses no estado de Santa Catarina abreviadamente,
Estatuto da Associação dos Fabricantes de Placas para Veículos do Estado do Paraná
1 Estatuto da Associação dos Fabricantes de Placas para Veículos do Estado do Paraná Capítulo I A Associação dos Fabricantes de Placas para Veículos do Estado do Paraná e seus Fins Artigo 1º. A Associação
COLÉGIO FRANCISCANO SANT ANNA SANTA MARIA - RS ESTATUTO ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES APM
COLÉGIO FRANCISCANO SANT ANNA SANTA MARIA - RS ESTATUTO ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES APM 2009 SUMÁRIO TÍTULO I Da denominação, caráter, duração, sede, foro e finalidades... 3 Capítulo I Da denominação,
ESTATUTO DO GRUPO DO LEITE UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CAPÍTULO I - DOS OBJETIVOS
ESTATUTO DO GRUPO DO LEITE UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS CAPÍTULO I - DOS OBJETIVOS Art.1 - O GRUPO DO LEITE, da Universidade Federal de Lavras (UFLA), entidade civil, apartidária, sem fins lucrativos,
ASSOCIAÇÃO DOS DIÁCONOS BATISTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ESTATUTO DA ADIBERJ
ASSOCIAÇÃO DOS DIÁCONOS BATISTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ESTATUTO DA ADIBERJ CAPÍTULO I Da Denominação e Fins Art. 1º - Sob a denominação de Associação dos Diáconos Batistas do Estado do Rio de Janeiro,
ESTATUTO FENEC CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E DURAÇÃO
ESTATUTO FENEC CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E DURAÇÃO Artigo 1º - A Federação Nacional dos Estudantes de Engenharia Civil, doravante denominada FENEC, fundada em 10 de Abril de 2015, na cidade de Gramado,
ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DO JARDIM FLORI EXTERNATO CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA, FINS E DURAÇÃO
ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DO JARDIM FLORI EXTERNATO CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA, FINS E DURAÇÃO ARTIGO 1.º 1. A APIFLORl Associação de Pais e Encarregados de Educação
Sociedade Brasileira de História da Ciência. Estatuto
Sociedade Brasileira de História da Ciência Estatuto Art. 1 A SOCIEDADE BRASILEIRA DE HISTÓRIA DA CIÊNCIA (SBHC), fundada na cidade de São Paulo, estado de São Paulo, em 16 de dezembro de 1983, é uma associação
DO CENTRO ACADÊMICO DE ECONOMIA CAPÍTULO I
DO CENTRO ACADÊMICO DE ECONOMIA CAPÍTULO I Da Entidade Art. 1º O Centro Acadêmico de Economia (CAE) fundado em 05-12-2013, constitui-se em sociedade civil sem fins lucrativos, apartidária, e é o órgão
PROPOSTA DE ESTATUTO DA NAPA CPII
PROPOSTA DE ESTATUTO DA NAPA CPII ESTATTUTO DA NOVA ASSOCIAÇÃO DE PAIS, MÃES E RESPONSÁVEIS DE ALUNOS E ALUNAS DO COLÉGIO PEDRO II -CAMPI SÃO CRISTÓVÃO - NAPA CPII CAPÍTULOI Da Denominação, da Natureza,da
Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos
Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos Estatutos Capítulo I (Princípios Gerais) Art.º1 (Denominação, Natureza e Duração) É constituída por tempo indeterminado,
Centro da Memória da Eletricidade no Brasil MEMÓRIA DA ELETRICIDADE ESTATUTO. CAPÍTULO I. Da Denominação, Objeto, Sede e Duração.
Centro da Memória da Eletricidade no Brasil MEMÓRIA DA ELETRICIDADE ESTATUTO CAPÍTULO I. Da Denominação, Objeto, Sede e Duração. Art. 1º - O Centro da Memória da Eletricidade no Brasil - MEMÓRIA DA ELETRICIDADE
ESTATUTO FUNDAÇÃO CULTURA ARTÍSTICA DE LONDRINA
ESTATUTO FUNDAÇÃO CULTURA ARTÍSTICA DE LONDRINA CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, PRAZO DE DURAÇÃO E FINALIDADES Art. 1º - Fundação Cultura Artística de Londrina, Funcart, com sede e foro na cidade de Londrina,
ESTATUTOS DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS DA ASSOCIAÇÃO
ESTATUTOS I DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS DA ASSOCIAÇÃO Art. 1 o A Associação Luso-Brasileira de Arabistas (ALBA) é uma sociedade civil, de caráter exclusivamente cultural, com sedes e foros nas cidades do
Regulamento Interno da Sociedade de Emergência e Urgência Pediátrica da Sociedade Portuguesa de Pediatria EuSPP
Regulamento Interno da Sociedade de Emergência e Urgência Pediátrica da Sociedade Portuguesa de Pediatria EuSPP Artigo 1.º (Designação e sede) A Secção de Emergência e Urgência Pediátrica da Sociedade
TÍTULO IV DO CAPITAL SOCIAL TÍTULO IV DO CAPITAL SOCIAL CAPÍTULO I DO CAPITAL MÍNIMO, DA SUBSCRIÇÃO E DA INTEGRALIZAÇÃO DE QUOTA-PARTE
TÍTULO IV DO CAPITAL SOCIAL CAPÍTULO I DO CAPITAL MÍNIMO, DA SUBSCRIÇÃO E DA INTEGRALIZAÇÃO DE QUOTA-PARTE TÍTULO IV DO CAPITAL SOCIAL CAPÍTULO I DO CAPITAL MÍNIMO, DA SUBSCRIÇÃO E DA INTEGRALIZAÇÃO DE
Instituto Dignidade de Valorização da Vida
ESTATUTO da Organização da Sociedade Civil de Interesse Público INSTITUTO DIGNIDADE DE VALORIZAÇÃO DA VIDA Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Art. 1º. O Instituto Dignidade de Valorização da Vida,
ESTATUTO SOCIAL. CAPÍTULO I Da Denominação, Caráter, Sede, Finalidade e Duração
ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I Da Denominação, Caráter, Sede, Finalidade e Duração Art 1º - Sob a denominação de CPDoc - Centro de Pesquisa e Documentação Espírita, fica constituída uma associação civil espírita
Estatutos da Musikarisma Associaça o
Estatutos da Musikarisma Associaça o SECÇÃO I DA ASSOCIAÇÃO Artigo 1º A Musikarisma é uma Associação Cultural, Sem Fins Lucrativos, tendo a sua sede na Rua José Estêvão, com o número cento e treze, na
REGIMENTO INTERNO DA CÂMARA DE GESTÃO DA TECNOLOGIA E INOVAÇÃO.
REGIMENTO INTERNO DA CÂMARA DE GESTÃO DA TECNOLOGIA E INOVAÇÃO. (Aprovada pela Resolução CRA-RS n 09 de 09/07/2013 SEÇÃO I - DISPOSIÇÕES INICIAIS Art. 1º A CÂMARA DE GESTÃO DA TECNOLOGIA E INOVAÇÃO do
Estatuto Hemodinâmica
Estatuto Hemodinâmica CAPÍTULO I Do Departamento, sua organização e finalidade Art. 1º - O Departamento de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista da Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul (SBC/RS),
ESTATUTO DO CONSELHO NACIONAL DOS CORREGEDORES- GERAIS DO MINISTÉRIO PÚBLICO DOS ESTADOS E DA UNIÃO CNCGMP
ESTATUTO DO CONSELHO NACIONAL DOS CORREGEDORES- GERAIS DO CNCGMP Conforme 103ª Reunião Ordinária do dia 05 de agosto de 2016, à unanimidade, o CONSELHO NACIONAL DOS CORREGEDORES-GERAIS DO aprovou a redação
Exemplo de Estatutos. "Nome do Clube" ESTATUTOS. Artigo 1.º NOME E SEDE
Exemplo de Estatutos "Nome do Clube" ESTATUTOS Artigo 1.º NOME E SEDE 1. O "Nome do Clube" é uma associação sem fins lucrativos, durará por tempo indeterminado, e tem a sua sede na "morada", podendo a
ESTATUTO FUNDAÇÃO EDUARDO CARLOS PEREIRA
ESTATUTO FUNDAÇÃO EDUARDO CARLOS PEREIRA CAPITULO I Da Natureza, Denominação, Sede, Finalidade Artigo 1º A Fundação Eduardo Carlos Pereira, dotada e organizada pela Igreja Presbiteriana Independente do
ESTATUTOS. Artigo 1.º NOME E SEDE
ESTATUTOS Artigo 1.º NOME E SEDE 1. O "Moto Clube Castêlo da Maia" é uma associação sem fins lucrativos, durará por tempo indeterminado, e tem a sua sede em Rua São Salvador S/N, localidade de Gondim,
MODELO DE ESTATUTO. ESTATUTO DA LIGA DE MEDICINA INTENSIVA DA Capítulo I - DA NATUREZA E FINALIDADE
MODELO DE ESTATUTO ESTATUTO DA LIGA DE MEDICINA INTENSIVA DA Capítulo I - DA NATUREZA E FINALIDADE Artigo 1º - A LIGA ACADÊMICA DE MEDICINA INTENSIVA DA, doravante denominada LIGAMI, fundada no dia de
NESC/UFG NÚCLEO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA
REGIMENTO CAPÍTULO I DA PERSONALIDADE, AUTONOMIA E SEDE Art. 1º O Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva é uma entidade de trabalho interdisciplinar, sem fins lucrativos, com finalidades científicas na área
LIGA ACADÊMICA DE PNEUMOLOGIA ESTATUTO
LIGA ACADÊMICA DE PNEUMOLOGIA ESTATUTO CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FORO E DURAÇÃO Art. 1º A Liga Acadêmica de Pneumologia LAP é uma associação civil sem fins lucrativos, com duração ilimitada e organizada
INSTITUTO FRANCISCO SÁ CARNEIRO
INSTITUTO FRANCISCO SÁ CARNEIRO ESTATUTOS (com as alterações aprovadas pelo Conselho Geral de 21 de Setembro de 1998) Artigo 1º Denominação É constituída uma associação sem fins lucrativos denominada Instituto
ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS DOS LOUROS ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCAREGADOS DE EDUCAÇÃO
CAPITULO I ARTIGO 1.º (Denominação, natureza, sede e âmbito) 1. A Associação adopta a designação de Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos dos Louros. 2. É uma
CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO - SEDE - FINS E DURAÇÃO
- ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DA JUVENTUDE RURAL DE ARROIO DO TIGRE - Arroio do Tigre/RS. CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO - SEDE - FINS E DURAÇÃO Artigo 1 - A ASSOCIAÇÃO DA JUVENTUDE RURAL DE ARROIO DO TIGRE, fundada
ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE GASTROENTEROLOGIA E HEPATOLOGIA CAPÍTULO I DEFINIÇÃO, DA SEDE E DO FORO
ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE GASTROENTEROLOGIA E HEPATOLOGIA CAPÍTULO I DEFINIÇÃO, DA SEDE E DO FORO Art. 1º: A Liga Acadêmica de Gastroenterologia e Hepatologia é uma associação civil sem fins lucrativos,
ESTATUTO CAPÍTULO I - DA CONSTITUIÇÃO, SEDE E DURAÇÃO
1 ESTATUTO CAPÍTULO I - DA CONSTITUIÇÃO, SEDE E DURAÇÃO Artigo 1º - A Comissão Pró-Índio de São Paulo, doravante denominada CPI-SP, é uma associação civil de direito privado sem fins lucrativos ou econômicos,
Autoria JMGA. Estatutos aprovados em Assembleia de Fundadores, 12 de Dezembro de 2001: CAPÍTULO PRIMEIRO. (Da denominação, sede, objecto e fins)
L N 1 de 9 Estatutos aprovados em Assembleia de Fundadores, 12 de Dezembro de 2001: CAPÍTULO PRIMEIRO (Da denominação, sede, objecto e fins) ARTIGO PRIMEIRO (Da denominação, natureza jurídica, lei aplicável
ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A DEFESA DO CONSUMIDOR DECO
ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A DEFESA DO CONSUMIDOR DECO 9 de outubro de 2014 ESTATUTOS CAPITULO I Nome, sede, âmbito e objeto Artigo 1º. A Associação, denominada Associação Portuguesa para
ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO CIVIL SEM FINS LUCRATIVOS SOCIEDADE VIPASSANA DE MEDITAÇÃO CAPÍTULO 1: DA DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO E SEDE
ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO CIVIL SEM FINS LUCRATIVOS SOCIEDADE VIPASSANA DE MEDITAÇÃO CAPÍTULO 1: DA DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO E SEDE Artigo 1 - A Sociedade Vipassana de Meditação, constituída em 22 de maio
REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE REMUNERAÇÃO LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos Gerais
REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE REMUNERAÇÃO DE LOJAS RENNER S.A. Capítulo I Dos Objetivos Gerais Artigo 1º - O Comitê de Remuneração (o Comitê ) de Lojas Renner S.A. (a Companhia ), órgão estatutário, de
ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS DOS CONSELHEIROS DO CAU/PR
ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS DOS CONSELHEIROS DO CAU/PR O Regimento Interno do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Paraná, em seu Capítulo III, nas Seções I, II e III, estabelece as atribuições e competências
ESTATUTO CONSELHO REGIONAL DOS SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE SAÚDE DA AMSOP MICROREGIÃO DE FRANCISCO BELTRÃO CAPITULO I
1 ESTATUTO CONSELHO REGIONAL DOS SECRETÁRIOS MUNICIPAIS DE SAÚDE DA AMSOP MICROREGIÃO DE FRANCISCO BELTRÃO CAPITULO I Da Denominação, Sede, Duração e Área de atuação Artigo 1º. A organização denominada
DEPARTAMENTO SETORIAL DAS EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇO DA ACIA - DEPS
DEPARTAMENTO SETORIAL DAS EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇO DA ACIA - DEPS REGULAMENTO CAPITULO I DA CONSTITUIÇÃO, DENOMINAÇÃO, SEDE, PRAZO DE DURAÇÃO, AREA DE AÇÃO E UTILIZAÇÃO ART. 1º - Fica instituído,
ESTATUTO SOCIAL ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO TEMPLO DA HUMANIDADE
ESTATUTO SOCIAL ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO TEMPLO DA HUMANIDADE CAPÍTULO I: DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE E DURAÇÃO ARTIGO 1º Denominação e duração A Associação dos Amigos do Templo da Humanidade é uma associação
SUL AMÉRICA S.A. REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE CAPITAL HUMANO
SUL AMÉRICA S.A. COMPANHIA ABERTA DE CAPITAL AUTORIZADO CVM Nº 21121 CNPJ/MF 29.978.814/0001-87 NIRE 3330003299-1 REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE CAPITAL HUMANO ÍNDICE: CAPÍTULO I - INTRODUÇÃO CAPÍTULO
REGULAMENTO DA ASSOCIAÇÃO BIODIVERSIDADE PARA TODOS
REGULAMENTO DA ASSOCIAÇÃO BIODIVERSIDADE PARA TODOS O presente Regulamento desta Associação destina-se a complementar os Estatutos, definindo e concretizando alguns preceitos ali contidos e outros não
ESTATUTO DA IGREJA BATISTA CENTRAL EM ITABIRA CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, DOS FINS E DA SEDE
ESTATUTO DA IGREJA BATISTA CENTRAL EM ITABIRA CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, DOS FINS E DA SEDE Artigo 1º - Por este Estatuto adquire personalidade Jurídica, a Igreja Batista Central em Itabira, organizada
ESTATUTOS CAPÍTULO PRIMEIRO Denominação, Sede, Natureza e Objetivos
ESTATUTOS CAPÍTULO PRIMEIRO Denominação, Sede, Natureza e Objetivos ARTIGO PRIMEIRO Denominação A Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde - SPPS, é uma associação sem fins lucrativos que se rege pelos
REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE EXPANSÃO
REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE EXPANSÃO REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE EXPANSÃO DA VIA VAREJO S.A. Art. 1º. O Comitê de Expansão ( Comitê ) é órgão de assessoramento vinculado diretamente ao Conselho de
LOJAS AMERICANAS S.A. REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO. Objetivo
LOJAS AMERICANAS S.A. REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Objetivo Artigo 1º. O Conselho de Administração da Lojas Americanas S.A. ("Companhia") deve ser assessorado pelos seguintes
REGIMENTO INTERNO DA DIRETORIA DO INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA
REGIMENTO INTERNO DA DIRETORIA DO INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA SUMÁRIO Capítulo I Objeto do Regimento Interno... 3 Capítulo II Missão da Diretoria... 3 Capítulo III Competência... 3 Capítulo
CAPÍTULO IX DA CONSTITUIÇÃO E FUNCIONAMENTO DA DIRETORIA E DOS CONSELHOS
CAPÍTULO IX DA CONSTITUIÇÃO E FUNCIONAMENTO DA DIRETORIA E DOS CONSELHOS Art. 28 - A Diretoria Executiva será constituída por: 1. Presidente 2. Vice-Presidente 3. 1º Secretário 4. 2º Secretário 5. 1º Tesoureiro
REGULAMENTO ELEITORAL DO SINDUSCON-ES SINDICATO DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO
REGULAMENTO ELEITORAL DO SINDUSCON-ES SINDICATO DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Artigo 1º - Este Regulamento Eleitoral é parte integrante
ESTATUTOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE TRÁS-OS-MONTES CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE
ESTATUTOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE TRÁS-OS-MONTES CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE Artigo 1º Constituição e denominação É constituída uma associação civil sem fins lucrativos denominada Academia
ESTATUTOS. (Aprovados em Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa em 30 de abril de 1992) METANOIA MOVIMENTO CATÓLICO DE PROFISSIONAIS
ESTATUTOS (Aprovados em Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa em 30 de abril de 1992) METANOIA MOVIMENTO CATÓLICO DE PROFISSIONAIS Rua João de Freitas Branco, 12 1500-359 LISBOA [email protected]
Rede Nacional das Rádios Comunitárias da Guiné Bissau ESTATUTOS
Rede Nacional das Rádios Comunitárias da Guiné Bissau ESTATUTOS Maio de 2004 CAPÍTULO I Artigo 1º NATUREZA E SEDE 1. A Rede Nacional das Rádios Comunitárias da Guiné-Bissau-RENARC procura contribuir para
ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO MUSEU DA UFPA ESTATUTO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E DURAÇÃO
1 ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO MUSEU DA UFPA ESTATUTO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º - A Associação Amigos do Museu da UFPA é uma sociedade civil sem fins
REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE SUSTENTABILIDADE CAPÍTULO I COMITÊ DE SUSTENTABILIDADE
REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE SUSTENTABILIDADE CAPÍTULO I COMITÊ DE SUSTENTABILIDADE Artigo 1º. O Comitê de Sustentabilidade ( Comitê ) é órgão de assessoramento vinculado diretamente ao Conselho de Administração
ESTATUTO DA LIGA DE INFECTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS (LINFU)
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CCBS DMed CMed CAMSA Liga de Infectologia da UFSCar Via Washington Luís, km 235 Caixa Postal 676 13565-905 São Carlos SP Brasil E-mail: [email protected] ESTATUTO
